Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

INTRODUÇÃO À NEUROCIÊNCIA
DIVISÃO ANATÔMICA DO SISTEMA NERVOSO
Prof. Dra. Allysiê Priscilla de Souza Cavina
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
Antigamente, o coração era conhecido como o responsável por ser responsável por
funções superiores e não o cérebro.
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
HOMINIDIOS – 1 MILHÃO DE
ANOS ATRÁS
TREPANAÇÕES 
(7 MIL ANOS)
MÉDICOS DO EGITO ANTIGO 
JÁ TINHAM EM ESCRITURAS 
SINTOMAS DE LESÕES 
ENCEFÁLICAS
O CORAÇÃO ERA A SEDE DA 
MEMÓRIA E DO ESPÍRITO
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
H
ip
ó
c
ra
te
s
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
A
ri
s
tó
te
le
s
• Aristóteles (384 a. C) acreditada que o coração era o
centro do intelecto;
• O encéfalo resfriava
esquentava;
o sangue e o coração
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
G
a
le
n
o
• Galeno (130-200 d. C) – aceitava a teoria de
Hipócrates;
• Realizava dissecções de animais;
✓ Cérebro macio – sensações;
✓ Cérebro duro – movimentos;
Permaneceu por mais de 1.500 anos.
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
T
e
o
ri
a
 d
a
 m
e
c
â
n
ic
a
 d
e 
fl
u
íd
o
s
1500
Ventrículos ‘bombeavam’ líquor -> músculos se contraíam
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
T
eo
ri
as
 p
o
st
er
io
re
s
•Séculos 17 e 18 mudanças;
• Substancia branca estaria ligada a levar informações no corpo para 
o córtex e informações do córtex para o corpo;
•Final do sec. 18 – existiam mesmo padrão de elevações (giros) e
depressões (sulcos) na superfície encefálica em diferentes encéfalos;
Lobos
cerebrais
Diferentes 
funções 
localizadas nos 
diferentes giros
Era da 
localização 
cerebral
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
T
eo
ri
as
 p
o
st
er
io
re
s
Século 19
Ideias- 
chave
Nervos 
como fios
Localização 
de funções 
específicas
Neurônios
Evolução 
do SN
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
N
e
rv
o
s
 c
o
m
o
 f
io
s
1751 – Luigi Galvani (cientista) e Emil du Bois-Reymond (biólogo) –
nervos funcionavam como como fios;
1810 – Charles Bell (médico) e François Magendi (fisiologista) – 
levavam informações tanto motoras quanto sensoriais - raízes 
anteriores e posteriores
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
T
e
o
ri
a
 d
a
 e
v
o
lu
ç
ã
o 1859 – Charles Darwin
• Sistema nervoso de 
similares;
diferentes animais apresentam respostas
•Porém evoluíram de acordo com as necessidades.
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
A
p
ó
s
 a
 T
e
o
ri
a
 
d
a
 e
v
o
lu
ç
ã
o
1861 – Paul Broca foi apresentado a um paciente que compreendia a
linguagem mas era incapaz de falar
• Após a morte do mesmo -> encontrou uma lesão no lobo frontal 
esquerdo.
• Concluiu que essa região era responsável pela produção da fala 
(área de Broca) – afasia de broca.
HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
T
e
o
ri
a
 C
e
lu
la
r
1839 – Theodor Schwann (Zoólogo) – todos os tecidos são compostos
por unidades microscópicas – células;
1900 – Neurônio foi reconhecido como a unidade funcional do 
sistema nervoso.
VAMOS CONHECER UM 
POUCO O LABORATÓRIO!!!
Prof. Ma Allysiê Prisc Souza
NEURÔNIOS E SISTEMA NERVOSO
“É o conjunto de órgãos responsáveis 
por coordenar e integrar as funções 
orgânicas.”
O tecido nervoso é formado por um 
conjunto de células que consistem em 
neurônios e as células gliais
QUAL O PRINCÍPIO BÁSICO DE FUNCIONAMENTO 
DO SN?
CLASSES DE NEURÔNIOS
Neurônios sensoriais
Os neurônios sensoriais obtém informação sobre o que está acontecendo dentro e 
fora do corpo e levam essa informação para o SNC para que seja processada. Por 
exemplo, se você pegar um carvão quente, os neurônios sensoriais com 
terminações nas pontas dos dedos irão transmitir a informação de que está muito 
quente para o seu SNC.
CLASSES DE NEURÔNIOS
Neurônios motores
Os neurônios motores recebem informação de outros neurônios para transmitir 
comandos aos músculos, órgão e glândulas. Por exemplo, se você pegar um carvão 
quente, seus neurônios motores que inervam os músculos dos seus dedos farão 
com que sua mão solte o carvão.
