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Relatória, segunda rodada

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Kairo Oriak

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Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções? E as oportunidades para avançar?
	1 – Melhoria no barracão da escola de Boa Esperança
	1 – Articular com o ICMBio e governo municipal para buscar recursos e viabilizar obras de melhoria no barracão da escola.
2 – Articulação do representante comunitário com as autoridades governamentais.
	2 – Falta de uma escola na Comunidade do Bom Jesus
	1 – Organizar a comunidade para formalizar a demanda e levá-la ao prefeito e à Secretaria Municipal de Educação.
	3 – Melhoria no barracão das comunidades, falta de energia elétrica e ausência de banheiros
	1 – Solicitar formalmente ao ICMBio a autorização para retirada de madeira, possibilitando a melhoria da infraestrutura comunitária.
2 – Articular com a MRN a aquisição de um motor para a comunidade.
3 – Articulação do representante comunitário com as autoridades governamentais.
	4 – Falta de equipamentos e máquinas para auxílio dos roçados
	1 – Aquisição de uma máquina junto à MRN e Prefeitura.
2- Solicitar a liberação do uso de maquinário junto ao ICMBio.
	5 – Invasores no Lago do Batata para pesca de quelônios
	1 – Intensificação da fiscalização do ICMBio durante o período da seca.
2- Projetos para a conservação dos quelônios.
	6 – Falta de transporte para alunos durante a seca
	1 – Aquisição de uma lancha.
2- Melhoria no Ramal
	7 – Necessidade de construção de poço para cada grupo familiar
	 1 – Articular com o governo municipal e a MRN para a construção dos poços.
	8 – Falta de incentivos para a criação de pequenos animais e apoio à produção
	 1 – Articular com o ICMBio e a MRN.
 
	9 – Ausência de posto de saúde nas comunidades
	
	10 – Falta de condução/transporte para os moradores
	
	11 – Projeto de Piscicultura nas comunidades
	 1 – Articular com o ICMBio e a MRN e a prefeitura Municipal. 
 
	12- Falta de condução para os moradores que vão trabalhar em trombetas. 
	
	13- Proibição de Banho no Igarapé do Arajatuba
	1 – Intensificação da fiscalização do ICMBio.
MATRIZ DE CONFLITOS E POSSIVEIS SOLUÇÕES 
COMUNIDADE: BOM JESUS/BOA ESPERANÇA
 
Dona Maria Idalina – Comunidade Boa Esperança: Relatou a falta de estrutura adequada da escola na comunidade, destacando que o barracão existente não atende às necessidades dos alunos, apresentando condições precárias para o funcionamento das atividades escolares. Mencionou ainda que pessoas que realizam provas ou participam de atividades educacionais na comunidade muitas vezes não recebem certificados, o que gera desmotivação e desestimula a continuidade dos estudos. Apontou como principais problemas a estrutura precária do barracão escolar e a ausência de condições adequadas para o funcionamento regular da escola. 
Moradora de Bom Jesus : Relatou as dificuldades enfrentadas pelas famílias em relação ao transporte escolar, informando que as crianças precisam acordar muito cedo, por volta das 5h30, para conseguir se deslocar até a escola em outra comunidade. Destacou que o transporte fluvial frequentemente não espera pelos alunos, o que resulta em faltas e prejuízo ao aprendizado. Ressaltou que algumas crianças permanecem fora da comunidade por longos períodos para estudar. Apontou como problema central a precariedade do transporte escolar e a distância entre a comunidade e a escola.
Dona Graciela – Comunidade Bom Jesus: Destacou que o barracão comunitário da comunidade de Bom Jesus encontra-se em condições inadequadas, sem banheiro e sem fornecimento regular de energia elétrica, o que dificulta a realização de reuniões, atividades comunitárias e ações educativas. Informou que o gerador utilizado atualmente não pertence à comunidade, sendo emprestado, o que gera insegurança quanto à continuidade do uso. Relatou também a existência de conflitos no Lago do Batata, com a presença de pessoas de fora pescando e caçando, afetando os recursos naturais utilizados pela comunidade. Como problemas principais, apontou a precariedade da infraestrutura comunitária, a falta de energia e os conflitos ambientais.
Morador de Bom Jesus: Relatou que o uso do fogo para abertura e manutenção de roçados representa um risco elevado, pois muitas vezes foge do controle e pode causar incêndios de grandes proporções. Defendeu que o uso de máquinas ou equipamentos de pequeno porte, como roçadeiras, seria uma alternativa mais segura e eficiente, ressaltando que o manejo ocorre em áreas já utilizadas, sem intenção de ampliar áreas desmatadas. 
