Prévia do material em texto
NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0002231-87.2024.8.17.5990 Vara: 6ª Vara Criminal da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Valdir Malca Costa SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de prisão em flagrante do autuado Valdir Malca Costa, acusado da prática de crime previsto no Artigo 215-A do Código Penal Brasileiro (importunação sexual). A denúncia foi formalizada pela 5ª Delegacia de Atendimento à Mulher (5ª DEAM), e a audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz Dr. José Anchieta Felix da Silva. O Ministério Público, representado pela promotora Dra. Rosângela Padela, opinou pela concessão de liberdade provisória sem fiança, com aplicação de medidas cautelares cabíveis, considerando a primariedade do autuado e a ausência de antecedentes criminais. ANTÍTESE A defesa, representada pelo advogado Dr. Leandro Lima (OAB 58.482/PE), acompanhou o posicionamento do Ministério Público, destacando que o autuado é primário, possui residência fixa e emprego lícito, além de não haver indícios de ameaça à ordem pública ou ao andamento processual. A defesa reforçou o pedido de liberdade provisória, alinhando-se ao entendimento do parquet. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, focada na discussão sobre a necessidade de manutenção da prisão cautelar ou a aplicação de medidas alternativas. O processo é um Auto de Prisão em Flagrante, regido pelos artigos 302 a 310 do Código de Processo Penal, com rito especial para audiências de custódia. O autuado, Valdir Malca Costa, é um trabalhador com residência fixa e sem antecedentes criminais. A vítima, Joseane Marques Amaro e Silva Aquino, denunciou o autuado por importunação sexual. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO A análise do caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais. O Princípio da Presunção de Inocência (Art. 5º, LVII, CF/88) garante que Valdir Malca Costa, sem condenação prévia, deve ser tratado como inocente até o trânsito em julgado. O Princípio da Proporcionalidade exige que medidas restritivas de liberdade sejam adotadas somente quando absolutamente necessárias, enquanto o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) serve como base para a aplicação de medidas alternativas à prisão. O Código de Processo Penal (CPP) é fundamental neste contexto, especificamente o Art. 310, que regula a análise da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória, e o Art. 319, que prevê a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. A jurisprudência do STJ, HC 108.715/SP reafirma que a prisão preventiva deve ser uma medida excepcional, aplicada apenas quando houver elementos concretos que justifiquem sua necessidade. Por fim, conforme a doutrina de Aury Lopes Jr., a audiência de custódia deve garantir que qualquer restrição à liberdade seja imediatamente submetida ao controle jurisdicional, respeitando as garantias fundamentais e o devido processo legal. OPINIÃO CONCLUSIVA Em análise ao caso, a decisão de conceder liberdade provisória ao autuado Valdir Malca Costa, com a aplicação de medidas cautelares, está em conformidade com os princípios constitucionais da presunção de inocência e da proporcionalidade, pois não há elementos suficientes que justifiquem a manutenção da prisão preventiva. A ausência de antecedentes criminais e a primariedade do autuado, juntamente com a inexistência de risco à ordem pública ou ao andamento processual, reforçam a decisão favorável à liberdade provisória. Além disso, a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, previstas no Código de Processo Penal, como o comparecimento periódico em juízo e a proibição de contato com a vítima, são suficientes para garantir a regularidade do processo e a proteção da vítima. A decisão também está alinhada com a jurisprudência do STJ e a doutrina de Aury Lopes Jr., que defendem a excepcionalidade da prisão preventiva e a necessidade de que qualquer restrição de liberdade seja rigorosamente justificada. Portanto, a solução jurídica adotada parece adequada e justa, respeitando as garantias fundamentais do autuado e o devido processo legal. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004383-68.2024.8.17.5001 Vara: 2ª Vara de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Demandante: Ministério Público Demandada/o: Jose Mariano Pereira da Silva SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de prisão em flagrante do autuado Jose Mariano Pereira da Silva, acusado da prática de crime previsto no Art. 21 da LCP (contravenção penal) e Art. 147, § 1º do Código Penal Brasileiro (lesão corporal), com fundamento na Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha), em tese praticado contra sua companheira. A denúncia foi formalizada pela 1ª DEPOL Especializada da Mulher (1ª DEAM), e a audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz Dr. José Anchieta Felix da Silva. O Ministério Público, representado pela promotora Dra. Rosângela Padela, opinou pela liberdade provisória sem fiança, com a aplicação de medidas cautelares, considerando que o réu é primário, não possui antecedentes criminais e tem residência fixa, além de não haver risco à ordem pública. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), acompanhou o posicionamento do Ministério Público, destacando que o autuado Jose Mariano Pereira da Silva é primário, possui residência fixa e emprego lícito, além de não apresentar antecedentes criminais. A defesa reforçou o pedido de liberdade provisória, alinhando-se ao entendimento do parquet, e solicitou a aplicação de medidas cautelares em substituição à prisão, uma vez que não há risco à ordem pública nem à instrução processual. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na análise da necessidade de prisão cautelar ou a concessão de liberdade provisória, diante da acusação de violência doméstica e lesão corporal. O processo trata de um Auto de Prisão em Flagrante, regido pelos artigos 302 a 310 do Código de Processo Penal, com rito especial para audiências de custódia. O autuado, Jose Mariano Pereira da Silva, é primário, possui residência fixa e emprego lícito, além de não apresentar antecedentes criminais. A vítima, Fernanda Talita Conceição Silva, denunciou o autuado por violência doméstica conforme a Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha), solicitando medidas protetivas de urgência. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO A análise do caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais. O Princípio da Presunção de Inocência (Art. 5º, LVII, CF/88) garante que Jose Mariano Pereira da Silva, sem condenação prévia, deve ser tratado como inocente até o trânsito em julgado da sentença. O Princípio da Proporcionalidade exige que medidas restritivas de liberdade sejam adotadas apenas quando absolutamente necessárias, enquanto o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) fundamenta a aplicação de medidas alternativas à prisão, respeitando os direitos do réu. O Código de Processo Penal (CPP) é crucial neste contexto, especificamente o Art. 310, que regula a análise da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória, e o Art. 319, que prevê a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. A jurisprudência do STJ,no HC 108.715/SP, reafirma que a prisão preventiva deve ser uma medida excepcional, aplicada apenas quando houver elementos concretos que justifiquem sua necessidade. Por fim, conforme a doutrina de Aury Lopes Jr., a audiência de custódia deve garantir que qualquer restrição à liberdade seja prontamente submetida ao controle jurisdicional, respeitando as garantias fundamentais e o devido processo legal. OPINIÃO CONCLUSIVA Em análise ao caso, a decisão de conceder liberdade provisória ao autuado Jose Mariano Pereira da Silva, com a aplicação de medidas cautelares, está em conformidade com os princípios constitucionais da presunção de inocência e da proporcionalidade, pois não há elementos concretos que justifiquem a manutenção da prisão preventiva. A ausência de antecedentes criminais e a primariedade do autuado, juntamente com a inexistência de risco à ordem pública ou à instrução processual, reforçam a decisão favorável à liberdade provisória. Além disso, a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, como o afastamento do lar e a proibição de contato com a vítima, são adequadas para garantir a proteção da vítima e a continuidade do processo, sem a necessidade de prisão preventiva. A decisão também está alinhada com a jurisprudência do STJ, que preconiza a excepcionalidade da prisão preventiva, e com a doutrina de Aury Lopes Jr., que enfatiza a necessidade de que qualquer restrição à liberdade seja devidamente justificada. Portanto, a solução jurídica adotada é adequada e justa, respeitando as garantias fundamentais do autuado e o devido processo legal. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004384-53.2024.8.17.5001 Vara: 2ª Vara de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Demandante: Ministério Público Demandada/o: Anderson de Santana SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata da prisão em flagrante do autuado Anderson de Santana, acusado da prática de crimes previstos no Art. 28 da Lei 11.343/06 (porte de drogas para consumo pessoal) e no Art. 129, § 13º do Código Penal Brasileiro, com base na Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha). A denúncia foi formalizada pela 1ª DEPOL Especializada da Mulher (1ª DEAM), e a audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. O Ministério Público, representado pela promotora Dra. Rosângela Padela, requereu a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando os antecedentes criminais do autuado, a gravidade dos fatos e o risco à ordem pública. Por outro lado, a defesa, representada pela Dra. Sônia Maria da Silva (OAB/PE 12666), solicitou a liberdade provisória sem fiança, com aplicação de medidas cautelares alternativas. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Sônia Maria da Silva (OAB/PE 12666), solicitou a liberdade provisória sem fiança para o autuado Anderson de Santana, com a aplicação de medidas cautelares alternativas previstas no Art. 319 do Código de Processo Penal. A defesa argumentou que o autuado já possui residência fixa e que as medidas cautelares seriam suficientes para garantir a regularidade do processo, preservando os direitos constitucionais do acusado. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, focada na análise da necessidade de conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando a gravidade dos crimes imputados e os antecedentes criminais do autuado. O processo é regido pelos artigos 302 a 310 do Código de Processo Penal, com rito especial para audiências de custódia. O autuado, Anderson de Santana, foi preso em flagrante e acusado de crimes previstos no Art. 28 da Lei 11.343/06 e Art. 129, § 13º do Código Penal Brasileiro, com fundamento na Lei Maria da Penha. Segundo o Ministério Público, o autuado já possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e roubo majorado, além de descumprimento de medidas judiciais anteriores. A vítima, Aline Melo Rosas, relatou reiteradas agressões e solicitou medidas protetivas, demonstrando risco à sua integridade física e à ordem pública. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO A análise do caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais. O Princípio da Presunção de Inocência (Art. 5º, LVII, CF/88) estabelece que Anderson de Santana deve ser tratado como inocente até o trânsito em julgado. No entanto, o Princípio da Proporcionalidade justifica a adoção de medidas restritivas, como a prisão preventiva, quando necessárias para a garantia da ordem pública. O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) também é considerado, assegurando que a liberdade só seja restringida diante de evidências concretas de periculosidade. O Código de Processo Penal (CPP) regula o caso por meio do Art. 310, que trata da conversão da prisão em flagrante em preventiva, e do Art. 312, que fundamenta a prisão preventiva pela necessidade de proteção à vítima, garantia da ordem pública e aplicação da lei penal. A jurisprudência do STJ destaca que a prisão preventiva é medida excepcional, aplicável apenas quando houver elementos concretos que demonstrem risco real à sociedade ou à instrução processual. Por fim, a doutrina de Aury Lopes Jr. reforça que a decisão de conversão da prisão deve considerar elementos que demonstrem claramente o risco concreto do autuado permanecer em liberdade, como antecedentes criminais ou reiteração delitiva. OPINIÃO CONCLUSIVA Em análise ao caso, a decisão de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva para o autuado Anderson de Santana está fundamentada nos princípios constitucionais e nas normas infraconstitucionais aplicáveis. Os antecedentes criminais do autuado, associados ao descumprimento de medidas cautelares anteriores e à gravidade dos fatos, justificam a necessidade de sua custódia para proteção da vítima, Aline Melo Rosas, e para garantia da ordem pública. A conversão da prisão é reforçada pela aplicação do Art. 312 do CPP, que prevê a prisão preventiva como medida necessária diante de situações de periculosidade concreta. O histórico de reiteradas agressões à vítima e a posse de drogas no momento da prisão indicam que as medidas alternativas à prisão não seriam suficientes para conter a conduta delitiva do autuado. Portanto, a solução jurídica adotada é adequada e proporcional às circunstâncias, respeitando o devido processo legal e as garantias fundamentais, ao mesmo tempo em que protege a vítima e a sociedade de riscos iminentes. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004371-54.2024.8.17.5001 Vara: Vara de Execuções das Penas em Meio Aberto da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Angélica Santos Figueiredo SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão da sentenciada Angélica Santos Figueiredo, realizada em cumprimento de mandado de prisão definitiva expedido pelo juízo da Vara de Execuções das Penas em Meio Aberto da Capital. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou que o juízo natural fosse intimado sobre a prisão e seu cumprimento, para que fossem adotadas as medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa,representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), requereu que o juízo natural fosse intimado sobre a decretação e o cumprimento do mandado de prisão, visando a adoção de medidas que entendessem cabíveis para proteger os direitos da sentenciada. A defesa não solicitou alterações na custódia, limitando-se a garantir que a situação fosse avaliada pelo juízo responsável pela execução da pena. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na avaliação da legalidade do cumprimento de mandado de prisão definitiva e no encaminhamento ao juízo responsável pela execução da pena. O processo é regido pelas disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e pela Resolução nº 329/2020 do CNJ, que estabelecem a competência das audiências de custódia em casos de prisões decorrentes de mandado. A sentenciada, Angélica Santos Figueiredo, foi apresentada à Central de Audiências de Custódia para que fosse verificada a legalidade do mandado de prisão, sem análise sobre os fundamentos da prisão cautelar, em conformidade com o § 5º do art. 1º do Provimento nº 001/2021- CM. Durante a audiência, a sentenciada declarou não ter sofrido violência policial e foi ouvida sem uso de algemas, em cumprimento aos protocolos da Resolução 213/2015 do CNJ. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO A análise do caso envolve a aplicação de normas infraconstitucionais e princípios constitucionais. O Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88) fundamenta a avaliação do cumprimento do mandado de prisão definitiva em conformidade com a legislação vigente. O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) assegura que os direitos fundamentais da sentenciada sejam preservados, como o direito a uma custódia digna e ao devido processo legal. A Resolução 213/2015 do CNJ foi aplicada, garantindo que a sentenciada fosse ouvida em condições adequadas, sem uso de algemas, e certificando- se que não houve relato de violência policial. O Provimento nº 001/2021-CM do TJPE também foi observado, delimitando a competência da audiência de custódia exclusivamente à análise formal da prisão, com posterior encaminhamento ao juízo da execução penal. A promotoria reconheceu a validade do mandado, e a defesa exerceu seu direito de solicitar a intimação do juízo natural para avaliar a situação da sentenciada e adotar eventuais medidas cabíveis. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da decisão ao juízo responsável pela execução penal estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O cumprimento do mandado de prisão foi validado, respeitando-se os direitos fundamentais da sentenciada e os protocolos da Resolução 213/2015 do CNJ. A decisão de encaminhar a ata da audiência ao juízo prolator do mandado é adequada, pois permite que a execução da pena seja supervisionada de acordo com as particularidades do caso. A atuação do juízo garantiu que a legalidade da prisão fosse avaliada formalmente, sem prejuízo à análise material, que será realizada pelo juízo competente. Assim, a solução adotada é justa e garante o respeito ao devido processo legal. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004374-09.2024.8.17.5001 Vara: 7ª Vara Criminal da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Lucidalva Ferreira da Silva SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão da ré Lucidalva Ferreira da Silva, realizada em cumprimento de mandado de prisão definitiva expedido pelo juízo da 7ª Vara Criminal da Capital. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), não formulou qualquer pedido, limitando-se a acompanhar o andamento da audiência. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), não formulou requerimentos na audiência de custódia, optando por aguardar a análise do caso pelo juízo prolator da ordem de prisão. Nenhuma objeção foi feita em relação à validade do mandado ou às condições da custódia. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na avaliação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão definitiva e no encaminhamento ao juízo responsável pela execução penal. O processo segue as diretrizes estabelecidas pelo Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e pela Resolução nº 329/2020 do CNJ, que delimitam a competência das audiências de custódia nesses casos. A ré, Lucidalva Ferreira da Silva, foi ouvida sem algemas e sem relato de violência policial, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ. O objetivo da audiência foi exclusivamente verificar os aspectos formais da prisão, sem análise dos fundamentos da custódia cautelar, conforme disposto no § 5º do art. 1º do Provimento nº 001/2021-CM. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO A análise do caso envolve a aplicação de princípios constitucionais e normas infraconstitucionais. O Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88) fundamenta a verificação da validade do mandado de prisão. O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) assegura que a ré seja tratada com respeito aos seus direitos fundamentais durante a custódia. O Provimento nº 001/2021-CM do TJPE delimita que as audiências de custódia para prisões definitivas têm como objetivo verificar a legalidade formal do cumprimento do mandado e encaminhar o caso ao juízo competente. A Resolução nº 213/2015 do CNJ garante que a ré seja ouvida em condições adequadas, incluindo o direito de permanecer em silêncio e a proibição de uso indevido de algemas. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. A promotoria reconheceu a validade do mandado de prisão, e a defesa optou por não apresentar requerimentos, garantindo a continuidade do caso ao juízo natural. A decisão de encaminhar o processo ao juízo responsável pela execução penal é adequada, respeitando o devido processo legal e assegurando que a custódia seja supervisionada de acordo com as particularidades do caso. Dessa forma, a solução jurídica adotada é justa e está em conformidade com o ordenamento jurídico. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004385-38.2024.8.17.5001 Vara: 1ª Vara do Tribunal do Júri Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Maria Jose de Souza Silva SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão da acusada Maria José de Souza Silva, realizada em cumprimento de mandado de prisão definitiva expedido pelo juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pelo Dr. Manoel Canto da Silva Filho (OAB/PE 26.619), solicitou a revogação da prisão com a imposiçãode medidas cautelares diversas do cárcere, além de requerer que a acusada comparecesse imediatamente perante o juízo natural para adoção das medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pelo Dr. Manoel Canto da Silva Filho (OAB/PE 26.619), requereu a revogação da prisão e a substituição por medidas cautelares alternativas, alegando que a acusada estaria apta a comparecer imediatamente à 1ª Vara do Tribunal do Júri de Recife. Além disso, pleiteou que os autos fossem encaminhados ao juízo natural, responsável pela análise detalhada da situação. A defesa também destacou a necessidade de tratamento de saúde para a acusada, devido a condições médicas pré- existentes, como diabetes e problemas cardíacos. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão definitiva e no encaminhamento do caso ao juízo responsável pela instrução do processo. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que delimitam a competência das audiências de custódia nesses casos. A acusada, Maria José de Souza Silva, foi ouvida em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, sem relato de violência policial, sendo respeitados seus direitos fundamentais. Durante a audiência, foi garantida a análise formal do mandado, sem discussão sobre os fundamentos da prisão, conforme previsto no § 5º do art. 1º do Provimento nº 001/2021-CM. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais. O Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88) fundamenta a verificação da validade do mandado de prisão. O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88) assegura que a acusada receba o tratamento de saúde necessário durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE garantem que a acusada seja ouvida em condições adequadas e que os aspectos formais da prisão sejam analisados, sem substituição por medidas cautelares, uma vez que essa análise cabe ao juízo natural. A solicitação de acompanhamento médico da acusada reforça o respeito ao devido processo legal e aos direitos fundamentais. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento dos autos ao juízo prolator do mandado estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais. A decisão de manter a prisão e encaminhar o caso ao juízo natural garante que a acusada receba o devido processo legal e que suas condições de saúde sejam adequadamente tratadas. A atuação da defesa foi essencial para assegurar a observância dos direitos da acusada, incluindo o pedido de tratamento médico durante a custódia. A solução jurídica adotada é adequada e proporcional, respeitando as normas legais e os direitos fundamentais, enquanto preserva a continuidade da execução penal e a análise do caso pelo juízo competente. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004363-77.2024.8.17.5001 Vara: 18ª Vara Criminal da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Carlos Gilberto Cavalcante de Carvalho e Lucas Rafael de Lima SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise refere-se à audiência de custódia dos investigados Carlos Gilberto Cavalcanti de Carvalho e Lucas Rafael de Lima, presos em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo da 18ª Vara Criminal da Capital – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade dos mandados de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural sobre a decretação e cumprimento das prisões, bem como requereu que o Ministério Público adotasse medidas cabíveis, considerando o atraso na apresentação dos investigados à audiência de custódia. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), alegou que os investigados Carlos Gilberto Cavalcanti de Carvalho e Lucas Rafael de Lima foram apresentados à audiência de custódia somente cinco dias após a execução do mandado de prisão. Diante disso, requereu: Intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento das prisões. Providências por parte do Ministério Público quanto ao atraso na apresentação dos investigados, considerando o direito à imediata apresentação em audiência de custódia. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na análise da legalidade do cumprimento dos mandados de prisão preventiva e na verificação das condições formais da custódia, em conformidade com os Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e Resolução nº 329/2020 do CNJ. Os investigados, Carlos Gilberto Cavalcanti de Carvalho e Lucas Rafael de Lima, foram ouvidos em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que garante direitos fundamentais, como o direito de permanecer em silêncio e a proibição do uso indevido de algemas. O atraso na apresentação dos presos foi destacado pela defesa, que solicitou a análise do caso pelo Ministério Público e pela Corregedoria da Polícia, a fim de apurar eventuais irregularidades. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a verificação da validade do mandado de prisão e o cumprimento das normas aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante que os investigados sejam tratados de forma digna e que seus direitos fundamentais sejam respeitados durante a custódia. Princípio da Imediata Apresentação: Previsto na Resolução nº 213/2015 do CNJ, determina que os presos sejam apresentados em audiência de custódia sem atraso injustificado. O Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e a Resolução nº 213/2015 do CNJ regulamentam a condução das audiências de custódia, assegurando a verificação formal da prisão e a comunicação às autoridades competentes sobre irregularidades no cumprimento do mandado. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia está em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. No entanto, o atraso de cinco dias para a apresentação dos investigados à audiência deve ser apurado, considerando o direito dos presos à imediata apresentação conforme a Resolução nº 213/2015 do CNJ. O encaminhamento do caso ao juízo natural para análise da decretação e cumprimento dos mandados é adequado, assim como a determinação de que o Ministério Público e a Corregedoria de Polícia adotem medidas cabíveis para apurar a regularidade do procedimento. Dessa forma, a solução jurídica adotada é proporcional e respeita o devido processo legal, ao mesmo tempo em que garante a preservação dos direitos fundamentais dos investigados e a continuidade da persecução penal. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004379-31.2024.8.17.5001 Vara: 4ª Vara de Família e Registro Civil da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Davi Soares Alves Nogueira SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referenteà prisão do acusado Davi Soares Alves Nogueira, realizada em cumprimento de mandado de prisão civil expedido pelo juízo da 4ª Vara de Família e Registro Civil da Capital – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), optou por não formular pedidos durante a audiência. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), não apresentou requerimentos em favor do acusado, limitando-se a acompanhar a audiência e a observar os procedimentos legais aplicáveis. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é civil, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão civil e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as diretrizes estabelecidas pelo Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e pela Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia em casos de prisões de natureza civil. O acusado, Davi Soares Alves Nogueira, foi ouvido sem relato de violência policial, conforme os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que garante os direitos fundamentais do preso, como o direito de permanecer em silêncio e a proibição do uso indevido de algemas. A decisão de manter o acusado em local separado dos demais presos, no COTEL, reflete a necessidade de preservação de sua segurança e da integridade do processo. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de importantes princípios constitucionais: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e a execução da medida de acordo com a lei. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante o tratamento digno ao preso, incluindo sua custódia em local separado, considerando a natureza civil da prisão. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE asseguram que o acusado seja ouvido em condições adequadas e que os aspectos formais da prisão sejam rigorosamente verificados, respeitando o devido processo legal. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia está em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. A verificação da legalidade do mandado e o encaminhamento do caso ao juízo prolator garantem o cumprimento do devido processo legal. A decisão de manter o acusado Davi Soares Alves Nogueira em local separado no COTEL é adequada e proporcional, assegurando sua segurança enquanto permanece sob custódia. A ausência de pedidos pela defesa reforça a regularidade do procedimento adotado. Dessa forma, a solução jurídica é justa e respeita os direitos fundamentais do acusado, ao mesmo tempo em que preserva a integridade do processo. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0003934-06.2024.8.17.4001 Vara: 1ª Vara Cível da Comarca de Camaragibe Demandante: Ministério Público Demandada/o: Carlos Lopes De Aguiar SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do investigado Carlos Lopes de Aguiar, realizada em cumprimento de mandado de prisão civil expedido pelo juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Camaragibe – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento da prisão, visando a adoção das medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou que o juízo natural fosse intimado para avaliar a decretação e o cumprimento do mandado de prisão do investigado, garantindo que fossem adotadas as medidas cabíveis. Nenhuma objeção adicional foi feita à legalidade do procedimento. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é civil, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão civil e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as diretrizes estabelecidas pelo Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e pela Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia nesses casos. O investigado, Carlos Lopes de Aguiar, foi ouvido sem relato de violência policial, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura direitos fundamentais como o direito de permanecer em silêncio e a análise formal das condições da prisão. A determinação de que o investigado seja mantido em local separado dos demais presos no COTEL reflete o cuidado em preservar sua segurança e atender às especificidades da prisão civil. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e do cumprimento de normas processuais. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Assegura tratamento digno ao preso, incluindo sua custódia em local separado, dada a natureza civil da prisão. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021- CM do TJPE garantem que o preso seja ouvido em condições adequadas e que os aspectos formais da prisão sejam analisados rigorosamente, em conformidade com o devido processo legal. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia está em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão garante que o caso seja analisado pelo órgão competente, respeitando o devido processo legal. A decisão de manter o investigado Carlos Lopes de Aguiar em local separado dos demais presos no COTEL é adequada e proporcional, assegurando sua segurança e o cumprimento das disposições legais. O requerimento da defesa reforça o zelo com os direitos do investigado e a continuidade do procedimento de forma regular e justa. Dessa forma, a solução jurídica adotada é apropriada, respeitando as normas legais e os direitos fundamentais do investigado. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004372-39.2024.8.17.5001 Vara: Central de Flagrantes da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Maycon Jekson Barboza da Silva SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do sentenciado Maycon Jekson Barboza da Silva, realizada em cumprimento de mandado de prisão civil expedido pelo juízo da 2ª Vara de Família da Comarca de Parnamirim – TJRN. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento da prisão, visandoà adoção das medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), requereu que o juízo natural fosse intimado para analisar a decretação e o cumprimento do mandado de prisão. Ressaltou a necessidade de adoção de eventuais medidas cabíveis em benefício do sentenciado. Nenhuma objeção foi apresentada quanto à legalidade do procedimento. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é civil, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão civil e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia em casos de prisão civil. O sentenciado, Maycon Jekson Barboza da Silva, foi ouvido sem relato de violência policial e sem o uso de algemas, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura o respeito aos direitos fundamentais do preso. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais, tais como: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e do cumprimento das normas aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante o respeito aos direitos fundamentais do sentenciado durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE asseguram a regularidade da audiência de custódia, restringindo-se à análise formal do cumprimento do mandado e ao encaminhamento ao juízo competente para continuidade do processo. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O requerimento da defesa para intimação da Defensoria Pública junto ao juízo natural reforça o cumprimento do devido processo legal. A ausência de objeções quanto à legalidade do mandado de prisão e a condução adequada da audiência asseguram o respeito aos direitos do sentenciado e a continuidade do procedimento judicial de forma justa e proporcional. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004373-24.2024.8.17.5001 Vara: 1ª Vara da Comarca de Paudalho Demandante: Ministério Público Demandada/o: Rosildo Jose do Nascimento SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do réu Rosildo José do Nascimento, realizada em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo da 1ª Vara da Comarca de Paudalho – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento da prisão, visando à adoção de eventuais medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), requereu que o juízo natural fosse intimado para analisar a decretação e o cumprimento do mandado de prisão, garantindo a adoção de medidas que entendesse cabíveis. Nenhuma outra objeção ou solicitação foi feita no âmbito da audiência. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão preventiva e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia em casos de prisão preventiva. O réu, Rosildo José do Nascimento, foi ouvido sem relato de violência policial, conforme os protocolos estabelecidos pela Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura os direitos fundamentais do preso, incluindo o direito de permanecer em silêncio e a análise formal das condições de sua prisão. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais, tais como: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e o cumprimento das normas processuais aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante o tratamento digno ao réu durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE asseguram que o réu seja ouvido em condições adequadas e que os aspectos formais do mandado sejam verificados, respeitando o devido processo legal. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O requerimento da defesa para intimação da Defensoria Pública junto ao juízo natural reforça o cumprimento do devido processo legal. A ausência de objeções quanto à validade do mandado de prisão e a condução adequada da audiência garantem o respeito aos direitos do réu e a regularidade do procedimento judicial. A solução jurídica adotada é proporcional, assegurando a continuidade da instrução penal e a preservação dos direitos fundamentais do réu. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004375-91.2024.8.17.5001 Vara: 4ª Vara de Família e Registro Civil da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Glemerson Rodolfo Freire da Silva SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do réu Glemerson Rodolfo Freire da Silva, realizada em cumprimento de mandado de prisão civil expedido pelo juízo da 4ª Vara de Família e Registro Civil da Capital – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento da prisão, visando à adoção das medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), requereu que o juízo natural fosse intimado para avaliar a decretação e o cumprimento do mandado de prisão do réu. Ressaltou a necessidade de adoção de eventuais medidas cabíveis, assegurando que os direitos do réu fossem devidamente observados. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é civil, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão civil e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia nesses casos. O réu, Glemerson Rodolfo Freire da Silva, foi ouvido sem relato de violência policial e sem o uso de algemas, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura os direitos fundamentais do preso, como o direito de permanecer em silêncio e a análise formal das condições de sua prisão. NÚCLEO DE PRÁTICASJURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais, tais como: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e do cumprimento das normas aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Assegura tratamento digno ao réu durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE garantem a regularidade da audiência de custódia, restringindo-se à análise formal do cumprimento do mandado e ao encaminhamento ao juízo competente para continuidade do processo. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O requerimento da defesa para intimação da Defensoria Pública junto ao juízo natural reforça o cumprimento do devido processo legal. A decisão de manter o réu Glemerson Rodolfo Freire da Silva em local separado no COTEL, considerando a natureza civil da prisão, é proporcional e assegura a preservação de sua segurança enquanto em custódia. A ausência de objeções quanto à legalidade do mandado confirma a regularidade do procedimento. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 0004376-76.2024.8.17.5001 Vara: Central de Flagrantes da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Thiago Jose dos Santos Ribeiro SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do sentenciado Thiago José dos Santos Ribeiro, realizada em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo da Primeira Vara Criminal e Cível da Comarca de Chapada dos Guimarães – TJMT. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), optou por não formular pedidos durante a audiência. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), não apresentou qualquer requerimento em favor do sentenciado, limitando-se a acompanhar os trâmites formais da audiência e a observar o cumprimento das normas aplicáveis. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão preventiva e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia em casos de prisão preventiva. O sentenciado, Thiago José dos Santos Ribeiro, foi ouvido sem relato de violência policial e sem o uso de algemas, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura os direitos fundamentais do preso e estabelece critérios rigorosos para a condução de audiências de custódia. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais, como: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e do cumprimento das normas processuais aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante o tratamento digno ao sentenciado durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE asseguram a regularidade da audiência de custódia, restringindo-se à análise formal do cumprimento do mandado e ao encaminhamento ao juízo competente para continuidade do processo. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. A ausência de requerimentos pela defesa reforça a regularidade do procedimento adotado. O respeito às normas processuais e aos direitos fundamentais do sentenciado garante que a prisão tenha sido conduzida de forma justa e proporcional, assegurando a continuidade do processo judicial. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ( ) PLENÁRIO DO JÚRI ( ) JECRIM (X) CUSTÓDIA Nome da/o Aluna/o: Cleyvison Fonseca de Souza Matrícula n°: 01534944 Período: 8° Semestre Turma: B Data da Audiência: 05 / 11 / 2024 Professor/a: Gabrielly Mendes Nº do Processo: 00043784620248175001 Vara: 9ª Vara Criminal da Capital Demandante: Ministério Público Demandada/o: Emerson da Silva Souza SÍNTESE DA INICIAL O caso em análise trata de uma audiência de custódia referente à prisão do investigado Emerson da Silva Souza, realizada em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo da 9ª Vara Criminal da Capital – TJPE. A audiência ocorreu na Central de Audiências de Custódia da Capital – Recife/PE, presidida pelo juiz José Anchieta Felix da Silva. A promotora Dra. Rosângela Padela reconheceu a validade do mandado de prisão e não apresentou requerimentos adicionais. A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), solicitou a intimação da Defensoria Pública pelo juízo natural para análise da decretação e cumprimento da prisão, visando à adoção de medidas cabíveis. ANTÍTESE A defesa, representada pela Dra. Danielle Monteiro (Defensora Pública), requereu que o juízo natural fosse intimado para avaliar a decretação e o cumprimento do mandado de prisão, garantindo a adoção de medidas que entendesse cabíveis para assegurar os direitos do investigado. FUNDAMENTAÇÃO A natureza da lide é penal, com foco na verificação da legalidade do cumprimento do mandado de prisão preventiva e na observância das normas formais aplicáveis. O processo segue as disposições do Provimento nº 001/2021-CM do TJPE e da Resolução nº 329/2020 do CNJ, que regulamentam a condução das audiências de custódia em casos de prisão preventiva. O investigado, Emerson da Silva Souza, foi ouvido sem relato de violência policial e sem o uso de algemas, em conformidade com os protocolos da Resolução nº 213/2015 do CNJ, que assegura os direitos fundamentais do preso e estabelece critérios rigorosos para a condução de audiências de custódia. NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS – UNINASSAU GRAÇAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO II RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA ELEMENTOS DO DIREITO O caso envolve a aplicação de princípios constitucionais, tais como: Princípio da Legalidade (Art. 5º, II, CF/88): Fundamenta a análise da validade do mandado de prisão e do cumprimento das normas processuais aplicáveis. Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (Art. 1º, III, CF/88): Garante tratamento digno ao investigado durante sua custódia. A Resolução nº 213/2015 do CNJ e o Provimento nº 001/2021-CM do TJPE asseguram a regularidade da audiência de custódia, restringindo-se à análise formal do cumprimento do mandado e ao encaminhamento ao juízo competente para continuidade do processo. OPINIÃO CONCLUSIVA A condução da audiência de custódia e o encaminhamento da ata ao juízo prolator da ordem de prisão estão em conformidade com as normas processuais vigentes e os princípios constitucionais aplicáveis. O requerimento da defesa para intimação da Defensoria Pública junto ao juízo natural reforça o cumprimento do devido processo legal. A decisão de encaminhar a ata ao juízo competente garante a continuidade da análise processual e o respeito aos direitos do investigado, assegurando que o procedimento judicial seja realizado de forma justa e proporcional.