Prévia do material em texto
Aplicação da Imunologia no diagnóstico e prognóstico de Doenças Reumáticas Marcadores Imunológicos Prof. Dra. Giovana Sousa Unidade 1 Neste slide será realizada a apresentação do docente ao estudante, após será apresentado o tema desta aula, criando um contexto inicial sobre o assunto abordado. Media Training Vitru Educação () - Professor(a), não mencione o nome da disciplina ou do curso em que você atua, somente o tema do vídeo. No campo do nome, insira *somente seu nome e titulação* desejada, sem incluir e-mail ou redes sociais. Media Training Vitru Educação () - Refira-se ao espectador como "estudante". Media Training Vitru Educação () - Certifique-se de incluir, no *campo de anotações do apresentador de cada slide*, o contexto sobre o conteúdo que será abordado nesse slide durante a sua apresentação. Essa área é utlizada para validação do conteúdo pela coordenaçã de curso e não para leitura. EM RELAÇÃO A IMUNOLOGIA, COMO SE SENTE EM UMA ESCALDA DE 1 A 3? 1 Confuso(a) e perdido(a) no meio de tanta informação! Antígeno 2 Disposto a absorver todo o conhecimento! Anticorpo 3 Preparado(a) para aprender e ficar mais forte no assunto! Vacina Fonte da imagem: 2 Você já se perguntou como o entendimento aprofundado da imunologia pode transformar a abordagem do diagnóstico e tratamento de doenças? Neste slide, será discutido que entendimento aprofundado da imunologia clínica pode transformar significativamente a abordagem do diagnóstico e tratamento de doenças autoimunes, inflamatórias e infecciosas, pois permite um diagnóstico mais preciso e a escolha de terapias mais específicas e eficazes. Por exemplo, ao compreender os mecanismos imunológicos subjacentes a cada condição, o profissional de saúde pode identificar biomarcadores que indicam o estágio da doença, a resposta ao tratamento ou mesmo a predisposição a eventos adversos. No caso das doenças autoimunes, a imunologia clínica permite um melhor entendimento da disfunção do sistema imunológico, auxiliando na escolha de terapias que modulam especificamente a resposta imune, como os imunossupressores ou terapias biológicas. Já para as doenças inflamatórias, um conhecimento detalhado dos mediadores da inflamação pode ajudar a diferenciar condições com sintomas semelhantes, mas com mecanismos imunes distintos, permitindo tratamentos mais direcionados. Em relação às doenças infecciosas, a imunologia clínica é crucial para identificar como o sistema imunológico responde a diferentes patógenos e como isso pode ser explorado para otimizar o uso de vacinas, anticorpos monoclonais e terapias antivirais ou antibióticas. O papel do profissional de saúde, nesse contexto, é fundamental na personalização das terapias imunológicas, pois ele deve considerar não apenas a doença em si, mas também as características individuais do paciente, como predisposições genéticas, comorbidades, idade e até mesmo fatores socioeconômicos, para garantir que as terapias imunológicas sejam seguras, eficazes e adaptadas a cada caso específico. Media Training Vitru Educação () - Etapa 1 - *Problematização* O objetivo da etapa é gerar curiosidade no estudante, o colocando para pensar em um problema. Para concretizá-la, insira indagações que o desafie. É possível complementar o conteúdo desenvolvendo um cenário que contextualize essas indagações, em que o estudante seja protagonista na resolução da problemática. Mostrar menos Media Training Vitru Educação () - Certifique-se de incluir, no campo de *anotações do apresentador de cada slide*, o contexto sobre o conteúdo que será abordado nesse slide durante a sua apresentação. Essa área é utlizada para validação do conteúdo pela coordenaçã de curso e não para leitura. O entendimento aprofundado da imunologia clínica pode transformar significativamente a abordagem do diagnóstico e tratamento de doenças autoimunes, inflamatórias e infecciosas, pois permite um diagnóstico mais preciso e a escolha de terapias mais específicas e eficazes. Por exemplo, ao compreender os mecanismos imunológicos subjacentes a cada condição, o profissional de saúde pode identificar biomarcadores que indicam o estágio da doença, a resposta ao tratamento ou mesmo a predisposição a eventos adversos. Compreender os princípios fundamentais da Imunologia Clínica Identificar os marcadores sorológicos utilizados no contexto de doenças reumáticas Identificar as principais técnicas imunológicas utilizadas para investigação de patologias reumáticas. METAS DE APRENDIZAGEM Neste slide, serão apresentados os objetivos da aula. O objetivo é estabelecer um direcionamento claro sobre o que será abordado ao longo da aula. Media Training Vitru Educação () - As Metas de Aprendizagem descrevem o que você espera que o estudante alcance com a aula. Os verbos utilizados nas metas devem inserir o estudante de forma ativa neste processo. Alguns exemplos esperados são: "Aprender" "Compreender" "Identificar" "Analisar" Media Training Vitru Educação () - Não há quantidade exata para as metas, entretanto, é preciso mantê-las dentro da caixa de texto padrão (tamanho mínimo 24, Calibri). Elas devem ser organizadas em tópicos e iniciar com verbos no infinitivo. Media Training Vitru Educação () - *Recomendamos 03 metas.