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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA 
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO 
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EM SAÚDE 
 
 
 
 
 
DIEGO NAVARRETE SHIINOKI 
 
 
 
 
PRODUÇÃO AMBULATORIAL EM FOCO: 
UM ESTUDO GESTÃO DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PONTA GROSSA 
2024 
 
DIEGO NAVARRETE SHIINOKI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRODUÇÃO AMBULATORIAL EM FOCO: 
UM ESTUDO GESTÃO DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE 
 
Trabalho de Conclusão de Curso 
apresentado como avaliação parcial da 
disciplina de Trabalho de Conclusão do 
curso de Especialização em Gestão de 
Saúde da Universidade Estadual de Ponta 
Grossa. 
 
Orientadora: Profa. Me. Késsia Virgínia dos 
Santos Lima. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PONTA GROSSA 
2024 
PRODUÇÃO AMBULATORIAL EM FOCO: 
UM ESTUDO GESTÃO DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE 
 
 
Diego Navarrete Shiinoki 
 
Orientadora: Profa. Me. Késsia 
Virgínia dos Santos Lima. 
 
 
RESUMO: 
 
O estudo analisa a utilização dos serviços oferecidos pelo CIS Ivaiporã pelos municípios consorciados 
do ano de 2023, com foco na relação entre os recursos financeiros aportados e a produção de serviços 
de saúde por habitante. A metodologia quantitativa descritiva utilizada envolveu a coleta de dados de 
produção e despesas administrativas do CIS, detalhando também contratações complementares como 
transporte sanitário e hospedagem para pacientes em tratamento fora do domicílio. Os resultados foram 
feitos através da tabulação de resultados e revelam que a distribuição dos serviços contratados segue 
uma lógica per capita, apresentando certas disparidades dos recursos entre os municípios 
consorciados. A análise comparativa entre os valores investidos e a produção por habitante permite 
identificar desafios na equidade podendo auxiliar os gestores municipais no planejamento estratégico 
e a alocação eficiente de recursos, também contribuindo para o planejamento do Consórcio. 
PALAVRAS-CHAVE: Consórcio de saúde; Produção ambulatorial; CIS Ivaiporã. 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
1.1 Delimitação do Problema 
 
O presente estudo tem como foco central levantar a utilização dos serviços 
oferecidos pelo CIS de Ivaiporã/PR no ano de 2023 pelos municípios consorciados, 
ou seja, saber qual valor financeiro os municípios aportaram no Consórcio e quanto 
que esse valor corresponde a sua quantidade de habitantes. Com tais informações é 
possível analisar, como os recursos financeiros aportados pelos municípios estão 
sendo convertidos em serviços de saúde, tendo uma perspectiva de valor por 
habitante (per capita) além de comparar entre os municípios consorciados e visualizar 
um panorama regional. 
Ressalta-se a importância desta análise para demonstrar como os recursos 
públicos das secretarias municipais são alocados e utilizados na oferta de serviços de 
saúde à população, especialmente em um consórcio que abrange múltiplos 
municípios e atua no âmbito da atenção especializada. O estudo busca identificar 
possíveis desafios e áreas de melhoria na prestação desses serviços. Ao comparar 
os valores investidos com a produção por habitante, será possível avaliar se os 
recursos estão sendo aplicados de forma equitativa e eficaz, levando em consideração 
as necessidades e estratégias de cada município consorciado. 
 
