Prévia do material em texto
Antissepsia →Importante para a proteção de contaminação entre pacientes e profissional, como para evitar infecções. • Uso de barreira mecânicas. • Manejo correto do instrumental e destino adequado dos objetos contaminados. • Lava as mãos antes e depois da cirurgia. Preparo da Mesa, Paciente e Equipe →Colocação de gorro, máscara e óculos de proteção antes de lavar as mãos. Degermação das mãos por parte do cirurgião: → Solução de polivinilpirrolidona-iodado a 1% ou clorexidina degermante alcoólica a 4%. → O tempo de escovação e de 5 a 8 minutos. Avental Cirúrgico: →Com as mãos secas, retira o capote da embalagem e coloque com ajuda do auxiliar. Colocação das Luvas: →O auxiliar deve abrir a embalagem e depositar as luvas sobre um campo estéril. →Não deve tocar na superfície externa. →Pessoas destra coloque primeiro a luva direita depois a esquerda. →Deve cobrir o punho sobre as mangas do avental. →As mãos devem permanecer acima da cintura e não tocar em nada que não esteja estéril. Montagem da Mesa Cirúrgica: → O auxiliar deve retirar do kit cirúrgico o campo e acomoda sobre a mesa. → Os matérias sobre a messa deve respeitar a sequência de uso, começando sempre da esquerda para a direita. Antissepsia do paciente: →Intrabucal: Tem o objetivo de reduzir a carga microbiana; escovação dental, bochecho com clorexidina 0,12% por 1 min. →Caso o procedimento seja realizado com anestesia geral a escovação deve ser realizada pelo cirurgião dentista com clorexidina 0,12% ou povidine 10% (PVPI). →Extrabucal: Tem o objetivo de diminuir a flora residente e transitória da pele, utiliza-se PIVP 10% ou clorexidina a 2%. → O auxiliar deve utilizar uma gaze estéril com a pinça. Inicia-se movimentos circulares de dentro para fora da região perirradicular. Descarte de Objetos Perfurocortantes e Resíduos. →agulhas de anestesia e sutura, lâminas de bisturi devem ser descartado imediatamente após o uso, em recipientes que devem ser identificados com símbolos de infectante com a expressão “infectante” e “material perfurocortante”, conforme a NBR 7500 da ABNT. Biossegurança →Deve ser colocado em saco branco e recolhidos pela coleta especial. Limpeza do Instrumental: →Deve utilizar luva grossa de borracha apropriada e óculos de proteção. Pré-lavagem: →Todos matérias utilizados deve ficar imersos para desinfecção por 30 min em: • Hipoclorito de sódio a 1%. • Álcool etílico a 70%. • Água em ebulição. • Solução enzimática (tempo de acordo com o fabricante). →Desinfecção de metais deve-se da preferencia ao glutaraldeído a 2%, pois o álcool a 70% e o hipoclorito de sódio a % tem ação corrosiva de efeito acumulativo. Limpeza por Ultra-Som: →Remoção de partículas em regiões de difícil acesso para escova manual. → tempo varia de 2 a 10 min, e em seguida deve ser lavado em água corrente. Limpeza Manual: Escovação manual com material próprio e exclusivo para limpeza dos instrumentais. Secagem do Material: →Manualmente e Individualmente. →Toalha ou estufas com temperatura de aproximadamente 50°C. Embalagem dos Material: →Papel grau, caixas metálicas perfuradas, papel kraft, etc. →Separar em pacotes. Esterilização: →Calor seco mais utilizado. →A temperatura mais indicada e de 170°C por 60 minutos. Lembrando que o tempo começa a contar só quando a temperatura chega a 170°C. Tempo de esterilização: 60 minutos 170°C 120 minutos 160°C 150 minutos 150°C 180 minutos 140°C 360 minutos 121°C →Calor úmido – Autoclave: →Considerado o meio mais eficiente e rápido. →E mais eficiente que o calor seco. →Deve ser embalado com material que permita livre difusão do vapor aos instrumentos. Tempo de esterilização: 60 Minutos 116°C 36 Minutos 118°C 24 Minutos 121°C 16 Minutos 125°C Meio Químico de esterilização Classificação dos agentes químicos: →Alto Nível: Age contra fungo, bactérias tanto Gram-positiva e Gram- negativa, esporo bacterianos e vírus. →Nível Intermediário: Destroem todas as formas de microrganismo menos os esporos. →Nível Baixo: Não destroem vírus de hepatite, poliomielite, esporo e Mycobacterium tuberculosis. →Utiliza-se a esterilização química quando o material não pode ser exposto ao calor e outro meio de esterilização. →A melhor opção e a imersão em glutaraldeído a 2%. Deve ser manipulado com utilização de mascara com camada de carvão ativado para não inala o vapor liberado. →Deve permanecer em contato com produto o material por 10 horas para esterilização