* O que é Imunidade? Resistência ou proteção contra algo, geralmente associados a agentes infecciosos e a patologias. Conjunto de mecanismos que defendem o organismos contra agentes infecciosos. Imunitas: proteção, insenção Imunologia Estudo dos mecanismos de defesa do organismo. Sistema imunológico Componentes do organismo que geram a resposta imunológica. Fonte da imagem: Media Training Vitru Educação () - Etapa 2 - *Significação* Nesta etapa, destaque a importância do conteúdo. Classificação da Resposta Imunológica Sistema Imune Inata Adaptativa Superfície: pele/mucosas Interna: Células: fagócitos (neutrófilos, macrófago/monócito, célula dendrítica; não fagócitos (eosinófilo, basófilo, mastócito, natural killer) Produtos solúveis: sistema complemento, proteínas de fase aguda, citocinas. Interna: Células: linfócitos T e B Produtos solúveis: anticorpos, citocinas. Imunidade Inata Inespecífica; Resposta imediata; Não é necessário exposição prévia; Não tem memória. Imunidade Adquirida Específica; Resposta tardia; Intensidade aumenta com o número de exposições; Tem memória. vs. RESPOSTA INATA O objetivo é controlar e impedir o avanço da infecção, o que ocorre via ativação de mecanismos inespecíficos para o patógeno em questão. São exemplos desses mecanismos inatos: barreiras físicas (muco, saliva e lagrimas) barreiras químicas(PH e enzimas digestivas), fagócitos, processo inflamatório e sistema complemento. RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA Quando em contato com um novo patógeno, a imunidade adaptativa memoriza quais mecanismos específicos são mais eficazes para defender órgãos e tecidos contra o patógeno em questão. A especificidade dessa resposta é o que a torna tão eficaz, no que tange à proteção do organismo. Desse modo, diante de uma nova exposição ao agressor previamente “memorizado”, o sistema imune adaptativo já sabe os mecanismos necessários para eliminá-lo. https://www.chatgpt.com Marcadores Imunológicos Fonte da imagem: Neste slide, será abordada a importância de compreender a poluição atmosférica como um desafio ambiental global. A apresentação destacará como esse conhecimento permite uma maior conscientização sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Além disso, será enfatizada a relevância de adotar práticas sustentáveis para proteger a biodiversidade e assegurar um futuro mais saudável, tanto para o planeta quanto para as futuras gerações. Marcadores Imunológicos Compreender a poluição atmosférica como um desafio ambiental global. A apresentação destacará como esse conhecimento permite uma maior conscientização sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Adotar práticas sustentáveis para proteger a biodiversidade e assegurar um futuro mais saudável, tanto para o planeta quanto para as futurasgerações. Fonte da imagem: Neste slide, será abordada a importância de compreender a poluição atmosférica como um desafio ambiental global. A apresentação destacará como esse conhecimento permite uma maior conscientização sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Além disso, será enfatizada a relevância de adotar práticas sustentáveis para proteger a biodiversidade e assegurar um futuro mais saudável, tanto para o planeta quanto para as futuras gerações. Como a resposta imunológica deve agir? Eliminar o patógeno sem causar danos ao hospedeiro. A ordem de eventos que ocorrem em uma resposta imune: Reconhecimento E depois? Ação/Efeito Ativação Os componentes do sistema imunológico (células e proteínas) precisam reconhecer o agente estressor (estranho) para iniciar sua resposta efetora. Ação/Efeito: mecanismos efetores para eliminação do agente estressor Se eliminado, o organismo volta a homeostasia. Quando reconhecem o antígeno os componentes imunes sofrem ativação, ao qual se tornam aptos e executar sua função como protetores. Neste slide, será explicado a ordem de eventos que ocorrem em uma resposta imune. Reconhecimento: os componentes do sistema imunológico (células e proteínas) precisam reconhecer o agente estressor (estranho) para iniciar sua resposta efetora. Ativação: quando reconhecem o antígeno os componentes imunes sofrem ativação, ao qual se tornam aptos e executar sua função como protetores. Ação/Efeito: mecanismos efetores para eliminação do agente estressor e depois? Se eliminado, o organismo volta a homeostasia. Media Training Vitru Educação () - Etapa 5 - *Conceitualização* Esta etapa consiste no conteúdo propriamente dito. Media Training Vitru Educação () - Mantenha os textos dos slides em formato de tópicos, deixando parágrafos apenas para citações. Ou ainda, fragmente grandes textos em mais de um slide. Reconhecimento Antígeno (bactérias, vírus, fungos, toxinas, medicamentos, alimentos....) Molécula que é capaz de se reconhecida por componentes do sistema imunológico. particulas-que-se-destacam-virus-por-exemplo-podem-ser-consideradas-antigenos-5a4e83477af33.jpg (500×375) Fonte da imagem: Neste slide, será apresentada a definição de antígeno. Lembrar os estudantes que várias estruturas pode ser consideradas antígenos, citar exemplos (bactérias, vírus, fungos, toxinas, medicamentos, alimentos....) 