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Procedimentos de Antissepsia e Esterilização

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Dayane Rosa

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Antissepsia 
→Importante para a proteção de 
contaminação entre pacientes e 
profissional, como para evitar infecções. 
• Uso de barreira mecânicas. 
• Manejo correto do instrumental e 
destino adequado dos objetos 
contaminados. 
• Lava as mãos antes e depois da 
cirurgia. 
Preparo da Mesa, Paciente e 
Equipe 
→Colocação de gorro, máscara e 
óculos de proteção antes de lavar as 
mãos. 
Degermação das mãos por parte 
do cirurgião: 
→ Solução de polivinilpirrolidona-iodado 
a 1% ou clorexidina degermante 
alcoólica a 4%. 
→ O tempo de escovação e de 5 a 8 
minutos. 
Avental Cirúrgico: 
→Com as mãos secas, retira o capote 
da embalagem e coloque com ajuda do 
auxiliar. 
Colocação das Luvas: 
→O auxiliar deve abrir a embalagem e 
depositar as luvas sobre um campo 
estéril. 
→Não deve tocar na superfície externa. 
→Pessoas destra coloque primeiro a 
luva direita depois a esquerda. 
→Deve cobrir o punho sobre as mangas 
do avental. 
 
 
 
→As mãos devem permanecer acima 
da cintura e não tocar em nada que não 
esteja estéril. 
Montagem da Mesa Cirúrgica: 
→ O auxiliar deve retirar do kit cirúrgico 
o campo e acomoda sobre a mesa. 
→ Os matérias sobre a messa deve 
respeitar a sequência de uso, 
começando sempre da esquerda para a 
direita. 
Antissepsia do paciente: 
→Intrabucal: Tem o objetivo de reduzir 
a carga microbiana; escovação dental, 
bochecho com clorexidina 0,12% por 1 
min. 
→Caso o procedimento seja realizado 
com anestesia geral a escovação deve 
ser realizada pelo cirurgião dentista com 
clorexidina 0,12% ou povidine 10% 
(PVPI). 
→Extrabucal: Tem o objetivo de 
diminuir a flora residente e transitória da 
pele, utiliza-se PIVP 10% ou clorexidina 
a 2%. 
→ O auxiliar deve utilizar uma gaze 
estéril com a pinça. Inicia-se 
movimentos circulares de dentro para 
fora da região perirradicular. 
Descarte de Objetos 
Perfurocortantes e Resíduos. 
→agulhas de anestesia e sutura, 
lâminas de bisturi devem ser descartado 
imediatamente após o uso, em 
recipientes que devem ser identificados 
com símbolos de infectante com a 
expressão “infectante” e “material 
perfurocortante”, conforme a NBR 7500 
da ABNT. 
Biossegurança 
 
 
→Deve ser colocado em saco branco e 
recolhidos pela coleta especial. 
Limpeza do Instrumental: 
→Deve utilizar luva grossa de borracha 
apropriada e óculos de proteção. 
 
Pré-lavagem: 
→Todos matérias utilizados deve ficar 
imersos para desinfecção por 30 min 
em: 
• Hipoclorito de sódio a 1%. 
• Álcool etílico a 70%. 
• Água em ebulição. 
• Solução enzimática (tempo de 
acordo com o fabricante). 
→Desinfecção de metais deve-se da 
preferencia ao glutaraldeído a 2%, pois 
o álcool a 70% e o hipoclorito de sódio a 
% tem ação corrosiva de efeito 
acumulativo. 
 
Limpeza por Ultra-Som: 
→Remoção de partículas em regiões de 
difícil acesso para escova manual. 
→ tempo varia de 2 a 10 min, e em 
seguida deve ser lavado em água 
corrente. 
 
Limpeza Manual: 
Escovação manual com material próprio 
e exclusivo para limpeza dos 
instrumentais. 
 
Secagem do Material: 
→Manualmente e Individualmente. 
→Toalha ou estufas com temperatura 
de aproximadamente 50°C. 
 
Embalagem dos Material: 
→Papel grau, caixas metálicas 
perfuradas, papel kraft, etc. 
→Separar em pacotes. 
 
 Esterilização: 
→Calor seco mais utilizado. 
→A temperatura mais indicada e de 
170°C por 60 minutos. Lembrando que 
o tempo começa a contar só quando a 
temperatura chega a 170°C. 
 
Tempo de esterilização: 
60 minutos 170°C 
120 minutos 160°C 
150 minutos 150°C 
180 minutos 140°C 
360 minutos 121°C 
 
→Calor úmido – Autoclave: 
→Considerado o meio mais eficiente e 
rápido. 
→E mais eficiente que o calor seco. 
→Deve ser embalado com material que 
permita livre difusão do vapor aos 
instrumentos. 
 
Tempo de esterilização: 
60 Minutos 116°C 
36 Minutos 118°C 
24 Minutos 121°C 
16 Minutos 125°C 
 
Meio Químico de esterilização 
Classificação dos agentes químicos: 
→Alto Nível: Age contra fungo, 
bactérias tanto Gram-positiva e Gram-
negativa, esporo bacterianos e vírus. 
→Nível Intermediário: Destroem todas 
as formas de microrganismo menos os 
esporos. 
 
 
→Nível Baixo: Não destroem vírus de 
hepatite, poliomielite, esporo e 
Mycobacterium tuberculosis. 
 