CLASSES DE NEURÔNIOS
Interneurônios
Os interneurônios, que são encontrados somente no SNC, conectam um neurônio a 
outro. Eles recebem informação de outros neurônios (neurônios sensoriais ou 
interneurônios) e transmitem esta informação para outros neurônios (neurônios 
motores ou interneurônios)
CLASSES DE NEURÔNIOS
Se você pegasse uma brasa, o sinal dos neurônios sensoriais nas pontas dos 
dedos viajaria até os interneurônios em sua medula espinhal. Alguns destes 
interneurônios enviariam sinais para os neurônios motores que controlam os 
músculos dos dedos (fazendo com que você soltasse a brasa), enquanto 
outros transmitiriam o sinal da medula espinhal até o cérebro, onde ele seria 
percebido como dor.
A UNIDADE BÁSICA SINALIZADORA DO SN É O 
NEURÔNIO
DENDRITOS
As primeiras duas funções neuronais, receber e processar informação, geralmente
acontecem nos dendritos e corpo celular. Sinais recebidos podem ser ou excitatórios - 
o que significa que eles tendem a fazer o neurônio disparar (gerar um impulso 
elétrico) - ou inibitórios - o que significa que eles tendem a evitar que o neurônio 
dispare.
Um único neurônio pode ter mais que um conjunto de dendritos, e podem receber
muitos milhares de sinais de entrada. Se o neurônio é ou não excitado e dispara 
um impulso depende da soma de todos os sinais excitatórios e inibitórios que 
recebe. Se o neurônio realmente acaba disparando, o impulso nervoso,
ou potencial de ação é conduzido pelo axônio.
AXÔNIOS
•O axônio surge a partir do corpo celular em uma área especializada chamada o
saliência do axônio;
• Muitos axônios são cobertos com uma substância isolante especial chamada mielina, 
que os auxilia a transmitir o impulso nervoso rapidamente. Mielina nunca é 
encontrada nos dendritos.
Estes terminais axônicos fazem conexões 
em células-alvo
SINAPSES
outros neurôni
ônio-a-neurônio são feitas com os dendritos e os corpo
os. Estas conexões, conhecidas como sinapses são os sítios nos quais a
informação é transferida do primeiro neurônio, o neurônio pré-sináptico, para o
neurônio-alvo (o neurônio pós-sináptico).
Conexões neur 
neurônios e células musculares esqueléticas 
s celulares de
– junções neuromusculares
neurônios e células musculares lisas ou 
glândulas – junções neuroefetoras
SINAPSES
Neurotransmissores - Na maioria das sinapses e junções, a informação é transmitida
na forma desses mensageiros químicos;
• Quando um potencial de ação percorre um axônio, e alcança o terminal do axônio, 
desencadeia a liberação de neurotransmissores a partir da célula pré-sináptica. 
Moléculas de neurotransmissores atravessam a sinapse e ligam-se a receptores na 
membrana da célula pós-sináptica, transmitindo um sinal excitatório ou inibitório.
TIPOS DE NEUROTRANSMISSORES
As células possuem receptores específicos para cada tipo de neurotransmissor. A maneira que um 
neurotransmissor influencia um neurônio pode ser classificada em:
• Excitatória: criação de um sinal elétrico no neurônio receptor;
• Inibitória: restrição de um potencial de ação no neurônio receptor;
• Modulatória: regulação da população de neurônios.
VARIAÇÕES NEURAIS
A maioria dos neurônios segue o mesmo plano
neurônios individuais varia e se adapta à função 
classe de neurônios). Diferentes tipos de neurônios 
de tamanho e forma, o que faz sentido, c
sistema nervoso e o grande número de diferentes
estrutural geral, mas a estrutura de
específica dada ao neurônio (ou 
apresentam grande diversidade 
onsiderando a enorme complexidade do
tarefas que ele executa.
Células de Purkinje
São encontrados no cerebelo. As células de 
Purkinje têm uma árvore dendrítica altamente 
complexa que permite a elas receber - e 
integrar - um número enorme de inputs 
sinápticos.
VARIAÇÕES NEURAIS
• Da mesma forma, neurônios podem variar muito em comprimento. Enquanto muitos
neurônios são minúsculos, os axônios dos neurônios motores que se estendem da 
medula espinhal para inervar os dedos do pé podem ter um metro de comprimento 
(ou mais, em jogadores debasquete como Michael Jordan).
EXEMPLO DO
•Os mais simples circuitos neuronais são aqueles que sustentam as respostas de
estiramento muscular, tais como o reflexo patelar que ocorre quando alguém bate no 
tendão abaixo de seu joelho (o tendão patelar) com um martelo.