14 Media Training Vitru Educação () - As imagens selecionadas devem ter uma boa qualidade. Se atente ao efeito pixelado e às marcas d´água. Evite redimensioná-las, deixando "esticadas". Quando um antígeno entra no corpo, ativa linfócitos B e induz a produção de anticorpos específicos. Ativação Ação/Efeito Você se lembra do que é um anticorpo? Um dos mecanismos efetores da resposta imune é a produção de anticorpos pelos linfócitos B, que se enquadra dentro de uma resposta adaptativa, por isso leva um tempo para ocorrer. CURIOSIDADE: Adulto – 70 kg produz de 2 a 3 g de anticorpos por dia. 2/3 é IGA Explicar nesse slide que um dos mecanismos efetores da resposta imune é a produção de anticorpos pelos linfócitos B, que se enquadra dentro de uma resposta adaptativa, por isso leva um tempo para ocorrer. CURIOSIDADE: Adulto – 70 kg produz de 2 a 3 g de anticorpos por dia. 2/3 é IGA Instigar os estudantes a responder o que eles acham que é um anticorpo. Media Training Vitru Educação () - Além do conteúdo dos slides, é necessário inserir as suas falas no espaço de rodapé. Media Training Vitru Educação () - Durante a gravação da aula, não é necessário falar somente o que foi escrito no espaço de rodapé. É possível se expressar de forma dialógica e natural. Ação/Efeito Anticorpo Glicoproteína produzida pelos linfócitos B que se liga a antígenos desempenhando diversas funções efetoras. particulas-que-se-destacam-virus-por-exemplo-podem-ser-consideradas-antigenos-5a4e83477af33.jpg (500×375) Fonte da imagem: Neste slide, será explicado o conceito de anticorpos. É importante enfatizar que APENAS os linfócitos B produzem esse tipo de glicoproteína. 16 Media Training Vitru Educação () - As imagens selecionadas devem ter uma boa qualidade. Se atente ao efeito pixelado e às marcas d´água. Evite redimensioná-las, deixando "esticadas". Ensaios Imunológicos: São técnicas laboratoriais utilizadas para detectar e quantificar substâncias específicas com base na interação entre antígenos e anticorpos. Diagnóstico de processos patológicos Identificação da fase da doença Avaliar prognóstico de doença Avaliar eficácia terapêutica Avaliar resposta imunológica Teste de gravidez Controle de qualidade de em indústrias Neste slide, será definido o que são os imunoensaios e sua importância. 17 Introdução à Imunologia clínica Sorologia Desenvolvidos a partir de reações entre um antígeno e um anticorpo. Dessa forma, podem detectar o antígeno ou o anticorpo presente na amostra (de acordo com o kit utilizado). Pode ser utilizado para: Diagnóstico de processos patológicos Identificação da fase da doença (aguda, crônica, reincidência) Avaliar doença congênita Avaliar prognóstico de doença Avaliar eficácia terapêutica Avaliar resposta imunológica Introdução à Imunologia clínica Conceitos Avidez: medida da força total de ligação de um antígeno contendo muitos determinantes antigênicos e anticorpos. Especificidade: é a capacidade que o teste diagnóstico/triagem tem de detectar os verdadeiros negativos, isto é, de diagnosticar corretamente os indivíduos sadios. Sensibilidade: capacidade do teste em detectar pequenas quantidades do analito, amostras verdadeiramente positivas. Reação Cruzada: habilidade de um sítio de combinação de anticorpo em particular de reagir com mais de um determinante antigênico ou a habilidade de uma população de moléculas de anticorpos de reagir com mais de um antígeno. Tópico Introdução à Imunologia clínica Relação Antígeno-Anticorpo Antígenos + Anticorpos Imunocomplexo Fatores que afetam a relação Antígeno-Anticorpo: Concentração dos anticorpos pH do meio Temperatura Tempo de reação Efeito prozona: fenômeno que ocorre quando existem muitos anticorpos na amostra de soro analisada, em resposta ao antígeno infeccioso. O excesso de anticorpos gera uma desproporção em relação aos antígenos presentes no reagente, resultando na formação de complexos muito pequenos que não se aglomeram de modo a permitir aglutinação visível. Resultado FALSO-NEGATIVO Imunoensaios Reagentes não marcados É observado a formação do imunocomplexo a olho nu sem a adição de agentes amplificadores (marcadores). Custo benefício Mais rápido Menos sensível Formação de grande quantidade de imunocomplexos Exemplos: Precipitação, aglutinação, ensaios líticos, eletroforese, nefelometria, turbidimetria. Imunoensaios Reagentes marcados A interação antígeno-anticorpo (imuno complexo) é detectada com auxílio de reagentes conjugados a marcadores. Quais são esses marcadores? Enzimas, fluorocromos e isótopos radioativos. Alta sensibilidade Alta especificidade Automação Custo benefício Tempo Exemplos: ELISA, Imunofluorescência, Citometria de Fluxo, Western-blotting ELISA (do inglês Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) Citometria de Fluxo ELISPOT Imunofluorescência Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos Analito de interesse (amostra) Reagente (Kit comercial) Antígeno Anticorpo Anticorpo Antígeno Quando o anticorpo se liga ao antígeno forma o imunocomplexo. Essa relação é o princípio fundamental dos imunoensaios. Neste slide, será contextualizado, de modo geral, o princípio dos imunoensaios, que é a interação antígeno-anticorpo para a formação dos imunocomplexos. Enfatizar a lógica dos imunoensaios, se você pretende pesquisar o antígeno na amostra do paciente, o reagente de trabalho proveniente do Kit comercial conterá anticorpos contra esse antígeno. Agora, se o alvo de pesquisa é um anticorpo, o reagente de trabalho conterá o antígeno específico para esse anticorpo. 