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MINICURSO 
CÓDIGO DE ÉTICA 
PROFISSIONAL DO 
ASSISTENTE SOCIAL 
NÚCLEO DE CIÊNCIAS 
HUMANAS E SOCIAIS 
Bacharelado em Serviço Social 
Fabiana Vassi 
Coordenadora 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APRESENTAÇÃO 
 
Professor Esp. Romário Rocha Rodrigues 
 
• Técnico em Administração pelo Colégio 
Estadual de Paranavaí (2014); 
• Bacharel em Direito pela Universidade 
Paranaense - UNIPAR (2019); 
• Especialista em Ciência de Dados - Uniasselvi 
(2021); 
• Especialização em Educação a distância 4.0 
(FAEL) (2022); 
• MBA em Finanças e Políticas Fiscal - 
Uniasselvi (2022); 
• MBA em Gestão Pública - Uniasselvi (2022); 
• Especializando em Ciência Política: Poder e 
Establishment pela Uninter; 
• Tutor Professor na instituição UniFatecie. 
Para acessar meu 
currículo lattes, 
aponte a câmera do 
seu celular para o 
QR code. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Prezado(a), você sabe o que é e para que serve um 
código de ética? Em resumo, um código de ética é um 
conjunto de princípios e valores que estabelecem o 
comportamento esperado de indivíduos ou organizações 
em uma determinada profissão, setor ou contexto. Seu 
objetivo é orientar as ações dos profissionais em relação 
aos clientes, colegas, sociedade e meio ambiente, a fim de 
promover práticas éticas e responsáveis. 
Um código de ética pode abranger temas como 
integridade, honestidade, transparência, confidencialidade, 
respeito pelos direitos humanos, diversidade, justiça, 
responsabilidade social, meio ambiente e outras questões 
relevantes para a profissão ou setor. Ele é frequentemente 
desenvolvido por organizações profissionais ou 
empresariais, mas também pode ser elaborado por 
reguladores governamentais, associações de consumidores 
ou outros grupos de interesse. 
Neste minicurso, estudaremos os principais pontos do 
Código de Ética da Assistência Social, de forma que você, 
como aluno do Bacharelado em Serviço Social, possa seguir 
em sua carreira com segurança, seguindo as diretrizes do 
Conselho Federal e Regional e a legislação vigente. 
O curso está estruturado em dois dias: no primeiro dia, 
abordaremos os princípios que regem o Código de Ética da 
Assistência Social e como a Teoria do Poder e dos Direitos 
Humanos influenciam este documento. No segundo dia, 
ampliaremos nossos estudos acerca da estrutura dos 
Conselhos, os direitos, as obrigações e as proibições que se 
impõem ao Assistente Social. 
Esperamos que este curso contribua 
significativamente para o seu desenvolvimento profissional 
e que você aproveite ao máximo essa oportunidade. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“O melhor escudo contra a 
injustiça é um profissional 
da Assistência Social”. 
 
Autor desconhecido 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRINCÍPIOS 
FUNDAMENTAIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
I. Reconhecimento da liberdade como valor 
ético central e das demandas políticas a ela 
inerentes - autonomia, emancipação e plena 
expansão dos indivíduos sociais; 
II. Defesa intransigente dos direitos humanos 
e recusa do arbítrio e do autoritarismo; 
III. Ampliação e consolidação da cidadania, 
considerada tarefa primordial de toda sociedade, 
com vistas à garantia dos direitos civis sociais e 
políticos das classes trabalhadoras; 
IV. Defesa do aprofundamento da 
democracia, enquanto socialização da 
participação política e da riqueza socialmente 
produzida; 
V. Posicionamento em favor da equidade e 
justiça social, que assegure universalidade de 
acesso aos bens e serviços relativos aos 
programas e políticas sociais, bem como sua 
gestão democrática; 
VI. Empenho na eliminação de todas as 
formas de preconceito, incentivando o respeito 
à diversidade, à participação de grupos 
socialmente discriminados e à discussão das 
diferenças; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VII. Garantia do pluralismo, através do respeito às 
correntes profissionais democráticas existentes e 
suas expressões teóricas, e compromisso com o 
constante aprimoramento intelectual; 
VIII. Opção por um projeto profissional 
vinculado ao processo de construção de uma 
nova ordem societária, sem dominação, 
exploração de classe, etnia e gênero; 
IX. Articulação com os movimentos de outras 
categorias profissionais que partilhem dos 
princípios deste Código e com a luta geral dos/as 
trabalhadores/as; 
X. Compromisso com a qualidade dos serviços 
prestados à população e com o aprimoramento 
intelectual, na perspectiva da competência 
profissional; 
XI. Exercício do Serviço Social sem ser 
discriminado/a, nem discriminar, por questões de 
inserção de classe social, gênero, etnia, religião, 
nacionalidade, orientação sexual, identidade de 
gênero, idade e condição física. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. DIGNIDADE DA 
PESSOA HUMANA 
2. RECONHECIMENTO 
DA LIBERDADE 
3. AMPLIAÇÃO E 
CONSOLIDAÇÃO DA 
CIDADANIA 
4. DEFESA DO 
APROFUNDAMENTO 
DA DEMOCRACIA 
5. 
POSICIONAMENTO 
EM FAVOR DA 
EQUIDADE E 
JUSTIÇA SOCIAL 
6. EMPENHO NA 
ELIMINAÇÃO DE 
TODAS AS 
FORMAS DE 
PRECONCEITO 
7. GARANTIA DO 
PLURALISMO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DEFESA DOS DIREITOS 
HUMANOS: DIGNIDADE DA 
PESSOA HUMANA 
- O ser humano é detentor de direitos inalienáveis 
reconhecidos através de lutas durante a história da 
humanidade; 
 
