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PE-2EP-01047

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 PE-2E&P-01047 – Versão 00.01 – Padrão Ativo 
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA BACIA DE CAMPOS - 
PGRS 
Aprovado por Rafael Costa Guerreiro (SMS/LMA/MA) em 23/01/2026 | Gerido por SMS/LMA/GAE&P/AGP 
 
1. OBJETIVO 
2. APLICAÇÃO 
3. DESCRIÇÃO 
4. REGISTROS 
5. DEFINIÇÕES 
 
1. OBJETIVO 
Estabelecer diretrizes, critérios e procedimentos para o gerenciamento de resíduos sólidos dos 
empreendimentos de exploração e produção de petróleo e gás da Bacia de Campos da 
Petróleo Brasileiro S.A. 
 
2. APLICAÇÃO 
Unidades marítimas e terrestres que atuam na Bacia de Campos conforme detalhado na tabela 
07. 
 
2.1. ESCOPO 
Estabelecer as diretrizes, critérios e procedimentos para o gerenciamento dos resíduos sólidos 
gerados, abrangendo todas as etapas do processo, incluindo caracterização, classificação, 
segregação, coleta, manuseio, acondicionamento, identificação, sinalização, registro, 
quantificação, armazenamento temporário, transporte, movimentação portuária, destinação, 
redução da geração e logística reversa de resíduos. 
 
2.2. APLICAÇÃO 
Aplica-se às unidades do E&P, do seguimento do E&P, Compartilhado e TIC, que atuam na 
Bacia de Campos. 
 
3. DESCRIÇÃO 
3.1. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA BACIA DE CAMPOS 
3.1.1. Responsáveis: 
 
Tabela 01 - Responsabilidades e Atribuições. 
Quem O quê 
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SMS/LMA/GAE&P/AGP • Coordenar ações de melhorias no 
Plano de Gerenciamento de Resíduos 
Sólidos da Bacia de Campos. 
• Aprovar os critérios para 
implementação do Plano de 
Gerenciamento de Resíduos Sólidos da 
Bacia de Campos. 
 
Tabela 02 - Identificação dos profissionais responsáveis pela implementação do PGRS. 
Responsável técnico pela gestão da 
implantação do PGRS nas unidades 
marítimas 
Nome: Hélvia Hortência Barcelos Carvalho 
Função: Gerente setorial 
Lotação: SMS/LMA/GAE&P/AGP 
E-mail: helvia.carvalho@petrobras.com.br 
Responsável técnico pela gestão da 
implantação do PGRS no Compartilhado e 
TIC 
Nome: Rafael dos Santos Amim 
Função: Gerente Setorial 
Lotação: SMS/LMA/GA-DENGE-
DCORP/CENPES-COMP-TIC 
E-mail: rafael.amim@petrobras.com.br 
Responsável técnico pela gestão da 
implantação do PGRS na LOEP/LON 
Nome: Marcelo Macedo Valinhas 
Função: Gerente Setorial 
Lotação: LOEP/LON/LRR 
E-mail: mvalinhas@petrobras.com.br 
Responsável técnico pela gestão da 
implantação do PGRS em Poços e na SUB 
Nome: Elaine Martins Lopes 
Função: Gerente Setorial 
Lotação: SMS/LMA/GA-DENGE-
DCORP/POCOS-SUB 
E-mail: emlopes@petrobras.com.br 
 
3.1.2. Lista de tarefas 
 
A necessidade do gerenciamento de resíduos deve ser identificada e aplicada com base nos 
critérios definidos neste procedimento, devendo ser registrados e gerenciados no sistema 
informatizado de gestão de resíduos conforme diretrizes a seguir. 
 
Figura 01 - Fluxo de movimentação dos resíduos nas unidades marítimas. 
 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=LOEP%2FLON%2FLRR&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FPOCOS-SUB&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FPOCOS-SUB&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
INTERNA 
 
 
 
 
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Figura 02 - Fluxo de movimentação dos resíduos nas unidades terrestre. 
 
 
 
3.2. Descrição dos Empreendimentos 
A Petrobras é uma empresa integrada de energia, está presente em toda a cadeia de 
operações da indústria de petróleo e energia, atuando nos setores de exploração e produção, 
refino, comercialização e transporte de óleo e gás natural, petroquímica, distribuição de 
derivados, energia elétrica, biocombustíveis e outras fontes renováveis de energia. A área de 
Exploração e Produção (E&P) é responsável pela pesquisa, desenvolvimento, produção e 
incorporação de reservas de petróleo e gás natural, em terra e no mar. 
 
No âmbito deste PGRS, serão contempladas as atividades de E&P de petróleo limitadas à área 
da costa do Rio de Janeiro (entre as cidades de Arraial do Cabo e São Francisco de 
Itabapoana), contemplando atividades marítimas e de apoio terrestre, definida como região 4 
pela NT IBAMA/CGPEG/DILIC 01/11. 
 
A região 4 está contida na Bacia de Campos, principal área sedimentar já explorada na costa 
brasileira, nesta região está contemplada a Unidade de Negócios de Exploração e Produção da 
Bacia de Campos (UN-BC), responsável pelos campos maduros e concessões no extremo sul 
da Bacia e algumas plataformas que pertencem a Unidade de Negócios de Exploração e 
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Produção do Espírito Santo (UN-ES). 
 
Além das unidades operacionais de produção, atuam na mesma região uma unidade de 
construção e manutenção de poços (POÇOS) e uma Unidade de Serviços de Logística e 
Suporte as Operações (LOEP); uma Unidade de Operações Submarinas e Equipamentos 
Submarinos (SSUB). 
 
A BC gerencia 19 plataformas próprias e 4 plataformas contratadas e também possui a 
atribuição de oferecer serviços de manutenção em equipamentos críticos e a realização de 
análises laboratoriais. 
 
A ES gerencia 10 plataformas próprias e 3 plataformas contratada localizadas na Bacia de 
Campos mas seguem a diretrizes do seu próprio PGRS. 
 
Na Bacia de Campos estão em produção 401 poços produtores de óleo e 198 poços de 
injeção, totalizando uma produção média de 564.29 mil bpd. 
 
As unidades marítimas de produção e apoio (plataformas) utilizadas podem ser de sete tipos: 
as semisubmersíveis (SS); as unidades flutuantes de produção, armazenamento e 
transferência (FPSO); as plataformas fixas; as unidades de armazenamento e transferência 
(FSO); unidades de processamento e transferência (FPU); unidade de rebombeio autônomo 
(PRA) e unidades de manutenção e segurança (UMS). 
 
A gerência executiva POÇOS atua nas atividades de perfuração, completação, avaliação, 
manutenção e abandono de poços marítimos na exploração, no desenvolvimento da produção 
e na produção. Atualmente, na região 4 possui sondas contratadas, entre navios sondas (NS), 
sondas semisubmersíveis (SS). A permanência destas sondas em uma locação é de curta 
duração, de forma que o número, tipo e distribuição destas unidades na região 4 é variável. As 
unidades marítimas de perfuração (sondas) podem ser dos tipos: semissubmersíveis (SS); auto 
elevatória (PA); sondas moduladas (SM); sondas fixas (SF) e navios-sonda (NS). 
A SUB/SSUB é responsável pela instalação e manutenção dos sistemas submarinos das 
unidades de negócio do E&P. Esta unidade administra em média 80 embarcações contratadas, 
bases portuárias de carregamento e descarregamento de cargas sob gestão da 
SUB/SSUB/ISBM/BCDS e canteiros das contratadas, que dão apoio às atividades. 
A LOEP é responsável por prover serviços de logística e infraestrutura para todas as unidades 
marítimas do Sul e Sudeste do Brasil, garantindo o dimensionamento e o gerenciamento de 
uso das frotas nos modais terrestre, aéreo e marítimo, além de ter a atribuição de cuidar da 
armazenagem de material. A infraestrutura logística da LOEP inclui portos, centros de 
armazenagem e distribuição, hubsde diesel, entre outros. Em 2024, aproximadamente, 87 
embarcações operaram dando apoio à logística da Bacia de Campos além de 5 embarcaçõesde gerências responsáveis pelo tratamento 
e disposição final dos resíduos estão disponíveis no item 7.12. anexo N. 
3.7. Logística Reversa 
A logística reversa de produtos/resíduos na Petrobras poderá ser instituída através de acordos 
contratuais, apoiados ou não nos acordos setoriais publicados pelo Ministério do Meio 
Ambiente. 
 
Na existência de um acordo setorial que possibilite a logística reversa de um produto/resíduo 
específico, caberá às unidades responsáveis pela destinação e/ou às unidades adquirentes do 
bem, que dará origem ao resíduo, planejar e executar a logística reversa do mesmo. 
 
A logística reversa dos seguintes produtos/resíduos estão atualmente implementados na 
Petrobras: 
 
 
· Cartuchos e toners de impressoras 
 
A gerência TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) responsável pelo processo de 
contratação do serviço de fornecimento de equipamentos/suprimentos de impressão contempla 
a logística reversa de cartuchos e toners para as bases terrestres da Bacia de Campos. As 
matérias-primas são processadas para produzir novos cartuchos, partes e peças de 
impressoras e outros itens para diversos segmentos industriais. 
 
· Contentores/tanques - embalagens metálicas 
 
O processo de fornecimento de produtos químicos para as unidades marítimas da Bacia de 
Campos é feito por diferentes fornecedores tendo como operadora logística a Vibra Energia. 
Estes produtos químicos são acondicionados em contentores de 5000, 3000 e 1000 litros 
retornáveis ao operador logístico. 
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3.8. Passivos ambientais 
 
Os passíveis ambientais podem ser os resíduos provenientes do desinvestimento e 
descomissionamento de unidades marítimas. 
 
Os resíduos a serem gerados em projetos de descomissionamento de unidades 
marítimas são os mesmos resíduos de processo, ex: produtos químicos, óleo lubrificante 
usado, sucata metálica, sucata plástica, resíduos contaminados com óleo etc. É esperado que 
o inventário seja composto prioritariamente de sucata metálica, seguido por resíduos classe I 
relacionados a óleo. Ressalta-se que a estrutura das plataformas pode conter material 
perigoso, a identificação deste material, sempre que possível, deve ser realizada para fins de 
adequado gerenciamento do resíduo, o principal instrumento utilizado atualmente é o inventário 
de materiais perigosos (Convenção de Hong Kong). 
 
O gerenciamento dos resíduos de descomissionamento pode não seguir o fluxo atualmente 
utilizado para resíduos provenientes de processos da Petrobras. Estes resíduos podem seguir 
principalmente de dois modos: 
 
• (i) ser entregues à Petrobras para proceder o gerenciamento, como normalmente ocorre 
para os resíduos de processo: deve seguir integralmente este PGRS; 
• (ii) a Petrobras pode contratar o serviço no modelo de outros tipos de contrato como o 
EPRD, onde a contratada realiza o gerenciamento do resíduo: neste caso, a contratada 
deverá ter PGRS para o projeto que deve ser aprovado pela Petrobras. O manifesto 
deve ser emitido em nome da Petrobras no CNPJ da UN. 
 
 
Para fins de descomissionamento de instalação, a resolução ANP 817 obriga o recolhimento de 
toda a sucata com mais de 1m em distâncias que variam de acordo com o tipo de 
estrutura. Deverão ser recolhidas as sucatas (conceito da resolução ANP 817/2020) no leito 
marinho. 
 
Para fins de atendimento da resolução 817/2020, são classificadas como sucatas qualquer 
material inservível ou resíduo não biogênico identificado no leito marinho, que não tenha sido 
previsto no projeto de arranjo submarino. Exemplos de sucata: tambor, pedaço de tubo, 
andaime, grade de piso, cabo de aço, corda, cacho de amarra (materiais usados como lastro 
em geral), etc.. Este resíduo é esperado principalmente no momento do descomissionamento, 
mas pode ser gerado a qualquer momento, por exemplo, durante uma atividade manutenção 
da engenharia submarina 
 
Para todos os resíduos a serem gerados no processo 
de desinvestimento/descomissionamento (inclusive para sucatas - resolução 817/2020 e NOTA 
TÉCNICA 01/2021- Diretrizes Sucatas) deverá ser feita a FGR em nome da unidade marítima a 
qual pertence o resíduo, cadastrada a origem previamente como "passivo ambiental" no 
SCR. No caso do gerenciamento ser realizado/contratado pela empresa contratada para 
realizar o descomissionamento, deve ser utilizada a planilha de afretada. 
 
