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DENISE SOARES DE SENA
Fechamento de Espaços Edêntulos Posteriores Decorrente de Perda Dentária 
Rio de Janeiro – RJ
2026
DENISE SOARES DE SENA
Fechamento de Espaços Edêntulos Posteriores Decorrente de Perda Dentária 
Trabalho de Conclusão de Curso de Pós-Graduação em Ortodontia, apresentado à Faculdade Garça Branca como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Ortodontia.
Orientador: Larissa Soares Lima da Silva
Rio de Janeiro – RJ
2026
Deixar esta página em branco, para inclusão posterior da FICHA CATALOGRÁFICA
DENISE SOARES DE SENA
Fechamento de Espaços Edêntulos Posteriores Decorrente de Perda Dentária 
Trabalho de Conclusão de Curso de Pós-Graduação em Ortodontia, apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Ortodontia.
BANCA EXAMINADORA
___________________________________
Larissa Soares Lima da Silva(Orientador)
___________________________________
Luana Lima Nogueira (Coorientadora)
___________________________________
Nome do Examinador (Segundo Examinador)
Rio de Janeiro, _____ de ___________ de 2026
Nota obtida: ____________
Dedicatória (não é obrigatório)
AGRADECIMENTOS
A minha família...
Aos professores...
RESUMO
O fechamento de espaços deixados pela perda de dentes posteriores é um desafio significativo na prática odontológica, particularmente nos âmbitos ortodôntico e de reabilitação. A falta de dentes posteriores pode resultar em mudanças funcionais e estéticas, como deslocamento dos dentes, extrusão dos antagonistas, perda de suporte oclusal e comprometimento da mastigação. Nesse contexto, o fechamento ortodôntico dos espaços se apresenta como uma opção viável em vez da reabilitação protética ou implantada, especialmente para pacientes mais jovens ou que têm contra indicações para implantes. Essa estratégia exige um planejamento cuidadoso, levando em conta aspectos como a quantidade de espaço disponível, estado periodontal, padrão facial e ancoragem necessária. Ademais, o uso de aparelhos auxiliares, como mini-implantes, tem desempenhado um papel importante no controle do movimento dos dentes, tornando os resultados mais previsíveis. Embora tenha suas vantagens, o fechamento de espaços posteriores pode trazer algumas desvantagens, como um tempo de tratamento mais longo e a necessidade de um controle mais rigoroso da mecânica ortodôntica. Portanto, a seleção da abordagem mais adequada deve ser personalizada, com o objetivo de recuperar a função, a estética e a estabilidade oclusal a longo prazo. 
Descritores: perda dentária; fechamento de espaço; ortodontia.
OBSERVAÇÕES:
1) O resumo deve ter esse formato de bloco, sem divisão de parágrafos.
2) As três palavras-chave devem ser obtidas no dicionário de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS).
ABSTRACT
The closure of spaces left by the loss of posterior teeth is a significant challenge in dental practice, particularly in the fields of orthodontics and rehabilitation. The absence of posterior teeth can lead to functional and esthetic changes, such as tooth migration, extrusion of antagonists, loss of occlusal support, and impaired mastication. In this context, orthodontic space closure emerges as a viable alternative to prosthetic or implant-supported rehabilitation, especially for younger patients or those with contraindications for implants. This approach requires careful planning, taking into account factors such as the amount of available space, periodontal condition, facial pattern, and required anchorage. Furthermore, the use of auxiliary devices, such as mini-implants, has played an important role in controlling tooth movement, making outcomes more predictable. Although it has its advantages, posterior space closure may present some drawbacks, such as longer treatment time and the need for stricter control of orthodontic mechanics. Therefore, the selection of the most appropriate approach should be individualized, aiming to restore function, esthetics, and long-term occlusal stability.
Key-words: tooth loss; space closure; orthodontics.
OBSERVAÇÕES:
1) O abstract deve ter esse formato de bloco, sem divisão de parágrafos.
2) As três palavras-chave em inglês devem corresponder à tradução do descritor em português, exatamente conforme consta no dicionário de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS).
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 ........................................................................................................	p. xx
Figura 2 ........................................................................................................	p. xx
Figura 3 ........................................................................................................	p. xx
Figura 4 ........................................................................................................	p. xx
OBSERVAÇÕES:
1) As figuras devem ser numeradas e listadas, aqui, na ordem em que aparecem no corpo do texto, indicada a página em que se encontram.
