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1 CENTRO ACADEMICO UNIVERSITARIO – UNIFTC ESTAGIO DE HEMATOLOGIA CLINICA LISANDRA DE ANDRADE CARNEIRO RELATÓRIO DE LABORATÓRIO VIRTUAL: ESFREGAÇO SANGUINEO SALVADOR 2024 2 LISANDRA DE ANDRADE CARNEIRO RELATÓRIO DE LABORATÓRIO VIRTUAL: ESFREGAÇO SANGUINEO Atividade pontuada apresentada ao Centro Universitário UNIFTC, Campus Paralela Docente: Prof. Luciano Cezar SALVADOR 2024 3 1. Sumário 2. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 4 3. PREPARO DE ESFREGAÇO SANGUINEO ................................................. 4 3.1. PRINCIPIOS E MECANISMOS ............................................................... 4 3.2. RESULTADO E INTERPRETAÇÃO ....................................................... 5 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................... 5 5. REFÊRENCIA BIBLIOGRÁFICA...................................................................5 4 2. INTRODUÇÃO O passo a passo feito na pratica no laboratório virtual foi seguindo o roteiro que nos é dignado para fazer o procedimento de forma correta, a seguir temos um pouco sobre o preparo de esfregaço sanguíneo, juntamente com o resultado e interpretação feita no laboratório virtual. 3. PREPARO DE ESFREGAÇO SANGUÍNEO O esfregaço de sangue também é conhecido como distensão sanguínea ou hematológica ou esfregaço hematológico. Este procedimento é realizado para observação microscópica dos componentes sanguíneos no exame hemograma e para investigação qualitativa e quantitativa das células do sangue. Neste procedimento a extensão de uma fina camada de sangue sobre uma lâmina de vidro será analisada ao microscópio após coloração específica a morfologia das células sanguíneas e fornecer informações sobre a estimativa do número de leucócitos e eritrócitos, classificação dos tipos leucocitários, análise morfológica dos eritrócitos e aspectos das plaquetas, auxiliando na investigação de disfunções hematológicas. 3.1. PRINCIPIOS E MECANISMOS O esfregaço sanguíneo é uma técnica importante na hematologia para a identificação e fornecer informações importantes sobre o paciente, auxiliando o médico no diagnóstico de doenças relacionadas ao sangue, por exemplo, as anemias, ou reflexos de distúrbios sistêmicos em outras condições médicas, tais como, infecções. Logo depois de botar os EPIs necessários, o processo começa com a preparação das lâminas, higienizando-as de forma adequada para garantir uma maior qualidade de visualização e evitar descontinuidades. Após a higienização das lâminas usamos a micropipeta para fazer a coleta no tubo contendo a amostra. Em seguida foi transferido o conteúdo coletado para a lâmina. Posicionando a lâmina extensora sobre a lâmina contendo a amostra, foi escolhida a inclinação para a realização do procedimento 3 vezes para notar a diferença de cada esfregaço. 5 3.2. RESULTADO E INTERPRETAÇÃO O resultado do 1º esfregaço onde foi feito o movimento da lâmina extensora rápido, foi obtido uma amostra igual a lâmina C, uma amostra com um rastro curto. O resultado do 2º esfregaço onde foi feito o movimento da lâmina extensora continuo, foi obtido uma amostra de lâmina ideal parecida com a lâmina A, uma amostra com um rastro longo, ideal para uma boa leitura. O resultado do 3º esfregaço onde foi feito o movimento da lâmina extensora intermitente, foi obtido uma amostra igual a lâmina B, com espaços. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Apesar dos avanços tecnológicos de automação em hematologia, a observação microscópica dos elementos que compõem o sangue ainda é indispensável em muitos casos, sendo necessário, para obtenção de resultados confiáveis, que represente de forma fidedigna as condições in vivo da confecção de um esfregaço, empregando corretamente a técnica 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS OLIVEIRA LIMA , A., GRECO, J.B., BENJAMIN SOARES, J., CANÇADO J. R., GALIZZI, J. Métodos de Laboratório Aplicados a Clínica: Técnica e Interpretação. págs 21-10 a 21-11. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001, 8ª edição. MELO, C. P. A., FRANCO, J. M., GARCIA, T. F. P., NEVES, P. A., Manual Roca Técnicas de Laboratório Sangue. São Paulo: Editora Roca Ltda. editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional, 2011. MELO, C. P. A., FRANCO, J. M., GARCIA, T. F. P., NEVES, P. A., Manual Roca Técnicas de Laboratório Sangue. São Paulo: Editora Roca Ltda. editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional, 2011.