e 30 min para desinfeção. →Deve ser lavado em uma cuba metálica estéril com soro fisiológico ou água esterilizada após a imersão. Radiação Gama: →Meio de esterilização de matérias descartáveis. →Não e viável utilizar em consultório devido o custo. Monitorização Biológica →Necessita para comprova que o meio de esterilização e eficaz. →Bacillus stearothermophilis 12°C por 12 min. →Bacillus subtillis 160°C por 2 Horas. →Levado para laboratório para ver ser tem crescimento bacteriano, caso tenha o método de esterilização não está sendo eficaz. Conduta Frente a Acidentes com Material infectado: →Deve-se lavar abundante com água corrente em região de mucosa e olho. →Em região de pele deve fazer uma lavagem rigorosa com água e sabão, em seguida aplicar antisséptico. Após estes cuidados o protocolo de atendimento de acidentes com material biológicos deveras ser seguido: → Preenchimento da ficha de notificação e encaminhar o profissional e o paciente, se possível para o serviço de controle de infeção hospitalar. → Classificar o tipo de acidente: • Perfurocortante: perfuração por instrumento ou objeto contaminado através da pele e mucosa. • Contato com olho, mucosa ou pele com solução de continuidade: Líquido orgânico potencialmente contaminado. • Contato com pele íntegra: Com líquido orgânico potencialmente contaminado. →Coleta e a avaliação laboratorial do sangue do profissional e paciente para HIV, Hbsag, HCV e VDRL. • Paciente negativo para HIV Não tem necessidade de profilaxia antiretroviral. • Paciente positivo para HIV Inicia quimioprofilaxia antiretroviral. • Paciente ou agente causador de origem desconhecida procede como para HIV positivo. Exames Laboratoriais: →Deve avaliar 3 variáveis antes de solicitar: Tipo de Cirurgia: 3 molares inclusos não necessitam de exames laboratoriais. Classificação ASA: Recomendado para pacientes ASA II ou superior, ASA I com uma boa anamnese pode ser que não precise. Idade: Anestesia geral, paciente acima de 50 anos e saudáveis precisam realizar eletrocardiograma, radiografia de tórax e hemograma completo. Exames Laboratoriais Utilizados de acordo com doenças preexistentes. Exame Indicação Leucograma Infecção recente. HIV. Quimioterapia/ radiação. Uso crônico de corticoides. Hematócrito Hemoglobina Contagem de hemácias Anemias Contagem de Plaquetas Histórico de sangramento. Doenças hepáticas. Glicemia Diabetes. Tempo de sangramento Tempo de protrombina Tempo de tromboplastina ativada Desordem sanguíneas. Coagulopatias. Alcoolismo. Doenças hepáticas. Histórico de AVC. Resumido: Exame de Imagem →Radiografia panorâmica e a mais utilizada na avaliação dos terceiros molares. →Periapicais da região de 3 Molar de forma complementar e indicado quando o dente já apresenta rizogênese completa. →Periapicais apresenta menos distorção e melhor detalhamento no estudo da anatomia radicular. →Panorâmica permite avaliação completa de todos os dentesda arcada e estrutura adjacente. →Panorâmica tem a utilidade d=no diagnóstico e planejamento: • Identificar presença de 3Molares. • Localizar posição ectópicas. • Demonstra a posição do 3M. • Indicação de doenças relacionadas ao 3M ou 2M. • Relacionar o canal mandibular ao 3M Inferior. • Relacionado ao seio maxilar de 3M superior. Exames Pré-Operatórios →Uma limitação da radiografia panorâmica, digital ou convencional, é a impossibilidade de mostra a relação tridimensional dos ápices dos 3M com o canal mandibular. →Escurecimento das Raízes do 3M; indica contato intimo da raiz com o canal mandibular. (2.4A) →Interrupção da cortical do canal mandibular; Linha radiopaca fica descontínua devido á inserção da raiz no canal. (2.4B) →Divergência do canal mandibular: Ocorre mudança nas direções quando em contato com a raiz. (2.4C) →Desvio ou estreitamento da raiz do 3M: Observa-se a dilaceração abrupta da raiz ou diminuição do seu diâmetro, quando em contato com o canal mandibular. (2.4D) →Estreitamento do canal mandibular. (2.4E) →A panorâmica e a melhor radiografia para excluir a relação íntima com o NAI. →Tomografia Radiográfica (TC) é indicada quando apresenta mais de um sinal radiográfico. → Se observar mais de 5 acanhados radiográficos que indicam maior risco envolvendo o NAI pode lançar mão da TC. →Tem o objetivo de evitar situações passíveis de ocorrem no pós-operatório, como diminuir a incidência de infecção, ou ainda diminuir a magnitude de ventos que são esperados como, edema, dor