Axônios destes neurônios sensori
conectam-se a neurônios motor 
quadríceps. Os neurônios sens
neurônios motores, fazendo-os dis 
vez, estimulam o quadríceps a se 
os neurônios sensoriais de um m
neurônios motores que inervam o
REFLEXO PATELAR
ais estendem-se até a medula espinhal, onde 
es que estabelecem conexões (inervam) com o 
oriais enviam um sinal excitatório para os 
parar também. Os neurônios motores, por sua 
contrair, estirando o joelho. No reflexo patelar, 
sculo particular conectam-se diretamente aos 
esmo músculo, fazendo-o contrair após ter sido
estirado
Movimento Arco Refexo
ú 
m
CÉLULAS GLIAIS
Função de auxiliar o neurônio fornecendo 
nutrientes, sustentação e suprir as necessidades.
PERGUNTA 1
O Tecido nervoso é composto por:
A) Um conjunto de células formados por neurônios e as células gliais.
B) Tecido conjuntivo rico em fibras formadas por proteínas que se polimerizam 
formando estruturas muito alongadas.
C) Neurônios motores.
D) Neurônios sensitivos.
E)Axônios, Dendritos e células auxiliares conhecidas como células glias.
FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE 
PROPAGAÇÃO
❖Quantidade de mielinização
❖Diâmetro do Axônio
❖Temperatura: Frio – transmissão do
Potencial de Ação em menor velocidade
RESUMO
1.Estímulo: Tudo começa quando recebemos algum tipo de estímulo, como alguém tocando em nós ou
um som que ouvimos. Esse estímulo cria uma mudança elétrica na célula nervosa.
2. Despolarização: Essa mudança elétrica faz com que canais especiais na membrana da célula nervosa 
se abram, permitindo que íons (partículas carregadas) entrem na célula. Principalmente, íons de sódio 
(Na+) entram rapidamente, fazendo com que o interior da célula se torne mais positivo em relação ao 
exterior. Isso é chamado de despolarização.
3. Pico do Potencial de Ação: Quando a despolarização atinge um certo limiar, desencadeia o que 
chamamos de potencial de ação. É como se fosse um "disparo" elétrico que se move ao longo do 
nervo.
4. Repolarização: Logo após o pico do potencial de ação, os canais de sódio se fecham e os canais de 
potássio (K+) se abrem. Isso permite que os íons de potássio saiam da célula, fazendo com que o 
interior da célula volte a ficar negativo em relação ao exterior. Isso é chamado de repolarização.
5. Período Refratário: Depois do potencial de ação, a célula entra em um período chamado de 
refratário, onde ela não pode responder a outro estímulo imediatamente. Isso é importante para 
garantir que os sinais elétricos se movam em uma direção específica ao longo dos nervos.
PERGUNTA
Após a repolarização do potencial de ação, ocorre:
a) Entrada de íons sódio na célula.
b) Fechamento dos canais de potássio.
c) Mudança do potencial de membrana para um estado mais positivo.
d) Restauração do gradiente iônico original através da ação da proteína sódio
potássio (Na+/K+ ATPase).
PERGUNTA
Durante a fase de despolarização do potencial de ação, ocorre:
a) Saída de íons potássio da célula.
b) Abertura dos canais de sódio voltagem-dependentes.
c) Restauração do potencial de membrana para o seu valor de repouso.
d) Fechamento dos canais de cálcio na membrana celular.
DOPAMINA
•A dopamina é um neurotransmissor que pode ter
tanto efeitos excitatórios quanto inibitórios, 
dependendo dos receptores aos quais se liga e da 
região do cérebro onde está atuando.
•Em algumas áreas do cérebro, como o córtex pré- 
frontal, a dopamina pode ter efeitos excitatórios, 
promovendo a ativação neuronal e facilitando a 
transmissão de sinais. Isso pode estar relacionado a 
funções cognitivas como atenção, memória de 
trabalho e tomada de decisões.
•Por outro lado, em outras regiões, como no corpo estriado,
a dopamina pode ter efeitos inibitórios, modulando a 
atividade neuronal e regulando o movimento. Nesse 
contexto, a dopamina desempenha um papel crucial na 
regulação do sistema motor e está envolvida em distúrbios 
como a doença de Parkinson, que é caracterizada pela 
degeneração das células produtoras de dopamina no 
cérebro.
•Assim, a ação da dopamina pode variar dependendo do 
local e do contexto em que está sendo liberada, podendo 
ser tanto excitatória quanto inibitório
ENVOLTÓRIOS DO SNC
MENINGES
MENINGES
DURA-MÁTER
Meninge externa contínua com o periósteo dos ossos da caixa craniana;
A dura-máter que envolve a medula espinhal é separada do periósteo das vértebras,
formando-se entre os dois, o ESPAÇO PERIDURAL;
A dura-máter em contato com a aracnoide forma o ESPAÇO SUBDURAL.
