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28/03/2026
Tecido Cartilaginoso
Articulações
Tecido 
cartilaginoso
• É uma forma especializada de tecido conjuntivo de 
consistência rígida. 
• Desempenha a função de suporte de tecidos moles. 
• Reveste superfícies articulares, em que absorve 
choques, e facilita o deslizamento dos ossos nas 
articulações. 
• essencial para a formação e o crescimento dos ossos 
longos, na vida intrauterina e depois do nascimento. 
• Contém células, os condrócitos. 
• Abundante material extracelular, que constitui a matriz. 
• As cavidades da matriz, oc upadas pelos condrócitos, 
são chamadas lacunas. 
• Uma lacuna pode conter um ou mais condrócitos.
Funções 
tecido 
cartilaginoso
• Como o colágeno e a elastina são flexíveis, a 
consistência firme das cartilagens se deve, 
principalmente, às ligações eletrostáticas entr e os 
glicosaminoglicanos sulfatados e o colágeno, e à 
grande quantidade de moléculas de água presas a 
esses glicosaminoglicanos (água de solvatação), o que 
confere turgidez à matriz. 
Organização 
da matriz 
cartilaginosa
• A matriz extracelular da cartilagem é composta por:
• fibras colágenas (principalmente tipo II) 
• proteoglicanos 
• glicosaminoglicanos (GAGs) 
• glicoproteínas de adesão (ex: condronectina) 
Essa matriz é responsável por:
• resistência à compressão 
• elasticidade 
• retenção de água
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Mobile User
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Proteoglicanos 
e GAGs: eixo 
estrutural da 
matriz
Proteoglicanos
Os proteoglicanos são 
macromoléculas formadas por:
• um núcleo proteico
• cadeias de glicosaminoglicanos 
(GAGs) ligadas a esse núcleo 
• O principal proteoglicano da 
cartilagem é o agrecano.
Glicosaminoglicanos (GAGs)
• Os GAGs são cadeias longas de 
polissacarídeos com 
características:
• altamente aniônicos (carga 
negativa)
• ricos em grupos sulfato e 
carboxila 
• Altamente hidrofílicos
Principais GAGs na cartilagem:
• Sulfato de condroitina
• Sulfato de queratano
Eixo proteoglicano-
GAG
• O chamado “eixo” funcional 
refere-se à organização:
• proteína central 
• múltiplas cadeias de GAGs 
irradiando 
• Esse arranjo confere:
• → grande capacidade de atração 
e retenção de água
Função 
Biomecânica 
do eixo 
proteoglicano-
GAG
• Resistência à compressão
• GAGs atraem água → formam um gel hidratado 
• Ao sofrer compressão → água é deslocada 
• Ao cessar a força → água retorna 
• Resultado:
• → comportamento semelhante a um amortecedor 
hidráulico
• Elasticidade e recuperação
• permite que a cartilagem retorne à forma original após 
deformação
Condronectina
• A condronectina atua como uma “ponte 
molecular”, permitindo:
• ancoragem dos condrócitos à matriz 
• organização espacial dos componentes da matriz 
• estabilidade estrutural da cartilagem 
• Sem essa ligação:
• → a matriz perde coesão funcional.
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Integração 
funcional do 
sistema
• O sistema completo funciona da seguinte forma:
• colágeno tipo II → resistência à tração 
• proteoglicanos + GAGs → resistência à compressão 
• condronectina → adesão célula-matriz 
• Essa integração garante:
• → propriedades mecânicas únicas da cartilagem.
Importância 
fisiológica
• Esse arranjo molecular permite que a cartilagem:
• suporte cargas repetitivas 
• funcione em articulações sinoviais 
• mantenha integridade estrutural sob estresse mecânico
Importância 
clínica 
veterinária
Alterações nesse sistema podem levar a:
• degeneração da cartilagem (osteoartrite)
• perda de proteoglicanos → redução da 
hidratação. 
• falha mecânica da cartilagem 
• lesões articulares
• O eixo formado por proteoglicanos e GAGs, 
associado à ação da condronectina, constitui a 
base estrutural e funcional da cartilagem, sendo 
responsável por suas propriedades de: 
resistência , elasticidade e adaptação mecânica 
• Esse sistema é essencial para o funcionamento 
normal das articulações e para a saúde do tecido 
cartilaginoso.
• Uma articulação normal é formada por células chamadas 
CONDRÓCITOS, cuja função básica é fabricar todas as 
substâncias necessárias para o bom funcionamento da 
cartilagem articular. Dentre estas substâncias, encontra-se uma 
proteína denominada colágeno tipo II associadas a ácido 
hialurônico, proteoglicanos (glicosaminoglicanos + proteínas) 
muito hidratados e glicoproteínas (condronectina).
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Cartilagem Articular
Tecido cartilaginoso (tecido conjuntivo)
• Cartilagem Hialina: Colágeno Tipo II
• Cartilagem elástica: Colágeno Tipo II e Elastina
• Fibrocartilagem: Colágeno Tipo I
Células + Matriz Extracelular
Plasmócitos
Macrófagos
Mastócitos
Adipócitos
Leucócitos
Fibroblasto
Condrócito
Osteócito
Fibras colágenas
Fibras reticulares
Fibras elásticas
Macromoléculas
Glicosaminoglicanos
Protleoglicanos
Glicoproteínas multiadesivas
Proteínas Fibrosas + substância fundamental
Tecido 
Cartilaginoso
• Condroblastos (células 
proliferativas e secretam 
matriz extracelular) 
• Condrócitos (células 
maduras que ocupam 
lacunas) 
Tecido 
Cartilaginoso
MATRIZ EXTRACELULAR 
• Altamente hidratada 
• Colágeno tipo II: força tênsil 
• Proteoglicanos: resistência a 
compressão 
• Glicoproteínas multiadesivas 
(condronectina) 
• Tecido avascular e desprovido de nervos 
e vasos linfáticos
Tecido avascular e desprovido de nervos e 
vasos linfáticos 
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Tecido conjuntivo
• É responsável pelo estabelecimento e manutenção da forma do corpo 
• Dar sustentação estrutural (Ex: ossos, cartilagem, ligamentos e tendões) 
• Servir de meio de trocas de resíduos metabólicos, nutrientes e oxigênio (Ex: entre 
sangue e células) 
• Ajudar a defesa e proteção do corpo (Ex. células fagocitárias e imunocompetentes)
• Formar um local de armazenamento de gordura – energia (Ex: adipócitos)
• Reparo tecidual após lesões
Molde Cartilaginoso
• Células mesenquimais → condroblastos → 
MOLDE CARTILAGINOSO DO EMBRIÃO 
(início da ossificação endocondral)
• Pericôndrio – quase todas as peças de 
cartilagem hialina e elástica são revestidas 
por uma camada de células e fibras de 
tecido conjuntivo propriamente dito.