e trismo. →Podem ser antibióticos ou corticoides. →Pode ser utilizar também para controle de ansiedade. Antibioticoterapia Profilática: →Dose única administrado 1 hora antes da cirurgia e a estratégia com melhor custo benefício. →Pode administrar no máximo 2 horas antes da incisão. →A correta profilaxia depende de 3 fatores: tipo e concentração do antibiótico e o tempo correto para sua administração. Primeira escolha: Amoxicilina em dose única de 1g, uma hora antes da cirurgia. Alérgicos à penicilina: Clindamicina em dose única de 600mg ou azitromicina em dose única de 500mg, uma hora antes do procedimento. Corticoides: →Corticoides são drogas que reduzem a resposta inflamatória pela diminuição de permeabilidade capilar e sínteses de prostaglandina. →Reduz, edema, dor e trismo pós- operatório. →O uso de corticoide está contraindicado para pacientes que possuem tuberculose, infecções fúngicas ou virais, glaucoma primário e pacientes com tendencia psicóticas. →Não se deve utilizar um corticoide durante ou depois da cirurgia. →Deve ser administrado 2-4 Horas antes da cirurgia. Indicação profilática: 12mg de dexametasona, 2-4 horas antes da cirurgia Ansiolíticos: →Utilizado para controlara a ansiedade do paciente. →Os benzodiazepínicos atuam em receptores específicos do SNC, que estão relacionados aos receptores do ácido gram-aminobutírico (GABA). →Atuam de maneira indireta no SNC. →Deve monitorar o paciente com um oxímetro de pulso. Lembrando que saturação abaixo de 90% requer atenção, que deve solicitar o paciente respirar profundamente e, na falha administrar oxigênio via cânula nasal em um volume de 2-3 1/min. Contraindicação: • Hipersensibilidade aos benzodiazepínicos. • Insuficiências respiratório grave. • Glaucoma de ângulo agudo. • Apneia do sono. Medicação Pré-operatória • Gestante e lactante, amenos que não haja alternativa mais segura. O 1º trimestre e o que apresenta mais baixo risco. Uso com precaução: • Uso contaminante de outros agentes depressores do SNC. • Histórico de dependência de droga. • Insuficiências respiratória. • Idoso e debilitados. • Comprometimento renal e hepático. Protocolo: Midazolam 7,5-15mg: administrar 30 min antes do procedimento. Ou Diazepam 5-10mg: administrar 1hora antes do procedimento. →Deve informa ao paciente fazer refeição leve e utilizar seus medicamentos de uso normal, sem restrições. →Sedação consciente deve ter acompanhantes. →indumentação: EPI completo. →Equipe C.- Instrumental: Divido de acordo a função. • Diéreses/ Exérese, hemostasia, auxiliares e síntese. →Diéreses: Cabo de lâmina de bisturi, tesoura metzenbaum, mayo e goldman- foz, descolado molt 9, freer. →Hemostasia: Pinça, fios de suturas, etc. →Exéreses: Fórceps, alavancas, cinzeis, alveolótomo, lima para osso e cureta. →Síntese: Porta agulha, pinça pata tec. e tesoura para fio. • Tesoura: Mayo-hegar, Mathieu e castrovejo. →Fórceps- Prova 1→ I. e Canino superior. 150→ I., Canino e PMS. 151→ I., canino e PMI. 65→ Raizes S. 69→ Raizes I. 18R→ MS Direito. 18L→ MS esquerdo. 17→MI 16→MI (destruição de coroa). Indumentária Winter: →3molares -Posição →Vertical: Paralelo ao longo do eixo do 2M. →Mesial: ao longo do eixo do dente (M em relação ao 2M). →Distal: ao longo do eixo do dente (D e relação ao 2M). →Labial: labial ao 2M. →Lingual: lingual ao 2M. →Horizontal: perpendicular ao 2M. →Invertida: posição contraída ao 2M. Pell & Gregory: →3 molar com a sua profundidade no arco dental →A: porção + alta do 3M = ou acima do oclusal do 2M. →B: porção + alta do 3M abaixo da linha oclusal do 2M, mas acima da cervical. →C: porção + alta do 3M = ou – baixa da linha cervical do 2M. 3 Molar Inferior →Molar retido com a borda anterior do ramo da mandíbula. →I: Espaço suficiente, Classificação →II: espaço insuficiente. →III: sem espaço. Outros dentes retidos: →Quanto ao número: uni ou bilateral. →posição no arco: pré- alveolar (V), trans alveolar, retro alveolar (L/P). →Presença de dentes: com ou sem dentes no arco. →Proximidade do arco: próximo ou distante. → 3 MOLRES IMPACTADOS: 1- Incisão: → Compreender a mucosa e o periósteo, delimitando o retalho a ser realizado. • Cabo de bisturis n3º. • Lâmina de bisturi nº 15. 2- Descolamento do Mucoperiósteo → Descolar o retalho desenhado pela incisão, permitindo boa visualização e acesso seguro aos tecidos subjacentes. • Descolado inicial delicado (cureta). • Descolado Molt. 3-Afastamento do retalho: → Afastar e mantém afastado o retalho de espessura total rebatido, além de protege-lo. • Afastador minessota. 