1.2 Consórcios Públicos 
 
Um Consórcio Público é uma forma de associação entre entes federativos, 
como municípios, estados e a União, com o objetivo de viabilizar serviços e realizar 
ações conjuntas em áreas de interesse comum, como saúde, educação, 
infraestrutura, entre outras. Essa colaboração é considerada uma interação 
intergovernamental, que é regida pela Lei nº 11.107 de 6 de abril de 2005, que 
estabelece normas gerais para a contratação e gestão de consórcios públicos no 
Brasil. De acordo com essa lei, os consórcios públicos também podem assumir a 
forma de associações públicas direito privado, dependendo de sua constituição e das 
necessidades específicas dos entes consorciados (Brasil, 2005), o que é possível 
perceber uma abrangência sobre suas regras no país. 
Os consórcios públicos desempenham um papel crucial na otimização de 
recursos, na melhoria da eficiência administrativa e na ampliação do acesso a serviços 
públicos de qualidade. Segundo o Ministério da Saúde (1997), a gestão compartilhada 
de serviços e a execução de projetos integrados, os consórcios públicos oferecem 
uma solução eficaz para as dificuldades enfrentadas, principalmente pelos municípios 
de menor porte, que muitas vezes tem dificuldades em ofertar para a população os 
serviços, pois não dispõem de recursos suficientes para atender às demandas locais 
de forma isolada, a atuação conjunta de forma consorciada, pode promover a 
chamada economia de escala, dando suporte a capacidade de planejamento e 
execução de políticas públicas. 
Segundo Vasconcelos (2002), a economia de escala refere-se a um fenômeno 
em que o custo por unidade de produção diminui à medida que a quantidade produzida 
aumenta, geralmente o é mais utilizado na indústria de escala para exemplificar, mas 
esse conceito é fundamental em diversas áreas, incluindo a administração pública, 
principalmente na área de compras públicas. No contexto dos consórcios públicos, a 
economia de escala se aplica quando municípios consorciados consolidam os 
recursos para viabilizar serviços ou a aquisição de algum bem, agrupando demandas 
e descentralizando compras ou serviços além da estrutura do municipal, com objetivos 
de reduzir principalmente os custos além de minimizar o esforço de mão de obra. 
Diante dessa contextualização, ao que o trabalho se propõe em conhecer a 
produção dos serviços contratados por uma determinada região, especialmente pelos 
serviços do Consórcios de Saúde, permite analisar como os recursos financeiros 
aportados estão sendo convertidos em serviços de saúde. Isso proporciona uma 
perspectiva de valor per capita e possibilita a comparação dos resultados entre os 
municípios consorciados, oferecendo um panorama regional geral. Como essas 
informações consolidadas não são diretamente acessíveis, é necessário realizar um 
levantamento e tabulação detalhados, que é o que este trabalho propõem, sendo 
importante demonstrar como os recursos públicos das secretarias municipais são 
alocados e utilizados na oferta de serviços de saúde à população, podendo ser 
identificando possíveis desafios e áreas que necessitam de melhorias na prestação 
desses serviços. Rocha (2016) aponta que ao comparar os valores investidos com a 
produção per capita entre os municípios da região por exemplo, é possível avaliar se 
os recursos estão sendo utilizados de maneira equitativa e até mesmo sua efetividade, 
complementado com um outro estudo mais detalhado, se os recursos estão sendo 
eficaz, se há economia de escala, levando em consideração as necessidades e 
estratégias de cada município consorciado. 
 