24 Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos Os imunoensaios,são a interação antígeno-anticorpo para a formação dos imunocomplexos. Ex:. se você pretende pesquisar o antígeno na amostra do paciente, o reagente de trabalho proveniente do Kit comercial conterá anticorpos contra esse antígeno. Agora, se o alvo de pesquisa é um anticorpo, o reagente de trabalho conterá o antígeno específico para esse anticorpo. Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos Aqui, no primeiro momento discutir um pouco sobre os tipos de anticorpos. Os anticorpos se dividem em classes de acordo com suas propriedades físico-química e antigênica. Discutir o fato de que, geralmente, em ensaios imunológicos os dois anticorpos pesquisados são IgM e IgG. Depois apresentar o g´rafico (características de cada um) IgM: interage com até 10 Ags. Grande e pesado não atravessa a placenta IgG: anticorpo de alta afinidade- Anticorpos de linfócitos de memória – Monomérico e baixo peso molecular atravessa a placenta 26 Os tipos de anticorpos: Os anticorpos se dividem em classes de acordo com suas propriedades físico-química e antigênica. Geralmente, em ensaios imunológicos os dois anticorpos pesquisados são IgM e IgG. Depois apresentar o gráfico (características de cada um) IgM: interage com até 10 Aglutinações. Grande e pesado não atravessa a placenta IgG: anticorpo de alta afinidade- Anticorpos de linfócitos de memória – Monomérico e baixo peso molecular atravessa a placenta. Aqui, no primeiro momento discutir um pouco sobre os tipos de anticorpos. Os anticorpos se dividem em classes de acordo com suas propriedades físico-química e antigênica. Discutir o fato de que, geralmente, em ensaios imunológicos os dois anticorpos pesquisados são IgM e IgG. Depois apresentar o g´rafico (características de cada um) IgM: interage com até 10 Ags. Grande e pesado não atravessa a placenta IgG: anticorpo de alta afinidade- Anticorpos de linfócitos de memória – Monomérico e baixo peso molecular atravessa a placenta 27 Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos Efeito Prozona: É um erro analítico em testes imunológicos (sorologia, aglutinação, VDRL) caracterizado por um resultado falso-negativo ou falsamente baixo, mesmo quando há uma alta concentração de antígenos ou anticorpos na amostra. Neste slide, contextualizar o que é o efeito prozona e seu efeito no resultado da reação. Explicar que existem doenças, como a sífilis que esse fenômeno ocorre com certa frequência. O excesso de anticorpos gera uma desproporção em relação aos antígenos presentes no reagente, resultando na formação de complexos instáveis, que se soltam com facilidade. A diluição da amostra pode corrigir o problema, reduzindo a concentração de anticorpos e permitindo a formação dos complexos imunes. 28 Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos Relação Antígeno-Anticorpo Efeito Prozona: fenômeno que ocorre quando existem muitos anticorpos na amostra analisada, impedindo a formação de complexo que não se aglomeram de modo a permitir aglutinação visível. Resultado: Falso-negativo Solução: Diluir a amostra Neste slide, contextualizar o que é o efeito prozona e seu efeito no resultado da reação. Explicar que existem doenças, como a sífilis que esse fenômeno ocorre com certa frequência. O excesso de anticorpos gera uma desproporção em relação aos antígenos presentes no reagente, resultando na formação de complexos instáveis, que se soltam com facilidade. A diluição da amostra pode corrigir o problema, reduzindo a concentração de anticorpos e permitindo a formação dos complexos imunes. 29 Entendendo a dinâmica dos ensaios imunológicos EFEITO PROZONA Existem doenças, como a sífilis que esse fenômeno ocorre com certa frequência. O excesso de anticorpos gera uma desproporção em relação aos antígenos presentes no reagente, resultando na formação de complexos instáveis, que se soltam com facilidade. A diluição da amostra pode corrigir o problema, reduzindo a concentração de anticorpos e permitindo a formação dos complexos imunes. Neste slide, contextualizar o que é o efeito prozona e seu efeito no resultado da reação. Explicar que existem doenças, como a sífilis que esse fenômeno ocorre com certa frequência. O excesso de anticorpos gera uma desproporção em relação aos antígenos presentes no reagente, resultando na formação de complexos instáveis, que se soltam com facilidade. A diluição da amostra pode corrigir o problema, reduzindo a concentração de anticorpos e permitindo a formação dos complexos imunes. 