Liderança Comunitária do Bom Jesus : Relatou que, ao tentar resolver conflitos e realizar denúncias, muitas vezes a responsabilidade e a culpa recaem sobre a própria liderança comunitária, mesmo sem provas, gerando desgaste emocional, medo e desestímulo à atuação. Destacou a dificuldade de manter o controle territorial sem apoio externo. Apontou como problema a fragilidade da liderança diante de conflitos ambientais e sociais. 
COMUNIDADE: NOSSA SENHORA DA SAÚDE/ REDOBRA E VIRAVOLTA.
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação 
	Quais são as possíveis soluções? E as oportunidades para avançar? 
	1- Falta de água; necessidade de construção de poço e banheiro no barracão da comunidade.
	1.Articular com o governo municipal e a MRN. 
	2- Ausência de Posto de Saúde e de ACS (Agente Comunitário de Saúde).
	1 - Articular com o governo municipal, a MRN e o ICMBio para viabilizar a designação de ACS para a comunidade.
2- Articular com o governo municipal e a MRN.
	3- Melhoria dos Ramais (danos causados por empresa de energia elétrica)
	1 – Articular com o ICMBio e a empresa responsável para realização de reunião sobre a manutenção dos ramais.
	4- Atraso na autorização para retirada de madeira e roçado.
	1 – Ampliação da presença do ICMBio na comunidade.
2 – Indicar uma pessoa responsável pelo levantamento da demanda de madeira.
3 – Solicitação de roçados iniciadas em janeiro.
	5 - Entrada de invasores para retirada de madeira, coleta de frutos e pesca no lago (UIXI).
	1 – Ampliação da fiscalização e presença do ICMBio e SEMA na comunidade.
	6- Moradores facilitam a entrada de pessoas da cidade e de outras comunidades para caça e comercialização de animais silvestres.
	1 – Intensificação da fiscalização pelo ICMBio e pela SEMA.
2 – Realização de ações de Educação Ambiental junto aos comunitários.
	7- Necessidade de trator para utilização no roçado (entorno da Flona).
	1 – Articular com o ICMBio, SEMA e SEMAGRI do município de Terra Santa.
2 – Protocolar lista de beneficiários que necessitam do trator.
	8- Necessidade de incentivo por meio de créditos rurais e apoio técnico.
	1 – Articular com o ICMBio, SEMA, SEMAGRI e MRN do município de Terra Santa.
	9- Necessidade de construção de pontes na comunidade (Adelino e Paxiuba)
	1 – Articular com a Prefeitura Municipal e empresas parceiras.
	10- Doação de madeira apreendida pelo ICMBio para atendimento às necessidades da comunidade, como também o trator para auxílio no roçado.
	1– Formalizar solicitação junto ao ICMBio.
2 – Realizar levantamento das famílias que necessitam de madeira.
	11- Necessidade de ampliação da escola.
	1 – Articular com o governo municipal e a MRN.
	12- Ocorrência de pequenos furtos na comunidade. .
	1 – Reforço do policiamento nas comunidades.
2 – Realização de reuniões comunitárias.
	13- Dificuldades no escoamento da produção e apoio para o transporte de moradores. 
	1 – Articular com o governo municipal e a MRN
				
Morador(a) – Falta de água e infraestrutura básica:
Relatou a ausência de um poço adequado para abastecimento das residências, informando que parte dos moradores depende de soluções improvisadas, como bombas acopladas a motores. Apontou também a falta de banheiro comunitário, melhorias no barracão e a inexistência de posto de saúde ou agente comunitário de saúde. 
Morador(a) – Ramais e danos causados pela Equatorial:
Relatou que os ramais de acesso à comunidade estão sendo degradados pela atuação da empresa Equatorial,dificultando o tráfego e o acesso ao rio, além de danos em pontes utilizadas pelos moradores. Destacou que a situação compromete o transporte de pessoas e da produção
Morador(a) – Autorização para retirada de madeira e roçados:
Apontou a dificuldade e a demora nos processos de autorização para retirada de madeira destinada à construção e manutenção de residências, bem como para abertura de roçados em áreas já utilizadas. Relatou insegurança quanto às regras e receio de sofrer penalizações. 
