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Curso: Psicologia Illan Borer, Karen Cuba, Laís Gomes Guitarrari, Laryssa Freires, Mara Rubia F Ferreira e Mariana Senna BULLING NA ADOLESCÊNCIA: VISÃO PANORÂMICA NO BRASIL Rio de Janeiro, 09/06/2022 Introdução O bullying é a prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma vítima. No Brasil, 28% dos diretores de escolas brasileiras declararam que identificam, semanal ou diariamente, situações de intimidação ou bullying entre estudantes. Segundo o IBGE, aproximadamente 23% dos estudantes brasileiros contaram ter sido vítimas desta prática. Conversamos com a psicóloga Ariana Ribeiro Gomes e constatamos o quão solitário é para aqueles que são vítimas do bullying e como o processo de desconstrução dessas ideias é difícil. Infelizmente, no mundo ainda há grandes números de vítimas, até mesmo fatais por conta desses atos bárbaros e é nosso dever como sociedade não nos calar e nem ser coniventes com isso. É necessário falar sobre o bullying, mas mais que isso, está na hora de agirmos contra qualquer descriminação, zombaria e humilhação. Nome da profissional entrevistada: Ariana Ribeiro Gomes CRP: 05/45263 Formada desde a metade do ano de 2013 (8 anos de formada, quase 9). Atende adolescentes desde o estágio no SPA, na graduação. Sim, já atendeu adolescentes que sofreram bullying. O bullying é uma agressão, dessa forma, pode afetar o psicológico de adolescentes de diferentes maneiras. É sempre importante lembrar que cada pessoa é única, e vive situações como o bullying de maneira singular. O próprio bullying pode ser realizado de diferentes maneiras (por exemplo, pode envolver agressão física ou não). Ou seja, existem algumas variáveis (internas e externas) que serão determinantes para a maneira que o bullying afeta psicologicamente cada pessoa. Mas certamente existem variadas consequências singulares do bullying. Nós entendemos, através da entrevista com a psicóloga Ariana Ribeiro Gomes, que o bullying É praticado de diversas formas, físicas, verbais ou psicológicas, tem como causa diversos fatores ambientais, sociais e psicológicos do agressor e acaba causando variadas consequências na vítima, podendo ter o bullying sua quantidade reduzida através de inúmeros projetos escolares, intervenções profissionais e apoio familiar. Referências: Entrevista com Ariana Ribeiro Gomes Bullying e Preconceito O bullying ocorre devido a variáveis motivações, podendo ser gerado apenas devido a particularidade de cada indivíduo, como também por fatores relacionados a preconceitos velados ou explícitos, questões raciais, homofóbicas, machismo e também por intolerância de cunho religioso, por exemplo. Segundo o portal de notícias Gazeta do Povo, em 2009, foi realizada uma pesquisa em 501 escolas públicas em todo o Brasil, sendo entrevistados mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários. Revelou-se que 99,3% dessas pessoas evidenciaram algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial. De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), 96,5% dos entrevistados têm preconceito contra portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial. O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os números são altos e tristes, visto que o ambiente escolar deveria ser um lugar de acolhimento, educação, respeito, e de inclusão as adversidades. Contudo, mesmo que todo tipo de preconceito esteja intimamente relacionado ao bullying, também consta na literatura que, os autores destas ações tenham comportamento opressivo para se sentirem superiores, ganhar destaque e chamar atenção no meio onde estão inseridos. São traços de pessoas narcisistas. Ou seja, o bullying pode ser praticado havendo ou não preconceito. Eles ocorrem de forma independente. A fim de que essa situação seja controlada, a Psicóloga Ariana Ribeiro Gomes, salientou a importância de existir canais de denuncia dentro das escolas, onde os alunos se sintam acolhidos e protegidos para contar o que está acontecendo. É importante ter um espaço exclusivo para este tipo de debate, visto que esta problemática é muito recorrente entre crianças e adolescentes, merecendo um espaço especial para ser atendido rapidamente e ser combatido também, em conjunto. Quem sofre desta opressão não deve enfrentar isso sozinho, e sim buscar ajuda, ser ouvido, ser bem orientado e ser – sobretudo- defendido. A premissa de que “a união faz a força”, sempre é verdadeira. As implicações do bullying na