1.2.1 Consórcios Públicos de Saúde e o CIS Ivaiporã 
 
O SUS (Sistema Único de Saúde), conforme a Constituição Federal de 1988 e 
regulamentado pela Lei nº 8.080/1990, é um dos mais complexos sistemas públicos 
de saúde do mundo, que visa garantir o acesso universal, integral e igualitário às 
ações e serviços de saúde, incluindo o atendimento eletivo, que compreende a 
atenção especializada ambulatorial, que engloba consultas médicas especializadas, 
exames, procedimentos e cirurgias classificas como não urgentes, onde os municípios 
podem utilizar os Consórcios de Saúde como instrumento para viabilizar os serviços 
de saúde e auxílio a gestão. Havendo ainda a possibilidade de contratação por meio 
de Consórcio específicos, como para compras coletivas de remédios, como é o caso 
dos municípios do Paraná que participam do Consórcio Paraná Saúde e serviços de 
urgência, como no caso do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) onde 
são muito utilizados pelosmunicípios para viabilizar o serviço. 
Especificamente no setor da saúde, possibilitam a oferta de serviços 
especializados, principalmente na contratação de profissionais médicos, podendo 
também realizar aquisição de equipamentos e medicamentos de forma mais 
econômica, além da implementação de programas de saúde que beneficiam a 
população dos municípios consorciados. Conforme Flexa (2020), essa forma de 
organização e cooperação entre os municípios é vital para a sustentabilidade e 
melhoria contínua do sistema de saúde público sendo essencial para cumprir com os 
princípios do SUS a fim de proporcionar mais resultados para a sociedade. 
Em suma, conforme definição do Ministério da Saúde, os consórcios 
representam a união dos municípios com o objetivo de resolver problemas e alcançar 
metas comuns na área da saúde, utilizando os recursos humanos e materiais 
disponíveis de forma conjunta (Brasil, 1997), essa abordagem permite que municípios, 
principalmente os de menor porte, viabilizem a prestação de serviços de saúde, já que 
são por meio dos Consórcios que são feitos os convênios, contratos e diversos de 
prestação de serviços de saúde, sendo que as regras devem estar previstas no 
Protocolo de Intenções e nos demais documentos que normatizam o funcionamento 
dos Consórcios Públicos de Saúde, além das leis que define os órgãos de controles 
para garantir a transparência, legalidade e eficiência na gestão dos recursos públicos 
direcionados à saúde. 
O CIS Ivaiporã, denominado em sua razão social como Consórcio 
Intermunicipal de Saúde da 22ª Regional de Saúde de Ivaiporã, é uma entidade de 
natureza pública, conforme o seu atual Protocolo de Intenções, foi fundado em 1997 
e atualmente é composto por 16 municípios consorciados, conforme estabelecido pela 
SESA (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) está situado na 22ª Regional de 
Saúde da Macroregional Norte e além do município sede de Ivaiporã, integram o 
consórcio os municípios de Arapuã, Ariranha do Ivaí, Cândido de Abreu, Cruzmaltina, 
Godoy Moreira, Jardim Alegre, Lidianópolis, Lunardelli, Manoel Ribas, Mato Rico, 
Nova Tebas, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí, Santa Maria do Oeste e São João 
do Ivaí, que segundo dados do Censo de 2022, esses municípios juntos somam uma 
população total de 134.692 habitantes, com uma mediana de 5.154 habitantes, sendo 
o município sede de Ivaiporã como o mais populoso com 32.720 habitantes e o 
município de Ariranha do Ivaí como o menos populoso com 2.329 habitantes 
Tabela 1 – Quantidade de habitantes 
CIDADE 
Habitantes 
quant. % 
Arapuã 3.527 2,6% 
Ariranha do Ivaí 2.329 1,7% 
Cândido de Abreu 15.244 11,3% 
Cruzmaltina 2.882 2,1% 
Godoy Moreira 2.977 2,2% 
Ivaiporã 32.720 24,3% 
Jardim Alegre 12.004 8,9% 
Lidianópolis 3.938 2,9% 
Lunardelli 4.872 3,6% 
Manoel Ribas 14.240 10,6% 
Mato Rico 3.267 2,4% 
Nova Tebas 6.848 5,1% 
Rio Branco do Ivaí 3.808 2,8% 
Rosário do Ivaí 5.435 4,0% 
Santa Maria do Oeste 9.934 7,4% 
São João do Ivaí 10.667 7,9% 
TOTAL 134.692 100% 
Mediana 5.154 
Média 8.418 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
Conforme o CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o CIS 
Ivaiporã possui característica ambulatorial, sendo como atividade principal as 
consultas, exames e procedimentos da atenção especializada. Também estão 
vinculados demais serviços complementares relacionados aos serviços de transporte 
sanitário e hospedagens para pacientes que realizam Tratamento Fora de Domicílio 
(TFD), principalmente destinados para Curitiba, capital do Estado. 
O CIS Ivaiporã, viabiliza a contratação de profissionais médicos e demais 
especialidades de saúde de forma terceirizada, através de processo licitatório na 
modalidade de credenciamento, que conforme estabelecido pela Lei nº 14.133 de 01 
de abril de 2021, que representa um procedimento eficiente e talvez o mais adequado 
para a contratação de serviços, possibilitando agilidade e contratação simultânea de 
forma a garantir as exigências de qualidade descrita no edital de credenciamento, 
além da possibilidade de ter inclusão contínua de novos prestadores. 
Especificamente para o CIS Ivaiporã, conforme definido em Assembleia Geral, as 
ofertas de vagas de consultas, exames e demais procedimentos disponibilizados 
pelos prestadores credenciados, a divisão é feita de forma proporcional conforme a 
quantidade de habitantes, ou seja, a divisão é feita de forma per capita entre os 16 
municípios consorciados garantindo uma melhor proporcionalidade na divisão, sendo 
o pagamento por parte dos municípios alinhado conforme suas vagas utilizadas. 
Além das despesas para pagamentos dos atendimentos dos serviços de saúde, 
os municípios consorciados ainda tem o compromisso em compartilhar as despesas 
administrativas, que são compostos pela folha de pagamento dos colaboradores da 
entidade, materiais de consumo e demais despesas administrativas para o 
funcionamento do Consórcio, tal despesas estão previsto no Protocolo de Intenções 
do Consórcio e são acordados no Contrato de Rateio que o CIS Ivaiporã anualmente 
firma junto com cada município consorciado. 
 
1.3 Objetivos 
 
1.3.1 Objetivo Geral: 
 
Analisar a utilização dos serviços oferecidos pelo CIS Ivaiporã no ano de 2023 
pelos municípios consorciados, comparando os valores aportados com a produção 
por habitante (per capita). 
 
1.3.2 Objetivos Específicos 
 
 Para atingir o objetivo geral, os seguintes objetivos específicos serão 
abordados: 
• Levantar as produções de consultas, exames e procedimentos contratados 
pelos municípios consorciados do CIS Ivaiporã no ano de 2023; 
• Identificar as contratações realizadas nos CIS Ivaiporã consideradas 
complementares aos atendimentos de saúde no ano de 2023; 
• Levantar os pagamentos realizados pelos municípios consorciados destinados 
a despesas administrativas do CIS Ivaiporã no ano de 2023. 
 
