Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Apoio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eixo: Gestão Ambiental 
FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL 
Módulo 1 
2023 
 
Página 2 de 46 
 Apoio: 
PALESTRA 01 – José Vicente da Silva 
 
 
Os instrumentos de gestão ambiental são ferramentas empregadas para a formulação e a 
implantação de políticas públicas voltadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos 
naturais. 
Há um conjunto de modelos conceituais de como um determinado problema ambiental pode 
ser resolvido, e os gestores ambientais adotam algum desses instrumentos ou a combinação 
de mais de um deles. 
 
Segundo a PNMA (1981), são instrumentos da política ambiental: 
– Estabelecimento de Padrões de Qualidade Ambiental 
– Zoneamento Ambiental 
– AIA 
– Licenciamento de atividades poluidoras 
– Proteção de territórios 
– Penalização disciplinar ou compensatória 
 
Esses instrumentos se dividem em três tipos 
– Instrumentos de Comando e Controle: se apoiam na regulamentação direta, 
acompanhada de fiscalização e sanção pelo não cumprimento das normas e 
dos padrões estabelecidos 
• AIA, Zoneamento, Autorizações, Padrões Ambientais 
– Instrumentos Econômicos: visam alcançar as metas ambientais por meio de 
incentivos e desincentivos econômicos 
• Taxas, multas, subsídios, pagamento por serviços ambientais 
– Instrumentos de Persuasão: e levam as ações de indivíduos, grupos ou 
empresas a proteger o meio ambiente 
• Informações e Educação Ambiental 
 
Instrumentos da Política Ambiental 
 
Página 3 de 46 
 Apoio: 
Função: Disciplinar as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente – colocar freios às 
condutas 
Importante diferenciar impacto/dano ambiental 
Alteração da qualidade ambiental que resulta da modificação de processos naturais ou 
sociais provocada por ação humana, contempla os aspectos negativos e positivos, tendo 
como mecanismo de manifestação os processos ambientais 
Impacto: previsível, adverso ou benéfico e mitigável/compensável 
Dano: não previsto, prejudicial e gera responsabilidade 
 
A responsabilização pelas condutas e atividades lesivas ao meio ambiente visa gerar 
consequências às pessoas físicas e jurídicas que, por ação ou omissão, violaram regras e 
causaram danos ao meio ambiente ou óbices à sua gestão pública 
– Três esferas: administrativa, penal e civil 
 art. 225, § 3º, que “as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente 
sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, 
independentemente da obrigação de reparar os danos causados 
 
Sanções são cumulativas e não excludentes ou alternativas 
– Penal: multa, restritiva de liberdade ou direitos 
– Civil: reparação do dano 
– Administrativa: sanções previstas no Decreto 6.514/2008 (e outros) 
– art. 225, § 3º, que “as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente 
sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e 
administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados 
 
Art. 78 da LEI N. 5.172/1966 (Código Tributário Nacional) 
Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou 
disciplinando direito, interêsse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em 
razão de intêresse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à 
disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de 
concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à 
propriedade e aos direitos individuais ou coletivo. 
 
 
Página 4 de 46 
 Apoio: 
Abrange os mais diferentes setores da sociedade, tais como, segurança, cultos, indústria, 
comércio, costumes, moral, saúde, meio ambiente, propriedade, patrimônio artístico e 
cultural, defesa do consumidor 
Polícia Administrativa, de Segurança e Judiciária 
 Atos Normativos 
 Estabelece normas gerais e abstratas, disciplinando a lei 
 Atos Administrativos (concretos) 
 Licenças, autorizações, fiscalização, sanções, punições 
 
O poder de polícia age por ordens e proibições, sobressaindo as normas limitadoras e 
sancionadoras, ou pela ordem de polícia, pelo consentimento de polícia, pela fiscalização de 
polícia e pela sanção de polícia (MEIRELLES, 1987). Assim, tal poder, na área ambiental, é 
exercido mais comumente por meio das ações de fiscalização, com medidas preventivas, de 
monitoramento, de inspeção, de advertência, punitivas, corretivas, entre outras. 
 
Discricionariedade, autoexecutoriedade e coercibilidade 
 Discricionariedade no exercício do poder de polícia significa que a Administração 
dispõe de certa liberdade de atuação, podendo valorar a oportunidade e conveniência da 
prática do ato e da graduação das sanções aplicáveis, bem como estabelecer o motivo e o 
objeto, respeitados os limites legais 
 Autoexecutoriedade implica dizer que a Administração Pública possui a prerrogativa 
de decidir e executar sua decisão por seus próprios meios, sem necessidade de intervenção 
judicial 
 Coercibilidade caracteriza-se pela imposição coativa das medidas adotadas pela 
Administração, que, diante de eventuais resistências dos administrados, pode se valer, 
inclusive, da força pública para garantir o seu cumprimento. Significa, pois, que todo ato de 
polícia administrativa é imperativo, ou seja, de observância obrigatória pelo particular. 
 
Constituição Federal de 1988 
Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso 
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à 
coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. 
 
 
 
Página 5 de 46 
 Apoio: 
Constituição Federal de 1988 
Art. 23, que é competência comum de todos os entes federativos: proteger os documentos, 
as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens 
naturais notáveis e os sítios arqueológicos; proteger o meio ambiente e combater a 
poluição em qualquer de suas formas; e preservar as florestas, a fauna e a flora 
 
Lei Complementar nº 140 de 2011 
– Regulamenta o art. 23 da CF88, buscando o federalismo cooperativo 
ambiental – esforço conjunto 
Art. 6º As ações de cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
deverão ser desenvolvidas de modo a atingir os objetivos previstos no art. 3º e a garantir o 
desenvolvimento sustentável, harmonizando e integrando todas as políticas 
governamentais. 
Art 7º, 8º e 9º definem as competências de cada esfera 
Art 15 define a ação supletiva 
Art 17 define a ação concorrente 
 
Lei nº 9.605 de 1998 
– Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e 
atividades lesivas ao meio ambiente 
Art. 2º Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei, 
incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade 
Art 6º define a dosimetria 
Arts 7º a 13 definem as formas das penas restritivas de direito 
Art 70 confere a competência para instaurar procedimentos 
Art 72 define as sanções administrativas 
 
Decreto nº 6.514 de 2008 
– Dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, 
estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações 
Art. 2º Considera-se infração administrativa ambiental, toda ação ou omissão que viole as 
regras jurídicas de uso, gozo, promoção, proteção e recuperação do meio ambiente 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm
 
