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INTRODUÇÃO À NEUROCIÊNCIA DIVISÃO ANATÔMICA DO SISTEMA NERVOSO Prof. Dra. Allysiê Priscilla de Souza Cavina HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Antigamente, o coração era conhecido como o responsável por ser responsável por funções superiores e não o cérebro. HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA HOMINIDIOS – 1 MILHÃO DE ANOS ATRÁS TREPANAÇÕES (7 MIL ANOS) MÉDICOS DO EGITO ANTIGO JÁ TINHAM EM ESCRITURAS SINTOMAS DE LESÕES ENCEFÁLICAS O CORAÇÃO ERA A SEDE DA MEMÓRIA E DO ESPÍRITO HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA H ip ó c ra te s HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA A ri s tó te le s • Aristóteles (384 a. C) acreditada que o coração era o centro do intelecto; • O encéfalo resfriava esquentava; o sangue e o coração HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA G a le n o • Galeno (130-200 d. C) – aceitava a teoria de Hipócrates; • Realizava dissecções de animais; ✓ Cérebro macio – sensações; ✓ Cérebro duro – movimentos; Permaneceu por mais de 1.500 anos. HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA T e o ri a d a m e c â n ic a d e fl u íd o s 1500 Ventrículos ‘bombeavam’ líquor -> músculos se contraíam HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA T eo ri as p o st er io re s •Séculos 17 e 18 mudanças; • Substancia branca estaria ligada a levar informações no corpo para o córtex e informações do córtex para o corpo; •Final do sec. 18 – existiam mesmo padrão de elevações (giros) e depressões (sulcos) na superfície encefálica em diferentes encéfalos; Lobos cerebrais Diferentes funções localizadas nos diferentes giros Era da localização cerebral HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA T eo ri as p o st er io re s Século 19 Ideias- chave Nervos como fios Localização de funções específicas Neurônios Evolução do SN HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA N e rv o s c o m o f io s 1751 – Luigi Galvani (cientista) e Emil du Bois-Reymond (biólogo) – nervos funcionavam como como fios; 1810 – Charles Bell (médico) e François Magendi (fisiologista) – levavam informações tanto motoras quanto sensoriais - raízes anteriores e posteriores HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA T e o ri a d a e v o lu ç ã o 1859 – Charles Darwin • Sistema nervoso de similares; diferentes animais apresentam respostas •Porém evoluíram de acordo com as necessidades. HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA A p ó s a T e o ri a d a e v o lu ç ã o 1861 – Paul Broca foi apresentado a um paciente que compreendia a linguagem mas era incapaz de falar • Após a morte do mesmo -> encontrou uma lesão no lobo frontal esquerdo. • Concluiu que essa região era responsável pela produção da fala (área de Broca) – afasia de broca. HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA T e o ri a C e lu la r 1839 – Theodor Schwann (Zoólogo) – todos os tecidos são compostos por unidades microscópicas – células; 1900 – Neurônio foi reconhecido como a unidade funcional do sistema nervoso. VAMOS CONHECER UM POUCO O LABORATÓRIO!!! Prof. Ma Allysiê Prisc Souza NEURÔNIOS E SISTEMA NERVOSO “É o conjunto de órgãos responsáveis por coordenar e integrar as funções orgânicas.” O tecido nervoso é formado por um conjunto de células que consistem em neurônios e as células gliais QUAL O PRINCÍPIO BÁSICO DE FUNCIONAMENTO DO SN? CLASSES DE NEURÔNIOS Neurônios sensoriais Os neurônios sensoriais obtém informação sobre o que está acontecendo dentro e fora do corpo e levam essa informação para o SNC para que seja processada. Por exemplo, se você pegar um carvão quente, os neurônios sensoriais com terminações nas pontas dos dedos irão transmitir a informação de que está muito quente para o seu SNC. CLASSES DE NEURÔNIOS Neurônios motores Os