30 https://www.unasus.gov.br/especial/covid19/markdown/229 “Pelos achados desses dois estudos aparentemente os vírus da dengue e o novo coronavírus têm alguma similaridade antigênica, o que explicaria as reações cruzadas. Esses achados têm clara implicação prática, não só para o diagnóstico de COVID-19 e de dengue em regiões onde ambas as doenças estejam sendo transmitidas, como também na interpretação de inquéritos soroepidemiológicos para estimar a prevalência de anticorpos contra o SARS-CoV-2 onde tenha ocorrido transmissão recente de dengue e a prevalência de anticorpos contra esses vírus (dengue 1, 2, 3 e/ou 4) seja alta.” Neste slide, será comentado a respeito do artigo apresentado de forma resumida. Será uma forma de estimular a curiosidade a respeito do que é a reação cruzada. A reação cruzada entre antígeno e anticorpo ocorre quando um anticorpo, que foi gerado contra um antígeno específico, também reage com outro antígeno que apresenta uma estrutura semelhante. Isso pode acontecer porque ambos os antígenos compartilham sequências de aminoácidos ou estruturas tridimensionais semelhantes, o que permite que o anticorpo se ligue a eles, embora um deles não seja o alvo original. https://www.google.com.br/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.dietasemgluten.com.br%2F2019%2F11%2Freatividade-cruzada-como-seu-corpo-pode.html&psig=AOvVaw2omBrpF_r_7dNartocb4ns&ust=1739284869810000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBQQjRxqFwoTCNi-h6WruYsDFQAAAAAdAAAAABAE Reação Cruzada Habilidade de um sítio de combinação de anticorpo reagir com mais de um antígeno. Reatividade Reatividade Cruzada Não reatividade Resultado: Falso-positivo Solução: Diluir a amostra Realizar testes confirma- tórios. Fonte da imagem: Neste slide, será explicada o conceito de reação cruzada: A reação cruzada entre antígeno e anticorpo ocorre quando um anticorpo, que foi gerado contra um antígeno específico, também reage com outro antígeno que apresenta uma estrutura semelhante. Isso pode acontecer porque ambos os antígenos compartilham sequências de aminoácidos ou estruturas tridimensionais semelhantes, o que permite que o anticorpo se ligue a eles, embora um deles não seja o alvo original. 33 Tipos de ensaios imunológicos Aqui, será apresentado as principais diferenças entre imunoensaios com reagente não marcado e marcado. Media Training Vitru Educação () - Etapa 3 - *Experimentação* Nesta etapa, apresente pontos de vista e explore possibilidades a partir do tema principal. Media Training Vitru Educação () - Etapa 4 - *Reflexão* Logo após, insira questionamentos que façam o estudante refletir sobre o seu processo de aprendizagem, expandindo o que foi abordado sobre o tema. Tipos de ensaios imunológicos A necessidade do imunocomplexo ser grande para visualização dos resultados em imunoensaios com reagentes não marcados, pois geralmente a formação do imunocomplexo é visualizada a olho nu. Agora com a utilização de reagente marcado isso não acontece, pois a substância utilizada para marcação amplifica o sinal de formação do imunocomplexo. Aqui, será apresentado as principais diferenças entre imunoensaios com reagente não marcado e marcado. Tipos de ensaios imunológicos https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_%28Florian%C3%B3polis%29 https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_rural Fonte da imagem: Fonte da imagem: Enfatizar a necessidade do imunocomplexo ser grande para visualização dos resultados em imunoensaios com reagentes não marcados, pois geralmente a formação do imunocomplexoé visualizada a olho nu. Agora com a utilização de reagente marcado isso não acontece, pois a substância utilizada para marcação amplifica o sinal de formação do imunocomplexo. Media Training Vitru Educação () - *Lembre-se de inserir a fonte das imagens.* https://www.chatgpt.com Marcadores de Doenças Reumáticas Fonte da imagem: Media Training Vitru Educação () - Etapa 2 - *Significação* Nesta etapa, destaque a importância do conteúdo. Doenças reumáticas Conjunto de doenças que acometem o sistema locomotor (ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. Qual a causa? Influenciada por fatores genéticos, imunológicos e infecciosos. Tipo de manifestação: Aguda: associada a um fator exógeno (menor que 6 semanas) Crônica: associada a manifestação autoimune (maior que 6 semanas) O processo inflamatório é um dos principais elementos etiopatogênicos das doenças reumáticas. É necessário compreender como o sistema imune interage diante dessas infecções e, para isso, utilizamos os exames laboratoriais https://images.app.goo.gl/G1gfXvQehrAhoQhW8 Doenças Reumáticas Conjunto de doenças que acometem o sistema locomotor (ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos). Elas podem variar bastante em termos de sintomas e gravidade, mas, no geral, o ponto comum é que causam dor, inchaço e, às vezes, até dificuldade de movimento. Qual a causa? Influenciada por fatores genéticos, imunológicos e infecciosos. Fonte da imagem: Neste slide, definir o que é doença reumática e o que é reumatismo. Doenças reumáticas são um grupo de condições que afetam as articulações, os músculos, os ossos e até outros tecidos do corpo, como tendões e ligamentos. Elas podem variar bastante em termos de sintomas e gravidade, mas, no geral, o ponto comum é que causam dor, inchaço e, às vezes, até dificuldade de movimento. 