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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU NÚCLEO DE SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA ÂNGELA MARIA DA SILVA Paulista Junho, 2025 FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU NÚCLEO DE SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA ÂNGELA MARIA DA SILVA Relatório final de conclusão de Estágio Curricular em Farmácia Supervisionado VII realizado pelo Discente Ângela Maria da Silva apresentado como parte das exigências curriculares do curso de Farmácia. Paulista Junho, 2025 RESUMO Durante o estágio supervisionado em Análises Clínicas, foi possível vivenciar na prática a rotina laboratorial. As atividades desenvolvidas nas aulas englobam as principais áreas da rotina, incluindo hematologia, bioquímica, microbiologia, urinálise e imunologia. Foi realizado sob supervisão, coletas de amostras, preparo dos materiais biológicos, leitura de lâminas e operações de equipamentos. Como parte da formação participei também de uma visita técnica ao laboratório de referência Correa Picanço, onde obtive um contato maior com as análises mais específicas e de maior complexidade. Nessa aula técnica, acompanhei a análise do Líquido Cefalorraquidiano (LCR), observando os aspectos físicos da amostra e a contagem celular. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 05 2 OBJETIVOS 2.1 GERAL 2.2 ESPECÍFICOS 06 3 LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS E PROFISSIONAIS APLICÁVEIS 07 4 PORTFÓLIOS 08 5 ATIVIDADES DO ESTÁGIO 18 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 19 5 1 INTRODUÇÃO O Estágio Supervisionado faz parte da grade curricular de vários cursos de graduação, sendo obrigatório sua realização ao decorrer do curso, sob a supervisão de um profissional para desenvolver atividades práticas, visando a construção de conhecimentos e habilidades importantes para a construção de profissionais qualificados. Dessa forma, esse relatório tem o objetivo de apresentar as experiências desenvolvidas no laboratório de Análises Clínicas do curso de Farmácia. Na área laboratorial, a qualidade dos resultados é essencial para a segurança assertiva no diagnóstico e a implementação das Boas Práticas de Laboratório. Durante as aulas práticas foram discutidas as fases analíticas que antecedem o diagnóstico dos exames, que podem impactar diretamente na conclusão dos resultados. “O processo de análise de um espécime é dividido em três fases: pré-analítica, analítica e pós-analítica”. (Kanashiro-Cussiol, et al; 2010, p. 3133). A fase pré-analítica tem seu início com a solicitação médica, passando pela obtenção de informações sobre o paciente, coleta e transporte sendo uma etapa de grande importância para obtenção de um resultado confiável. (Andriolo et al; 2010, p. 3133). A coleta de sangue periférico foi obtida na prática, utilizando seringa e o sistema à vácuo, observando as instruções quanto a punção, função dos tubos e as orientações ao paciente. O hemograma foi um dos assuntos abordados devido a sua importância clínica. “O hemograma é um exame laboratorial que avalia de forma quantitativa e qualitativa das células sanguíneas, (hemácias), da série branca (leucócitos) e plaquetárias” (Meireles et al; 2018, p. 2). O corante utilizado para coloração das lâminas foi o Panótico muito utilizado nas análises laboratoriais devido sua rápida ação. Após o processo de coloração e secagem das lâminas, foi realizada a leitura microscópica das amostras, onde foram observadas a morfologia das células sanguíneas. Umas das práticas importantes foi a detecção da Hepatite C através do teste rápido, que permite o diagnóstico prévio na detecção das hepatites B e C, possibilitando um encaminhamento mais rápido aos serviços de saúde. Visando aprofundar o conhecimento no diagnóstico da meningite, foi realiza uma visita técnica ao Hospital de Referência Correia Picanço, que iniciou com uma breve apresentação institucional abordando a história hospitalar, e sua missão no importante atendimento a pacientes com doenças infecciosas, como HIV, tuberculose e meningites. Em seguida, foi possível acompanhar a análise do líquor cefalorraquidiano, procedimento fundamental para o diagnóstico de meningites de origem viral, bacteriana ou fúngica. 6 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Proporcionar ao aluno a vivência prática da rotina laboratorial em análises clínicas, possibilitando a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos durante a formação acadêmica, com foco no desenvolvimento técnico, ético e profissional. 2.