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Antibiograma Apresentação 1. OBJETIVO Este experimento trata do antibiograma pelo método de disco-difusão (Kirby-Bauer): um procedimento microbiológico realizado para verificar a ação de substâncias antimicrobianas no crescimento de bactérias. Como parte das atividades, você terá que incubar culturas bacterianas em salina até atingir a turbidez de uma solução-padrão de McFarland, inocular essas suspensões em ágar Mueller-Hinton e analisar a sensibilidade ou a resistência das bactérias inoculadas frente aos antibióticos testados. Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de: aprender a realizar um teste antibiograma e correlacioná-lo ao aparecimento de cepas resistentes; • reconhecer o aparecimento de bactérias resistentes e super-resistentes;• aprimorar suas aptidões em técnicas laboratoriais;• exercitar a discussão de resultados com base em evidências.• 2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS? Os testes para verificação da sensibilidade a antibióticos (antibiogramas) são utilizados no setor de microbiologia dos laboratórios de análises clínicas e hospitalares para determinação da suscetibilidade de uma bactéria frente a vários antibióticos. Essa metodologia é útil na avaliação da eficácia de uma variedade de antibióticos sobre uma espécie de microrganismo, fornecendo orientações para a prescrição, na prática médica, da maioria dos antibióticos utilizados no tratamento de infecções bacterianas. A escolha correta do antibiótico a ser prescrito para o paciente minimiza a ocorrência de bactérias resistentes e super-resistentes (ou multirresistentes), que limitam as opções para a escolha da melhor profilaxia e colocam em perigo a saúde da população mundial, e principalmente a vida de pacientes em ambiente hospitalar. Assim, um biomédico deve conhecer o método de Kirby-Bauer, por ser considerado o padrão para a realização de antibiogramas. 3. O EXPERIMENTO O antibiograma pelo método de disco-difusão consiste na aplicação de vários antibióticos impregnados em pequenos discos de papel fixados em ágar contendo o microrganismo em teste, inoculado sobre a superfície do ágar, de maneira homogênea. A presença de halos de inibição do crescimento em torno dos discos de antibióticos (zona clara) é indicativa de sensibilidade da bactéria ao antibiótico analisado, enquanto sua ausência é indicativa de resistência. O resultado é interpretado comparando-se a medida dos diâmetros dos halos encontrados com as medidas dos halos preconizados pelo BrCAST, classificando o microrganismo em sensível, intermediário ou resistente ao antibiótico analisado. 4. SEGURANÇA Para esta prática, deverão ser utilizados jaleco de mangas compridas e luvas de procedimentos. De acordo com as regras de biossegurança, você deverá trajar calça comprida (que não seja legging e, de preferência, jeans), sapatos fechados que cubram completamente o dorso dos pés e, caso tenha cabelos longos, deverá mantê-los presos com elástico durante todo o tempo de permanência no laboratório. 5. CENÁRIO O experimento será realizado em um laboratório de microbiologia e, por envolver a manipulação de microrganismos possivelmente patogênicos, todas as etapas deverão obrigatoriamente ser executadas próximas à chama do bico de Bunsen para a criação de uma zona estéril e para não haver contato direto com as culturas bacterianas. Bons estudos. Sumário teórico ANTIBIOGRAMA A principal função dos antibiogramas é identificar, em amostras microbiológicas provenientes de coletas laboratoriais e hospitalares, a sensibilidade ou resistência do microrganismo responsável pela infecção, permitindo escolher o antibiótico mais adequado ao tratamento, bem como sua quantidade. Esses testes frequentemente são indicados quando da possibilidade de o agente infeccioso pertencer a uma espécie com capacidade de resistência aos antibióticos comumente utilizados na terapêutica. Além disso, os testes de sensibilidade são importantes em estudos epidemiológicos de resistência e na avaliação de novos antibióticos. Alguns antibióticos são bactericidas (eliminando completamente os microrganismos, por impedirem a formação da membrana citoplasmática ou da parede celular), enquanto outros são bacteriostáticos (apenas impedindo que os microrganismos se multipliquem durante o período de utilização do medicamento, pela modulação negativa da síntese de DNA ou de proteínas, retendo a célula em uma fase do ciclo celular e a impedindo de prosseguir com a divisão). Além disso, apresentam padrões diferentes de distribuição no organismo, devido às diferenças de solubilidade, tornando-os eficazes contra uma bactéria, mas ineficazes para tratamento, por não atingirem a concentração adequada nos tecidos. De maneira geral, os antibióticos de espectro restrito são mais bactericidas e os de amplo espectro, mais bacteriostáticos. O uso indiscriminado de antibióticos favorece o desenvolvimento