Fibroblastos
• Podem se diferenciar em: - células adiposas 
- condrócitos (durante a formação da 
fibrocartilagem) - osteoblastos (condições 
patológicas
• Fibroblastos raramente se dividem → 
somente na cicatrização
Cartilagem 
Hialina
• É tipo mais frequentemente encontrado
• Forma o primeiro esqueleto do embrião, que posteriormente é 
substituído por um 
esqueleto ósseo. 
• Entre a diáfise e a epífise dos ossos longos em crescimento observa-
se o disco epifisário , 
de cartilagem hialina, que é responsável pelo crescimento do osso em 
extensão. 
• No adulto, a cartilagem hialina é encontrada principalmente na 
parede das fossas nasais, 
traqueia e brônquios, na extremidade ventral das costelas e recobrindo 
as superfícies 
articulares dos ossos longos (articulações com grande mobilidade). 
• Matriz - é formada, em 40% do seu peso seco, por fibrilas de 
colágeno tipo II + ácido 
hialurônico, proteoglicanos muito hidratados e glicoproteínas. 
• Glicoproteína estrutural – condronectina, com sítios de ligação para 
condrócitos, fibrilas 
colágenas tipo II e glicosarninoglicanos. 
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Crescimento do Tecido Cartilaginoso
• APOSICIONAL → as células condrogênicas 
oriundas do pericôndrio sofrem divisão e se 
diferenciam em condroblastos, que 
começam a elaborar a matriz extracelular 
(crescimento a partir da periferia da 
cartilagem).
• Não existe pericôndrio na superfície das 
cartilagens articulares (para que esta 
superfície seja bastante lisa) e nem em torno 
de peças de cartilagem fibrosa 
(fibrocartilagem).
Crescimento 
aposicional
• O crescimento aposicional ocorre a partir da 
superfície da cartilagem, através da adição de novas 
camadas.
Mecanismo
• células do pericôndrio (camada condrogênica) 
• diferenciam-se em condroblastos
• os condroblastos produzem matriz cartilaginosa 
• ao ficarem aprisionados, tornam-se condrócitos
Características
• ocorre na periferia da cartilagem
• promoveaumento da espessura
• depende da presença de pericôndrio
Crescimento 
Intersticial
• O crescimento intersticial ocorre a partir do interior da 
cartilagem, por meio da divisão dos próprios condrócitos.
Mecanismo
• condrócitos sofrem mitose
• formam grupos chamados grupos isógenos
• secretam nova matriz cartilaginosa ao redor 
• a matriz afasta as células, promovendo expansão do tecido 
Características
• ocorre dentro da matriz cartilaginosa
• importante nas fases iniciais do desenvolvimento
• comum em: em cartilagem embrionária e cartilagem epifisária 
(placa de crescimento) 
Limitação
• Com o tempo, a matriz se torna mais rígida, dificultando a divisão 
celular → o crescimento intersticial diminui.
Importância 
clínica
Crescimento cartilaginoso é fundamental para:
• desenvolvimento embrionário 
• formação dos ossos longos (ossificação endocondral) 
• crescimento da placa epifisária
• reparação limitada da cartilagem
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Intersticial x Aposicional
ImportânciaMecanismoLocalTipo de 
crescimento
crescimento 
inicial
divisão de 
condrócitos
interior da 
cartilagemIntersticial
aumento de 
espessura
células do 
pericôndriosuperfícieAposicional
• fonte de novos condrócitos
✓ localizados vasos
sanguíneos e linfáticos, 
inexistentes no tecido
cartilaginoso. 
• ✓ formado por tecido
conjuntivo rico em fibras de 
colágeno tipo I na parte mais
superficial, sendo
gradativamente rico em
células que podem se 
diferenciar em
condroblastos. 
PERICÔNDRIO
Intersticial
• À medida que os condrócitos de um 
grupo isogênico produzem matriz, 
são empurrados para longe um do 
outro, ocupando lacunas separadas 
(crescimento a partir do interior da 
cartilagem). 
Entretanto, as cartilagens que revestem 
a superfície dos ossos nas articulações 
móveis NÃO tem pericôndrio e recebem 
nutrientes do líquido sinovial das 
cavidades articulares. 
Em alguns casos, vasos sanguíneos 
atravessam as cartilagens, indo nutrir 
outros tecidos. São também 
desprovidos de vasos linfáticos e de 
nervos
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Cartilagem Fibrosa
• Com características intermediárias entre o conjuntivo denso e a 
cartilagem hialina. 
• É encontrada nos discos intervertebrais, nos pontos em que 
alguns tendões e ligamentos se inserem nos 
• ossos, e na sínfise pubiana. 
• Está sempre associada a conjuntivo denso. 
• Muito frequentemente, os condrócitos formam fileiras 
alongadas. 
• A substância fundamental (ácido hialurônico, proteoglicanos e 
glicoproteínas) é escassa e limitada à proximidade das lacunas 
que contêm o s condrócitos, as numerosas fibras colágenas (tipo 
I) constituem feixes que seguem uma orientação aparentemente 
irregular entre os condrócitos ou um arranjo paralelo ao longo 
dos condrócitos em fileiras. 
• Na fibrocartilagem não existe pericôndrio.
Cartilagem elástica
• É encontrada no pavilhão auditivo, no conduto 
auditivo externo, na tuba auditiva, na epiglote e 
n a cartilagem cuneiforme da laringe. 