- Ao longo da história, houve movimentos sociais 
importantes que culminaram no reconhecimento 
desses direitos, com o objetivo de preservar a 
dignidade humana; 
 
- Embora não exista uma definição exata do que são 
direitos humanos, eles podem ser entendidos como 
um conjunto de garantias fundamentais e inerentes 
a todos os seres humanos, independentemente de 
raça, gênero, religião, origem nacional ou qualquer 
outra condição; 
 
- Os direitos humanos são a expressão das 
reivindicações dos homens face à intolerância, 
negligência, arbitrariedade e egoísmo humano. O 
abuso do poder se manifesta como uma ofensa aos 
direitos humanos, haja vista que o ataque 
sistemático ao poder legitimamente investido, 
afronta aos direitos civis e à liberdade individual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CARACTERÍSTICAS E AS 
DIMENSÕES DOS DIREITOS 
HUMANOS 
- Os direitos humanos são históricos, universais, 
indivisíveis, interdependentes, inalienáveis, 
irrenunciáveis e imprescritível. 
 
- As dimensões dos direitos humanos abrangem: 
 a) Direitos de liberdade (primeira dimensão): 
abrange direitos civis e políticos que se 
manifestaram durante as revoluções burguesas 
(século XVII e XVIII), e que delimitam o Poder do 
Estado (direitos negativos); 
b) Direitos de igualdade (segunda dimensão): 
abarcam os direitos sociais, econômicos e culturais. 
Esses direitos foram formulados durante o período 
das revoluções socialistas e nacionalistas durante o 
século XIX e o início do século XX (direitos de 
prestação); 
 
c) Direitos de fraternidade (terceira dimensão): 
reúne os chamados direitos de solidariedade, 
traduzida em uma perspectiva difusa. Surgiu após a 
Segunda Guerra Mundial e o surgimento da ONU. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Plano jurídico
Plano da 
solidarieda
de social
Plano 
afetivo
PADRÃO DE 
RECONHECIMENTO 
INTERSUBJETIVO - AXEL 
HONNETH 
O reconhecimento social abarca a concepção de 
eticidade e justiça social, em que se considera três 
planos que compõem o desenvolvimento humano – 
plano afetivo, da solidariedade social e jurídico -, 
pois o indivíduo somentese compreende como 
pessoa quando pode exercer direitos em pé de 
igualdade com os demais (BRAGA; 
SCHUMACHER, 2013, p. 377-382). 
Fonte: organizado pelo autor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RECONHECIMENTO DA 
LIBERDADE 
Esse princípio se refere à valorização da autonomia 
e da capacidade das pessoas em tomar decisões 
sobre suas próprias vidas. 
AMPLIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO 
DA CIDADANIA 
Esse princípio se refere à valorização dos direitos 
sociais, políticos e econômicos das pessoas, 
visando a garantia do exercício pleno da cidadania. 
DEFESA DO APROFUNDAMENTO 
DA DEMOCRACIA 
Esse princípio se refere à valorização da 
participação ativa das pessoas na construção de 
uma sociedade mais democrática, igualitária e 
justa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POSICIONAMENTO EM FAVOR DA 
EQUIDADE E JUSTIÇA SOCIAL 
A defesa da equidade e justiça social é importante 
porque reconhece que a desigualdade social é um 
problema que afeta a vida de muitas pessoas, 
impedindo-as de ter acesso aos mesmos direitos e 
oportunidades. 
EMPENHO NA ELIMINAÇÃO DE 
TODAS AS FORMAS DE 
PRECONCEITO 
Esse princípio se refere à defesa da igualdade de 
tratamento e oportunidades para todas as pessoas, 
independentemente de sua origem, etnia, gênero, 
orientação sexual, religião, entre outros aspectos 
que possam gerar discriminação 
GARANTIA DO PLURALISMO 
O pluralismo refere-se à valorização da diversidade 
e da pluralidade de opiniões, ideologias, culturas e 
interesses presentes na sociedade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. COMPROMISSO 
COM A QUALIDADE 
DOS SERVIÇOS 
PRESTADOS À 
POPULAÇÃO 
2. ARTICULAÇÃO 
COM OS 
MOVIMENTOS DE 
OUTRAS 
CATEGORIAS 
PROFISSIONAIS 
3. EXERCÍCIO DO 
SERVIÇO SOCIAL 
SEM SER 
DISCRIMINADO/A, 
NEM DISCRIMINAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMPETÊNCIA DO 
CONSELHO FEDERAL 
DE SERVIÇO SOCIAL 
(CFESS) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SEGUNDO O SUPERIOR 
TRIBUNAL DE JUSTIÇA 
Os conselhos profissionais têm poder de polícia 
para fiscalizar as profissões regulamentadas, 
inclusive no que concerne à cobrança de anuidades 
e à aplicação de sanções. 
Art.1.º Compete ao Conselho Federal de Serviço 
Social: 
a - zelar pela observância dos princípios e 
diretrizes deste Código, fiscalizando as ações dos 
Conselhos Regionais e a prática exercida pelos 
profissionais, instituições e organizações na área do 
Serviço Social; 
 