 
 
 
1.4 Metodologia 
 
Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa quantitativa descritiva, que visa 
apresentar a utilização dos serviços oferecidos pelo Consórcio Intermunicipal de 
Saúde de Ivaiporã no ano de 2023. Os dados foram obtidos a partir do sistema de 
informação do CIS e pelos relatórios disponibilizados no Portal da Transparência, 
permitindo a coleta e tabulação dos valores financeiros aportados por cada município 
e a produção de serviços de saúde correspondentes. A análise contempla a conversão 
desses dados em valor per capita, oferecendo uma perspectiva detalhada sobre a 
distribuição e utilização dos recursos. A metodologia adotada segue as diretrizes 
estabelecidas por Marconi e Lakatos (2003), que destacam a importância da 
organização e análise sistemática dos dados em pesquisas quantitativas e 
documental. 
Os dados foram coletados a partir do sistema de informação e relatórios do 
próprio Consórcio e também nas páginas oficiais da internet das prefeituras dos 
municípios consorciados, principalmente no Portal da Transparência, considerando os 
dados confiáveis e oficiais, além do levantamento dos pagamentos direcionados para 
as das despesas administrativas por meios de relatórios do Consórcio. 
Os dados foram coletados forma organizados, digitalizados e tabulados em 
diferentes tabelas conforme sua natureza e posteriormente consolidado e através de 
ferramentas organizados e calculados de forma a obter as informações para os 
resultados para os objetivos propostos. 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
A coleta dos dados sobre a produção de consultas, exames e procedimentos 
ambulatoriais no Consórcio de Saúde baseou-se em dois relatórios fornecidos pela 
entidade. Esses relatórios, emitidos pelo Sistema Interno de Agendamento, estavam 
divididos por meses e não organizados. Um relatório abrangia as consultas, enquanto 
outro englobava exames e procedimentos diversos. Para a tabulação dos dados, as 
cidades foram ordenadas e os valores foram agregados anualmente, permitindoo 
cálculo dos percentuais correspondentes a cada município. 
Os dados relativos às contratações complementares foram obtidos através de 
dois relatórios disponibilizados pelo Consórcio, também provenientes do sistema de 
agendamento, porém segmentados em módulos específicos. Assim como nos 
relatórios anteriores, esses documentos não estavam organizados por cidade, 
demandando um processo de tabulação semelhante. No caso específico do relatório 
referente às hospedagens em casas de apoio, os valores monetários também 
estavam disponíveis. 
As despesas administrativas do Consórcio foram obtidas através dos depósitos 
realizados pelos municípios, sendo acessíveis por meio das publicações no Portal da 
Transparência da entidade e em relatórios financeiros disponibilizados pelo 
Consórcio. Essas despesas, representadas por mensalidades, abrangem diversos 
custos, como folha de pagamento, contas de serviços públicos, compras de materiais 
de consumo, entre outros. Um relatório específico tratava do aluguel de um prédio 
adicional destinado aos atendimentos, cujas despesas são igualmente divididas entre 
os municípios. 
Os depósitos antecipados são valores financeiros realizados pelos municípios 
para liberar créditos no sistema de agendamento, permitindo a marcação de 
consultas, exames e procedimentos. Esses depósitos são organizados em relatórios 
semelhantes aos anteriores, sendo tabulados anualmente e calculados os percentuais 
por cidade. Embora as vagas para atendimentos sejam divididas de forma 
proporcional por habitantes, a decisão de realizar os depósitos de créditos 
antecipados é determinada pela estratégia de cada município, refletindo suas 
diferentes necessidades e capacidades financeiras. 
Por fim, após a compilação e organização dos dados, foi possível construir uma 
tabela resumindo as contratações e pagamentos realizados por cidade ao Consórcio. 
Essa tabela incluiu o cálculo do valor per capita, representando o custo por habitante 
das contratações municipais junto ao Consórcio. 
 
3. Resultados 
 
3.1 Produção de consultas, exames e procedimentos ambulatoriais 
 
 Levando em conta o Relatório Interno de Produção do Consórcio de Saúde em 
que se apresenta dividido mensalmente e separado por município, após consolidado 
e tabulado, é possível perceber que o volume de atendimentos de consultas, exames 
e procedimentos, acompanham de certa forma proporcional a quantidade de 
habitantes de cada cidade, sendo o maior município de Ivaiporã como o que mais 
realiza as contratações pelo Consórcio. 
Inicialmente, as vagas para os serviços ofertados são divididas de forma per 
capita entre todos os municípios consorciados, conforme definido em Assembleia 
Geral. Em casos de sobras, há uma política de redistribuição das vagas, onde o 
sistema interno de agendamento disponibiliza para todos os municípios as vagas 
remanescentes três dias antes do atendimento. Isso pode resultar em discrepâncias 
entre a quantidade de serviços utilizados e o percentual per capita inicialmente 
estabelecido. A política de redistribuição das sobras garante equidade e uma forma 
adequada de utilizar ao máximo as vagas ofertadas, promovendo eficiência no uso 
dos recursos e ampliando o acesso dos municípios aos serviços disponibilizados pelo 
consórcio. 
 