autoestima de adolescentes A autoestima está relacionada à saúde mental e ao bem-estar psicológico e sua carência está relacionada a certos fenômenos mentais negativos como depressão e suicídio. Para Rosenberg (1989), pessoas com baixa autoestima engajam-se em comportamentos delinquentes como uma forma de retaliação contra a sociedade que desdenha deles e também como uma forma de obter autoestima. Autoestima é uma avaliação que o indivíduo efetua e comumente mantém em relação a si mesmo. Expressa um sentimento ou uma atitude de aprovação ou de repulsa por si mesmo e refere-se ao quanto um sujeito considera-se capaz, significativo, bem sucedido e valioso (Coopersmith, 1989; Rosenberg, 1989). Pode ser entendida como um juízo pessoal de valor, externado nas atitudes que o indivíduo tem para consigo mesmo e nas crenças pessoais sobre suas habilidades, capacidades, relacionamentos sociais e acontecimentos futuros. No bullying, as agressões podem tomar a forma de abuso físico com a utilização de chutes, socos, pontapés, empurrões, roubo ou danos aos pertences. As agressões podem ser verbais, com a utilização de apelidos, insultos, comentários racistas, homofóbicos, de diferenças religiosas, físicas, econômico-sociais, culturais, morais e políticas (Rolim, 2008). Podem também assumir uma forma mais indireta, como a exclusão social ou o isolamento (Olweus, 1993; Rigby, 1998). O bullying pode incluir chamar por nomes, debochar, chutar, bater, aterrorizar, ignorar e rejeitar, humilhar, intimidar, discriminar, entre outras ações agressivas (Lopes, 2005). Os ataques podem ocorrer também por vias eletrônicas, através de mensagens instantâneas, web site, salas de bate-papo ou torpedos. Este tipo de bullying tem sido referido como bullying eletrônico ou cyberbullying (Berger, 2007). A vítima é o alvo do bullying e refere-se à criança que é repetidamente exposta a ações agressivas de outras crianças as quais têm a intenção de machucá-la e isso geralmente envolve diferença de força, tanto real, como percebida (Berger, 2007). As vítimas que são constantemente abusadas caracterizam-se por um comportamento social inibido, passivo ou submisso. Estes adolescentes costumam sentir vulnerabilidade, medo ou vergonha intensos e uma autoestima cada vez mais baixa, aumentando a probabilidade de vitimização continuada (Middelton-Moz & Zawadski, 2007). As vítimas de bullying possuem até três vezes mais chances de sofrer com dores de cabeça e com dores abdominais, até cinco vezes mais chances de ter insônia e até duas vezes e meia mais chances de experimentar enurese noturna, quando comparadas às crianças que não são vítimas (Rolim, 2008). Segundo Lopes (2005), a redução da prevalência de bullying nas escolas pode ser uma medida de saúde pública altamente efetiva para o século XXI. Algumas crianças são tanto vítimas como agressores e são denominadas de vítima/agressor. Estas crianças,provavelmente, apresentam uma combinação de baixa autoestima, atitudes agressivas e provocativas e prováveis alterações psicológicas, merecendo atenção especial. Podem ser depressivas, ansiosas, inseguras e inoportunas, procurando humilhar os colegas para encobrir suas limitações (Lopes, 2005). As vítimas/agressores têm uma maior probabilidade de apresentar sérios problemas de comportamento externalizado e são, em grande frequência, maltratadas por seus colegas. Experienciam dificuldades com o comportamento impulsivo, reatividade emocional e hiperatividade. Diferenciam-se dos alvos típicos por serem impopulares e pelo alto índice de rejeição entre seus colegas (Robin, Toblina, Schwartza, Gormanb, & Abou-ezzeddinea, 2005). Cyberbullying é o bullying realizado por meio das tecnologias digitais. Pode ocorrer nas mídias sociais, plataformas de mensagens, plataformas de jogos e celulares. É o comportamento repetido, com intuito de assustar, enfurecer ou envergonhar aqueles que são vítimas. Exemplos incluem: • espalhar mentiras ou compartilhar fotos constrangedoras de alguém nas mídias sociais; • enviar mensagens ou ameaças que humilham pelas plataformas de mensagens; • se passar por outra pessoa e enviar mensagens maldosas aos outros em seu nome. Quando o bullying ocorre online, pode parecer que você está sendo atacado por todos os lados, inclusive dentro da sua própria casa. Parece que não há como escapar. Os efeitos podem ser duradouros e afetam uma pessoa de muitas maneiras: • Mentalmente — sente-se chateada, constrangida, incapaz, até mesmo com