Deverá ser considerado passivo ambiental no SCR, a partir da parada total de produção, não 
dependendo do protocolo e aprovação pelos órgão competentes do PDI-Projeto de 
INTERNA 
 
 
 
 
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Descomissionamento de Instalação. 
 
Passivos ambientais provenientes da geração de resíduos de outros processos, considerar PP-
1PBR-00782 - Gerir áreas contaminadas, para o estabelecimento das orientações necessárias 
à execução do gerenciamento de áreas impactadas por contaminantes químicos decorrentes 
das atividades da Petrobras. 
 
As unidades marítimas que saíram da locação e estão atualmente acostadas no Porto do Açu, 
na ausência de contrato específico, deverá ser seguido o fluxo estabelecido no item 7.12. 
Anexo L-1 - Fluxo para o descarte de resíduos de plataformas acostadas. 
 
 
 
3.9. Periodicidade de revisão 
O plano de gerenciamento de resíduos deverá ser revisado quando houver alguma alteração 
na gestão. 
 
4. REGISTROS 
As informações necessárias para o controle da geração e movimentação dos resíduos devem 
ser registradas no sistema informatizado de gerenciamento de resíduos do E&P da Petrobras 
(SCR) e no sistema dos órgãos ambientais estaduais, permitindo rastrear as atividades de 
geração, armazenamento, tratamento e destinação de resíduos. 
 
Os resíduos da Petrobras, gerados em local próprio ou de contratada, deverão ser cadastrados 
no SCR através de uma FGR - Ficha de Geração de Resíduos e no sistema dos órgãos 
ambientais estaduais através do MTR - Manifesto de Transporte de Resíduos. 
 
Cabe ao emissor da FGR (operador do SCR) e MTR informar a tipologia do resíduo gerado, 
quantidade, forma de acondicionamento, origem e outras informações relevantes que 
justifiquem a geração do resíduo ou favoreçam a destinação dos mesmos conforme item 7.8. 
Anexos I - Orientações para emissão de FGR e MTR. 
 
Os resíduos das contratadas, gerados em locais de atuação offshore terceirizados atendendo 
exclusivamente à Petrobras, deverão ter suas informações registradas por meio no SCR. 
Mensalmente deverá ser encaminhado todos os documentos que comprovem a rastreabilidade 
dos resíduos; 
 
As unidades do sistema Petrobras devem obter ou garantir a obtenção, junto ao órgão 
ambiental ou órgãos competentes, das autorizações e licenças necessárias para o 
armazenamento temporário, transporte, tratamento e disposição final utilizada ou pretendida, 
atendendo às legislações federais, estaduais e municipais. 
 
O transportador deve ter as licenças ou autorizações necessárias para o transporte de 
resíduos, emitidas pelos órgãos competentes, quando aplicável. 
 
Para o transporte terrestre deverá ser emitido o MTR nos estados em que o resíduo transitar. 
Caso o órgão estadual não tenha um sistema de registro, deverá ser utilizado o SNIR. 
 
No MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), para os resíduos perigosos, deverão constar 
o número da ONU, classe de risco, grupo de embalagem e a declaração de responsabilidade 
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pela expedição. 
 
No caso de envio do resíduo da Petrobras para terceiros, para os resíduos perigosos, deve ser 
solicitado certificado de destinação final ou destruição do resíduo. Este documento deve conter 
informações do recebimento do resíduo e sua rastreabilidade. 
 
Toda a documentação referente às operações com resíduos de atividades administrativas deve 
ser arquivada durante cinco anos conforme Norma Petrobras N-2622. A documentação 
referente a resíduos perigosos deve ser arquivada permanentemente. Devem permanecer 
arquivados e atualizados, quando aplicável,os seguintes documentos: 
 
Tabela 09 - Documentos referentes às operações com resíduos 
Identificação Armazenamen
to 
Proteção Recuperaç
ão 
Retenção Disposiçã
o 
Ficha de 
geração de 
resíduos (FGR) 
Eletrônico Acesso ao sistema 
por chave e senha 
- Indetermina
do 
NA 
Manifesto de 
Transporte de 
Resíduos - 
MTR 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por login, CPF, 
código da instalação 
e senha 
 
Indetermina
do 
NA 
Licenças 
ambientais (ou 
autorizações) 
das empresas 
participantes do 
PCP emitidas 
pelos órgãos 
ambientais 
estaduais 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
Trituração 
do 
document
o em 
papel 
Contratos ou 
declaração de 
comprometimen
to das 
empresas 
participantes do 
PCP como 
recebedoras de 
resíduos 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
Trituração 
do 
document
o em 
papel 
Licenças 
ambientais e 
planos de 
gerenciamento 
de resíduos de 
portos, 
terminais 
portuários e 
outros locais de 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
Trituração 
do 
document
o em 
papel 
INTERNA 
 
 
 
 
Página 36 de 40 
desembarque 
de resíduos 
Resultados do 
monitoramento 
e registros de 
manutenção 
dos 
equipamentos 
de bordo 
Eletrônico Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Indetermina
do 
NA 
Livros de 
registro de óleo 
e documentos 
assemelhados 
Físico Sob cargo de 
supervisão/coordena
ção da área de 
produção de petróleo 
- 5 anos Trituração 
do 
document
o em 
papel 
Registros 
fotográficos das 
ações de 
implementação 
do PCP. Deve 
constar desse 
registro, o 
número de 
fotos 
necessário para 
ilustrar cada 
uma das ações 
(coleta de 
resíduos na 
unidade ou 
embarcação; 
transporte 
marítimo; 
desembarque 
no porto ou na 
instalação de 
apoio; 
armazenament
o temporário; 
embarque nos 
caminhões de 
transporte 
terrestre; 
transporte 
terrestre; 
chegada à 
disposição 
final); 
Eletrônico Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
5 anos NA 
Cartas de 
Anuência dos 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
Trituração 
do 
INTERNA 
 
 
 
 
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Órgãos 
Ambientais 
locais de 
origem, 
passagem e de 
destino final de 
resíduos 
document
o em 
papel 
Autorizações 
para transporte 
de resíduos 
(ATR) 
Eletrônico Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
NA 
Guia de 
transporte de 
resíduos 
industriais 
(GTRI) 
Eletrônico Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Até a 
validade 
NA 
Notas Fiscais 
de Remessa 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
5 anos Trituração 
do 
document
o em 
papel 
Certificados de 
tratamento e 
disposição final 
Físico e 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
Indetermina
do 
NA 
Outros 
documentos 
que permitam 
comprovar o 
gerenciamento 
Físico ou 
eletrônico 
Acesso ao sistema 
por chave e senha 
Ordem 
cronológica 
5 anos Trituração 
do 
document
o em 
papel 
 
Além dos documentos supracitados, também devem ser registrados e mantidos para consulta 
relatórios de auditorias de resíduos, internas e em fornecedores de serviços de transporte, 
tratamento e destinação final de resíduos; bem como lista de presença em DDSMS e outros 
certificados de treinamento em gerenciamento de resíduos de toda a força de trabalho. 
É obrigatória a inscrição no CTF AINDA, o qual deve ser mantido atualizado trimestralmente. 
 
5. DEFINIÇÕES 
Associação Brasileira de Norma Técnicas (ABNT-NBR) - Órgão responsável pela 
normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico 
brasileiro; 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) - Agência reguladora vinculada ao 
Ministério da Saúde do Brasil responsável pela aprovação dos produtos e serviços submetidos 
à vigilância sanitária, para posterior comercialização, implementação e produção no país; 
Acondicionamento de Resíduos - Ato de embalar os resíduos gerados numa instalação, em 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Norma_t%C3%A9cnica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Sa%C3%BAde_(Brasil)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
INTERNA 
 
 
 
 
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recipiente, para protegê-los de risco e facilitar o seu transporte; 
Acordo Setorial - É um ato contratual, firmado entre o poder público e fabricantes, 
importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da 
responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto; 
Armazenamento Temporário - Estocagem temporária de resíduos para reuso, reciclagem, 
recuperação, tratamento ou disposição final adequada; 
ART - Anotação de Responsabilidade Técnica; 
Centro de Atendimento a Emergência (CAE) - Central localizada nas instalações da 
Petrobras, em Imbetiba, Macaé, ocupada por vigilantes que trabalham em regime de turno 
ininterrupto e tem a responsabilidade pelo atendimento às ligações feitas para o número do 
telefone de emergência e repasse das informações à Estrutura Organizacional de Resposta - 
EOR; 
Caracterização - Identificação das propriedades físico-químicas dos resíduos, com o objetivo 
de segregar, classificar, acondicionar, manusear, transportar, armazenar, tratar e dispor; 
Certificado de Destinação Final (CDF) - É o documento que atesta a efetiva destinação final 
dos resíduos recebidos pelo destinador final dos resíduos; 
Central de Resíduos - Instalação destinada ao armazenamento temporário de resíduos, 
podendo ser projetada para realizar segregação, acondicionamento, rotulagem e tratamento de 
resíduos; 
Ciclo de Vida do Produto - Série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a 
obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final; 
CNORP - Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos; 
Classificação - A classificação do resíduo deve ser feita de acordo com a ABNT NBR 10004 e 
tem por objetivo definir o nível de periculosidade do resíduo para a saúde e o meio ambiente; 
Coleta Seletiva - Coleta de resíduos sólidos previamente segregados conforme sua 
constituição ou composição; 
DDSMS - Diálogo Diário de Saúde, Meio Ambiente e Segurança; 
Destinação Final - Destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a 
compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas 
pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa, entre elas a disposição final, 
observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública 
e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos; 
Disposição Final - Disposição ou destino definitivo dos resíduos de forma adequada, 
atendendo a legislação e normas específicas; 
Equipamento de Proteção Individual (EPI) - Equipamento utilizado pelo trabalhador para 
integridade física durante a jornada de trabalho; 
Ficha de Geração de Resíduos (FGR) - Ficha preenchida dentro do sistema SCR, e leva as 
seguintes informações: local de geração, resíduo, destino, quantidade, acondicionamento, 
documento de transporte, observação; 
Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos (FDSR) e Rotulagem - É um 
documento normalizado pela ABNT, conforme NBR 16725. É o documento onde o gerador de 
resíduos disponibiliza as informações indispensáveis sobre os resíduos gerados, permitindo 
assim que o receptor tenha a possibilidade de tomar as medidas cabíveis para a disposição 
adequada, favorecendo a proteção, segurança, saúde e o meio ambiente; 
Ficha de Informação e Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) - Fornece informações 
sobre vários aspectos da substância ou mistura quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao 
meio ambiente. A FISPQ fornece,para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os 
produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de 
emergência; 
Ficha com Dados de Segurança (FDS): Fornece informações sobre vários aspectos da 
substância ou mistura quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FDS 
INTERNA 
 
 
 