Página 6 de 46 
 Apoio: 
Art. 3. As infrações administrativas são punidas com as seguintes sanções: 
I - advertência; 
II - multa simples; 
III - multa diária; 
IV - apreensão dos animais, produtos e subprodutos da biodiversidade,inclusive fauna e 
flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na 
infração; 
 
Art. 3. As infrações administrativas são punidas com as seguintes sanções: 
V - destruição ou inutilização do produto; 
VI - suspensão de venda e fabricação do produto; 
VII - embargo de obra ou atividade e suas respectivas áreas; 
VIII - demolição de obra; 
IX - suspensão parcial ou total das atividades; e 
X - restritiva de direitos. 
Advertência – menor potencial lesivo (até R$ 1.000,00) 
Multa diária – quando a infração se prolongar no tempo 
 
Art. 101. Constatada a infração ambiental, o agente autuante, no uso do seu poder de 
polícia, poderá adotar as seguintes medidas administrativas: 
I - apreensão; 
II - embargo de obra ou atividade e suas respectivas áreas; 
III - suspensão de venda ou fabricação de produto; 
IV - suspensão parcial ou total de a7vidades; 
V - destruição ou inutilização dos produtos, subprodutos e instrumentos da infração; e 
VI – demolição. 
 
Art. 111. Os produtos, inclusive madeiras, subprodutos e instrumentos utilizados na prática 
da infração poderão ser destruídos ou inutilizados quando: 
 
Página 7 de 46 
 Apoio: 
I - a medida for necessária para evitar o seu uso e aproveitamento indevidos nas situações 
em que o transporte e a guarda forem inviáveis em face das circunstâncias; ou 
II - possam expor o meio ambiente a riscos significativos ou comprometer a segurança da 
população e dos agentes públicos envolvidos na fiscalização 
 
O entendimento mais atual entende que a responsabilidade em matéria ambiental é 
SUBJETIVA, ou seja, deve haver comprovação mínima de dolo e/ou culpa para a ocorrência 
da infração (OJN 53 de 2020) 
Excludentes de responsabilidade 
(ato de terceiro, caso fortuito ou força maior) 
 
Princípio de Bis in Idem 
O princípio de vedação ao bis in idem parte do pressuposto de que ninguém pode ser punido 
mais de uma vez pela mesma infração. 
Múltipla Subsunção versus Consunção (absorção) 
 Versa sobre a possibilidade de subsunção de um fato ambiental a mais de um tipo 
infracional administrativo ambiental, e de fatos sequenciais a seus respectivos tipos sem 
consunção 
 
Princípio de Bis in Idem 
Em respeito ao princípio da ISONOMIA deve ser lavrado um auto de infração por ilícito 
apurado e que tenha tipificação própria 
Os ilícitos são independentes? 
Há a possibilidade de gerar dano sem descumprir determinada condicionante? 
Da mesma forma, há a possibilidade de descumprir condicionantes sem gerar o dano 
ambiental em questão? 
 
 
 
 
 
 
Página 8 de 46 
 Apoio: 
 
 
JOSÉ VICENTE DA SILVA 
E-mail: jose-vicente.silva@ibama.gov.br 
Tel: (61) 9.8151-9095 
 
 
NÚCELO DE BIODIVERSIDADE DO IBAMA/ES. 
E-mail: ditec.es@ibama.gov.br 
 
 
DENÚNCIAS IBAMA 
Fala.BR 
falabr.cgu.gov.br 
mailto:jose-vicente.silva@ibama.gov.br
 
Página 9 de 46 
 Apoio: 
 PALESTRA 02 – Jacques Passamani 
 
 
 
A responsabilização administrativa é organizada em um macroprocesso composto por quatro 
etapas: detecção da infração; autuação da infração; julgamento da infração; e execução 
das sanções. As duas primeiras etapas compõem o processo de fiscalização ambiental, e as 
duas últimas o processo de apuração de infração ambiental ou processo sancionador 
ambiental 
 
 
 
 
Para as etapas deve ser avaliado 
Equipe envolvida, orçamento para execução da ação, equipamentos necessários a Fiscalização, 
documentação de apoio, data prevista para ação, sigilo, estratégia de abordagem, meta 
esperada, resultado. 
INVESTIGAÇÃO AMBIENTAL: métodos que analisa resultado de observações e que está 
intimamente relacionado ao monitoramento, sendo responsável pela geração de relatório 
indicando a irregularidade observada no monitoramento. 
MONITORAMENTO AMBIENTAL: coleta de informações continuas, visando acompanhar 
alterações ambientais geradas por fatores antrópicos ou eventos naturais. 
Ex: Monitoramento por satélite, de criadores de fauna, de efluentes, de 
importação/exportação, de produto químico perigoso 
INTELIGÊNCIA AMBIENTAL: Ramo da fiscalização ambiental que atua na prevenção, 
obstrução, identificação e neutralização das infrações ambientais, apoiando a investigação 
ambiental. 
ANÁLISE AMBIENTAL: Conjunto de ações que são realizadas na detecção e uma infração 
ambiental 
 
FUNDAMENTOS DE FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL 
Macroprocesso de Responsabilização Administrativa Ambiental 
Monitoramento
Investigação
Inteligência
Analise Ambiental
Denúncia
Detecção da 
Infração
Planejamento
Operação
Autuação
Apreensão
Embargo
Abertura de processo
Autuação da 
Infração
Conciliação
Conversão de multa
Defesa
Interlocutória
Instrução
Julgamento
Julgamento da 
Infração
Pagamento multa
Destinação bens
Cumprimento 
Embargo
Reparação dano
Execução da 
Sanção
 
Página 10 de 46 
 Apoio: 
 
TIPOS DE AÇÕES FISCALIZATÓRIAS 
• Programada: Obtida após vencidas as etapas anteriores 
• Denúncia: atendimento a denúncia formal (FalaBR) 
• Emergencial: Em situação emergencial declarada pelo poder público ou prevista em 
legislação de emergência ambiental 
• De ordem: Com determinação de chefia 
• Judicial: Determinação judicial ou MP 
• Supletiva e Subsidiária: art. 15 e 16 da LC 140/2011 
 