b - introduzir alteração neste Código, através de 
uma ampla participação da categoria, num 
processo desenvolvido em ação conjunta com 
os Conselhos Regionais; 
 
c - como Tribunal Superior de Ética Profissional, 
firmar jurisprudência na observância deste Código e 
nos casos omissos. 
Parágrafo único. Compete aos Conselhos 
Regionais, nas áreas de suas respectivas 
jurisdições, zelar pela observância dos princípios e 
diretrizes deste Código, e funcionar como órgão 
julgador de primeira instância. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a. O CFESS é uma autarquia pública federal, cuja 
atribuição é de orientar, disciplinar, normatizar, 
fiscalizar e defender o exercício profissional do 
Assistente Social em conjunto com os Conselhos 
Regionais de Serviço Social (CRESS); 
 
b. Prestar assessoria técnico-consultivo aos 
organismos públicos ou privados, em matéria de 
Serviço Social; 
 
c. Estabelecer os sistemas de registro dos 
profissionais habilitados; 
 
d. Aprovar o Código de Ética juntamente com os 
CRESS, no fórum máximo de deliberação do 
conjunto CFESS/CRESS. 
 
e. Funcionar como tribunal superior de ética 
profissional, julgando os recursos contra as 
sanções impostas pelos CRESS; 
 
O fórum máximo de deliberação dar-se-á nas 
reuniões conjuntas, onde fixarão os limites de sua 
competência e sua forma de convocação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRESS 
Órgão executivo de 1.ª instância com 
sede na Capital de Estado, território e 
Distrito Federal 
CFESS 
Órgão normativo de grau superior 
com sede no Distrito Federal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSELHOS REGIONAIS DE 
SERVIÇO SOCIAL (CRESS) 
Sua competência está descrita no art. 10 da Lei n.º 
8.662/93. 
I - organizar e manter o registro profissional dos 
Assistentes Sociais e o cadastro das instituições e 
obras sociais públicas e privadas, ou de fins 
filantrópicos; 
 
II - fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão de 
Assistente Social na respectiva região; 
 
III - expedir carteiras profissionais de Assistentes 
Sociais, fixando a respectiva taxa; 
 
IV - zelar pela observância do Código de Ética 
Profissional, funcionando como Tribunais Regionais 
de Ética Profissional; 
 
V - aplicar as sanções previstas no Código de Ética 
Profissional; 
 
VI - fixar, em assembleia da categoria, as anuidades 
que devem ser pagas pelos Assistentes Sociais; 
 
VII - elaborar o respectivo Regimento Interno e 
submetê-lo a exame e aprovação do fórum máximo 
de deliberação do conjunto CFESS/CRESS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em cada capital de Estado, de território e no Distrito 
Federal, haverá um CRESS, no entanto, na 
impossibilidade de instalar um Conselho Regional, 
deverá ser constituída uma delegacia subordinada 
ao Conselho Regional que oferecer melhores 
condições de comunicação, fiscalização e 
orientação, ouvido o órgão regional e com 
homologação do Conselho Federal. 
 
Os Conselhos Regionais poderão constituir, dentro 
de sua área de jurisdição, delegados seccionais 
para desempenho de suas atribuições executivas e 
de primeira instância nas regiões em que forem 
instaladas, desde que a arrecadação proveniente 
dos profissionais nelas atuantes seja suficiente para 
sua própria manutenção. 
 
Art. 12, §§1.º e 2.º da Lei n.º 8.662/93. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMO O CONSELHO SERÁ 
MANTIDO? 
Art. 19. O Conselho Federal de Serviço Social 
(CFESS) será mantido: 
 
I - por contribuições, taxas e emolumentos 
arrecadados pelos CRESS, em percentual a ser 
definido pelo fórum máximo instituído pelo art. 9º 
desta lei; 
 
II - por doações e legados; 
 
III - por outras rendas. 
 
Lei n.º 8.662/93. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MEMBROS EFETIVOS DO CFESS E 
CRESS 
Eleitos dentre os Assistentes Sociais, por via direta, 
para um mandato de três anos, de acordo com as 
normas estabelecidas em Código Eleitoral 
aprovado pelo fórum instituído pelo art. 9º desta lei. 
 