 
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fornece, para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os produtos químicos, 
recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência; 
Geradores de Resíduos Sólidos - Pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, 
que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo; 
Gerenciamento de Resíduos - Conjunto de ações e mecanismos integrados que objetivam 
acompanhar e promover melhorias em todas as operações e atividades, fomentando a 
utilização de processos, tecnologias, materiais, produtos ou energia que evitem ou minimizem 
a geração de resíduos na fonte e reduzam os riscos à saúde humana e ao meio ambiente; os 
mecanismos de gerenciamento de resíduos compreendem entre outros: manutenção do 
inventário de resíduos, otimização do processo produtivo, identificação das fontes de geração, 
acompanhamento das etapas de caracterização, segregação, armazenamento temporário, 
transporte, tratamento e disposição final dos resíduos; estão incluídos todos os resíduos 
gerados ou acumulados, oriundos dos processos e atividades da Petrobras; 
Logística Reversa - Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um 
conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos 
resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos 
produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada; 
NORM - Naturally Occurring Radioactive Materials; 
Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) - Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) - 
documento numerado gerado por meio do sistema dos órgãos ambientais estaduais, que 
deverá acompanhar o transporte da carga de resíduos até o destinador final. É um instrumento 
de controle que permite ao órgão ambiental monitorar e rastrear os resíduos desde a geração, 
transporte e destinação final. 
Minimização de Resíduos - Consiste no desenvolvimento de ações que promovam a redução 
de desperdícios, a conservação de recursos naturais, da quantidade de resíduos gerados por 
processos e produtos e, consequentemente, a redução de poluentes lançados para o ar, solo e 
águas; 
ONU - Organização das Nações Unidades; 
Padrões Sustentáveis de Produção e Consumo - Produção e consumo de bens e serviços 
de forma a atender as necessidades das atuais gerações e permitir melhores condições de 
vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das 
gerações futuras; 
Projeto de Controle da Poluição (PCP) - Trata-se de um conjunto de procedimentos, tanto a 
bordo, nas unidades marítimas e embarcações inseridas nesses processos de licenciamento, 
quanto fora dessas unidades e embarcações, de modo a buscar a minimização da poluição 
advinda: da geração de resíduos a bordo, de sua disposição em terra, do descarte de rejeitos 
no mar e das emissões atmosféricas. O PCP configura uma das medidas mitigadoras de 
impactos exigidas como condicionante de licença ambiental dos empreendimentos; 
Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) - Documento que aponta e descreve 
as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, 
no âmbito dos estabelecimentos geradores de resíduos das diversas atividades, contemplando 
os aspectos referentes à segregação, coleta, manipulação, o acondicionamento, o transporte, 
armazenamento, tratamento a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos; 
Reciclagem - Tratamento de resíduos, ou de material usado, de forma a possibilitar sua 
reutilização; 
Registros - Documento de controle que evidência a conformidade com os requisitos Legais e 
outros sobrescritos, referentes ao gerenciamento de resíduos; 
Rejeitos - Resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento, 
reuso, reciclagem e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente 
viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente 
adequada; 
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Resíduos Sólidos - Material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades 
humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está 
obrigado a proceder, nos estados sólido ou semisólido, bem como gases contidos em 
recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública 
de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente 
inviáveis em face da melhor tecnologia disponível; 
Reuso ou Reutilização - Uso de um produto, material ou resíduo mais de uma vez na sua 
forma original e para o mesmo propósito; 
Responsabilidade Compartilhada pelo Ciclo de Vida dos Produtos - Conjunto de 
atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e 
comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de 
manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, 
bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental 
decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos da Lei 12.305; 
Requisição de Transporte (RT) - Formulário de requisição de transporte (terrestre, marítimo e 
aéreo, sendo tanto para materiais, equipamentos e pessoas) de um dos módulos do sistema 
SAP; 
Sistema Corporativo de Resíduos (SCR) - Sistema para Gerenciamento de Resíduos em 
todas as áreas da Petrobras de todas as gerências do E&P. O SCR permite o registro de todo 
o processo de gerenciamento de resíduos do E&P, desde a sua geração até a disposição final; 
Segregação - Separação e triagem dos resíduos, segundo suas características, para evitar a 
contaminação de outros materiais, reduzir riscos e facilitar o acondicionamento, manuseio, 
transporte, armazenamento temporário, tratamento e disposição final; 
Sistema Informatizado de Gerenciamento de Resíduos (Sigre) - Sistema para 
Gerenciamento de Resíduos de todas as gerências do E&P, descontinuado em 01/01/2025.. O 
SIGRE era utilizado para o registro de todo o processo de gerenciamento de resíduos do E&P, 
desde a sua geração até a disposição final. O sistema ainda pode ser utilizado para consulta; 
Transporte - Movimentação ou transferência de resíduos entre a fonte geradora, o local de 
armazenamento temporário, o local de tratamento ou disposição final, através das modalidades 
rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias, marítimas, fluviais ou através de dutos; 
Tratamento - Processos e operações aos quais os resíduos são submetidos com o objetivo de 
eliminar ou atenuar seu potencial perigoso ou poluidor; 
Unidade Marítima Afretada - É uma unidade marítima contratada. 
 
	1. OBJETIVO
	2. APLICAÇÃO
	3. DESCRIÇÃO
	4. REGISTROS
	5. DEFINIÇÕESdedicadas e 2 embarcações não dedicadas ao Plano de emergência de vazamento de óleos. 
O SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, apoia as Unidades/Gerências do 
COMPARTILHADO e demais unidades, quando cabível, responsável por prestar apoio aos 
serviços de coleta, transporte e destinação final de resíduos em bases terrestres e marítimas. 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
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Esta gerência também apoia a gestão adequada dos resíduos de construção civil (RCC), 
assegurando o cumprimento das normas vigentes e promovendo práticas sustentáveis para 
minimizar impactos ao meio ambiente e a sociedade. 
Entre as bases de apoio terrestres que dão suporte às atividades marítimas de E&P, destacam-
se: Base Geólogo Carlos Walter Marinho Campos (Base de Imbetiba), incluindo o píer e a área 
portuária; Base de Imboassica (Parque de Tubos); Área de Gerenciamento de Resíduos em 
Cabiúnas (AGR); Porto do Açu; Aeroportos (Macaé e Heliporto de São Thomé) e áreas 
externas de armazenamento de materiais e resíduos. 
 
3.3. DIAGNÓSTICOS DOS RESÍDUOS 
3.3.1. Fontes 
As fontes de geração dos resíduos seguem conforme a tabela 03 abaixo: 
Tabela 03 - Fontes de geração de resíduos 
FONTE RESÍDUOS 
Ambulatório Resíduos serviço de saúde - RSS (farmacêuticos); Resíduos 
serviço de saúde - RSS (infectantes e/ou perfurocortante) 
Atividade de pintura Tinta, vernizes e solventes com tinta (borra de tinta), Resíduos 
contaminados com óleo e/ou produtos químicos 
Atividade de salvatagem Sinalizadores pirotécnicos (fumígeno, facho manual); Colete 
salva vidas; Detetores de fumaça; Resíduos contendo mercúrio 
(filtros de gás, glicol, amina, sucata metálica e outros) 
Atividades administrativas Toner e cartuchos de impressora (não perigoso); Papel 
reciclável 
Casario Embalagem de aerossol; Lixo comum (material não reciclável); 
Papel reciclável; Plásticos e materiais plásticos não 
contaminados (exceto bombonas) 
Jardim Vegetação (podas, capinas, cortes e jardinagem) - não 
contaminada 
Laboratório Alumina ativada (saturada); Produtos químicos de laboratório 
(resíduos líquidos); Vidro não contaminado; Resíduo 
contaminado com óleo e/ou produto químico; Resíduos 
contendo mercúrio (filtros de gás, glicol, amina, sucata metálica 
e outros); Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); 
Produtos químicos sólido vencidos ou gastos 
Obra,reforma e reparo Entulho e material de construção não contaminado; Fibra de 
vidro, Lã de vidro (isolamento térmico) - não contaminada; 
Amianto / asbesto, materiais contendo 
Oficina Embalagem de aerossol; Resíduo contaminado com óleo e/ou 
produto químico; Borracha e materiais de borracha não 
contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas etc); 
Resíduo de flutuadores de riser; Soluções ácidas; Óleos 
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lubrificantes usados; Produtos químicos vencidos ou gastos 
(perigosos); Produtos químicos sólido vencidos ou gastos 
Perfuração Cascalho com fluido base aquosa aderido; Cascalho com fluido 
base não aquosa aderido (N-Parafinas) - Classe I; Cascalho 
com fluido base não aquosa aderido (olefinas); Cascalho 
contaminado com óleo da formação com FBA aderido; 
Cascalho contaminado com óleo da formação com FBNA 
aderido; Cascalho contaminado com óleo da formação com 
FBNA aderido; Efluente de lavagem de tanques de fluidos base 
aquosa; Efluente de lavagem de tanques de fluidos base não 
aquosa (olefinas); Resíduo de cimentação - Água de mistura; 
Resíduo de cimentação - Colchão espaçador ou lavador; 
Resíduo de cimentação - Pasta de cimento; Resíduo de 
cimentação - Água de lavagem da unidade de cimentação; 
Resíduo de Fluido Complementar Base Não Aquosa (N-
PARAFINA); Resíduo de Fluido Complementar Base Não 
Aquosa (OLEFINAS); Resíduo de fluido complementar de base 
aquosa contaminado com óleo de formação; Resíduo de fluido 
complementar de base aquosa contendo cromato; Resíduo de 
fluido complementar de base aquosa; Resíduo de fluido 
complementar de base não aquosa contaminado com óleo de 
formação; Resíduo de fluido complementar de base não 
aquosa; Resíduo de Fluido de acidificação; Resíduo de fluido 
de perfuração de base aquosa contaminado com óleo de 
formação; Resíduo de fluido de perfuração de base aquosa; 
Resíduo oleoso de operações de perfuração, completação, 
workover e avaliação; Sólidos de fundo de tanque de 
perfuração/completação contaminados com óleo da formação; 
Sólidos de fundo de tanque de perfuração/completação; 
Produção Mangotes não contaminados; Mangueiras de incêndio; Sacaria-
produtos químicos não perigosos (vazio); Sacaria-produtos 
químicos perigosos (vazio); Resíduos contaminados com óleo 
e/ou produtos químicos; Borracha e materiais de borracha não 
contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas etc); 
Resíduo de flutuadores de riser; Soluções ácidas; Óleos 
lubrificantes usados; Produtos químicos vencidos ou gastos 
(perigosos); Produtos químicos sólido vencidos ou gastos 
Refeitório/Cozinha Residuos orgânicos (restos de alimentos); Vidro não 
contaminado; Embalagem tetra pack; Latas de alumínio não 
contaminadas; Latas de flandre - serviços de cozinha; Óleo 
vegetal de restaurante; Lixo comum (material não reciclável) 
Sistema de combate a 
incêndio 
LGE vencido 
Tratamento de água ou ar Filtro de agua ou ar usado; Carvão ativado não contaminado 
(eta e outros) 
Tratamento de esgoto Efluente sanitário / esgoto sanitário (classe IIA); Lodo biológico 
da ETDI (não ativado) / Lodo do tratamento de efluentes 
sanitários / Lodo de ETA 
INTERNA 
 
 
 
 
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Unidades marítimas Abrasivo ou escória de jateamento - não contaminada (classe 
IIA); Baterias e pilhas para equipamentos eletrônicos (telefones 
celulares, rádios, câmeras, etc); Borra oleosa; Lâmpadas 
fluorescentes (vapor de mercúrio); Plásticos e materiais 
plásticos não contaminados (exceto bombonas); Embalagem 
metálica contam. prod. quim. ou deriv. petroleo; Embalagem 
plástica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo maior ou igual a 
20L; Sucata eletrônica; Sucata metálica; Embalagem de 
aerosol;Cabos e amarras de atracação (plásticos); Água 
oleosa; Baterias / acumuladores contendo chumbo, cádmio ou 
mercúrio e seus compostos (veiculares, no-breaks); Carepas e 
ferrugens contaminadas (metálica ferrosa); Pneu; Lixo comum 
(material não reciclável); Madeiras não contaminadas - classe 
IIB; Papelão reciclável; Resíduo de bioincrustação; Espuma de 
poliuretano (isolamento térmico) - Não contaminada. 
Unidades terrestres (Bases 
terrestres) 
Água oleosa; Baterias / acumuladores contendo chumbo, 
cádmio ou mercúrio e seus compostos (veiculares, no-breaks); 
Amianto/Asbesto materiais contendo; Baterias e pilhas para 
equipamentos eletrônicos (telefones celulares, rádios, câmeras, 
etc); Borracha e materiais de borracha não contaminados 
(borracha, mangueiras, mangotes, juntas ,etc); Carepas e 
ferrugens contaminadas (metálica ferrosa); Embalagem 
metálica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo; Embalagem 
plástica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo maior ou igual a 
20L; Sucata eletrônica; Entulho e material de construção não 
contaminado; Fibra de vidro; Filtro de agua ou ar usado; Fluido 
hidráulico (aquoso); Lã de vidro (isolamento térmico) - não 
contaminada; Lâmpadas fluorescentes (vapor de mercúrio); 
Latas de alumínio não contaminadas; LGE vencido; gás 
refrigerante; Lixo comum (material não reciclável); Madeiras 
não contaminadas - Classe IIB; Papel reciclável; Papelão 
reciclável; Plásticos e materiais plásticos não contaminados 
(exceto bombonas); Embalagem metálica contam. prod. quim. 
ou deriv. petróleo; Pneu; Produtos químicos sólido vencidos ou 
gastos; Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); 
Resíduo de Carcaça ou Cadáveres de Animais; resíduo de 
esgoto (sanitário e pluvial) ClasseIIA); Residuos contaminados 
com óleo e/ou produtos químicos; Solo contaminado com óleo; 
Sucata metálica; Cabos e amarras de atracação (plásticos); 
Tinta, vernizes e solventes com tinta (borra de tinta); Vegetação 
(podas, capinas, cortes e jardinagem) - não contaminada; Vidro 
não contaminado 
 
