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Bem vindos alunos!! Disciplina Gestão de Negócios e Liderança Prof. Ronaldo de Vasconcellos Fonseca Teoria geral da administração. Jonas Lobato Niterói, . RJ: UNIVERSO, 2010, págs. 127 - 138 Noções Gerais de Gestão Empresarial Origens da Teoria Comportamental. Concepções da Teoria Comportamental. Conflito entre os objetivos organizacionais e os objetivos individuais. Teorias da motivação. Mesmo a Teoria Comportamental não concordando com o mecanicismo orientado para a execução de tarefas, representado pela abordagem clássica da administração, omitindo o aspecto comportamental, critica a Teoria das Relações Humanas por ter se dedicado a demonstrar que a abordagem clássica não estava correta em suas ideias e princípios para a obtenção da máxima eficiência no trabalho, ao invés de ter se dedicado a verificar o que era correto em relação a ideias e princípios para o aumento da eficiência no trabalho. Afinal, tanto o esforço em relação à tarefa quanto ao secomportamento estão corretos e complementam. Fayol (1975), por exemplo, formulou o princípio da “unidade harmoniza com o princípio de comando”, que não se da especialização. vários operários a cada chefe se com Portanto, reportam tarefas que podem requerer especializações variadas e, consequentemente, exigindo a orientação técnica especializada de mais de um nível de chefia de especialização técnica na empresa. Unidade de comando - Método pelo qual cada subordinado só pode recorrer a um único chefe e dele receber ordens. Especialização - Método pelo qual cada subordinado realiza uma pequena parcela repetitiva e especializada do trabalho ou do bem inteiro a ser produzido. Você deve estar se perguntando: de que modo os operários portadores de várias especializações diferentes podem receber orientação de um único chefe de autoridade hierárquica na cadeia escalar da organização? Na realidade do dia-a-dia, os operários especializados, ao necessitarem de orientação especializada devido à pressa com que as tarefas necessitam ser realizadas, acabam por recorrer a mais de um chefe, ou seja, adotam o princípio da “supervisão funcional”, apresentado por Taylor (1978). Como acabamos de constatar, na própria abordagem clássica, na qual Taylor e Fayol foram os maiores expoentes, existem contradições. Mesmo a Teoria Comportamental não concordando com o mecanicismo orientado para a execução de tarefas, representado pela abordagem clássica da administração, omitindo o aspecto comportamental, critica a Teoria das a demonstrar Humanas por ter se que a Relações dedicado abordagem clássica não estava correta em suas ideias e princípios para a obtenção da máxima eficiência no trabalho, ao invés de ter se dedicado a verificar o que era correto em relação a ideias e princípios para o aumento da eficiência no trabalho A Teoria Comportamental dá um novo sentido à Teoria da Administração ao se preocupar em aproveitar o que é relevante de cada uma das teorias anteriores – trata-se de uma teoria agregadora das boas ideias apresentadas anteriormente. Iniciando um novo modo de apresentar as ideias, ou seja, ao invés de ser uma abordagem normativa ou impositiva, adotou uma abordagem que descreve e explica, sendo por isso uma teoria não impositiva. Processo Decisório O “pai do processo decisório” da Teoria Comportamental foi o economista americano Herbert Simon, que a influenciou bastante mediante uma abordagem sobre o processo administração. decisório da Considerado um dos maiores autores dessa teoria, Simon publicou pelo menos três livros nos Estados Unidos que prestaram relevante contribuição à Teoria Comportamental. No funcionamento do processo de alcance de seus propósitos, tanto a organização organização formal informal quanto a interagem. A organização é definida pela relação de pessoas que decidem participar cooperativamente, à medida que esta cooperação resulte em benefícios mútuos, ou seja, atendam à obtenção do objetivo comum, tanto para as pessoas quanto para a empresa. Organização formal - aquela que é baseada na estrutura, nas normas e nos procedimentos em relação aos cargos e tarefas, definida, oficializada por escrito e comunicada pela administração para todos os níveis hierárquicos. Organização informal - aquela formada pelo conjunto dos grupos informais, aqueles que se formam espontaneamente por laços de afinidade e lealdade no trabalho. Nesse sentido, a cooperação ou participação dos esforços no trabalho resulta de um racional dos em que são os processo indivíduos, avaliados favoráveis e os resultados resultados desfavoráveis dos esforços a serem realizados. Os conflitos são entendidos como naturais e devem ser negociados quando surgirem. Os objetivos da empresa ou da organização são: lucro, aumento do lucro, rentabilidade, crescimento do número de produtos vendidos, crescimento do faturamento, redução dos custos, aumento da qualidade e da produtividade etc. Já os objetivos dos indivíduos no trabalho são: maiores salários, promoção ou crescimento profissional, reconhecimento, satisfação social no relacionamento com os colegas de trabalho. NATUREZA HUMANA Homem Administrativo • As teorias Clássica, das Relações Humanas e da Burocracia, conforme foram abordadas nas unidades anteriores, consideraram a natureza humana como: econômica, social e organizacional, respectivamente. • A Teoria Comportamental considerou a natureza humana como administrativa, ou seja, o “Homem Administrativo” - um indivíduo que no dia-a-dia de seu trabalho, para decidir, necessita de dados e informações atualizados, o que quase sempre não se obtém devido à pressa com que as decisões precisam ser tomadas. 