neurônios motores recebem informação de outros neurônios para transmitir comandos aos músculos, órgão e glândulas. Por exemplo, se você pegar um carvão quente, seus neurônios motores que inervam os músculos dos seus dedos farão com que sua mão solte o carvão. CLASSES DE NEURÔNIOS Interneurônios Os interneurônios, que são encontrados somente no SNC, conectam um neurônio a outro. Eles recebem informação de outros neurônios (neurônios sensoriais ou interneurônios) e transmitem esta informação para outros neurônios (neurônios motores ou interneurônios) CLASSES DE NEURÔNIOS Se você pegasse uma brasa, o sinal dos neurônios sensoriais nas pontas dos dedos viajaria até os interneurônios em sua medula espinhal. Alguns destes interneurônios enviariam sinais para os neurônios motores que controlam os músculos dos dedos (fazendo com que você soltasse a brasa), enquanto outros transmitiriam o sinal da medula espinhal até o cérebro, onde ele seria percebido como dor. A UNIDADE BÁSICA SINALIZADORA DO SN É O NEURÔNIO DENDRITOS As primeiras duas funções neuronais, receber e processar informação, geralmente acontecem nos dendritos e corpo celular. Sinais recebidos podem ser ou excitatórios - o que significa que eles tendem a fazer o neurônio disparar (gerar um impulso elétrico) - ou inibitórios - o que significa que eles tendem a evitar que o neurônio dispare. Um único neurônio pode ter mais que um conjunto de dendritos, e podem receber muitos milhares de sinais de entrada. Se o neurônio é ou não excitado e dispara um impulso depende da soma de todos os sinais excitatórios e inibitórios que recebe. Se o neurônio realmente acaba disparando, o impulso nervoso, ou potencial de ação é conduzido pelo axônio. AXÔNIOS •O axônio surge a partir do corpo celular em uma área especializada chamada o saliência do axônio; • Muitos axônios são cobertos com uma substância isolante especial chamada mielina, que os auxilia a transmitir o impulso nervoso rapidamente. Mielina nunca é encontrada nos dendritos. Estes terminais axônicos fazem conexões em células-alvo SINAPSES outros neurôni ônio-a-neurônio são feitas com os dendritos e os corpo os. Estas conexões, conhecidas como sinapses são os sítios nos quais a informação é transferida do primeiro neurônio, o neurônio pré-sináptico, para o neurônio-alvo (o neurônio pós-sináptico). Conexões neur neurônios e células musculares esqueléticas s celulares de – junções neuromusculares neurônios e células musculares lisas ou glândulas – junções neuroefetoras SINAPSES Neurotransmissores - Na maioria das sinapses e junções, a informação é transmitida na forma desses mensageiros químicos; • Quando um potencial de ação percorre um axônio, e alcança o terminal do axônio, desencadeia a liberação de neurotransmissores a partir da célula pré-sináptica. Moléculas de neurotransmissores atravessam a sinapse e ligam-se a receptores na membrana da célula pós-sináptica, transmitindo um sinal excitatório ou inibitório. TIPOS DE NEUROTRANSMISSORES As células possuem receptores específicos para cada tipo de neurotransmissor. A maneira que um neurotransmissor influencia um neurônio pode ser classificada em: • Excitatória: criação de um sinal elétrico no neurônio receptor; • Inibitória: restrição de um potencial de ação no neurônio receptor; • Modulatória: regulação da população de neurônios. VARIAÇÕES NEURAIS A maioria dos neurônios segue o mesmo plano neurônios individuais varia e se adapta à função classe de neurônios). Diferentes tipos de neurônios de tamanho e forma, o que faz sentido, c sistema nervoso e o grande número de diferentes estrutural geral, mas a estrutura de específica dada ao neurônio (ou apresentam grande diversidade onsiderando a enorme complexidade do tarefas que ele executa. Células de Purkinje São encontrados no cerebelo. As células de Purkinje têm uma árvore dendrítica altamente