3.3.2. Classificação 
 
Os componentes de interesse, as propriedades físico químicas e a classificação dos resíduos 
de acordo com a ABNT NBR 10.004 seguem conforme tabela 04 abaixo: 
 
Tabela 04 - Classificação dos resíduos. 
INTERNA 
 
 
 
 
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RESÍDUO COMPONENTES DE 
INTERESSE 
PROPRIEDADE 
FÍSICO-
QUÍMICA 
CLASSIFICAÇÃO 
ABNT NBR 
10.004 
Abrasivo ou escória de 
jateamento - não 
contaminada (Classe IIA) 
Esferas sintetizadas de 
oxido de ferro 
Sólido IIA - Não Inerte 
Água oleosa Água com hidrocarbonetos Líquido I - Perigoso 
Alumina ativada (saturada) Alumínio e sulfeto Sólido IIA - Não Inerte 
Baterias / acumuladores 
contendo chumbo, cádmio 
ou mercúrio e seus 
compostos (veiculares, no-
breaks) 
Metal (Ag, Pb), plástico, 
óxido de chumbo, ácido 
sulfúrico 
Sólido I - Perigoso 
Borra oleosa Hidrocarbonetos, sólidos Pastoso I - Perigoso 
Carepas e ferrugens 
contaminadas (metálica 
ferrosa) 
Resíduo de tinta e ferrugem Sólido I - Perigoso 
Toner e cartuchos de 
impressora (não perigoso) 
Polipropileno + toner / 
Material plástico e tinta 
Sólido IIA - Não Inerte 
Carvão ativado não 
contaminado (ETA e outros) 
Carvão Sólido IIB - Inerte 
Colete salva vidas Espuma de polietileno Sólido IIA - Não Inerte 
Detectores de fumaça Ferro e amerício Sólido NA - Não se 
aplica 
Embalagem metalica 
contam. prod. quim. ou 
deriv. petróleo 
Ferro Sólido I - Perigoso 
Embalagem plástica 
contam. prod. quim. ou 
deriv. petróleo maior ou 
igual a 20L 
Plástico contaminado Sólido I - Perigoso 
Embalagem tetra pack 75% papel, 20% plástico e 
5% alumínio 
Sólido IIB - Inerte 
Embalagens metálicas 
(vazia) 
Ferro Sólido IIB - Inerte 
Entulho e material de 
construção não 
contaminado 
Tijolo, cerâmica, cimento, 
pedra 
Sólido IIB - Inerte 
Fibra de vidro Lã de vidro e resina Sólido IIB - Inerte 
Filtro de água ou ar usado Fibra de celulose com 
plástico e metal 
Sólido IIA - Não Inerte 
Resíduo de fluido 
complementar de base 
aquosa 
Fluido complementares 
aquosos isentos de óleo 
Líquido IIA - Não Inerte 
INTERNA 
 
 
 
 
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Resíduo de fluido 
complementar de base 
aquosa contaminado com 
óleo de formação 
Fluido complementar de 
base aquosa contaminado 
com óleo de formação 
Líquido I - Perigoso 
Resíduo de fluido 
complementar de base não 
aquosa (olefinas) 
Fluidos complementares 
não aquosos isentos de 
óleo 
Líquido IIA - Não Inerte 
Resíduo de fluido 
complementar de base não 
aquosa contaminado com 
óleo de formação 
Fluido complementar de 
base não aquosa 
contaminado com óleo de 
formação 
Líquido I - Perigoso 
Resíduo de fluido 
complementar de base 
aquosa contendo cromato 
Fluido complementar de 
base aquosa com cromato 
Líquido I - Perigoso 
Fluido de acidificação Solução ácida e gel Líquido I - Perigoso 
Resíduo de cimentação 
(Pasta de cimento, água de 
mistura, água de lavagem 
da unidade de cimentação, 
colchão espaçador ou 
lavador) 
Água e aditivos de 
cimentação 
Líquido IIA - Não Inerte 
Resíduo e fluido de 
perfuração de base aquosa 
Base água Líquido IIA - Não Inerte 
Resíduo de fluido de 
perfuração de base aquosa 
contaminado com óleo de 
formação 
Base água e óleo Líquido I - Perigoso 
Resíduo de fluido de 
perfuração de base não 
aquosa (olefinas) 
Fluído de perfuração não 
aquoso, isentos de óleo de 
formação 
Líquido IIA - Não Inerte 
Resíduo de fluido de 
perfuração de base não 
aquosa contaminado com 
óleo de formação 
Fluido de perfuração não 
aquoso, com óleo de 
formação 
Liquido I - Perigoso 
Cascalho com fluido aquoso 
aderido 
Sólidos da formação de 
granulometria diversas, 
com FPBA 
Sólido IIA - Não Inerte 
Cascalho com fluido base 
não aquosa aderido (N-
Parafinas) 
Sólidos da formação de 
granulometria diversas, 
com FPBNA 
Sólido I - Perigoso 
Cascalho contaminado com 
óleo da formação com FBA 
aderido 
Sólidos de formação de 
granulometria diversas 
Sólido I - Perigoso 
Cascalho contaminado com 
óleo da formação com 
FBNA aderido 
Sólidos de formação de 
granulometria diversas 
Sólido I - Perigoso 
INTERNA 
 
 
 
 
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Resíduo oleoso de 
operações de perfuração, 
completação, workover e 
avaliação 
Mais de 50% de óleo Líquido I - Perigoso 
Efluente de lavagem de 
tanques de fluidos base 
aquosa 
Água de lavagem de 
tanques de fluidos aquoso 
de perfuração 
Líquido IIA - Não Inerte 
Efluente de lavagem de 
tanques de fluidos base não 
aquosa (olefinas) 
Água de lavagem de 
tanques de fluidos não 
aquoso de perfuração 
Líquido IIA - Não Inerte 
Fluido hidráulico (aquoso) Etilenoglicol, Triazina, 
Dietanolamina 
Líquido I - Perigoso 
Material isolante Poliestireno, porcelana, 
borracha 
Sólido IIB - Inerte 
Lã de vidro (isolamento 
térmico) - não contaminada 
Fios de vidro Sólido IIB - Inerte 
Lâmpadas fluorescentes 
(vapor de mercúrio) 
Vidro e metal Sólido I - Perigoso 
Lâmpadas incandescentes Vidro e metal Sólido IIA - Não Inerte 
Lâmpada (led) Semicondutores Sólido IIA - Não Inerte 
Latas de alumínio não 
contaminadas 
Alumínio Sólido IIB - Inerte 
Latas de flandre - serviços 
de cozinha 
Flandre (ferro/estanho) Sólido IIB - Inerte 
LGE vencido Composto de teonsoativos, 
fluorados, hidrocarbonos e 
solventes 
Líquido IIA - Não Inerte 
Lixo comum (material não 
reciclável) 
Lixo urbano Sólido IIA - Não Inerte 
Lodo biológico da etdi (não 
ativado) / Lodo do 
tratamento de efluentes 
sanitários / Lodo de ETA 
Matéria orgânica Líquido IIA - Não Inerte 
Madeiras não contaminadas 
- Classe IIB 
Fibra de celulose e lignina Sólido IIB - Inerte 
Mangotes não 
contaminados 
Polipropileno, poliester, 
metais 
Sólido IIB - Inerte 
Mangueira de incêndio Borracha sintética Sólido IIB - Inerte 
Monoetilenoglicol 
contaminado com 
hidrocarbonetos 
Monoetilenoglicol 
contaminado com 
hidrocarbonetos 
Líquido I - Perigoso 
Óleo vegetal de restaurante Óleo de cozinha usado Líquido IIA - Não Inerte 
Óleos lubrificantes usados Hidrocarbonetos e aditivos Líquido I - Perigoso 
Papel reciclável Fibra de celulose Sólido IIB - Inerte 
INTERNA 
 
 
 
 
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Papelão reciclável Fibra de celulose Sólido IIA - Não Inerte 
Baterias e pilhas para 
equipamentos eletrônicos 
(telefones celulares, rádios, 
câmeras, etc) 
Carvão, cádmio, lítio Sólido I - Perigoso 
Plásticos e materiais 
plásticos não contaminados 
(exceto bombonas) 
Polietileno, polipropileno Sólido IIB - Inerte 
Pneu Polipropileno, poliester, 
metais 
Sólido IIB - Inerte 
Produtos químicos vencidos 
ou gastos (perigosos) 
Produtos químicos diversos Líquido I - Perigoso 
Produtos químicos sólido 
vencidos ou gastos 
Produtos químicos diversos Sólido I - Perigoso 
Amianto / asbesto, materiais 
contendo 
Amianto Sólido I - Perigoso 
Residuos orgânicos (restos 
de alimentos) - Descartados 
no mar 
Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte 
Residuos orgânicos (restos 
de alimentos) 
Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte 
Resíduo de bioincrustação Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte 
Borracha e materiais de 
borracha não contaminados 
(borracha, mangueiras, 
mangotes, juntas etc) 
Material polimérico Sólido IIA - Não Inerte 
Resíduo de caixa de 
gordura 
Restos de gordura 
proveniente da preparação 
de alimentos 
Pastoso IIA - Não Inerte 
Carcaças e outros resíduos 
de animais mortos 
Carcaça ou cadáveres de 
animais 
Sólido Classe I 
Efluente sanitário / esgoto 
sanitário (Classe IIA) 
Material orgânico Pastoso IIA - Não Inerte 
Resíduo de flutuadores de 
riser 
Resina epoxi e microesfera 
de silicato 
Sólido IIA - Não Inerte 
Vegetação (podas, capinas, 
cortes e jardinagem) - não 
contaminada 
Matéria vegetale solo Sólido IIA - Não Inerte 
Produtos químicos de 
laboratório (resíduos 
líquidos) 
Produtos químicos diversos Líquido I - Perigoso 
Residuos contaminados 
com óleo e/ou produtos 
químicos 
Trapos, estopas, cordas, 
graxa/óleo 
Sólido I - Perigoso 
INTERNA 
 
 
 
 
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Resíduos contendo mercúrio 
(filtros de gas, glicol, amina, 
sucata metálica e outros) 
Mercúrio e solventes Sólido I - Perigoso 
Resíduos serviço de saúde - 
RSS (farmacêuticos) 
Químicos diversos Sólido / líquido I - Perigoso 
Residuos serviço de saude - 
RSS (infectantes e/ou 
perfuro-cortante) 
Perfurocortante e/ou 
biológicos 
Sólido I - Perigoso 
Sacaria-produtos químicos 
não perigosos(vazio) 
Polietileno e polipropileno Sólido IIB - Inerte 
Sacaria-produtos químicos 
perigosos(vazio) 
Polietileno e polipropileno Sólido I - Perigoso 
Silica gel não contaminada Sílica + sulfetos Sólido IIA - Não Inerte 
Sinalizadores 
pirotecnicos(fumigeno, facho 
manual) 
Nitratos de bário, estrôncio, 
magnésio, alumínio em pó 
Sólido I - Perigoso 
Solo contaminado 
(areia/terra contaminada) 
90% areia, 10% óleo Sólido I - Perigoso 
Soluções ácidas Eletrólito Líquido I - Perigoso 
Sucata eletrônica Material elétrico/eletrônico Sólido IIB - Inerte 
Sucata metálica Metais ferrosos e não 
ferrosos 
Sólido IIB - Inerte 
Cabos e amarras de 
atracação (plásticos) 
Polipropileno/nylon Sólido IIA - Não Inerte 
Tinta, vernizes e solventes 
com tinta (borra de tinta) 
Resinas fenólicas, 
solventes 
Líquido I - Perigoso 
Tubos descontaminados 
(NORM) 
Metal Sólido IIB - Inerte 
Vidro não contaminado Vidro Sólido IIB - Inerte 
 
3.3.3. Quantificação 
A quantificação da geração dos resíduos podem ser vistas através dos indicadores de resíduos 
no Portal de Gestão. 
 