 Tabela 2 – Quantidade de consultas, exames e procedimentos 
CIDADE 
HABITANTES 
QUANT. DE 
CONSULTAS 
QUANT. DE EXAMES 
E PROCEDIMENTOS 
TOTAL 
QUANT. % QUANT. % QUANT. % QUANT. % 
Arapuã 3.527 2,6% 1.755 2,8% 36.683 14,1% 38.438 11,9% 
Ariranha do Ivaí 2.329 1,7% 1.390 2,2% 536 0,2% 1.926 0,6% 
Cândido de 
Abreu 
15.244 11,3% 5.554 8,8% 44.097 17,0% 49.651 15,4% 
Cruzmaltina 2.882 2,1% 1.555 2,5% 29.256 11,3% 30.811 9,5% 
Godoy Moreira 2.977 2,2% 2.311 3,7% 27.284 10,5% 29.595 9,2% 
Ivaiporã 32.720 24,3% 18.160 28,7% 16.545 6,4% 34.705 10,8% 
Jardim Alegre 12.004 8,9% 6.573 10,4% 46.915 18,1% 53.488 16,6% 
Lidianópolis 3.938 2,9% 3.731 5,9% 4.108 1,6% 7.839 2,4% 
Lunardelli 4.872 3,6% 2.083 3,3% 30.302 11,7% 32.385 10,0% 
Manoel Ribas 14.240 10,6% 4.487 7,1% 6.967 2,7% 11.454 3,5% 
Mato Rico 3.267 2,4% 1.185 1,9% 371 0,1% 1.556 0,5% 
Nova Tebas 6.848 5,1% 5.954 9,4% 4.099 1,6% 10.053 3,1% 
Rio Branco do 
Ivaí 
3.808 2,8% 1.936 3,1% 8.564 3,3% 10.500 3,3% 
Rosário do Ivaí 5.435 4,0% 1.444 2,3% 1.287 0,5% 2.731 0,8% 
Santa Maria do 
Oeste 
9.934 7,4% 2.876 4,5% 659 0,3% 3.535 1,1% 
São João do Ivaí 10.667 7,9% 2.230 3,5% 1.884 0,7% 4.114 1,3% 
TOTAL 134.692 100% 63.224 100% 259.557 100% 322.781 100% 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
 
 
3.2 Contratações complementares aos atendimentos de saúde 
 
As contratações complementares referem-se aos serviços realizados pelos 
municípios em serviços de passagens para transporte sanitário e hospedagem em 
casas de apoio, que em ambos os serviços são disponibilizados aos pacientes com 
guias de TFD - Tratamento Fora do Domicílio, no caso para Curitiba, capital do estado. 
O serviço é disponibilizado para o paciente e ao acompanhante caso necessário. 
Diferente da distribuição de consulta, exames e procedimentos, os itens em 
questão não são divididos de forma per capita, são contratados conforme a 
necessidade do município, alinhado com a disponibilidade dos prestadores 
credenciados. 
É possível perceber na tabulação, que tanto para o serviço de transporte e o 
serviço de hospedagem, somente parte dos municípios utilizam, podendo perceber 
que os demais municípios possuem outra forma de contratação do serviço além do 
Consórcio ou assumem os atendimentos por conta própria. 
 
Tabela 3 – Contratações complementares aos atendimentos de saúde 
CIDADE 
TRANSPORTE 
(passagens) 
QUANT. CASA DE APOIO 
(hospedagens) 
TOTAL 
quant. % R$ quant. % quant. % 
Arapuã 147 2,4% - - 0,0% 147 2,1% 
Ariranha do Ivaí 12 0,2% R$ 709,00 8 1,0% 20 0,3% 
Cândido de Abreu - 0,0% R$ 11.078,75 125 15,6% 125 1,8% 
Cruzmaltina 23 0,4% - - 0,0% 23 0,3% 
Godoy Moreira 258 4,2% R$ 2.127,12 24 3,0% 282 4,1% 
Ivaiporã 3.068 50,0% R$ 22.266,27 251 31,4% 3.319 47,8% 
Jardim Alegre 1.596 26,0% R$ 6.026,84 68 8,5% 1.664 24,0% 
Lidianópolis 11 0,2% - - 0,0% 11 0,2% 
Lunardelli 212 3,5% R$ 1.063,56 12 1,5% 224 3,2% 
Manoel Ribas - 0,0% R$ 16.751,07 189 23,6% 189 2,7% 
Mato Rico - 0,0% - - 0,0% - 0,0% 
Nova Tebas - 0,0% - - 0,0% - 0,0% 
Rio Branco do 
Ivaí 
- 0,0% R$ 7.533,55 85 10,6% 85 1,2% 
Rosário do Ivaí - 0,0% - 0,0% - 0,0% 
Santa Maria do 
Oeste 
- 0,0% R$ 1.683,97 19 2,4% 19 0,3% 
São João do Ivaí 812 13,2% R$ 1.677,26 19 2,4% 831 12,0% 
TOTAL 6.139 100% R$ 70.917,39 800 100% 6.939 100% 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
3.3 Despesas administrativas do Consórcio 
 