complexa que permite a elas receber - e integrar - um número enorme de inputs sinápticos. VARIAÇÕES NEURAIS • Da mesma forma, neurônios podem variar muito em comprimento. Enquanto muitos neurônios são minúsculos, os axônios dos neurônios motores que se estendem da medula espinhal para inervar os dedos do pé podem ter um metro de comprimento (ou mais, em jogadores debasquete como Michael Jordan). EXEMPLO DO •Os mais simples circuitos neuronais são aqueles que sustentam as respostas de estiramento muscular, tais como o reflexo patelar que ocorre quando alguém bate no tendão abaixo de seu joelho (o tendão patelar) com um martelo. Axônios destes neurônios sensori conectam-se a neurônios motor quadríceps. Os neurônios sens neurônios motores, fazendo-os dis vez, estimulam o quadríceps a se os neurônios sensoriais de um m neurônios motores que inervam o REFLEXO PATELAR ais estendem-se até a medula espinhal, onde es que estabelecem conexões (inervam) com o oriais enviam um sinal excitatório para os parar também. Os neurônios motores, por sua contrair, estirando o joelho. No reflexo patelar, sculo particular conectam-se diretamente aos esmo músculo, fazendo-o contrair após ter sido estirado Movimento Arco Refexo ú m CÉLULAS GLIAIS Função de auxiliar o neurônio fornecendo nutrientes, sustentação e suprir as necessidades. PERGUNTA 1 O Tecido nervoso é composto por: A) Um conjunto de células formados por neurônios e as células gliais. B) Tecido conjuntivo rico em fibras formadas por proteínas que se polimerizam formando estruturas muito alongadas. C) Neurônios motores. D) Neurônios sensitivos. E)Axônios, Dendritos e células auxiliares conhecidas como células glias. FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO ❖Quantidade de mielinização ❖Diâmetro do Axônio ❖Temperatura: Frio – transmissão do Potencial de Ação em menor velocidade RESUMO 1.Estímulo: Tudo começa quando recebemos algum tipo de estímulo, como alguém tocando em nós ou um som que ouvimos. Esse estímulo cria uma mudança elétrica na célula nervosa. 2. Despolarização: Essa mudança elétrica faz com que canais especiais na membrana da célula nervosa se abram, permitindo que íons (partículas carregadas) entrem na célula. Principalmente, íons de sódio (Na+) entram rapidamente, fazendo com que o interior da célula se torne mais positivo em relação ao exterior. Isso é chamado de despolarização. 3. Pico do Potencial de Ação: Quando a despolarização atinge um certo limiar, desencadeia o que chamamos de potencial de ação. É como se fosse um "disparo" elétrico que se move ao longo do nervo. 4. Repolarização: Logo após o pico do potencial de ação, os canais de sódio se fecham e os canais de potássio (K+) se abrem. Isso permite que os íons de potássio saiam da célula, fazendo com que o interior da célula volte a ficar negativo em relação ao exterior. Isso é chamado de repolarização. 5. Período Refratário: Depois do potencial de ação, a célula entra em um período chamado de refratário, onde ela não pode responder a outro estímulo imediatamente. Isso é importante para garantir que os sinais elétricos se movam em uma direção específica ao longo dos nervos. PERGUNTA Após a repolarização do potencial de ação, ocorre: a) Entrada de íons sódio na célula. b) Fechamento dos canais de potássio. c) Mudança do potencial de membrana para um estado mais positivo. d) Restauração do gradiente iônico original através da ação da proteína sódio potássio (Na+/K+ ATPase). PERGUNTA Durante a fase de despolarização do potencial de ação, ocorre: a) Saída de íons potássio da célula. b) Abertura dos canais de sódio voltagem-dependentes. c) Restauração do potencial de membrana para o seu valor de repouso. d) Fechamento dos canais de cálcio na membrana celular. DOPAMINA •A dopamina é um neurotransmissor que pode ter tanto efeitos excitatórios quanto inibitórios, dependendo