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Revisão para a Prova de 
Direitos Humanos
Revisão Geral 3 N2 | Aula preparatória
O que são Direitos Humanos?
Definição
Dp²epÁ�¹śp�e²e�Áe¹śaśÁ�da¹śa¹ś¯e¹¹�a¹ijśde¹Áp�ad�¹śàś¯²�Áeçã�śdaś
dpg�pdadeijś�pbe²dadeijśpgÇa�dadeśeśp�Áeg²pdadeśfr¹pcaśeś��²a�IJ
Universais por Natureza
I�de¯e�de�śdeś²açaijśgê�e²�ijś�acp��a�pdadeś�Çś²e�pgpã�śŌś¯e²Áe�ce�ś
aśÁ�d�ś¹e²ślÇ�a��IJ
Características dos Direitos Humanos
1
Universalidade
Pe²Áe�ce�śaśÁ�da¹śa¹ś¯e¹¹�a¹IJ
2
Irrenunciabilidade
Nã�ś¯�de�ś¹e²śaba�d��ad�¹śdefp�pÁpÝa�e�ÁeIJ
3
Inalienabilidade
Nã�ś¯�de�ś¹e²śÝe�dpd�¹ś�ÇśÁ²a�¹fe²pd�¹IJ
4
Imprescritibilidade
Nã�śde¹a¯a²ece�ś¯e��śdecDz¹�śd�śÁe�¯�IJ
5
Indivisibilidade
F�²�a�śÇ�śc���Ç�Á�śp�¹e¯a²áÝe�IJ
6
Essencialidade
I�dp¹¯e�¹áÝep¹ś¯a²aśaśÝpdaśdpg�aIJ
Universalidade
Os direitos humanos pertencem a TODAS as pessoas, sem exceção.
Independem de nacionalidade, raça, religião, orientação sexual, gênero ou 
condição social
' Todos são sujeitos de direitos
Não importa quem você é ou onde nasceu 4 os direitos humanos são 
seus.
Irrenunciabilidade
Dp²epÁ�¹śe¹¹e�cpap¹ś�ã�ś¯�de�ś¹e²śaba�d��ad�¹ś
defp�pÁpÝa�e�Áeijś�e¹��ś±Çeśaś¯e¹¹�aś±Çep²aIJ
Nem tudo pode ser "negociado" 4 certos direitos 
são inegociáveis.
Exemplos práticos
Fé²pa¹ś²e�Ç�e²ada¹
De¹ca�¹�ś¹e�a�a�
Dpg�pdadeś��śÁ²aba�l�
I�Áeg²pdadeśfr¹pca
Inalienabilidade e 
Imprescritibilidade
Inalienabilidade
O¹śdp²epÁ�¹ślÇ�a��¹ś�ã�ś¯�de�ś¹e²śÝe�dpd�¹ś�ÇśÁ²a�¹fe²pd�¹śaś�ÇÁ²aś
¯e¹¹�aIJśSã�śp�Á²a�¹fe²rÝep¹ś¯�²ś�aÁDzeìaIJ
Imprescritibilidade
Nã�śde¹a¯a²ece�ś¯e��śdecDz¹�śd�śÁe�¯�IJśśNã�śřcadÇca�řśŌś
¯e²�a�ece�śÝá�pd�¹śp�de¯e�de�Áe�e�Áeśd�ś¯²aì�IJ
Indivisibilidade
Dp²epÁ�¹ścpÝp¹ijś¯��rÁpc�¹ijś¹�cpap¹ijśec����pc�¹śeścÇ�ÁDzap¹ś
f�²�a�śÇ�śconjunto inseparávelIJ
Não existe hierarquia entre eles 4 todos possuem 
igual importância.
Essencialidade
Os Direitos Humanos são indispensáveis para a vida digna, a existência humana e 
a proteção da pessoa.
§ Ligados diretamente à dignidade humana 4 sem eles, não há 
existência plena.