• Basicamente, é semelhante à cartilagem 
hialina, porém inclui, além das fibrilas de 
colágeno (principalmente do tipo II), uma 
abundante rede de fibras elásticas, contínuas 
com as do pericôndrio. 
• Apresenta pericôndrio e cresce principalmente 
por aposição. 
• A cartilagem elástica é menos sujeita a 
processos degenerativos do que a hialina.
Alterações 
degenerativas 
na cartilagem 
hialina
• Em comparação com os outros tecidos, a cartilagem 
hialina é sujeita com relativa frequência a processos 
degenerativos
• Calcificação da matriz – que consiste na deposição de 
fosfato de cálcio sob a forma de cristais de 
hidroxiapatita, precedida por aumento de volume e 
morte das células
Regeneração 
cartilagem
• Quando há lesão de uma cartilagem, células derivadas 
do pericôndrio invadem a área destruída e dão origem a 
tecido cartilaginoso que repara a lesão 
• Quando a área destruída é extensa, ou mesmo, 
algumas vezes, pequena, o pericôndrio, em vez de 
formar novo tecido cartilaginoso, forma uma cicatriz de 
tecido conjuntivo denso.
• A cartilagem que sofre lesão regenera- se com 
dificuldade, frequentemente, de modo incompleto. 
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Cápsula 
articular
• Envolve a articulação e possui 
duas camadas:
• Camada fibrosa
• Tecido conjuntivo denso
• confere estabilidade
• Membrana sinovial
• camada interna
• produz líquido sinovial
Sistema 
Articular
• O sistema esquelético não funciona apenas como 
estrutura rígida. Para permitir movimento, estabilidade 
e absorção de impacto, os ossos se unem por meio de 
articulações.
Articulações
• União entre dois ou mais ossos ou cartilagens que permite diferentes graus de 
mobilidade.
Funções principais:
• permitir movimento corporal
• manter estabilidade estrutural
• absorver forças mecânicas
• transmitir forças musculares
• Essenciais para locomoção e postura em animais domésticos.
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Entre os ossos 
há 
movimento?
• A- MÓVEIS - Articulações sinoviais (diartroses) 
• B- FIXAS (imóveis ou semi-móveis) 
-Articulações fibrosas (sinartroses)
-Articulações cartilaginosas (anfiartroses)
Classificação
• ❖ 1 -Número de peças ósseas Simples ou composta 
• ❖ 2 - Forma das superfícies Concordantes ou 
discordante 
• ❖ 3 – Proximidade Continuidade ou contiguidade 
• ❖ 4 - Tipo de tecido interposto Fibrosa, cartilaginosa ou 
sinovial 
• ❖ 5- Mobilidade Fixas e móveis
Articulações móveis
• ❖ Articulações sinoviais 
✓ Elementos essenciais 
1.Cartilagem articular 
2. Cápsula articular 
3. Líquido sinovial
4. Cavidade articular
5. Ligamentos Associados
Componentes da Articulação Sinovial
• Cartilagem Articular
• Cartilagem hialina
• Reveste superfícies articulares
• Reduz atrito
• Distribui cargas mecânicas
Características importantes: avascular, inervadas, sua nutrição é por via 
líquido sinovial.
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Tecido conjuntivo 
denso modelado
• No tendão as fibras colágenas são 
bastante espessas e muito organizadas, 
dispostas paralelamente entre si. Essa 
disposição resulta na grande resistência 
do tendão a forças de tração. Entre as 
fibras há fibroblastos e fibrócitos 
bastante alongados, dos quais 
geralmente o componente visível são 
seus núcleos.
Membrana Sinovial
• Vascularizada e inervada é responsável por produz ir o l iquido sinovial, o 
qual mantem as superfícies articulares lubrificadas e, além disso, impede 
a adesão e o desgaste dos componentes internos da articulação isso 
aumenta a eficiência dos movimentos articulares e colabora com a 
nutrição de estruturas avasculares, com o, por exemplo, a própria 
cartilagem articular.
• A membrana sinovial não é homogênea possui duas camadas cama da 
subíntima (voltada para a parte externa da capsula articular) e camada 
intima (estará voltada para a cavidade sinovial). 
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Membrana Sinovial
• A região da camada subíntima é 
altamente vascularizada o liquido 
sinovial se constitui pelos capilares 
dessa camada Conforme o liquido 
vai se difundindo da camada 
subíntima para íntima e para a 
cavidade articular, serão adicionados 
proteoglicanos, glicoproteínas 
(lubricinas) e glicosaminoglicanos 
(++ ac hialurônico). Essa adição é 
devido a atividade intensa secretora 
das *células B ou F (biossintéticas) -
FIBROBLASTOS .
Membrana Sinovial
• Na camada intima, também há *células chamadas de M ou A 
(macrófagos), as quais participam da degradação do liquido sinovial, uma 
vez que este é constantemente renovado Por isso, há uma intensa 
atividade de pinocitose e digestão intracelular
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Cavidade articular
É o espaço entre as superfícies articulares preenchido por líquido 
sinovial.
Funções:
• lubrificação
• nutrição da cartilagem
• redução de atrito.
Articulação temporo mandibular
• Uma grande quantidade de fibras nervosas sensoriais 
está presente na camada fibrosa da cápsula articular, o 
que explica a dor sentida após a lesão na própria 
cápsula ou pelo estiramento da cápsula devido ao 
edema dentro da articulação.Líquido Sinovial
Fluido viscoso produzido pela membrana sinovial.
• Principais componentes:
• ácido hialurônico
• Eletrólitos 
• Glicoproteínas (lubricina)
• água
• proteínas plasmáticas.
• Funções: lubrificação articular, nutrição da cartilagem e absorção de impacto.
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Membrana Sinovial
Formada por duas camadas:
• Camada íntima
• Possui células chamadas:
• Sinoviócitos : Tipo A → fagocitários (responsável por fagocitose)
• Tipo B → produzem ácido hialurônico e secretam proteínas
• Camada subíntima
• Composta por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e fibras nervosas.