→Utiliza-se a esterilização química 
quando o material não pode ser exposto 
ao calor e outro meio de esterilização. 
→A melhor opção e a imersão em 
glutaraldeído a 2%. Deve ser 
manipulado com utilização de mascara 
com camada de carvão ativado para não 
inala o vapor liberado. 
→Deve permanecer em contato com 
produto o material por 10 horas para 
esterilização e 30 min para desinfeção. 
→Deve ser lavado em uma cuba 
metálica estéril com soro fisiológico ou 
água esterilizada após a imersão. 
Radiação Gama: 
→Meio de esterilização de matérias 
descartáveis. 
→Não e viável utilizar em consultório 
devido o custo. 
Monitorização Biológica 
→Necessita para comprova que o meio 
de esterilização e eficaz. 
→Bacillus stearothermophilis 12°C por 
12 min. 
→Bacillus subtillis 160°C por 2 Horas. 
→Levado para laboratório para ver ser 
tem crescimento bacteriano, caso tenha 
o método de esterilização não está 
sendo eficaz. 
Conduta Frente a Acidentes com 
Material infectado: 
→Deve-se lavar abundante com água 
corrente em região de mucosa e olho. 
→Em região de pele deve fazer uma 
lavagem rigorosa com água e sabão, em 
seguida aplicar antisséptico. Após estes 
cuidados o protocolo de atendimento de 
acidentes com material biológicos 
deveras ser seguido: 
→ Preenchimento da ficha de 
notificação e encaminhar o profissional 
e o paciente, se possível para o serviço 
de controle de infeção hospitalar. 
→ Classificar o tipo de acidente: 
• Perfurocortante: perfuração por 
instrumento ou objeto 
contaminado através da pele e 
mucosa. 
• Contato com olho, mucosa ou 
pele com solução de 
continuidade: Líquido orgânico 
potencialmente contaminado. 
• Contato com pele íntegra: 
Com líquido orgânico 
potencialmente contaminado. 
→Coleta e a avaliação laboratorial do 
sangue do profissional e paciente para 
HIV, Hbsag, HCV e VDRL. 
• Paciente negativo para HIV 
Não tem necessidade de 
profilaxia antiretroviral. 
• Paciente positivo para HIV 
Inicia quimioprofilaxia 
antiretroviral. 
• Paciente ou agente causador 
de origem desconhecida 
procede como para HIV positivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exames Laboratoriais: 
→Deve avaliar 3 variáveis antes de 
solicitar: 
Tipo de Cirurgia: 3 molares inclusos 
não necessitam de exames 
laboratoriais. 
Classificação ASA: Recomendado 
para pacientes ASA II ou superior, ASA 
I com uma boa anamnese pode ser que 
não precise. 
Idade: Anestesia geral, paciente acima 
de 50 anos e saudáveis precisam 
realizar eletrocardiograma, radiografia 
de tórax e hemograma completo. 
 
Exames Laboratoriais Utilizados 
de acordo com doenças 
preexistentes. 
Exame Indicação 
Leucograma Infecção recente. 
HIV. 
Quimioterapia/ 
radiação. 
Uso crônico de 
corticoides. 
Hematócrito 
Hemoglobina 
Contagem de 
hemácias 
Anemias 
Contagem de 
Plaquetas 
Histórico de 
sangramento. 
Doenças hepáticas. 
 Glicemia Diabetes. 
Tempo de 
sangramento 
Tempo de 
protrombina 
Tempo de 
tromboplastina 
ativada 
Desordem 
sanguíneas. 
Coagulopatias. 
Alcoolismo. 
Doenças hepáticas. 
Histórico de AVC. 
 
 
 
 
Resumido: 
 
Exame de Imagem 
→Radiografia panorâmica e a mais 
utilizada na avaliação dos terceiros 
molares. 
→Periapicais da região de 3 Molar de 
forma complementar e indicado quando 
o dente já apresenta rizogênese 
completa. 
→Periapicais apresenta menos 
distorção e melhor detalhamento no 
estudo da anatomia radicular. 
→Panorâmica permite avaliação 
completa de todos os dentesda arcada 
e estrutura adjacente. 
→Panorâmica tem a utilidade d=no 
diagnóstico e planejamento: 
• Identificar presença de 
3Molares. 
• Localizar posição ectópicas. 
• Demonstra a posição do 3M. 
• Indicação de doenças 
relacionadas ao 3M ou 2M. 
• Relacionar o canal mandibular 
ao 3M Inferior. 
• Relacionado ao seio maxilar de 
3M superior. 
Exames Pré-Operatórios 
 
 
 
→Uma limitação da radiografia 
panorâmica, digital ou convencional, é a 
impossibilidade de mostra a relação 
tridimensional dos ápices dos 3M com o 
canal mandibular. 
→Escurecimento das Raízes do 3M; 
indica contato intimo da raiz com o 
canal mandibular. (2.4A) 
 
→Interrupção da cortical do canal 
mandibular; Linha radiopaca fica 
descontínua devido á inserção da raiz 
no canal. (2.4B) 
 
→Divergência do canal mandibular: 
Ocorre mudança nas direções quando 
em contato com a raiz. (2.4C) 
 
→Desvio ou estreitamento da raiz do 
3M: Observa-se a dilaceração abrupta 
da raiz ou diminuição do seu diâmetro, 
quando em contato com o canal 
mandibular. (2.4D) 
 
 
→Estreitamento do canal 
mandibular. (2.4E) 
 
 
→A panorâmica e a melhor radiografia 
para excluir a relação íntima com o NAI. 
→Tomografia Radiográfica (TC) é 
indicada quando apresenta mais de um 
sinal radiográfico. 
→ Se observar mais de 5 acanhados 
radiográficos que indicam maior risco 
envolvendo o NAI pode lançar mão da 
TC. 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Tem o objetivo de evitar situações 
passíveis de ocorrem no pós-operatório, 
como diminuir a incidência de infecção, 
ou ainda diminuir a magnitude de ventos 
que são esperados como, edema, dor e 
trismo. 
→Podem ser antibióticos ou corticoides. 
→Pode ser utilizar também para 
controle de ansiedade. 
Antibioticoterapia Profilática: 
→Dose única administrado 1 hora antes 
da cirurgia e a estratégia com melhor 
custo benefício. 
→Pode administrar no máximo 2 horas 
antes da incisão. 
→A correta profilaxia depende de 3 
fatores: tipo e concentração do 
antibiótico e o tempo correto para sua 
administração. 
 