Morador(a) – Invasões e extração ilegal de recursos naturais:
Relatou a presença constante de pessoas de fora invadindo a área para retirada ilegal de madeira, frutas, caça e pesca, ressaltando que, em alguns casos, moradores da própria comunidade acabam facilitando a entrada desses invasores. Destacou que a caça e a pesca para comercialização têm causado escassez de recursos e conflitos internos. 
Morador(a) – Produção agrícola e apoio produtivo:
Relatou dificuldades para melhorar a produção agrícola devido à falta de trator, insumos, assistência técnica e acesso a crédito rural. Apontou que o solo precisa de preparo adequado e que, sem apoio técnico, a produção fica limitada. 
Morador(a) – Transporte e escoamento da produção:
Destacou a dificuldade no transporte dos produtos da comunidade até a cidade, informando que muitas vezes a produção é transportada de forma inadequada, misturada ao transporte de pessoas, gerando transtornos e perdas. 
Morador(a) – Pequenos furtos na comunidade:
Relatou ocorrências de pequenos furtos, incluindo roubo de animais, utensílios e equipamentos comunitários, especialmente em áreas sem moradores próximos. Houve divergência quanto à solução: parte dos moradores defendeu apenas vigilância comunitária, enquanto outros concordaram com a realização de uma reunião com a polícia, de caráter educativo e de conscientização, sem foco em punições imediatas. Ao final, prevaleceu o entendimento de que a reunião teria caráter preventivo.
Morador(a) – Escola e ampliação do espaço educacional:
Relatou que a escola existente não atende plenamente à demanda da comunidade, destacando que crianças estudam em mais de um turno e que há necessidade de ampliação do espaço físico. 
Morador(a) – Doação de terreno e organização do espaço comunitário:
Informou que parte do terreno utilizado pela comunidade foi doado por morador(a) local, sendo destinado a atividades coletivas, como esporte e eventos. Surgiu discussão sobre a possibilidade de organização do espaço, incluindo proposta de criação de praça e reorganização do estacionamento durante eventos comunitários. Houve divergências, e o encaminhamento foi levar o tema para discussão posterior em plenária.
COMUNIDADE: NASCIMENTO
	QUAIS OS CONFLITOS/DESAFIOS EM RELAÇÃO AO USO DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO
	QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS SOLUÇÕES? E AS OPORTUNIDADES PARA AVANÇAR?
	1. Presença do agente de saúde na comunidade
	1. Apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Terra Santa para a resolução do problema.
	2. Falta de técnico de enfermagem
	
	3. Ausência de posto de saúde
	
	4. Poço na comunidade
	1. Apoio do ICMBio e MRN.
	5. Estrada precisa de manutenção e construção de uma ponte
	1. Reunião com a Equatorial e a comunidade para tratar a situação do problema.
	6. Ampliação da escola da comunidade e solicitação de mais um professor
	1. Criação de ensino médio na comunidade e articulação com a Secretaria de Educação (5ª URI).
	7. Abordagem truculenta da polícia na fiscalização
	1. Orientação do ICMBio para melhorar a abordagem com os comunitários.
	8. Empresa madeireira retira árvores utilizadas no extrativismo da comunidade
	1.Demarcação de uma área para uso comunitário.
	9. Doação de madeira apreendida pelo ICMBio
	Articulação da associação comunitária junto ao ICMBio para solicitação da doação.
	10. Assistência técnica rural e incentivos aos projetos
	Articulação junto ao ICMBio e SEMA de Terra Santa.
	11. Criação de Brigada comunitária
	
Jarlan – Comunidade Nascimento: Relatou dificuldades enfrentadas pelos moradores em relação à documentação necessária para aposentadoria e outros benefícios, destacando a necessidade de declarações que comprovem residência e vínculo com a comunidade, especialmente para moradores que vivem fora dos limites da Flona. Apontou como problema a falta de clareza quanto à aceitação dessas declarações pelos órgãos competentes. 
Dona Eliane – Comunidade Nascimento: Manifestou preocupação com a retirada de madeira na região, principalmente por pessoas de fora da comunidade, ressaltando que essa prática prejudica o uso tradicional dos recursos naturais pelos moradores locais. Apontou como problema a dificuldade de controle e fiscalização da entrada de terceiros. 
Seu Marcos – Comunidade Nascimento: Relatou conflitos relacionados à coleta de produtos florestais, como ixi (coroa e amarelo), piquiá e cumaru, informando que a atuação de terceiros e a concessão florestal têm impactado áreas tradicionalmente utilizadas pela comunidade. Apontou como problema a sobreposição de usos e a ausência de definição clara das áreas destinadas ao manejo comunitário. 