Caput do art. 20 da Lei n.º 8.662/93. 
SUPLENTES 
CONSELHO FISCAL 
SECRETÁRIOS TESOUREIROS 
VICE-PRESIDENTE 
PRESIDENTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MEMBROS DELEGACIAS 
SECCIONAIS 
Eleitos dentre os Assistentes Sociais da área de sua 
jurisdição, nas condições previstas no caput artigo 
20 da Lei n.º 8.662/93. 
DELEGADO 
TESOUREIRO 
SUPLENTES 
SECRETÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIREITOS E 
RESPONSABILIDADES 
DO ASSISTENTE 
SOCIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIREITOS DO ASSISTENTE 
SOCIAL 
Conforme o art. 1º da Lei nº 8.662/93, é livre o exercício 
da profissão de assistente social em todo o território 
nacional, desde que o profissional seja portador do 
diploma de graduação em Serviço Social, expedido por 
instituição de ensino superior credenciada pelo 
Ministério da Educação e Cultura, conforme determina 
o inciso I doart. 2º da mesma lei. 
 
Também poderão exercer a profissão de assistente 
social, os portadores de diploma de internado em 
Serviço Social ou equivalente, expedido por 
estabelecimento de ensino superior estrangeiro, desde 
que revalidado por universidade pública brasileira e 
registrado no conselho regional de Serviço Social 
(CRESS) de sua jurisdição, conforme prevê o inciso II 
do art. 2º da lei nº 8.662/93. 
 
O inciso III da referida lei traz como exceção os 
Agentes Sociais que, conforme art. 14 da lei n.º 
1.883/53, tem seus direitos resguardados, “sendo-lhes 
facultado obter o diploma de Assistente Social”, 
mediante os seguintes critérios: 
 
a. trabalhar em órgão público; 
 
b. realizar prova nas Escolas de Serviço Social no qual 
abrangerá as matérias do currículo escolar e as não 
incluídas nos cursos que frequentou; 
 
c. exercer a profissão há mais de 5 anos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Essa disposição pode ser vista como uma medida 
para permitir que os profissionais que já estão 
trabalhando no setor público possam se qualificar e 
obter uma certificação oficial, que pode ajudá-los a 
progredir em suas carreiras. Isso também pode 
beneficiar os órgãos públicos, que podem contar 
com mais profissionais protegidos para funções 
importantes no campo social. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conforme prevê o art. 3.º que regula a profissão (lei 
n.º 8.662/93), a designação Assistente Social 
somente poderá ser usada por pessoa habilitada, 
portanto, trata-se de uma designação profissional 
privativa. A defesa dessa prerrogativa é 
determinada pelo art. 15 da mesma lei que proíbe o 
uso da expressão Serviço Social por quaisquer 
pessoas, seja de direito público ou privado, que não 
atuem nas atividades previstas nos arts. 4.º e 5.º da 
lei que tratam das competências e atribuições 
privativas. 
 
Conforme previsão do parágrafo único do art. 15 da 
lei n.º 8.662/93, in verbis: 
 
“As pessoas de direito público ou privado que se 
encontrem na situação mencionada neste artigo 
terão o prazo de noventa dias, a contar da data da 
vigência desta lei, para processarem as 
modificações que se fizerem necessárias a seu 
integral cumprimento, sob pena das medidas 
judiciais cabíveis”. 
 
Quanto a carga horária de trabalho, o art. 5.º-A da 
lei n.º 12.317/2010 prevê que a duração de trabalho 
do Assistente Social é de 30 horas semanais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Neste norte, é preciso apontar que também se 
constitui direitos do Assistente Social: 
 
a. participação na elaboração e gerenciamento das 
políticas sociais, assim como a formulação e 
implementação de programas sociais; 
 
b. em matéria de sua especialidade ou quando se 
tratar de assuntos de interesse da população, o 
direito de se pronunciar; 
 
c. liberdade na realização de estudos e pesquisas, 
porém, deverá ser resguardado os direitos de 
participação de indivíduos ou grupos envolvidos nos 
projetos; 
 
d. aprimoramento profissional contínuo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESAGRAVO PÚBLICO 
Com relação a garantia e defesa de suas 
atribuições e prerrogativas, o Conselho Federal e os 
Conselhos Regionais terão legitimidade para agir 
em favor do Assistente Social quando qualquer 
pessoa infringir disposições que digam respeito às 
prerrogativas, à dignidade e ao prestígio da classe 
(art. 20 da lei n.º 8.662/93). 
 
A Resolução CFESS n.º 443/2003 que instituiu os 
procedimentos para a realização de desagravo 
público e regulamenta a alínea “e” do art. 2.º do 
Código de Ética do Assistente Social, prevê o 
seguinte procedimento: 
 
a. o Assistente Social, devidamente inscrito em sua 
circunscrição, poderá representar perante o CRESS 
para apuração dos fatos contra quem der ensejo ou 
causa a violação de seus direitos e prerrogativas; 
 
b. a representação deverá ser por escrito, no qual 
citará as circunstâncias, os responsáveis pela 
ofensa e as provas de sua ocorrência; 
 
c. o Conselho Pleno do CRESS ou CFESS 
designará um relator, podendo contar com um ou 
mais assistentes sociais da base, que analisarão se 
houve violação aos direitos e prerrogativas do 
Assistente Social. Nesta fase, o relator requererá 
juntada de provas e determinar diligências para 
elucidação dos fatos; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d. o relator solicitará o comparecimento do suposto 
ofensor, de forma a esclarecer os fatos quando a 
matéria se mostrar controvertida. O relator poderá 
opinar pelo arquivamento do desagravo público 
quando: 
 
i. quando a ofensa for de natureza pessoal; 
 
ii. se não estiver relacionado ao exercício e 
prerrogativas da profissão; 
 
iii. ou se caracterizar crítica doutrinária, ideológica 
ou política. 
 