Articulações móveis
• Funções principais:
• permitir grande amplitude de movimento
• reduzir atrito entre superfícies ósseas
• absorver impactos
• distribuir forças mecânicas
Articulações móveis
• Elementos acessórios 
• 1. Meniscos e discos articulares 
• 2. Cartilagem marginal: lábio glenoidal e lábio acetabular 
• 3. Ligamentos
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Menisco e 
Disco
• Fibrocartilagem 
(características 
intermediárias entre o 
conjuntivo denso e a 
cartilagem hialina)
• Matriz reduzida 
• Possui grande quantidade 
de colágeno tipo I
• Não tem pericôndrio
Menisco e 
Disco
• Melhoram a 
concordância das 
superfícies articulares 
• Amortecimento e 
distribuição das 
pressões
Menisco
• Nas estruturas articulares (fêmur-tíbia), 
existem elementos chamados de meniscos. 
São fibrocartilaginosos. 
• São estruturas semilunares , interpostas 
entre as superfícies articulares de um osso 
e outro .Elas diminuem o impacto e 
promovem o melhor encaixe entre as faces 
articulares. 
• Executando a função do menisco, há o 
disco articular presente o osso temporal e o 
côndilo da mandíbula, formando a 
articulação temporo mandibular . Ela 
também é fibrocartilaginosa.
• Algumas articulações móveis podem apresentar:
• Meniscos
• Fibrocartilagem que aumenta congruência articular
• Discos articulares
• Dividem a cavidade articular
• Bursas sinoviais
• Reduzem atrito entre músculos, tendões e ossos
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Lábio articular e acetabular
Ligamentos
• Intracapsulares 
• Capsulares 
• Extracapsulares
Ligamentos Capsulares
• Os ligamentos capsulares fazem parte da própria cápsula articular.
Características
• são espessamentos da camada fibrosa da cápsula articular
• localizam-se diretamente na parede da cápsula
• reforçam mecanicamente a articulação
• ajudam a limitar movimentos excessivos
• Esses ligamentos aumentam a resistência da cápsula articular e ajudam a manter o alinhamento 
dos ossos durante o movimento.
• Articulação escapulo umeral e coxo femoral
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Ligamentos Extracapsulares
• localizam-se fora da cápsula articular, porém continuam conectando os ossos que participam da articulação.
Características
• posicionados externamente à cápsula
• podem estar próximos ou um pouco afastados da articulação
• frequentemente são estruturas fortes e bem definidas
• Função
• estabilizam a articulação
• restringem movimentos excessivos
• auxiliam na manutenção da congruência articular
• Ex: ligamentos colaterais do joelho e da articulações interfalângicas
Ligamentos intracapsulares
• Localizam-se dentro da cápsula articular, mas geralmente permanecem fora da cavidade sinovial, pois são 
recobertos pela membrana sinovial.
• Características
• localizados no interior da cápsula
• geralmente recobertos pela membrana sinovial
• importantes para estabilidade interna da articulação
• Função
• controlar movimentos específicos
• impedir deslocamentos anormais dos ossos
• orientar o movimento articular
Ligamentos intracapsulares
• Ligamento cruzado cranial
• ligamento cruzado caudal
• Presentes na articulação do joelho (estifle) em cães e outros animais 
domésticos.
Esses ligamentos controlam:
• deslocamento cranial da tíbia
• estabilidade rotacional da articulação.
Importância funcional dos ligamentos na 
articulação
• Estabilização da articulação
• Orientar o movimento correto dos 
ossos
• Limitar movimentos excessivos
• Prevenir luxações
• Contribuir para a eficiência 
biomecânica da locomoção.
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Importância Clínica
• Ruptura do ligamento cruzado 
cranial
• lesão de menisco medial
• luxação de patela
• osteoartrite do joelho
• Essas lesões causam:
• claudicação
• dor
• instabilidade articular.
Ligamentos
Tecido conjuntivo denso modelado 
• tecido denso modelado 
apresenta feixes de colágeno 
paralelos uns aos outros e 
alinhados com os fibroblastos
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Articulações fixas
• Articulações fibrosas → Tecido conjuntivo denso não modelado
Suturas
Sindesmoses
Gonfoses
Tecido conjuntivo 
denso não modelado
• Presença de muita matriz 
extracelular
• Fibras colágenas de diferentes 
espessuras,dispotas em 
diferentes direções.
• Resistente a pressão mecânicas 
e trações de diversas direções
• Predomínio de fibroblastos e 
fibrócitos
Fibras colágenas –
EM AZUL
Tecido conjuntivo 
denso modelado
• Nas cápsulas de órgãos as fibras 
colágenas se colocam 
paralelamente à superfície do 
órgão que revestem. Há 
relativamente poucas células 
nesse tecido, representadas 
principalmente por fibroblastos e 
fibrócitos.
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Articulações 
Fibrosas
• As articulações fibrosas são articulações em que os 
ossos são conectados por tecido conjuntivo denso 
rico em fibras colágenas, conferindo grande 
estabilidade e pouca ou nenhuma mobilidade.
Classificação funcional:
• Geralmente sinartroses (imóveis) 
• Algumas podem ser anfiartroses (movimento limitado)
Articulações 
Fibrosas
• Ausência de cavidade sinovial
• Ausência de cartilagem articular
• Presença de tecido conjuntivo fibroso entre os ossos 
• baixa mobilidade
• Alta resistência mecânica 
• Função principal:
• Estabilidade estrutural
• Proteção de órgãos
• Transmissão de forças
Suturas
Definição
• Articulações fibrosas encontradas exclusivamente no 
crânio, unindo ossos cranianos.
Características
• bordas ósseas interdigitadas
• tecido fibroso sutural 
• praticamente imóveis em adultos 
Função
• permitir crescimento do crânio 
• proteger o encéfalo 
Exemplos sutura sagital , sutura coronal , sutura 
lambdoide
Suturas
• As suturas são gradualmente eliminadas, conforme a 
ossificação se estende pela membrana, após a 
interrupção do seu crescimento.
• Esse é um processo lento e desigual, que não está 
completo mesmo em idosos. 
• Utilizado na antropologia e medicina forense
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Suturas
• As suturas são articulações imóveis ou com 
mobilidade extremamente limitada que ocorrem 
exclusivamente entre os ossos do crânio. Elas 
consistem em bordas ósseas interdigitadas, mantidas 
unidas por uma fina camada de tecido conjuntivo 
fibroso chamado ligamento sutural.