Seu Rodrigo – Comunidade Nascimento: Foi citado em relato relacionado à retirada de madeira por pessoas externas à comunidade, associada a situações pontuais de exploração irregular. O problema identificado foi a fragilidade no controle dessas atividades. Como encaminhamento, destacou-se a necessidade de intensificar a fiscalização, fortalecer os mecanismos de denúncia e ampliar a articulação entre comunidade e ICMBio.
Morador(a) da Comunidade Nascimento – Retirada de madeira e benfeitorias: Relatou a dificuldade para conseguir autorização para retirada de madeira destinada à construção e manutenção de casas e outras benfeitorias, destacando que o processo é demorado e gera insegurança. Apontou como problema a falta de clareza nos procedimentos e o receio de penalizações.
JAMARI
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções e oportunidades para avançar?
	1. Acesso ruim da estrada que da acesso à comunidade.
	1. Solicitar autorização do ICMBio e articular apoio da Prefeitura para realizar a manutenção.
	2. Falta de água potável.
	1. Articular apoio do ICMBIO, Prefeitura e MRN, junto com a SAMISE E EBATA.
	3. Falta de energia elétrica.
	1. Audiência para verificação da demanda.
	4. Atraso nas vistorias para liberação de roçados.
	1 – Ampliação da presença do ICMBio na comunidade.
	5. Necessidade de construção de pontes.
	1. Articular apoio do ICMBio, Prefeitura e MRN.
	6. Dificuldades no escoamento da produção e apoio ao transporte dos moradores.
	1. Transporte adequado para o escoamento.
	7. Alta velocidade de carros de empresas madeireiras (Samise e Ebata).
	1. Reunião interna com os motoristas e as empresas.
	8. Construção de uma ponte para o acesso aos dois lados da comunidade.
	1. Solicitar autorização do ICMBio e articular apoio da Prefeitura para realizar a manutenção.
Seu Rafael: Relatou problemas na estrada, destacando que o ramal é muito estreito e não permite a passagem de dois veículos, obrigando motoristas a dar ré por longos trechos. Informou que já houve licença para manutenção, mas venceu sem execução. Apontou pontos críticos com curvas perigosas e reforçou a necessidade de abertura e manutenção da estrada. Também falou sobre atrasos nas autorizações de roçado, pontes em más condições dificuldades no transporte da produção agrícola e acidentes graves envolvendo caminhões das madeireiras. Defendeu reunião interna com motoristas e denúncia ao Ministério Público.
Seu Teófilo: Coordenou a reunião, pedindo que cada problema fosse apresentado seguido da solução. Reforçou a necessidade de solicitar autorização ao ICMBio e apoio da prefeitura para estrada e passarela. Registrou problemas de água potável e sugeriu articulação com ICMBio, prefeitura e MRN para instalação de poço artesiano. Anotou questões sobre energia elétrica, mencionando audiência pública com Equatorial e necessidade de participaçãodo CMViu. Propôs articulação com prefeitura de Terra Santa e ICMBio para construção de pontes. Indicou a Secretaria de Agricultura como responsável por melhorias no transporte e escoamento da produção.
Júlia Ribeiro : Complementou falas sobre estrada e pontes, pedindo foco nos problemas antes das soluções. Reforçou necessidade de participação do CMViu nas reuniões sobre energia elétrica. Confirmou que todos concordavam com os encaminhamentos sugeridos. Alertou sobre riscos de acidentes com caminhões das madeireiras e sugeriu denúncia ao Ministério Público.
Nelson Ribeiro: Reforçou problemas de acesso e estrada. Mencionou que energia elétrica depende de autorização federal (Ibama). Citou atraso na entrega de licenças de roçado. Complementou falas sobre pontes e transporte da produção. Sugeriu instalação de placas de sinalização para reduzir velocidade dos caminhões e reforçou que denúncias poderiam ser feitas também ao MPF.
Morador: Destacou a necessidade de construção de passarela para travessia segura entre os dois lados da comunidade e limpeza do Igarapé do Jamari para garantir acesso.
SERRA
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções e oportunidades para avançar?
	1. Baixa qualidade da água na comunidade, solicitação de poço para cada grupo familiar.
	1. Anallise técnica do icmbio, prefeitura e samise para verificar a qualidade da agua.
2. Fiscalizaçao dos igarapés.
	2. regularização fundiária. 