 
Marco legal da Fiscalização Ambiental: Com a criação do IBAMA em 1989, percebeu-se que a 
Marco legal da Fiscalização Ambiental: Com a criação do IBAMA em 1989, percebeu-se que 
a normatização da autarquia, em muitos casos, se pautava em normas infralegais, que 
acabavam sucumbindo no judiciário, fator que motivou o estabelecimento de um novo 
marco legal para disciplinar a responsabilização administrativa ante as atividades lesivas ao 
meio ambiente. Que se pautou em: 
CF 1988: N o art 23 estabelece competência comum de proteção ao MA aos entes 
federativos. Art 225 §3º que prevê sanções as condutas lesivas ao MA e obrigação de reparar 
o dano. 
LC 140/2011: Art 7º, 8º e 9º competência dos entes federativos. Art 15 e 16 prevê ações 
supletivas e subsidiárias Art 17 § 1º, 2º e 3º fiscalização concorrente. 
Lei 6938/81 – Politica Nacional de Meio Ambiente 
Lei 9605/98 – Lei de crimes ambientais (instrumento mais efetivo de responsabilização 
ambiental) 
Decreto 6514/08 – Regulamentação administrativa da LCA 
Lei 13123/2015 – Disciplina o uso de patrimônio Genético 
Dec 8772/2015 – Regulamenta Lei de patrimônio Genético 
Lei 7802/1989 – Disciplina o uso de agrotóxicos 
Dec 4074/2002 – Regulamenta Lei agrotóxicos 
Lei 9966/2000 – Controle e fiscalização da poluição 
Decreto 4136/2002 – Regulamenta Lei da Poluição 
 
Estrutura e Funcionamento da Fiscalização Ambiental 
 
Página 11 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estrutura da Fiscalização Ambiental do IBAMA 
DIPRO
CGFISCOAER
SAOP
COINT
NPPI NPPI CONOF COFIS
CGEMA
CPrev COATE
PREVFOGO
DAL
DMC
DPEA
DIPRO – Divisão de Proteção Ambiental
COAER – Coord. De Operações Aéreas
COINT – Coord. De Inteligência
CGFIS – Coord. Geral de Fiscalização
CGEMA – Coord. Geral de Emergências Ambientais
PREVFOGO – Coord. Nac. prevenção e combate a incêndios Florestais
NOIN 
Estrutura da Superintendência do IBAMA-ES 
SUPERINTENDÊNCIA
DITEC (Divisão Técnica) DIAF (Divisão Adm) ASSJUR
N
U
B
IO
N
Q
A
N
U
FIS
N
EF
N
LA
N
U
FIN
N
U
A
P
NUBIO – Núcleo de Biodiversidade
NQA – Núcleo de Qualidade
NUFIS – Núcleo de Fiscalização
NEF – Núcleo de Emergência e Incêndio Florestal
NLA – Núcleo de Licenciamento
NUFIN – Núcleo de Finanças
NUAP – Núcleo de Apoio
 
Página 12 de 46 
 Apoio: 
 
 
COMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA: são as especificas do campo de atuação político-
administrativa do ente federado. São as tarefas executadas por cada ente. 
Competência exclusiva: aquela a cargo da União e de relevante valor ao Estado e não pode 
ser delegada. Ex: manter relações com Estados estrangeiros, declarar guerra e emitir moedaCompetência comum: aquela que todos os entes federativos (União, Estados e Municípios) 
podem exercer, com maior interesse coletivo nacional, e possui interesse público. É 
disciplinada por lei complementar. 
COMPETÊNCIA LEGISLATIVA: são as atribuições para estabelecer normas. 
Competência privativa: atribuição legislativa exclusiva de determinado ente. Pode ser 
transferida ao todo ou parte. 
Competência concorrente: aquela que é compartilhada por mais de um ente. 
Competência supletiva: aquela que é exercida por outro ente, quando o detentor não possui 
normas editadas. 
Competência residual: Cabe aos Estados todas as competências que não forem da União, dos 
Municípios e comuns. 
 
 
Portaria Ibama nº 24, de 2016 
instrumento que disciplina a atuação dos servidores da fiscalização. Disciplina os seguintes 
aspectos: pressupostos, diretrizes, designação, atribuições dos agentes, ética, planejamento, 
procedimentos operacionais, atividade de inteligência, grupos especializados, uso da força, 
porte de arma, uniforme, documentos de fiscalização, infraestrutura, comunicação, honrarias. 
 
 
PNAPA (Plano Nac. Anual de Prot. Amb.): Elaborado todo fim de ano para próximo exercício. 
Visa estabelecer estratégias de fiscalização e organizar ações de combate a ilícitos ambientais. 
LOGÍSTICA: Conjunto de estruturas, serviços e recursos financeiros, para a realização da 
fiscalização ambiental. 
Estrutura: veículo, embarcação, helicóptero, drone, GPS, máquina fotográfica, paquímetro, 
armamento e colete balístico e sistemas informatizados (SICAFI e AI-E), entre outros 
Regulamento interno de fiscalização - RIF 
PLANEJAMENTO 
COMPETÊNCIAS CONSTITUCIONAIS DA FISCALIZAÇÃO 
 
Página 13 de 46 
 Apoio: 
Serviços: Contratados (aeronaves, imagens satélite, passagens aéreas e outros) 
Recursos Financeiros: Orçamento da União (2020 – 76 milhões) 
 
PLANEJAMENTO: Deve responder sempre perguntas básicas 
O que fazer? Quando fazer? Como fazer? Quem vai fazer? e Qual sequência fazer? 
Ação fiscalizatória: Ato de fiscalizar possíveis condutas infracionais ao meio ambiente. 
Operação de fiscalização: Compreende a execução de forma ordenada das operações 
planejadas, com as ações fiscalizatórias e técnicas previstas para sua execução. 
Ordem de fiscalização: Documento emitido em sistema próprio que vincula os fiscais as 
operações de fiscalização e serve para iniciar a apuração de infrações. 
Análise de risco: procedimento que identifica, quantifica, analisa e qualifica ameaças e 
vulnerabilidades as ações fiscalizatórias. 
Visa estabelecer medidas para mitigar e controlar os riscos, com base em restringir acesso de 
não interessados (mesmo que sejam colegas), para evitar a perda de segurança das 
informações. 
 
 
• Notificação 
• Auto de Infração, 
• Termo de embargo, 
• Termo de apreensão, 
• Termo de depósito, 
• Termo de suspensão, 
• Termo de interdição, 
• Termo de demolição, 
• Termo de entrega de animais silvestres, 
• Termo de soltura 
• Relatório de fiscalização. 
 