• não apresentam cavidade articular
• não possuem cartilagem articular
• são constituídas por tecido fibroso denso
• servem principalmente para crescimento e proteção 
do encéfalo.
• Durante o desenvolvimento do animal, essas 
articulações permitem expansão do crânio, 
acompanhando o crescimento do cérebro.
Suturas – Articulações Fibrosas
• ✓Ossos do crânio 
• ✓Tendem a sinostose (calcificação) 
• ✓Forma das superfícies ósseas articulares 
• * Plana 
• * Serrata
• * Escamosa
• * Folheada 
• * Esquindelese
Sutura Serrata 
(serrilhada)
• Bordas ósseas com aspecto de dentes de serra
• Encaixe profundo entre os ossos
• Exemplo: sutura sagital
• Essa configuração aumenta a resistência mecânica do crânio
• Osso lacrimal e frontal.
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Sutura Plana 
(harmônica)
• Superfícies relativamente 
planas
• Pouca interdigitação
• Exemplo: suturas entre 
ossos nasais
• Presença de tecido fibroso 
sutural
• os ossos se unem por 
superfícies relativamente 
planas
• há pouco ou nenhum 
encaixe serrilhado
• o contato entre os ossos é 
mais linear e simples
• Menor intertravamento 
mecânico comparado a 
sutura serrata
• Baixa complexidade 
estrutural
Esquilendese
• Um tipo de articulação fibrosa em queum osso se 
encaixa em uma fenda ou sulco de outro osso, 
funcionando como um “encaixe em trilho”.
• Características:
• União por tecido fibroso
• Sem movimento (imóvel)
• Estrutura de encaixe firme, garantindo estabilidade
• Entre vômer e esfenoide
• A esquilendese é uma articulação fibrosa, rígida e 
sem mobilidade, onde um osso “entra” em outro 
como uma peça encaixada.
• Entre osso vômer e esfenoide
Sutura 
Folheada
Osso nasal e Frontal
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87 88
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Sutura Sutura 
escamosa
• um osso apresenta uma borda afinada e sobreposta
• A borda recobre parcialmente o osso adjacente 
• Formando uma união em “escama” (imbricação)
Características principais
• superfícies oblíquas e sobrepostas
• menor interdigitação que a sutura serrata 
• maior área de contato entre os ossos 
• presença de tecido conjuntivo fibroso sutural
• praticamente sem mobilidade (sinartrose)
• Exemplo clássico: união entre o osso temporal e o 
osso parietal
Sutura escamosa
Sutura 
escamosa
• Superfícies ósseas sobrepostas
• Aspecto semelhante a escamas
Exemplo:
• União entre osso temporal e parietal.
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Qual a 
importância 
das suturas?
• As suturas possuem funções essenciais:
• Crescimento craniano
• permitem expansão do crânio durante o 
desenvolvimento.
• Absorção de forças mecânicas
• ajudam a dissipar impactos.
• Proteção do sistema nervoso central
• mantêm os ossos firmemente unidos.
Importância 
Clínica
• As suturas têm relevância em várias situações clínicas:
• fraturas cranianas
• malformações congênitas
• craniossinostose (fusão precoce das suturas)
• avaliação anatômica em diagnóstico por imagem.
Sindesmoses
Definição
• Articulações em que os ossos são unidos por 
ligamentos ou membranas interósseas.
Características
• Maior quantidade de tecido fibroso 
• mobilidade discreta
• Distância entre ossos variável 
Função
• Estabilidade com pequena flexibilidade , distribuição de 
forças 
Exemplos em veterinária
• união entre rádio e ulna
• união entre tíbia e fíbula
Sindesmose
• Áreas de contato de dois ossos são unidas por 
ligamentos de tecido conjuntivo. 
• Ossos “fora” do crânio
• Tendem a sinostose 
• Membrana interóssea (corpo do rádio e ulna) e 
ligamento interósseo (apenas em cães) 
• Metacarpianos e metatarsianos (eqüinos) 
• Tíbia e fíbula 
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Gonfose
• Articulação especializada entre o 
dente e o alvéolo dentário.
Características
• Fixação por ligamento periodontal
• Encaixe tipo “pino em soquete” 
• Função
• fixação do dente 
• absorção de forças mastigatórias
Articulações Fibrosas
Aspectos funcionais
• As articulações fibrosas desempenham papel fundamental em:
• proteção (especialmente no crânio) 
• fixação estrutural
• estabilidade do esqueleto axial
• absorção de forças mecânicas
• Embora pouco móveis, são essenciais para a integridade anatômica do animal.
Articulações Fibrosas
Desenvolvimento e alterações
Durante o desenvolvimento:
• podem permitir crescimento (ex: suturas cranianas) 
• Com o envelhecimento:
• algumas podem sofrer ossificação (sinostose)
• resultando em fusão completa dos ossos.
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Importância Clinica Articulações 
Fibrosas
Alterações nessas articulações podem levar a:
• craniossinostose (fusão precoce das suturas) 
• lesões de ligamentos interósseos 
• problemas periodontais (gonfoses) 
• instabilidade óssea em traumas
Comparação entre as articulações
MobilidadeCavidadeTecidoTipo
baixanãoconjuntivo 
fibrosoFibrosa
moderadanãocartilagemCartilaginosa
altasimcápsula + 
líquidoSinovial
Articulações 
fixas
• As articulações fixas são uniões entre ossos nas quais:
• não há cavidade articular
• os ossos são unidos por tecido fibroso ou 
cartilaginoso
• a mobilidade é nula ou extremamente limitada
Articulações 
cartilaginosas
Sincondrose
• Os dois ossos são unidos por cartilagem hialina 
• Tendem a sinostose (calcificação) 
• Interóssea ou intraóssea
Sínfise
Fibrocartilaginoso 
• Não tende a sinostose (exceto a sínfise mandibular)
• Quantidade limitada de movimento
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Sincondrose
Interóssea entre 
occipital e esfenóide
Sincondrose
Características principais:
• É uma articulação sem 
movimento ou com movimento 
muito limitado
• Os ossos ficam conectados por 
cartilagem, não por ligamentos ou 
líquido sinovial 
• Geralmente é temporária, 
podendo se transformar em osso 
com o tempo (processo chamado 
ossificação) 
• Exemplo clássico:
• As placas de crescimento dos 
ossos longos (como no fêmur ou no 
braço) — chamadas de cartilagens 
epifisárias - Intraóssea
• Interóssea – aritculação costo
condral
• Uma sincondrose funciona como 
uma “ponte de cartilagem” entre 
ossos, especialmente importante 
durante o crescimento do corpo.