	1. Articular apoio do ICMBIO, INCRA e MPF
	3. Falta de escola, ACS, posto de saúde e igreja. 
	1. Audiência para verificação da demanda.
	4. Alta velocidade de carros de empresas madeireiras (Samise e Ebata).
	1 – Analise sob responsabilidade dos orgães responsáveis.
	5. Falta de energia elétrica. 
	1. Autorizaçao do IBMA.
	6. Retirada e aproveitmamento de madeira caida
	1. Autorizaçao da SEMA e ICMBIO
	7. Dificuldade para autorização de roçado.
	1. Autorizaçao da SEMA e ICMBIO
	8. Dificuldades no escoamento da produção e apoio ao transporte dos moradores.
	1. Doação de bens para a comunidade pelo ICMBIO, Prefeitura, mrn e madeireira)
	9. solicitação de banheiros para cada grupo familiar
	1. Apoio do ICMBIO, Prefeitura, mrn e madeireira)
	10. Acesso ruim da estrada de acesso à comunidade.
	1. Autorização do ICMBIO, e apoio da semise e MRN
	11. Estudo de impacto ambiental junto a MRN.
	1.reuniao com a comunidade e mrn
	12. Doação de cestas básicas e projetos para o desenvolvimento da comunidade. 
	1. Reunião com o ICMBIO.
Lider comunitário: Destacou a questão da qualidade da água, afetada pela atuação das madeireiras, com alteração da cor e contaminação das nascentes. Ressaltou a necessidade de análise técnica e apoio da prefeitura e ICMBio. Apontou também a questão fundiária, com necessidade de regularização, e a falta de escola na comunidade, obrigando crianças a se deslocarem para outras localidades. Mencionou ainda problemas com alta velocidade dos veículos das empresas e dificuldade de acesso a serviços de saúde. Reforçou o impacto da madeireira na qualidade da água e a necessidade de análise técnica do ICMBio com apoio da prefeitura. Apontou a regularização fundiária como prioridade. Confirmou que a questão da escola e do assédio já está em análise junto à prefeitura. Também destacou a necessidade de articulação com empresas para controle da velocidade dos veículos.
Morador: Propôs definir horários para transporte de madeira como forma de reduzir a velocidade e os riscos. Reforçou a necessidade de fiscalização e monitoramento da qualidade da água. Mencionou que a instalação de energia depende de autorização do Ibama. Apontou dificuldades para autorização de roçado, sugerindo articulação com a SEMA. Indicou a possibilidade de doação de veículos pela prefeitura, ICMBio ou madeireiras para transporte de passageiros e escoamento da produção. Defendeu a construção de banheiros em cada residência, com apoio da prefeitura e MRN. Reforçou a necessidade de manutenção dos ramais com apoio da Samise e MRN. Por fim, destacou a importância de realizar estudo de impacto ambiental da mineração.
Dona Rosaria: Relatou sobre a falta de escola na comunidade e o sacrifício das crianças que precisam acordar muito cedo para estudar em Jamari. Houve também relatos sobre a alta velocidade dos caminhões das empresas, a dificuldade de acesso à saúde, a necessidade de autorização para reaproveitamento de madeira em construções e reformas, e a carência de transporte adequado para passageiros e produção
COMUNIDADE DO AIBI
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções e oportunidades para avançar?
	1. Baixa participação dos comunitários nas reuniões.
	1. Mobilização do ICMBio e dos representantes comunitários. 
2. Fortalecimento da união da comunidade.
3. Reuniões informativas e comunicação direta com a comunidade.
	2. Veiculação de notícias falsas por terceiros.
	
	3. Falta de energia elétrica na comunidade.
	1. Reunião com representantes comunitários e a empresa Equatorial. 
2. Articulação com a Prefeitura.
3. Articulaçao com a MRN
	4. Falta de água encanada na comunidade no Mirizal e Terra Preta.
	1. Construção de um microssistema de abastecimento.
2. Articulação com o Governo.
3. Aguardando resposta da MRN.
4. Indicadores para consessão florestal.
	5. Extração ilegal de seixo e areia e madeira
	1. Intensificar a fiscalização da SEMA de Faro e do IBAMA.
	6. Pesca ilegal na comunidade
Cabecira do Xibida e Grande do Aibi.