PUNÇÃO LIQUÓRICA E ANÁLISE DO LÍQUOR (LCR)
CÉLULAS TRONCO
DURA-MÁTER
ARACNÓIDE
Apresenta duas partes, o que a mantém em contato com a dura-máter e a 
pia-máter;
A cavidade formada entre a aracnoide e a pia-máter forma o ESPAÇO
SUBARACNÓIDEO.
HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEO
PIA-MATER
•Membrana mais interna;
• Aderente ao SN, porém não em contato 
direto com as células ou fibras nervosas;
•Muito vascularizada.
PERGUNTA
As meninges são:
A) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo elas, a Dura-máter, Aracnoide,
Pia-máter e o espaço Peridural.
B) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo a Aracnoide a mais externa e 
mais grossa.
C) Três membranas que recobrem todo o SNC sendo a Pia-máter a mais externa e mais 
vascularizada.
D) Quatro membranas que recobrem todo o SNC sendo que a dura-máter em contato 
com a aracnoide forma o ESPAÇO SUBDURAL.
E) Três membranas que recobrem todo o SNC sendo a Dura-máter a mais externa e
mais grossa.
PERGUNTA
Qual é o espaço localizado entre a aracnoide e a pia-máter, onde o líquido 
cefalorraquidiano circula para fornecer proteção e nutrição ao cérebro e à medula 
espinhal?
a) Espaço subdural.
b) Espaço epidural.
c) Espaço subaracnóideo.
d) Espaço peridural.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL E 
PERIFÉRICO
Divisões
Nervos 
cranianos
Nervos 
espinais
Gânglios
Terminações 
nervosas
Encéfalo 
(crânio)
cérebro
Telencéfalo
Diencéfalo
Tronco 
encefálico
Mesencéfalo
Ponte
Bulbo
cerebelo
Medula espinal (canal 
vertebral)
SNC
SNP
Nervos 
cranianos
Nervos 
espinais
Gânglios
Terminações 
nervosas
Encéfalo 
(crânio)
cérebro
Telencéfalo
Diencéfalo
Tronco
encefálico
Mesencéfalo
Ponte
Bulbo
cerebelo
Medula espinal (canal 
vertebral)
SNC SNP
SNC
SNP
Espasticidade –
Lesão de córtex
Flácido (tônus
diminuído) – Lesão 
de nervo
Neuroplasticidade 
é diferente
SNC
SNC
Encéfalo 
(crânio)
Telencéfalo
cérebro
Diencéfalo
Tronco 
encefálico
Mesencéfalo
Ponte
Bulbocerebelo
Medula espinal 
(canal 
vertebral)
T
e
le
n
cé
fa
lo
Cérebro
Divisão anatômica • Compostos por dois hemisférios (direito
e esquerdo);
• Divididos por uma fissura longitudinal;
• Os hemisférios cerebrais é formado por:
1. córtex – “casca” do cérebro (dividido
em cinco lobos) apresenta esses giros e 
sulcos (substancia cinzenta);
2. Substância branca (Recheio – centro 
branco medular);
3. Núcleos da base;
4. Os ventrículos laterais.
COMISSURAS
Existem fibras que saem de um hemisfério e se conectam com o outro.
D
ie
n
cé
fa
lo
Cérebro
Divisão anatômica • Parte mais interna do
cérebro;
1. Tálamo;
2. Epitálamo;
3. Hipotálamo
4. Subtálamo.
Tronco encefálico
Divisão anatômica • Localizado em um lugar
estrategicamente importante
(conecta a medula espinal com as
estruturas encefálicas);
1. Mesencéfalo;
2. Ponte;
3. Bulbo.
Cerebelo
Divisão anatômica do tronco• Localizado atrás
encefálico “mochilinha”.
SNP
SNP
12
31
Nervos 
cranianos
Nervos 
espinais
Gânglios 
sensitivos
Gânglios 
autonômicos
•Nervos espinhais que saem da medula (31
nervos);
•Nervos encefálicos (12 nervos cranianos).
Nervos
Divisão anatômica
• Gângliosespinais (sensitivos) - onde 
mora o primeiro neurônio nas vias 
sensoriais;
• Gânglios (autonômicos)
Gânglios
Divisão anatômica
•Plexo Braquial e Plexo lombo sacral.