4- Ostectomia →Liberar o dente de sua retenção óssea oclusal, vestibular e distal. • Peça de mão reta. • Micromotor. • Broca Carbide nº703. • Seringa para irrigação de 20ml. • Agulha para irrigação. • Cuba para solução irrigadora. • Solução irrigadora estéril. • Ponta aspiradora. • Aspirador a vácuo. Instrumentação e sequência 5- Odontossecção: → Seccionar o dente, para facilitar sua remoção. • Peça de mão. • Micromotor. • Broca nº703 e 701. • Alavanca reta para clivagem. • Seringa de 20 ml. • Agulha para irrigação. • Solução irrigante estéril. • Ponta aspiradora. • Aspirador a vácuo. 6- Remoção do dente → Após liberado se sua retenção, o dente é luxado e removido do alvéolo. • Alavancava reta. • Alavanca meia-cana. • Pinça Kelly. 7- Toalete da cavidade: →Após a remoção do dente, as margens ósseas são limitadas, o capuz pericoronário remanescente é removido e o retalho, bemcomo o interior do alvéolo, são irrigados e aspirados. • Lima osso. • Cureta de Lucas. • Pinça goiva. • Pinça hemostática (mosquito). • Seringa de 20ml. • Agulha para irrigação. • Solução parra irrigação estéril. • Ponta aspiradora. • Aspirador a vácuo. 8- Sutura: →O retalho é reposicionado e mantido em sua posição original através da sutura. • Porta agulha Mayo-hegar. • Fio de sutura 4-0 ou 5-0. • Pinça para tecido. • Tesoura goldman-fox. Incisão: . →Incisa de maneira firme e contínua, pois com paradas causa mais traumatizo, formam as ilhas de tecidos. →Incisa de maneira perpendicular à superfície, criando margens simétricas e melhor vascularizadas. →Manter distância segura para os tecidos nobres (vasos e nervos). →Em terceiros molares a incisão e feita sobre o local da remoção ósseas e/ou sobre o dente a ser removido. →Parte posterior da incisão: é a área da incisão que envolvem a mucosa distal ao segundo molar se estendendo até a papila mesial deste dente, sem envolve-la. →Parte anterior da incisão: Compreende a parte da incisão que vai diferenciar o tipo de retalho a ser realizado. →Se for avaliada como fácil a exodontia será o retalho em envelope. →Se avaliar como difícil, incisamos a papila entre o segundo e o primeiro molar o mais interno possível nesta ameia interproximal, na tentativa de obter bom volume de tecido gengival papilar. Retalho em Envelope Molares Inferiores: →Indicação: Pell & Gregory A e B. →Iniciar após 7 a 10 minutos de anestesia isquêmica local. 1- Tracionamento da mucosa jugal e palpação da linha oblíqua: • Tracionamento: permite a visualização da área a ser incisada. • Palpação: mostra o direcionamento da incisão. 2-Incisão no trígono retromandibular: →Realizar uma incisão de espessura total, desde o centro da face distal do segundo ou terceiro molar. 3- Incisão em torno do 3 e 2 Molar →Afastar a mucosa julga da região de molares com um afastador minessota. →Iniciar a incisão intrassucular na região do 3M. →Continuar a incisão na distal do 2M, contornando sua face vestibular, até seu ângulo mesial. Execução da parte anterior da Incisão: →Com afastador da mucosa jugal da região molar. →Ângulo mesial do 2M, mantem a incisão intrassucular, e mais interna a incisão em seguida. →Contina pelo sulco gengival vestibular do primeiro Molar até a papila mesial, sem abrange-la. Retalho em Envelope Molares Superiores: →Indicação A e B. →Iniciar após 7 a 0 minutos da anestesia. Retalho Parte posterior →Afastar a mucosa julga. →Inicia a incisão sobrea a mucosa ceratinizada da túber da maxila, levemente vestibular, mantendo sempre contato com o tecido ósseo. (dentro para final da túber ou vice-versa). →Se iniciar na parte posterior o 2M pode não ser totalmente incisado. Parte anterior →Inicia a incisão intrassucular pela metade da mesial do 2M, contornando seu vestibular até liberação de sua papila mesial. →Continua pelo sulco gengival vestibular do 1M, não abrangendo a papila mesial. Outros tipos de retalhos: • Linear. • Neuman. • Novak- Peter • Partsch. • Wassmund. • Oschsenbein & Luebke. • Linera em Y ou duplo Requisitos Ideias de um Retalho: PROVA • Linha de incisão deve repousar em tecido ósseo integro. • Nunca incisar sobre região cervical do dente e sobre papila gengiva. • Ser retilíneo e não apresentar linhas secundárias. • O retalho deve cobrir totalmente a loja óssea. • Nutrição deve ser garantida por amplos pedículos sanguíneo. • Mobilidade para não ficar