 As despesas administrativas do Consórcio são financiadas pelos municípios 
consorciados por meio do pagamento de mensalidades, conforme estabelecido no 
contrato de rateio. Essas mensalidades são baseadas na estimativa anual das 
despesas operacionais necessárias para o funcionamento do Consórcio. Dentre as 
despesas previstas, destacam-se: folha de pagamento dos servidores, contas de água 
e energia, impostos, mensalidades dos sistemas de informação e agendamento, 
despesas de manutenção do prédio sede, materiais de consumo e outras despesas 
operacionais. Essas despesas são divididas de forma per capita e pagas 
mensalmente pelos municípios consorciados. 
 Além das despesas definidas no contrato de rateio, definido em assembleia 
para alugar outro prédio para atender às linhas de cuidado para alto risco. Nesse caso, 
o custo do aluguel é dividido de forma absoluta, conforme o valor estipulado no 
contrato com o locador. 
 
Tabela 4 – Despesas administrativas do Consórcio 
CIDADE 
Aluguel (adicional) 
Mensalidade 
(Contrato de rateio) 
TOTAL 
quant. % quant. % quant. % 
Arapuã R$9.000,00 6,3% R$40.319,46 2,6% R$49.319,46 2,9% 
Ariranha do Ivaí R$9.000,00 6,3% R$27.828,82 1,8% R$36.828,82 2,1% 
Cândido de Abreu R$9.000,00 6,3% R$189.027,0812,0% R$198.027,08 11,5% 
Cruzmaltina R$9.000,00 6,3% R$35.872,28 2,3% R$44.872,28 2,6% 
Godoy Moreira R$9.000,00 6,3% R$37.857,58 2,4% R$46.857,58 2,7% 
Ivaiporã R$9.000,00 6,3% R$360.900,78 22,8% R$369.900,78 21,5% 
Jardim Alegre R$9.000,00 6,3% R$139.824,70 8,8% R$148.824,70 8,6% 
Lidianópolis R$9.000,00 6,3% R$45.061,58 2,9% R$54.061,58 3,1% 
Lunardelli R$9.000,00 6,3% R$58.493,74 3,7% R$67.493,74 3,9% 
Manoel Ribas R$9.000,00 6,3% R$149.342,96 9,4% R$158.342,96 9,2% 
Mato Rico R$9.000,00 6,3% R$43.359,78 2,7% R$52.359,78 3,0% 
Nova Tebas R$9.000,00 6,3% R$83.826,76 5,3% R$92.826,76 5,4% 
Rio Branco do Ivaí R$9.000,00 6,3% R$44.210,68 2,8% R$53.210,68 3,1% 
Rosário do Ivaí R$9.000,00 6,3% R$63.372,04 4,0% R$72.372,04 4,2% 
Santa Maria do Oeste R$9.000,00 6,3% R$130.431,18 8,3% R$139.431,18 8,1% 
São João do Ivaí R$9.000,00 6,3% R$130.726,12 8,3% R$139.726,12 8,1% 
TOTAL 144.000 100% R$ 1.580.455,54 100% R$ 1.724.455,54 100% 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
3.4 Depósitos em Créditos Antecipados 
 
 Os depósitos em créditos antecipados referem-se aos valores monetários que 
os municípios consorciados podem transferir ao Consórcio para realizar 
agendamentos de consultas, exames e procedimentos ambulatoriais. Esses depósitos 
podem ser efetuados a qualquer momento, sendo que os valores correspondentes 
serão disponibilizados no sistema interno de agendamento, que somente poderão ser 
realizados caso haja saldo disponível nos créditos antecipados. Esse item 
corresponde a base e aos principais serviços disponibilizados pelo Consórcio, onde 
representa o maior fluxo de atendimento e consequentemente a alocação dos maiores 
valores financeiros. 
Tabela 5 – Valores depositados em Crédito Antecipado 
CIDADE 
DEPÓSITOS EM 
CRÉDITO ANTECIPADO 
Arapuã R$ 678.000,00 
Ariranha do Ivaí R$ 153.780,63 
Cândido de Abreu R$ 810.000,00 
Cruzmaltina R$ 615.968,21 
Godoy Moreira R$ 500.000,00 
Ivaiporã R$ 1.870.385,23 
Jardim Alegre R$ 1.225.000,00 
Lidianópolis R$ 412.500,00 
Lunardelli R$ 523.436,93 
Manoel Ribas R$ 450.000,00 
Mato Rico R$ 72.000,00 
Nova Tebas R$ 685.450,00 
Rio Branco do Ivaí R$ 190.937,84 
Rosário do Ivaí R$ 54.000,00 
Santa Maria do Oeste R$ 100.000,00 
São João do Ivaí R$ 112.875,00 
TOTAL R$ 8.454.333,84 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
 
 
 