Plexos
Divisão anatômica
REVISÃO
SNC
Encéfalo 
(crânio)
cérebro
Telencéfalo
Diencéfalo
Tronco 
encefálico
Mesencéfalo
Ponte
Bulbocerebelo
Medula espinal 
(canal 
vertebral)
SNP
Nervos
Cranianos
Espinais
Sensitivos
Gânglios
Autonômicos
Visceral
Aferente
Somático
Eferente
Sistema 
nervoso
Aferente
Eferente SN Autonômico
Simpático
Parassimpático
Divisão Funcional
Segmentar
SNP
Medula 
espinal
Tronco 
encefálico
Divisão segmentar
Supra Segmentar
Cérebro
Cerebelo
Área 
terciaria
Áreas 
secundárias
Áreas primárias
Divisão hierárquica
PERGUNTA 3
Qual das estruturas abaixo não faz parte do ENCÉFALO??
A) –Diencéfalo
B)– Cerebelo
C) – Tronco encefálico
D) – Medula
E)- Cérebro
LOBO FRONTAL
LOBO FRONTAL
•Anterior ao lobo parietal e superior ao lobo temporal;
Anterior ao sulco central;
Acima do sulco lateral;
Os sulcos servem para dividir os giros;
Os giros são mais relevantes pois tem uma relação funcional.
Lobo frontalPRINCIPAIS GIROS E SULCOS
PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
Sulco do cíngulo
Sulco do corpo caloso
PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
FUNÇÃO
• Área 4 de Brodmann;
• Área motora primária (maioria dos 
neurônios motores vão sair);
• Áreas mais simples;
Função: Motricidade voluntária;
Lesão: plegia ou paresia muscular;
ÁREAS MOTORAS PRIMÁRIAS
GIRO FRONTAL SUPERIOR
Função: área do comportamento;
Lesão: alterações comportamentais;
TCE
GIRO FRONTAL SUPERIOR
Centro ocular frontal
Função: controle ocular
Lesão: desvio de olhar conjugado 
para o lado contra lateral ou do 
mesmo lado da lesão (depende do 
tipo de lesão)
GIRO FRONTAL MÉDIO
Áreas Motoras secundárias 
Função: Planejar o movimento 
Lesão: Apraxia
GIRO FRONTAL MÉDIO
Área de Exner – área motora da escrita
Função: responsável pela escrita.
Lesão: agrafia (consegue ler mas não 
consegue escrever) ou disgrafia (letra 
ilegível)
GIRO FRONTAL INFERIOR
Do lado dominante – Área de Broca 
Função: centro motora da palavra falada.
Lesão: Afasia motora – não consegue falar, mas 
entende tudo perfeitamente.
No lado não dominante – relacionado com 
entonação ou seja, o componente emocional da 
palavra – como você fala quando está triste ou 
feliz.
ÁREA PRÉ-FRONTAL
• Áreas de associação terciárias 
(supramodal*) – top da hierarquia do 
nosso SN;
• Recebe informações de todo o córtex 
para tomar as melhores decisões;
• Relacionado com comportamento
inteligente (decisões), memória de
trabalho, inibição e previsão de
resultados.
APF Dorsolateral: funções executivas,
APF Orbitofrontal: supressão de
habilidades cognitivas superiores
comportamentos socialmente
controle de pensamentos,como, 
indesejados
emoções...
APF Ventromedial: permite uma 
integração entre a percepção e uma 
emoção e a resposta que desencadeia
ÁREA PRÉ-FRONTAL
APF Orbitofrontal: supressão de 
comportamentos socialmente 
indesejados
APF Dorsolateral: funções executivas, 
habilidades cognitivas superiores 
como, controle de pensamentos, 
emoções...
APF Ventromedial: permite uma 
integração entre a percepção e uma 
emoção e a resposta que desencadeia
ÁREA PRÉ-FRONTAL
• Lesão: Tamponamento psíquico – deixa 
de reagir a algo que antes havia 
sentido.
• A conexão entre APF e a amigdala
extremamente importante para a regulaçã
emocional;
• O IMC está associado ao desenvolvimento do
córtex pré-frontal e diminuição nas funçõesé 
executivas, como memória de trabalho – oo 
tamanho da área está relacionado com o peso.
ÁREA PRÉ-FRONTAL
• Improvisar leva a uma redução na atividade da área 
pré-frontal.
LOBO PARIETAL
LOBO PARIETAL
• Posterior ao lobo frontal e anterior/superior ao lobo 
occipital;
1. Atrás do sulco central que divide o 
parietal e frontal;
2. Acima do sulco lateral
3. Sulco intra-parietal
Lobo parietalPRINCIPAIS GIROS E SULCOS
Área somestésica primária 
(área1,2 e 3 de Br).
Função: sensibilidade;
Lesão: anestesia, hipoestesia ou 
parestesia.
GIRO PÓS-CENTRAL
PERGUNTA 4
Reparem que os dois 
tanto sensorial quanto 
motor são parecidos...