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Relatar as experiências práticas vivenciadas no laboratório; Realizar exames laboratoriais com ênfase na correta execução e interpretação preliminar dos resultados; Preparar o estagiário para o mercado de trabalho e atuar com responsabilidade e competência na área de saúde. 7 3 LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS E PROFISSIONAIS APLICÁVEIS - RESOLUÇÃO – RDC Nº 11, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre o funcionamento de laboratórios analíticos que realizam análises em produtos sujeitos à Vigilância Sanitária e dá outras providências. - RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 390, DE 26 DE MAIO DE 2020 Estabelece critérios, requisitos e procedimentos para o funcionamento, a habilitação na Reblas e o credenciamento de laboratórios analíticos que realizam análises em produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária dá outras providências. - RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 222, DE MARÇO DE 2018 Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. - RESOLUÇÃO Nº 296, DE 25 DE JULHO DE 1996 Ementa: Normatiza o exercício das análises clínicas pelo farmacêutico bioquímico. 8 4 PORTFÓLIOS PORTIFÓLIO 01 PRÁTICAS EM COLETA ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO TIPOS DE COLETA CURSO FARMÁCIA Primeiramente, foram apresentados os materiais para a coleta (imagem 1). A coleta de sangue periférico foi obtida na prática, utilizando a seringa e o sistema à vácuo (imagens 2 e 3), observando a ordem da sequência dos tubos e a função de cada anticoagulante para a realização correta dos exames. Para mitigar os erros nesta fase é necessário compreender as fases analíticas que antecedem os resultados dos exames. A fase pré-analítica é a que diz respeito ao que antecede o exame, já que consta da preparação do paciente para realização do mesmo, de sua identificação e da coleta da amostra,(Brasil, 2019, p.10137). A fase analítica integra toda a análise que envolve a amostragem. Nesta fase, segundo Martins & Santos, (2019) a descrição dos procedimentos deve ser elaborada pelo laboratório, e um profissional técnico utiliza-o de forma correta fidelizando os resultados. Já a fase pós-analítica é a dada após a obtenção dos resultados, culminando no laudo, (Santos; Zanusso junior 2015, p.10127). Imagem1: Materiais utilizados Imagem própria 9 O hemograma pode ser definido como uma forma de organizar e resumir informações básicas e avançadas obtida a partir de análise hematológica que avalia quantitativa e qualitativamente os elementos sanguíneos. Carmo et al., (2020). Serve para avaliar a saúde e identificar doenças como anemia, leucemia, entre outras patologias. Imagem 2: coleta com seringa Imagem 3: coleta à vácuo Imagem própria Imagem própria PORTIFÓLIO 02 ESTIRAÇO SANGUÍNEO ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO ESTIRAÇO SANGUÍNEO CURSO FARMÁCIA A extensão sanguínea é um parâmetro muito importante na hematologia. ”A técnica consiste em espalhar uma gota de sangue em um movimento suave e uniforme sobre a superfície de uma lâmina de vidro, com a utilização de uma lâmina extensora mais estreita que a lâmina, em um ângulo de 25º a 45º, formando uma fina película de sangue” (Alves, 2020), como sugere as imagens 4 e 5. Segundo Bain (2016), a higienização da lâmina extensora é importante para evitar a contaminação das amostras. 10 Imagem 4: Técnica do estiraço Imagem 5: Estiraço pronto Fonte: Google Fonte: própria PORTIFÓLIO 03 COLORAÇAO DE LÂMINA ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO COLORAÇÃO COM PANÓTICO CURSO FARMÁCIA O corante utilizado para coloração das lâminas foi o Panótico (imagem 6), muito utilizado nas análises laboratoriais devido a sua rápida ação. “A coloração das células torna-se visíveis e diferenciáveis, permitindo a avaliação do tamanho das células, o formato do núcleo, a presença dos nucléolos, a presença de granulações, vacúolos, dentre outras alterações morfológicas (Carvalho, 2019). Prática: A lâmina foi imersa na solução 1 mordente (fixa as estruturas) em movimentos de subir e descer, 10 a 15 vezes, retirando o excesso utilizando o papel toalha; em seguida imersa na solução 2 de eosina (corante ácido) retirando seu excesso. Por fim, a lâmina foi imersa na solução 3 de azul de metileno (corante básico), imagem 6. Após a coloração, a lâmina foi lavada suavemente, seca em temperatura ambiente. Observada na imagem 7. Imagem 6: Coloração Imagem 7: lavagem da lâmina Fonte própria Fonte própria 11 PORTIFÓLIO 04 LEITURA DE LÂMINAS ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO LEITURA MICROSCÓPICA DAS CÉLULAS CURSO FARMÁCIA Após o processo de coloração das lâminas, foi realizado a leitura microscópica das amostras sob campo claro, como na imagem 8, onde foram observadas a morfologia das células sanguíneas, de acordo com a imagem 9. A microscopia é muito importante para a análise das células sanguíneas, pois permite a visualização das estruturas morfológicas como as hemácias, leucócitos e plaquetas. “ Além disso, apenas com a avaliação microscópica é viável a observação de desvios à esquerda e, logo, da resposta medular do indivíduo frente a inflamação” (Bandeira et al., 2014, p. 234). 