39 Na osteoartrite, também conhecida como artrose, temos um processo degenerativo nas estruturas cartilaginosas. Com isso, os ossos perdem o revestimento cartilaginoso, o que os expõe diretamente aos impactos gerados pelos diversos tipos de movimentos que realizamos, e a estrutura óssea passa a ser comprometida pelo desgaste. Esse desgaste gera alterações nos ossos e conduz a formação de um processo inflamatório na membrana sinovial, que contribui para manifestação de dor ao realizar movimentos Artrose FONTE: . Acesso em: 20 dez. 2020. Fonte da imagem: Fonte da imagem: FONTES ESTACIONÁRIAS: Doenças reumáticas Traumático/Mecânico Tendinite Bursite Autoimune LES: Lúpus Eritematoso Sistêmico Artrite reumatóide Degenerativas Artrose Osteoartrite Fibriomialgia Infecciosas Febre Reumática Artrite bacteriana Metabólicas Gota Osteoporose Fonte da imagem: Neste slide, relacionar a causa da doenças reumática com o nome da doença. 42 Na artrite reumatoide (AR), células do sistema imune atacam os componentes teciduais do próprio indivíduo, pois é uma doença autoimune. Trata-se de uma doença inflamatória, autoimune sistêmica, que acomete aproximadamente 1% da população mundial, apresentando maior propensão de desenvolvimento em mulheres. Apesar de acometer indivíduos de qualquer idade, a maior incidência ocorre na faixa entre 50 e 75 anos. Fonte da imagem: Inflamação crônica das articulações Sistema Imunológico ataca a membrana sinovial Perda da cartilagem Erosão dos ossos Perda da função Artrite Reumatóide (AR) Fator Reumatóide (FR) https://images.app.goo.gl/NxYrc6ijC1jaJ5wo7 Autoanticorpo. IgM produzidos contra IgG – anticorpo se liga em outro anticorpo. Por que dosar FR plasmática? Região Fc Imunocomplexo DANO TECIDUAL Cerca de 80% de indivíduos com AR apresentam positividade para FR Marcador de prognóstico na AR Marcador de resposta terapêutica Fonte da imagem: AR: Artrite Reumatóide Neste slide, será explicado o conceito de autoanticorpo e de fator reumatoide. Imagem: O fator reumatoide, em vez de agir contra vírus ou bactérias como a maioria dos anticorpos, acaba se "voltando" contra os tecidos do próprio corpo, principalmente as articulações. Ele se liga a essas imunoglobulinas (IgG) e forma complexos imunes, que podem causar inflamação nas articulações, gerando dano tecidual e sintomas como dor, inchaço, rigidez e perda de movimento. Embora o fator reumatoide seja mais associado à artrite reumatoide (AR), nem toda pessoa com FR positivo tem essa doença, e nem toda pessoa com AR terá FR positivo. Ou seja, o fator reumatoide é um marcador importante, mas não é definitivo para o diagnóstico de artrite reumatoide. Infecção por Streptococcus pyogenes Faringite: inflamação na faringe - presença de pus Impetigo: infecção da pele com aparecimento de bolhas Erisipela: infecção da derme profunda - inflamação A febre reumática é uma doença autoimune decorrente de uma infecção nas vias aéreas superiores causada por Streptococcus pyogenes. Febre reumática: A febre reumática é uma doença autoimune que pode se desenvolver após uma infecção de garganta causada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Ela é uma das complicações mais graves dessa infecção, mas felizmente é evitável com o tratamento adequado da infecção estreptocócica. A febre reumática afeta principalmente crianças e adolescentes, mas pode ocorrer em qualquer idade. Quando uma pessoa é infectada por Streptococcus pyogenes e não recebe o tratamento adequado com antibióticos (geralmente penicilina), o sistema imunológico pode começar a produzir anticorpos contra a bactéria. O problema é que, em alguns casos, esses anticorpos não apenas atacam a bactéria, mas também atacam tecidos do próprio corpo, em um fenômeno chamado reação cruzada. Associar ao que já foi discutido sobre reação cruzada. Fonte da imagem: 47 Febre Reumática Doença multissistêmica – 3% de indivíduos com faringite Comum em crianças e adolescentes Brasil: 30.000 casos novos/ano Sintomas: inflamação de articulações, coração, SNC e pele Artrite Cardiopatia Coréia Nódulos Eritema marginado A febre reumática (FR) é uma doença inflamatória, sistêmica, deflagrada pelo que se manifesta como uma sequela tardia não supurativa de uma infecção respiratória das vias aéreas superiores causada pelo Streptococcus pyogenes, ou seja, um estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Antiestreptolisina O (ASO) https://images.app.goo.gl/NxYrc6ijC1jaJ5wo7 Anticorpo contra Estreptolisina O – antiestreptolisina O Produzido quando há um processo infeccioso causada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Quando o exame ASO é solicitado? Suspeita de infecção por Streptococcus pyogenes ou monitoramento do seu estágio evolutivo. Eleva-se após 7 dias de infecção Pico: 3 a 6 semanas Febre Reumática Doença multissistêmica – 3% de indivíduos com faringite Comum em crianças e adolescentes Sintomas: artrite, cardiopatia, eritema