Outrossim, o relator poderá requerer o 
arquivamento quando houver retratação pública do 
ofensor através dos meios de comunicação ou por 
outro meio determinado pelo relator, desde que 
suficiente e convincente quanto ao 
restabelecimento da imagem do profissional que 
teve sua honra atingida. 
 
Destaque-se, em qualquer hipótese o parecer do 
relator deverá ser fundamentado, sob pena de 
nulidade. O parecer será submetido à apreciação e 
decisão final do Conselho Pleno do CRESS ou do 
CFESS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
É possível renunciar o direto de desagravo com o 
consequente arquivamento do procedimento, 
porém, o ofendido o fará expressamente com a 
assinatura de declaração em que arcará com todas 
as eventuais consequências decorrentes de tal ato. 
Contudo, havendo dois ou mais postulantes, a 
renúncia de um deles não implica na do outro. 
 
Ainda, quando se tratar de fato que atinja a 
categoria indistintamente, não caberá renúncia ou 
desistência do procedimento de desagravo público, 
ainda que por decisão do CRESS, do CFESS ou a 
pedido de interessados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DEVERES E OBRIGAÇÕES DO 
ASSISTENTE SOCIAL 
O Código de Ética do Assistente Social é enfático 
ao determinar que os deveres do Assistente Social 
estão circunscritos a: 
 
a. desempenhar suas atividades profissionais, com 
eficiência e responsabilidade, observando a 
legislação em vigor; 
 
b. utilizar seu número de registro no Conselho 
Regional no exercício da Profissão; 
 
c. abster-se, no exercício da Profissão, de práticas 
que caracterizem a censura, o cerceamento da 
liberdade, o policiamento dos comportamentos, 
denunciando sua ocorrência aos órgãos 
competentes; 
 
d. participar de programas de socorro à população 
em situação de calamidade pública, no atendimento 
e defesa de seus interesses e necessidades. 
 
Quanto às proibições, além de coibir transgressões 
ao disposto no Código de Ética – ainda que por 
determinação institucional -, também veda práticas 
e conivências com condutas antiéticas, crimes e 
contravenções penais no exercício da profissão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTÁGIO PROFISSIONAL EM 
ASSISTÊNCIA SOCIAL 
a. o estudante somente poderá atuar quando 
acompanhado de um profissional da área, haja vista ser 
uma competência privativa do Assistente em pleno gozo 
da profissão, treinar, avaliar e supervisionar o estagiário. 
Logo, a instituição de Ensino deverá credenciar e 
comunicar os Conselhos Regionais de sua jurisdição os 
campos de estágio e os Assistentes que irão supervisionar 
o discente (arts. 5.º, inc. VI e 14 da lei n.º 8.662/93); 
 
b. é proibido que o Assistente Social compactue com o 
exercício ilegal da profissão, inclusive quanto ao estagiário 
que exerce irregularmente atribuições específicas, em 
substituição do profissional inscrito no conselhode classe. 
 
Também constitui proibição: 
a. assumir responsabilidade por atividade para as quais 
não esteja capacitado/a pessoal e tecnicamente; 
 
b. substituir profissional que tenha sido exonerado/a por 
defender os princípios da ética profissional, enquanto 
perdurar o motivo da exoneração, demissão ou 
transferência; 
 
c. pleitear para si ou para outrem emprego, cargo ou 
função que estejam sendo exercidos por colega; 
 
d. adulterar resultados e fazer declarações falaciosas 
sobre situações ou estudos de que tome conhecimento; 
 
e. assinar ou publicar em seu nome ou de outrem 
trabalhos de terceiros, mesmo que executados sob sua 
orientação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Resolução do CFESS n.º 493/2006 dispõe sobre as 
condições éticas e técnicas do exercício profissional do 
assistente social. 
 
Art. 2º - O local de atendimento destinado ao assistente 
social deve ser dotado de espaço suficiente, para 
abordagens individuais ou coletivas, conforme as 
características dos serviços prestados, e deve possuir e 
garantir as seguintes características físicas: 
 
a- iluminação adequada ao trabalho diurno e noturno, 
conforme a organização institucional; 
 
b- recursos que garantam a privacidade do usuário naquilo 
que for revelado durante o processo de intervenção 
profissional; 
 
c- ventilação adequada a atendimentos breves ou 
demorados e com portas fechadas; 
 
d- espaço adequado para colocação de arquivos para a 
adequada guarda de material técnico de caráter 
reservado. 
 
Art. 3º - O atendimento efetuado pelo assistente social 
deve ser feito com portas fechadas, de forma a garantir o 
sigilo. 
 
Art. 4º - O material técnico utilizado e produzido no 
atendimento é de caráter reservado, sendo seu uso e 
acesso restrito aos assistentes sociais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PENALIDADES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A alínea “a” do art. 22 do Código de Ética da 
Assistência Social dispõe que o exercício da 
profissão do impedido, ou facilitar, por qualquer 
meio, o exercício por pessoa não habilitada, 
constitui infração. 
 