1. Definição do problema que requer uma decisão para a solução; 2. Busca de dados e informações sobre o problema; 3. Definição das possíveis alternativas para a tomada de decisão; 4. Análise comparativa das alternativas obtidas; 5. Seleção da melhor alternativa; 6. Tomada de decisão; 7. Avaliação dos resultados decorrentes da decisão tomada. Existem inúmeros modelos de processo decisório na administração propostos por estudiosos da Teoria Comportamental. Sendo assim, vejamos um modelo simples e prático adotado pelos administradores: Conflito entre os objetivos organizacionais e os objetivos individuais MOTIVO, INCENTIVO E MOTIVAÇÃO Motivo é uma necessidade interior que conduz o indivíduo a realizar esforços para atingir resultados (objetivos e metas) para a organização e, em contrapartida, para ele próprio; Incentivo é um benefício relacionado ao cargo, dependente do indivíduo ocupante do cargo e que é controlado pela administração da empresa. Serve para corresponder ao motivo do indivíduo e consequentemente impulsioná-lo para alcançar objetivos e metas do cargo; Motivação é a maneira pela qual indivíduos e grupos são estimulados a realizar esforços para atingir objetivos e metas da organização e, em contrapartida, os seus próprios resultados. Pirâmide das necessidades de Maslow Planejamento estratégico. LIMA, Kenya. ; revisão Natália Barci de Souza e Marcus Vinicius da Silva. Niterói, RJ: EAD/UNIVERSO, 2012. p. 13 – 28 Processo de Planejamento Estratégico Processo de Planejamento Estratégico. Missão e Definição de Negócio. Construção de Cenários, Diagnóstico Estratégico. Estabelecimento de Objetivos e Metas. Interação entre Cenários, Missão e Objetivos. Existem inúmeras possibilidades para se conceituar estratégia. De forma muito abrangente poderemos visualizá-la como sendo uma conspiração para o sucesso. Em termos funcionais podemos configurá-la como a arte de capturar oportunidades, neutralizar ameaças, sustentar posições conquistadas, além de equacionar crises externas ou internas à organização. A estratégia pode ser visualizada como um processo, no qual existe uma série de etapas vão ocorrendo, desde a captura de informações até a implementação de projetos, sucedidos pela concretização de ações e realizações. O grandedesafio inerente ao próprio processo estratégico é jamais descuidarmos do mesmo, mantendo-nos, num estado de alerta permanente. Em outras palavras, o processo estratégico não permite pois o descuidos preço nem distrações, a pagar é inevitavelmente (e sempre) muito alto. Os Três Níveis de Estratégia Para melhor compreender as diferentes abordagens estratégicas adotadas pelas empresas, podemos dividir a Estratégia em três níveis: • Estratégia Funcional, • Estratégia Competitiva (ou de Negócios), • Estratégia Corporativa (ou Empresarial). Estratégia Funcional Define as atividades de valor da empresa; são os métodos operacionais que a administração escolhe para a empresa – “O QUE”. Ter um processo de logística & distribuição eficiente é uma estratégia funcional da Coca-Cola e da Souza Cruz, por exemplo, embora nenhuma dessas duas empresas tenha como atividade principal o transporte de produtos. O que acontece é que a venda de bebidas e de cigarros depende fundamentalmente da disponibilização dos produtos nos pontos de venda. Estratégia Competitiva (ou de Negócios) • Estratégias de negócios são os planos de batalha utilizados para lutar contra a concorrência no setor do qual uma empresa participa. Uma vez posta em prática em cada uma de suas áreas de negócio, define os movimentos que a empresa deve realizar para se posicionar favoravelmente frente a seus concorrentes num dado setor – “COMO”. • A estratégia de baixo preço das empresas de transporte aéreo, como por exemplo, a Gol é um exemplo de como ganhar mercado utilizando uma estratégia competitiva bem definida. Estratégia Corporativa (ou Empresarial) • Determina as áreas de negócios da empresa, levando-a a se introduzir em um setor ou se retirar de outro, a fim de obter um portfólio equilibrado de negócios – “ONDE”. Peter Drucker (1998) ressalta que “o planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas as implicações futuras de decisões presentes.”. Um dos problemas enfrentados pelo executivo que toma decisões não é o que a sua empresa deve fazer no futuro, mas sim o que deve fazer hoje para a empresa estar preparada para as incertezas do futuro. O planejamento tem o objetivo de fixar metas organizacionais, definindo o rumo que a organização quer tomar e para isso, a organização deve ter uma visão holística, globalizada do ambiente interno e externo, que vão influenciar na escolha das estratégias. O planejamento estratégico é o processo contínuo de, sistematicamente e com o maior conhecimento possível do futuro contido, tomar decisões atuais que envolvem riscos; organizar sistematicamente as atividades necessárias à execução dessas decisões e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática, medir os resultados dessas decisões em confronto com as expectativas alimentadas. Segundo OLIVEIRA (1995), o planejamento estratégico pode ser definido como um processo contínuo que visa estabelecer um estado futuro desejado, com a melhor concentração de esforços e recursos pela considerando como aspectosempresa, principais: a)Decidir no presente pensando nas implicações futuras; b) A interrelação de ações que visam alcançar os objetivos previamente estabelecidos; c) O processo de planejamento é mais importante que o seu produto final, ou seja, ele deve ser feito pela empresa e não para a empresa. Missão, Visão e Definição de Negócio Para se definir o negócio há necessidade de perguntarmos qual é o nosso negócio? Sua definição será dada quanto ao âmbito de sua atuação. Esta resposta tem que ser ampla e levar em consideração as oportunidades e ameaças do meio ambiente. Missão, Visão e Definição de Negócio • Algumas perguntas importantes: • O que fazemos hoje que devemos continuar fazendo no futuro? • O que fazemos hoje que não devemos mais fazer no futuro? • O que não fazemos hoje e que devemos começar a fazer para criarmos nosso futuro? • O que os nossos concorrentes estão fazendo que lhes garantirão o sucesso no futuro? • Quem são e serão nossos clientes? Declaração da Visão A declaração de visão expressa à direção em que a empresa pretende seguir. Aponta o caminho para o futuro. A Visão é o objetivo, a ideia que se quer concretizar. O plano estratégico é o instrumento que prevê cada etapa, cada passo dessa construção – é tudo que uma empresa precisa fazer para que a visão de hoje seja realidade amanhã. C ar ac te rí st ic as d a vi sã o . É o que se “sonha” para o negócio. É “aonde vamos”. Projeta “quem desejamos ser”. Deve ter uma data. Quando? Estabelece direções e foco Energiza a empresa. É inspiradora. Focalizada no futuro. É mutável conforme os desafios. É o “Passaporte” para o futuro. Declaração de Missão A declaração de missão expressa à razão de ser da organização, o que a empresa é, bem como o que faz, porém não limita descrever somente os objetivos da empresa em termos de produtos e clientes; ele capta a alma da organização. Características da Missão • Identifica o negócio. • É a partida. • Identifica quem somos. • Dá rumo à empresa. • É motivadora. • Foco no presente para o futuro. • Vocação para a eternidade. • É a “Carteira de identidade” da empresa. Declaração dos Valores A ética empresarial tem girado em torno da sobrevivência no mercado. Atenda seus clientes, vença a concorrência. mesmo em um ambiente dominado pelas