Primeira escolha: 
Amoxicilina em dose única de 1g, uma 
hora antes da cirurgia. 
 
Alérgicos à penicilina: 
Clindamicina em dose única de 600mg 
ou azitromicina em dose única de 
500mg, uma hora antes do 
procedimento. 
Corticoides: 
→Corticoides são drogas que reduzem 
a resposta inflamatória pela diminuição 
de permeabilidade capilar e sínteses de 
prostaglandina. 
 
 
 
 
 
→Reduz, edema, dor e trismo pós-
operatório. 
→O uso de corticoide está 
contraindicado para pacientes que 
possuem tuberculose, infecções 
fúngicas ou virais, glaucoma primário e 
pacientes com tendencia psicóticas. 
→Não se deve utilizar um corticoide 
durante ou depois da cirurgia. 
→Deve ser administrado 2-4 Horas 
antes da cirurgia. 
 
Indicação profilática: 
12mg de dexametasona, 2-4 horas 
antes da cirurgia 
Ansiolíticos: 
→Utilizado para controlara a ansiedade 
do paciente. 
→Os benzodiazepínicos atuam em 
receptores específicos do SNC, que 
estão relacionados aos receptores do 
ácido gram-aminobutírico (GABA). 
→Atuam de maneira indireta no SNC. 
→Deve monitorar o paciente com um 
oxímetro de pulso. Lembrando que 
saturação abaixo de 90% requer 
atenção, que deve solicitar o paciente 
respirar profundamente e, na falha 
administrar oxigênio via cânula nasal em 
um volume de 2-3 1/min. 
 
Contraindicação: 
• Hipersensibilidade aos 
benzodiazepínicos. 
• Insuficiências respiratório grave. 
• Glaucoma de ângulo agudo. 
• Apneia do sono. 
Medicação Pré-operatória 
 
 
• Gestante e lactante, amenos 
que não haja alternativa mais 
segura. O 1º trimestre e o que 
apresenta mais baixo risco. 
 
Uso com precaução: 
• Uso contaminante de outros 
agentes depressores do 
SNC. 
• Histórico de dependência de 
droga. 
• Insuficiências respiratória. 
• Idoso e debilitados. 
• Comprometimento renal e 
hepático. 
Protocolo: 
Midazolam 7,5-15mg: administrar 30 
min antes do procedimento. 
Ou 
Diazepam 5-10mg: administrar 1hora 
antes do procedimento. 
→Deve informa ao paciente fazer 
refeição leve e utilizar seus 
medicamentos de uso normal, sem 
restrições. 
→Sedação consciente deve ter 
acompanhantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→indumentação: EPI completo. 
→Equipe C.- Instrumental: Divido de 
acordo a função. 
• Diéreses/ Exérese, hemostasia, 
auxiliares e síntese. 
→Diéreses: Cabo de lâmina de bisturi, 
tesoura metzenbaum, mayo e goldman-
foz, descolado molt 9, freer. 
→Hemostasia: Pinça, fios de suturas, 
etc. 
→Exéreses: Fórceps, alavancas, 
cinzeis, alveolótomo, lima para osso e 
cureta. 
→Síntese: Porta agulha, pinça pata tec. 
e tesoura para fio. 
• Tesoura: Mayo-hegar, Mathieu e 
castrovejo. 
→Fórceps- Prova 
1→ I. e Canino superior. 
150→ I., Canino e PMS. 
151→ I., canino e PMI. 
65→ Raizes S. 
69→ Raizes I. 
18R→ MS Direito. 
18L→ MS esquerdo. 
17→MI 
16→MI (destruição de coroa). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Indumentária 
 
 
 
 
 
 
Winter: 
→3molares -Posição 
→Vertical: Paralelo ao longo do eixo do 
2M. 
→Mesial: ao longo do eixo do dente (M 
em relação ao 2M). 
→Distal: ao longo do eixo do dente (D e 
relação ao 2M). 
→Labial: labial ao 2M. 
→Lingual: lingual ao 2M. 
→Horizontal: perpendicular ao 2M. 
→Invertida: posição contraída ao 2M. 
 
 
Pell & Gregory: 
→3 molar com a sua profundidade no 
arco dental 
→A: porção + alta do 3M = ou acima do 
oclusal do 2M. 
 
 
 
 
 
 
 
 
→B: porção + alta do 3M abaixo da linha 
oclusal do 2M, mas acima da cervical. 
 
 
→C: porção + alta do 3M = ou – baixa 
da linha cervical do 2M. 
 
3 Molar Inferior 
→Molar retido com a borda anterior do 
ramo da mandíbula. 
→I: Espaço suficiente, 
Classificação 
 
 
 
→II: espaço insuficiente. 
 
→III: sem espaço. 
 
 
 
Outros dentes retidos: 
→Quanto ao número: uni ou bilateral. 
→posição no arco: pré- alveolar (V), 
trans alveolar, retro alveolar (L/P). 
→Presença de dentes: com ou sem 
dentes no arco. 
→Proximidade do arco: próximo ou 
distante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→ 3 MOLRES IMPACTADOS: 
1- Incisão: 
→ Compreender a mucosa e o 
periósteo, delimitando o retalho a ser 
realizado. 
• Cabo de bisturis n3º. 
• Lâmina de bisturi nº 15. 
 
2- Descolamento do 
Mucoperiósteo 
→ Descolar o retalho desenhado pela 
incisão, permitindo boa visualização e 
acesso seguro aos tecidos subjacentes. 
• Descolado inicial delicado 
(cureta). 
• Descolado Molt. 
 
3-Afastamento do retalho: 
→ Afastar e mantém afastado o retalho 
de espessura total rebatido, além de 
protege-lo. 
 
 
 
• Afastador minessota. 
 
