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FACULDADE CATÓLICA PAULISTA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL ARNALDO PILAR SILVA ESTRADAS E PAVIMENTEAÇÃO ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM - AP1 RESPOSTA Considere-se a expressão usual da distância de frenagem em rodovias, 𝑑𝑓 = 𝑉2 254 ⋅ (𝑓 ± 𝑖) , em que 𝑉 está em km/h, 𝑓 é o coeficiente de atrito longitudinal e 𝑖 é a inclinação da via em forma decimal. Em aclive, soma-se a inclinação ao atrito; em declive, subtrair-se-ia. Em via plana, toma-se 𝑖 = 0. No item (a), a via é plana, então 𝑖 = 0, com 𝑉 = 110 km/h e 𝑓 = 0,28. Logo, 𝑑𝑓 = 1102 254 ⋅ 0,28 = 12100 71,12 ≈ 170,1 m. Como o obstáculo está a 200,0 m, tem-se 200,0 − 170,1 = 29,9 m. Portanto, não haverá colisão. A distância de frenagem é 170,1 m. No item (b), há 5% de aclive, então 𝑖 = 0,05. Com 𝑉 = 100 km/h e 𝑓 = 0,29, 𝑑𝑓 = 1002 254 ⋅ (0,29 + 0,05) = 10000 254 ⋅ 0,34 = 10000 86,36 ≈ 115,8 m. Como o obstáculo está a 250,0 m, resulta 250,0 − 115,8 = 134,2 m. Portanto, não haverá colisão. A distância de frenagem é 115,8 m. No item (c), a via é plana, então 𝑖 = 0, com 𝑉 = 80 km/h e 𝑓 = 0,30. Assim, 𝑑𝑓 = 802 254 ⋅ 0,30 = 6400 76,2 ≈ 84,0 m. Como o obstáculo está a 100,0 m, 100,0 − 84,0 = 16,0 m. Portanto, não haverá colisão. A distância de frenagem é 84,0 m. No item (d), a via é plana, então 𝑖 = 0, com 𝑉 = 120 km/h e 𝑓 = 0,28. Então, 𝑑𝑓 = 1202 254 ⋅ 0,28 = 14400 71,12 ≈ 202,5 m. Como o obstáculo está a 300,0 m, 300,0 − 202,5 = 97,5 m. Portanto, não haverá colisão. A distância de frenagem é 202,5 m. Assim, os resultados são: (a) 𝑑𝑓 ≈ 170,1 m, não haverá colisão; (b) 𝑑𝑓 ≈ 115,8 m, não haverá colisão; (c) 𝑑𝑓 ≈ 84,0 m, não haverá colisão; (d) 𝑑𝑓 ≈ 202,5 m, não haverá colisão.