Por quê?
Área vestibular
Localiza-se próximo a região 
somestésica relacionada a face;
Função: orientação no espaço.
GIRO PÓS-CENTRAL
LOBO PARIETAL
Área parietal superior
Área somestésica secundária. Está 
acima do sulco intra-parietal
• Função: interpretar as informações 
sensitivas;
•Lesão: agnosia somestesica.
LOBO PARIETAL INFERIOR
Área parietal posterior
Área terciária
Compreende todo lobo parietal 
inferior e parte do lobo parietal 
superior.
Função: integrar as informações das 
áreas secundárias sejam elas 
auditivas, visual e somestésica.
Percepção – função perceptual (reúne além 
da aparência dos objetos, seu cheiro, som, 
tato, nome) dar significado as coisas
Área POT – área do pensamento 
Ativada antes da área pré-
frontal
Antes de um ato motor começar 
ele tem uma transformação 
sensoriomotora.
LOBO PARIETAL INFERIOR
PERGUNTA 5
O que explica dois pacientes terem o quadro clínico diferente com o 
mesmo diagnóstico?
❖2 pacientes com diagnóstico de AVE;
❖Ambos com envolvimento motor e sensorial;
❖Uma paciente apresentava dificuldade em flexionar o MMSS;
❖Outra paciente apresentava dificuldade em flexionar MMII.
PERGUNTA 6
Qual a área responsável por tomada de decisões?
A) área pré-frontal
B)área pré-motora
C)giro pré-central
D)área parietal posterior
PERGUNTA 7
Qual das funções abaixo não são relacionada com o lobo parietal?
A) sensibilidade
B)percepção
C) interpretação sensorial
D) orientação no espaço
E)planejamento
LOBO OCCIPITAL
LOBO OCCIPITAL
•Abaixo do lobo parietal e atrás do lobo temporal
LOBO OCCIPITAL
LOBO OCCIPITAL
Córtex estriado – área visual 
primária (17 Bt).
• Função: receber os impulsos 
visuais;
• Lesão: Visão comprometida
- Amaurose –>Cegueira
- Ambliopia –> diminuição da 
acuidade visual;
- Hemianopsia e quadrantopsia:
LOBOOCCIPITAL
Córtex estriado – área visual 
primária (17 Bt).
• Função: receber os impulsos 
visuais;
• Lesão: Visão comprometida
- Amaurose –>Cegueira
- Ambliopia –> diminuição da 
acuidade visual;
- Hemianopsia e quadrantopsia:
V1- mostra
principalmente
contorno dos 
objetos
LOBO OCCIPITAL
Área visual secundária não se 
limita ao Occipital (18 e 19) – 
pega área externa de lobo 
temporal (20,21e 37);
• Função: interpretar 
informações visuais;
•Lesão: Agnosia visual.
PERGUNTAS 8 A 10
8 Um paciente que apresenta uma agnosia visual ele tem comprometimento em que 
área?
9 Um paciente que apresenta hemianopsia?
10 Um pcte com diagnóstico de AVE
i. família queixou-se de confusão
ii. motricidade e sensibilidade preservada
iii. apresentava comprometimento visual
iv. não soube dizer o que era um livro, controle, telefone...
O que explica o pcte saber a função dos objetos mas não saber nomear?
PERGUNTA 11
O lobo occipital trata-se de um lobo relacionado à visão. Qual a função do córtex 
estriado ?
A) Agnosia visual;
B)Amaurose;
C) Interpretar informações visuais;
D) Identificar contorno dos objetos;
E) Nenhuma das anteriores
LOBO TEMPORAL
LOBO TEMPORAL
• Abaixo do sulco lateral (sulco de Sylvius) e anterior ao 
lobo occipital.
LOBO TEMPORAL
▪3 principais giros na face lateral;
▪ 2 sulcos 
temporal 
médio.
que vão dividir – Sulco 
superior e Sulco temporal
insúla
Giro temporal
transverso anterior
LOBO TEMPORAL
LOBO TEMPORAL
• Na face inferior podemos ver o giro 
temporal inferior;
•Parahipocampo – relacionado a
memória (próximo ao hipocampo)
•Uncus e istmo – sistema límbico
LOBO TEMPORAL
Giro transverso anterior (41, 42 Br) –
área primária.
•Função: centro cortical da audição.
•Lesão: Anacusia/hipoacusia.
LOBO TEMPORAL
• Na área 22 de Brodmann, temos a 
área Auditiva Secundária(A2) – 
função pouco conhecida – associada a 
alguns tipos especiais de informações 
auditivas. – Apenas para curiosidade.