 
4- Ostectomia 
→Liberar o dente de sua retenção óssea 
oclusal, vestibular e distal. 
• Peça de mão reta. 
• Micromotor. 
• Broca Carbide nº703. 
• Seringa para irrigação de 20ml. 
• Agulha para irrigação. 
• Cuba para solução irrigadora. 
• Solução irrigadora estéril. 
• Ponta aspiradora. 
• Aspirador a vácuo. 
 
 
Instrumentação e sequência 
 
 
 
 
 
5- Odontossecção: 
→ Seccionar o dente, para facilitar sua 
remoção. 
• Peça de mão. 
• Micromotor. 
• Broca nº703 e 701. 
• Alavanca reta para clivagem. 
• Seringa de 20 ml. 
• Agulha para irrigação. 
• Solução irrigante estéril. 
• Ponta aspiradora. 
• Aspirador a vácuo. 
 
 
 
 
 
 
6- Remoção do dente 
→ Após liberado se sua retenção, o 
dente é luxado e removido do alvéolo. 
• Alavancava reta. 
• Alavanca meia-cana. 
• Pinça Kelly. 
 
 
7- Toalete da cavidade: 
 
 
 →Após a remoção do dente, as 
margens ósseas são limitadas, o capuz 
pericoronário remanescente é removido 
e o retalho, bemcomo o interior do 
alvéolo, são irrigados e aspirados. 
• Lima osso. 
• Cureta de Lucas. 
• Pinça goiva. 
• Pinça hemostática (mosquito). 
• Seringa de 20ml. 
• Agulha para irrigação. 
• Solução parra irrigação estéril. 
• Ponta aspiradora. 
• Aspirador a vácuo. 
8- Sutura: 
→O retalho é reposicionado e mantido 
em sua posição original através da 
sutura. 
• Porta agulha Mayo-hegar. 
• Fio de sutura 4-0 ou 5-0. 
• Pinça para tecido. 
• Tesoura goldman-fox. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Incisão: 
. →Incisa de maneira firme e contínua, 
pois com paradas causa mais 
traumatizo, formam as ilhas de tecidos. 
→Incisa de maneira perpendicular à 
superfície, criando margens simétricas e 
melhor vascularizadas. 
→Manter distância segura para os 
tecidos nobres (vasos e nervos). 
→Em terceiros molares a incisão e feita 
sobre o local da remoção ósseas e/ou 
sobre o dente a ser removido. 
→Parte posterior da incisão: é a área 
da incisão que envolvem a mucosa 
distal ao segundo molar se estendendo 
até a papila mesial deste dente, sem 
envolve-la. 
→Parte anterior da incisão: 
Compreende a parte da incisão que vai 
diferenciar o tipo de retalho a ser 
realizado. 
→Se for avaliada como fácil a exodontia 
será o retalho em envelope. 
→Se avaliar como difícil, incisamos a 
papila entre o segundo e o primeiro 
molar o mais interno possível nesta 
ameia interproximal, na tentativa de 
obter bom volume de tecido gengival 
papilar. 
 
Retalho em Envelope Molares 
Inferiores: 
→Indicação: Pell & Gregory A e B. 
→Iniciar após 7 a 10 minutos de 
anestesia isquêmica local. 
1- Tracionamento da mucosa jugal e 
palpação da linha oblíqua: 
 
 
 
 
• Tracionamento: permite a 
visualização da área a ser 
incisada. 
• Palpação: mostra o 
direcionamento da incisão. 
 
2-Incisão no trígono retromandibular: 
→Realizar uma incisão de espessura 
total, desde o centro da face distal do 
segundo ou terceiro molar. 
 
3- Incisão em torno do 3 e 2 Molar 
→Afastar a mucosa julga da região de 
molares com um afastador minessota. 
→Iniciar a incisão intrassucular na 
região do 3M. 
→Continuar a incisão na distal do 2M, 
contornando sua face vestibular, até seu 
ângulo mesial. 
 
Execução da parte anterior da 
Incisão: 
→Com afastador da mucosa jugal da 
região molar. 
→Ângulo mesial do 2M, mantem a 
incisão intrassucular, e mais interna a 
incisão em seguida. 
→Contina pelo sulco gengival vestibular 
do primeiro Molar até a papila mesial, 
sem abrange-la. 
Retalho em Envelope Molares 
Superiores: 
→Indicação A e B. 
→Iniciar após 7 a 0 minutos da 
anestesia. 
Retalho 
 
 
Parte posterior 
→Afastar a mucosa julga. 
→Inicia a incisão sobrea a mucosa 
ceratinizada da túber da maxila, 
levemente vestibular, mantendo sempre 
contato com o tecido ósseo. (dentro 
para final da túber ou vice-versa). 
→Se iniciar na parte posterior o 2M 
pode não ser totalmente incisado. 
 