de cepas resistentes e colabora para a seleção destas, eliminando a maioria das populações de bactérias que se apresentam sensíveis. Dentre os ambientes mais propícios ao surgimento de cepas resistentes, encontram-se os hospitais, onde as infecções comumente são provocadas por cepas multirresistentes. A origem da resistência pode ser não genética (microrganismos que desenvolvem resistência enquanto estão metabolicamente inativos, ou seja, não estão em fase de multiplicação) ou genética (processos de seleção natural consecutivos ou alterações genéticas, sendo estas cromossômicas ou extracromossômicas). Ainda, algumas bactérias são intrinsecamente resistentes a certas classes de antibióticos, como o Staphylococcus saprophyticus à novobiocina e o Proteus sp. às polimixinas, constituindo um dado muito útil para a identificação microbiana. Basicamente, são utilizados dois métodos para análise da suscetibilidade aos antimicrobianos: diluição em tubo e difusão em disco (Kirby-Bauer). Ainda, é possível avaliar a atividade microbiana de um antibiótico por meio da determinação da concentração inibitória mínima (MIC, do inglês minimum inhibitory concentration). Essa análise mostra a menor quantidade necessária do antibiótico para impedir o crescimento do microrganismo em questão e a determinação da concentração bactericida mínima (MBC, do inglês minimum bactericidal concentration), ou seja, a concentração mínima de antibiótico capaz de matar todos os microrganismos. No método da diluição em tubo, são utilizadas diversas diluições do antibiótico, permitindo a determinação da MIC ou da MBC. No primeiro caso, uma suspensão de bactérias com quantidade padronizada (5 × 105UFC/mL) é inoculada em tubos contendo diferentes diluições do antibiótico, geralmente sequências múltiplas de 2, expressas em µg/mL, para se verificar qual é a diluição mais alta (concentração mais baixa de antibiótico) capaz de impedir o crescimento microbiano. A turbidez dos tubos serve como parâmetro para a avaliação do crescimento, demonstrando o índice de crescimento em cada tubo. No segundo caso, o procedimento é semelhante: preparam-se placas com meio de cultura contendo diferentes diluições do antibiótico e inocula-se a suspensão bacteriana padronizada. A diluição do antibiótico capaz de eliminar totalmente os microrganismos e impedir seu crescimento em meio de cultura sem o antibiótico é definida como a concentração bactericida mínima. A figura a seguir mostra os dois tipos de determinação da concentração (inibitória mínima e bactericida mínima): Figura 1 – MIC e MBC. Fonte: ANVISA (2008). Na parte superior da figura, pode-se perceber que não houve crescimento bacteriano na concentração de 32µg/mL; portanto, esta é a MIC. Na segunda etapa, as diluições de 8, 16, 32 e 64µg/mL foram transferidas para as placas contendo meio de cultura sem o antibiótico. A diluição que impediu o crescimento bacteriano (placa D) determinou a MBC: 64µg/mL. O método de difusão em disco, descrito por Kirby & Bauer em 1966, é um método qualitativo, consideradocomo “padrão ouro” para testes de sensibilidade a antimicrobianos. Nele, diversos antibióticos impregnados em pequenos discos de papel são fixados em ágar Mueller-Hinton contendo a bactéria-teste inoculada de maneira homogênea, formando um “tapete” em cima do ágar. Após incubação de 18 a 24 horas em temperatura adequada para a bactéria em questão, analisa-se sua sensibilidade ou resistência frente aos antibióticos testados. A inoculação microbiana é realizada em meio de cultura líquido, diluído até que sua turbidez esteja próxima de 0,5 de densidade óptica. Essa turbidez é alcançada comparando a diluição à escala- padrão McFarland e corresponde a uma concentração de cerca de 15 × 108 células/mL. O espalhamento na placa de Petri contendo o ágar é realizado com um swab de algodão estéril, por toda a superfície, de maneira que nenhum espaço fique sem preenchimento, para que o crescimento microbiano ocorra por todo o meio de cultura. A escolha de quais antibióticos serão testados depende de cada laboratório, juntamente com especialistas em doenças infecciosas e farmacêuticos, além de comitês de farmácia, terapêutica e controle de infecção hospitalar. Na seleção de antibióticos para grupos específicos de testes/classes de antibióticos, devem ser considerados: eficácia clínica; prevalência de resistência; minimização do surgimento de resistência; custos; indicações da Food and Drug Administration (FDA) ou do Ministério da Saúde; e as atuais recomendações consensuais para fármacos de primeira escolha e alternativos. Caso o microrganismo seja sensível a um antibiótico, uma zona clara (halo de inibição) se forma em torno do disco, significando que, nessa região, o antibiótico impediu seu crescimento (Figura 2). Não são aceitáveis testes de disco-difusão baseados somente na presença ou ausência do halo de inibição, sem considerar seu diâmetro. O diâmetro do