raiva; • Emocionalmente — sente-se envergonhada ou perde o interesse pelas coisas que ama; • Fisicamente — sente-se cansada (ou perde o sono), ou tem sintomas como dor de barriga e de cabeça. O sentimento de ser zombado ou assediado pelos outros pode impedir que as pessoas se manifestem ou tentem lidar com o problema. Em casos extremos, o cyberbullying pode levar as pessoas ao suicídio. O cyberbullying pode nos afetar de várias formas. Mas essas podem ser superadas e as pessoas podem recuperar a sua confiança e a sua saúde. O bullying presencial e o virtual acontecem lado a lado com frequência. Porém, o cyberbullying deixa um rastro digital – um registro que pode se tornar útil e fornecer indícios para ajudar a dar fim ao abuso. Sentimentos do adolescente, suporte dos familiares e amigos. Nossa entrevistada, Ariana, relatou que, os adolescentes os quais ela atendeu, especificamente para tratar a questão do bullying, tiveram desdobramentos diferentes em cada um dos casos, cada um foi marcado singularmente por essa terrível experiência, contudo, algo que ela pontuou em todos eles, era o sentimento de solidão. Ambos adolescentes se sentiam sozinhos frente a tal problema, de forma que não sabiam que medida tomar, o que falar, tampouco, com quem falar. Visto isso, é necessário mencionar que os amigos e colegas das vítimas precisam considerar intervir de alguma forma, mesmo que não sejam atuantes na agressão, se ficarem apenas observando, estarão sendo coniventes com o bullying. Contudo, cabe, principalmente, a escola introduzir estratégias e ações preventivas, com intuito da conscientização de seus alunos sobre o assunto e da intolerância a essa prática que tanto faz mal aos envolvidos. Já para os pais, fica a responsabilidade de observar mudanças de comportamento que podem ser causadas pelo bullying, é importante que se mostrem dispostos e solícitos a ouvir e ajudar, a fim de buscar uma solução e fazer o adolescente se sentir acolhido e entendendo que não está sozinho, que tem com quem falar e contar. Caso lhes falte destreza para tal feito, os mesmos podem pedir instruções da escola e buscar psicólogos para lhes explicar sobre e buscar juntos uma resolução saudável para o adolescente. Depois de cometerem a agressão, muitos dos agressores acham divertido praticar o bullying com as pessoas, vários evidenciam um sentimento de bem-estar ou satisfação por oprimir os colegas, e assimilam como qualidade positiva estas atitudes que trazem prestígio e liderança perante os pares. A não conscientização dos jovens sobre o que é o bullying e suas consequências, parece ser um dos importantes aspectos que colaboram para a prática do bullying e deve ser exercitado em políticas públicas, principalmente dentro das escolas, que objetive sua prevenção. Alguns adolescentes relatam sofrer e revoltarem-se com a prática do bullying, mencionando que os agressores mereciam sentir e sofrer a mesma discriminação a qual eles passam. Outras pesquisas revelam dados preocupantes quanto aos sentimentos dos adolescentes em relação à escola, como no artigo XV, que traz um estudo com 177 adolescentes, com uma média de 14 anos, que mostra que 57,8% destes não se sentiram seguros na escola. O estudo PENSE, com uma amostra de 60.973 escolares no Brasil, revela que 5,5% dos estudantes deixaram de ir à escola por não se sentiram seguros. Constata-se que o bullying colabora intensamente para que a escola se torne um ambiente conflituoso e desconfortável para os escolares. Considera-se de suma importância que um adulto possa intermediar conflitos entre pares, demonstrando limites e respeito em relação à convivência com o outro, para a manutenção de uma esfera escolar saudável. Orientações da profissional sobre como intervir A vítima não pode enfrentar a situação sozinha. Por isso, a principal recomendação da psicóloga é que o adolescente procure alguém confiável, no meio familiar ou escolar, por exemplo. A pessoa recorrida pelo adolescente precisa ouvir, acolher e orientar da melhor forma. Os pais podem intervir na situação observando as mudanças de comportamento do filho, precisam mostrar ao adolescente que podem ouvir e achar a melhor solução para o problema. Apesar disso, nem sempre os pais estão preparados para tomar essas atitudes, mas podem buscar ajuda da escola, de outros profissionais, como um psicólogo ou psicóloga. No caso dos professores, eles precisam estar capacitados para prevenir os alunos desse tipo de violência. Não podem naturalizar