2) São consideradas figuras: fotografias, ilustrações e esquemas elaborados ou não pelo autor.
3) No corpo do texto, logo abaixo da figura, deve constar sua fonte. No caso de figuras de outros autores, informar a referência. No caso de fotografias de pacientes da Escola, indicar assim: Fonte: Acervo Ortho4all Escola de Ortodontia
4) Havendo tabelas ou gráficos, será necessário incluir as listas correspondentes (Lista de Tabelas e Lista de Gráficos) em páginas adicionais, com a mesma formatação desta. 
5) Não se recomenda fazer lista de abreviaturas. Siglas e abreviaturas devem ser evitadas ao máximo e, quando indispensáveis, é fundamental que sejam descritas por extenso na primeira vez em que aparecem no texto.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................	p. xx
2. REVISÃO DE LITERATURA ...................................................................	p. xx
2.1. SEÇÃO SECUNDÁRIA .........................................................................	p. xx
2.1.1. Seção Terciária .................................................................................	p. xx
Pode inserir outras seções secundárias e terciárias, conforme a necessidade, respeitando a numeração sequencial e o formato indicado aqui (letras maiúsculas ou minúsculas).
3.RELATO DE CASO ................................................................................. p. xx
Não sendo um trabalho com relato de caso, deve-se remover esta seção e ajustar a numeração das seções seguintes.
4.DISCUSSÃO ............................................................................................ p. xx
4.1. SEÇÃO SECUNDÁRIA .........................................................................	p. xx
4.1.1. Seção Terciária .................................................................................	p. xx
Pode inserir outras seções secundárias e terciárias, conforme a necessidade, respeitando a numeração sequencial e o formato indicado aqui (letras maiúsculas ou minúsculas).
5.CONCLUSÃO .......................................................................................... p. xx
REFERÊNCIAS .......................................................................................... p. xx
ANEXOS .....................................................................................................	p. xx
APÊNDICES ...........................................................................................	p. xx
Não havendo anexos ou apêndices, deve-se remover estas seções.
1. INTRODUÇÃO
A perda de dentes na parte posterior é um assunto importante na Odontologia moderna, apresentando uma alta taxa de ocorrência e um impacto significativo na mastigação e na estabilidade da mordida (Silva et al., 2020). Ao contrário da falta de dentes frontais, que está mais relacionadaà estética, a ausência de dentes na parte de trás prejudica a eficiência na mastigação e pode levar a alterações funcionais progressivas no sistema estomatognático (Mangano et al.,2019). Os principais fatores que contribuem para isso incluem cáries dentária, doenças periodontais e traumas, muitas vezes associados a problemas no acesso ou na continuidade do tratamento dentário (Silva et al., 2020). Além disso, a perda de dentes está ligada à diminuição da qualidade de vida, impactando tanto os aspectos funcionais quanto os psicossociais da pessoa (Mangano et al.,2019)
As repercussões da perda de dentes posteriores vão além da simples falta do dente, englobando diversas alterações biomecânicas na arcada dentária. A movimentação mesial dos dentes próximos para a área desdentada é um fenômeno amplamente documentado na literatura (Joo et al., 2018), assim como a inclinação axial e a rotação dos dentes, que levam à diminuição do espaço para próteses. A extrusão do dente oposto também é um efeito frequentemente notado, que agrava a desorganização da oclusão (Mangano et al., 2019). Essas mudanças representam um obstáculo para futuras reabilitações e podem demandar intervenções anteriores para restaurar o espaço adequado (Joo et al., 2018). Além disso, a distribuição inadequada das forças durante a mastigação pode causar sobrecarga em dentes remanescentes e nas estruturas de suporte, aumentando o risco de desenvolver disfunções temporomandibulares (Silva et al., 2020).
Nesse cenário, o cuidado com áreas onde faltam dentes posteriores pode incluir várias estratégias, como reabilitação com próteses, colocação de implantes ou fechamento ortodôntico do espaço (Papadopoulos, 2020). A escolha do tratamento deve levar em conta aspectos como a idade do paciente, o estado periodontal e a viabilidade do movimento dos dentes (Joo et al., 2018). O fechamento ortodôntico do espaço é uma opção conservadora em situações específicas, pois possibilita o deslocamento controlado dos dentes sem intervenções mais invasivas (Papadopoulos, 2020). Para isso, são empregadas diferentes técnicas ortodônticas, como sistemas de deslizamento e mecânicas segmentadas, que se distinguem, principalmente, pela maneira como são aplicadas e como as forças são controladas (Andreasen, 1970). Essas técnicas exigem um entendimento dos princípios biomecânicos para assegurar a eficácia e a previsibilidade durante o tratamento.