Sínfise
É um tipo de articulação 
cartilaginosa 
caracterizada por:
• União entre ossos por 
cartilagem fibrosa 
(fibrocartilagem)
• Presença de uma linha 
média onde os ossos 
se encontram 
• Pequena mobilidade, 
maior do que nas 
sincondroses, mas 
ainda limitada 
• Estrutura forte e 
resistente, capaz de 
suportar pressão e 
impacto
Sínfise
• Uma camada fina de 
cartilagem hialina
revestindo as superfícies 
ósseas 
• E entre elas, um disco 
de fibrocartilagem, que 
dá resistência e leve 
flexibilidade 
• Exemplos clássicos:
• Sínfise púbica 
• Sínfise mandibular (em 
alguns animais)
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Sínfise
Entre os corpos 
vertebrais
Movimentos 
angulares
• Alteram o ângulo entre os ossos.
• Flexão: diminuição do ângulo entre 
segmentos ósseos (ex: dobrar o 
cotovelo). 
• Extensão: aumento do ângulo (ex: 
esticar o membro). 
• Hiperextensão: extensão além do 
normal fisiológico (comum em alguns 
animais durante a corrida). 
• Esses movimentos ocorrem 
principalmente em articulações do tipo 
gínglimo (dobradiça), como cotovelo e 
joelho.
Movimentos – Angulares e Rotacionais 
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Movimentos de 
afastamento e 
aproximação
• Abdução: afastamento do 
membro em relação ao plano 
mediano. 
• Adução: aproximação ao 
plano mediano. 
• Mais comuns em articulações 
esferoides (como o ombro e o 
quadril), que permitem maior 
liberdade de movimento.
Movimentos 
de rotação
• Rotação medial (interna): giro em direção ao plano 
mediano. 
• Rotação lateral (externa): giro para longe do plano 
mediano. 
• Importantes para ajustes finos da posição dos 
membros, especialmente em carnívoros.
Movimentos especiais
Destaca-se movimentos específicos, 
principalmente em regiões distais:
• Pronação e supinação: rotação do 
antebraço (mais desenvolvida em carnívoros 
do que em equinos). 
• Deslizamento (translação): pequeno 
movimento entre superfícies articulares 
planas. 
• Oposição: movimento específico em 
algumas espécies com maior destreza 
(menos comum em animais domésticos).
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Circundução
• Movimento circular que combina flexão, 
extensão, abdução e adução. 
• A extremidade distal descreve um círculo. 
• Presente em articulações com múltiplos eixos, 
como o ombro.
• União de movimentos angulares
• É um tipo de movimento angular. A ponta 
permanece imóvel enquanto a diáfise, mantida 
em ângulo inferior a 90 graus, descreve um 
ciclo completo
• Movimento circular do membro 
• Presente principalmente no ombro felino
Movimento 
coluna vertebral 
Felina
A coluna do gato é 
extremamente importante:
• Flexão e extensão intensas
(corrida e salto) 
• Grande elasticidade
• Fundamental para:
• Aumentar o comprimento do 
passo 
• Permitir o “efeito mola” 
durante a corrida
Movimentos articulares 
em felinos
• Maior amplitude de movimento .
• Articulações mais móveis e menos restritas .
• Maior capacidade de rotação e ajuste fino.
• Isso permite movimentos rápidos, silenciosos e muito 
controlados.
• Flexão muito acentuada (ex recolher membros ao saltar)
• Extensão completa especialmente na corrida e salto.
• Adução e rotação em ombro e quadril o que permite mudanças 
rápidas de direção e principalmenteequilíbrio.
• Grande capacidade rotacional que permite ajustes finos ao 
caminhar em superfícies estreitas.
• A amplitude e o tipo de movimento variam conforme 
a espécie:
• Equinos: articulações mais estáveis e com 
movimentos restritos → favorecem velocidade e 
resistência. 
• Carnívoros: maior mobilidade → permite agilidade e 
manipulação. 
• Ruminantes: equilíbrio entre estabilidade e mobilidade.
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Articulação equina
Os equinos são adaptados para locomoção 
rápida e contínua. Por isso:
• Suas articulações têm menos amplitude de 
movimento.
• Há fortes ligamentos e tendões
• Isso aumenta a estabilidade e reduz o gasto 
energético.
• Essa estabilidade ajuda o cavalo a ficar em 
pé por longos períodos, mas não impede 
que ele deite.
Movimentos 
dos felinos
Esses movimentos permitem ao gato:
• Saltar grandes alturas, cair em pé (reflexo de 
endireitamento), caçar com precisão, escalar e se 
equilibrar.
• Na anatomia veterinária, o gato é considerado um 
modelo de mobilidade articular, com movimentos 
amplos e versáteis. Diferente de espécies adaptadas à 
velocidade contínua (como o cavalo), os felinos 
priorizam flexibilidade, coordenação e controle fino, 
o que se reflete diretamente nos tipos e amplitudes dos 
movimentos articulares.