Parte anterior 
→Inicia a incisão intrassucular pela 
metade da mesial do 2M, contornando 
seu vestibular até liberação de sua 
papila mesial. 
→Continua pelo sulco gengival 
vestibular do 1M, não abrangendo a 
papila mesial. 
Outros tipos de retalhos: 
• Linear. 
• Neuman. 
• Novak- Peter 
• Partsch. 
• Wassmund. 
• Oschsenbein & Luebke. 
• Linera em Y ou duplo 
Requisitos Ideias de um 
Retalho: 
PROVA 
• Linha de incisão deve repousar 
em tecido ósseo integro. 
• Nunca incisar sobre região 
cervical do dente e sobre papila 
gengiva. 
• Ser retilíneo e não apresentar 
linhas secundárias. 
• O retalho deve cobrir totalmente 
a loja óssea. 
• Nutrição deve ser garantida por 
amplos pedículos sanguíneo. 
• Mobilidade para não ficar 
esticada quando suturar. 
• Incisão inicial em 90°. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Diérese: 
Romper a integridade dos tecidos ou 
plano anatômicos, pelas quais o 
cirurgião pode penetrar e atingir a área 
anatômica de interesse cirúrgica. 
→Tipos: Pinção, secção/corte, incisão, 
divulsão, descolamento e dilatação. 
→Punção: Simples, penetra-se nos tec. 
com instrumentos perfurante, 
separando sem seccionar. 
→Secção: Alto de corte estruturas. 
(tesoura, serra, lâmina de bisturi, laser, 
ultrassom, cinzeis, etc). 
→Incisão: Secção dos tec moles, 
obtidos com instrumentos de corte por 
lâmina afiadas, produzindo ferimento 
incisivo. 
→Divulsão: Afastamento dos tec. sem 
secciona-los (pinça hemostática e 
tesoura). 
→Descolamento: separação dos tec., 
separa o retalho muco periostal do tec. 
ósseo. 
→Dilatação: Anestesia, aumenta 
diâmetro das vias naturais (canais e 
orifícios). 
→Exérese: Remoção cirúrgica de um 
corpo estranho ou de parte de 
organismo (tumor) (tec. patológico) – 
freio lingual. 
→Hemostasia; Hemorragia estancar, 
memo coma a compressão. 
• Prevenir ou interromper o 
sangue. 
→Técnica de hemostasia: 
Compressão, pinçamento. Ligadura, 
cauterização, cera para osso, sutura em 
massa. 
 
 
 
Quais requisitos para uma boa 
hemostasia: 
→Menor edema, hematoma e 
equimose. 
→Cicatrização mais rápida. 
→Prevenção de infecção. 
→Menor dor. 
→Melhor pós-operatório. 
Síntese 
Síntese: sutura, conjunto de manobras 
para união dos tecidos. 
→Classificação da Sutura: 
• Temporária. 
• Permanente. 
→Função: 
• Cooptação. 
• Sustentação. 
• Hemostasia. 
→Tipos de Sutura: 
• Simples. 
• Simples com nó para interior das 
feridas. 
• Em U horizontal. 
• Em U vertical. 
• Ponto em X horizontal interno 
• Ponto em X horizontal externo. 
Condições para uma boa síntese: 
• Antissepsia local. 
• Borda nítidas. 
• Hemostasia. 
• Cooptação sem tração. 
• Ausência de corpos estranhos. 
• Ausência de espaço morto. 
• Fio adequado. 
• Nó fora da linha de incisão. 
 
Manobras 
 
 
 
 
 
 
Indicação: 
• Cárie. 
• Necrose pulpar. 
• Doença periodontal severa. 
• Indicação ortodôntica. 
• Dente mal posicionado. 
• Dente fraturado. 
• Cirurgia pré-protética. 
• Dente retido e/ou impactado. 
• Dente com patologia. 
• Pré radiação. 
• Dente em traço de fratura. 
• Motivo econômico. 
Contraindicação: 
• Locais 
• Maxilares irradiados. 
• Trismo. 
• Patologias. 
• Perricoronarite aguda. 
• Doenças sistêmicas. (cardíaca, 
imunidade comprometida, 
hepáticos, renais crônicos, 
hipertenso e diabéticos). 
 
 
Dentes retidos: 
 
Resumindo: 
Anestesia 
Incisão e descolamento do retalho. 
Ostectomia. 
Odontossecção 
Remoção do dente 
Hemostasia 
Sutura 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Indicação x Contraindicação 
 
 
 
 
 
Técnica I 
→Os movimentos envolvidos no uso do 
fórceps são: 
→Cunha: é a apreensão do dente, 
permitindo que a parte ativa adentre o 
espaço periodontal, auxiliando na 
desinserção das fibras e na expansão 
óssea. 
→Intrusão: Tem o objetivo de transferir 
o fulcro de rotação o mais apical 
possível, permitindo que eixo de rotação 
evite a fratura das porções apicais da 
raiz. 
→Lateralidade: consiste na luxação 
propriamente dita, fazendo movimentos 
de lateralidade vestíbulo-lingual. Tal 
movimento permite que haja expansão 
óssea das corticais, facilitando a 
avulsão dentária. A lateralidade mesio-
distal não é possível. 
→Rotação: utilizado apenas para os 
dentes unir radiculares. 
→Tração: Remover o dente luxado do 
alvéolo. 
• Ressalta-se que a 
empunhadura do fórceps é 
dígito-palmar. 
→Na maxila, o osso vestibular é mais 
fino. Por isso, em extrações maxilares, 
as avulsões ficam facilitadas por maior 
pressão vestibular que palatina. Vale 
para caninos e incisivos mandibulares. 
→Região de molares inferiores, ondeo 
osso vestibular é mais espesso que o 
lingual, a extração fica otimizada por 
maior pressão lingual. 
 
 
Técnica II 
 
→Nesta técnica são utilizadas as 
alavancas. 
As indicações específicas são: 
• uso simultâneo com a 
odontosecção, nos casos de 
dentes multirradiculares. 
• dentes retidos ou ectópicos 
• dentes muito cariados 
(dificultam apreensão do 
fórceps) 
• dentes com inclinação 
acentuada 
• raízes fraturadas 
→As alavancas são contraindicadas 
em casos em que o dente está preso à 
cavidade apenas por tecido mole. 
Sua cinemática compreende: 
Movimentos 
→Cunha: inserção do material no 
interior do espaço periodontal. 
 
→Rotação: movimentos horários e anti-
horários, curtos, mas firmes. 
 
