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 Estatuto da Criança e do Adolescente II
LEGISLAÇÃO 
 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II
Lei n. 8.069, 13 de julho de 1990 (Artigos 1 A 14)
Título II – Dos Direitos Fundamentais – Capítulo I – Do Direito À Vida E À Saúde
Toda a criança e adolescente possui um rol de direitos que foram divididos em cate-
gorias, iniciando pelo direito à vida e à saúde.
Dica 09 – A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante 
a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvi-
mento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
Obs.: � a banca irá induzir o candidato a considerar qualquer outro tipo de forma de 
alcançar a proteção que não das políticas sociais públicas.
Dica 10 – O atendimento pré-natal será realizado por profissionais da atenção 
primária. 
Obs.: � os profissionais da atenção primária são aqueles diretamente ligados às questões 
ligadas à gestação, como os médicos que acompanham o pré-natal, as enfermeiras 
especializadas em obstetrícia, o fisioterapeuta etc.
Dica 11 – Os profissionais de saúde de referência da gestante garantirão sua vincula-
ção, no último trimestre da gestação, ao estabelecimento em que será realizado o parto, 
garantido o direito de opção da mulher.
Obs.: � os profissionais só não serão mantidos se a iniciativa partir da gestante.
Dica 12 – Os serviços de saúde onde o parto for realizado assegurarão às mulheres e 
aos seus filhos recém-nascidos alta hospitalar responsável e contrarreferência na aten-
ção primária, bem como o acesso a outros serviços e a grupos de apoio à amamentação.
Obs.: � a saída não será autorizada sem a alta hospitalar responsável com a presença de 
todos os requisitos necessários e a presença de contrarreferência.
Dica 13 – A gestante e a parturiente têm direito a 1 (um) acompanhante de sua pre-
ferência durante o período do pré-natal, do trabalho de parto e do pós-parto imediato. 
Obs.: � o acompanhante é de preferência e livre escolha da gestante. A banca tentará 
induzir o candidato a pensar que existem restrições ou obrigatoriedades na escolha 
do acompanhante, o que não ocorre.
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 Estatuto da Criança e do Adolescente II
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Dica 14 – Fica instituída a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescên-
cia, a ser realizada anualmente na semana que incluir o dia 1º de fevereiro, com o obje-
tivo de disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam 
para a redução da incidência da gravidez na adolescência.
Obs.: � a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência é realizada com 
periodicidade anual e sempre inclui o dia primeiro de fevereiro, abrangendo uma 
série de eventos destinados a trazer informações preventivas e educativas que 
possam reduzir a incidência da gravidez na adolescência.
Trata-se de uma questão de política pública envolvendo muitas adolescentes na gra-
videz, pois o Brasil possui uma altíssima taxa de gravidez durante a adolescência.
A banca costuma alterar o período em que o evento ocorre, mas basta lembrar que 
deve incluir o dia primeiro de fevereiro. 
Dica 15 – O Poder Público, as instituições e os empregadores propiciarão condições 
adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida 
privativa de liberdade.
Dica 16 – Os profissionais das unidades primárias de saúde desenvolverão ações sis-
temáticas, individuais ou coletivas, visando ao planejamento, à implementação e à ava-
liação de ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e à alimentação 
complementar saudável, de forma contínua.
Obs.: � de maneira geral, deve-se lembrar que os profissionais das unidades primárias 
de saúde devem desenvolver ações promovendo o aleitamento materno e a 
alimentação complementar saudável.
Dica 17 – Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, 
públicos e particulares, são obrigados a:
 I – manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, 
pelo prazo de dezoito anos;
Obs.: � a banca pode tentar apresentar outros prazos, mas o prazo de dezoito anos é o 
único aplicável.
 II – identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital 
e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela 
autoridade administrativa competente;
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 III – proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no 
metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais;
 IV – fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercor-
rências do parto e do desenvolvimento do neonato;
 V – manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.
 VI – acompanhar a prática do processo de amamentação, prestando orientações 
quanto à técnica adequada, enquanto a mãe permanecer na unidade hospitalar, 
utilizando o corpo técnico já existente. 
Obs.: � todos esses pontos são peremptórios e os hospitais não possuem outras alternativas 
que fujam dessas imposições.
Dica 18 – Os testes para o rastreamento de doenças no recém-nascido serão dispo-
nibilizados pelo Sistema Único de Saúde, no âmbito do Programa Nacional de Triagem 
Neonatal (PNTN), na forma da regulamentação elaborada pelo Ministério da Saúde, com 
implementação de forma escalonada.
Obs.: � tais testes deverão ser disponibilizados pelo SUS, como parte do PNTN.
Dica 19 – É assegurado acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança 
e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, observado o princípio da 
equidade no acesso a ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde.