economias Contudo, de negócios de mercado, pela competição global e pelas leis da selva, os valores continuam sendo importantes. Os valores mantêm todos em sua organização no curso certo, caminhando na mesma direção. Quando ocorrer o inesperado, você estará preparado para reagir rápida e decisivamente, baseado numa clara compreensão do que realmente importa. Construção de Cenários, Diagnóstico Estratégico Devido ao fato do futuro ser imprevisível, entre desistir de prever o que vai acontecer e conseguir se dos acontecimentos organizações têm aproximar futuros, as escolhido a segunda opção. A criação de cenários é uma técnica cada vez mais utilizada, porque de diversas naturezas busca prever combinações de e (econômicas, mercadológicas, variáveis origens políticas, outras), buscando uma sociais, entre forma melhor para lidar com incertezas em que as decisões serão tomadas. As principais funções dos cenários são: • Proporcionar meios seguros para reflexões para as possíveis alternativas de evolução do ambiente; • Prever o significado que as alternativas de evolução do ambiente poderão ter sobre a organização; • Preparar a organização para qualquer contingência; • Auxiliar a organização na tomada de decisões estratégicas que possam contribuir para a obtenção de vantagem para a organização, por intermédio da identificação de ameaças e oportunidades. ERRA, TORRES e TORRES (2003), sugerem seis etapas para o processo de formulação de cenários, as quais serão descritas a seguir: 1. Identificação do foco ou da decisão-chave. O foco ou a decisão chave para a elaboração de cenários pode ser genérico, relacionado com uma questão ampla da evolução do ambiente, ou específico, correspondente a uma determinada decisão que a organização necessita tomar. Identificação das forças motrizes 2. Esta etapa consiste em identificar os fatores que influenciam e direcionam os cenários relacionados com o foco ou a decisão-chave. Estes fatores, em geral, podem ser de origem econômica, social, política, cultural, tecnológica, legal ou ecológica. Nesta etapa, convém identificar as tendências dos diversos fatores identificados e suas consequências para a organização em termos de ameaças e oportunidades, de modo a auxiliar a organização na tomada de decisões. Classificação das forças motrizes 3. Esta etapa consiste em analisar o inter-relacionamento entre as forças motrizes, classificar as forças motrizes quanto ao grau de importância e certeza para o foco ou a decisão-chave. Seleção dos cenários 4. Esta etapa consiste em selecionar os cenários a serem desenvolvidos. Desenvolvimento de cenários5. Nesta etapa os cenários são desenvolvidos a partir de suposições que envolvem as forças motrizes. Estabelecimento de indicadores 6. Os cenários descrevem situações possíveis, desta forma, é importante estabelecer um conjunto de indicadores que mostre em que direção se está caminhando. Análise ambiental De acordo com PORTER (1999), a vem afetando a a competição estabilidade dominação dos negócios e dos A competição ser conscientemente mercados. deve exercida uma vez que não se pode evitá- la. O estudo da competição remete a uma análise da organização provenientes e as influências do ambiente na qual esta se insere. A análise ambiental envolve, portanto, o diagnóstico do ambiente interno e externo. Análise SWOT A palavra SWOT é um acrônimo pelas palavras inglesasformado Strengths (forças), (fraquezas), Weaknesses Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). A SWOT busca mapear ameaças, oportunidades, forças e fraquezas. É uma análise dinâmica, uma vez que as ameaças, oportunidades, forças e fraquezas modificam-se dia a dia. S: O que a empresa faz de melhor em relação a seus competidores. W: Aquilo que restringe o que a empresa pode realizar. O: Situações onde as fortalezas da empresa e outros fatores externos podem ser utilizados para ajudar a resolver os problemas que estão sendo enfrentados. T: Situações que podem impactar negativamente a habilidade da empresa em resolver os problemas que estão sendo enfrentados. Cuidados na utilização do Matriz SWOT Foco: apesar de interagirem, as forças competitivas comportam-se de maneiras distintas ao serem examinadas em partes diferentes de um mesmo setor. Temporariedade: o Modelo proporciona uma “fotografia” estática do setor, devendo ser exercitado periodicamente para fins de ajustes na atividade de planejamento (variação das forças competitivas no tempo; novos determinantes). Após avaliar as forças que afetam a competição na indústria e suas causas subjacentes, podem-se identificar as forças e fraquezas da empresa com relação a cada uma delas – e à sua resultante. Estabelecimento de Objetivos e Metas • O planejamento estratégico tem relação direta com o estabelecimento de objetivos estratégicos, também denominados de objetivos-chave. Tais objetivos devem reforçar as habilidades exclusivas da organização, converter a visão da organização em alvos específicos, fixar marcos pelos quais o desempenho desejado é definido e fazer com que a empresa seja orientada pela busca de resultados. Interação Entre Cenários, Missão e Objetivos O objetivo de planejar a organização de uma empresa é buscar a eficiência, evitar o desperdício de tempo, recursos humanos etc. Por isso é importante que o planejamento organizacional seja algo simples, todos dentro da entendam e possam que empresa seguir. Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais: 1. Comunicar o projeto de construção do Mapa Estratégico e conceitos de gestão estratégica: Para que todos estejam alinhados quanto aos conceitos e entendam o projeto que está sendo desenvolvido na empresa, evitando ruídos de comunicação; Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais: 2. Comunicar a estratégia: Comunicar a visão, missão de futuro, as metas e objetivos estratégicos da organização, Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais: 3. Comunicar as decisões estratégicas: A cada processo de tomada de decisão é de suma importância encaminhar as decisões para quem deve implementá-las. Os públicos dentro de uma organização são diversos: diretoria, fábrica, áreas de compras, finanças, marketing, comercial, etc. É importante que um dos objetivos da comunicação seja fazer com que esses diversos públicos sintam-se parte integrante do processo e enxerguem claramente seu papel e sua contribuição na implementação da estratégia, utilizando os meios e a mensagem mais adequada a cada um dos públicos identificados. SALGADO, Patrícia Figueiredo; COSTA MENDES, Jader. Logística e Distribuição; revisão Rafael Dias de Carvalho