	1. Intensificação da fiscalização.
2. Apoio da Polícia Ambiental.
3. Homolago o acordo de pesca na região.
4. Reunião de Esclarecimento com as SEMAS.
	7. Ausência de enfermeiro no posto de saúde.
	1. Participação da Secretaria de Saúde em reuniões na comunidade.
2. Aguardando resposta.
	8. Necessidade de palestras educativas para jovens e adultos sobre assédio sexual e drogas.
	1. Reunião com o Conselho Tutelar de Faro.
	9. Lixo produzido na cidade de Nhamundá.
	1. Fiscalização do IBAMA, em parceria com a Prefeitura e o ICMBio.
	10. Necessidade de banheiros para cada grupo familiar na comunidade Cabeceira.
	1. Articulação com a MRN.
	11. Falta de transporte para auxiliar na locomoção da comunidade, carro.
	1. Doação de bens apreendidos pelo ICMBio, Prefeitura e SAMISE.
	12. Necessidade de cursos profissionalizantes.
	1. Articulação com o SEBRAE e o SENAI.
	13. Acesso limitado a linhas de crédito.
	1. Articulação do ICMBIO com instituições financeiras e órgãos parceiros.
	14. Falta de sede da associação comunitária.
	1. Articulação com a Prefeitura, SAMISE e MRN.
	15. Necessidade de ampliação do barracão comunitário e construção de um parque escolar.
	
Nos três grupos da Comunidade Aibi, alguns problemas apareceram de forma recorrente. 
A baixa participação da comunidade em reuniões e eventos foi apontada em todos os encontros. Os moradores relataram que muitos só comparecem quando há distribuição de benefícios imediatos, como cestas básicas, mas não participam quando os assuntos são estruturais. 
A falta de energia elétrica também foi consenso. Os três grupos relataram que a comunidade depende de geradores a diesel e que os kits de placas solares entregues em outras localidades não chegaram até Aibi. Houve menção a levantamentos feitos pela Equatorial, mas sem resultados concretos. 
Outro problema comum foi o abastecimento de água. Em todos os grupos, moradores citaram que sistemas foram danificados por raios ou que algumas áreas, como Mirizal e Terra Preta, não possuem água encanada. 
A extração ilegal de recursos naturais (seixo, areia e madeira) foi relatada em todos os encontros. Os moradores destacaram que pessoas de fora entram para retirar materiais clandestinamente, muitas vezes à noite. Alguns lembraram que há moradores com licença da SEMA para operar legalmente, mas que a maioria das atividades é irregular. 
A pesca ilegal também foi mencionada nos três grupos, incluindo captura de quelônios e peixe-boi. Os moradores lembraramque já existe um acordo de pesca homologado pelo governo estadual, mas que falta fiscalização efetiva. A solução foi apoiar a Polícia Ambiental e implementar de fato o acordo.
A falta de atendimento médico e o posto de saúde sem funcionamento foram apontados como problemas graves. Em todos os grupos, moradores relataram situações de risco por falta de profissionais fixos e transporte adequado. 
A necessidade de palestras educativas para jovens e adultos sobre drogas e assédio sexual foi destacada em todos os encontros. Os moradores relataram casos preocupantes e defenderam que o Conselho Tutelar e a prefeitura precisam estar presentes para orientar adolescentes e pais.
O impacto do lixão da cidade de Nhamunda também foi citado nos três grupos, especialmente em relação à poluição do rio e à fumaça. A solução foi intensificar a fiscalização do IBAMA e articular ações com a prefeitura e o ICMBio.
COMUNIDADE DO INCHA e FELIZARDO
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções e oportunidades para avançar?