halo de inibição depende da sensibilidade microbiana ao antibiótico e da habilidade deste de se difundir através do ágar. Figura 2 – Antibiograma por disco-difusão. Fonte: SHUTTERSTOCK. Os diâmetros são comparados aos critérios estabelecidos pelo Clinical & Laboratory Standards Institute (CLSI), pelo European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing (EUCAST) ou pelo Brazilian Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing (BrCAST), para classificação do microrganismo em sensível, intermediário ou resistente (Figura 3). Só é possível obter resultados confiáveis com testes que utilizam as medidas dos diâmetros correlacionados às MICs com cepas reconhecidamente sensíveis e resistentes a diversos agentes antimicrobianos. Devem ser levados em consideração vários fatores que podem afetar o tamanho da zona de inibição, como: meio de cultura utilizado e sua espessura na placa; inóculo fora do padrão ou contendo mais de um microrganismo; e taxa de difusão dos antibióticos no meio de cultura. Figura 3 – Laudo de um teste de sensibilidade antimicrobiana em amostra de urina recente. ANTIBIOGRAMA (BrCast) Staphylococcus spp. Antibiótico Sigla S I R Tetraciclin a TET ≥22 19-21no seu navegador para otimizar o desempenho durante o acesso aos laboratórios virtuais. • Requisitos mínimos do sistema: Certifique-se de que seu computador atenda aos requisitos mínimos para acessar os laboratórios virtuais. Essa informação está disponível em nossa Central de Suporte. • Monitoramento do sistema: Utilize o Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) para verificar o uso do disco, memória e CPU. Se estiverem em 100%, considere fechar outros aplicativos ou reiniciar a máquina para otimizar o desempenho. • Teste de velocidade de internet: Antes de acessar, realize um teste de velocidade de internet para garantir uma conexão estável e rápida durante o uso dos laboratórios virtuais. • Atualizações do navegador e sistema operacional: Mantenha seu navegador e sistema operacional atualizados para garantir compatibilidade e segurança durante o acesso aos laboratórios. • PRECISA DE AJUDA? Em caso de dúvidas ou dificuldades técnicas, visite nossa Central de Suporte para encontrar artigos de ajuda e informações para usuários. Acesse a Central de Suporte através do link: https://suporte- virtual.algetec.com.br Se preferir, utilize os QR Codes abaixo para entrar em contato via WhatsApp ou ser direcionado para a Central de Soporte. Estamos aqui para ajudar! Conte conosco! DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO MATERIAIS NECESSÁRIOS Acendedor mecânico;• Ágar MacConkey;• Ágar Manitol;• Alça bacteriológica;• Bico de Bunsen;• Caneta permanente;• Escala de McFarland 0,5;• Estufa bacteriológica;• Jaleco;• Luvas de procedimento;• Máscara;• Multidisco Gram Negativo;• Multidisco Gram Positivo;• Óculos;• Pinça metálica;• Placa meio Mueller Hinton;• Suporte para tubo de ensaio;• Swab;• Tubo de ensaio com solução salina.• PROCEDIMENTOS SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Lave as mãos na “Pia” e coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. PREPARANDO A SUSPENSÃO Identifique as placas de ágar Mueller Hinton com caneta permanente. Acenda o bico de Bunsen e flambe a alça bacteriológica. Posicione a placa de ágar Manitol próximo a chama do bico de Bunsen, destampe a placa e colete a amostra com a alça. Tampe a placa de coloque-a de volta na bancada. Mova o tubo de ensaio (1) com solução salina para o bico de Bunsen, retire a tampa e inocule a bactéria. Após finalizar a inoculação, flambe a alça, tampe o tubo, mova-o para o suporte e compare a turvação com a escala de McFarland 0,5. Repita esse processo inoculando a amostra da placa de ágar MacConkey no tubo de ensaio (2). SEMEANDO A AMOSTRA Inocule o swab no tubo de ensaio (1). Mova a placa de ágar Mueller Hinton (1) para o bico de Bunsen, retire a tampa e semeei a amostra na placa. Descarte o swab. Tampe a placa e coloque-a na bancada. Repita o mesmo procedimento inoculando o swab no tubo de ensaio (2) e semeando a placa de ágar Mueller Hinton (2). Retorne as placas para a bancada e aguarde 10 minutos para secar. ADICIONANDO OS ANTIBIÓTICOS Posicione a placa de ágar Mueller Hinton (1) próximo ao bico de Bunsen e retire a tampa da placa. Flambe a pinça metálica e adicione o multidisco de antibiótico para gram-positivos. Flambe novamente a pinça, tampe a placa e coloque-a na bancada. Posicione a placa de ágar Mueller Hinton (2) próximo ao bico de Bunsen, retire a tampa da placa e adicione o multidisco de antibiótico para gram-negativos. Flambe a pinça ao final do processo e coloque-a na bancada. Tampe a placa de ágar Mueller Hinton, mova a placa para bancada. Coloque as duas placas na estufa, ligue o equipamento e aguarde 24 horas. REALIZANDO A LEITURA Abra a estufa e mova as placas de ágar Mueller Hinton para bancada. Ative o menu de resultados da prática. Utilize a régua para verificar o tamanho do halo de inibição do antibiótico. Preencha a tabela de resultados com o valor encontrado e informe a classificação. Realize a leitura completa das duas placas de antibiograma. AVALIANDO OS RESULTADOS Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Qual a importância do antibiograma no diagnóstico laboratorial? 