LOBO TEMPORAL
Giro Temporal Superior
• Área de Wernicke
• Função: compreensão da palavra falada e 
escrita;
• Lesão: Afasia sensitiva/Afasia de 
Wernicke – não entende o que você fala, 
mas consegue falar (o contrário de Broca)
LOBO TEMPORAL
Existem diversas áreas que são responsáveis 
pela linguagem distribuídas por todo o SN 
(por ex. lobo frontal, lobo temporal, núcleos 
da base, tálamo e cerebelo)
LOBO TEMPORAL
Região pyriforme e periamigdalóidea está 
relacionada com o olfato.
O bulbo olfatório –primeiro par craniano – 
vão captar o cheiro e mandar informações 
pro córtex pyriforme e a região que fica ao 
redor da amigdala.
•Função: área olfatória primária;
•Lesão: Anosmia, hiposmia ou parosmia.
Giro fusiforme
• Função: a área de processamento da 
imagem do rosto;
• Lesão: Prosopagnosia (face blindness), ilusão 
de Capgras.
LOBO TEMPORAL
LOBO TEMPORAL
LOBO TEMPORAL
• O giro temporal 
importante papel 
atencional.
inferior tem um
no controle
• Quando uma tarefa demanda 
atenção, o lobo temporal inferior 
também é ativado.
LOBO TEMPORAL
Hipocampo – memória;
Amigdala – medo.
Vamos falar mais no sistema límbico.
PERGUNTA 10, 11 E 12
10) Qual área do lobo temporal está relacionada com a compreensão da palavra 
escrita e falada?
11) Qual área do lobo temporal é responsável pelo reconhecimento facial?
12) Um paciente com Hipoacusia tem comprometimento onde?
PERGUNTA 13
Qual a função do giro fusiforme?
A) audição
B) compreensão da palavra falada e escrita
C)memória
D) reconhecimento de face
E)olfato
INSULA
INSULA
•Lobos – contato com ossos;
• Insula não tem contato – córtex 
insular;
• Por muito tempo ela foi ignorada – 
acreditava-se que sua função era 
vicariante (suplência) do cérebro;
• Hoje sabemos que ela é mais 
importante que isso.
INSULA
• Porção anterior da ínsula é 
caracterizada por apresentar 
alguns giros mais curtos;
• A porção posterior apresenta giros 
mais longos;
• Sulco central divide a ínsula em 
duas porções –região com giros 
longos, e região com giros curtos;
•Sulco circular delimita a área da
ínsula.
INSULA
Córtex insular posterior
Área gustativa primária
•Função: paladar;
•Lesão: ageusia; disgeusia.
INSULA
Córtex insular anterior
Componente importante do sistema límbico;
De maneira geral suas funções estão relacionadas 
com:
Percepção dos 
Componentes 
subjetivos da 
emoção
INSULA
Córtex insular anterior
• Integração das informações recebidas da região do 
córtex insular posterior (dar sentido, interpretação)
Integração sensóriomotora
• orientação no espaço,
• percepção do ambiente.
Percepção e integração sensorial multimodal
• Dor, sensação somática térmica – insula
posterior;
• Gustação e sensação visceral -
anteriormente
Cognição
Processamento emocional, social
e de relevância
Interocepção e autoconsciência
• Aferências viscerais
Linguagem
• Conexões com outras áreas da
linguagem;
• Lesão- disartria
Controle autonômico
CASO CLÍNICO
PERGUNTA 14
Qual região da insula está relacionado com funções límbicas e com integração 
sensorial (inclusive funções gustativas)?
A)córtex insular anterior
B)córtex insular posterior
Áreas primarias Áreas secundárias Áreas terciárias
ÁREAS TERCIÁRIAS
1. Área pré-frontal
2. Área parietal posterior
3. Córtex insular anterior
4. Áreas límbicas
5. Áreas de linguagem
	Slide 1
	Slide 2: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 3: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 4: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 5: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 6: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 7: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 8: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 9: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 10: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 11: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 12: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 13: HISTÓRIA DA NEUROCIÊNCIA
	Slide 14: VAMOS CONHECER UM POUCO O LABORATÓRIO!!!
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20: QUAL O PRINCÍPIO BÁSICO DE FUNCIONAMENTO DO SN?