o bullying, nem compreender a situação como uma fase que irá passar sem sequer uma intervenção, isso seria ter uma visão reducionista. A atitude de intervir é mais eficiente quando a escola trabalha como um todo, e as formas de ajudar podem variar dependendo do caso. Segundo o estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), os programas que promovem apoio psicossocial na escola envolvendo as diferentes redes são eficazes em promover a saúde e o bem-estar entre os adolescentes. Baseado nisso, uma pesquisadora enfermeira fez um trabalho em equipe multidisciplinar com 307 alunos do 5° e 6°ano para reduzir a violência e educar os alunos sobre o assunto. Ela desenvolveu técnicas de comportamento em relação ao que os jovens poderiam fazer frente a violência, como intervir em cenas de agressão, orientou os pais e professores como intervir. Por fim, o resultado foi a diminuição do bullying. Quando a problemática vivida é o cyberbullying o melhor a se fazer é que a escola regule o uso de aparelhos celulares e laptops, e também que os pais controlem esse uso. O importante é que os adolescentes se sintam protegido e acolhidos no ambiente de desenvolvimento, de forma que os profissionais intervenham de acordo com cada caso. O bullying é algo que vem de um contexto e não é um comportamento solto, não se pode generalizar a situação. Quando analisada a situação, a ação de interferência deve ser a partir da reflexão sobre os estereótipos e preconceitos, na finalidade de que essa má ação não continue e nem se potencie. Resumo Os estudantes se basearam na conversa com a profissional Ariana, desenvolveram o estudo sobre bullying na adolescência com outras fontes de pesquisa e dados científicos. Foi aprendido que essa subcategoria de violência afeta a vida afetiva,emocional e relacional de toda a comunidade e que ela ocorre em diferentes contextos de comunidade dos jovens, principalmente na escola. A ajuda pode ser dos amigos, professores e responsáveis da vítima, considerando todos os fatores para que haja uma boa intervenção. Referências Bibliográficas: Bouer Jairo - Saúde Mental: 23% dos estudantes já sofreram bullying, diz pesquisa. Uol, edição: REDAÇÃO PUBLICADO EM 02/02/2022, ÀS 18H00 https://doutorjairo.uol.com.br/leia/23-dos-estudantes-brasileiros-ja-sofreram-bullying-diz- pesquisa/ https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/institucional/bullying-e-violencia- desafios-nas-escolas-brasileiras Inep- Bullying e violência: desafios nas escolas brasileiras. 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A referência de hiperlink não é válida.http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519- 549X2012000200003 https://doutorjairo.uol.com.br/leia/23-dos-estudantes-brasileiros-ja-sofreram-bullying-diz-pesquisa/%20https:/doutorjairo.uol.com.br/leia/23-dos-estudantes-brasileiros-ja-sofreram-bullying-diz-pesquisa/ https://doutorjairo.uol.com.br/leia/23-dos-estudantes-brasileiros-ja-sofreram-bullying-diz-pesquisa/%20https:/doutorjairo.uol.com.br/leia/23-dos-estudantes-brasileiros-ja-sofreram-bullying-diz-pesquisa/ https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/institucional/bullying-e-violencia-desafios-nas-escolas-brasileiras https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/institucional/bullying-e-violencia-desafios-nas-escolas-brasileiras https://www.bemestarourofino.com.br/products/narcisismo-patologico-e-bullying-s%C3%A3o-completamente-associados-/ https://www.bemestarourofino.com.br/products/narcisismo-patologico-e-bullying-s%C3%A3o-completamente-associados-/ https://www.boasaude.com.br/blogboasaude/index.php/2021/12/29/ https://www.boasaude.com.br/blogboasaude/index.php/narcisistas-tendem-a-praticar-bullying/#:~:text=Pessoas%20com%20comportamento%20explosivo%20e,de%20Ohio%2C%20nos%20Estados%20Unidos https://www.boasaude.com.br/blogboasaude/index.php/narcisistas-tendem-a-praticar-bullying/#:~:text=Pessoas%20com%20comportamento%20explosivo%20e,de%20Ohio%2C%20nos%20Estados%20Unidos https://www.boasaude.com.br/blogboasaude/index.php/narcisistas-tendem-a-praticar-bullying/#:~:text=Pessoas%20com%20comportamento%20explosivo%20e,de%20Ohio%2C%20nos%20Estados%20Unidos http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-549X2012000200003 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-549X2012000200003 Crochík José - Preconceito e bullying: marcas da regressão psíquica socialmente induzida. 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