2. Qual o princípio do método Kirby Bauber utilizado nessa aula? 3. Em seus resultados foram observadas amostras resistentes? Em quais amostras e antibióticos? 4. Relacione os resultados de resistência às amostras biológicas que foram utilizadas nesta aula prática. 5. Quais são os outros métodos para detecção da resistência aos antimicrobianos? 6. Qual a diferença entre as outras técnicas disponíveis e o método de disco-difusão? TUTORIAL SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Visualize a pia clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Pia” localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela. Higienize as mãos clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a torneira na pia. Visualize o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Armário de EPIs”. Abra o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as portas. Selecione os EPIs necessários para a realização do ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre eles. Nesse experimento, é obrigatório o uso de jaleco, luvas de látex, óculos e máscara. PREPARANDO A SUSPENSÃO Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Experimento”. Identifique as placas de ágar Mueller Hinton clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a caneta marcadora. Visualize o bico de Bunsen clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera “Bico de Bunsen”. Ligue o gás do bico de Bunsen clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a válvula. Ajuste a chama do bico de Bunsen clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele. Observe que aparecerá duas barras na lateral inferior esquerda da tela, movimente a segunda barra para a direita clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Acenda o bico de Bunsen clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o acendedor mecânico. Você pode reajustar a chama do bico de Bunsen clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele e movimentando a segunda barra para a direita ou para esquerda clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Flambe a alça bacteriológica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Visualize a bancada clicando com botão esquerdo do mouse em "Experimento". Mova a placa de ágar manitol para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar em bico de Bunsen”. Destampe a placa de ágar manitol clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Colete a amostra da placa de Petri clicando com o botão direito do mouse sobre a alça bacteriológica e selecionando a opção “Coletar amostra da placa”. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Mova a placa para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Mova o tubo de ensaio para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Retire a tampa do tubo de ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele. Inocule a amostra no tubo de ensaio clicando com o botão direito do mouse sobre a alça bacteriológica e selecionando a opção “Inocular em tubo de ensaio”. Flambe a alça bacteriológica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a alça. Tampe o tubo de ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a vidraria. Mova o tubo de ensaio para o suporte clicando com o botão direito do mouse sobre o tubo e selecionando a opção “Colocar no suporte”. Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse nacâmera com o nome “Experimento”. Visualize a bancada e mova a placa de ágar MacConkey para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Destampe a placa de ágar MacConkey clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Colete a amostra da placa de Petri clicando com o botão direito do mouse sobre a alça bacteriológica e selecionando a opção “Coletar amostra da placa”. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Mova a placa para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Mova o tubo de ensaio para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Retire a tampa do tubo de ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele. Inocule a amostra no tubo de ensaio clicando com o botão direito do mouse sobre a alça bacteriológica e selecionando a opção “Inocular em tubo de ensaio”. Flambe a alça bacteriológica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a alça. Tampe o tubo de ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a vidraria. Mova o tubo de ensaio para o suporte clicando com o botão direito do mouse sobre o tubo e selecionando a opção “Colocar no suporte”. Visualize a bancada e coloque a alça bacteriológica na bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. SEMEANDO A AMOSTRA Inocule o swab no tubo de ensaio 1 clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o swab. Visualize a bancada e mova a placa de ágar Mueller Hinton para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre a placa e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Destampe a placa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Semei a amostra na placa clicando com o botão direito do mouse sobre o swab e selecionando a opção “Semear na placa”. Descarte o swab clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Descartar”. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Coloque a placa na bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Mergulhe o swab no tubo de ensaio 2 clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o swab. Visualize a bancada e mova a placa de ágar Mueller Hinton para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre a placa e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Destampe a placa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Semei a amostra na placa clicando com o botão direito do mouse sobre o swab e selecionando a opção “Semear na placa”. Descarte o swab clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Descartar”. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Coloque a placa na bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Aguarde as placas secarem por 10 minutos. ADICIONANDO OS ANTIBIÓTICOS Flambe a pinça metálica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto. Visualize a bancada e mova a placa de ágar Mueller Hinton para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre a placa e selecionando a opção “Colocar no bico de Bunsen”. Destampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Adicione o multidisco de antibiótico na placa clicando com o botão direito do mouse sobre a pinça e selecionando a opção “Colocar disco na placa”. Flambe a pinça clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto. Mova a placa de Petri para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Mova a segunda placa de ágar Mueller Hinton para o bico de Bunsen clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar em bico de Bunsen”. Destampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Adicione o multidisco de antibiótico na placa clicando com o botão direito do mouse sobre a pinça e selecionando a opção “Colocar disco na placa”. Flambe a pinça clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Tampe a placa de Petri clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto. Mova a placa de Petri para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Mova a pinça para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Visualize o bico de Bunsen e feche a válvula do gás clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a válvula. Visualize a bancada e mova as duas placas de ágar Mueller Hinton para a estufa clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar em estufa”. Feche a estufa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela. Ligue a estufa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão de energia “power”. Aguarde por 24 horas até o período de crescimento finalizar. REALIZANDO A LEITURA Desligue a estufa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão de energia. Abra a estufa clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a porta. Mova a placa de ágar Mueller Hinton para bancada clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecionando a opção “Colocar na bancada”. Repita esse passo com a segunda placa. Inicie a leitura do resultado clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone “Resultados placa 1” localizado no canto superior direito da tela. Meça o diâmetro do halo de inibição clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a régua marcando o ponto inicial e o ponto final do halo. Preencha a tabela com o valor encontrado clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o espaço correspondente ao antibiótico analisado. Classifique a ação do antibiótico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a célula correspondente da coluna “Classificação (BrCast)” e selecionando uma das opções disponíveis. Repita esse processo de leitura e classificação com todos os antibióticos. Realize a leitura da segunda placa de antibiograma clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone “Resultados placa 2” localizado no canto superior direito da tela. AVALIANDO OS RESULTADOS Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema. Pré-teste 1) A escolha do meio de cultura para a realização do teste de suscetibilidade a antimicrobianos, pelo método de disco-difusão (Kirby-Bauer), é de extrema importância para a qualidade dos resultados obtidos e, consequentemente, da interpretação clínica e da terapêutica médica. Qual é o meio de cultura utilizado neste método? A) Caldo BHI; B) Ágar Mueller-Hinton; C) Ágar Batata. 