Moraes e Antônia Machado. – Niterói, RJ: EAD/UNIVERSO, 2018. p. 14 – 21 Noções Básicas de Logística • O que é a Logística Empresarial? • Objetivos da Logística Empresarial. • Abordagens do estudo da logística. Ao longo da história do homem, as guerras têm sido ganhas e perdidas através do poder e da capacidade da logística – ou da falta deles. Derrota da Inglaterra na Guerra da Independência dos Estados Unidos pode ser, em grande parte, atribuída a uma falha logística; Na Segunda Guerra Mundial, também a logística teve um papel importante. A invasão da Europa pelas Forças Aliadas foi um exercício de logística altamente proficiente. Entretanto, enquanto os generais e marechais dos tempos remotos compreenderam o papel crítico da logística E no mundo Empresarial? Somente num passado recente é que as organizações empresariais reconheceram o impacto vital que o gerenciamento logístico pode ter na obtenção da vantagem competitiva. Em parte, deve-se esta falta de reconhecimento ao baixo nível de compreensão dos benefícios da logística integrada. Os princípios de gerenciamento logístico levaram uns 70 anos ou mais para serem claramente definidos. Conceito • É o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados, através da organização de seus canais de marketing, de modo maximizar o lucro presente e futuro através do atendimento dos pedidos ao menor custo possível. É a Logística que garante a posse do produto, por parte do consumidor, no momento desejado. • A relação de confiança e parceria entre o consumidor e o varejista depende diretamente do desempenho logístico da cadeia de suprimento no seu todo. O que é a Logística Empresarial? • Logística controle é o processo de planejamento, do fluxo eficiente e eficaz de implantação, mercadorias, serviços e das informações relativas desde o ponto de origem até o ponto de consumo com o propósito de atender às exigências dos clientes. A novidade então está no conceito da gestão Coordenada de atividades inter-relacionadas, em substituição à prática histórica de administrá-las separadamente, e do conceito de que a logística agrega valor a produtos e serviços essenciais para a satisfação do consumidor e o aumento das vendas. • Hoje, empresas de varejo estão obtendo sucesso no compartilhamento de informações com os fornecedores, os quais, por sua vez, concordam em manter e gerenciar estoques nas estantes dos varejistas. Estoques no canal e faltas de produtos são menores. As fábricas que operam em esquemas de produção “just-intime” estabelecem relacionamentos com fornecedores gerando benefícios para ambas as partes através da redução dos estoques. Uma Definição da cadeia de suprimentos e da gestão da cadeia de suprimentos que refletem esse escopo. Logística Empresarial A evolução da logística para cadeia de suprimentos. O gerenciamento da cadeia de suprimentos é a integração dessas atividades, mediante relacionamentos aperfeiçoados na cadeia de suprimentos, com o objetivo de conquistar uma vantagem competitiva sustentável. Depois do cuidadoso estudo das várias definições oferecidas a respeito, Mentzer et al. propõe a seguinte definição: Ao longo dos negócios no âmbito da cadeia de suprimentos, com o objetivo de aperfeiçoar o desempenho a longo prazo das empresas isoladamente e da cadeia de suprimentos como um todo. O gerenciamento da cadeia de suprimentos é definido como a coordenação estratégica sistemática das tradicionais funções de negócios, das táticas ao longo dessas funções de negócios e das táticas ao longo dessas funções de negócios no âmbito de uma determinada empresa. Colocaros produtos ou serviços certos no lugar certo, no momento certo, e nas condições desejadas, dando ao mesmo tempo a melhor contribuição possível para a empresa. Objetivos da Logística Empresarial 1.O impacto do projeto do sistema logístico em termos de contribuição de rendimentos; 2.o custo operacional e as necessidades de capital desse projeto. Especificamente, o propósito é desenvolver um mix de atividades logísticas do qual venha a resultar o máximo retorno possível do investimento no menor prazo. Essa meta tem duas dimensões: • De preferência, o especialista logístico deveria conhecer antecipadamente qual seria a receita adicional gerada por meio do incremento de melhorias na qualidade dos serviços ao cliente. Não há, porém, maneira de prever essa receita com razoável exatidão. • Ao contrário dos lucros, os custos logísticos normalmente podem ser determinados com toda a exatidão permitida pela prática contábil e são em geral de dois tipos: Custos operacionais e custos de capital. Os custos operacionais São os que ocorrem periodicamente ou aqueles que variam diretamente de acordo com as oscilações dos níveis das atividades. Salários, despesas com armazenamento em instalações públicas e despesas administrativas e outros custos indiretos são exemplos de custos operacionais. Os custos do capital São gastos de uma vez e não variam com as oscilações normais nos níveis de atividades. Exemplos disto são o investimento frota privada transporte, os numa de custos de construção de armazéns próprios das empresas, e a compra de equipamentos de manutenção e rolagem de materiais. Se os efeitos dos níveis de atividade logística sobre as receitas da empresa são conhecidos, um objetivo financeiro factível para a logística pode ser expresso na equação batizada de RAL (retorno sobre ativos logísticos), a saber: Administração mercadológica. Moura, Eliane Alves de.; revisão de Tatiane Rodrigues de Souza. Niterói, RJ: EAD/UNIVERSO, 2011., p. 17 – 37 Administração de Marketing Conceitos de Marketing. Evolução do Marketing. O mercado de trabalho e o perfil do profissional. Marketing Conceitos e evolução; Ambiente do Marketing; Segmentação de mercado e posicionamento da oferta; Produtos Serviços e Marcas; Composto de Marketing (4ps); Marketing interno; Marketing Pessoal; Marketing Digital. Nomes a serem pesquisados: Theodore Levitt; Philip Kotler; Peter Druker; Las casas; Richers; Cobra... Marketing Administração de Marketing é: “É o processo de planejar e executar a concepção, a determinação do preço, a promoção e a distribuição de ideias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais” (Kotler, 2000, p.30) Marketing “Processo social através do obtém aquilo qual indivíduos e grupos que necessitam e desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”. Kotler(2000, p.30) Marketing Marketing é uma palavra em ingles derivada de market, que significa mercado. É utilizada para ação voltada para o mercado. Assim entende-se que a empresa que pratica o marketing tem o mercado como a