Dica 20 – A delimitação de doenças a serem rastreadas pelo teste do pezinho, no 
âmbito do PNTN, será revisada periodicamente, com base em evidências científicas, 
considerados os benefícios do rastreamento, do diagnóstico e do tratamento precoce, 
priorizando as doenças com maior prevalência no País, com protocolo de tratamento 
aprovado e com tratamento incorporado no Sistema Único de Saúde.
Dica 21 – Os profissionais que atuam no cuidado diário ou frequente de crianças na 
primeira infância receberão formação específica e permanente para a detecção de sinais 
de risco para o desenvolvimento psíquico, bem como para o acompanhamento que se 
fizer necessário.
Dica 22 – Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neo-
natais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condi-
ções para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de 
internação de criança ou adolescente. 
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Obs.: � o tempo integral é imprescindível e a banca tende a tentar confundir o candidato 
mencionando que o tempo poderá ser parcial, o que não é correto. Ademais, a 
permanência permitida é de apenas um dos pais.
Dica 23 – Os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel 
ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente 
comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras pro-
vidências legais.
Obs.: � a função que compete ao Conselho Tutelar será passada a qualquer outro órgão 
na elaboração do enunciado e alternativas por parte da banca.
Dica 24 – As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos 
para adoçãoserão obrigatoriamente encaminhadas, sem constrangimento, à Justiça da 
Infância e da Juventude.
Obs.: � o encaminhamento não visa constranger a mãe, e sim orientá-la e observar se a 
mesma não está agindo tomada por ansiedade e medo. 
Dica 25 – Os serviços de saúde em suas diferentes portas de entrada, os serviços de 
assistência social em seu componente especializado, o Centro de Referência Especiali-
zado de Assistência Social (Creas) e os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos 
da Criança e do Adolescente deverão conferir máxima prioridade ao atendimento das 
crianças na faixa etária da primeira infância com suspeita ou confirmação de violência 
de qualquer natureza, formulando projeto terapêutico singular que inclua intervenção 
em rede e, se necessário, acompanhamento domiciliar.
Dica 26 – É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas auto-
ridades sanitárias.
Obs.: � se a vacina for recomendada por autoridades sanitárias, então a vacinação será 
obrigatória e os pais não poderão deliberar sobre a aplicação ou não da vacina 
nos filhos.
Dica 27 – É obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros dezoito 
meses de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de faci-
litar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o 
seu desenvolvimento psíquico.
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3. (2015/CESPE-CEBRASPE/STJ/CESPE/2015/ANALISTA JUDICIÁRIO/SERVIÇO SOCIAL) 
O ECA dispõe sobre a proteção social à criança e ao adolescente e, em casos específicos 
previstos em lei, a proteção integral.
Sabe-se que o ECA foi projetado com base na proteção integral como um todo, e não 
somente para casos específicos.
4. (2014/CESPE-CEBRASPE/TJ-SE/2014/TJ-SE/ANALISTA JUDICIÁRIO/DIREITO) O 
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) adota a doutrina da situação irregular, 
cujos fundamentos são a situação de abandono e o desvio de conduta da criança ou do 
adolescente.
Sabe-se que a doutrina da proteção integral é adotada, e não a doutrina da situação irregular.
5. (2018/VUNESP/PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP/ASSISTENTE JURÍDICO) 
Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, os hospitais e demais estabelecimentos 
de atenção à saúde das gestantes, públicos e particulares, são obrigados a
a. manter registro das atividades desenvolvidas, por meio de prontuários individuais, pelo 
prazo de cinco anos.
b. identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão digital, bem como a 
impressão digital da mãe e do pai.
c. fornecer declaração de nascimento, com ou sem as intercorrências do parto.
d. manter alojamento separado entre o neonato e a mãe, para que o neonato receba os 
cuidados mais adequados.
e. acompanhar a prática do processo de amamentação, prestando orientações quanto à 
técnica adequada, enquanto a mãe permanecer na unidade hospitalar, utilizando o corpo 
técnico já existente.
a. Trata-se do prazo de dezoito anos, no mínimo.
b. Trata-se apenas da mãe e não se menciona apenas a impressão digital, mas também a 
impressão plantar.
c. Se houver intercorrências, deverá constar.
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d. O alojamento deve ser mantido unindo o neonato à sua mãe. 
e. Afirmação consentânea com as previsões do ECA.
GABARITO
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�������������������������������������������������� Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Concursos, de acordo com a aula 
preparada e ministrada pelo professor Eduardo Galante. 
A presente degravação tem como objetivo auxiliar no acompanhamento e na revisão do con-
teúdo ministrado na videoaula. Não recomendamos a substituição do estudo em vídeo pela 
leitura exclusiva deste material.

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