esticada quando suturar. • Incisão inicial em 90°. →Diérese: Romper a integridade dos tecidos ou plano anatômicos, pelas quais o cirurgião pode penetrar e atingir a área anatômica de interesse cirúrgica. →Tipos: Pinção, secção/corte, incisão, divulsão, descolamento e dilatação. →Punção: Simples, penetra-se nos tec. com instrumentos perfurante, separando sem seccionar. →Secção: Alto de corte estruturas. (tesoura, serra, lâmina de bisturi, laser, ultrassom, cinzeis, etc). →Incisão: Secção dos tec moles, obtidos com instrumentos de corte por lâmina afiadas, produzindo ferimento incisivo. →Divulsão: Afastamento dos tec. sem secciona-los (pinça hemostática e tesoura). →Descolamento: separação dos tec., separa o retalho muco periostal do tec. ósseo. →Dilatação: Anestesia, aumenta diâmetro das vias naturais (canais e orifícios). →Exérese: Remoção cirúrgica de um corpo estranho ou de parte de organismo (tumor) (tec. patológico) – freio lingual. →Hemostasia; Hemorragia estancar, memo coma a compressão. • Prevenir ou interromper o sangue. →Técnica de hemostasia: Compressão, pinçamento. Ligadura, cauterização, cera para osso, sutura em massa. Quais requisitos para uma boa hemostasia: →Menor edema, hematoma e equimose. →Cicatrização mais rápida. →Prevenção de infecção. →Menor dor. →Melhor pós-operatório. Síntese Síntese: sutura, conjunto de manobras para união dos tecidos. →Classificação da Sutura: • Temporária. • Permanente. →Função: • Cooptação. • Sustentação. • Hemostasia. →Tipos de Sutura: • Simples. • Simples com nó para interior das feridas. • Em U horizontal. • Em U vertical. • Ponto em X horizontal interno • Ponto em X horizontal externo. Condições para uma boa síntese: • Antissepsia local. • Borda nítidas. • Hemostasia. • Cooptação sem tração. • Ausência de corpos estranhos. • Ausência de espaço morto. • Fio adequado. • Nó fora da linha de incisão. Manobras Indicação: • Cárie. • Necrose pulpar. • Doença periodontal severa. • Indicação ortodôntica. • Dente mal posicionado. • Dente fraturado. • Cirurgia pré-protética. • Dente retido e/ou impactado. • Dente com patologia. • Pré radiação. • Dente em traço de fratura. • Motivo econômico. Contraindicação: • Locais • Maxilares irradiados. • Trismo. • Patologias. • Perricoronarite aguda. • Doenças sistêmicas. (cardíaca, imunidade comprometida, hepáticos, renais crônicos, hipertenso e diabéticos). Dentes retidos: Resumindo: Anestesia Incisão e descolamento do retalho. Ostectomia. Odontossecção Remoção do dente Hemostasia Sutura Indicação x Contraindicação Técnica I →Os movimentos envolvidos no uso do fórceps são: →Cunha: é a apreensão do dente, permitindo que a parte ativa adentre o espaço periodontal, auxiliando na desinserção das fibras e na expansão óssea. →Intrusão: Tem o objetivo de transferir o fulcro de rotação o mais apical possível, permitindo que eixo de rotação evite a fratura das porções apicais da raiz. →Lateralidade: consiste na luxação propriamente dita, fazendo movimentos de lateralidade vestíbulo-lingual. Tal movimento permite que haja expansão óssea das corticais, facilitando a avulsão dentária. A lateralidade mesio- distal não é possível. →Rotação: utilizado apenas para os dentes unir radiculares. →Tração: Remover o dente luxado do alvéolo. • Ressalta-se que a empunhadura do fórceps é dígito-palmar. →Na maxila, o osso vestibular é mais fino. Por isso, em extrações maxilares, as avulsões ficam facilitadas por maior pressão vestibular que palatina. Vale para caninos e incisivos mandibulares. →Região de molares inferiores, ondeo osso vestibular é mais espesso que o lingual, a extração fica otimizada por maior pressão lingual. Técnica II →Nesta técnica são utilizadas as alavancas. As indicações específicas são: • uso simultâneo com a odontosecção, nos casos de dentes multirradiculares. • dentes retidos ou ectópicos • dentes muito cariados (dificultam apreensão do fórceps) • dentes com inclinação acentuada • raízes fraturadas →As alavancas são contraindicadas em casos em que o dente está preso à cavidade apenas por tecido mole. Sua cinemática compreende: Movimentos →Cunha: inserção do material no interior do espaço periodontal. →Rotação: movimentos horários e anti- horários, curtos, mas firmes. →Alavanca: este movimento, sinérgico aos outros dois, é realizado sendo que o ponto de apoio é a crista óssea, e nunca os dentes vizinhos. Sequência operatória padrão • Anamnese, planejamento, orientações