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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
NÚCLEO DE SAÚDE 
CURSO DE FARMÁCIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA 
 
 
 
ÂNGELA MARIA DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Paulista 
Junho, 2025 
 
 
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU 
NÚCLEO DE SAÚDE 
CURSO DE FARMÁCIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA 
 
 
 
ÂNGELA MARIA DA SILVA 
 
 
 
 
Relatório final de conclusão de Estágio 
Curricular em Farmácia Supervisionado VII 
realizado pelo Discente Ângela Maria da Silva 
apresentado como parte das exigências 
curriculares do curso de Farmácia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Paulista 
Junho, 2025 
 
 
RESUMO 
 
 
 
Durante o estágio supervisionado em Análises Clínicas, foi possível vivenciar 
na prática a rotina laboratorial. As atividades desenvolvidas nas aulas 
englobam as principais áreas da rotina, incluindo hematologia, bioquímica, 
microbiologia, urinálise e imunologia. Foi realizado sob supervisão, coletas de 
amostras, preparo dos materiais biológicos, leitura de lâminas e operações de 
equipamentos. Como parte da formação participei também de uma visita 
técnica ao laboratório de referência Correa Picanço, onde obtive um contato 
maior com as análises mais específicas e de maior complexidade. Nessa aula 
técnica, acompanhei a análise do Líquido Cefalorraquidiano (LCR), observando 
os aspectos físicos da amostra e a contagem celular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO 05 
 
2 OBJETIVOS 
 
2.1 GERAL 
2.2 ESPECÍFICOS 
 
06 
 
 
3 LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS E PROFISSIONAIS 
APLICÁVEIS 
 
07 
 
4 PORTFÓLIOS 
 
08 
 
5 ATIVIDADES DO ESTÁGIO 
 
18 
 
 
 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 19 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
O Estágio Supervisionado faz parte da grade curricular de vários cursos 
de graduação, sendo obrigatório sua realização ao decorrer do curso, sob a 
supervisão de um profissional para desenvolver atividades práticas, visando a 
construção de conhecimentos e habilidades importantes para a construção de 
profissionais qualificados. Dessa forma, esse relatório tem o objetivo de 
apresentar as experiências desenvolvidas no laboratório de Análises Clínicas 
do curso de Farmácia. 
 
Na área laboratorial, a qualidade dos resultados é essencial para a 
segurança assertiva no diagnóstico e a implementação das Boas Práticas de 
Laboratório. Durante as aulas práticas foram discutidas as fases analíticas que 
antecedem o diagnóstico dos exames, que podem impactar diretamente na 
conclusão dos resultados. “O processo de análise de um espécime é dividido 
em três fases: pré-analítica, analítica e pós-analítica”. (Kanashiro-Cussiol, et al; 
2010, p. 3133). A fase pré-analítica tem seu início com a solicitação médica, 
passando pela obtenção de informações sobre o paciente, coleta e transporte 
sendo uma etapa de grande importância para obtenção de um resultado 
confiável. (Andriolo et al; 2010, p. 3133). A coleta de sangue periférico foi 
obtida na prática, utilizando seringa e o sistema à vácuo, observando as 
instruções quanto a punção, função dos tubos e as orientações ao paciente. 
 
O hemograma foi um dos assuntos abordados devido a sua importância 
clínica. “O hemograma é um exame laboratorial que avalia de forma 
quantitativa e qualitativa das células sanguíneas, (hemácias), da série branca 
(leucócitos) e plaquetárias” (Meireles et al; 2018, p. 2). O corante utilizado para 
coloração das lâminas foi o Panótico muito utilizado nas análises laboratoriais 
devido sua rápida ação. Após o processo de coloração e secagem das lâminas, 
foi realizada a leitura microscópica das amostras, onde foram observadas a 
morfologia das células sanguíneas. 
 
Umas das práticas importantes foi a detecção da Hepatite C através do 
teste rápido, que permite o diagnóstico prévio na detecção das hepatites B e C, 
possibilitando um encaminhamento mais rápido aos serviços de saúde. 
Visando aprofundar o conhecimento no diagnóstico da meningite, foi realiza 
uma visita técnica ao Hospital de Referência Correia Picanço, que iniciou com 
uma breve apresentação institucional abordando a história hospitalar, e sua 
missão no importante atendimento a pacientes com doenças infecciosas, como 
HIV, tuberculose e meningites. Em seguida, foi possível acompanhar a análise 
do líquor cefalorraquidiano, procedimento fundamental para o diagnóstico de 
meningites de origem viral, bacteriana ou fúngica. 
 