dos receptores aos quais se liga e da região do cérebro onde está atuando. •Em algumas áreas do cérebro, como o córtex pré- frontal, a dopamina pode ter efeitos excitatórios, promovendo a ativação neuronal e facilitando a transmissão de sinais. Isso pode estar relacionado a funções cognitivas como atenção, memória de trabalho e tomada de decisões. •Por outro lado, em outras regiões, como no corpo estriado, a dopamina pode ter efeitos inibitórios, modulando a atividade neuronal e regulando o movimento. Nesse contexto, a dopamina desempenha um papel crucial na regulação do sistema motor e está envolvida em distúrbios como a doença de Parkinson, que é caracterizada pela degeneração das células produtoras de dopamina no cérebro. •Assim, a ação da dopamina pode variar dependendo do local e do contexto em que está sendo liberada, podendo ser tanto excitatória quanto inibitório ENVOLTÓRIOS DO SNC MENINGES MENINGES DURA-MÁTER Meninge externa contínua com o periósteo dos ossos da caixa craniana; A dura-máter que envolve a medula espinhal é separada do periósteo das vértebras, formando-se entre os dois, o ESPAÇO PERIDURAL; A dura-máter em contato com a aracnoide forma o ESPAÇO SUBDURAL. PUNÇÃO LIQUÓRICA E ANÁLISE DO LÍQUOR (LCR) CÉLULAS TRONCO DURA-MÁTER ARACNÓIDE Apresenta duas partes, o que a mantém em contato com a dura-máter e a pia-máter; A cavidade formada entre a aracnoide e a pia-máter forma o ESPAÇO SUBARACNÓIDEO. HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEO PIA-MATER •Membrana mais interna; • Aderente ao SN, porém não em contato direto com as células ou fibras nervosas; •Muito vascularizada. PERGUNTA As meninges são: A) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo elas, a Dura-máter, Aracnoide, Pia-máter e o espaço Peridural. B) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo a Aracnoide a mais externa e mais grossa. C) Três membranas que recobrem todo o SNC sendo a Pia-máter a mais externa e mais vascularizada. D) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo que a dura-máter em contato com a aracnoide forma o ESPAÇO SUBDURAL. E) Três membranas que recobrem todo o SNC sendo a Dura-máter a mais externa e mais grossa. PERGUNTA Qual é o espaço localizado entre a aracnoide e a pia-máter, onde o líquido cefalorraquidiano circula para fornecer proteção e nutrição ao cérebro e à medula espinhal? a) Espaço subdural. b) Espaço epidural. c) Espaço subaracnóideo. d) Espaço peridural. SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO Divisões Nervos cranianos Nervos espinais Gânglios Terminações nervosas Encéfalo (crânio) cérebro Telencéfalo Diencéfalo Tronco encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbo cerebelo Medula espinal (canal vertebral) SNC SNP Nervos cranianos Nervos espinais Gânglios Terminações nervosas Encéfalo (crânio) cérebro Telencéfalo Diencéfalo Tronco encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbo cerebelo Medula espinal (canal vertebral) SNC SNP SNC SNP Espasticidade – Lesão de córtex Flácido (tônus diminuído) – Lesão de nervo Neuroplasticidade é diferente SNC SNC Encéfalo (crânio) Telencéfalo cérebro Diencéfalo Tronco encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbocerebelo Medula espinal (canal vertebral) T e le n cé fa lo Cérebro Divisão anatômica • Compostos por dois hemisférios (direito e esquerdo); • Divididos por uma fissura longitudinal; • Os hemisférios cerebrais é formado por: 1. córtex – “casca” do cérebro (dividido em cinco lobos) apresenta esses giros e sulcos (substancia cinzenta); 2. Substância branca (Recheio – centro branco medular); 3. Núcleos da base; 4. Os ventrículos laterais. COMISSURAS Existem fibras que saem de um hemisfério e se conectam com o outro. D ie n cé fa lo Cérebro Divisão anatômica • Parte mais interna do cérebro; 1. Tálamo; 2. Epitálamo; 3. Hipotálamo 4. Subtálamo. Tronco