 
A conduta do agente de fiscalização representa sua instituição para sociedade e gera grande 
responsabilidade, devendo ter ciência do grau de risco e deve observar 
• Sua obrigação de agir para impedir condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. 
PLANEJAMENTO OPERACIONAL 
FORMULÁRIOS DE AUTUAÇÃO 
POSTURA DO AGENTE DE FISCALIZAÇÃO 
 
Página 14 de 46 
 Apoio: 
• A coleta de provas de autoria e materialidade dos fatos é indispensável para subsidiar 
a instrução processual 
• Adoção de medidas para cessar a infração ambiental em curso, são obrigação do 
agente que lideração a ação fiscalizatória 
• Não realizar ação fiscalizatória sozinho, a montagem de equipe, com pelo menos 2 
pessoas e indispensável 
• A presença do segundo membro na equipe é crucial para a segurança de ambos, 
cabendo a este observar os quesitos de segurança, quando em ações sem o BPMA. 
• O Agente de Fiscalização é responsável pela condução das ações durante a 
abordagem. O agente deve manter a calma, ser educado, não ser subserviente, se 
qualificar. 
• Muito cuidado ao adentrar uma propriedade privada, sempre peça autorização de 
ingresso. O poder de polícia administrativa, em tese, garante ingresso em local com 
infração observada, mas seus limites são frágeis 
• Se a fiscalização for integrada com outras instituições, observe o planejamento 
elaborado e respeite a coordenação da ação. Caso haja divergência, não deixe o 
investigado perceber tal situação. 
• Observe a sua área de Atuação. Se sair de sua jurisdição, pode estar cometendo 
irregularidade passível de punição. 
• Mantenha-se em estado de alerta e atenção, avaliando constantemente o ambiente, 
em busca de perigos e riscos 
• Caso existam agentes armados, estes devem sempre observar a segurança da equipe. 
Devendo estes tomar a frente na primeira abordagem junto aos possíveis infratores. 
• Definição calara de papeis antes da abordagem fiscalizatória 
 
ABORDAGEM 
a. Abordar as pessoas de forma educada e formal, quando em ação de fiscalização 
b. Abster-se de aceitar favorecimentos que impliquem no recebimento de benefícios 
para hospedagem, transporte, alimentação, bem como presentes e brindes de 
qualquer espécie, sob qualquer pretexto 
c. Abster-se do consumo de bebidas alcoólicas durante o serviço, bem como de 
trabalhar alcoolizado 
d. Manter a discrição e portar-se de forma compatível com a moralidade e bons 
costumes. 
 
• Uso do Uniforme 
• Cautela e boa prática na condução de Viaturas 
• Comportamento adequado na abordagem do fiscalizado 
• Não adotar postura exibicionista, ser discreto. 
RECOMENDÁVEL PARA O AGENTE DE FISCALIZAÇÃO 
 
Página 15 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FISCALIZAÇÃO DE 
FAUNA 
 
Página 16 de 46 
 Apoio: 
 
 
Fauna Silvestre Nativa: espécie que possui todo ou parte do seu ciclo de vida 
original, ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro ou águas jurisdicionais 
brasileiras.(art. 29 §3º 9605/98) 
Fauna Silvestre Exótica: conjunto de espécies cuja distribuição geográfica original 
não inclui o território brasileiro e suas águas jurisdicionais, ainda que introduzidas, 
pelo homem ou espontaneamente, em ambiente natural, inclusive as espécies 
asselvajadas e excetuadas as migratórias (IN IBAMA 07/15 e Port. IBAMA 93/98) 
Fauna Doméstica: Todos animais que através de processos tradicionais e sistematizados de manejo 
e/ou melhoramento zootécnico tornaram-se domésticas, apresentando características biológicas e 
comportamentais em estreita dependência do homem, podendo apresentar fenótipo variável, 
diferente da espécie silvestre que os originou. Port. IBAMA 93/98 
 
 
 
 
FILO CLASSE EXEMPLO ORDENAMENTO
Porifera -- esponjas FAUNA
Cnidaria -- corais e águas-vivas FAUNA
Platyhelminthes -- tênia e planária FAUNA
Nematoda -- lombrigas e vermes FAUNA
Annelidae -- minhoca, minhocoçu FAUNA
Mollusca Aquático polvo, lula, mexilhão PESCA
Mollusca Terrestre caracol, lesma FAUNA
FISCALIZAÇÃO DE FAUNA x PESCA 
 
Página 17 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
FILO CLASSE EXEMPLO ORDENAMENTO
Artropoda Crustacea caranguejo, Siri 
Camarão, lagosta
PESCA
Artropoda Insecta abelha, borboleta, 
besouro, vespa
FAUNA
Artropoda Arachnida aranha e escorpião FAUNA
Artropoda Diplopoda piolho-de-cobra FAUNA
Artropoda Chilopoda lacraia FAUNA
Echinodermata -- ouriço e estrela-do-
mar
FAUNA
CLASSE EXEMPLO ORDENAMENTO
Chordata Piscies peixes PESCA
Chordata Amphibia sapo, rã, perereca, 
cobra-cega, 
salamandra
FAUNA
Chordata Reptilia jacaré, tartaruga, 
cobra, lagarto
FAUNA
Chordata Aves pássaro, arara, 
gavião, jacu
FAUNA
Chordata Mammalia Gambá, Cachorro, 
Gato, sagui 
FAUNA
 
Página 18 de 46 
 Apoio: 
 
 
Decreto 6514/2008 
1 – Matar, perseguir, caçar, apanhar, coletar, utilizar (art 24) 
2 – Introduzir espécie fora de seu habitat (art 25) 
3 – Exportar pele deanfíbios e répteis (art 26) 
4 – Praticar caça profissional (art. 27) 
5 – Comercializar objetos que implique em caça (28) 
3 - Praticar abuso ou maus-tratos (art 29) 
4 - Molestar Cetáceos (art 30) 
5 – Deixar de ter livro de registro ou atender pedido (art 31) 
6 – Deixar comercio apresentar declaração estoque (art 32) 
7 – Explorar ou fazer uso comercial de imagem (art 33) 
 
 
 