Violações de Direitos 
Humanos
Exemplos Clássicos
Racp¹��śeśp�Á��e²â�cpaś²e�pgp�¹a
T�²ÁDzaśeśÁ²aba�l�śp�fa�Áp�
Vp��ê�cpaśdeśgê�e²�śeśdp¹c²p�p�açã�
Ação ou Omissão do Estado
AśÝp��açã�ś¯�deś�c�²²e²śÁa�Á�ś¯�²śaçãośŃ¯²áÁpcaśdp²eÁańś±Ça�Á�ś¯�²ś
omissãośŃp�é²cpaijśfa�Áaśdeś¯²�Áeçã�ńśd�śE¹Áad�IJ
Gerações dos Direitos Humanos
KARELśVASAK
1
1ª Dimensão
LIBERDADE
Dp²epÁ�¹ścpÝp¹śeś¯��rÁpc�¹
2
2ª Dimensão
IGUALDADE
Dp²epÁ�¹ś¹�cpap¹ijśec����pc�¹śeś
cÇ�ÁDzap¹
3
3ª Dimensão
FRATERNIDADE
Dp²epÁ�¹śc��eÁpÝ�¹śeśdpfǹ�¹
Primeira Dimensão 4 Liberdade
Contexto histórico: Revolução Francesa e Estado Liberal
Direito à vida, liberdade, propriedade e participação política
§ Estado deve p�Áe²fe²p²ś�e��¹ na vida dos indivíduos
São os chamados dp²epÁ�¹ś�egaÁpÝ�¹ 4 exigem abstenção do Estado.
Segunda Dimensão 4 Igualdade
Direitos Sociais
Sa½de Ed¼caçã�
T«aba�h� P«eÐldê�cla
§ Exigem atuação positiva do Estado 4 são os chamados 
"Direitos Prestacionais".
O Estado não pode apenas se abster 4 deve agir 
para garantir igualdade real entre as pessoas.
Terceira Dimensão 4 
Fraternidade
Meio Ambiente
Dp²epÁ�śaśÇ�śa�bpe�Áeś¹aÇdáÝe�śeśe±Çp�pb²ad�ś¯a²aśa¹śge²aç­e¹ś¯²e¹e�Áe¹śeś
fÇÁDza¹IJ
Paz e Autodeterminação
Dp²epÁ�śàś¯aìśeśàśaÇÁ�deÁe²�p�açã�śd�¹ś¯�Ý�¹śŌś¯e²Áe�ce�śàścoletividadeIJ
Patrimônio Cultural
P²�Áeçã�śd�ś¯aÁ²p���p�ślp¹Á�²pc�ijśa²Ár¹Ápc�śeścÇ�ÁDza�śdaślÇ�a�pdadeIJ
Quarta Dimensão
Re�acp��adaśà¹śde�a�da¹śdaśsociedade contemporâneaśeśà¹ś��Ýa¹śÁec����gpa¹IJ
§ śN�Ýa¹śÁec����gpa¹śc²pa�ś��Ý�¹śdp²epÁ�¹śeś��Ý�¹śde¹afp�¹ś¯a²aśaś¯²�Áeçã�ś
l�a�aIJ
Democracia Digital Bioética Biotecnologia Direito à Informação
Dignidade da Pessoa Humana
~ śArt. 1º, III, CF/88śŌśfÇ�da�e�Á�śdaśRe¯Èb�pcaśFede²aÁpÝaśd�ś
B²a¹p�
Valor Intrínseco
T�daś¯e¹¹�aś¯�¹¹ÇpśÝa��²śp�Á²r�¹ec�ijś²e¹¯epÁ�ijś¯²�Áeçã�śeśc��dpç­e¹ś
�r�p�a¹śdeśeãp¹Áê�cpaIJ
Proibição de Coisificação
Ninguém pode ser tratado como objetośŌśaś¯e¹¹�aślÇ�a�aśéś
¹e�¯²eśÇ�śfp�ijś�Ç�caśÇ�ś�ep�IJ
Dignidade como Supraprincípio
Aśdpg�pdadeśdaś¯e¹¹�aślÇ�a�aśorienta toda a Constituiçãośeś