8 - Leitura microscópica 9 - Observação microscópica Imagem google Fonte própria 12 PORTIFÓLIO 05 TIPAGEM SANGUÍNEA ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO DETERMINAÇÃO DO FATOR RH CURSO FARMÁCIA O Fator RH é uma classificação do sangue humano que se baseia na presença ou ausência de um antígeno específico, o antígeno D (Rh), na superfície dos glóbulos vermelhos. Havendo a presença do antígeno D, na superfície das hemácias o sangue é Rh positivo (Rh+); se não estiver presente, é Rh negativo (Rh-). O Sistema ABO é muito importante na prática da transfusão sanguínea, e está classificada em quatro grandes grupos sanguíneos: A, B, AB e O. “A aglutinina, ao contrário do aglutinogênio funciona como um anticorpo, que ao entrar em contato com o antígeno ocorre a aglutinação. Através dessas distinções foi possível descobrir os diferentes grupos sanguíneos” (Andria et al., 2013; Godin, 2015; Lima et al., 2016). Imagem: 10 Fonte: Google Teste: Uma gota de sangue foi adicionada na lâmina, em seguida foram adicionados os reagentes anti-A, anti-B, e anti-Rh às gotas de sangue como observados na imagem 10. Interpretação dos resultados: A presença ou ausência de aglutinação com cada soro determina o tipo sanguíneo. Sistema ABO: Se aglutina com anti-A, o indivíduo pode ser A ou B. Se aglutina com anti-B, o indivíduo pode ser B ou AB. Se aglutina com ambos, o indivíduo é AB. Se não aglutina com nenhum, o indivíduo é O. Sistema ABO: Se aglutina com anti-Rh, o indivíduo é Rh positivo. Se não aglutina com anti-Rh, o indivíduo é Rh negativo. 13 PORTIFÓLIO 06 TESTE RÁPIDO PARA HCV ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO DETERMINAÇÃO PARA HEPATITE CURSO FARMÁCIA Os testes rápidos constituem imunoensaios cromatográficos de execução simples e podem ser realizados em até 30 minutos, sendo fundamental para auxiliar no diagnóstico e detecção do vírus causadores das hepatites B e C. “O diagnóstico inclui a realização de exames laboratorial e testes rápidos, afim de caracterizar o agente infeccioso e sua gravidade” (Brasil, 2009). Teste: A fita teste é adicionada ao soro do paciente como na imagem 11, ao retirar a fita deve-se aguardar 10 minutos para a leitura adequada do teste. Imagem 12. Interpretação dos resultados: Uma linha (controle – C): negativo Duas linhas (C e teste - T): positivo Sem linha C: teste inválido. Para a confirmação do resultado positivo é necessário ser confirmado com exames laboratoriais como o RNA – HCV. Imagem: 11 Imagem: 12 Fonte: própria Fonte: própria Fonte: própria Fonte: própria 14 PORTIFÓLIO 07 VDRL ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO DILUIÇÃOSERIADA CURSO FARMÁCIA O teste VDRL é um exame não treponêmico que ajuda a detectar a sífilis, uma infecção sexualmente transmissível (IST). É transmitida predominantemente por via sexual e vertical (Larsen et al., 1995; Horváth, 2011; Brasil, 2020). A infecção da criança pelo T. pallidum a partir da mãe acarreta o desenvolvimento da sífilis congênita (Who, 2016; Brasil, 2020). Para a diluição seriada foi utilizada a placa de kline, no poço 1 (puro) foi adicionado 50UI do soro do paciente. A parti do poço 2 (1:2) até o poço 4 (1/8) foi adicionado 50UI de salina. Em seguida foi adicionado 50UI do soro no poço 2 (1:2), homogeinizou e retirou-se 50UI do poço 2 e adicionou ao poço 3 (1:4), homogeinizou, retirando novamente 50UI do poço 3 e adicionou no poço 4 (1:8). Por fim, foi adicionado 20UI do reagente VDRL no poço 1(puro) e no poço 4 (1:8). A placa foi levada para o agitador por 4min a 180 rpm. Em seguida, a placa foi levada para o microscópio na objetiva de 10x. Resultado positivo: presença de agregado (grumos); Resultado negativo: ausência de agregado. Comparar o resultado do teste com os controles. Abaixo na imagem 13 um exemplo de uma amostra positiva e negativa para VDL Imagem 13: Presença e ausência de floculaçao Fonte: Google 15 PORTIFÓLIO 08 RT- PCR ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO INDICADOR PARA INFLAMAÇÃO CURSO FARMÁCIA A proteína C- Reativa é um marcador amplamente utilizado para avaliar o estado de saúde dos pacientes. Produzida