Criadouro de fauna silvestre nativa e exótica: Atividade com funcionamento autorizado 
pelos Estados, Art 8º XIX da LC 140/11 
CENTRO DE TRIAGEM – Art 3º I IN IBAMA 07/2015 
CENTRO DE REABILITAÇÃO – Art 3º II IN IBAMA 07/2015 
COMERCIANTE DE ANIMAIS – Art 3º III IN IBAMA 07/2015 
COMERCIANTE DE PARTES – Art 3º IV IN IBAMA 07/2015 
CRIADOURO CIENTÍFICO – Art 3º V IN IBAMA 07/2015 
CRIADOURO CIENTÍFICO PARA CONSERVAÇÃO – Art 3º VI IN IBAMA 07/2015 
CRIADOURO CIENTÍFICO PARA PESQUISA – Art 3º VII IN IBAMA 07/2015 
CRIADOURO COMERCIAL – Art 3º VII IN IBAMA 07/2015 
MANTENEDOURO DE FAUNA – Art 3º VIII IN IBAMA 07/2015 
MATADOURO, ABATEDOURO E FRIGORÍFICO – Art 3º IX IN IBAMA 07/2015 
ZOOLÓGICO – Art 3º X IN IBAMA 07/2015 
TIPOS DE INFRAÇÕES DE FAUNA, 
MANEJO DE FAUNA EM CRIADOUROS 
 
Página 19 de 46 
 Apoio: 
CRIAÇÃO AMADORISTA (SISPASS) – IN IBAMA 10/2011 
 
 
Licença CITES 
Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de 
Extinção (Cites) assinada em 1975 e estabelece um modelo jurídico internacional para regular a 
exportação, importação, re-exportação de animais ou plantas, vivos ou mortos. 
O IBAMA disponibiliza o sistema SisCites para solicitar licenças para exportação ou importação de 
espécimes, material biológico, produtos/ subprodutos da fauna silvestre brasileira ou exótica. 
 
 
CONDIÇÃO PARA O BEM ESTAR ANIMAL 
1) Estar livre de fome e sede 
2) Estar livre de desconforto 
3) Estar livre de dor, doença e injúria 
4) Ter liberdade para expressar os comportamentos naturais da espécie 
5) Estar livre de medo e de estresse 
 
 
Ato provocado por ação direta, indireta, omissão, abuso, negligência, ou qualquer outra 
forma de ameaça ao bem-estar, e que gere angústia física ou psicológica nos animais. 
Maus tratos: queimar, Envenenar, Atirar, Mutilar, Sufocar, Afogar, Espancar, Abandonar, 
Restringir movimentos, Realizar treinamento incorreto, Realizar transporte abusivo, 
Bestialidade. 
Negligência ou ignorância: Falta de água, Comida ou Tratos veterinários, Falta de 
higienização, Falta de abrigo. 
Exploração comercial: Trabalho, Lutas, Reprodução abusiva, Esporte, Experimentação 
 
 
 
IMPORTAÇÃO / EXPORTAÇÃO 
BEM ESTAR ANIMAL 
MAUS TRATOS 
https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/biodiversidade/cites-e-comercio-exterior/convencao-sobre-comercio-internacional-das-especies-da-flora-e-fauna-selvagens-em-perigo-de-extincao-cites
https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/biodiversidade/cites-e-comercio-exterior/convencao-sobre-comercio-internacional-das-especies-da-flora-e-fauna-selvagens-em-perigo-de-extincao-cites
 
Página 20 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FISCALIZAÇÃO 
DE FLORA 
 
Página 21 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
Código florestal indica 2008 como marco temporal, 
Lei da MA impede supressão de vegetação, primária e em estágio médio e avançado de 
regeneração 
Ate 2020 IBAMA reconhecia como válida a lei da MA. 
Divergência ocorreu pelo Despacho 4410/20 do MMA, assinado pelo Ministro Ricardo 
Salles, que trouxe a época uma mudança nesse entendimento, validando os artigos 61A e 
61B em detrimento do previsto na Lei da MA 
Tal alteração de postura institucional, motivou a União a mover a ADI 6446 (0094770-
95.2020.1.00.0000), que solicitava a validação dos artigos 61A e 61B da Lei 12651/12 e a 
inconstitucionalidade dos artigos artigos 2º, parágrafo único, 5º e 17 da Lei federal 
11.428/2006, sendo proferida em 08/06/20 a seguinte decisão pelo STF: 
Decisão STF: por unanimidade, não conheceu da ação direta de inconstitucionalidade, com 
fundamento no artigo 21, § 1º, do RISTF, e declarou prejudicado o pedido de medida cautelar, 
nos termos do voto do Relator. 
 
 
 
INDÍCIOS DE INFRAÇÃO COONTRA FLORA 
• Observar imagens de satélite, alterações da cor indicam supressão 
• Presença de tocos. Observar se é fresco, a forma do corte (motosserra) 
• O material lenhoso. folhagens indicam o tempo que ocorreu o corte. 
• Picadas na mata, podem indicar área de extração de palmito, orquídeas, samambaias 
e outros produtos da flora. 
• Presença de veículo de transporte próximo a área de mata 
• Presença de lixo e outros objetos no interior da mata 
• Presença de marcações com fitas, barbantes e outros instrumentos podem indicar 
invasão individual ou coletiva 
• Ter cuidado para não cair na estratégia da supressão por cortinamento. 
• Verificar o transporte em estradas municipais 
 
CONFLITO CÓDIGO FLORESTAL E LEI DA MATA ATLANTICA 
Art. 61 A e 61 B da Lei 12651/2012 (CF) 
X 
Art 11 e 17 da Lei 11428/2006 (LMA) 
FISCALIZAÇÃO DE FLORA 
 
Página 22 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
JACQUES PASSAMANI 
E-mail: jacques.passamani@ibama.gov.br 
Tel: (27) 9.9229-6915 
 
 
NÚCELO DE BIODIVERSIDADE DO IBAMA/ES. 
E-mail: nubio.es@ibama.gov.br 
 
 
DENÚNCIAS IBAMA 
Fala.BR 
falabr.cgu.gov.br 
mailto:jacques.passamani@ibama.gov.br
mailto:fauna.es@ibama.gov.br
 
Página 23 de 46 
 Apoio: 
PALESTRA 03 – Verônica Dias da Silva Correa 
 
 
 
 
“Prevenir a prática de ilícitos ambientais, induzindo o comportamento social de conformidade 
com a legislação ambiental pela efetiva aplicação de sanções administrativas e medidas 
administrativas cautelares.” 
 