3.4 Discussão dos Resultados 
 
Para analisar a utilização dos serviços oferecidos pelo CIS Ivaiporã no ano de 
2023 pelos municípios consorciados, comparando os valores aportados com a 
produção por habitante (per capita), organizando as tabelas e consolidando, a análise 
dos dados a tabela referente à utilização dos serviços oferecidos pelo CIS Ivaiporã no 
ano de 2023 pelos municípios consorciados responde ao objetivo geral de comparar 
os valores aportados com a produção por habitante (per capita). Observa-se uma 
ampla variação nos pagamentos realizados e na quantidade de contratações entre os 
municípios participantes, municípios como Ivaiporã, com a maior população 
consorciada (24,3%) e contribuição financeira significativa de R$ 2.262.552,28, 
evidenciam uma relação per capita de R$ 69,15, abaixo da média geral de R$ 95,38. 
Em contrapartida, municípios menores como Arapuã e Godoy Moreira apresentam 
valores per capita mais elevados, R$ 206,21 e R$ 184,41 respectivamente, indicando 
uma maior intensidade na utilização dos serviços de saúde por habitante. 
A disparidade nos valores per capita também é observada entre municípios de 
tamanho semelhante, como Manoel Ribas e Lunardelli, refletindo diferentes 
demandas e capacidades financeiras locais. Essas variações destacam a importância 
de considerar não apenas a população de cada município, mas também podem 
considerar fatores socioeconômicos e de saúde na distribuição de recursos e na oferta 
de serviços pelo consórcio. Esta análise pode auxiliar os gestores municipais no 
planejamento estratégico e a alocação eficiente de recursos, além de contribuir com 
o planejamento do Consórcio. 
Tabela 5 – Resultados consolidados e valores per capita 
CIDADE 
HABITANTES QUANT. DE 
CONTRATA
ÇÕES 
PAGAMENTOS 
REALIZADOS AO CIS 
IVAIPORÃ 
VALOR PER 
CAPITA 
QUANT. % R$ % 
Arapuã 3.527 2,6% 38.585 R$ 727.319,46 7,1% R$ 206,21 
Ariranha do Ivaí 2.329 1,7% 1.946 R$ 191.318,45 1,9% R$ 82,15 
Cândido de Abreu 15.244 11,3% 49.776 R$ 1.019.105,83 9,9% R$ 66,85 
Cruzmaltina 2.882 2,1% 30.834 R$ 660.840,49 6,4% R$ 229,30 
Godoy Moreira 2.977 2,2% 29.877 R$ 548.984,70 5,4% R$ 184,41 
Ivaiporã 32.720 24,3% 38.024 R$ 2.262.552,28 22,1% R$ 69,15 
Jardim Alegre 12.004 8,9% 55.152 R$ 1.379.851,54 13,5% R$ 114,95 
Lidianópolis 3.938 2,9% 7.850 R$ 466.561,58 4,6% R$ 118,48 
Lunardelli 4.872 3,6% 32.609 R$ 591.994,23 5,8% R$ 121,51 
Manoel Ribas 14.240 10,6% 11.643 R$ 625.094,03 6,1% R$ 43,90 
Mato Rico 3.267 2,4% 1.556 R$ 124.359,78 1,2% R$ 38,07 
Nova Tebas 6.848 5,1% 10.053 R$ 778.276,76 7,6% R$ 113,65 
Rio Branco do Ivaí 3.808 2,8% 10.585 R$ 251.682,07 2,5% R$ 66,09 
Rosário do Ivaí 5.435 4,0% 2.731 R$ 126.372,04 1,2% R$ 23,25 
Santa Maria do 
Oeste 
9.934 7,4% 3.554 R$ 241.115,15 2,4% R$ 24,27 
São João do Ivaí 10.667 7,9% 4.945 R$ 254.278,38 2,5% R$ 23,84 
TOTAL 134.692 100% 329.720 R$ 10.249.706,77 100% 
R$ 95,38 
per capita média 
Fonte: elaborada pelo autor 
 
3.5 Considerações Finais 
 
Considerando os resultados da pesquisa, é possível afirmar que ela se limita 
ao escopo atual de seu objetivo, não contemplando totalmente a produção nem os 
recursos financeiros provenientes de convênios estaduais, que envolvem aportes 
específicos do Estado do Paraná. Essa lacuna sugere a necessidade de estudos mais 
detalhados para obter resultados mais precisos sobre a gestão dos recursos e a 
eficácia na prestação de serviços pelo CIS Ivaiporã. Estes estudos poderiam incluir 
análises específicas das especialidades médicas oferecidas, visando identificar 
possíveis vazios assistenciais e outras demandas não totalmente abordadas nesta 
pesquisa. 
Apesar disso, o trabalho apresenta uma metodologia adequada para analisar e 
comparar a utilização dos serviços pelos municípios consorciados, podendo ser 
reaplicados nos próximos anos. A partir dos dados disponíveis, é possível inferir 
padrões de utilização e impacto financeiro, fornecendo de certa froma informações 
para melhorar a distribuição e eficiência dos serviços de saúde no consórcio. Essa 
análise comparativa não apenas destaca as disparidades atuais, mas também oferece 
uma base sólida para estudos futuros que possam aprofundar a compreensão das 
necessidades locais e aprimorar ainda mais a gestão de recursos e serviços desse 
contexto nas secretariais municipais e para gestão do próprio Consórcio. 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 29 abr 2024. 
 