p�f�Çe�cpaś�¹śde�ap¹śdp²epÁ�¹śfÇ�da�e�Áap¹IJ
Se²Ýeśdeśparâmetro interpretativoś¯a²aśÁ�da¹śa¹ś��²�a¹
FÇ�cp��aśc���ś"centro"śd�ś¹p¹Áe�aśc��¹ÁpÁÇcp��a�
Ne�lÇ�śdp²epÁ�ś¯�deś¹e²śp�Áe²¯²eÁad�śdeśf�²�aśaśÝp��a²śaś
dpg�pdadeślÇ�a�a
Dignidade na Prática
Aśdpg�pdadeś�ã�śéśÇ�śc��cepÁ�śab¹Á²aÁ�ijś�a¹śÇ�ś¯²p�cr¯p�ś±Çeś¹eśc��c²eÁpìaś�aśga²a�ÁpaśeśefeÁpÝaçã�śdeśdp²epÁ�¹śfÇ�da�e�Áap¹śe�ś
Á�da¹śa¹śe¹fe²a¹śdaśÝpdaIJ
Seś�a�pfe¹Áaś��śdpaśaśdpaś¯e�aś¯²�Áeçã�śdeścadaśp�dpÝrdÇ�IJ
Eãpgeś±Çeś�śE¹Áad�śeśaś¹�cpedadeśaÁÇe�ś¯a²aśa¹¹egDza²śc��dpç­e¹ś�r�p�a¹śdeśeãp¹Áê�cpaśeśde¹e�Ý��Ýp�e�Á�IJ
A proteção da dignidade humana é o motor para a concretização de todos os direitos.
Caso Prático 4 Situação de 
Rua e "Limpeza Urbana"
O Problema
Recolhimento de pertences de 
pessoas em situação de rua
Ausência de abrigo alternativo
Falta de aviso prévio
Possíveis Violações
Dignidade Humana
Moradia
Integridade
Mínimo Existencial
Dignidade na Prática
Orienta Decisões Judiciais
Se²ÝeśdeśfÇ�da�e�Á�ś¯a²aśdecp¹­e¹ś
d�¹śÁ²pbÇ�ap¹śe�śca¹�¹śc��c²eÁ�¹IJ
Limita Ações Estatais
OśE¹Áad�ś�ã�ś¯�deśagp²śdeśf�²�aśaś
Ýp��a²śaśdpg�pdadeśd�¹ścpdadã�¹IJ
Protege Grupos Vulneráveis
A�¯�paśaśp�Áe²¯²eÁaçã�śd�¹śdp²epÁ�¹ś
fÇ�da�e�Áap¹ś¯a²aśa�ca�ça²ś±Çe�ś
�ap¹ś¯²ecp¹aIJ
§ Vetor interpretativo da Constituição 4 toda norma deve ser lida à luz da dignidade humana.
Questão de Revisão
Por que a dignidade da pessoa humana pode ser considerada um 
supraprincípio?
Fundamento constitucional 4 
Art. 1º, III, CF/88
Função interpretativa de toda a 
Constituição
Proteção especial de grupos vulneráveis
Encerramento 4 Revisar para 
a Prova
Características
Universalidade, Irrenunciabilidade, Inalienabilidade, 
Imprescritibilidade, Indivisibilidade, Essencialidade
Gerações/Dimensões
1ª Liberdade · 2ª Igualdade · 3ª Fraternidade · 4ª Tecnologia
Universalidade e Dignidade
Direitos para todos · Art. 1º, III, CF/88 · Supraprincípio
Casos Práticos
Supraprincípio e aplicação concreta da dignidade humana
Bons estudos!

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