	1. Falta de água potável e energia elétrica nas comunidades do Felizardo e Incha.
	1. Implantação de microssistema por grupo familiar. 
2. Solicitar apoio da Prefeitura, SAMISE e MRN.
	2. Necessidade de entrevistar famílias que se negaram a participar da primeira fase – Cadastro SIS Família.
	1. Reabertura do processo no ICMBio.
	3. Falta de organização comunitária nas comunidades Incha e Felizardo.
	1. Criação de associação comunitária.
	4. Construção de uma escola na comunidade do Felizardo.
	1. Articulação com a Prefeitura e órgãos competentes.
	5. Ausência de posto de saúde e enfermeiro nas comunidade de Incha e felizardo.
	1. Articulação com a Secretaria Municipal de Saúde.
	6. Falta de lancha de apoio para as comunidades.
	1. Apoio da Prefeitura e da SAMISE.
	7. Falta de acesso à internet na comunidade do Felizardo.
	1. Articulação com a Prefeitura e programas de conectividade rural.
	8. Ausência de casa de apoio para médico e enfermeiro.
	1. Apoio da Prefeitura e parceiros institucionais.
	9. Extração ilegal de madeira na comunidade de Incha.
	1. Intensificação da fiscalização pela SEMA de Faro e IBAMA.
	10. Dificuldade de transporte terrestre no período da seca no Felizardo, na cabeceira.
	1. Apoio da SAMISE e da Prefeitura para doação de uma moto.
	11. Não inclusão de famílias nas entregas de cestas básicas.
	1. Articulação com o ICMBio e a MRN.
	12. Dificuldade de acesso ao crédito rural.
	1. Apoio da EMATER, MRN e SAMISE.
	13. Necessidade de cursos de capacitação.
	1. Articulação com a Secretaria de Agricultura de Faro e o SENAR.
	14. Necessidade de projetos de piscicultura e apicultura.
	1. Articulação com a Secretaria de Agricultura de Faro e o SENAR.
Na reunião da Comunidade Inchá, os moradores começaram destacando os problemas de transporte durante a época da seca, quando o acesso fica muito difícil e muitas vezes só é possível com carroças ou apoio de animais. Foi consenso que é necessário articular com prefeitura, ICMBio, Samise e MRN para garantir transporte de apoio, como lanchas ou veículos, especialmente para levar alimentos, estudantes e pacientes em situações de emergência.
Outro tema recorrente foi a falta de energia elétrica e água potável. Muitos moradores relataram que não possuem poços ou abastecimento regular e que os kits de placas solares entregues em outras comunidades.. 
A comunidade também discutiu o uso e acesso aos recursos da Floresta Nacional (FLONA). Alguns moradores admitiram que utilizam madeira, cipó e palha da área para suprir necessidades básicas, mas há preocupação com a legalidade dessas práticas. Foi sugerido articular com ICMBio e MRN para garantir acesso sustentável e evitar conflitos.
A extração ilegal de madeira por pessoas de fora foi apontada como um problema grave. Moradores relataram que invasores entram de madrugada para retirar madeira sem autorização
Outro ponto levantado foi a segurança na comunidade, já que houve furtos de bombas de água e outros equipamentos. Os moradores defenderam maior monitoramento e união comunitária para evitar novos casos.
Também houve reclamações sobre o acesso a programas sociais, como cestas básicas. Muitos relataram que seus nomes são cadastrados, mas os benefícios não chegam, ou são entregues apenas a algumas famílias. A solução foi articular com ICMBio, MRN e prefeitura para garantir que todas as casas sejam incluídas na logística de distribuição.
Na área de saúde e educação, os moradores reforçaram a necessidade de construir e ampliar escolas, postos de saúde e garantir a presença de enfermeiros. Foi relatado que o posto existe, mas não funciona por falta de profissionais e estrutura. 
Além disso, foi destacada a necessidade de internet comunitária, para facilitar comunicação e acesso a serviços, e de banheiros em cada residência, como medida de dignidade básica.
Por fim, os moradores apontaram demandas de desenvolvimento econômico, como cursos de capacitação profissional (informática, máquinas pesadas, mecânica), acesso a linhas de crédito para agricultores e pequenos empreendedores, e até projetos de piscicultura e apicultura. Também reforçaram a importância de criar uma associação comunitária para organizar melhor as reivindicações e fortalecer a representação da comunidade junto aos órgãos públicos e empresas.
COMUNIDADE: LAGO DO AJUDANTE
	Quais os conflitos/desafios em relação ao uso da Unidade de Conservação
	Quais são as possíveis soluções e oportunidades para avançar?