3.4 Gerenciamento 
3.4.1. Matriz de responsabilidade 
A matriz de responsabilidade encontra-se no item 7.1. ANEXO A. 
3.4.2. Pontos de coleta de resíduos 
Os pontos georreferenciados de coleta de resíduos nas bases terrestres e nas unidades 
marítimas encontram-se no item 7.14. Anexos Q - Pontos de coleta - bases terrestres e 
unidades marítimas. As unidades marítimas contempladas no anexo supracitado e não 
contempladas no item 3.4.10. Empreendimentos tratam-se de unidades marítimas afretadas. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.4.3. Procedimentos operacionais 
Os procedimentos gerais para cada etapa do gerenciamento de resíduos estão descritos nos 
subitens a seguir. Observações específicas são apresentadas nas fichas de resíduos no item 
7.3. Anexo C - Fichas de resíduos, as quais contêm informações quanto à segregação, formas 
de acondicionamento, obtenção dos contentores, identificação, documentação, manuseio, EPIs 
obrigatórios, bem como sobre transporte, os locais de armazenamento temporário na Bacia de 
Campos, entre outras informações. 
 
Os geradores de resíduos deverão garantir que todos os resíduos sejam devidamente 
segregados, acondicionados em contentores identificados e encaminhados para transporte 
portando toda documentação necessária conforme o item 7.2. Anexo B - Matriz de documentos 
obrigatórios por tipo de resíduo, para suportar os riscos normais das etapas subsequentes, 
atendendo as legislações vigentes. Estes procedimentos deverão estar alinhados com as 
Normas Petrobras N-2350 e N-2622 (disponíveis no endereço nortec.petrobras.com.br), além 
das demais legislações vigentes. 
3.4.3.1. Caracterização e classificação 
Os resíduos devem ser previamente caracterizados quanto a sua origem, propriedades físico 
químicas e composição aproximada, sendo classificados pela ABNT NBR 10004 (Classe I - 
Perigosos, Classe IIA - Não Inertes e Classe IIB - Inertes). Estas informações devem ser 
registradas no SCR. 
 
A caracterização prévia deve considerar o histórico e características de geração, devendo ser 
realizada na fase de planejamento da gestão de resíduos, de forma a orientar a segregação na 
origem. 
 
A caracterização deve considerar aspectos de reações espontâneas, geração de chama, 
compatibilidade química, estado físico e emanação espontânea de gases ou vapores tóxicos e 
inflamáveis. 
 
Todos os planos de amostragem e análises para caracterização devem ser realizados 
conforme estabelecem as NBRs 10005, 10006 e 10007 e outras normas específicas da 
legislação vigente. Os testes deverão ser realizados por empresas/laboratórios acreditados 
pelo Inmetro e os laudos assinados pelo responsável técnico devidamente habilitado. 
Quando não for possível a realização de um laudo de caracterização laboratorial, o resíduo 
deve ser classificado de forma conservadora, considerando as precauções de segurança do 
trabalho, higiene industrial e prevenção da poluição. 
 
Quando houver mudança no processo com possibilidade de alterações das características 
físicas, químicas, biológicas do resíduo, ou mudança dos parâmetros normativos, o resíduo 
deverá passar por nova caracterização. 
3.4.3.2. Segregação, coleta e manuseio 
INTERNA 
 
 
 
 
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A segregação do resíduo deve ser iniciada na fonte geradora, evitando a mistura de resíduos 
perigosos e não perigosos e objetivando o reuso, recuperação, reciclagem e aproveitamento 
energético. 
 
A coleta de resíduos deve considerar as boas práticas de operação e atender à legislação 
vigente, de modo a prevenir o risco que os resíduos representam para a saúde humana e o 
meio ambiente e facilitar os processos de armazenamento, tratamento e disposição final. 
 
 
A compatibilidade existente entre os materiais deve ser observada, respeitando o estabelecido 
na ABNT NBR 12.235. 
 
Na Bacia de Campos está implementada a coleta seletiva, obedecendo a padronização de 
cores de acordo com a Conama 275/01, para os resíduos industriais e administrativo conforme 
descrito no item 3.4.6. COLETA SELETIVA. 
 
A freqüência de coleta deve ser dimensionada considerando a geração de resíduos, a fim de 
evitar acumulo, geração de odores, proliferação de vetores, exceder a capacidade de 
armazenamento dos recipientes e a contaminação ambiental. 
 
Nas bases terrestres, a coleta dos resíduos pode ser realizada pelo SMS/LMA/GA-DENGE-
DCORP/CENPES-COMP-TIC, para aqueles resíduos recebidos e destinados pelo mesmo, ou 
pela LOEP/LON (através da emissão, pelo gerador, de uma Requisição de Transporte - RT), 
para os demais resíduos. O recebedor para cada tipologia de resíduo encontra-se identificado 
nas Fichas dos Resíduos conforme item 7.3. Anexos C - Fichas de resíduos. Quando couber 
ao SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, a coleta dos resíduos poderá ser 
realizada através de forma rotineira, para os resíduos comumente gerados e mapeados através 
do plano de coleta, ou via solicitação para a equipe responsável pela gestão do contrato de 
gerenciamento de resíduos do SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, para os 
resíduos gerados esporadicamente. 
Nas bases terrestres, a coleta de água oleosa, oriunda das caixas coletoras, obedece a um 
cronograma pré-definido para a geração de rotina. Para coletas adicionais, o cliente deverá 
solicitar atendimento. 
Para o manuseio dos resíduos deverão ser observadas as características do resíduo e os 
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessário para a realização da atividade. 
 
3.4.3.3. Acondicionamento 
Os resíduos devem ser acondicionados em recipiente (coletores) apropriados para resíduos, 
em bom estado de conservação, resistente ao resíduo que comportam, às condições 
climáticas, à ruptura, vazamentos, puncutura e queda e que garanta segurança aos 
trabalhadores e ao meio ambiente, considerando o tempo de armazenamento e o transporte. 
A escolha da forma de acondicionamento deve considerar as características do resíduo, forma 
de transporte e o tipo de destinação, bem como, a necessidade de facilitar o manuseio, reduzir 
a quantidade de embalagens necessárias, garantir a estanqueidade e o retardo na propagação 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1Ahttps://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
INTERNA 
 
 
 
 
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de incêndio em situações emergenciais. Não se deve acondicionar resíduos em contentores do 
tipo "coração de mãe". 
Deve-se evitar o acondicionamento do resíduo a granel. Quando este tipo de 
acondicionamento for requerido, deve ser empregado somente nos casos em que a emanação 
de vapores tóxicos atender aos limites estabelecidos pela legislação ambiental e ocupacional 
vigente e quando houver garantias de que os resíduos e efluentes líquidos gerados sejam 
adequadamente coletados e tratados. 
 
As embalagens para acondicionamento de resíduos perigosos devem ser certificadas por 
órgão competente, conforme ABNT NBR 11.564. Estes contentores devem ser estanques, 
como tambores do tipo cintado ou containers e recipientes que confiram grau de proteção 
equivalente. 
 
Quando for realizado acondicionamento em tambores, deverá ser utilizado um saco plástico 
com resistência física e química apropriada às características do resíduo, que deve ser 
devidamente fechado e amarrado. Não devendo ultrapassar o limite de 3/4 da capacidade do 
tambor. 
 
Os números de materiais (NM) das principais embalagens e demais insumos para resíduos 
utilizadas no âmbito da Bacia de Campos estão listados na tabela 5 abaixo e no item 7.3. 
Anexos C - Fichas de resíduos. 
Tabela 05 - Insumos 
INSUMOS NM 
Big bag polipropileno capacidade 100 Kg 10.484.689 
Etiqueta autoadesiva 11.100.437 
Marcador esferográfico para metais (cor preta) 10.179.665 
Marcador esferográfico para metais (cor amarela) 10.203.856 
Tambor metálico cor amarela 10.183.953 
Tambor metálico cor amarelo ouro 11.190.265 
Tambor metálico cor laranja 10.184.068 
Tambor metálico cor laranja com bujão 11.098.995 
Tambor metálico cor cinza 10.184.054 
Bombona de resíduos de serviços de saúde 12.152.034 
Saco plástico transparente 10.877.484 
Envelope 10.115.738 
 
Os resíduos gerados em unidades marítimas, deverão ser acondicionados em recipientes 
fechados, resistentes à ruptura, vazamentos, puncutura e queda. O acondicionamento de 
resíduos recicláveis devem ser feitos em big bags,devendo ser respeitado o limite de 2/3 da 
sua capacidade, estando os big bag fechado e este deverá estar acondicionado em contentor. 
O lixo comum deve estar em big bag e este dentro de caçamba. 
INTERNA 
 
 
 
 
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Os contentores e caçambas utilizados no acondicionamento dos resíduos, quando reutilizados, 
deverão ter sua higienização garantida. 
 
Recomenda-se que todos os recipientes e resíduos, quando encaminhados para fora das 
instalações da Petrobras, tenham a logomarca e o nome da empresa removidos ou 
descaracterizados previamente. Caso não seja possível realizar essa remoção ou 
descaracterização prévia, o contrato com terceiros poderá prever cláusula obrigatória que 
assegure essa operação. 
 
Quando não mais em condições de uso, os tambores (não contaminados) deverão ser 
direcionados para o pátio de valorização de resíduos, completamente esvaziados, onde serão 
posteriormente destinados para recondicionamento e/ou reciclagem. 
Para o resíduo de borra oleosa gerado em unidades marítimas, com material radioativo ou não, 
deverá ser utilizado tambor de cor amarelo ouro. 
Quando for constatada previamente a inexistência de material radioativo, poderá ser utilizado o 
tambor de cor laranja, sendo ainda obrigatória a medição posterior do tambor. Caso seja 
verificado posteriormente a classificação de algum nível radiação, CAT I ou CAT II, o resíduo 
deverá obrigatoriamente ser transferido para um tambor amarelo ouro na unidade marítima. É 
obrigatório encaminhar o relatório de medição de tambores (NORM), a declaração do 
expedidor e a ficha de monitoração de carga do veículo marítimo juntamente com o resíduo, 
bem como anexar esses documentos em formato pdf na FCDR (dentro do sistema). 
3.4.3.4. Identificação e sinalização 
Todos os resíduos deverão estar identificados com, no mínimo: tipologia do resíduo, classe 
segundo ABNT NBR 10.004, unidade de origem, número da RT (quando couber) e número da 
FGR. As informações deverão ser identificadas com markey e/ou fixadas com etiqueta 
autoadesiva, conforme item 7.11. Anexo M - Etiquetas de Identificação do Resíduo. 
 
De acordo com a ANBT NBR 16.725, para os resíduos perigosos (Classe I conforme NBR 
10.004), deverá ser disponibilizada a FDSR (Ficha com Dados de Segurança de Resíduos 
Químicos) no local de armazenamento temporário do resíduo, disponível no sistema SCR, e 
para fins de transporte, deverão portar o rótulo de segurança, disponível no sistema SCR, 
fixado no corpo do contentor utilizado para acondicionar o resíduo. 
 
As etiquetas de identificação e os rótulos de risco deverão ser fixados em local visível no 
contentor e protegidos contra intempéries. Devem ser utilizadas apenas canetas markeys para 
o preenchimento das etiquetas autoadesivas, de modo a conservar a informação. 
 
Excepcionalmente, no caso de resíduos em suas embalagens originais, estejam elas com 
restos de produto ou vazias e não limpas, como produtos vencidos, a FISPQ ou FDS e o rótulo 
do produto original podem ser utilizados, desde que os perigos e as informações de segurança, 
saúde e meio ambiente deste resíduo não tenham se alterado, ficando facultativa a elaboração 
de uma FDSR e do rótulo para identificação como resíduo. 
 