→Alavanca: este movimento, sinérgico 
aos outros dois, é realizado sendo que o 
ponto de apoio é a crista óssea, e 
nunca os dentes vizinhos. 
Sequência operatória padrão 
• Anamnese, planejamento, 
orientações pré-operatórias. 
Técnica 
 
 
• Paramentação e montagem da 
mesa cirúrgica. 
• Condicionamento do paciente 
(antissepsia extra e intra-bucal). 
• Anestesia Local. 
• Sindesmotia. 
• Exérese. 
• Avulsão do dente. 
• Tratamento da cavidade: 
debridamento 
• Síntese 
• Prescrição Medicamentosa e 
orientações pós-operatórias 
• Proservação 
→Apoia entre dente e osso (crista 
interdental e dente). 
Nunca apoia na V do dente e P- sempre 
M ou D). 
Técnica III 
→Essa técnica envolve Odontossecção 
e osteotomia. 
Objetivo: 
• Diminuir resistência óssea 
• Facilitar a luxação 
• Dificuldade de apoio para 
USP do fórceps ou alavanca 
• Corticais rígidas 
• Melhor visibilidade e acesso 
 
Indicações: 
• Dentes com anquilose, 
hipercementose, dilaceração 
radicular e raízes 
divergentes; 
• Ápices fraturados (quando 
ocorre de fratura no ápice, 
avaliar a indicação de 
remoção do mesmo); 
• Após exodontias que 
requeiram curetagem de 
lesões apicais extensas; 
• Exodontia múltipla, para 
regularização; 
• Dentes frágeis e sem apoio. 
 
→Osteotomia: desgaste ósseo. 
→Ostectomia: remoção de fragmento 
ósseo. 
• Brocas, trefinas, serras, 
cinzéis, limas; 
• Rotatórios: refrigeração: 
torque elevado | não 
introduzir ar no campo 
cirúrgico. 
• Pinça goiva, alveolótomo. 
 
Técnica 
• Confecção do retalho; 
• Osteotomia: peça de mão 
reta (brocas esféricas 
2,3,6,8 / brocas tronco-
cônicas 701, 702, 703 – 
começar com a broca de 
menor tamanho) ; anta 
rotação; cinzéis e martelo; 
cinzéis 
• Técnica: canaleta → 
profundidade: ponta ativa 
da broca | diâmetro: ponta 
da broca. 
• Sulco entre a coroa e o osso 
alveolar vestibular, mesial e 
distal 
• Exposição da junção 
cemento-esmalte 
 
→Odontossecção: Broca de alta 
rotação (702), dependendo da 
conformação anatômica. A técnica pode 
ser removendo toda a coroa primeiro e 
daí atuar nas raízes, ou já seccionar a 
coroa de início. 
 
Técnica da Odontossecção: 
 
 
• Tratamento da cavidade: 
• Irrigação com soro 
fisiológico; 
• Curetagem das paredes 
alveolares; 
• Limas 
• Remoção de fragmentos 
ósseos – septo; 
• Manobra de Chompret 
• Curetagem 
• Avulsão (via alveolar e via 
não alveolar). 
 
→Manobra de Champret: consiste na 
redução da expansão óssea vestíbulo-
lingual, pela apreensão digital das duas 
corticais por tempo determinado. 
→Manobra de Valsalva: utilizada nas 
extrações de molares superiores, é uma 
técnica para verificação se não houve 
comunicação bucosinusal. O paciente 
feche o nariz e faz força para assoar. 
Caso haja comunicação, deve-se 
colabar os tecidos e suturá-los, 
favorecendo uma cicatrização por 
primeira intenção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Todos procedimentos que tenha a 
finalidade o favorecimento da 
propedêutica protética e considerado 
cirurgia pré-protética. 
 
Princípios para ser avaliados: 
• Tecido ósseo de suporte 
• Tecido mole de suporte. 
• Plano de tratamento. 
 
Regularização óssea: 
• Alveoloplastia. 
• Tuberoplastia. 
• Exostose vestibular ou platina 
lateral. 
• Redução do tubérculo geniano. 
• Remoção do tórus maxilares. 
• Remoção do tórus mandibular. 
Alveoloplastia 
Contorno adequado do rebordo 
alveolar. 
→Retalho envelope. 
→pequenas incisões verticais para 
melhor relaxamento do retalho e 
exposição adequada do rebordo 
alveolar. 
→Alveolótomo para regularização 
(pinças goivas) e lima para osso ou até 
mesmo brocas. 
→irrigação e evitar aquecimento. 
→Sutura contínua ou simples. 
Tuberoplastia: 
→Remover irregularidades ósseas no 
reboro ou para a adequação do espaço 
interarcadas na região posterior. 
→Importante ter exame radiográfico. 
 
 
 
→Incisão Mucoperiósteo sobre o reboro 
com extensão para a face posterior do 
túber 
→Descolamento do retalho em 
vestibular e palatina. 
→Regularização óssea pode ser feita 
por; alveolótomo ou instrumento 
rotatórios. 
→Irrigação com soro e necessária. 
 →Refinamento sempre finalizado com 
lima para osso. 
→Caso tenha perfuração do assoalho 
do seio maxilar e a mucosa permanece 
íntegra, não há necessidade de 
tratamento especifico. 
→Se ocorrer o rompimento da mucosa 
e aconselhável uso de antibioticoterapia 
e soro fisiológico. 
Moldagem após 4 semanas. 
Exostose 
→Mais comum em Maxila. 
→Retalho Mucoperiósteo. 
→Incisão alveolar, associando-se ou 
não a incisão vertical relaxante. 
→Remoção das irregularidades: lima 
pata osso, instrumentos rotatórios e 
alveolótomo. 
→Antes da sutura o excesso de tec. 
mole deve ser removido. 
→ Sutura continua ou simples. 
→Moldagem após 4 semanas. 
Redução do Tubérculo Geniano 
→Incisão Mucoperiósteo na crista do 
rebordo. 
→Descolamento de retalho para lingual. 
Pré-protética 
 