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23: CLASSES DE NEURÔNIOS
	Slide 24: CLASSES DE NEURÔNIOS
	Slide 25: CLASSES DE NEURÔNIOS
	Slide 26: CLASSES DE NEURÔNIOS
	Slide 27: A UNIDADE BÁSICA SINALIZADORA DO SN É O NEURÔNIO
	Slide 28: DENDRITOS
	Slide 29: AXÔNIOS
	Slide 30: Estes terminais axônicos fazem conexões em células-alvo
	Slide 31: SINAPSES
	Slide 32: SINAPSES
	Slide 33: TIPOS DE NEUROTRANSMISSORES
	Slide 34
	Slide 35: VARIAÇÕES NEURAIS
	Slide 36: VARIAÇÕES NEURAIS
	Slide 37: EXEMPLO DO
	Slide 38: CÉLULAS GLIAIS
	Slide 39: PERGUNTA 1
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45: FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO
	Slide 46: RESUMO
	Slide 47: PERGUNTA
	Slide 48: PERGUNTA
	Slide 49: DOPAMINA
	Slide 50
	Slide 51: MENINGES
	Slide 52: MENINGES
	Slide 53: DURA-MÁTER
	Slide 54: PUNÇÃO LIQUÓRICA E ANÁLISE DO LÍQUOR (LCR)
	Slide 55: CÉLULAS TRONCO
	Slide 56: DURA-MÁTER
	Slide 57: ARACNÓIDE
	Slide 58: HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEO
	Slide 59: PIA-MATER
	Slide 60: PERGUNTA
	Slide 61: PERGUNTA
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64: Nervos cranianos
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67: SNC
	Slide 68
	Slide 69: Divisão anatômica
	Slide 70: COMISSURAS
	Slide 71
	Slide 72: Divisão anatômica
	Slide 73: Divisão anatômica
	Slide 74: Divisão anatômica
	Slide 75: SNP
	Slide 76: Divisão anatômica
	Slide 77: Divisão anatômica
	Slide 78: Divisão anatômica
	Slide 79: REVISÃO
	Slide 80: Divisão Funcional
	Slide 81: Divisão segmentar
	Slide 82: Divisão hierárquica
	Slide 83: PERGUNTA 3
	Slide 84
	Slide 85
	Slide 86: LOBO FRONTAL
	Slide 87: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
	Slide 88: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
	Slide 89: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
	Slide 90: FUNÇÃO
	Slide 91: ÁREAS MOTORAS PRIMÁRIAS
	Slide 92: GIRO FRONTAL SUPERIOR
	Slide 93: GIRO FRONTAL SUPERIOR
	Slide 94: GIRO FRONTAL MÉDIO
	Slide 95: GIRO FRONTAL MÉDIO
	Slide 96: GIRO FRONTAL INFERIOR
	Slide 97: ÁREA PRÉ-FRONTAL
	Slide 98: ÁREA PRÉ-FRONTAL
	Slide 99: ÁREA PRÉ-FRONTAL
	Slide 100: ÁREA PRÉ-FRONTAL
	Slide 101
	Slide 102: LOBO PARIETAL
	Slide 103: PRINCIPAIS GIROS E SULCOS
	Slide 104: GIRO PÓS-CENTRAL
	Slide 105
	Slide 106
	Slide 107
	Slide 108
	Slide 109: PERGUNTA 4
	Slide 110: GIRO PÓS-CENTRAL
	Slide 111: LOBO PARIETAL
	Slide 112: LOBO PARIETAL INFERIOR
	Slide 113: LOBO PARIETAL INFERIOR
	Slide 114: PERGUNTA 5
	Slide 115: PERGUNTA 6
	Slide 116: PERGUNTA 7
	Slide 117
	Slide 118: LOBO OCCIPITAL
	Slide 119: LOBO OCCIPITAL
	Slide 120: LOBO OCCIPITAL
	Slide 121: LOBO
	Slide 122: LOBO OCCIPITAL
	Slide 123: PERGUNTAS 8 A 10
	Slide 124: PERGUNTA 11
	Slide 125
	Slide 126: LOBO TEMPORAL
	Slide 127: LOBO TEMPORAL
	Slide 128: LOBO TEMPORAL
	Slide 129: LOBO TEMPORAL
	Slide 130: LOBO TEMPORAL
	Slide 131: LOBO TEMPORAL
	Slide 132: LOBO TEMPORAL
	Slide 133
	Slide 134: LOBO TEMPORAL
	Slide 135: LOBO TEMPORAL
	Slide 136: LOBO TEMPORAL
	Slide 137: LOBO TEMPORAL
	Slide 138: LOBO TEMPORAL
	Slide 139: PERGUNTA 10, 11 E 12
	Slide 140: PERGUNTA 13
	Slide 141
	Slide 142: INSULA
	Slide 143: INSULA
	Slide 144: INSULA
	Slide 145: INSULA
	Slide 146: INSULA
	Slide 147
	Slide 148
	Slide 149
	Slide 150: CASO CLÍNICO
	Slide 151: PERGUNTA 14
	Slide 152
	Slide 153: ÁREAS TERCIÁRIAS

Mais conteúdos dessa disciplina