pelo fígado, sua concentração no sangue é aumentada nos processos inflamatórios de doenças autoimunes como Lúpus eritrematoso e artrite reumatoide, além de avaliar riscos cardiovasculares. Princípio da técnica: as esferas de látex são revestidas com anticorpos anti-PCR. Quando adicionadas ao soro do paciente, com indicação positiva. Quanto maior a concentração, maior a intensidade de aglutinação. Procedimento: Utilizando uma lâmina, foi adicionado 50UI de soro e 50UI do reagente látex em lâmina; foi homogeinizado por 2 minutos em movimento circular. Em seguida fazer a observação quanto a presença ou ausência de aglutinação mostrado na imagem abaixo 16 PORTIFÓLIO 09 RT LÁTEX ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO AGLUTINAÇÃO EM LÁTEX CURSO FARMÁCIA Os testes de aglutinação em látex são amplamente utilizados na detecção de várias patologias como dengue, tuberculose e malária. Muitos são utilizados manualmente, e a aglutinação se torna visível. “O grau de aglutinação será em função da concentração do aglutinante e do aglutinado. As partículas do látex são usadas para permitir a visualização da formação do complexo antígeno-anticorpo” Bangs, (1990). Para o teste foi adicionado 50Ul do controle positivo (poço 1); 50UI do controle negativo (poço 2); 50UI da amostra (poço 3). Por fim, foi adicionado 50UI do reagente látex em cada poço. Com o auxílio de pipetas cada poço foi homogeinizado individualmente e com movimentos circulares para uma melhor visualização da aglutinação, (grumos) em casos de amostras positivas. Prática realizada na imagem Imagem 14: prática Fonte: Google 17 PORTIFÓLIO 10 URINÁLISES ALUNO (A) ÂNGELA MARIA DA SILVA MÊS/ANO MARÇO / 2025 DESCRIÇÃO EXAMES FÍSICO, QUÍMICO E MICROSCOPIA DA URINA CURSO FARMÁCIA O exame de urina inclui a observação dos aspectos físicos, químicos e sedimentar da urina. Serve para avaliar a saúde do trato urinário e identificar diversas condições médicas. Entre os aspectos físicos observados estão a cor da urina e a densidade após a centrifugação, e os aspectos químicos são observados ao utilizar a fita reagente, observados nas imagens 15 e 16. “O exame químico permite que dosagens de elementos que possam estar presentes na amostra, como proteínas, glicose, cetona, sangue, bilirrubinas, urobilinogênio, nitrito e leucócitos sejam detectados de forma eficaz, simples e rápida através do emprego de tiras reagentes. O Ph também é mensurado” (Costa et al., 2006). O exame microscópio tem por objetivo determinar e identificar materiais insolúveis na urina, incluindo hemácias, leucócitos, células epiteliais, cilindros, bactérias, leveduras, parasitas, mucos e cristais. É importante a quantificação para que se tenha base para interpretação da significância clínica da presença de cada elemento (Strasinger, 2009). Imagem 15: fitas reagente Imagem 16: exame físico Fonte: própria Fonte: própri 18 5 ATIVIDADES DE ESTÁGIO Práticas em hematologia Coleta sanguínea Estiraço sanguíneo Coloração Microscopia das células Práticas em imunologia PCR VDRL RT LÁTEX HCV Práticas em urinálises Exame físico e químico Exame microscópico 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SOUSA, RL; SOUSA, DS; BARBOSA, MC de melo; DA SILVA, AF; DE RESENDE, LJ; BRITO, G.C.; JÚNIOR, JAA do N.; DE OLIVEIRA, TVL Erros pré-analíticos em laboratórios de análises clínicas: uma revisão / Erros pré- analíticos em laboratórios de análises clínicas: uma revisão. Revista Brasileira de Revisão de Saúde , [S. l.] , v. 2, pág. 9132–9142, 2021. DOI: 10.34119/bjhrv4n2-416. Disponível em: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2- 416https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/28676. Acesso em: 15 maio. 2025. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. PEREIRA, L. M. M.; SIEBERT, T. H. R. Frequência fenotípica dos grupos sanguíneos ABO e fator RH em Santarém, Pará – Brasil / Phenotypic frequency of ABO blood groups and RH factor in Santarém, Pará – Brazil. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 6, n. 10, p. 78472–78481, 2020. https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-324 Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/18278. Acesso em: 11 jun. 2025. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ. Instituto de Tecnologia em imunobiológicos. Waldemir de Castro Silveira. Desenvolvimento de testes rápido para detecção de rotavírus: Imunoensaio de captura e aglutinação em látex. Rio de Janeiro, 2005. https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-416 https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-416 https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-324