Contudo, quem são os sujeitos impedidos ao 
exercício da profissão da Assistência Social citado 
na alínea? 
 
A partir da leitura do Código de Ética e da Lei que 
regulamenta a profissão do Assistente Social, são 
impedidos: 
 
Pessoas que não possuam formação em Serviço 
Social; 
 
b. Pessoas que tenham sido condenadas por 
sentença transitada em julgado por práticas de 
crimes; 
 
c. Pessoas que tenham sofrido sanção ético-
disciplinar que implique na perda do registro 
profissional; 
 
d. Pessoas que estejam exercendo a profissão de 
forma ilegal ou sem registro no CRESS; 
 
e. Pessoas que estejam exercendo outra profissão 
ou atividade que implique conflito de interesses com 
a profissão de assistente social, ou que possam 
prejudicar o exercício profissional do Assistente 
Social. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De outro norte, o Código também aduz que constitui 
infração: 
 
art. 22 [...] 
 
b. não cumprir, no prazo estabelecido, 
determinação emanada do órgão ou autoridade dos 
Conselhos, em matéria destes, depois de 
regularmente notificado/a; 
 
[...] 
 
d. participar de instituição que, tendo por objeto o 
Serviço Social, não esteja inscrita no Conselho 
Regional; 
 
e. fazer ou apresentar declaração, documento falso 
ou adulterado, perante o Conselho Regional ou 
Federal. 
 
A alínea “c” do art. 22 cita que constitui infração o 
inadimplemento da anuidade e contribuições devida 
ao Conselho. Ocorre que esse dispositivo contraria 
a letra do parágrafo único, do art. 4.º da lei n.º 
12.514/11, que permite a cobrança da anuidade 
pelos conselhos, no entanto, o inadimplemento não 
tem o condão de suspender o registro ou impedir o 
exercício da profissão, pois tal ato constitui 
INCONSTITUCIONALIDADE. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“É inconstitucional a suspensão realizada por 
conselho de fiscalização profissional do exercício 
laboral de seus inscritos por inadimplência de 
anuidades, pois a medida consiste em sanção 
política em matéria tributária. STF. Plenário. RE 
647885, Rel. Min. Edson Fachin, julgado em 
27/04/2020 (Repercussão Geral – Tema 732)”. 
PENALIDADES PARA AS 
INFRAÇÕES COMETIDAS? 
 
Segundo o art. 24 do Código de Ética, as 
penalidades aplicáveis são: 
 
a) multa; 
 
b) advertência reservada; 
 
c) advertência pública; 
 
d) suspensão do exercício profissional; 
 
e) cassação do registro profissional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VOCÊ SABIA? 
Uma curiosidade interessante sobre o curso de 
Assistência Social é que ele é um dos poucos 
cursos na área das Ciências Sociais que tem uma 
forte ênfase na prática. Isso significa que, além do 
aprendizado teórico, os estudantes são 
encorajados a participar de atividades práticas e 
supervisionados em permissão que oferecem 
serviços de assistência social. 
 
Os estudantes de Assistência Social geralmente 
trabalham com comunidades carentes, grupos 
superaram, indivíduos em situação de risco e outros 
que enfrentaram desafios socioeconômicos e 
culturais. Eles aprendem a desenvolver programas 
e serviços que atendem às necessidades próprias 
e trabalham em parceria com outras organizações 
governamentais e não governamentais. 
 
Outra curiosidade interessante é que, embora a 
Assistência Social seja frequentemente associada 
a programas assistenciais e de ajuda financeira, a 
área é muito mais ampla e abrange uma variedade 
de serviços e práticas que visam promover a justiça 
social e a igualdade de oportunidades para todos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TESTE SEU CONHECIMENTO 
1 - Banca: COSEAC (2023) - Um dos direitos do assistente social 
previsto no código de ética profissional é: 
A - Pronunciamento em matéria de sua especialidade, com o objetivo de 
demonstrar sua capacidade profissional. 
B - Desagravo público por ofensa que atinja a sua honra profissional em 
consonância com a instituição na qual atue. 
C - Liberdade na realização de seus estudos e pesquisas, resguardados os 
direitos de participação de indivíduos ou grupos envolvidos em seus 
trabalhos. 
D - Participação na elaboração e execução das políticas sociais, quando 
convocado pelos entes governamentais ou órgãos de classe. 
E - Aprimoramento profissional de forma contínua, colocando seus 
conhecimentos a serviço do espaço sócio-ocupacional em que atue. 
 
2 - Banca: COSEAC (2023) - Nos termos da Lei nº 8.662 de 07/06/1993, 
que regulamenta a profissão de assistente social, a função de 
encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, 
grupos e à população constitui um (uma) 
A - atribuição privativa do assistente social. 
B - competência do assistente social. 
C - dever do assistente social. 
D - direito do assistente social. 
E - obrigação corporativa do assistente social. 
 