pré-operatórias. Técnica • Paramentação e montagem da mesa cirúrgica. • Condicionamento do paciente (antissepsia extra e intra-bucal). • Anestesia Local. • Sindesmotia. • Exérese. • Avulsão do dente. • Tratamento da cavidade: debridamento • Síntese • Prescrição Medicamentosa e orientações pós-operatórias • Proservação →Apoia entre dente e osso (crista interdental e dente). Nunca apoia na V do dente e P- sempre M ou D). Técnica III →Essa técnica envolve Odontossecção e osteotomia. Objetivo: • Diminuir resistência óssea • Facilitar a luxação • Dificuldade de apoio para USP do fórceps ou alavanca • Corticais rígidas • Melhor visibilidade e acesso Indicações: • Dentes com anquilose, hipercementose, dilaceração radicular e raízes divergentes; • Ápices fraturados (quando ocorre de fratura no ápice, avaliar a indicação de remoção do mesmo); • Após exodontias que requeiram curetagem de lesões apicais extensas; • Exodontia múltipla, para regularização; • Dentes frágeis e sem apoio. →Osteotomia: desgaste ósseo. →Ostectomia: remoção de fragmento ósseo. • Brocas, trefinas, serras, cinzéis, limas; • Rotatórios: refrigeração: torque elevado | não introduzir ar no campo cirúrgico. • Pinça goiva, alveolótomo. Técnica • Confecção do retalho; • Osteotomia: peça de mão reta (brocas esféricas 2,3,6,8 / brocas tronco- cônicas 701, 702, 703 – começar com a broca de menor tamanho) ; anta rotação; cinzéis e martelo; cinzéis • Técnica: canaleta → profundidade: ponta ativa da broca | diâmetro: ponta da broca. • Sulco entre a coroa e o osso alveolar vestibular, mesial e distal • Exposição da junção cemento-esmalte →Odontossecção: Broca de alta rotação (702), dependendo da conformação anatômica. A técnica pode ser removendo toda a coroa primeiro e daí atuar nas raízes, ou já seccionar a coroa de início. Técnica da Odontossecção: • Tratamento da cavidade: • Irrigação com soro fisiológico; • Curetagem das paredes alveolares; • Limas • Remoção de fragmentos ósseos – septo; • Manobra de Chompret • Curetagem • Avulsão (via alveolar e via não alveolar). →Manobra de Champret: consiste na redução da expansão óssea vestíbulo- lingual, pela apreensão digital das duas corticais por tempo determinado. →Manobra de Valsalva: utilizada nas extrações de molares superiores, é uma técnica para verificação se não houve comunicação bucosinusal. O paciente feche o nariz e faz força para assoar. Caso haja comunicação, deve-se colabar os tecidos e suturá-los, favorecendo uma cicatrização por primeira intenção. →Todos procedimentos que tenha a finalidade o favorecimento da propedêutica protética e considerado cirurgia pré-protética. Princípios para ser avaliados: • Tecido ósseo de suporte • Tecido mole de suporte. • Plano de tratamento. Regularização óssea: • Alveoloplastia. • Tuberoplastia. • Exostose vestibular ou platina lateral. • Redução do tubérculo geniano. • Remoção do tórus maxilares. • Remoção do tórus mandibular. Alveoloplastia Contorno adequado do rebordo alveolar. →Retalho envelope. →pequenas incisões verticais para melhor relaxamento do retalho e exposição adequada do rebordo alveolar. →Alveolótomo para regularização (pinças goivas) e lima para osso ou até mesmo brocas. →irrigação e evitar aquecimento. →Sutura contínua ou simples. Tuberoplastia: →Remover irregularidades ósseas no reboro ou para a adequação do espaço interarcadas na região posterior. →Importante ter exame radiográfico. →Incisão Mucoperiósteo sobre o reboro com extensão para a face posterior do túber →Descolamento do retalho em vestibular e palatina. →Regularização óssea pode ser feita por; alveolótomo ou instrumento rotatórios. →Irrigação com soro e necessária. →Refinamento sempre finalizado com lima para osso. →Caso tenha perfuração do assoalho do seio maxilar e a mucosa permanece íntegra, não há necessidade de tratamento especifico. →Se ocorrer o rompimento da mucosa e aconselhável uso de antibioticoterapia e soro fisiológico. Moldagem após 4 semanas. Exostose →Mais comum em Maxila. →Retalho Mucoperiósteo. →Incisão alveolar, associando-se ou não a incisão vertical relaxante. →Remoção das irregularidades: lima pata osso, instrumentos rotatórios e alveolótomo. →Antes da sutura o excesso de tec. mole deve ser removido. → Sutura continua ou simples. →Moldagem após 4 semanas. Redução do Tubérculo Geniano →Incisão Mucoperiósteo na crista do rebordo. →Descolamento de retalho para lingual. Pré-protética →Instrumento