 
 
 
 
6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 OBJETIVOS 
 
 
2.1 OBJETIVO GERAL 
 
Proporcionar ao aluno a vivência prática da rotina laboratorial em 
análises clínicas, possibilitando a aplicação dos conhecimentos teóricos 
adquiridos durante a formação acadêmica, com foco no desenvolvimento 
técnico, ético e profissional. 
 
 
 
2.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Relatar as experiências práticas vivenciadas no laboratório; 
 Realizar exames laboratoriais com ênfase na correta execução e 
interpretação preliminar dos resultados; 
 Preparar o estagiário para o mercado de trabalho e atuar com 
responsabilidade e competência na área de saúde. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
 
 
 
 
 3 LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS E PROFISSIONAIS APLICÁVEIS 
 
 
- RESOLUÇÃO – RDC Nº 11, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2012 
Dispõe sobre o funcionamento de laboratórios analíticos que 
realizam análises em produtos sujeitos à Vigilância Sanitária e dá outras 
providências. 
 
- RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 390, DE 26 DE MAIO 
DE 2020 
Estabelece critérios, requisitos e procedimentos para o 
funcionamento, a habilitação na Reblas e o credenciamento de laboratórios 
analíticos que realizam análises em produtos sujeitos ao regime de 
vigilância sanitária dá outras providências. 
 
- RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 222, DE MARÇO DE 
2018 
Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento de Resíduos de 
Serviços de Saúde e dá outras providências. 
 
- RESOLUÇÃO Nº 296, DE 25 DE JULHO DE 1996 
Ementa: Normatiza o exercício das análises clínicas pelo 
farmacêutico bioquímico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
 
4 PORTFÓLIOS 
 
PORTIFÓLIO 01 
PRÁTICAS EM COLETA 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO TIPOS DE COLETA 
CURSO FARMÁCIA 
 
Primeiramente, foram apresentados os materiais para a coleta (imagem 1). A coleta de 
sangue periférico foi obtida na prática, utilizando a seringa e o sistema à vácuo 
(imagens 2 e 3), observando a ordem da sequência dos tubos e a função de cada 
anticoagulante para a realização correta dos exames. 
 
 Para mitigar os erros nesta fase é necessário compreender as fases analíticas que 
antecedem os resultados dos exames. A fase pré-analítica é a que diz respeito ao que 
antecede o exame, já que consta da preparação do paciente para realização do 
mesmo, de sua identificação e da coleta da amostra,(Brasil, 2019, p.10137). A fase 
analítica integra toda a análise que envolve a amostragem. Nesta fase, segundo 
Martins & Santos, (2019) a descrição dos procedimentos deve ser elaborada pelo 
laboratório, e um profissional técnico utiliza-o de forma correta fidelizando os 
resultados. Já a fase pós-analítica é a dada após a obtenção dos resultados, 
culminando no laudo, (Santos; Zanusso junior 2015, p.10127). 
 
 Imagem1: Materiais utilizados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem própria 
 
9 
 
 
 
O hemograma pode ser definido como uma forma de organizar e resumir informações 
básicas e avançadas obtida a partir de análise hematológica que avalia quantitativa e 
qualitativamente os elementos sanguíneos. Carmo et al., (2020). Serve para avaliar a 
saúde e identificar doenças como anemia, leucemia, entre outras patologias. 
 