BRASIL. Lei n.º 11.107/05. Lei de Contratação de Consócios Públicos. Dispõe sobre 
normas gerais de contratação de consórcios públicos e dá outras providências. Brasília: 2005. 
Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11107.htm. 
Acesso em: 29 abr 2024. 
 
BRASIL. Lei nº 8.080/90. Lei do Sistema Único de Saúde. Dispõe sobre as condições para 
a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços 
correspondentes e dá outras providências. Brasília: 1990. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm. Acesso em: 29 abr 2024. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. O Consórcio e a Gestão Municipal em Saúde. Brasília: 1997. 
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd05_14.pdf. Acesso em: 29 abr 
2024. 
 
CIS - Consórcio Intermunicipal de Saúde de Ivaiporã. Protocolo de Intenções. Ivaiporã: 
2013. Disponível em: https://www.cisivaipora.com.br/documentos/protocolo-de-
intencoes/protocolodeinten%C3%A7%C3%B5es.pdf. Acesso em: 29 abr2024. 
 
CNES - Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Disponível em: 
https://cnes.datasus.gov.br/pages/estabelecimentos/ficha/infGerais/4111502588501. Acesso 
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FLEXA, R. G. C. e BARBASTEFANO R. G. Consórcios públicos de saúde: uma revisão da 
literatura. Ciência e saúde coletiva: 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-
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IBGE. Censo 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/. Acesso em: 28 
abr 2024. 
 
MARCONI, M. de A. e LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5ª ed. São 
Paulo: Atlas, 2003. 
 
ROCHA, Carlos Vasconcelos. A cooperação federativa e a política de saúde: o caso dos 
Consórcios Intermunicipais de Saúde no estado do Paraná. Cad Metrop: 2016. Disponível: 
https://www.scielo.br/j/cm/a/jh7yyc9PV4f3JDq9GGvgdJk/?lang=pt#. Acesso em: 28 abr 2024. 
 
SESA - Secretaria de Estado da Saúde do Paraná. Divisão. Disponível em: 
https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/22a-Regional-de-Saude-Ivaipora. Acesso em: 29 abr 
2024. 
 
VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia micro e macro: teoria e exercícios, 
glossário com 260 principais conceitos econômicos. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. 
 
 
 
DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO ÉTICO 
 
Eu, Diego Navarrete Shiinoki, acadêmico do curso de Especialização Gestão em 
Saúde da UEPG, declaro que o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), intitulado: 
Produção ambulatorial em foco: um estudo gestão do Consórcio Intermunicipal de 
Saúde, sob orientação da professora me. Késsia Virgínia dos Santos Lima foi por mim 
elaborado e, portanto, sendo de minha inteira autoria, responsabilizando-me pelas 
ideias e conteúdo nele constantes. Responsabilizo-me pela redação e declaro que 
todos os trechos que tenham sido transcritos de outros documentos (publicados ou 
não) e que não sejam de minha autoria estão citados conforme normas e padrões 
definidos pela ABNT vigentes e manual de normalização bibliográfica para trabalhos 
acadêmicos da UEPG. Declaro ainda ter o conhecimento de que posso ser 
responsabilizado(a) legalmente caso infrinja tais disposições, submetendo-me às 
penas da legislação cabível. 
 
Ponta Grossa,14 de junho de 2024. 
 
 
___________________________ 
Assinatura do Acadêmico 
 
 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EM SAÚDE/UEPG 
FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC 
ORIENTADOR: Késsia Virgínia dos Santos Lima. 
MEMBRO DA BANCA 1: 
MEMBRO DA BANCA 2: 
NOME DO ACADÊMICO(A): Diego Navarrete Shiinoki 
TÍTULO DO TCC: Produção ambulatorial em foco: um estudo gestão 
do consórcio intermunicipal de saúde 
 
DATA: horário 
Itens avaliados Nota máxima Nota atingida 
Problema do estudo. 1,0 
Relevância e justificativa. 1,0 
Objetivo geral e objetivos 
específicos. 
1,0 
Fundamentação teórica. 2,0 
Metodologia e procedimentos. 2,0 
Correção gramatical, ortografia 
formatação e uso das normas 
técnicas, de acordo com o Manual 
de normalização bibliográfica 
para trabalhos científicos da 
UEPG. 
1,0 
Resultados e conclusão. 2,0 
TOTAL 10,0 
 
Recomendações e sugestões: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_______________________________________________ 
Assinatura do Orientador

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