“Lei n° 9.784/99 – Artigo 2° - A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios 
da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla 
defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR 
AMBIENTAL - PASA - IBAMA 
OBJETIVO DO PASA: 
PRINCÍPIOS DO PASA: 
LEGISLAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DAS INFRAÇÕES 
INSTRUÇÃO PASA – PEÇAS INICIAIS 
 
Página 24 de 46 
 Apoio: 
• Auto de Infração – descrição da infração; enquadramento legal; local da infração e 
valor da multa imposta inicialmente; 
• Relatório de Fiscalização – detalhamento da ação fiscalizatória descrevendo como se 
deu apuração da autoria e materialidade da infração ambiental, indicando sua 
fundamentação legal e a dosimetria da multa, e demais circunstâncias da autuação. 
• Medidas Cautelares – Previsão: Art.101, incs.I à IV, § 1 ° do Decreto n° 6.514/2008 - § 1° “ As 
medidas de que trata este artigo têm como objetivo prevenir a ocorrência de novas infrações, 
resguardar a recuperação ambiental e garantir o resultado prático do processo administrativo”. 
• Termo de Apreensão (*Art.105 - termo de depósito excepcionalmente o 
autuado/depositário); 
• Termo de Embargo - obra ou atividade em suas respectivas áreas, ex. desmatamento; 
• Termo de Suspensão - de venda ou fabricação de produto, ex. suspensão de venda de pescado 
em SP, parcial ou total das atividades, ex. criador SISPASS; 
• Termo de Destruição - ex. operação garimpo TI; 
• Termo de Demolição - ex. construção em área de APP * excepcionalmente no ato da 
fiscalização (Art.112). 
 
 
*SOLUÇÕES LEGAIS PARA ENCERRAMENTO DO PROCESSO – PASA ANALISADO PELO GN-ADESÃO 
*Previsão: Decreto n° 6.514/2008 (inc.II, § 5° do Art.96) e IN-IBAMA n° 19/2023 (Art.88, inc.II, a, b e 
c): PAGAMENTO DA MULTA COM DESCONTO - 30%; 
PARCELAMENTO DA MULTA; OU CONVERSÃO DA MULTA EM SERVIÇOS DE PRESERVAÇÃO, DE 
MELHORIA E DE RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DO MEIO AMBIENTE. 
*TEXTO TRATANDO DA ADESÃO FOI INCLUSO NO CORPO DO AUTO DE INFRAÇÃO: 
*Conciliação ambiental - No início deste ano, edição do Decreto 11.373,o instituto da 
conciliação ambiental foi revogado, passivo AI’s lavrados antes 02/01/2023. 
 
MODALIDADES DE ADESÃO - PASA 
PARCELAMENTO DO DÉBITO – PASA 
 
Página 25 de 46 
 Apoio: 
• Débito de multa aplicada e consolidada (Art. 124,IN-IBAMA n° 19/2023): 
*Até 60 prestações mensais (autuado tem que pedir o nº de parcelas); *Termo de 
parcelamento é confissão de dívida; *Durante o cumprimento dos pagamentos parcelados, 
não pode haver inscrição no Cadin. 
• Parcelamento após inscrição na dívida ativa - (Art. 125) - Cabe à Produradoria-Geral 
Federal parcelar. 
 
 
• Ditec/UF realizadas as comunicações pertinentes, tais como: MP; MPA; Oema; 
DETRAN; outros indicados pelo Agente Ambiental Federal responsável pela autuação, 
remete o processo ao GN-P. *Defesa da parte autuada – Prazo de 20 (vinte) dias 
contados da ciência da autuação (Art.113 do Dec. Fed.6.514/08), “o autuado poderá 
ser representado por advogado ou procurador legalmente constituído (Art.116)”. 
• GN-P remete o processo ao Grupo Nacional de 1ª Instância – GN-I – nacionalização 
do PASA desde 2020 servidores do IBAMA nos Estados 
 *Fase Instrutória – GN-I – Formula Relatório de Análise Instrutória – analisando os seguintes 
aspectos (Art.100, incs.I à XII da IN-IBAMA n° 19/2023: 
I - os elementos que evidenciam a autoria e a materialidade da infração; 
II - a eventual existência de vícios sanáveis ou insanáveis; 
III - o correto enquadramento da conduta ao tipo infracional; 
IV - as razões de acolhimento ou rejeição dos argumentos apresentados na defesa; 
V - a proporcionalidade e razoabilidade das sanções indicadas; 
VI - a existência de causa que extinga a punibilidade 
VII - se cabe o perdimento ou a restituição, por exemplo, de bem ou animal apreendido; 
VIII - a existência de indícios de dano ambiental e do responsável pela reparação; 
IX - se cabe admitir a conversão da multa ambiental em serviços; 
INSTRUÇÃO INICIAL- PASA 
 
Página 26 de 46 
 Apoio: 
X - se cabe exigir a reposição florestal; 
XI - a possibilidade de imposição de sanções restritivas de direito; e 
XII - a conformidade legal das medidas cautelares aplicadas. 
 
Instrução complementar-Contradita AAF–Art.101 da IN-IBAMA n° 19/2023: “Art. 101. O 
integrante da equipe nacional poderá remeter o processo ao agente autuante ou à área técnica 
competente para manifestação, no prazo de cinco dias, caso seja necessária manifestação ou 
instrução documental complementar, com especificação do ponto a ser esclarecido ou mais 
bem instruído”. §1° prorrogação prazo e §2° outro servidor. 
 
Encerrada a fase instrutória – notificação da parte autuada para apresentação de Alegações 
Finais (Art.106 da IN-IBAMA n° 19/2023 e Art.122 do Dec. Fed.n° 6.514/08 – Prazo: 10 (dez) 
dias. **Causas extintivas da punibilidade (Art.119, incs.I/II e III da IN-IBAMA n° 19/2023): a 
prescrição da pretensão punitiva; a morte do autuado e a extinção regular da pessoa jurídica 
de direito privado, antes de formada a coisa julgada administrativa. 
Exemplo de vício insanável no que tange à autoria da infração ambiental apurada no PASA: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 CONVERSÃO DE MULTA-PASA 
 
Página 27 de 46 
 Apoio: 
• Previsão: IN-IBAMA n° 21/2023; Art.23 da IN-IBAMA n° 19/2023 e Artigo 142 do 
Decreto Federal 6.514/2008. 
• Modalidades de conversão – Art.11 da IN-IBAMA n° 21/2023: conversão direta - 
implementação, por seus meios, de serviço de preservação, de 
melhoria e de recuperação da qualidade do meio ambiente e conversão indireta- 
adesão a projeto previamente selecionado pelo Ibama. 
 