Além disso, aparelhos como elásticos intermaxilares e cadeias elastoméricas apresentam um comportamento viscoelástico, resultando em uma diminuição gradual da força ao longo do tempo, o que pode afetar a continuidade do movimento dos dentes (Gioka et al., 2006; Wang et al., 2007). O controle da ancoragem é reconhecido como um dos aspectos mais importantes durante o fechamento de espaços, pois previne movimentações indesejadas dos dentes de suporte (Papadopoulos, 2020). Nesse contexto, o uso de ancoragem esquelética, com mini-implantes, tem sido amplamente recomendado por oferecer um melhor controle biomecânico e maior previsibilidade clínica (Papadopoulos, 2020). Diante disso, o objetivo deste trabalho é examinar, através de uma revisão da literatura, as principais mecânicas ortodônticas empregadas no fechamento de espaços edêntulos posteriores resultantes da perda de dentes, com foco nos
princípios biomecânicos, na gestão da ancoragem e na eficácia clínica dessas
metodologias.
(...)
OBSERVAÇÕES:
1) A introdução e todas as seções seguintes têm o número de páginas que precisarem ter. Não há regra pré-estabelecida para isso.
2) A numeração das páginas é contada a partir da folha de rosto, contudo, os números só aparecem impressos a partir da primeira folha da Introdução.
2. REVISÃO DE LITERATURA
Incluir aqui seu texto da Revisão de Literatura, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
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(...)
OBSERVAÇÃO:
1) As citações no corpo do texto devem obedecer ao sistema AUTOR (data).
Ex: FERREIRA (2022)
2) Citações com até três autores devem conter o nome de todos os autores. Ex: SILVA, BATISTA e LOPES (2021) ...
3) Em citações com mais de três autores devem dispor o nome do primeiro autor seguido da designação latina et al.
Ex: MACEDO et al (2019) ...
3. RELATO DE CASO
Incluir aqui seu texto do Relato de Caso, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
Incluir aqui seu texto do Relato de Caso, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência..
Incluir aqui seu texto do Relato de Caso, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
(...)
4. DISCUSSÃO
Incluir aqui seu texto da Discussão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
Incluir aqui seu texto da Discussão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
Incluir aqui seu texto da Discussão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu própriotexto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
(...)
5. CONCLUSÃO
Incluir aqui seu texto da Conclusão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
Incluir aqui seu texto da Conclusão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
Incluir aqui seu texto da Conclusão, respeitando a formatação que está disposta aqui, ou seja: fonte Arial 12, espaçamento entre linhas de 1,5pt; primeira linha de cada parágrafo com recuo de 2cm e espaçamento entre parágrafos de 12pt. Esse formato já está configurado neste template. Basta substituir essas letras em vermelho pelo seu próprio texto. É permitido incluir quantas seções secundárias e terciárias forem necessárias, de modo a melhor organizar o texto, com vistas à clareza e à coerência.
(...)
REFERÊNCIAS
Incluir aqui as referências em formato ABNT (NBR 6023/2002) dos artigos, livros e sites utilizados na elaboração do seu TCC, conforme os exemplos abaixo. Cada referência deve estar listada em um parágrafo próprio, sem recuo e justificado, em espaçamento simples, separada da seguinte por 12pt, como neste parágrafo-exemplo. As referências devem ser listadas em ordem ALFABÉTICA.
Exemplo de Referência de Livro:
· Com um autor:
SOUSA, José. A vida e a obra de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2020.
· Com até três autores:
RODRIGUES, Ana; SILVA, Maria; ALVES, João. A história do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2022.
· Com mais de três autores:
RODRIGUES, Ana et al. A história do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2022. 
Exemplo de Referência de Artigo:
ROCHA, Maria. O impacto da tecnologia na educação. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, v. 15, n. 2, p. 150-165, abr. 2024. 
Exemplo de Referência de Site:
LOPES, Carlos. A importância da leitura na vida infantil. Portal Educação, 2023. Disponível em: . Acesso em: 12 jun.2025. 
ANEXOS
(quando houver)
APÊNDICES
(quando houver)
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