encefálico Divisão anatômica • Localizado em um lugar estrategicamente importante (conecta a medula espinal com as estruturas encefálicas); 1. Mesencéfalo; 2. Ponte; 3. Bulbo. Cerebelo Divisão anatômica do tronco• Localizado atrás encefálico “mochilinha”. SNP SNP 12 31 Nervos cranianos Nervos espinais Gânglios sensitivos Gânglios autonômicos •Nervos espinhais que saem da medula (31 nervos); •Nervos encefálicos (12 nervos cranianos). Nervos Divisão anatômica • Gângliosespinais (sensitivos) - onde mora o primeiro neurônio nas vias sensoriais; • Gânglios (autonômicos) Gânglios Divisão anatômica •Plexo Braquial e Plexo lombo sacral. Plexos Divisão anatômica REVISÃO SNC Encéfalo (crânio) cérebro Telencéfalo Diencéfalo Tronco encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbocerebelo Medula espinal (canal vertebral) SNP Nervos Cranianos Espinais Sensitivos Gânglios Autonômicos Visceral Aferente Somático Eferente Sistema nervoso Aferente Eferente SN Autonômico Simpático Parassimpático Divisão Funcional Segmentar SNP Medula espinal Tronco encefálico Divisão segmentar Supra Segmentar Cérebro Cerebelo Área terciaria Áreas secundárias Áreas primárias Divisão hierárquica PERGUNTA 3 Qual das estruturas abaixo não faz parte do ENCÉFALO?? A) –Diencéfalo B)– Cerebelo C) – Tronco encefálico D) – Medula E)- Cérebro LOBO FRONTAL LOBO FRONTAL •Anterior ao lobo parietal e superior ao lobo temporal; Anterior ao sulco central; Acima do sulco lateral; Os sulcos servem para dividir os giros; Os giros são mais relevantes pois tem uma relação funcional. Lobo frontalPRINCIPAIS GIROS E SULCOS PRINCIPAIS GIROS E SULCOS Sulco do cíngulo Sulco do corpo caloso PRINCIPAIS GIROS E SULCOS FUNÇÃO • Área 4 de Brodmann; • Área motora primária (maioria dos neurônios motores vão sair); • Áreas mais simples; Função: Motricidade voluntária; Lesão: plegia ou paresia muscular; ÁREAS MOTORAS PRIMÁRIAS GIRO FRONTAL SUPERIOR Função: área do comportamento; Lesão: alterações comportamentais; TCE GIRO FRONTAL SUPERIOR Centro ocular frontal Função: controle ocular Lesão: desvio de olhar conjugado para o lado contra lateral ou do mesmo lado da lesão (depende do tipo de lesão) GIRO FRONTAL MÉDIO Áreas Motoras secundárias Função: Planejar o movimento Lesão: Apraxia GIRO FRONTAL MÉDIO Área de Exner – área motora da escrita Função: responsável pela escrita. Lesão: agrafia (consegue ler mas não consegue escrever) ou disgrafia (letra ilegível) GIRO FRONTAL INFERIOR Do lado dominante – Área de Broca Função: centro motora da palavra falada. Lesão: Afasia motora – não consegue falar, mas entende tudo perfeitamente. No lado não dominante – relacionado com entonação ou seja, o componente emocional da palavra – como você fala quando está triste ou feliz. ÁREA PRÉ-FRONTAL • Áreas de associação terciárias (supramodal*) – top da hierarquia do nosso SN; • Recebe informações de todo o córtex para tomar as melhores decisões; • Relacionado com comportamento inteligente (decisões), memória de trabalho, inibição e previsão de resultados. APF Dorsolateral: funções executivas, APF Orbitofrontal: supressão de habilidades cognitivas superiores comportamentos socialmente controle de pensamentos,como, indesejados emoções... APF Ventromedial: permite uma integração entre a percepção e uma emoção e a resposta que desencadeia ÁREA PRÉ-FRONTAL APF Orbitofrontal: supressão de comportamentos socialmente indesejados APF Dorsolateral: funções executivas, habilidades cognitivas superiores como, controle de pensamentos, emoções... APF Ventromedial: permite uma integração entre a percepção e uma emoção e a resposta que desencadeia ÁREA PRÉ-FRONTAL • Lesão: Tamponamento psíquico – deixa de reagir a algo que antes havia sentido. • A conexão entre APF e a amigdala extremamente importante para a regulaçã emocional; • O IMC está associado ao desenvolvimento do córtex