A orientação para o Manual de Sinalização da Petrobras através do Portal Petrobras encontra-
INTERNA 
 
 
 
 
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se no item 7.9. Anexo J - Sinalização, neste estão descritos os procedimentos de sinalização 
dos resíduos. 
3.4.3.5. Registro e quantificação 
Todos os resíduos gerados na Bacia de Campos, desembarcados ou descartados no mar, 
devem ser quantificados e registrados no SCR, conforme item 4. REGISTRO. 
Os resíduos devem ter seus volumes estimados ou pesados por guindastes ou em balanças a 
bordo no momento da emissão da FGR, antes do desembarque dos resíduos da plataforma. 
Os resíduos devem ser pesados na área de recebimento/armazenamento temporário, 
utilizando-se balança calibrada e aferida. 
 
Para os resíduos terrestres, o gerador deve estimar as quantidades ou volumes no momento 
da emissão do MTR, porém caso exista a possiblidade de pesagem dos resíduos, a mesma 
deverá ser executada e descrita na FGR. 
 
O valor atribuído no ato do recebimento do resíduo será o peso ou volume final oficial adotado 
pelas unidades da Petrobras. Este peso ou volume será atualizado na FGR. 
Os resíduos devem ser quantificados conforme unidade de medida prevista no SCR. Existem 
diferentes formas de quantificação para cada tipo de resíduo: Kg, m³, tonelada, litro ou unidade. 
3.4.3.6. Área de transferência de resíduos a bordo 
A área de transferência de resíduos a bordo deverá estar posicionada em local seguro e que o 
resíduo não venha a constituir riscos à tripulação e visitantes, bem como o ambiente marinho. 
O(s) local(is) devem ser limpos e organizados de forma a permitir a remoção preferencial dos 
resíduos mais antigos. 
 
• Os resíduos dentro dos tambores/recipientes devem estar acondicionados em sacos 
plásticos. 
• Os tambores dos resíduos devem ser colocados sobre paletes ou estrados. 
• Os resíduos devem preferencialmente estar em áreas cobertas, na impossibilidade, 
recomenda-se que os resíduos sejam armazenados em recipientes cobertos ou outro 
sistema que evite ocontato com a água da chuva. 
• Os resíduos perigosos (classe I) devem estar em área contida e é obrigatório a FDSR 
estar disponível. 
3.4.3.7. Movimentação portuária 
A movimentação portuária de resíduos consiste nas operações de carregamento, 
descarregamento, transbordo e envio para armazenamento temporário e destinação final. As 
atividades devem ser realizadas atendendo às Normas e Instruções de segurança vigentes e 
os colaboradores envolvidos deverão portar os EPIs necessários para a tarefa. Os locais de 
desembarque na região 4 são compreendidos pelo Porto Engenheiro Zephyrino Lavenère 
Machado Filho (Porto de Imbetiba) e o Porto do Açu. Quando houver a geração de resíduos de 
INTERNA 
 
 
 
 
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bioincrustação ou resíduos gerados pelas atividades da SUB poderão ser desembarcados nas 
bases portuárias de carregamento e descarregamento de cargas sob gestão da 
SUB/SSUB/ISBM/BCDS. 
 
 
No Porto do Açu, os resíduos são armazenados na área portuária aguardando a pesagem, 
carregamento, emissão documental e envio para empresa gerenciadora/destinadora final. A 
sucata metálica e sucata eletrônica vão para área B3 ou B6 e posteriormente seguem para o 
Patio Valorização. Não será realizado o armazenamento temporário na área portuária dos 
resíduos radioativos, que serão encaminhados para AGR Cabiunas. 
No porto de Imbetiba, os resíduos são transferidos das embarcações de apoio diretamente 
para as carretas, que seguem para uma área de passagem, denominada como cimentada 
(Bloco 321 e Galpão 329), onde é realizado um novo carregamento para o transporte com o 
destino descrito na RT emitida pelo gerador, exceto os resíduos de fluido de cascalho, cuja 
retirada pela empresa destinadora é feita diretamente no porto. 
3.4.3.8. Transporte 
O transporte do resíduo só poderá ser realizado se o seu acondicionamento garantir que não 
haverá vazamento, transbordo, tombamento ou qualquer tipo de dano para a saúde pública, 
segurança do trabalhador e do meio ambiente, bem como o seu contentor seja resistente as 
intempéries, punctura e ruptura. 
 
 
Nenhum resíduo deverá ser transportado de sua unidade de origem sem que esteja 
devidamente identificado e cadastrado no sistema SCR, através da emissão de uma FGR, 
conforme orientação do item 4. REGISTRO. 
 
O transportador deverá ter as licenças e autorizações necessárias para o transporte de 
resíduos, emitidas pelos órgãos competentes. 
 
Toda movimentação de resíduos sólidos no modal terrestre, onde ocorra por rodovias dentro 
do limite do Estado do Rio de Janeiro, deve ser acompanhada, obrigatoriamente, do MTR 
INEA. Quando o sistema do órgão ambiental estadual não estiver operacional, e houver a 
necessidade de transporte e movimentação de resíduos deverá ser emitido MTR provisório 
obedecendo as diretrizes da NOP-35 do INEA. 
 
Quando a movimentação passar por outros estados, deve ser acompanhada, obrigatoriamente 
pelo MTR emitido pelo sistema do órgão ambiental estadual correspondente. Quando não 
houver, deverá ser emitido pelo SINIR. 
 
O resíduo deverá ser acompanhado das seguintes documentações: 
 
Transporte marítimo (Itens obrigatórios): 
- Ficha de Geração de Resíduos (FGR); 
- Requisição de transporte (RT); 
- Ficha de emergência e envelope (para resíduos perigosos); 
- Rótulo de segurança (fixado no contentor do resíduo perigoso); 
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- Relatório de medição de tambor (para resíduos contaminados com NORM); 
- Declaração do Expedidor (para resíduos contaminados com NORM); 
- Ficha de Monitoramento da Carga (para resíduos contaminados com NORM); 
Transporte terrestre 
- Ficha de Geração Resíduos (FGR); 
- Requisição de transporte (RT) (quando transportado pela LOEP); 
- Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR); 
- Nota fiscal (NF); 
- Ficha de emergência e envelope (para resíduos perigosos); 
- Rótulo de segurança (fixado no contentor do resíduo perigoso); 
- Relatório de medição de tambor (para resíduos contaminados com NORM); 
- Declaração do Expedidor (para resíduos contaminados com NORM); 
- Ficha de Monitoramento da Carga (para resíduos contaminados com NORM). 
Obs.: 
1. Quando a movimentação terrestre se dá entre áreas localizadas na mesma base 
Petrobras (de um galpão para outro), somente a FGR se faz necessária. 
2. O Destino da RT deverá ser preenchido conforme o destino do resíduo. 
3. As fichas de emergência estão disponíveis no SCR. 
4. No MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), para os resíduos perigosos, deverão 
constar o número da ONU, classe de risco, grupo de embalagem e a declaração de 
responsabilidade pela expedição ou estas informações podem ser incluídas na NF, que 
passará a substituir as informações supracitadas no MTR. 
5. Quando houver necessidade de transporte entre diferentes estados da federação, 
deverá ser requisitada autorização de todos os órgãos ambientais estaduais e 
municipais envolvidos, quando aplicável. 
6. O contrato de transporte de resíduos deve prever responsáveis pela limpeza e 
descontaminação ambiental de bens materiais decorrentes de acidentes. 
7. O transporte marítimo de resíduos deve ser realizado de acordo com a Lei nº 9.966/00 
e as normas NORMAM 01, NORMAM 07 e MARPOL 73/75, anexo V. 
8. O transporte de resíduos não deve ser feito no mesmo veículo que transporta 
alimentos, pessoas ou animais. 
3.4.3.9. Armazenamento temporário 
Todo local de armazenamento de resíduos, deve ser identificado, sinalizado e protegido, 
evitando a entrada de pessoas não autorizadas, assim como deve também ser projetado, 
construído, operado e mantido de modo a minimizar e controlar a ocorrência de fogo, explosão 
ou de qualquer liberação de contaminantes para água, ar ou solo, conforme as normas da 
ABNT NBR 12.235 e NBR 11.174. 
 
Recomenda-se que os resíduos sejam preferencialmente armazenados em áreas cobertas, na 
impossibilidade, recomenda-se que os resíduos sejam armazenados em recipientes cobertos 
ou outro sistema que evite o contato com a água da chuva. 
 
A área de armazenamento temporária de resíduos deve ser dotada de facilidades fixas ou 
móveis para o combate a incêndio. Também devem ser previstas facilidades de comunicação e 
iluminação, para o caso de possíveis situações de emergência. 
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A área de armazenamento temporária de resíduos deve ser licenciada junto ao órgão 
ambiental competente. 
 
No local de armazenamento temporário de resíduos perigosos em bases terrestres a FDSR 
(Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos) deve estar disponível em meio 
eletrônico e meio físico em local de fácil acesso. 
 
Recomenda-se que nos locais de armazenamento temporário de resíduos perigosos, quando 
tecnicamente possível, devam ser previstos poços de monitoramento para coleta de amostras 
de águas sub-superficiais, para verificação de possível contaminação do lençol freático. 
Deve ser feita a identificação e avaliação dos aspectos, impactos, perigos e consequências das 
áreas de armazenamento temporário de resíduos, e implantados os controles operacionais. 
 
A Bacia de Campos possui 5 áreas para armazenamento temporário de resíduos, sendo 03 
próprias e 02 contratadas. A seguir estão relacionadas as áreas e respectivas classes de 
resíduos armazenados: 
 
1- AGR Cabiúnas: Localizada no terminal de Cabiúnas, sob responsabilidade da gerência 
LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados temporariamente resíduos industriais perigosos 
(classe I), majoritariamente, e algumas tipologias de resíduos não-perigosos (classe II), para 
posterior destinação final, além de armazenamento de Borra Cat I - Etiqueta branca. 
 
2- Pátio de Valorização: Localizada na base de Imboassica, sob responsabilidade da gerência 
LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados temporariamente resíduos industriais destinados 
à alienação, podendo estes ser perigosos (classe I) e não-perigosos (classe II). 
 
3- Marimbondo: Localizada na base de Imboassica, sob responsabilidade da gerência 
LOEP/LON/LLR/OP-RES.São armazenados temporariamente resíduos explosivos, radioativos 
(detetores de fumaça, tubos e equipamentos com NORM) para posterior destinação final, além 
de armazenamento de Borra Cat II - Etiqueta amarela. 
 
4- Área de resíduos da ECOLOGIKA: Localizada em área externa na Rodovia BR-101 COM 
RODOVIA RJ-182, S/Nº - LOTE 03 - ZONA ESPECIAL DE NEGÓCIOS - ZENC - CARAPEBUS 
- RJ, sob gestão da gerência SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC. São 
armazenados temporariamente resíduos recicláveis, perigosos (classe I) e não-perigosos 
(classe II). 
 
5 - Área de resíduos: Localizada na base do Porto do Açu pertencente a empresa BPORT, 
contratada da Petrobras, sob gestão da gerência LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados 
temporariamente resíduos oriundos das plataformas podendo estes ser perigosos (classe I) e 
não-perigosos (classe II). 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
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Além das 5 áreas de Armazenamento temporário descritas, podem haver pontos de coleta de 
resíduos, próprios dos locais de geração, que consiste na guarda temporária dos recipientes 
contendo os resíduos já acondicionados até que sejam efetuadas as coletas internas. Nesses 
casos, a área operacional deve seguir os critérios técnicos de armazenamento aplicáveis, a fim 
de garantir a minimização ou eliminação dos riscos de danos ao meio ambiente e ao ser 
humano. 
Excepcionalmente, produtos químicos armazenados, que se encontrem vencidos ou em não 
conformidade, ou que seja necessário o descarte por algum outro motivo, poderão seguir o 
fluxo de transporte que melhor se adequar ao contrato a ser escolhido para disposição final, 
independente da região. 
3.4.3.10. Destinação 
A indicação do tratamento será determinada pela gerência responsável pela fiscalização dos 
contratos de gerenciamento de resíduos, em acordo com as unidades geradoras, devendo, 
preferencialmente, evitar a disposição de resíduos industriais perigosos em aterro classe I. 
 