 Imagem 2: coleta com seringa Imagem 3: coleta à vácuo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem própria Imagem própria 
 
 
PORTIFÓLIO 02 
ESTIRAÇO SANGUÍNEO 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO ESTIRAÇO SANGUÍNEO 
CURSO FARMÁCIA 
 
A extensão sanguínea é um parâmetro muito importante na hematologia. ”A técnica 
consiste em espalhar uma gota de sangue em um movimento suave e uniforme sobre 
a superfície de uma lâmina de vidro, com a utilização de uma lâmina extensora mais 
estreita que a lâmina, em um ângulo de 25º a 45º, formando uma fina película de 
sangue” (Alves, 2020), como sugere as imagens 4 e 5. Segundo Bain (2016), a 
higienização da lâmina extensora é importante para evitar a contaminação das 
amostras. 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
 
 
Imagem 4: Técnica do estiraço Imagem 5: Estiraço pronto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Google Fonte: própria 
 
PORTIFÓLIO 03 
COLORAÇAO DE LÂMINA 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO COLORAÇÃO COM PANÓTICO 
CURSO FARMÁCIA 
 
O corante utilizado para coloração das lâminas foi o Panótico (imagem 6), muito 
utilizado nas análises laboratoriais devido a sua rápida ação. “A coloração das células 
torna-se visíveis e diferenciáveis, permitindo a avaliação do tamanho das células, o 
formato do núcleo, a presença dos nucléolos, a presença de granulações, vacúolos, 
dentre outras alterações morfológicas (Carvalho, 2019). 
Prática: A lâmina foi imersa na solução 1 mordente (fixa as estruturas) em 
movimentos de subir e descer, 10 a 15 vezes, retirando o excesso utilizando o papel 
toalha; em seguida imersa na solução 2 de eosina (corante ácido) retirando seu 
excesso. Por fim, a lâmina foi imersa na solução 3 de azul de metileno (corante 
básico), imagem 6. 
Após a coloração, a lâmina foi lavada suavemente, seca em temperatura ambiente. 
Observada na imagem 7. 
 
Imagem 6: Coloração Imagem 7: lavagem da lâmina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte própria Fonte própria 
 
11 
 
 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 04 
LEITURA DE LÂMINAS 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO LEITURA MICROSCÓPICA DAS CÉLULAS 
CURSO FARMÁCIA 
 
Após o processo de coloração das lâminas, foi realizado a leitura microscópica das 
amostras sob campo claro, como na imagem 8, onde foram observadas a morfologia 
das células sanguíneas, de acordo com a imagem 9. A microscopia é muito importante 
para a análise das células sanguíneas, pois permite a visualização das estruturas 
morfológicas como as hemácias, leucócitos e plaquetas. “ Além disso, apenas com a 
avaliação microscópica é viável a observação de desvios à esquerda e, logo, da 
resposta medular do indivíduo frente a inflamação” (Bandeira et al., 2014, p. 234). 
 
 
 
 
 8 - Leitura microscópica 9 - Observação microscópica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem google Fonte própria 
 
 
 
 
 
12 
 
 
PORTIFÓLIO 05 
TIPAGEM SANGUÍNEA 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO DETERMINAÇÃO DO FATOR RH 
CURSO FARMÁCIA 
 
O Fator RH é uma classificação do sangue humano que se baseia na presença ou 
ausência de um antígeno específico, o antígeno D (Rh), na superfície dos glóbulos 
vermelhos. Havendo a presença do antígeno D, na superfície das hemácias o sangue é 
Rh positivo (Rh+); se não estiver presente, é Rh negativo (Rh-). O Sistema ABO é muito 
importante na prática da transfusão sanguínea, e está classificada em quatro grandes 
grupos sanguíneos: A, B, AB e O. “A aglutinina, ao contrário do aglutinogênio funciona 
como um anticorpo, que ao entrar em contato com o antígeno ocorre a aglutinação. 
Através dessas distinções foi possível descobrir os diferentes grupos sanguíneos” 
(Andria et al., 2013; Godin, 2015; Lima et al., 2016). 
 Imagem: 10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fonte: Google 
 
Teste: Uma gota de sangue foi adicionada na lâmina, em seguida foram adicionados 
os reagentes anti-A, anti-B, e anti-Rh às gotas de sangue como observados na 
imagem 10. 
Interpretação dos resultados: A presença ou ausência de aglutinação com cada 
soro determina o tipo sanguíneo. 
Sistema ABO: Se aglutina com anti-A, o indivíduo pode ser A ou B. 
Se aglutina com anti-B, o indivíduo pode ser B ou AB. 
Se aglutina com ambos, o indivíduo é AB. 
Se não aglutina com nenhum, o indivíduo é O. 
 