rotatórios e lima para osso. →Sutura. Remoção de Tórus maxilar: →Incisão em forma de Y. →Descolamento da mucosa cuidadoso. →Broca e irrigação. →Cuidado para não perfurar o assolho. →Pequenas espículas ósseas remanescentes podem ser removidas com alveolótomo. →Sutura sem tensão em pontos simples. Regularização de Tecidos Moles: • Hiperplasia fibrosa inflamatória vestibular. • Hiperplasia papilar inflamatória palatina. • Redução de tuberosidade. • Fenectomia labial. • Remoção de inserção musculares (Bridas). • Fenectomia lingual. Tecidos Moles para Aumentar o Rebordo Alveolar • Vestibuloplastia por transposição de retalho. • Enxertos de pele, derme, mucosa ou implantes de matriz dérmica acelular. Freio: →Pela frenulectomia: remoção total do fênulo. →Técnica dupla Pinçamento. →Técnica pinçamento único. →Pela frenulotomia: secciona-se o fênulo, sem eliminá-lo, →Técnica da simples secção. →Técnica da incisão em Z. →Pela reinserção do fênulo: muda-se suas inserções. →Explicar bem. →Repouso absoluto de 24/48h. →Compressa gelada na face – 24/72h. →Após 72h compressa quente. →Evitar esforço físico- 5 dias. →Evitar falar. →Evitar trauma na região operada. →Alimentação liquida/pastosa 24/72h. →Higiene bucal cuidadosa. →Não beber álcool, fumar. →Bochecho 24/78- clorexidina 0,12%. (14 dias). →Seguir corretamente a indicação medicamentosa. Sangramento • Comum em 24H. • Mordes gazes. • Mantém cabeceira elevada. • Evitar sucção. Desconforto: • Raramente persiste por mais de 2 dias. • 12h persistente. Dieta: • Liquida/ pastosa – fria. • Hipercalórico- para não desnutrir. Edema: • Normal. • Permanece de 4 a 7 dias. • Diminui em 7 dias. • Em idoso demora passar. Equimose: • Extravasamento de sangue. • Desaparece em 2 semanas. • Não toma sol. • Mai comum em idoso. Hematoma: • Sangue acumulado. • Potencialpara infecção. • Talvez precise de punção- se não pode causar necrose. Trismo: • Infecção (+ de 2 semanas). • Múltiplas agulhadas no AI. • 3M impactado e mais frequente de acontecer. • Limitação da abertura bucal (só 2 semanas). • Calor, laser de baixa potencia pode ajudar. Sutura • Reação inflamatória. • Remoção 7-10 dias. Pós- operatório →Dor, edema, trismo, equimose, hemorragia 1° e 2°, Alveolite e fratura dentárias e alveolares. →Fratura de túber, lesão nervosa, fratura mandibular, inserção da raiz e nas vias digestivas e respiratórias, em tec. vizinhos, comunicação bucossinual, etc. Lesão dos Tecidos Moles: →Afastador, instrumento rotatório, alavancas, extratores e fórceps. →Fraturas corticais túber da maxila. Descolamento da Raiz →Força de apoio inadequada. Tratamento Local: →Compressão digital com gazes. →Hemostático. Enfisema: →Tecido moles da cabeça e pescoço. →Ar da caneta. Parestesia: →Mal planejamento. →Técnica incorreta. →Situação previa. Alveolite: →Muito comum, osso exposto. →Maxila comunica com o osso frontal. Comunicação Buco Sinusais →Comunicação. →Rompimento. →Tratamento sutura em X não pode espirar, fumar, etc. →Grande: retalho palatino. Biópsia; →Incisional e excecional. →Coloração muito diferente → maligna. →Melanoma → preto escuro (grave). →Língua e assoalho→ local de risco. →Citologia esfoliativa - raspagem da lesão. • Ex- Uma pequena parte • In- Toda lesão. →V → Corte em forma de cunha e mais adequado. →Superficial não e bom (estreito e profundo é adequado). →In→ 2 a 3 mm →em forma de cunha, difusão e sutura. →Anestesia longe da lesão. →Guarda em um vidro com formol e manda para laboratório em até 48h. Aspiração: →Agulha ou seringa. →Se vim sangue (suspeito). Complicações → 500 tipos ou + (22 predominantes). →Medicação tempo/ dose errada influencia. →Saliva contém componentes antimicrobianos. →Gravides é um fator de risco. →Tratamento: antimicrobiano, drenagem e remoção da causa. →Bolsa periodontal agrava. →Ponto de flutuação: local de puz, tem que remover a causa e drenagem com auxilio de antimicrobianos. →Progressão: disseminação pelo osso esponjoso. (pode romper a lâmina). →Profilaxia: bactericida ideal. • 2 Horas antes do procedimento. • Não indicado para colocação de PR, aparelhos ortodônticos, eletivo, etc.. Tratamento: →Determinar a gravidade da lesão, vê se há necessidade de cirurgia. Gravidade da lesão: • Tempo • Area vitais. • Sinais e sintomas. • Exames Antibiótico: • Defesa imune normal, correta drenagem (Não indicado). • Infecções periodontal limitada (não indicada). Indicação Infecções menores em pacientes com defesa imune