A escolha da forma de destinação a ser adotada deve estar tecnicamente subordinada ao 
atendimento à legislação ambiental e às normas técnicas pertinentes e também considerando o 
menor impacto ambiental, dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, com o 
aproveitamento energético do resíduo e redução do uso de energia e água, levando-se em 
conta, inclusive, o cumprimento das metas de disposição de resíduos informadas ao IBAMA 
nos relatórios constantes da NOTA TÉCNICA CGPEG/DILIC/IBAMA Nº 01/11. Devem ser 
considerados: 
• A amostragem, a caracterização e a classificação; 
• Atendimento aos requisitos legais; 
• O escopo da Licença Ambiental em conformidade com a execução do serviço 
contratado; 
• Consulta ao SCR da Petrobras; 
• Se a tecnologia adotada gera algum tipo de resíduo e a sua forma de tratamento e 
disposição final; 
• Acompanhamento das áreas de destinação final 
• Avaliação dos custos e riscos associados ao transporte e tratamento do resíduo. 
 
3.4.4. Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde 
Dispõe dos seguintes procedimentos operacionais: 
• PE-3UBC-03301 Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde das 
unidades marítimas da BC; 
• Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde de Cabiúnas, Imbetiba, 
Imboassica, UTE (Ver item 7.10 - Anexo L). 
 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.4.5. Gerenciamento de Resíduos Radioativos 
Dispõe do seguinte procedimento operacional: 
• PE-1PBR-00244 Identificação e gerenciamento de NORM 
 
3.4.6. Coleta Seletiva 
A coleta seletiva é a denominação para o processo de separação dos resíduos na fonte 
geradora, para que sejam encaminhados aos processos de reciclagem. A separação na fonte 
evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e 
diminuindo os custos do processo. A separação dos resíduos é estabelecida a partir das cores 
padrões para os recipientes de coleta seletiva, conforme descrito na Resolução CONAMA nº 
275, de 19 de junho de 2001. 
 
A gerência SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, é responsável pelo 
gerenciamento dos resíduos recicláveis gerados nas unidades terrestres. Para as unidades 
marítimas que desembarcam pelo Porto do Açu os resíduos recicláveis seguem para 
gerenciadora através do contrato com a Empresa Bport, sob gestão da gerência 
LOEP/LON/LRR/OP-RES. 
3.4.7. Recursos 
Os recursos disponíveis para o gerenciamento dos resíduos seguem conforme figura abaixo: 
Figura 04 - Recursos para o gerenciamento de resíduos 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
INTERNA 
 
 
 
 
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3.4.8. Relatórios 
• Relatório de atividades potencialmente poluidoras 
 
Esse relatório é preenchido anualmente, no período entre o dia 1 de fevereiro até o dia 31 de 
março do ano subsequente à atividade realizada. Os dados são preenchidos no site do Ibama, 
através do relatório da Lei 10.165. 
 
O Relatório é preenchido pelo CNPJ, e a alimentação dos dados desse relatório também 
atendem às IN IBAMA nº 01 e nº 13, às quais tratam, respectivamente, do CNORP e do 
Cadastro dos Resíduos Perigosos pelo gerador. Nesse relatório são apresentadas as 
informações de disposição de resíduos, tais como: código do resíduo, descrição do resíduo, 
quantidade gerada, unidade de medida, classificação conforme ABNT NBR 10004, 
armazenamento, transporte e destino das 19 tipologias de resíduos, conforme define a lista da 
Nota Técnica CGPEC/DILIC/IBAMA Nº 01/11, e seguindo a numeração da definição na IN 
Ibama nº 13. 
• Plano de gerenciamento de resíduos de serviço de saúde 
 
As unidades geradoras de resíduos de serviço da saúde deverão apresentar aos órgãos 
competentes, até o dia 31 de março de cada ano, uma declaração, referente ao ano civil 
anterior, subscrita pelo responsável técnico pelo serviço de saúde e pelo responsável técnico 
pelo PGRSS, acompanhada da respectiva ART, relatando o cumprimento das exigências 
INTERNA 
 
 
 
 
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previstas nesta Resolução. Esta declaração é apresentada através do Inventário do Plano de 
Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde - PGRSS. 
• Projeto de controle da poluição 
 
O Projeto de Controle da Poluição (PCP), como medida mitigadora de impactos identificados, 
causados pelos empreendimentos de petróleo e gás, se caracteriza como um conjunto de 
diretrizes que visa à obtenção de melhores resultados ambientais, provenientes das atividades 
operacionais desenvolvidas, em consonância com a legislação aplicável. As orientações 
constantes do Projeto contribuem no controle, por parte da empresa, dos resíduos gerados, 
assim como na garantia da rastreabilidade dos resíduos desde sua geração até sua disposição 
final. Os relatórios de acompanhamento, elaborados anualmente, permitem a visualização, de 
forma regional, de quantitativos, indicadores e metas do Projeto. 
 
PCP é condicionante dos processos de licenciamento realizados pela coordenação geral de 
petróleo e gás da diretoria de licenciamento ambiental do Ibama (CGPEG/DILIC/IBAMA). 
 
A Nota Técnica CGPEG/DILIC/IBAMA Nº 01/11 estabeleceu a regionalização da costa 
brasileira e as unidades que operam na Bacia de Campos estão inseridas na Região 4. Cada 
região possui uma unidade gestora que fica responsável pela consolidação dos dados 
fornecidos em relatório padronizado por todas as unidades gestoras e recebedoras de resíduos 
e o posterior envio do PCP para o IBAMA, em até 90 dias após o final do período anual de 
análise. O SMS/LMA/GAE&P/AGP é a unidade gestora responsável pela Região 4. 
• Inventário nacional de resíduos sólidos industriais 
 
Este relatório atende às exigências da Resolução CONAMA nº 313/2002e da Portaria MMA nº 
280, sendo sua entrega obrigatória aos órgãos competentes com periodicidade anual, 
conforme definido pela Licença de Operação (LO) e pelo tipo de instalação. 
O relatório é elaborado por meio dos sistemas do INEA e do SINIR, utilizando formulários 
específicos desenvolvidos para coletar informações detalhadas sobre o processo produtivo; a 
quantidade de matérias-primas e insumos utilizados; quantidade de produtos fabricados nos 
últimos 12 meses. 
 
Os resíduos sólidos gerados devem ser classificados conforme a norma ABNT NBR 10.004 e 
registrados com as seguintes informações, por tipo de resíduo: Formas de armazenamento; 
Formas de tratamento dentro da indústria; Formas de tratamento e destinação fora da indústria. 
 
A empresa deve reportar as informações referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de 
dezembro do ano anterior, até o dia 31 de março do ano corrente, por meio do site do SINIR e 
INEA 
• Relatório DMR 
 
A empresa deve reportar, por meio do site do SINIR e/ou junto aos órgãos ambientais 
estaduais, as informações referentes a cada trimestre até o ultimo dia do mês subsequente ao 
trimestre. O relatório deve ser realizado por CNPJ/código de área previamente cadastrado e 
conter obrigatoriamente: Tipo e classificação dos resíduos, conforme estabelecido pela norma 
https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLCA%2FMPL-E%26P%2FMPL-AGP&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A
INTERNA 
 
 
 
 
Página 25 de 40 
NBR 10.004; Quantidade trimestral de resíduos gerados; Destinação final adotada; Dados dos 
responsáveis pela destinação dos resíduos. 
• Relatório quadrimestral condição específica da LO Nº FE009414 
 
Este relatório atende a condicionante específica nº 21 da Licença de Operação da Base de 
Imboassica. A empresa deve apresentar ao INEA, quadrimestralmente, relatório demonstrativo 
mensal sobre a movimentação e estocagem de resíduos do Parque de Tubos - PT 
discriminando e quantificando os resíduos gerados no PT, os encaminhados à AGR-Cabiunas, 
a área externa da empresa Ecologika e os destinados a terceiros acompanhados de Manifestos 
de Transporte de Resíduos. 
3.4.9. Treinamentos 
As ações para capacitação da força de trabalho nos procedimentos de gerenciamento de 
resíduos são realizadas através de treinamento conforme a tabela 6 abaixo: 
Tabela 06 - Treinamentos 
NOME DO 
TREINAMENT
O 
EMENTA RESPONSÁVE
L PELO 
TREINAMENTO 
FREQUÊNCI
A 
PÚBLICO 
ALVO 
OBSERVAÇÃO 
Ferramenta 
SCR 
Curso sobre a utilização 
do Sistema de 
Corporativo de Resíduos 
do E&P 
Administradores 
Corporativo - 
Curso online 
Por demanda Responsável 
pela utilização 
da ferramenta 
- 
Gestão de 
resíduos BC e 
ES 
Apresentar o sistema de 
Gerenciamento de 
Resíduos da Bacia de 
Campos e Espirito 
Santo; Capacitar o 
profissional para a 
identificação dos 
principais pontos críticos 
com base no PGRS; 
Capacitar o profissional 
para o uso aprofundado 
da ferramenta SCR - 
Sistema Corporativo de 
Resíduos do E&P . 
Técnicos da 
Gestão de 
Resíduos - 
Curso online 
A cada 2 anos Ser 
responsável 
por emitir 
FGR nas 
unidades 
marítimas; ou 
ser 
representante 
da Gestão de 
Resíduos; ou 
ser 
responsável 
pela Gestão 
de 
Conformidade 
Legal na 
Unidade 
Marítima ou 
na Operação. 
- 
Padrão PGRS Leitura do padrão Usuário (auto 
leitura do 
padrão) 
A cada 2 anos Ser 
responsável 
por emitir 
FGR nas 
unidades 
marítimas; ou 
ser 
representante 
da Gestão de 
Realizar a auto 
leitura do padrão 
INTERNA 
 
 
 
 
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Resíduos; ou 
ser 
responsável 
pela Gestão 
de 
Conformidade 
Legal na 
Unidade 
Marítima ou 
na Operação 
PEAT Curso Básico 
(empreendimentos 
marítimos em fase de 
instalação e operação) 
(i) Principais impactos 
ambientais da cadeia 
produtiva de petróleo e 
gás; (ii) medidas de 
prevenção, 
monitoramento, 
mitigação e/ou 
compensação exigidas 
pelo Ibama, no âmbito do 
licenciamento ambiental; 
(iii) procedimentos gerais 
de gerenciamento a 
bordo e em terra dos 
resíduos, efluentes e 
emissões atmosféricas; e 
(iv) medidas gerais de 
prevenção e resposta a 
acidentes ambientais, 
conforme a Nota Técnica 
nº 05/2020 
COPROD/CGMAC/DILIC
. 
Curso online 
(assíncrono 
autoinstrucional) 
via SIRH, 
presencial e 
síncrono 
conduzido por 
educador(a) 
ambienta 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Única vez Trabalhadore
s em regime 
offshore 
Destinado a 
trabalhadores que 
não cursaram o 
curso básico, dos 
empreendimentos 
marítimos em fase 
de instalação e 
operação, das 
Unidades de 
Manutenção e 
Segurança (UMSs), 
sondas fixas e das 
embarcações de 
apoio 
Curso Continuado 
(empreendimentos 
marítimos em fase de 
operação) 
(i) Caracterização da 
bacia sedimentar (meio 
físico, biótico e 
socioeconômico); (ii) 
aspectos do sistema de 
Gestão Ambiental 
adotado pela operadora; 
(iii) procedimentos 
específicos de 
gerenciamento dos 
resíduos a bordo e em 
terra dos resíduos, 
efluentes e emissões 
atmosféricas; (iv) as 
medidas específicas de 
prevenção e resposta a 
acidentes ambientais em 
seus postos de trabalho; 
(v) os potenciais conflitos 
com comunidades da 
Anual Destinado a 
trabalhadores dos 
empreendimentos 
marítimos em fase 
de instalação e 
operação, das 
Unidades de 
Manutenção e 
Segurança (UMSs), 
Sondas fixas e das 
embarcações de 
apoio 
INTERNA 
 
 
 