pré-frontal e diminuição nas funçõesé executivas, como memória de trabalho – oo tamanho da área está relacionado com o peso. ÁREA PRÉ-FRONTAL • Improvisar leva a uma redução na atividade da área pré-frontal. LOBO PARIETAL LOBO PARIETAL • Posterior ao lobo frontal e anterior/superior ao lobo occipital; 1. Atrás do sulco central que divide o parietal e frontal; 2. Acima do sulco lateral 3. Sulco intra-parietal Lobo parietalPRINCIPAIS GIROS E SULCOS Área somestésica primária (área1,2 e 3 de Br). Função: sensibilidade; Lesão: anestesia, hipoestesia ou parestesia. GIRO PÓS-CENTRAL PERGUNTA 4 Reparem que os dois tanto sensorial quanto motor são parecidos... Por quê? Área vestibular Localiza-se próximo a região somestésica relacionada a face; Função: orientação no espaço. GIRO PÓS-CENTRAL LOBO PARIETAL Área parietal superior Área somestésica secundária. Está acima do sulco intra-parietal • Função: interpretar as informações sensitivas; •Lesão: agnosia somestesica. LOBO PARIETAL INFERIOR Área parietal posterior Área terciária Compreende todo lobo parietal inferior e parte do lobo parietal superior. Função: integrar as informações das áreas secundárias sejam elas auditivas, visual e somestésica. Percepção – função perceptual (reúne além da aparência dos objetos, seu cheiro, som, tato, nome) dar significado as coisas Área POT – área do pensamento Ativada antes da área pré- frontal Antes de um ato motor começar ele tem uma transformação sensoriomotora. LOBO PARIETAL INFERIOR PERGUNTA 5 O que explica dois pacientes terem o quadro clínico diferente com o mesmo diagnóstico? ❖2 pacientes com diagnóstico de AVE; ❖Ambos com envolvimento motor e sensorial; ❖Uma paciente apresentava dificuldade em flexionar o MMSS; ❖Outra paciente apresentava dificuldade em flexionar MMII. PERGUNTA 6 Qual a área responsável por tomada de decisões? A) área pré-frontal B)área pré-motora C)giro pré-central D)área parietal posterior PERGUNTA 7 Qual das funções abaixo não são relacionada com o lobo parietal? A) sensibilidade B)percepção C) interpretação sensorial D) orientação no espaço E)planejamento LOBO OCCIPITAL LOBO OCCIPITAL •Abaixo do lobo parietal e atrás do lobo temporal LOBO OCCIPITAL LOBO OCCIPITAL Córtex estriado – área visual primária (17 Bt). • Função: receber os impulsos visuais; • Lesão: Visão comprometida - Amaurose –>Cegueira - Ambliopia –> diminuição da acuidade visual; - Hemianopsia e quadrantopsia: LOBOOCCIPITAL Córtex estriado – área visual primária (17 Bt). • Função: receber os impulsos visuais; • Lesão: Visão comprometida - Amaurose –>Cegueira - Ambliopia –> diminuição da acuidade visual; - Hemianopsia e quadrantopsia: V1- mostra principalmente contorno dos objetos LOBO OCCIPITAL Área visual secundária não se limita ao Occipital (18 e 19) – pega área externa de lobo temporal (20,21e 37); • Função: interpretar informações visuais; •Lesão: Agnosia visual. PERGUNTAS 8 A 10 8 Um paciente que apresenta uma agnosia visual ele tem comprometimento em que área? 9 Um paciente que apresenta hemianopsia? 10 Um pcte com diagnóstico de AVE i. família queixou-se de confusão ii. motricidade e sensibilidade preservada iii. apresentava comprometimento visual iv. não soube dizer o que era um livro, controle, telefone... O que explica o pcte saber a função dos objetos mas não saber nomear? PERGUNTA 11 O lobo occipital trata-se de um lobo relacionado à visão. Qual a função do córtex estriado ? A) Agnosia visual; B)Amaurose; C) Interpretar informações visuais; D) Identificar contorno dos objetos; E) Nenhuma das anteriores LOBO TEMPORAL LOBO TEMPORAL • Abaixo do sulco lateral (sulco de Sylvius) e anterior ao lobo occipital. LOBO TEMPORAL ▪3 principais giros na face lateral; ▪ 2 sulcos temporal médio. que vão dividir – Sulco superior e Sulco temporal insúla Giro temporal transverso anterior LOBO TEMPORAL LOBO TEMPORAL • Na face