marginado, coréia, entre outros. Fonte da imagem: Neste slide, a respeito de outro marcador de uma doença reumática chamada febre reumática. Comentar que o anticorpo antistreptolisina O (ASO) é um anticorpo produzido pelo corpo em resposta a uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, o mesmo microrganismo responsável por diversas doenças, como faringite estreptocócica, escarlatina e até infecções mais graves. Explicar o que é a febre reumática: A febre reumática é uma doença autoimune que pode se desenvolver após uma infecção de garganta causada pela bactéria Streptococcus pyogenes (a mesma responsável pela faringite estreptocócica, popularmente conhecida como "garganta inflamada"). Ela é uma das complicações mais graves dessa infecção, mas felizmente é evitável com o tratamento adequado da infecção estreptocócica. A febre reumática afeta principalmente crianças e adolescentes, mas pode ocorrer em qualquer idade. Quando uma pessoa é infectada por Streptococcus pyogenes e não recebe o tratamento adequado com antibióticos (geralmente penicilina), o sistema imunológico pode começar a produzir anticorpos contra a bactéria. O problema é que, em alguns casos, esses anticorposnão apenas atacam a bactéria, mas também atacam tecidos do próprio corpo, em um fenômeno chamado reação cruzada. Associar ao que já foi discutido sobre reação cruzada. Proteína C Reativa (PCR) https://images.app.goo.gl/NxYrc6ijC1jaJ5wo7 Produzida pelo fígado logo no início de um processo inflamatório no organismo. Proteína plasmática de fase aguda – Imunidade Inata. Alteração de [ ] plasmáticas em resposta a estímulos inflamatórios. Características da PCR Proteína de fase aguda mais sensível Não sofre interferência na presença de desordens hematológicas Secreção se inicia de 4 a 6 horas após o estímulo Meia vida: 19 horas Elevação e desaparecimento rápidos Fonte da imagem: Neste slide, esclarecer o que a Proteína C reativa. Explicar que é uma proteína produzida pelo fígado logo no início de um processo inflamatório no organismo. Ela tem a função de ajudar o sistema imunológico a lidar com o problema, e seu nível aumenta bastante quando o corpo está respondendo a algum tipo de dano ou infecção. Por isso é um marcador comumente utilizado em doenças reumáticas, seja para auxílio diagnóstico ou para acompanhamento do tratamento Comentar: - Não é um marcador específico para nenhuma doença, podendo aparecer em diversas situações clínicas. embora ela não diga exatamente o que está causando a inflamação, ela indica que algo está acontecendo. Proteína pentamérica anelar (anel) No soro de pacientes saudáveis, raramente a PCR excede 10mg/dl Proteína C Reativa (PCR) . Ela tem a função de ajudar o sistema imunológico a lidar com o problema, e seu nível aumenta bastante quando o corpo está respondendo a algum tipo de dano ou infecção. Por isso é um marcador comumente utilizado em doenças reumáticas, seja para auxílio diagnóstico ou para acompanhamento do tratamento. O fator reumatoide, em vez de agir contra vírus ou bactérias como a maioria dos anticorpos, acaba se "voltando" contra os tecidos do próprio corpo, principalmente as articulações. Ele se liga a essas imunoglobulinas (IgG) e forma complexos imunes, que podem causar inflamação nas articulações, gerando dano tecidual e sintomas como dor, inchaço, rigidez e perda de movimento. Embora o fator reumatoide seja mais associado à artrite reumatoide (AR), nem toda pessoa com FR positivo tem essa doença, e nem toda pessoa com AR terá FR positivo. Ou seja, o fator reumatoide é um marcador importante, mas não é definitivo para o diagnóstico de artrite reumatoide. Fonte da imagem: Imunoensaios utilizados para dosagem de marcadores reumáticos 52 Reações de Aglutinação https://vaiquimica.com.br/wp-content/uploads/2022/01/representacao_chuva_acida.png Reações em que o anticorpo reage com um antígeno presente em uma partícula, ou seja, insolúvel. Intepretação: produção de agregados (olho nu ou microscopia). Indireta: Fixação de um antígeno ou anticorpo em uma célula ou partícula inerte (esse antígeno não é natural daquela estrutura) Direta: os epítopos ou determinantes antigênicos se encontram naturalmente na superfície da célula. Fonte da imagem: Neste slide, será definido o que são as reações de aglutinação, pontuar que é um imunoensaio com reagente não marcado. Enfatizar que para visualizar o resultado corretamente, deve-se ter a formação de grandes quantidades de imunocomplexos. Imagem representa aglutinação direta e indireta: Direta: os epítopos ou determinantes antigênicos se encontram naturalmente na superfície da célula. Indireta: Fixação de um antígeno ou anticorpo em uma célula ou partícula inerte (esse antígeno não é natural daquela estrutrura) https://images.app.goo.gl/qmM3bnyew7RBzCuR7 Aglutinação em látex Partículas de látex sensibilizadas Amostra Látex sensibilizado com... PCR (antígeno) Anticorpo anti-PCR FR (anticorpo) Antígeno IgG humana ASO (anticorpo) Antígeno estreptolisina O Resultado: Qualitativo: Positivo ou Negativo Semi-quantitativo: Diluição seriada da amostra https://youtu.be/STkpFGcp764?si=IEbb0GQ2V9GVJSVC Fonte da imagem: Neste slide, será destacada a aglutinação em látex, um tipo de aglutinação INDIRETA. Explicar a relação do analito pesquisado e o reagente de trabalho para dosagem de PCR, FR e ASO Enfatizar, que por esse método não podemos obter resultado quantitativo, ou seja, a concentração correta do analito. 