 
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área de influência, em 
especial, com a pesca 
artesanal; (vi) os 
potenciais impactos 
ambientais em áreas 
protegidas, incluídas 
Unidades de 
Conservação, situadas 
na área de influência do 
empreendimento; e (vii) 
resultados dos projetos 
de monitoramento e de 
mitigação de impactos 
exigidos pelo 
licenciamento ambiental, 
atualizados anualmente, 
conforme diretrizes da 
Nota Técnica nº 05/2020- 
Coprod/CGmac/Dilic. 
Curso de 
Descomissionamento 
(instalações marítimas 
em fase 
descomissionamento) 
(i) Legislação, conceito e 
fases do 
descomissionamento; (ii) 
principais impactos e 
medidas da fase de 
descomissionamento; (iii) 
gerenciamento de 
resíduos, efluentes e 
emissões e medidas de 
prevenção a acidentes, 
conforme diretrizes da 
Nota Técnica nº 05/2020-
Coprod/CGmac/Dilic. 
Única vez Destinado a 
trabalhadores de 
instalações 
marítimas na fase 
de 
descomissionament
o 
 
 
 
3.4.10. Empreendimentos 
 
Os empreendimentos seguem descritos na tabela 07 abaixo: 
 
Tabela 07 - Empreendimentos 
 
BASE DE APOIO ÀS 
ATIVIDADES MARÍTIMAS 
ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) 
Base Imbetiba Operação da base de Imbetiba 
incluindo pier e área portuária 
para suprir a infraestrutura 
administrativa e de serviços às 
unidades de exploração e 
produção de petróleo da BC 
22° 23' 8.58" S/41°46' 15.87"W 190500 
Base de Imboassica Atividade de manunteção de 
equipamentos e estocagem de 
produtos e resíduos em apoio 
22°24'32.061"S/41°51'43.541"W 527830 
INTERNA 
 
 
 
 
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às unidades de exploração e 
produção 
Terminal Cabiúnas Área de Gerenciamento de 
Resíduos e Oficina de reparo 
de dutos 
22°16'59.83"S/41°43'4.50"W 6648 
AEROPORTO ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) 
Heliporto São Thomé Transporte aéreo de pessoas 22° 1'45.72"S/41° 4'1.05"W 210000 
ÁREAS DE 
ARMAZENAMENTO 
ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) 
AE 04 C/D / AL13 Áreas utilizadas para o 
armazenamento de materiais, 
equipamentos diversos e 
resíduos provenientes de 
atividades offshore 
22°23'02"S/41°49'25"W 10137,04 
AE 06 22°24'17"S/41°53'16"W 161246,61 
AE 9A/B / AL 17 22°24'06.22"S/41°52'49"W 73726 
AL33 22°24'48"S/41°51'46"W 
 
CAPTAÇÃO DE ÁGUA ATIVIDADES 
DESENVOLVIDA 
COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) 
ECA Severina Captação de água bruta 
superficial do rio Macaé com a 
finalidade de uso consumo 
e/ou higiene humana e 
industrial (torres de 
refrigeração) 
22°17'45.70"S/41°53'29.50"O 400,00UNIDADES MARÍTIMA DE 
PRODUÇÃO 
TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO 
P-09 SS 22°34'25''692S/40°31'39''424W Corvina 
P-18 SS 22°25'42''225S/40°01'42''114W Marlim 
P-19 SS 22°23'33''716S/40°03'17''090W Marlim 
P-20 SS 22°21'32''707S/40°05'20''710W Marlim 
P-25 SS 22°6'34''399S/39°55'0''0W Albacora 
P-31 FPSO 22°7'48''454S/39°57'60''0W Albacora 
P-35 FPSO 22°26'13''326S/40°04'05''380W Marlim 
P-37 FPSO 22°29'06''826S/40°05'45''179W Marlim 
P-43 FPSO 22°33'03''421S/40°15'36''479W Barracuda 
P-47 FPSO 22°20'35''461S/40°11'36''501W Viola 
P-48 FPSO 22°39'49''982S/40°14'24''680W Caratinga 
PCH-1 FIXA 22°25'58''652S/40°28'49''753W Cherne 
PCH-2 FIXA 22°27'57''685S/40°28'07''602W Cherne 
PGP-1 FIXA 22°22'29''206S/40°25'02''838W Garoupa 
PNA-1 FIXA 22°26'19''161S/40°25'28''257W Namorado 
PNA-2 FIXA 22°27'02''680S/40°24'42''352W Namorado 
P-38 FSO 22°33'33''824S/40°07'15''898W Marlim Sul 
P-40 SS 22°32'50''719S/40°04'02''795W Marlim Sul 
P-51 SS 22°38'03''946S/40°05'37''305W Marlim Sul 
P-53 FPSO 22°25'26''457S/39°57'27''604W Marlim 
Leste 
P-56 SS 22°37'26''611S/39°59'22''421W Marlim Sul 
SONDA DE PERFURAÇÃO TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO 
SM-09 SS Variável Variável 
INTERNA 
 
 
 
 
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SM-14 SS Variável Variável 
SM-18 SS Variável Variável 
SM-20 SS Variável Variável 
UNIDADE MANUTENÇÃO E 
SEGURANÇA 
TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO 
UMS SS Variável Variável 
UMS NAVIO Variável Variável 
 
 
 
3.4.11 Contratada 
A contratada deverá obrigatoriamente elaborar seu plano de gerenciamento de resíduos 
(PGRS) em consonância à legislação aplicável. Esse plano deverá ser disponibilizado à 
fiscalização da Petrobras quando solicitado. 
 
Os resíduos inerentes a aquisição de produtos pela contratada para a execução de um serviço 
serão de responsabilidade da contratada (ex.: EPI, recipientes de produtos químicos utilizados, 
latas de tinta, ponteiras de solda, etc.), exceto quando o contrário estiver previsto em cláusula 
contratual. 
No caso da contratada executar serviços que gerem resíduos pertencentes à Petrobras (ex.: 
serviços de manutenção industrial) esses resíduos deverão ser lançados no SCR e tratados 
conforme PGRS-BC. 
3.5. REDUÇÃO DA GERAÇÃO 
Devem ser promovidas boas práticas para a minimização da geração de resíduos e redução da 
periculosidade. 
 
Entre as iniciativas implementadas, destacam-se: logística reversa, reciclagem, coleta seletiva, 
e programas de educação ambiental dos trabalhadores. 
3.5.1. Monitoramento e controle 
O monitoramento do processo de geração, o armazenamento e disposição final dos resíduos é 
realizado através dos registros no sistema SCR. 
 
 
3.5.1.1. Indicadores e metas 
O controle da gestão de resíduos na Bacia de Campos, visando à minimização da geração de 
resíduos sólidos, armazenamento e disposição final e a garantia do atendimento a legislação e 
demais requisitos de SMS é realizado por meio dos seguintes indicadores na tabela 08: 
 
Tabela 08 - Indicadores e metas 
INDICADOR ORIGEM ACOMPANHAMENTO PERIODICIDADE 
INTERNA 
 
 
 
 
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RSPG - Resíduos 
Sólidos Perigosos 
Gerados 
PP-1PBR-00416 Relatório anual análise 
critica de Gestão de 
Resíduos 
Anual 
RSPD - Resíduos 
Sólidos Perigosos 
Destinados para 
rotas não RRR 
RSPA -Resíduos 
Sólidos Perigosos 
Acumulados 
RSNPG - Resíduos 
Sólidos Não 
Perigosos Gerados 
RSNPD - Resíduos 
Sólidos Não 
Perigosos 
Destinados para 
rotas não RRR 
RSNPA - Resíduos 
Sólidos Não 
Perigosos 
Acumulados 
Indicadores de 
geração 
(g/homem.dia) 
PCP/CGPEG/DILIC/IBAMA 
01/11 
Relatório do PCP 
Região 4 
Anual 
Indicadores de 
disposição (%) 
 
Para cada período de quatro anos, conforme NT 01/11 devem ser estabelecidas as metas de 
redução de geração por unidade marítima e por tipo de família de resíduos estabelecidas, e 
metas de disposição final estabelecidas em percentuais para cada tipo de resíduo gerado e 
desembarcado. 
 
Além das metas de redução de geração e de disposição final, são estabelecidos Limites 
admissíveis (LA) para os resíduos perigosos e para os resíduos não perigosos acompanhados 
mensalmente através das reuniões de análise crítica - RAC. 
 
3.6 SEGURANÇA 
 
3.6.1. Ações corretivas e preventivas 
 
As ações corretivas e preventivas objetivam identificar, corrigir e/ou evitar situações de 
gerenciamento incorreto de resíduos, com potencial de causar dano ao meio ambiente, saúde 
ou segurança do trabalhador. 
 
Os desvios são identificados pelas unidades geradoras através de inspeções internas, 
auditorias externas, tais como Conama 306, Anvisa e DZ-56, bem como através da constante 
vigilância dos operadores das unidades recebedoras, que podem abrir registro para o desvio. 
 
INTERNA 
 
 
 
 
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As ocorrências críticas levantadas pelos operadores das unidades recebedoras, 
transportadoras e destinadoras de resíduos, serão registradas, analisadas e tratadas como 
anomalias no sistema SAP, quando em atendimento aos seguintes critérios: 
 
· Desvio referente a resíduos controlados e/ou resíduos que comprometam a Licença de 
Operação das unidades; 
 
- Encaminhar borra oleosa com NORM (categoria I e II), pirotécnicos e resíduos de 
serviços de saúde, para locais não licenciados para recebimento; 
 
- Desembarcar tambores de borra oleosa com NORM sem medição, sem identificação 
ou com classificação errada; 
 
- Desembarcar sinalizadores pirotécnicos ou espoletas finca pinos acondicionado de 
forma incorreta ou junto com a sucata metálica ou outro tipo de resíduo; 
 
- Desembarcar cilindro de gás, com gás residual, junto com sucata metálica; 
 
· Contentores apresentado vazamento; 
· Contentores comprometendo a segurança do recebimento e transporte: 
· Resíduo desembarcado em big bags fora de recipientes de acondicionamento. 
· Desvio identificado em Auditoria Externa (Conama 306); 
 
As ocorrências levantadas pelos operadores das unidades recebedoras, transportadoras e 
destinadoras de resíduos, poderão ser registradas, analisadas e tratadas como anomalias no 
sistema SAP, em comum acordo com a unidade geradora quando em atendimento aos 
seguintes critérios: 
- Desembarcar cilindro de gás, com válvula, junto com sucata metálica; 
- Três ocorrências do mesmo tipo de desvio (registradas pela mesma área recebedora), na 
mesma unidade, no período de um mês; 
- Desembarcar resíduos em contentores fora de especificação. 
3.6.2. Emergências 
 
 
A Central de Atendimento a Emergência - CAE ao receber a comunicação de emergência, 
conforme fluxo citado no item 7.13. Anexo O, repassará imediatamente a informação recebida 
para a Estrutura de Resposta a Emergência - EOR responsável pelo atendimento a 
emergência. 
 
A CAE funciona ininterruptamente e possui relação com todos os nomes, endereços, telefones 
comerciais e residenciais e números de celulares das pessoas e órgãos da Petrobras que 
devem ser informados da emergência. A comunicação inicial é entendida como caráter 
INTERNA 
 
 
 
 
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preliminar e tem o objetivo principal de assegurar o acionamento imediato do Plano de 
Resposta a Emergência e garantir agilidade no início das ações de resposta. 
 
O Plano de Resposta a Emergência, da EOR acionada pela CAE, possui Fluxograma de 
Comunicação a ser seguido em situações de emergência para os órgãos da Petrobras e as 
entidades externas pertinentes, tais como: órgãos ambientais, órgãos reguladores da atividade, 
órgãos policiais e de defesa civil e a comunidade. 
 
A forma da comunicação da emergência está disponível no PRE de cada Unidade. 
Todas as comunicações, caso necessário, deverão seguir o Plano de Comunicação da Crise 
da Petrobras. 
 
O CAE apoiará as unidades da Bacia de Campos em emergências, após ser acionado pelo 
Gestor Central, comunicando os setores responsáveis pela emergência, disponibilizando os 
recursos externos necessários que podem vir de outras Unidades Organizacionais, de 
instituições e empresas da região. As informações

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