razão e o foco de suas ações. Dias, 2003 Empresas e gestores do mundo todo vêm repensando seus conceitos e atividades para atender a consumidores mais exigentes e concorrentes que trazem em suas ofertas inovação, muita criatividade e tanto em produtos quanto em modelos de negócios, fazendo com departamentos de que os Marketing e seus gestores estejam sob forte pressão para apresentarem resultados concretos das ações de Marketing desenvolvidas por suas áreas. Para Rosenwald (2005), o desperdício e a falta de mensurabilidade no Marketing, como em todas as demais atividades, é o inimigo do lucro, as empresas estão pesquisando toda maneira possível para reduzi-lo ou eliminá-lo. Estão utilizando novos parâmetros para avaliar aquilo que fazem e exigindo mensurabilidade em seu Marketing para servir como base de comparação a fim de melhorar o desempenho. Algumas das mudanças estão na migração do Marketing de massa, onde o valor estava nos produtos e nos serviços, para o Marketing de interface (face a face) com o consumidor, ou seja, relacionamento. O foco antes concentrado no desenvolvimento de marcas com base na propaganda e na publicidade moveu-se para as operações mais rápidas e diretas, capazes de trazer resultados imediatos. Todas essas transformações estão redirecionando as ações de Marketing em todas as empresas. Além desses desafios, os gestores de Marketing devem monitorar constantemente seus clientes e concorrentes e aperfeiçoar suas ofertas de valor agregado, promovendo a diferenciação. Empresas que direcionam suas atividades para ações de curto prazo, sem planejamento e visão estratégica, não satisfazem a nenhum de seus stakeholders. Conceitos centrais de Marketing “Marketing - Comercialização” (Dicionário Michaelis) “Conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor.” (Dicionário Michaelis). “Conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor.” (Dicionário Novo Aurélio). “Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado.” (AMA – American Marketing Association) Troca - Segundo Kotler (2006), a essência do Marketing é uma transação ou uma troca, “que é o conceito central do Marketing, envolve a obtenção de um produto desejado de alguém oferecendo algo em troca”. Segundo o autor, para que o potencial de troca possa existir, cinco condições são essenciais: 1 - Que existam pelo menos duas partes. 2 - Que todas as partes possuam algo que possa ter valor para as outras partes. 3 - Que todas as partes tenham capacidade de comunicação e de entrega. 4 - Que todas as partes estejam livres para aceitar ou recusar a oferta de troca. 5 - Que todas as partes acreditem ser adequado participar da negociação. Público é aquele que se interessa de forma real ou potencial e que de alguma forma impacta na capacidade da empresa atingir seus objetivos. Pode ser também conceituado como componentes de um segmento de consumidores que se quer atingir ou avaliar. Valor A oferta será bem sucedida se proporcionar valor e satisfação ao comprador-alvo que diferentes ofertas, considerando escolhe entre qual parece proporcional maior valor, ou seja, aquilo que reflete os benefícios e os custos tangíveis e intangíveis percebidos pelo comprador. Segundo Kotler (2006 p. 23), “de maneira primária, o valor pode ser visto como uma combinação de qualidade, serviço e preço, denominada tríade do valor para o cliente”. Assim, existem três palavras que merecem também ser consideradas como essenciais e compreendidas por todos os profissionais de Marketing, são elas: Produto ou Serviço Cliente Mercado- alvo MACRO-AMBIENTE DIBTRIB UIÅR EN COECORREMTE9 PROD0TO9 CUEMTEF O importante é você saber que todos os ambientes de Marketing contêm forças capazes de impactar as ações de Marketing e precisam ser monitorados constantemente. PESQUISA MARKETING MIX PLANEJAMENTO DE MARKETING Evolução do Marketing Estágio orientado para produção Estágio orientado para produto Estágio orientado para vendas Estágio orientado para Marketing Estágio orientado para o Marketing holístico Mercado de trabalho e o perfil do profissional • Ser fascinado pelo mercado e pelas pessoas e não apenas desejar atender as suas necessidades. • Sentir que o cliente é mais importante do que o produto ou o lucro. • Segmentar seus clientes oferecendo produtos e serviços que os façam sentir- se únicos; • Investir em pesquisa de necessidades e comportamento decompra. • Ter habilidade estratégicas para formar de longo parcerias prazo, fortalecendo a cadeia de abastecimento. • Inovar sempre tanto produtos quanto modelos de negócios. Artigo|Material Complementar O marketing de serviços nas pequenas e médias empresas: uma abordagem teórica e reflexiva. NASCIMENTO, Isidro José Bezerra Maciel Fortaleza. Revista Inovação. 2012. Sobre as dificuldades frequentemente encontradas pelos pequenos e médios empresários em aplicar os conceitos e ações estratégicas do marketing de serviços em suas empresas visto que a maioria da literatura encontrada, seja ela nacional ou internacional, trata enfaticamente do marketing para as grandes organizações. O MARKETING NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Causas identificadas para uma má utilização do marketing A escassez dos recursos (65%), a falta de profissionalismo (06%) e o impacto limitado que as empresas de menor porte causam ao seu mercado (29%). PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO MARKETING DE SERVIÇOS A Intangibilidade A Heterogeneidade A Simultaneidade A Inseparabilidade A Intangibilidade Para Eiglier e Langeard: “O serviço é imaterial no sentido em que ele existe somente à medida que é produzido e consumido” (Tradução do autor)3. A intangibilidade (BATESON, 1979; BERRY, 1980; FLIPO, 1989; LOVELOCK, 1981) é a condição que torna um serviço insensível ao toque e à vista. A intangibilidade se traduz pela falta de percepção concreta que a empresa prestadora de serviços promove à sua clientela. A Intangibilidade Um serviço é de domínio intangível, formado por atividades imateriais, impalpáveis e dificilmente observáveis por pessoas externas. O risco de compra é, portanto, mais elevado para o cliente por causa da incapacidade de examinar e avaliar inerente à natureza desse tipo de negócios. Resta para o cliente somente confiar em uma experiência anterior (sua ou de outrem), o que nem sempre é possível. O marketing envolve aspectos objetivos e subjetivos dos comportamentos e lida com a dimensão emocional dos clientes, além dos aspectos puramente racionais tais como a avaliação da qualidade dos produtos ou dos serviços. A Intangibilidade As dificuldades em avaliar os serviços e as