3 - Banca: FURB (2023) - Em relação aos Fundamentos Éticos do Serviço 
Social, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas nas afirmativas a 
seguir: 
(__)Mediante a capacidade emancipadora do trabalho, o ser social é dotado 
da possibilidade de construir sua própria história, sua emancipação enquanto 
resultado da sua ação. 
(__)As formas de (re)produção da vida social, construídas histórica e 
socialmente pelos sujeitos, podem tanto realizar quanto negar as 
potencialidades emancipadoras do trabalho. 
(__)O trabalho funda o ser social, diferenciando-o do simples animal, contribui 
no processo de desenvolvimento de sua capacidade criativa e livre. 
 
Assinale a alternativa com a sequência correta: 
A - V - V - F. 
B - V - F - V. 
C - F - V - F. 
D - F- V - V. 
E - V - V - V. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 - Banca: FURB (2023) - Sobre os Princípios Fundamentais 
estabelecidos no código de ética do/a assistente social: 
I. Defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do 
autoritarismo. 
II. Defesa do aprofundamento da democracia, enquanto socialização da 
participação política e da riqueza socialmente produzida. 
III. Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com 
o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional. 
 
É correto o que se afirma em: 
A - I, II e III. 
B - I e III, apenas. 
C - I e II, apenas. 
D - II e III, apenas. 
E - III, apenas. 
 
5 - Banca: CPCON (2023) - De acordo com a Lei n° 8.662, de 7 de junho 
de 1993, o exercício da profissão de Assistente Social somente pode ser 
desempenhado por: 
A - Quem possua diploma de curso superior em Serviço Social expedido por 
estabelecimento de ensino sediado em qualquer país, independentemente da 
revalidação. 
B - Quem possua diploma de curso superior em Serviço Social, em nível de 
graduação ou equivalente, expedido por estabelecimento de ensino superior 
público. 
C - Os agentes sociais, desde que sua denominação expresse os vocábulos: 
trabalho, social e/ou serviço. 
D - Profissionais que estejam alinhados à perspectiva materialista e histórica. 
E - Os possuidores de diploma em curso de graduação em Serviço Social, 
oficialmente reconhecido, expedido por estabelecimento de ensino superior 
existente no país, devidamente registrado no órgão competente. 
 
6 - Banca: CPCON (2023) - No que se refere às relações dos(as) 
assistentes sociais com as instituições empregadoras e outras, 
conforme o Código de Ética profissional, constitui-se como direito do(a) 
profissional: 
A - Integrar comissões interdisciplinares de ética nos locais de trabalho do/a 
profissional, tanto no que se refere à avaliação da conduta profissional como 
em relação às decisões quanto às políticas institucionais. 
B - Ser solidário/a com outros/as profissionais, sem, todavia, eximir-se de 
denunciar atos que contrariem os postulados éticos contidos neste Código. 
C - Repassar ao seu substituto as informações necessárias à continuidade 
do trabalho. 
D - Empregar com transparência as verbas sob a sua responsabilidade, de 
acordo com os interesses e necessidades coletivas dos/as usuários/as. 
E - Programar, administrar, executar e repassar os serviços sociais 
assegurados institucionalmente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 - Banca: CPCON (2023) - O Código de Ética do(a) assistente social veda 
aos profissionais: 
A - Estabelecer, obrigatoriamente, articulação com os movimentos de outras 
categorias. 
B - Fornecer à população usuária, quando solicitado, informações 
concernentes ao trabalho desenvolvido pelo Serviço Social e as suas 
conclusões, resguardado o sigilo profissional. 
C - Defender intransigentemente os direitos humanos e recusa do arbítrio e 
do autoritarismo. 
D - Adulterar resultados e fazer declarações falaciosas sobre situações ou 
estudos de que tome conhecimento. 
E - Mobilizar sua autoridade funcional, ao ocupar uma chefia, para a liberação 
de carga horária de subordinado/a, para fim de estudos e pesquisas que 
visem ao aprimoramento profissional, bem como de representação ou 
delegação de entidade de organização da categoria e outras, dando igual 
oportunidade a todos/as. 
 
8 - Banca: VUNESP (2023) - Em se tratando da ética profissional, 
compete ao assistente social refletir sobre os valores que sustentam 
sua intervenção, o significado desses valores para si, bem como os 
efeitos em suas ações e as consequências que podem produzir. Fruto 
da construção do coletivo da categoria, o Código de Ética do Assistente 
Social tem explicitado um conjunto de princípios fundamentais que 
direcionam o exercício profissional. Constitui-se um desses princípios 
o posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure 
universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas 
e políticas sociais, bem como sua 
A - formulação ideal. 
B - gestão democrática. 
C - atenção genérica. 
D - expansão segmentada. 
E - prestação compensatória. 
 
9 - Banca: VUNESP (2022) - O Código de Ética Profissional do Assistente 
Social versa acerca de direitos e deveres dos/as profissionais, bem 
como daquilo que é vedado ao profissional realizar no exercício de suas 
funções. No tocante às relações com assistentes sociais e outros 
profissionais, o artigo 10 versa sobre os deveres dos/as assistentes 
sociais. Constitui-se um deles: 
A - realizar crítica pública aos colegas. 
B - incentivar, sempre que possível, a prática profissional interdisciplinar. 
C - depor como testemunha sobre situação sigilosa do/a usuário/a. 
D - deixar de comparecer perante a autoridade competente, quando 
intimado/a prestar depoimento. 
E - priorizar a agenda institucional em todos os aspectos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GABARITO 
1 – C 
2 – B 
3 - E 
4 - A 
5 - E 
6 - A 
7 - D 
8 - B 
9 - B 
 
E aí? Não acertou todas as questões? 
 