 
→Instrumento rotatórios e lima para 
osso. 
→Sutura. 
Remoção de Tórus maxilar: 
→Incisão em forma de Y. 
→Descolamento da mucosa cuidadoso. 
→Broca e irrigação. 
→Cuidado para não perfurar o assolho. 
→Pequenas espículas ósseas 
remanescentes podem ser removidas 
com alveolótomo. 
→Sutura sem tensão em pontos 
simples. 
Regularização de Tecidos 
Moles: 
• Hiperplasia fibrosa inflamatória 
vestibular. 
• Hiperplasia papilar inflamatória 
palatina. 
• Redução de tuberosidade. 
• Fenectomia labial. 
• Remoção de inserção 
musculares (Bridas). 
• Fenectomia lingual. 
Tecidos Moles para Aumentar o 
Rebordo Alveolar 
• Vestibuloplastia por 
transposição de retalho. 
• Enxertos de pele, derme, 
mucosa ou implantes de matriz 
dérmica acelular. 
Freio: 
→Pela frenulectomia: remoção total do 
fênulo. 
→Técnica dupla Pinçamento. 
→Técnica pinçamento único. 
→Pela frenulotomia: secciona-se o 
fênulo, sem eliminá-lo, 
→Técnica da simples secção. 
→Técnica da incisão em Z. 
→Pela reinserção do fênulo: muda-se 
suas inserções. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Explicar bem. 
→Repouso absoluto de 24/48h. 
→Compressa gelada na face – 24/72h. 
→Após 72h compressa quente. 
→Evitar esforço físico- 5 dias. 
→Evitar falar. 
→Evitar trauma na região operada. 
→Alimentação liquida/pastosa 24/72h. 
→Higiene bucal cuidadosa. 
→Não beber álcool, fumar. 
→Bochecho 24/78- clorexidina 0,12%. 
(14 dias). 
→Seguir corretamente a indicação 
medicamentosa. 
 
Sangramento 
• Comum em 24H. 
• Mordes gazes. 
• Mantém cabeceira elevada. 
• Evitar sucção. 
 
Desconforto: 
• Raramente persiste por mais de 
2 dias. 
• 12h persistente. 
 
Dieta: 
• Liquida/ pastosa – fria. 
• Hipercalórico- para não 
desnutrir. 
 
Edema: 
• Normal. 
• Permanece de 4 a 7 dias. 
 
 
 
 
• Diminui em 7 dias. 
• Em idoso demora passar. 
 
Equimose: 
• Extravasamento de sangue. 
• Desaparece em 2 semanas. 
• Não toma sol. 
• Mai comum em idoso. 
 
Hematoma: 
• Sangue acumulado. 
• Potencialpara infecção. 
• Talvez precise de punção- se 
não pode causar necrose. 
 
Trismo: 
• Infecção (+ de 2 semanas). 
• Múltiplas agulhadas no AI. 
• 3M impactado e mais frequente 
de acontecer. 
• Limitação da abertura bucal (só 
2 semanas). 
• Calor, laser de baixa potencia 
pode ajudar. 
 
Sutura 
• Reação inflamatória. 
• Remoção 7-10 dias. 
 
 
 
 
 
 
 
Pós- operatório 
 
 
 
 
 
 
→Dor, edema, trismo, equimose, 
hemorragia 1° e 2°, Alveolite e fratura 
dentárias e alveolares. 
→Fratura de túber, lesão nervosa, 
fratura mandibular, inserção da raiz e 
nas vias digestivas e respiratórias, em 
tec. vizinhos, comunicação bucossinual, 
etc. 
Lesão dos Tecidos Moles: 
→Afastador, instrumento rotatório, 
alavancas, extratores e fórceps. 
→Fraturas corticais túber da maxila. 
Descolamento da Raiz 
→Força de apoio inadequada. 
Tratamento Local: 
→Compressão digital com gazes. 
→Hemostático. 
Enfisema: 
→Tecido moles da cabeça e pescoço. 
→Ar da caneta. 
Parestesia: 
→Mal planejamento. 
→Técnica incorreta. 
→Situação previa. 
Alveolite: 
→Muito comum, osso exposto. 
→Maxila comunica com o osso frontal. 
Comunicação Buco Sinusais 
→Comunicação. 
→Rompimento. 
 
 
 
→Tratamento sutura em X não pode 
espirar, fumar, etc. 
→Grande: retalho palatino. 
Biópsia; 
→Incisional e excecional. 
→Coloração muito diferente → maligna. 
→Melanoma → preto escuro (grave). 
→Língua e assoalho→ local de risco. 
→Citologia esfoliativa - raspagem da 
lesão. 
• Ex- Uma pequena parte 
• In- Toda lesão. 
 
→V → Corte em forma de cunha e mais 
adequado. 
→Superficial não e bom (estreito e 
profundo é adequado). 
 
→In→ 2 a 3 mm 
→em forma de cunha, difusão e sutura. 
→Anestesia longe da lesão. 
 
→Guarda em um vidro com formol e 
manda para laboratório em até 48h. 
 
Aspiração: 
→Agulha ou seringa. 
→Se vim sangue (suspeito). 
 
 
 
 
Complicações 
 
 
 
 
 
 
→ 500 tipos ou + (22 predominantes). 
→Medicação tempo/ dose errada 
influencia. 
→Saliva contém componentes 
antimicrobianos. 
→Gravides é um fator de risco. 
→Tratamento: antimicrobiano, 
drenagem e remoção da causa. 
→Bolsa periodontal agrava. 
→Ponto de flutuação: local de puz, tem 
que remover a causa e drenagem com 
auxilio de antimicrobianos. 
→Progressão: disseminação pelo osso 
esponjoso. (pode romper a lâmina). 
→Profilaxia: bactericida ideal. 
• 2 Horas antes do procedimento. 
• Não indicado para colocação de 
PR, aparelhos ortodônticos, 
eletivo, etc.. 
Tratamento: 
→Determinar a gravidade da lesão, vê 
se há necessidade de cirurgia. 
Gravidade da lesão: 
• Tempo 
• Area vitais. 
• Sinais e sintomas. 
• Exames 
Antibiótico: 
• Defesa imune normal, 
correta drenagem (Não 
indicado). 
• Infecções periodontal 
limitada (não indicada). 
Indicação 
Infecções menores em pacientes com 
defesa imune comprometida. 
 
