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PREVENÇÃO DA LEPTOSPIROSE Em casos de desastres naturais, como enchentes, pessoas que entraram em contato com lama ou água de alagamentos correm risco de se infectar e manifestar sintomas da doença. Como não há evidências científicas sobre benefícios e riscos da quimioprofilaxia para grande contingente, seu uso não é indicado pelo Ministério da Saúde como medida de prevenção em casos de exposição em massa por ocasião de desastres naturais, como as enchentes. NOS DESASTRES NATURAIS SEGUINTES RECOMENDAÇÕES DEVEM SER ADOTADAS: Divulgar informes sobre risco de leptospirose para Alertar profissionais de saúde sobre a possibilidade a população exposta à enchente de ocorrência da doença na localidade, para aumentar Divulgar informes sobre a necessidade de a capacidade de diagnóstico avaliação médica para todo indivíduo exposto à Manter vigilância ativa de casos suspeitos de enchente que apresente febre, dor muscular, dor de leptospirose, tendo em vista que período de cabeça ou outro sintoma clínico no período de até 30 incubação pode ser de até 30 dias (a média é de 5 a 14 dias após contato com lama ou água de enchente dias após a exposição) Divulgar informes sobre medidas potenciais para Notificar todos os casos suspeitos da doença, para evitar novas ou continuadas exposições a situações iniciar ações de prevenção e controle de risco de infecção Oferecer tratamento adequado a toda pessoa sob suspeita de estar com a doença A orientação a profissionais de saúde, militares e pessoal da Defesa Civil é, em ações de resgate em áreas alagadas, usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e ampliar alerta para risco da doença, para permitir diagnóstico precoce e tratamento oportuno. Em situação de risco específica, como acidentes de laboratório em contato com urina ou sangue de animal potencialmente contaminado pela bactéria, uso de quimioprofilaxia pós-exposição é baseado em experiência clínica e relatos de casos, não havendo referências consistentes para tal indicação de uso. Os casos suspeitos de leptospirose deverão ser notificados no Sistema Nacional de Informação de Agravos Notificação (Formax C:\FDW\LEPTONET.FXF (saude.gov.br)), e, em caso de dúvidas poderá entrar em contato com o CIEVS pelo telefone (21) 98596-6553 ou por e-mail pelo GOVERNO DO ESTADO Secretaria de Saúde RIO DE JANEIRO

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