Sistema ABO: Se aglutina com anti-Rh, o indivíduo é Rh positivo. 
Se não aglutina com anti-Rh, o indivíduo é Rh negativo. 
 
13 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 06 
TESTE RÁPIDO PARA HCV 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO DETERMINAÇÃO PARA HEPATITE 
CURSO FARMÁCIA 
 
Os testes rápidos constituem imunoensaios cromatográficos de execução simples e 
podem ser realizados em até 30 minutos, sendo fundamental para auxiliar no 
diagnóstico e detecção do vírus causadores das hepatites B e C. “O diagnóstico inclui 
a realização de exames laboratorial e testes rápidos, afim de caracterizar o agente 
infeccioso e sua gravidade” (Brasil, 2009). 
Teste: A fita teste é adicionada ao soro do paciente como na imagem 11, ao retirar a 
fita deve-se aguardar 10 minutos para a leitura adequada do teste. Imagem 12. 
Interpretação dos resultados: 
 Uma linha (controle – C): negativo 
Duas linhas (C e teste - T): positivo 
Sem linha C: teste inválido. Para a confirmação do resultado positivo é necessário ser 
confirmado com exames laboratoriais como o RNA – HCV. 
 
Imagem: 11 Imagem: 12 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: própria Fonte: própria 
 
 
Fonte: própria Fonte: própria 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 07 
VDRL 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO DILUIÇÃOSERIADA 
CURSO FARMÁCIA 
 
O teste VDRL é um exame não treponêmico que ajuda a detectar a sífilis, uma 
infecção sexualmente transmissível (IST). É transmitida predominantemente por via 
sexual e vertical (Larsen et al., 1995; Horváth, 2011; Brasil, 2020). A infecção da 
criança pelo T. pallidum a partir da mãe acarreta o desenvolvimento da sífilis congênita 
(Who, 2016; Brasil, 2020). 
 
 Para a diluição seriada foi utilizada a placa de kline, no poço 1 (puro) foi adicionado 
50UI do soro do paciente. A parti do poço 2 (1:2) até o poço 4 (1/8) foi adicionado 50UI 
de salina. Em seguida foi adicionado 50UI do soro no poço 2 (1:2), homogeinizou e 
retirou-se 50UI do poço 2 e adicionou ao poço 3 (1:4), homogeinizou, retirando 
novamente 50UI do poço 3 e adicionou no poço 4 (1:8). Por fim, foi adicionado 20UI do 
reagente VDRL no poço 1(puro) e no poço 4 (1:8). A placa foi levada para o agitador 
por 4min a 180 rpm. Em seguida, a placa foi levada para o microscópio na objetiva de 
10x. 
Resultado positivo: presença de agregado (grumos); 
Resultado negativo: ausência de agregado. Comparar o resultado do teste com 
os controles. Abaixo na imagem 13 um exemplo de uma amostra positiva e negativa 
para VDL 
 Imagem 13: Presença e ausência de floculaçao 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Google 
 
 
 
 
15 
 
 
PORTIFÓLIO 08 
RT- PCR 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO INDICADOR PARA INFLAMAÇÃO 
CURSO FARMÁCIA 
 
A proteína C- Reativa é um marcador amplamente utilizado para avaliar o estado de 
saúde dos pacientes. Produzida pelo fígado, sua concentração no sangue é 
aumentada nos processos inflamatórios de doenças autoimunes como Lúpus 
eritrematoso e artrite reumatoide, além de avaliar riscos cardiovasculares. 
Princípio da técnica: as esferas de látex são revestidas com anticorpos anti-PCR. 
Quando adicionadas ao soro do paciente, com indicação positiva. Quanto maior a 
concentração, maior a intensidade de aglutinação. 
Procedimento: 
Utilizando uma lâmina, foi adicionado 50UI de soro e 50UI do reagente látex em 
lâmina; foi homogeinizado por 2 minutos em movimento circular. Em seguida fazer a 
observação quanto a presença ou ausência de aglutinação mostrado na imagem 
abaixo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 09 
RT LÁTEX 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO AGLUTINAÇÃO EM LÁTEX 
CURSO FARMÁCIA 
 
