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Quadro 1 — Classificação dos principais tipos de microagulhamento e suas aplicações clínicas Modalidade Características Técnicas Indicações Clínicas Principais Vantagens Limitações Dermaroller (manual) Cilindro com múltiplas fileiras de agulhas; movimento de rolamento; profundidade menos homogênea Textura irregular, rejuvenescimento superficial, uso domiciliar supervisionado Baixo custo; acessível; permite tratamento de áreas grandes Menor precisão; risco de microtrauma lateral; menor segurança para Drug Delivery Dermapen (elétrica) Perfuração vertical automática; variação de profundidade milimétrica; ponteiras descartáveis Rejuvenescimento, cicatrizes atróficas, estrias, alopecia, Drug Delivery Alta precisão; menor dor; microlesões uniformes; menor risco de arraste Custo mais elevado; exige capacitação Dispositivos robóticos/fracionados Perfurações controladas digitalmente; alguns modelos com radiofrequência Cicatrizes profundas, fotoenvelhecimento avançado Estímulo térmico + mecânico; remodelação intensificada Alto custo; maior complexidade técnica Microagulhamento com RF fracionada Agulhas revestidas que liberam energia térmica na derme Flacidez, rugas profundas, cicatrizes Contração imediata do colágeno; resultados rápidos Maior dor; necessidade de anestesia; custos elevados Agulha única / intradérmico Agulha hipodérmica para aplicação pontual de ativos Drug Delivery pontual, áreas pequenas Aplicação precisa e localizada Não promove estímulo mecânico amplo; mais invasivo Rollers de uso domiciliar (0,2–0,5 mm) Dispositivos de baixa profundidade para permeação de ativos Hidratação, aumento da absorção tópica Acessíveis; manutenção dos cuidados Risco de contaminação; baixa eficácia clínica