CavaloCãoGatoCaracterística
BaixaMédiaMuito altaMobilidade
Muito altaMédiaBaixaEstabilidade
MínimaModeradaAltaRotação
AusenteLimitadaPresentePronação/supinação
BaixaMédiaMuito altaFlexibilidade coluna
LinearVersátilPrecisoTipo de movimento
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Articulação 
das Vértebras
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Articulações entre os corpos vertebrais (intervertebrais)
• Tipo: cartilaginosa (sínfise)
• Estrutura principal: disco intervertebral
• Disco intervertebral:
• Anel fibroso (externo, resistente) 
• Núcleo pulposo (interno, gelatinoso) 
• Função:
• Absorver impacto 
• Permitir pequenos movimentos 
• Distribuir forças ao longo da coluna
• Não ocorre sinostose
Articulações entre os arcos vertebrais
• Tipo: sinoviais planas
• Local: entre os processos articulares cranial e caudal
• Também chamadas de:
• Articulações zigapofisárias
• Função:
• Guiar e limitar os movimentos 
• Evitar movimentos excessivos
Articulação nos processos 
articulares das vértebras (a 
partir de C2-C3)
• Articulação nos processos articulares das vértebras (a 
partir de C2-C3) • articulação sinovial • articulação plana 
(sem eixo de movimento) • movimento de deslizamento (o 
grau de mobilidade varia com a região e a espécie)
Discos 
intervertebrais
• Têm como funções absorver o choque e, ao mesmo 
tempo, permitir que a coluna vertebral seja flexível. 
• São compostos pelo anel fibroso e núcleo pulposo 
gelatinoso. • O núcleo pulposo está localizado 
internamente. 
• O anel fibroso é localizado externamente, sendo sua 
região dorsal mais delgada, tornando mais fácil sua 
ruptura nessa região.
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Discos 
intervetebrais
• O anel fibroso possui uma região perinuclear 
constituída de fibrocartilagem e uma região mais 
externa formada de uma camada de colágeno. 
• ✓O núcleo pulposo é uma estrutura semelhante a um 
gel em animais jovens, e se torna progressivamente 
desidratado e menos parecido com gel com a idade. 
• ✓A espessura dos discos diminui ao longo da região 
torácica e lombar até alcançar a espessura mínima na 
coluna lombar.
Movimentos 
da coluna
• Cervical (pescoço) - Alta mobilidade. Permite grande 
flexão, extensão e rotação. 
• Torácica - Mais rígida (devido às costelas). Possui menor 
amplitude de movimento. 
• Lombar - Boa flexão e extensão no entanto pouca rotação .
• Sacral – As Vértebras fusionadas e não há movimento 
• Caudal é Variável conforme a espécie.
Tipos de movimento da coluna 
• A combinação dessas articulações permite:
• Flexão (curvar para frente) 
• Extensão (curvar para trás) 
• Inclinação lateral
• Rotação (varia conforme a região)
Discos 
intervertebrais
• Localizado entre os corpos 
das vértebras e unido a elas 
por ligamentos. 
Cada disco intervertebral é 
formado por dois 
componentes: 
• O anel fibroso e uma parte 
central, derivada da notocorda 
do embrião, o núcleo pulposo. 
• No jovem, o núcleo pulposo é 
relativamente maior, sendo 
gradual e parcialmente 
substituído por fibrocartilagem 
com o avançar da idade. 
• Funcionam como coxins 
lubrificados que previnem o 
desgaste do osso das 
vértebras durante os 
movimentos da coluna 
espinhal.
Hérnia de disco intervertebral
• A ruptura do anel fibroso, mais frequente na 
sua parte posterio, na qual os feixes 
colágenos são menos densos, resulta na 
expulsão do núcleo pulposo e no 
achatamento concomitante do disco. 
• Frequentemente este se desloca de sua 
posição normal entre os corpos vertebrais. 
• Quando o disco se movimenta na direção da 
medula espinal, pode comprimir nervos, 
provocando fortes dores e distúrbios 
neurológicos. 
• Na maioria dos casos a dor se estende pela 
parte inferior da região lombar.
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Protusão de disco
• O núcleo pulposo pressiona o anel 
fibroso.
• O anel não se rompe, mas se 
deforma. 
• O disco “empurra” para fora 
(geralmente dorsalmente).
• Ocorre compressão da medula 
espinhal ou das raízes nervosas 
• Pode causa dor, claudicação e déficit 
neurológico
• Alterações degenerativas levam a 
deformação
• A protusão revela uma falha 
mecânica progressiva, não uma 
ruptura súbita
Extrusão do disco intervertebral
• O anel fibroso se rompe
• O núcleo pulposo extravasa (sai)
• Esse material pode invadir o canal vertebral
• A extrusão é mais grave porque:
• Causa compressão intensa da medula 
espinhal
• Pode gerar também impacto mecânico súbito
• Sinais clínicos: dor aguda intensa,déficits
neurológicos, ataxia 
e paralisia (em casos graves)
Extrusão do disco 
intervertebral
Diferente da protusão, a extrusão 
geralmente é:
• Aguda (súbita)
• Associada a movimento brusco ou 
trauma leve 
• Considerada mais grave clinicamente
• Na extrusão há uma falha estrutural 
completa
• Resultado é a perda de função 
mecânica + compressão neural
ExtrusãoProtusãoCaracterística
RompidoÍntegro (não rompe)Anel fibroso
Sai para o canal 
vertebralContidoNúcleo pulposo
Geralmente agudaMais lentaEvolução
Mais intensaProgressivaCompressão
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• As vértebras individuais são unidas por ligamentos curtos 
(interarcos, interespinhal, intertransversário) e longos 
(longitudinal dorsal e ventral e supraespinhoso), bem como pelo 
ligamento nucal contínuo (exceto gato e suíno)
Ligamentos da 
Coluna Vertebral
• Longitudinal dorsal → do áxis ao sacro. 
• Longitudinal ventral → das vértebras torácicas (desde a T8) ao 
sacro. 
• Ligamento supra espinhoso → ápice dos processos espinhosos 
das vértebras torácicas e lombares
O que são articulações costo condrais?
• São as articulações que conectam:
• A extremidade ventral óssea da costela
• À cartilagem costal correspondente
• Essa cartilagem continua até o esterno (direta ou indiretamente, dependendo do tipo de costela).
Tipo de articulação
• Classificação: cartilaginosa primária (sincondrose)
• Tecido de união: cartilagem hialina
• Características: não possuem cavidade sinovial e são praticamente imóveis (sinartroses) 
Função 
principal
. Respiração
• Permitem certa flexibilidade da caixa torácica
• Facilitam a expansão e retração do tórax
• Absorção de impacto
• A cartilagem ajuda a amortecer forças mecânicas
• Continuidade estrutural
• Conectam costelas ao esterno de forma resistente e 
elástica
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Importância 
funcional
• Trabalham junto com: 
• articulações costovertebrais
• articulações esternocostais 
Formam um sistema integrado que permite:
• Movimentos respiratórios eficientes 
• Proteção dos órgãos torácicos 
• Costelas verdadeiras → ligam-se diretamente ao esterno 
• Costelas falsas → ligam-se indiretamente 
• Costelas flutuantes → não se ligam ao esterno 
• Mas todas possuem articulaçãocostocondral.