 
• da infração ambiental decorrer morte humana; 
• o autuado constar do cadastro de empregadores que tenham submetidos 
trabalhadores a condições análogas à de escravo; 
• no ato de fiscalização forem constatados indícios de que o autuado explore trabalho 
infantil; 
• a infração for praticada contra as populações indígenas e quilombolas ou nas terras por 
elas ocupadas; 
• a infração for praticada mediante abuso, maus-tratos ou emprego de métodos cruéis 
no manejo de animais; 
• a infração for praticada por agente público no exercício do cargo ou função; essa 
alternativa se mostrar inapta a cumprir com a função de desincentivo à prática de 
ilícitos ambientais. NÃO CABE CONVERSÃO: para reparação pelos danos decorrentes 
da própria infração; quando o valor resultante dos descontos aplicáveis for inferior ao 
valor mínimo da multa cominada no tipo infracional infringido; de multa diária, 
quando a situação que deu causa à lavratura do auto de infração ambiental não tiver 
cessado até o termo final do prazo de alegações finais. 
 
 
• Art.11 do Dec. Federal n° 6.514/08: 
“Art.11 - O cometimento de nova infração ambiental pelo mesmo infrator, no período de 
cinco anos, contado da data em que a decisão administrativa que o tenha condenado por 
infração anterior tenha se tornado definitiva, implicará: Idênc* (art. 24 e 25 
I - aplicação da multa em triplo, no caso de cometimento da mesma infração; ou 
*REINCIDÊNCIA ESPECÍFICA 
II - aplicação da multa em dobro, no caso de cometimento de infração distinta. 
*REINCIDÊNCIA GENÉRICA *Não cabe aplicação após o julgamento do Art.124, há 
possibilidade de sua aplicação quando da adesão. Não cabe aplicação após julgamento pela 
autoridade julgadora 
 
CONVERSÃO DE MULTA-INDEFERIDA 
REINCIDÊNCIA-PASA 
 
Página 28 de 46 
 Apoio: 
 
• As atenuantes e agravantes podem ser aplicadas na fase recursal, desde que indicadas 
na fase instrutória. 
• Quanto à revisão do valor da multa, poderá haver redução por incidência da atenuante. 
No entanto, é vedada, na fase recursal, a majoração da sanção quando não foi feita na 
instrução e julgamento de 1ª instância (Art. 37 – IN-IBAMA N° 19/2023). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATENUANTES E AGRAVANTES-PASA 
COMPETÊNCIAS PARA JULGAMENTO 
PRESCRIÇÃO - PASA 
 
Página 29 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
*Reparação dano ambiental: Imprescritível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SANÇÕES RESTRITIVAS DE DIREITO-PASA 
 
Página 30 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PEDIDO DE REVISÃO-PASA 
 
Página 31 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VERÔNICA DIAS DA SILVA CORREA 
E-mail: veronica-dias.silva@ibama.gov.br 
Tel: (27) 3010-1150 
 
NÚCELO DE FISCALIZAÇÃO DO IBAMA/ES. 
E-mail: nufis.es@ibama.gov.br 
 
 
DENÚNCIAS IBAMA 
Fala.BR 
falabr.cgu.gov.br 
mailto:veronica-dias.silva@ibama.gov.br
mailto:fauna.es@ibama.gov.br
 
Página 32 de 46 
 Apoio: 
PALESTRA 04 – Luciano Bazoni Jr 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1ª Constituição
1891
Código florestal
Decreto nº 
23.793/1934
Código florestal
Lei nº 
4.771/1965
Lei de Proteção 
à Fauna
Lei nº 
5.197/1967
Código florestal
Lei nº 
12.651/2012
PNMA
1981
Lei da ACP 
7.347/1985
Resolução 
CONAMA 
01/86
CF 88
Lei de 
Crimes 
Ambie
ntais 
9.605/1
998
Decreto nº 
3.179/1999
Lei do SNUC 
9.985/2000
Portaria 
189/2001 
1ª CTN
Portaria 
473/2003 
CT 
Estaduais
Decreto nº 
6.514/2008
LC 
140/2011
O SISNAMA E A GESTÃO COMPARTILHADA ENTRE 
UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS 
Linha do Tempo: 
 
Página 33 de 46 
 Apoio: 
 
Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, 
responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituirão o Sistema 
Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA.a prática 
I - órgão superior: o Conselho de Governo, com a função de assessorar o Presidente da República; 
II - órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA); 
III - órgão central: a Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República; 
IV - órgãos executores: o IBAMA e o ICMBio; 
V - Órgãos Seccionais: os órgãos ou entidades estaduais; 
VI - Órgãos Locais:os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas 
atividades, nas suas respectivas jurisdições; 
 
 
• O CONAMA foi instituído em 1981, pela Lei 6.938; 
• Órgão consultivo e deliberativo do SISNAMA; 
• É responsável pelo estabelecimento de normas e critérios para o licenciamento 
de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras, a ser concedido pela União, 
pelos Estados, pelo Distrito Federal e Municípios; 
• Estabelecimento de normas, critérios e padrões relativos ao controle e à 
manutenção da qualidade do meio ambiente, com vistas ao uso racional dos 
recursos ambientais, principalmente os hídricos; 
Composição: 
I - MMA, que o presidirá, e Secretaria-Executiva; 
II - IBAMA, ICMBio, SFB, ANA 
III - 1 de cada dos Governos estaduais; 
IV - 8 representantes dos Governos municipais (órgão ambiental estruturado e 
conselho de meio ambiente com caráter deliberativo), dos quais: 
a) 1 representante de cada região geográfica; 
b) 1 representante da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente - 
ANAMMA; e 
c) 2 representantes de entidades municipalistas de âmbito nacional; 
 
 
SISNAMA (art. 6º da Lei 6.938/1981): 
Lei nº 6.938/1981 (CONAMA): 
 
Página 34 de 46 
 Apoio: 
 
I - o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental; 
II - o zoneamento ambiental; 
III - a avaliação de impactos ambientais; 
IV - o licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; 
V - a criação de espaços especialmente protegidos pelo Poder Público federal, estadual e municipal; 
VI - o CTF de Atividades e Instrumento de Defesa Ambiental / de atividades potencialmente poluidoras 
e/ou utilizadoras dos recursos ambientais; 
VII - as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à 
preservação ou correção da degradação ambiental. 
 