comprometida. Infecções dos Espaços Faciais Profundos. →Músculos da movimentação: • Pterigoide lateral, medial. • Masseter • Temporal →Faríngeo lateral, retrofaríngeo pode afeta geralmente são fatais. →Plexo pterigoideo e muito perigoso →Anestesia Longe dos processos infecciosos. →Celulite → Compressa morna antes de drenar. →Abscesso grande: Antimicrobiano indicado. →Agina de Ludwing: Muito grave, leva a óbito em horas, pois fechas as vias respiratórias (vias aéreas). Infecções →Maxilar: Infraorbitário: →ICS até CS. →Contraindicação: área de tratamento discreta. →Agulha: na altura da prega mucovestibular sobre o 1PMS. Nasopalatino: →Mesial do 1PM direito à face mesial do 1PM esquerdo. →Contraindicação: pequenas áreas. →Agulha: Mucosa palatina imediatamente lateral à papila incisiva (linha média atrás dos IC). Alveolar Sup. Posterior: →Molares 1,2 e 3 (raiz mesio vestibular do 1M apenas 28%). →Agulha: Altura da prega mucovestibular do 2MS. →Contraindicação; quando há risco de hemorragia. Alveolar Sup.: → Ic até c Alveolar Sup. Médio: →P.M. e raiz do 1 M.S. →Contraindicação: Infecção e inflamação, nervo ASM ausente. →Ponto de referência: Prega mucovestibular acima do 2PMS. Alveolar Sup. Médio Anterior →I, C e PM. →Contraindicação: Tec. palatinos finos, precisar de mais de 90 min. →Agulha: Palato duro, ponto de contato entre e o 1PM e o 2PM. Palatino Maior: →1 Tecidos moles sobrejacentes, anteriormente até o 1 PMS e medialmente até a linha média. →Contraindicação: Pequenas áreas. →Agulha: levemente anterior ao forame palatino maior. Alveolar Inferior: →Dentes mandibulares até a linha média. → Contraindicação: Pacientes com maior probabilidade de morder o lábio ou a língua. → Ponto de referência: Plano oclusal dos dentes mandibulares posteriores, Anestesia incisura coronoide e rafe pterigomandibular. Bucal: →Tecidos moles e periósteo bucal dos dentes molares mandibulares. →Contraindicação: Infecção e inflamação na área de anestesia. →Ponto de Referência: Molares mandibulares e prega mucobucal. Gow Gates: →Dentes mandibulares até a linga média. →Contraindicação: pacientes que mordem o lábio e paciente que não consegue abrir a boca. →Ponto de referência: Altura da injeção estabelecida pela coloração ponta da agulha logo abaixo da cúspide mesiolingual. Mandibular Boca Fechada: →Dentes mandibulares até a linha média. →Contraindicação: Pacientes que mordem os lábios e língua e incapacidade de visualizar ou de ter acesso ao aspecto lingual do ramo mandibular. →Ponto de Referência: Junção mucogengival do 3M e 2M e tuberosidade da maxila. Mentual: →Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame mentual (em torno do 2PM) até a linha média e a pele do lábio inferior. →Contraindicação: Infecção e inflamação na área da injeção. →Ponto de referência: PM mandibular e prega mucogengival. Incisivo: →Membrana mucosa bucal anterior ao forame mentual e lábio inferior. →Contraindicação: Infecção e inflamação na área da anestesia. → Ponto de referência: PM mandibular e prega mucobucal. Indicação: Criança: • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. • Gestante: • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. (Máx. 2 tubetes). • Mepivacaína e Prilocaína NÃO são indicadas. Diabéticos: • Prilocaína 3% + Felipressina 0,03Ul/ml. • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000 (máx. 2 tubetes). Insuficiência Renal: • Articaína 4% ou Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000 • Evitar Mepivacaína. Asmático: • Lidocaína 2% ou Mepivacaína 2% ou Articaína 4% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. Alteração cardiovasculares: • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. • Prilocaína 3% + Felipressina 0,03Ul/ml. • Articaína 4% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. • Arritmias severas sintomáticos e supraventriculares: • Prilocaína 3% + felipressina 0,03Ul/ml. Hipertensos: • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. • Prilocaína 3% + Felipressina 0,03Ul/ml. • Mepivacaína 3% sem vasoconstritores. • Prilocaína 3 + Felipressina 0,03Ul/ml. Porfirias hepáticas: • Bupivacaína 0,5 com ou sem Epinefrina. • Prilocaína 3% + Felipressina 0,03Ul/ml. Uso com precaução: • Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. • Mepivacaína 35 sem vasoconstritor. • • Mepivacaína 2 + Epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000. Como Calcular dose Máxima?Receitas: + Farmacologia