Costelas 
• As costelas articulam-se com as vértebras torácicas 
dorsalmente (articulações sinoviais)
• Articulação costotranversal – Sinovial e Plana 
• Articulação costovertebral - Sinovial e Esferóide
Ligamento nucal
• Ligamento nucal → é elástico. 
• Sustenta grande parte do peso da cabeça 
quando ela está ereta, aliviando a carga da 
musculatura da cabeça e pescoço.
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O que é um ligamento 
intercapital?
• É um ligamento que conecta as 
cabeças das costelas direita e 
esquerda
• Localiza-se dorsalmente aos discos 
intervertebrais torácicos
• Forma uma espécie de “ponte” sobre 
o disco 
• Está presente principalmente entre as 
vértebras torácicas (mais evidente em 
animais domésticos como o cão).
Localização do 
Ligamento 
Intercapital
• Presença de ligamento 
intercapital (percorre da cabeça 
de uma costela, ao longo da 
parte dorsal do disco, mas sob o 
ligamento longitudinal dorsal, até 
a cabeça da costela oposta). 
Uma bolsa interpõe-se entre o 
ligamento intercapital e o 
ligamento longitudinal dorsal 
sobrejacente
Importância 
funcional
• Proteção dos discos intervertebrais
• Essa é a função mais cobrada em prova:
• O ligamento reforça a região dorsal do disco 
intervertebral
• Atua como uma barreira mecânica
O Resultado:
• Dificulta a extrusão dorsal do disco (em direção à 
medula espinhal)
Estabilização da coluna 
torácica – Ligamento 
intercapital
• Contribui para a fixação das costelas entre si
• Aumenta a rigidez da região torácica
Isso é importante porque:
• A região torácica já é naturalmente menos móvel 
• Precisa proteger órgãos vitais (coração e pulmões).
Distribuição de forças
• Ajuda a distribuir tensões mecânicas entre as 
costelas e vértebras 
• Atua junto com outros ligamentos vertebrais 
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Importância clínica
Ponto clássico:
• A presença do ligamento intercapital explica por que: 
• Hérnias discais são menos comuns na região torácica 
média
• Nos locais onde ele não está presente (ex: transições vertebrais), 
há: 
• Maior risco de extrusão discal
• O ligamento que conecta a maioria das costelas caudais é 
menor do que os outros e não é tão bem-desenvolvido nas 
raças condrodistróficas.
• Os locais mais comumente envolvidos de extrusão são entre 
T11 e L2. Esses locais representam aproximadamente 65 a 
75% de todas as extrusões discais 
Artrite
• O termo artrite descreve mais de 100 tipos de doenças 
inflamatórias ou degenerativas que danificam as 
articulações. É a inflamação ou degeneração de 
articulações acompanhadas de dor, inchaço e rigidez. 
• OSTEOARTRITE ou OSTEOARTROSE ou ARTRITE 
DEGENERATIVA→ é uma doença degenerativa que 
envolve primeiro as cartilagens articulares. Resulta de 
desgaste ou sobrecarga e é comum no envelhecimento. 
As articulações que suportam peso são 
frequentemente as mais afetadas. Dor articular, 
limitação e alteração dos movimentos, redução do
apoio, crepitação e graus variáveis de inflamação local,
sem efeitos sistêmicos.
Degeneração 
cartilaginosa
• A consistência firme das cartilagens ocorre devido às ligações 
eletrostáticas entre os glicosaminoglicanos sulfatados e o 
colágeno, e à grande quantidade de moléculas de água presas 
a esses glicosaminoglicanos (água de solvatação), o que 
confere turgidez à matriz. O estado de hidratação da 
cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante 
para a não existência de degradação
O que acontece 
no desgaste da 
cartilagem?
• A cartilagem articular:
• Não tem vasos sanguíneos 
• Depende do movimento
para receber nutrientes 
• Sofre degeneração com 
sobrecarga, idade ou 
lesões 
• Isso leva à diminuição da 
lubrificação e aumento do 
atrito.
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Osteoartrose na cartilagem hialina
• Perda de proteoglicanos
• Menor capacidade de reter 
água 
• Diminuição da elasticidade
• Cartilagem fica mais rígida 
• Fissuras e desgaste
• Superfície deixa de ser lisa 
• Exposição do osso subcondral
• Aumenta dor e inflamação
• A cartilagem hialina:
• Não tem vasos sanguíneos 
• Tem baixa capacidade de regeneração 
• Depende do líquido sinovial para 
nutrição 
Isso faz com que:
• Lesões se acumulem 
• A recuperação seja limitada 
Fisioterapia
• O exercício físico comprime sinóvia para 
dentro e fora das cartilagens articulares, 
provendo as células de cartilagem com a 
nutrição de que as articulações necessitam. 
Embora o exercício não possa impedir a 
osteoartrite, ele fortalece as articulações e 
retarda a degeneração das cartilagens 
articulares. Ele também fortalece os 
músculos que estabilizam as articulações.
• Exercícios controlados promovem 
compressão e descompressão articular
• Isso facilita a circulação do líquido sinovial
• Resultado: melhora da nutrição dos 
condrócitos e retardo da degeneração.
Limitação da 
fisioterapia
• Limitação importante
• A cartilagem tem baixa 
capacidade de regeneração
• Então a fisioterapia:
• Não reverte 
completamente o desgaste 
• Retarda a progressão
• Melhora qualidade de vida
Tratamento
• FÁRMACOS CONDROPROTETORES
• Sulfato de condroitina 
• Glicosaminanoglicanos
• INJEÇÃO DE HIALURONATO DE 
SÓDIO 
O líquido articular normal contém 
uma grande quantidade de 
hialuronato, que o torna viscoso, 
permitindo o deslizamento sem 
atrito dos ossos.
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Displasia coxofemoral
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