sensações sobre o tratamento que receberam na última compra, continuam a influenciar o consumidor no momento da busca de um outro fornecedor. Frequentemente é o profissionalismo da empresa, sua acessibilidade e capacidade de fornecer o serviço demandado que se tornam importantes critérios de compra. Nesse caso, os fatores subjetivos e emocionais compõem o quadro subreptício das influências ao comportamento do cliente. A Heterogeneidade A Heterogeneidade (EIGLIER, FILIATRAULT, 1987) também 1977; definido como variabilidade (KOTLER; FILIATRAULT; TURNER, 1994), descreve a característica incerta de garantir um desempenho constante para um prestador de serviço como também entre diferentes prestadores de um serviço. A variabilidade põe em evidência as flutuações possíveis no desempenho do pessoal em contato direto com a clientela e o nível de interação com o cliente. A Heterogeneidade Em um primeiro momento, não podemos afirmar que todo o pessoal da empresa que estabelece um contato com o cliente possua o mesmo nível de competência técnica ou interpessoal nem que um indivíduo possa estar disposto a fornecer regularmente e com a mesma continuidade o mesmo desempenho. Em um segundo momento, a dedicação exigida durante o atendimento de um cliente pode ser diferente de um prestador de serviços a um outro, e por outro lado essa contribuição é geralmente ligada aos objetivos e não somente às capacidades ou à vontade do cliente em participar na “servuction”1 de um serviço (LOVELOCK; YOUNG, 1979). A Simultaneidade Para Lejeune “Isso significa simplesmente que um serviço é fabricado ou produzido ao mesmo tempo em que é consumido” (Tradução do autor)5. A simultaneidade (BERRY, 1983; BITNER; ZEITHAML, 1987), representa a duração de um serviço. Como os serviços não são bens transferíveis, o consideramos perecíveis. Outro aspecto que devemos considerar da simultaneidade, é que, diferentemente dos produtos industrializados, os serviços não podem ser estocados, dificultando assim sua administração em período de maior demanda. A Simultaneidade Geralmente, no período de maior demanda de uma prestação de serviços o gestor da empresa vê-se obrigado a contratar, mesmo que temporariamente, um determinado número de funcionários. Tal fato geralmente implica na perda de qualidade dos serviços e na falta de padrão, pois o pessoal contratado necessitará de treinamentos e certo tempo de adaptação para desenvolver a mesma destreza na prestação de serviços que os funcionários veteranos. A Inseparabilidade A inseparabilidade (GRONROOS, 1978; SILPAKIT; FISK, 1985; ZEITHAML; PARASURAMAN; BERRY, 1985; EIGLIER; LANGEARD, 1987; FILIATRAULT; METCALFE, 1989) coloca em evidência o papel indissociável que devem assumir o cliente e o prestador de serviços no processo de “produção” do serviço. Enquanto que, para os produtos industrializados, o sistema de produção, a qualidade do produto acabado e a entrega influenciam a percepção dos compradores; para os serviços, o equivalente a essas variáveis –desenvolvimento dos serviços, rapidez, adequação ao instante e caso – são vitais para a adequada prestação. A Inseparabilidade Um cliente terá sempre o “lazer” de escolher um ou outro produto cliente consumirá disponível, mas esse mesmo um serviço somente se o lugar e tempo de sua produção coincidam à suas expectativas e necessidades. A produção e serviço consumo de um se fazem simultaneamente, tornando a avaliação pré-compra impossível. A Inseparabilidade O Conceito de Personalização O serviço personalizado’ abrange todos os comportamentos inclusos na interação entre o prestador de serviços e o cliente que objetivam contribuir com a individualização do atendimento. Isto é, o cliente é percebido como ‘foco’ dessa relação que busca reconhecer sua individualidade e o posicionar acima do status de um simples receptor anônimo do serviço (Tradução do autor). O Funcionário em Contato e as Relações Diádicas A prestação do serviço torna-se o objeto de uma díade formada pela interação do funcionário em contato com o cliente. O funcionário ocupa um local preponderante na transação do serviço. Ele terá um impacto na diferenciação do serviço, no controle de qualidade, na dinâmica da prestação do serviço e necessariamente na satisfação do cliente com o qual partilha a elaboração do serviço funcional (GRÖNROOS, 1984). Artigo | Material Complementar A evolução do marketing digital: uma estratégia de mercado. DA COSTA, Lucas Mendes, et al. Revista Abepro, 2015. Evolução do marketing digital O início da internet ocorreu na década de 70 com a DARPA, Departamento de Defesa dos Estados Unidos, com a ajuda da UCLA, Universidade da California. A DARPA possuia como objetivo interligar 4 computadores diferentes, para isso criou uma rede chamada arpanet, depois chamada de internet. Alguns anos depois, passaram a ser milhares ao redor os 4 computadores se multiplicaram e do mundo, tornando a rede caótica. Então, a DARPA não se interessou mais em manter a rede. Sem a intervenção do governo, a popularização tornou-se mais rápida e na década de 90 através da world wide web (www) já era possivel dizer que a internet era um sucesso mundial. Outro fator que ajudou a popularizar a internet foram os computadores pessoais que estavam sendo desenvolvidos na década de 90 por diversas empresas, por exemplo a Apple, e que aliados mudaram a forma de ver o mundo, criando assim mais um meio de comunição e que tornará uma ferramenta que diminuiria as fronteiras ao redor do mundo. O marketing, como já dito, é uma maneira de se estudar e analisar o mercado para que se possa satisfazer as necessidades do consumidor. Esse conceito foi estabelecido na década de 50 antes do surgimento da internet, logo eram dois mundos distintos semqualquer tipo de relação. Evolução do marketing digital Com a popularização da internet ao redor do mundo aliado a ideia de marketing, se originou o conceito de marketing digital ou marketing online que, nada mais é que o próprio marketing dito como tradicional integrado a internet. O marketing digital é uma forma de tornar mais fácil tanto a compra quanto a venda de um produto ou serviço, e para isso as empresas se utilizam de diversas ferramentas como: Algoritmos computacionais em redes sociais e teorias como os 8Ps do marketing digital de Adolpho Conrado, além de diversas outras teorias de autores renomados na área de marketing Primeiro banner divulgado na internet Evolução do marketing digital Contudo, criar um banner não é dizer que o marketing digital está localização disperso, do anúncio, o ou mal feito feito, haja visto que má dito a probabilidade