inferior podemos ver o giro temporal inferior; •Parahipocampo – relacionado a memória (próximo ao hipocampo) •Uncus e istmo – sistema límbico LOBO TEMPORAL Giro transverso anterior (41, 42 Br) – área primária. •Função: centro cortical da audição. •Lesão: Anacusia/hipoacusia. LOBO TEMPORAL • Na área 22 de Brodmann, temos a área Auditiva Secundária(A2) – função pouco conhecida – associada a alguns tipos especiais de informações auditivas. – Apenas para curiosidade. LOBO TEMPORAL Giro Temporal Superior • Área de Wernicke • Função: compreensão da palavra falada e escrita; • Lesão: Afasia sensitiva/Afasia de Wernicke – não entende o que você fala, mas consegue falar (o contrário de Broca) LOBO TEMPORAL Existem diversas áreas que são responsáveis pela linguagem distribuídas por todo o SN (por ex. lobo frontal, lobo temporal, núcleos da base, tálamo e cerebelo) LOBO TEMPORAL Região pyriforme e periamigdalóidea está relacionada com o olfato. O bulbo olfatório –primeiro par craniano – vão captar o cheiro e mandar informações pro córtex pyriforme e a região que fica ao redor da amigdala. •Função: área olfatória primária; •Lesão: Anosmia, hiposmia ou parosmia. Giro fusiforme • Função: a área de processamento da imagem do rosto; • Lesão: Prosopagnosia (face blindness), ilusão de Capgras. LOBO TEMPORAL LOBO TEMPORAL LOBO TEMPORAL • O giro temporal importante papel atencional. inferior tem um no controle • Quando uma tarefa demanda atenção, o lobo temporal inferior também é ativado. LOBO TEMPORAL Hipocampo – memória; Amigdala – medo. Vamos falar mais no sistema límbico. PERGUNTA 10, 11 E 12 10) Qual área do lobo temporal está relacionada com a compreensão da palavra escrita e falada? 11) Qual área do lobo temporal é responsável pelo reconhecimento facial? 12) Um paciente com Hipoacusia tem comprometimento onde? PERGUNTA 13 Qual a função do giro fusiforme? A) audição B) compreensão da palavra falada e escrita C)memória D) reconhecimento de face E)olfato INSULA INSULA •Lobos – contato com ossos; • Insula não tem contato – córtex insular; • Por muito tempo ela foi ignorada – acreditava-se que sua função era vicariante (suplência) do cérebro; • Hoje sabemos que ela é mais importante que isso. INSULA • Porção anterior da ínsula é caracterizada por apresentar alguns giros mais curtos; • A porção posterior apresenta giros mais longos; • Sulco central divide a ínsula em duas porções –região com giros longos, e região com giros curtos; •Sulco circular delimita a área da ínsula. INSULA Córtex insular posterior Área gustativa primária •Função: paladar; •Lesão: ageusia; disgeusia. INSULA Córtex insular anterior Componente importante do sistema límbico; De maneira geral suas funções estão relacionadas com: Percepção dos Componentes subjetivos da emoção INSULA Córtex insular anterior • Integração das informações recebidas da região do córtex insular posterior (dar sentido, interpretação) Integração sensóriomotora • orientação no espaço, • percepção do ambiente. Percepção e integração sensorial multimodal • Dor, sensação somática térmica – insula posterior; • Gustação e sensação visceral - anteriormente Cognição Processamento emocional, social e de relevância Interocepção e autoconsciência • Aferências viscerais Linguagem • Conexões com outras áreas da linguagem; • Lesão- disartria Controle autonômico CASO CLÍNICO PERGUNTA 14 Qual região da insula está relacionado com funções límbicas e com integração sensorial (inclusive funções gustativas)? A)córtex insular anterior B)córtex insular posterior Áreas primarias Áreas secundárias Áreas terciárias ÁREAS TERCIÁRIAS 1. Área pré-frontal 2. Área parietal posterior 3. Córtex insular anterior 4. Áreas límbicas 5. Áreas de linguagem Slide 1 Slide 2: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 3: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 