 
 
Infecções dos Espaços Faciais 
Profundos. 
→Músculos da movimentação: 
• Pterigoide lateral, medial. 
• Masseter 
• Temporal 
 
→Faríngeo lateral, retrofaríngeo pode 
afeta geralmente são fatais. 
 
→Plexo pterigoideo e muito perigoso 
→Anestesia Longe dos processos 
infecciosos. 
→Celulite → Compressa morna antes 
de drenar. 
→Abscesso grande: Antimicrobiano 
indicado. 
→Agina de Ludwing: Muito grave, leva a 
óbito em horas, pois fechas as vias 
respiratórias (vias aéreas). 
 
Infecções 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Maxilar: 
Infraorbitário: 
→ICS até CS. 
→Contraindicação: área de tratamento 
discreta. 
→Agulha: na altura da prega 
mucovestibular sobre o 1PMS. 
Nasopalatino: 
→Mesial do 1PM direito à face mesial do 
1PM esquerdo. 
→Contraindicação: pequenas áreas. 
→Agulha: Mucosa palatina 
imediatamente lateral à papila incisiva 
(linha média atrás dos IC). 
Alveolar Sup. Posterior: 
→Molares 1,2 e 3 (raiz mesio vestibular 
do 1M apenas 28%). 
→Agulha: Altura da prega 
mucovestibular do 2MS. 
→Contraindicação; quando há risco de 
hemorragia. 
Alveolar Sup.: 
→ Ic até c 
Alveolar Sup. Médio: 
→P.M. e raiz do 1 M.S. 
→Contraindicação: Infecção e 
inflamação, nervo ASM ausente. 
→Ponto de referência: Prega 
mucovestibular acima do 2PMS. 
Alveolar Sup. Médio Anterior 
→I, C e PM. 
 
 
 
 
→Contraindicação: Tec. palatinos 
finos, precisar de mais de 90 min. 
→Agulha: Palato duro, ponto de 
contato entre e o 1PM e o 2PM. 
Palatino Maior: 
→1 Tecidos moles sobrejacentes, 
anteriormente até o 1 PMS e 
medialmente até a linha média. 
→Contraindicação: Pequenas áreas. 
→Agulha: levemente anterior ao 
forame palatino maior. 
 
Alveolar Inferior: 
→Dentes mandibulares até a linha 
média. 
→ Contraindicação: Pacientes com 
maior probabilidade de morder o lábio 
ou a língua. 
→ Ponto de referência: Plano oclusal 
dos dentes mandibulares posteriores, 
Anestesia 
 
 
incisura coronoide e rafe 
pterigomandibular. 
Bucal: 
→Tecidos moles e periósteo bucal dos 
dentes molares mandibulares. 
→Contraindicação: Infecção e 
inflamação na área de anestesia. 
→Ponto de Referência: Molares 
mandibulares e prega mucobucal. 
Gow Gates: 
→Dentes mandibulares até a linga 
média. 
→Contraindicação: pacientes que 
mordem o lábio e paciente que não 
consegue abrir a boca. 
→Ponto de referência: Altura da 
injeção estabelecida pela coloração 
ponta da agulha logo abaixo da cúspide 
mesiolingual. 
Mandibular Boca Fechada: 
→Dentes mandibulares até a linha 
média. 
→Contraindicação: Pacientes que 
mordem os lábios e língua e 
incapacidade de visualizar ou de ter 
acesso ao aspecto lingual do ramo 
mandibular. 
→Ponto de Referência: Junção 
mucogengival do 3M e 2M e 
tuberosidade da maxila. 
Mentual: 
→Membrana mucosa bucal, 
anteriormente ao forame mentual (em 
torno do 2PM) até a linha média e a pele 
do lábio inferior. 
→Contraindicação: Infecção e 
inflamação na área da injeção. 
→Ponto de referência: PM mandibular 
e prega 
mucogengival. 
Incisivo: 
→Membrana mucosa bucal anterior ao 
forame mentual e lábio inferior. 
→Contraindicação: Infecção e 
inflamação na área da anestesia. 
→ Ponto de referência: PM mandibular 
e prega mucobucal. 
Indicação: 
Criança: 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
• Gestante: 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. (Máx. 2 
tubetes). 
• Mepivacaína e Prilocaína NÃO 
são indicadas. 
 
Diabéticos: 
• Prilocaína 3% + Felipressina 
0,03Ul/ml. 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000 (máx. 2 
tubetes). 
 
Insuficiência Renal: 
• Articaína 4% ou Lidocaína 2% + 
Epinefrina 1:100.000 ou 
1:200.000 
• Evitar Mepivacaína. 
 
Asmático: 
• Lidocaína 2% ou Mepivacaína 
2% ou Articaína 4% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
 
Alteração cardiovasculares: 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
 
 
• Prilocaína 3% + Felipressina 
0,03Ul/ml. 
• Articaína 4% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
 
• Arritmias severas sintomáticos e 
supraventriculares: 
• Prilocaína 3% + felipressina 
0,03Ul/ml. 
 
Hipertensos: 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
• Prilocaína 3% + Felipressina 
0,03Ul/ml. 
• Mepivacaína 3% sem 
vasoconstritores. 
• Prilocaína 3 + 
Felipressina 0,03Ul/ml. 
 
Porfirias hepáticas: 
• Bupivacaína 0,5 com ou sem 
Epinefrina. 
• Prilocaína 3% + Felipressina 
0,03Ul/ml. 
 
Uso com precaução: 
• Lidocaína 2% + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
• Mepivacaína 35 sem 
vasoconstritor. 
• 
• Mepivacaína 2 + Epinefrina 
1:100.000 ou 1:200.000. 
Como Calcular dose 
Máxima?Receitas: 
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