do consumidor se interessar é difícil, pois mesmo para uma pessoa leiga no assunto, houve uma preocupação é possível enxergar que não por parte da empresa em formar uma estratégia de atrair o consumidor. Evolução do marketing digital No início do último século, após a explosão da “bolha”, surgia o conceito de Web 2.0 que seria o surgimento de novas tecnologia no mundo da internet como o Java e Flash, por exemplo. Tecnologias essas que aumentariam a interação entre as páginas da rede mundial de computadores. Essa “nova” internet permitiu o desenvolvimento do e-commerce (comércio online), no qual o marketing digital pode se aproveitar para aprimorar ainda mais seu mercado. Evolução do marketing digital Atualmente, a internet é predominantemente, o maior meio de comunicação do mundo graças a sua incrível história de popularização durante a década de 90 nos Estados Unidos e início dos anos 2000 ao redor do mundo. O marketing digital se tornou mais frequente devido a essa expansão pelo globo com a seguinte ideia: Mais pessoas, mais consumidores. Evolução do marketing digital Não apenas o ambiente, mas a sociedade também vem passando por alterações, seja no modo de agir, seja no modo de pensar ou até mesmo de se relacionar com outras pessoas. De acordo com Cavalcante e Silveira (2006) o consumidor está cada vez mais exigente, logo a inovação e a tecnologia são elementos fundamentais ao bom desempenho das organizações e à conquista de clientes. O Uso da Big Data A publicidade na internet nunca esteve tão pessoal. O marketing praticado atualmente consegue saber os interesses do consumidor, seus hobbies, trabalho, estilo de vida. A ferramenta mais importante para tornar esse marketing tão pessoal possível é a Big Data. “[..] podemos definir o conceito de Big Data como sendo conjuntos de dados extremamente amplos e que, por este motivo, necessitam de ferramentas especialmente preparadas para lidar com grandes volumes [...]” (ALECRIM, 2013). Big Data A definição de Big Data parece vazia e não específica à primeira vista, mas é exatamente isto que ela é. São dados coletados de várias formas que podem ser utilizados em um contexto específico, como as informações de localização dos chips SIM ajudaram a encontrar pessoas que fugiam do terremoto no Haiti, ou as sugestões de produtos baseadas em suas compras anteriores em algum site de vendas. As aplicações da Big Data não têm limites. Big Data No marketing digital um dos lugares onde se vê com mais frequência o uso da Big Data é nos banners com sistema Real-Time-Bidding (RTB). Os dados de navegação de um usuário na internet montam o perfil deste, gostos, interesses, trabalho. Este perfil permite que o sistema RTB identifique o anunciante ideal. A busca pelo público alvo na internet ganhou uma precisão e efetividade que parecia impossível. A Big Data só está começando a mostrar seu potencial. Os processos estão sendo simplificados e a tecnologia utilizada está cada vez melhor e barata. O uso no marketing digital, já se mostrou consolidado e em franca evolução, uma ferramenta que mostrou que o futuro do marketing é a precisão. A Big Data demonstra que definitivamente conhecimento é poder. Big Data Marketing e mídias sociais Segundo Santos (2010 apud TORRES, 2009), as mídias sociais tratam-se de sites da internet que possibilitam a criação e o compartilhamento de informações entre as pessoas, permitindo que o usuário seja produtor e consumidor da informação, ao mesmo tempo. As mídias recebem esse nome, pois são livres e abertas à colaboração e interação de todos. Assim, com o crescente advento dos smartphones e aumento significativo do uso de redes sociais, sobretudo de sites como Facebook, Twitter e atualmente Instagram e Tik Tok, as empresas sentiram, principalmente nos últimos anos, a necessidade de se adequar ao atual cenário econômico e a fazer parte da esfera em que vive o consumidor. Segundo Okada e Souza (2011), a utilização do marketing digital como estratégia de negócio pode transformar-se em um processo de aprendizado e interação contínua entre clientes e o mercado, facilitando, dessa forma, a comunicação entre eles. As 10 redes sociais mais usadas no Brasil em 2023 são: 1. WhatsApp (169 mi) 2. YouTube (142 mi) 3. Instagram (113 mi) 4. Facebook (109 mi) 5. TikTok (82 mi) 6. LinkedIn (63 mi) 7. Messenger (62 mi) 8. Kwai (48 mi) 9. Pinterest (28 mi) 10.Twitter (24 mi) Marketing e mídias sociais Para atrair um maior número de clientes, muitas empresas utilizam as redes sociais com o intuito de mostrar que os consumidores estão cada vez mais inseridos no âmbito comercial e participam ativamente do projeto dos produtos que desejam adquirir. Dessa forma, empresas que possuem grande renome no setor comercial passaram a utilizar perfis em redes sociais. Marketing digital na estratégia empresarial Segundo Araújo e Rios (2010), a internet já faz parte da cultura contemporânea, mesmo que a maior parte das pessoas não tenha conhecimentos tão profundos sobre ela. O mercado, mesmo receoso após as experiências erradas com a internet, não pôde mais ignorar o crescimento da rede. A entrada no marketing on-line não foi fácil para grande parte das empresas. Achar o modelo atual de comunicação com o cliente demandou várias tentativas, algumas causando até incômodos aos usuários como o spam. Foram feitos muitos estudos sobre o marketing na internet que geraram algumas estratégias para ganhar relevância. Marketing digital na estratégia empresarial A ferramenta que mais ganhou fama foi a Search Engine Optimization (SEO). Segundo Okada e Souza (2011) SEO é um conjunto de técnicas que utilizam marcadores e tags para que determinada página na web tenha uma colocação melhor em sites de busca. A importância da posição no ranking de sites de buscas é essencial para obter relevância na internet que estamos hoje onde o principal navegador usado (Google Chrome) tem embutido o sistema de busca do Google. O SEO se tornou tão utilizado que logo em seguida surgiu o temo Search Engine Marketing (SEM), que se referia ás estratégias que envolviam o SEO. Marketing digital na estratégia empresarial A estratégia na internet atualmente está no marketing dentro do contexto do conteúdo, não existe lógica em ter um anúncio de maquiagem em um site esportivo, por exemplo, e isso vem dado certo significantemente, porém uma evolução desta estratégia está se delineando na rede. Hoje a internet está cheia de formadores de opinião e dominada por eles, que possuem um uma legião de fãs, este fenômeno chamou a atenção de grandes marcas que agora ligam seu produto não apenas ao contexto mas também se tornam o conteúdo. Marketing digital na estratégia empresarial A estratégia utilizando o marketing digital está em constante evolução assim como o meio em que ela está. O feedback imediato do consumidor é a arma mais poderosa para a análise do mercado, o sucesso de uma ação na internet depende da recepção dos internautas, dando à estes um poder sobre os movimentos do mercado. A estratégia agora passa por um novo desafio, se soltar das amarras e conseguir fluir diantedas mudanças da internet. Artigo | Material Complementar As estratégias de precificação e o desempenho das empresas, Revista Adm. Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre) vol.22. Milan, Gabriel Sperandio et al.2 Porto Alegre mai./ago. 2016 Introdução Na década de 70, Oxenfeldt (1973) já defendia a criação de procedimentos sistemáticos para o desenvolvimento de estratégias de preços (precificação), estruturando as decisões de preços. Como os mercados mudam e as empresas alteram seus respectivos planos de marketing para aproveitar oportunidades e minimizar ameaças, gerando lucro e rentabilidade, dentre outras decisões, isto obriga aos gestores a adotarem estratégias e decisões de preços mais adequadas (LANCIONI; SCHAU; SMITH, 2005). O preço é um dos principais aspectos determinantes para a compradores. escolha dos produtos Fatores diferenciação pelos como dosmaior produtos, desenvolvimentos tecnológicos e globalização da economia fizerem com que o preço ganhasse importância, pois é um dos elementos chave para alcançar o volume de vendas desejado e por impactar nos lucros e na rentabilidade das empresas. Definição de Preços e a Decisão dos Objetivos de Preço Dentre os conceitos de existem vários que preço encontrados na literatura não são conflitantes, mas complementares entre si. Para Churchill Jr. e Peter (2013), o preço é conceituado como a quantidade de dinheiro que deve ser dada em troca para se adquirir a propriedade ou o direito ao consumo ou à utilização de um produto ou serviço. O preço estabelece uma base para culminar uma troca entre as partes envolvidas, o que pode representar uma perspectiva para os compradores e outra para os vendedores. Definição de Preços e a Decisão dos Objetivos de Preço O preço não é um conceito único, mas multidimensional com diferentes significados e aplicações para o partícipes de uma negociação (HOLLENSEN, 2006; SAXENA, 2009). As decisões de preço de uma empresa são influenciadas por fatores organizacionais, internos, que incluem os objetivos de marketing da empresa, as estratégias do mix de marketing, os custos e a organização como um todo, enquanto os fatores ambientais externos incluem a natureza do mercado e da demanda, a concorrência e outros elementos ambientais (INGENBLEEK; VAN DER LANS, 2013). Não existe, portanto, uma única forma de solucionar e organizar a precificação. Antes de definir o preço, a empresa deve decidir qual será sua estratégia para a sua oferta, e quais serão os objetivos a serem alcançados, pois quanto mais claros forem mais fácil será o estabelecimento de preços (HINTERHUBER; LIOZU, 2012; 2014). Então, para desenvolver um planejamento de preços requer que uma empresa se comprometa com um conjunto de objetivos, que podem ser expressos em termos de variações percentuais de aumento no volume de negócios (faturamento, vendas), de participação de mercado (market share), de margens de contribuição, de lucro, de rentabilidade e de retorno sobre investimentos (HINTERHUBER, 2004; LANCIONI, 2005; KOHLI; SURI, 2011). Segundo Hinterhuber (2004), o objetivo de preços pode variar conforme o tipo de produto e/ou serviço comercializado, e ao longo do tempo, mesmo dentro de uma empresa ou unidade de negócios, em âmbito regional, nacional ou internacional, se for o caso. Embora os objetivos de preço se configure como um processo prévio para se determinar uma estratégia de preço, a qual será uma base para decisões lucrativas e rentáveis a médio e a longo prazo, as estratégias de preço são sempre específicas ao contexto em análise e, deste modo, os gestores podem ser forçados a modificá-las, ou seja, dependem das condições do mercado, do comportamento de compradores e competidores e dos objetivos de marketing da empresa. A Figura abaixo, de forma ilustrativa, traz as nove estratégias preço-qualidade possíveis, considerando, como referência, os níveis de qualidade do produto e/ou serviço (alta, média e baixa) em comparação aos níveis de preço (alto, médio e baixo). Preço de Produto on Seriaço Complementar Preço baixo para o produto on seoáço principal quando serviços complementarespossuem inn preço maior Alto cristo de mudança Preço por Pacote Produto é parte de um pacote de outros produtos onde o preço proporcione urna economia aos clientes Vantagem de custos Demanda de mercado elástica Valor para o Cliente Preço de iuna versão dos produtos a níveis bastante competitivos com menos especificações Dificuldade em detectar mudanças de preços e demanda do mercado elástica UNNERSO Relação entre as Estratégias de Preço (ou de Precificação) e o Desempenho do Negócio De todas gestores de marketing, possui maior impacto o preço é o nos resultados os elementos disponíveis aos que (ou desempenho) das empresas. As empresas trabalham no sentido de reduzir e, se possível, eliminar custos, enquanto que o aumento de 1% nos preços de venda pode trazer resultados expressivos, desde que partindo-se do pressuposto de que este aumento não afetará o volume de vendas, assim como o contrário também é verdadeiro, pois qualquer oscilação nas vendas pode afetar a lucratividade e a rentabilidade das empresas, fazendo dos preços uma decisão crítica (KOHLI; SURIB, 2011; COPPOOLSE, 2013). Noções de Empreendedorismo Não deixe de assistir: As 10 características do bom empreendedor, vídeo Sebrae: https://youtu.be/xfIU6oukqes Passo a passo para elaborar o plano de negócios de sua empresa, vídeo Sebrae: https://www.youtube.com/watch?v=0D cKKjDJQ9M&ab_chttps://youtu.be/xfIU6oukqe shannel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucr ativos https://youtu.be/xfIU6oukqes https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos https://youtu.be/xfIU6oukqes https://youtu.be/xfIU6oukqes https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos Não deixe de assistir: Empreendedorismo Digital! Vídeo G1: https://www.youtube.com/watch?time_continue=50&v=cCYgmetAva M&feature=emb_title Cases de Empreendedorismo digital: https://www.youtube.com/watch?v=8j4gqhErnpA http://www.youtube.com/watch?time_continue=50&v=cCYgmetAva http://www.youtube.com/watch?v=8j4gqhErnpA Final do conteúdo para V1