 
- Cria os CTFs; 
- Institui a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), cujo fato gerador é o 
exercício regular do poder de polícia conferido ao IBAMA para controle e fiscalização 
das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais; 
- Anexos VIII (sujeito passivo) e IX (valores) 
 
 
 
1ª Constituição
1891
Código florestal
Decreto nº 
23.793/1934
Código florestal
Lei nº 4.771/1965
Lei de Proteção à 
Fauna
Lei nº 5.197/1967
Código florestal
Lei nº 12.651/2012
PNMA
1981
Lei da ACP 
7.347/1985
Resolução 
CONAMA 
01/86
CF 88
Lei de 
Crimes 
Ambie
ntais 
9.605/
1998
Decreto nº 
3.179/1999
Lei do SNUC 
9.985/2000
Portaria 
189/2001 
1ª CTN
Portaria 
473/2003 
CT 
Estaduais
Decreto nº 
6.514/2008
LC 
140/2011
Instrumentos da PNMA: 
Lei nº 6.938/1981 (CTF e TCFA): 
Linha do Tempo: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6938compilada.htm
 
Página 35 de 46 
 Apoio: 
 
Tem o objetivo de constituir um espaço institucional de diálogo entre os entes federados com vistas a 
uma gestão compartilhada e descentralizada entre União, Estados e Municípios, bem como o 
fortalecimento e a estruturação do SISNAMA (Portaria MMA nº 473/2003). 
 
 
I - dois representantes do MMA (IBAMA e IMCBio); 
II - dois representantes do(s) órgao(s) estadual(is) de meio ambiente; e 
III - dois representantes dos órgãos municipais de meio ambiente, sendo pelo menos um indicado pela 
Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (ANAMMA). 
 
 
Art. 4º (...) instrumentos de cooperação institucional: 
I - consórcios públicos; 
II - convênios, ACTs e outros; 
III - CTN, CTEs e C. Bipartite do DF; 
IV - delegação de atribuições e execução de ações de um ente federativo a outro. 
 
 
As Comissões Tripartites Estaduais serão formadas, paritariamente, por representantes dos Poderes 
Executivos da União, dos Estados e dos Municípios, com o objetivo de fomentar a gestão ambiental 
compartilhada e descentralizada entre os entes federativos (Art. 4º, § 3). 
 
 
IBAMA; 
- IEMA; IDAF; BPMA; AGERH; 
- ANAMA 
 
As Comissões Tripartites e a Comissão Bipartite do Distrito Federal terão sua organização e 
funcionamento regidos pelos respectivos regimentos internos (Art. 4º, § 3). 
Regimento interno ES: 
(https://seama.es.gov.br/Media/seama/Comiss%C3%A3o%20Tripartite/Regimento%20Interno%20Co
miss%C3%A3o%20Tripartite%20-%20ES.pdf 
Comissões Tripartites Estaduais: 
CTE (Composição Port. 473/2003): 
CTE (LC 140/2011): 
CTE (Composição LC 140/2011): 
CTE (Composição ES): 
CTE (Regimento interno ES): 
https://seama.es.gov.br/Media/seama/Comiss%C3%A3o%20Tripartite/Regimento%20Interno%20Comiss%C3%A3o%20Tripartite%20-%20ES.pdf
https://seama.es.gov.br/Media/seama/Comiss%C3%A3o%20Tripartite/Regimento%20Interno%20Comiss%C3%A3o%20Tripartite%20-%20ES.pdf
 
Página 36 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
“Importantes formas de detecção das infrações ambientais, pois qualquer cidadão pode servir como 
fonte de informação e repassar ao órgão ambiental fiscalizador dados sobre a ocorrência de infrações". 
prática 
 
 
 
 
Lei nº 13.460/2017: Dispõe sobre participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços 
públicos da administração pública. 
Art. 2º, V - manifestações - reclamações, denúncias, sugestões, elogios e demais pronunciamentos de 
usuários (...) 
 
Lei nº 13.460/2017: 
Art. 10. A manifestação será dirigida à ouvidoria do órgão ou entidade responsável e conterá a 
identificação do requerente. 
§ 3º Caso não haja ouvidoria, o usuário poderá apresentar manifestações diretamente ao órgão ou 
entidade responsável pela execução do serviço; 
§ 4º A manifestação poderá ser feita por meio eletrônico, ou correspondência convencional, ou 
verbalmente. 
Decreto nº 9.492/2018: Regulamenta a Lei nº 13.460/2017. Dispõe sobre participação, proteção e 
defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública federal. 
Art. 3º, II - denúncia - ato que indica a prática de irregularidade ou de ilícito cuja solução dependa da 
atuação dos órgãos apuratórios competentes; 
 
 
 
• Linha Verde: 0800 061 8080 
• Fala.BR (falabr.cgu.gov.br/) 
• Disque Denúncia – 181 (link) 
• Presencial ou telefone ou 
• ática de ilícitos ambientais 
Denúncias: 
Legislação 
Canais de recebimento 
https://falabr.cgu.gov.br/publico/Manifestacao/SelecionarTipoManifestacao.aspx?ReturnUrl=%2f
https://disquedenuncia181.es.gov.br/denuncia-crimes-ambientais
 
Página 37 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
Diagnóstico de Delitos Ambientais 
Etapa inicial – pré-planejamento 
Identificação dos ilícitos que ocorrem na região de atuação do órgão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Responsabilização ambiental 
DDA 
 
Página 38 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
Página 39 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
Fauna 
Flora 
Recursos pesqueiros 
Qualidade Ambiental 
Emergências 
Licenciamento 
 
 
Casos de fiscalização 
 
Página 40 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
Fauna 
prática de ilícitos ambientais 
 
Página 41 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Flora 
prática de ilícitos ambientais 
 
Página 42 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Recursos Pesqueiros 
 
Página 43 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Qualidade Ambiental 
prática de ilícitos ambientais 
 
Página 44 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Emergências 
prática de ilícitos ambientais 
 
Página 45 de 46 
 Apoio: 
 
 
 
 
 
 
 
Licenciamento 
prática de ilícitos ambientais 
 
Página 46 de 46 
 Apoio: 
 
LUCIANO BAZONI JUNIOR 
E-mail: luciano.bazoni-junior@ibama.gov.br 
Tel: (27) 3010-1150 
 
GABINETE DO IBAMA/ES. 
E-mail: supes.es@ibama.gov.br 
 
 
DENÚNCIAS IBAMA 
Fala.BR 
falabr.cgu.gov.br 
mailto:luciano.bazoni-junior@ibama.gov.br

Mais conteúdos dessa disciplina