Não se preocupe, pois não se trata apenas do 
resultado, mas sim de como você direciona cada 
passo em direção ao seu desenvolvimento e 
sucesso. Falhar não o torna uma pessoa fraca, mas 
sim mostra a possibilidade de crescimento. 
 
Para ajudá-lo, nós da UniFatecie vamos dar dicas 
valiosas de como aprimorar sua técnica de estudo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. ENTENDA COMO FLUI SUA 
APRENDIZAGEM 
Não existe uma técnica suprema que 
resolve todas as dificuldades no 
processo de ensino-aprendizagem de 
maneira uniforme. Seu primeiro passo, 
portanto, é definir uma técnica que 
facilita a assimilação do conteúdo, sem 
tornar seu aprendizado um processo 
enfadonho e cansativo. 
2. ESTABELEÇA METAS DE ESTUDOS 
É muito importante não deixar seus 
estudos para a última hora, pois cada 
momento perdido é um degrau a 
menos para alcançar o tão sonhado 
diploma, conquistar uma vaga de 
trabalho ou a almejada promoção no 
emprego. 
3. CRIE UM ROTEIRO DE 
ESTUDO 
Após definir suas metas, é crucial 
implementar um roteiro com 
ciclos de estudos, sem descuidar 
das pausas necessárias para o 
cérebro assimilar as informações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS ERROS NA HORA DE 
ESTUDAR 
 
A. Não ter um ambiente de estudo adequado: Um 
ambiente de estudo confortável e adequado é 
fundamental para manter a concentração e o foco. 
B. Não ter um plano de estudo: É importante criar um 
plano de estudo consistente e realista para cobrir todo o 
conteúdo necessário e evitar a procrastinação. 
C. Não ler o material com atenção: Ler o material 
rapidamente e sem prestar atenção o suficiente pode 
ensinar a compreensão e a retenção do conteúdo. 
D. Não fazer anotações: Fazer anotações durante o 
estudo é uma técnica útil para ajudar a lembrar 
informações importantes. 
E. Não revise o conteúdo regularmente: A revisão 
regular do conteúdo é fundamental para manter o 
conhecimento fresco e evitar o esquecimento. 
F. Não praticar exercícios: A prática de exercícios é 
fundamental para fixar o conhecimento e identificar áreas 
de dificuldade. 
G. Não descansar: Estudar por longos períodos sem 
pausas adequados pode levar ao cansaço mental e físico, 
prejudicando o desempenho. 
H. Não usar técnicas de aprendizagem ativa: 
Aprendizagem ativa, como resolver problemas, ensinar a 
outros ou aplicar o conhecimento em situações reais, 
pode ajudar a reter o conhecimento de forma mais eficaz. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SAIBA + 
BAPTISTA, Myrian Veras. Investigação em 
Serviço Social 
CARVALHO, MariaIrene de. Ética Aplicada 
ao Serviço Social, Dilemas e Práticas 
Profissionais 
FALEIROS, Vicente de Paula. Saber 
Profissional e Poder Institucional 
GUERRA, Yolanda. A Instrumentalidade 
do Serviço Social 
HONNETH, Axel. Luta por 
reconhecimento: a gramática moral dos 
conflitos sociais. 
IAMAMOTO, Marilda. Serviço Social na 
Contemporaneidade. 
MINAYO, Maria Cecília. Pesquisa Social – 
teoria, método e criatividade. 
SILVEIRA, Vladmir Oliveira da; 
ROCASOLANO, Maria Mendez. Direitos 
Humanos: conceito, significados e 
funções. 
 
 
 
 
Descubra um universo de 
conhecimento e expanda 
seus horizontes através 
da leitura. Sua mente e 
carreira agradecerão! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Código de ética do/a assistente social. Lei 
8.662/93 de regulamentação da profissão. - 10ª. ed. rev. 
e atual. [Brasília]: Conselho Federal de Serviço Social, 
[2012]. 
 
BRASIL. RESOLUÇÃO CFESS Nº 443/2003. Disponível 
em: https://cresspr.org.br/wp-
content/uploads/2022/06/resolucao_443_03.pdf. Acesso 
em: 9 mai. 2023. 
 
BRASIL. DECRETO-LEI Nº 200, DE 25 DE FEVEREIRO 
DE 1967. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-
lei/del0200.htm#view. Acesso em: 9 mai. 2023. 
 
BRASIL. LEI No 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. 
Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8662.htm. 
Acesso em: 9 mai. 2023. 
 
 
 
 
 
 
https://cresspr.org.br/wp-content/uploads/2022/06/resolucao_443_03.pdf
https://cresspr.org.br/wp-content/uploads/2022/06/resolucao_443_03.pdf
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0200.htm#view
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0200.htm#view
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8662.htm

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