2) O teste de suscetibilidade a antimicrobianos (TSA) é realizado, principalmente, através de dois métodos: diluição em tubo e difusão em disco. No método da diluição em tubo são utilizadas diversas diluições do antibiótico, enquanto no método da difusão em disco são utilizados diversos antibióticos impregnados em pequenos discos de papel fixados em meio de cultura contendo o microrganismo teste. Um laboratório realizou um antibiograma por disco-difusão e obteve o resultado demonstrado na figura a seguir. Assinale a alternativa correta sobre o resultado do teste. A) A bactéria é resistente ao antibiótico A e sensível aos antibióticos B e G; B) A sensibilidadeda bactéria é intermediária aos antibióticos B, C, F e G; C) Não é possível determinar a suscetibilidade dos antibióticos A, C, D e E. O antibiograma é um teste realizado para determinação da suscetibilidade in vitro de um microrganismo frente a diversos antibióticos. Um biomédico realizou o antibiograma de uma amostra de urina e obteve os resultados apresentados na figura a seguir. De acordo com os resultados, quais seriam as melhores opções terapêuticas para o paciente? 3) A) Antibióticos B e C; B) Antibióticos P e T; C) Antibióticos T e B. 4) Os antibióticos são substâncias muito utilizadas no combate a infecções. Entretanto, algumas bactérias podem se tornar resistentes a certos antibióticos; fazendo com que a eficácia destes seja baixa ou até mesmo nula. Após a realização de um antibiograma, obteve- se o resultado demonstrado na figura a seguir. Baseando-se no resultado e considerando-se que um médico poderia receitar somente um dos antibióticos testados, qual seria o antibiótico receitado por ele? A) Antibiótico A; B) Antibiótico B; C) Antibiótico D. Em relação à análise de antibiogramas, só é possível obter resultados confiáveis em testes que utilizam as medidas dos diâmetros correlacionados às MICs com cepas reconhecidamente sensíveis e resistentes a diversos agentes antimicrobianos. Devemos levar em consideração vários fatores que podem afetar o diâmetro do halo de inibição. Analise os interferentes a seguir e assinale a alternativa que contém aqueles que podem afetar a análise das zonas de inibição. I - Tipo de meio de cultura. II - Espessura do meio na placa. 5) III - Tipo de semeadura. IV - Tamanho do inóculo. V - Taxa de difusão. A) I, apenas; B) I e II, apenas; C) I, II, III, IV e V. Experimento * Este laboratório também está disponível para dispositivos Android. Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino! Pós-teste 1) A descoberta do antibiótico, em 1928, foi um marco na história da Medicina. O primeiro antibiótico produzido foi a penicilina, uma lisozima capaz de matar e impedir o crescimento de estafilococos. A substância foi muito utilizada durante a Segunda Guerra Mundial e rendeu ao seu descobridor o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina, em 1945. Quem foi o responsável pela descoberta da penicilina? A) Robert Hooke; B) Anton von Leeuwenhoek; C) Alexander Fleming. 2) Além da suscetibilidade de um microrganismo frente a diversos antibióticos (antibiograma), é possível avaliar a atividade antimicrobiana de um antibiótico através de uma análise que mostra a menor quantidade necessária do antibiótico para impedir o crescimento do microrganismo. Como é denominada essa análise? A) Diluição em tubo; B) Difusão em disco; C) Concentração inibitória mínima (MIC). 3) A suspensão de bactérias utilizada no método da diluição em tubo, para determinação da concentração inibitória mínima e da concentração bactericida mínima, é padronizada comparando-se a turbidez do tubo teste à escala McFarland. Qual é a quantidade de unidades formadoras de colônia (UFpadronizada para a diluição em tubo? A) 2 × 106 UFC/mL; B) 5 × 105 UFC/mL; C) 10 × 102 UFC/mL. 4) No método da diluição em tubo são utilizadas diversas diluições do antibiótico, permitindo a determinação da concentração inibitória mínima (MIou da concentração bactericida mínima (MBC). Um analista clínico recebeu uma amostra de urina e, após a análise de urina I, constatou a presença de bactérias. O analista então as cultivou e realizou um teste de suscetibilidade antimicrobiana pelo método de diluição em tubo; cujo resultado está demonstrado na figura a seguir. De acordo com o resultado, qual foi a MIC? A) 0,125 μg/mL; B) 0,5 μg/mL; C) 1 μg/mL. 5) O método de difusão em disco é um método qualitativo para testes de sensibilidade a antimicrobianos; no qual diversos antibióticos impregnados em pequenos discos de papel são fixados em ágar contendo a bactéria teste inoculada. Durante uma aula de microbiologia, os alunos de Biomedicina tiveram que realizar e interpretar um antibiograma pelo método de difusão em disco (Kirby-Bauer), cujo resultado está demonstrado na figura a seguir. Qual foi o antibiótico que apresentou a maior sensibilidade? A) PEN – Penicilina; B) CIP – Ciprofloxacina; C) CFL – Cefalotina.