4: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 5: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 6: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 7: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 8: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 9: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 10: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 11: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 12: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 13: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA Slide 14: VAMOS CONHECER UM POUCO O LABORATÓRIO!!! Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20: QUAL O PRINCÍPIO BÁSICO DE FUNCIONAMENTO DO SN? Slide 21 Slide 22 Slide 23: CLASSES DE NEURÔNIOS Slide 24: CLASSES DE NEURÔNIOS Slide 25: CLASSES DE NEURÔNIOS Slide 26: CLASSES DE NEURÔNIOS Slide 27: A UNIDADE BÁSICA SINALIZADORA DO SN É O NEURÔNIO Slide 28: DENDRITOS Slide 29: AXÔNIOS Slide 30: Estes terminais axônicos fazem conexões em células-alvo Slide 31: SINAPSES Slide 32: SINAPSES Slide 33: TIPOS DE NEUROTRANSMISSORES Slide 34 Slide 35: VARIAÇÕES NEURAIS Slide 36: VARIAÇÕES NEURAIS Slide 37: EXEMPLO DO Slide 38: CÉLULAS GLIAIS Slide 39: PERGUNTA 1 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45: FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO Slide 46: RESUMO Slide 47: PERGUNTA Slide 48: PERGUNTA Slide 49: DOPAMINA Slide 50 Slide 51: MENINGES Slide 52: MENINGES Slide 53: DURA-MÁTER Slide 54: PUNÇÃO LIQUÓRICA E ANÁLISE DO LÍQUOR (LCR) Slide 55: CÉLULAS TRONCO Slide 56: DURA-MÁTER Slide 57: ARACNÓIDE Slide 58: HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEO Slide 59: PIA-MATER Slide 60: PERGUNTA Slide 61: PERGUNTA Slide 62 Slide 63 Slide 64: Nervos cranianos Slide 65 Slide 66 Slide 67: SNC Slide 68 Slide 69: Divisão anatômica Slide 70: COMISSURAS Slide 71 Slide 72: Divisão anatômica Slide 73: Divisão anatômica Slide 74: Divisão anatômica Slide 75: SNP Slide 76: Divisão anatômica Slide 77: Divisão anatômica Slide 78: Divisão anatômica Slide 79: REVISÃO Slide 80: Divisão Funcional Slide 81: Divisão segmentar Slide 82: Divisão hierárquica Slide 83: PERGUNTA 3 Slide 84 Slide 85 Slide 86: LOBO FRONTAL Slide 87: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS Slide 88: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS Slide 89: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS Slide 90: FUNÇÃO Slide 91: ÁREAS MOTORAS PRIMÁRIAS Slide 92: GIRO FRONTAL SUPERIOR Slide 93: GIRO FRONTAL SUPERIOR Slide 94: GIRO FRONTAL MÉDIO Slide 95: GIRO FRONTAL MÉDIO Slide 96: GIRO FRONTAL INFERIOR Slide 97: ÁREA PRÉ-FRONTAL Slide 98: ÁREA PRÉ-FRONTAL Slide 99: ÁREA PRÉ-FRONTAL Slide 100: ÁREA PRÉ-FRONTAL Slide 101 Slide 102: LOBO PARIETAL Slide 103: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS Slide 104: GIRO PÓS-CENTRAL Slide 105 Slide 106 Slide 107 Slide 108 Slide 109: PERGUNTA 4 Slide 110: GIRO PÓS-CENTRAL Slide 111: LOBO PARIETAL Slide 112: LOBO PARIETAL INFERIOR Slide 113: LOBO PARIETAL INFERIOR Slide 114: PERGUNTA 5 Slide 115: PERGUNTA 6 Slide 116: PERGUNTA 7 Slide 117 Slide 118: LOBO OCCIPITAL Slide 119: LOBO OCCIPITAL Slide 120: LOBO OCCIPITAL Slide 121: LOBO Slide 122: LOBO OCCIPITAL Slide 123: PERGUNTAS 8 A 10 Slide 124: PERGUNTA 11 Slide 125 Slide 126: LOBO TEMPORAL Slide 127: LOBO TEMPORAL Slide 128: LOBO TEMPORAL Slide 129: LOBO TEMPORAL Slide 130: LOBO TEMPORAL Slide 131: LOBO TEMPORAL Slide 132: LOBO TEMPORAL Slide 133 Slide 134: LOBO TEMPORAL Slide 135: LOBO TEMPORAL Slide 136: LOBO TEMPORAL Slide 137: LOBO TEMPORAL Slide 138: LOBO TEMPORAL Slide 139: PERGUNTA 10, 11 E 12 Slide 140: PERGUNTA 13 Slide 141 Slide 142: INSULA Slide 143: INSULA Slide 144: INSULA Slide 145: INSULA Slide 146: INSULA Slide 147 Slide 148 Slide 149 Slide 150: CASO CLÍNICO Slide 151: PERGUNTA 14 Slide 152 Slide 153: ÁREAS TERCIÁRIAS