	1. Acesso à educação.
	1. Ampliação de vagas no colégio de Porto Trombetas.
 2. Criação de uma escola de ensino médio na comunidade.
	2. Acesso ao hospital da Vila de Trombetas.
	1. Inserir os moradores no cadastro do hospital. 
2. Implantação de posto de saúde na comunidade.
	3. Dificuldade para criação de pequenos animais.
	1. Estabelecimento de termo de compromisso de uso na comunidade.
	4. Restrição do modo de vida tradicional em virtude da Unidade de Conservação.
	1. Estabelecimento de termo de compromisso uso na comunidade.
	5. Falta de políticas públicas para a comunidade.
	1. Articulação do ICMBio com o Governo.
	6. Projetos de piscicultura.
	1. Estabelecimento de termo de compromisso uso na comunidade.
	7. Dificuldade para obtenção de autorização para retirada e uso de madeira.
	1. Estabelecimento de termo de compromisso uso na comunidade.
	8. Subemprego na MRN.
	1. Capacitação dos moradores.
	9. Criação de bolsas de ensino superior para os comunitários.
	1. Articulação do ICMBio com o Governo e a Prefeitura.
	10. Necessidade de ajuda durante o período da seca.
	1. Apoio em infraestrutura (pontes e passarelas). 
2. Distribuição de cestas básicas. 
3. Garantia de acesso à água potável. 
4. Implantação de microssistemas na vila.
	11. Falta de transporte para auxiliar na locomoção da comunidade.
	1. Doação de embarcação pela MRN e Prefeitura.
	12. Falta de incentivo ao esporte.
	1. Articulação com a Prefeitura, SAMISE e MRN. 
2. Construção de quadra esportiva na comunidade.
	13. Turismo de base comunitária.
	1. Articulação do ICMBio com instituições financeiras e órgãos parceiros.
	14. Falta de sinalização na comunidade.
	1. Articulação do ICMBio com a Capitania dos Portos.
	15. Necessidade de palestras contra as drogas.
	1. Palestras voltadas às famílias. 
2. Palestras voltadas à saúde masculina.
	16. Baixa participação comunitária.
	1. Criação do regimento interno da comunidade.
Na Comunidade Ajudante, os moradores iniciaram destacando a questão da educação. Muitos relataram a dificuldade de acesso às vagas no colégio da MRN em Porto Trombetas, já que as oportunidades são limitadas e dependem de provas seletivas. Foi consenso que a criação de uma escola de ensino médio dentro da comunidade seria uma solução fundamental para garantir acesso mais amplo e justo à educação. Além disso, houve pedidos por bolsas de estudo para o ensino superior, especialmente voltadas para ribeirinhos e quilombolas, como forma de ampliar oportunidadesde formação.
Outro tema recorrente foi a saúde. Os moradores reclamaram da falta de posto de saúde na comunidade e da dificuldade de acesso ao hospital da vila, que prioriza funcionários da mineradora. Houve relatos de situações graves em que pacientes não foram atendidos por não estarem cadastrados. A solução apontada foi inserir os moradores no cadastro do hospital, criar um posto de saúde local e garantir a presença de enfermeiros e médicos, além de transporte fluvial para emergências.
A comunidade também discutiu as restrições impostas pela reserva biológica, que limitam atividades tradicionais como criação de pequenos animais, plantio e uso de madeira. Muitos relataram frustração por não poderem manter modos de vida básicos. A solução proposta foi estabelecer um termo de compromisso de uso, permitindo atividades de subsistência dentro de regras claras e sustentáveis. Esse termo também incluiria apoio à piscicultura e autorização para retirada de madeira para consumo próprio.
Outro ponto levantado foi a falta de políticas públicas. Os moradores afirmaram que dependem quase exclusivamente da mineradora, mas que o Estado deveria assumir responsabilidades em áreas como educação, saúde, saneamento e infraestrutura. Foi consenso que é preciso articular institucionalmente o ICMBio com governo federal, estadual e municipal para trazer políticas públicas efetivas para a comunidade.
A falta de assistência durante a seca foi outro problema grave. Os moradores relataram que sofrem muito com a estiagem, sem apoio adequado para transporte, alimentação e água potável. A solução discutida foi garantir suporte emergencial, como distribuição de cestas básicas, implantação de microsistemas de água e construção de pontes e passarelas para facilitar o acesso.
Também foi mencionada a questão do subemprego na MRN. Muitos moradores são contratados apenas para trabalhos braçais, sem oportunidades de cargos melhores. A solução proposta foi investir em capacitação profissional, cursos técnicos e programas de qualificação para que os comunitários possam disputar vagas mais qualificadas.
Além disso, houve pedidos por incentivo ao esporte, com articulação entre prefeitura, mineradora e comunidade para criar espaços esportivos e programas voltados aos jovens. Também foi sugerido o desenvolvimento de turismo comunitário, com uso legal das matas e balneários, como forma de gerar renda.
Por fim, os moradores destacaram a necessidade de melhorar a participação comunitária nas reuniões e decisões, criar uma associação representativa e definir regimentos internos para fortalecer a organização local. Também pediram atenção para questões ambientais, como conscientização sobre resíduos e queimadas, e apoio psicológico e social, incluindo palestras voltadas para homens e mulheres sobre saúde e convivência comunitária.