Os testes de aglutinação em látex são amplamente utilizados na detecção de várias 
patologias como dengue, tuberculose e malária. Muitos são utilizados manualmente, e 
a aglutinação se torna visível. “O grau de aglutinação será em função da concentração 
do aglutinante e do aglutinado. As partículas do látex são usadas para permitir a 
visualização da formação do complexo antígeno-anticorpo” Bangs, (1990). 
Para o teste foi adicionado 50Ul do controle positivo (poço 1); 50UI do controle 
negativo (poço 2); 50UI da amostra (poço 3). Por fim, foi adicionado 50UI do reagente 
látex em cada poço. Com o auxílio de pipetas cada poço foi homogeinizado 
individualmente e com movimentos circulares para uma melhor visualização da 
aglutinação, (grumos) em casos de amostras positivas. Prática realizada na imagem 
 
Imagem 14: prática 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Google 
 
 
 
 
 
17 
 
 
PORTIFÓLIO 10 
URINÁLISES 
ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA 
MÊS/ANO MARÇO / 2025 
DESCRIÇÃO EXAMES FÍSICO, QUÍMICO E MICROSCOPIA DA URINA 
CURSO FARMÁCIA 
 
 O exame de urina inclui a observação dos aspectos físicos, químicos e 
sedimentar da urina. Serve para avaliar a saúde do trato urinário e identificar diversas 
condições médicas. Entre os aspectos físicos observados estão a cor da urina e a 
densidade após a centrifugação, e os aspectos químicos são observados ao utilizar a 
fita reagente, observados nas imagens 15 e 16. “O exame químico permite que 
dosagens de elementos que possam estar presentes na amostra, como proteínas, 
glicose, cetona, sangue, bilirrubinas, urobilinogênio, nitrito e leucócitos sejam 
detectados de forma eficaz, simples e rápida através do emprego de tiras reagentes. O 
Ph também é mensurado” (Costa et al., 2006). O exame microscópio tem por objetivo 
determinar e identificar materiais insolúveis na urina, incluindo hemácias, leucócitos, 
células epiteliais, cilindros, bactérias, leveduras, parasitas, mucos e cristais. É 
importante a quantificação para que se tenha base para interpretação da significância 
clínica da presença de cada elemento (Strasinger, 2009). 
 
Imagem 15: fitas reagente Imagem 16: exame físico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: própria Fonte: própri 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
 
 
 
 
 
 
5 ATIVIDADES DE ESTÁGIO 
 
Práticas em hematologia 
 Coleta sanguínea 
 Estiraço sanguíneo 
 Coloração 
 Microscopia das células 
 
Práticas em imunologia 
 PCR 
 VDRL 
 RT LÁTEX 
 HCV 
 
Práticas em urinálises 
 
 Exame físico e químico 
 Exame microscópico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
 
 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
SOUSA, RL; SOUSA, DS; BARBOSA, MC de melo; DA SILVA, AF; DE 
RESENDE, LJ; BRITO, G.C.; JÚNIOR, JAA do N.; DE OLIVEIRA, TVL Erros 
pré-analíticos em laboratórios de análises clínicas: uma revisão / Erros pré-
analíticos em laboratórios de análises clínicas: uma revisão. Revista Brasileira 
de Revisão de Saúde , [S. l.] , v. 2, pág. 9132–9142, 2021. DOI: 
10.34119/bjhrv4n2-416. Disponível em: 
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-
416https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/28676. 
Acesso em: 15 maio. 2025. 
 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual Técnico para o Diagnóstico 
das Hepatites Virais. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. 
 
 PEREIRA, L. M. M.; SIEBERT, T. H. R. Frequência fenotípica dos grupos 
sanguíneos ABO e fator RH em Santarém, Pará – Brasil / Phenotypic frequency 
of ABO blood groups and RH factor in Santarém, Pará – Brazil. Brazilian 
Journal of Development, [S. l.], v. 6, n. 10, p. 78472–78481, 2020. 
https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-324 Disponível em: 
https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/18278. 
Acesso em: 11 jun. 2025. 
 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual Técnico para o Diagnóstico da 
Sífilis. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 
 
FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ. Instituto de Tecnologia em imunobiológicos. 
Waldemir de Castro Silveira. Desenvolvimento de testes rápido para detecção 
de rotavírus: Imunoensaio de captura e aglutinação em látex. Rio de Janeiro, 
2005. 
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-416
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-416
https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-324

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