54 Quanto mais turva a amostra, mais concentrada ela estará. A turbidimetria mede a redução na intensidade da luz transmitida por uma amostra devido à presença de partículas em suspensão. Em outras palavras, a luz passa através da amostra e a quantidade de luz absorvida ou dispersada pelas partículas é medida. A nefelometria, por sua vez, mede a intensidade da luz dispersada pelas partículas em um ângulo específico (geralmente entre 10° a 90°) em relação à direção da luz incidente. Nefelometria vs. Turbidimetria Fonte da imagem: https://images.app.goo.gl/oS8qE439iqYgjK167 Técnicas envolvendo dispersão da luz A reação de precipitação é detectada por medição óptica de soluções. A quantidade e natureza da transmissão e dispersão vai depender: Tamanho das partículas Concentração Resultado: Quantitativo: grau de turvação da solução (automatizada) Nefelometria vs. Turbidimetria Fonte da imagem: Neste slide, serão explicado que as técnicas imunológicas que envolvem dispersão da luz são métodos que utilizam a interação entre a luz e as partículas presentes em uma amostra para detectar, quantificar ou caracterizar moléculas específicas, como anticorpos ou antígenos. Deixar claro que por mais que podemos obter um resultado quantitativo, pois é utilizado equipamente para leitura da amostra, se trata de um ensaio com reagente não marcado. Abordar também o fato de que quanto mais turva a amostra, mais concentrada ela estará. A turbidimetria mede a redução na intensidade da luz transmitida por uma amostra devido à presença de partículas em suspensão. Em outras palavras, a luz passa através da amostra e a quantidade de luz absorvida ou dispersada pelas partículas é medida. A nefelometria, por sua vez, mede a intensidade da luz dispersada pelas partículas em um ângulo específico (geralmente entre 10° a 90°) em relação à direção da luz incidente. 56 E EM QUE CONTEXTO ISSO PODE SER APLICADO? Atuação de biomédicos e bioquímicos em laboratórios de análises clínicas e pesquisa diagnóstica. Profissional que atua em indústrias com foco no desenvolvimento de testes rápidos, na indústria de biotecnologia e biofármacos. Neste slide, será destacada a importância do conteúdo abordado na aula. 57 Media Training Vitru Educação () - Etapa 6 - *Ação* Na última etapa, relembre brevemente o que foi ensinado na aula. Em seguida, *aponte situações* em que o conteúdo apresentado pode ser aplicado, seja no *dia a dia do estudante ou mercado de trabalho.* Media Training Vitru Educação () - Lembre-se de que o objetivo desta etapa *NÃO* é trazer uma atividade ou tarefa para o estudante e sim, exemplos reais que se dão no cotidiano ou mercado de trabalho. Tópico 1 Vamos colocar o cérebro para funcionar... Na sorologia a detecção de altos níveis de IgM é indicativo de infecção ativa. (_)V (_) F A formação de imunocomplexo é resultado da interação entre os anticorpos de diferentes classes entre si. (_) V (_) F Todos ensaios imunológicos possuem o mesmo princípio que é a detecção do anticorpo na amostra. (_) V (_) F O efeito prozona pode resultar em resultados falso negativo. (_) V (_) F Ana Paula Vieira (APV) - 1 - VERDADEiRO Ana Paula Vieira (APV) - 2- FALSO Ana Paula Vieira (APV) - 3 - FALSO Ana Paula Vieira (APV) - 4 - VERDADEIRO Neste slide, será feita a conclusão da aula, com uma mensagem de encerramento direcionada ao estudante. O foco será reforçar a importância do conteúdo aprendido, destacando como os impactos da poluição atmosférica foram abordados, tanto no meio ambiente quanto na saúde humana, e ressaltando a importância de ações para mitigar esses efeitos. A mensagem final será positiva e encorajadora, desejando sucesso nos estudos e incentivando a aplicaçãodo conhecimento adquirido. Media Training Vitru Educação () - Não utilize expressões que indiquem sequencialidade ou temporalidade. São indicadas frases como: "Obrigado pela atenção!" "Bons estudos!" "Sucesso nos estudos!" "Foi um prazer discutir esses tópicos com vocês." "Foi ótimo compartilhar este conhecimento com vocês." image1.png image12.png image18.png image19.png image20.png image10.png image4.png image2.png image21.png image22.jpeg image5.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.jpeg image6.png image28.jpeg image16.png image29.png image30.png image31.png image32.jpeg image33.emf image34.jpeg image35.jpeg image36.png image37.jpeg image15.png image38.gif image39.png image40.png image41.jpeg image42.png image3.png image43.png image44.png image7.png image45.jpeg image46.jpeg image47.png image48.jpeg image49.jpeg image50.jpeg image51.png image52.png image53.png image8.png image54.png image55.png image56.jpg image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.png image63.jpeg image64.png image65.png image66.gif image67.png image68.png image69.png image17.png image70.gif image11.png