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Centro Universitario Planalto do Distrito Federal - UNIPLAN Polo – Altamira/Pa RELATÓRIOS DO ESTÁGIO CURRICULAR II Altamira/Pa 2025.01 Centro Educacional Planalto do Distrito Federal - UNIPLAN Polo Altamira LAURIANE SANTOS DE ALMEIDA – UL22206069 RELÁTORIOS DO ESTÁGIO CURRICULAR II Relatórios a respeito dos roteiros realizados do Estágio curricular 2, 2025.01 Altamira /Pa 2025.01 Introdução A seguir serão expostos 3 relatórios a respeito dos roteiros propostos e realizados ao longo do semestre 2025.02, com intuito de nos dizer sobre as abordagens realizadas ao longo do presente período. Relatório 1 – Liberação Miofascial Neste roteiro de numero 26, abordado nas aulas 38 e 39 desse semestre, vimos a respeito da liberação miofascial, sendo ela compostas por varias técnicas distintas, com o intuito de tratar dores musculares e restrições no movimento. A liberação miofascial atua sobre os pontos de tensão da fáscia, promovendo o alongamento e reorganização das fibras, e a liberação de aderências. principal objetivo da liberação miofascial é restabelecer a mobilidade dos tecidos moles, aliviando a dor e melhorando a função muscular. Além disso, busca-se otimizar a circulação local e favorecer os processos de recuperação tecidual. A Cicatrização e endurecimento da fáscia em uma região do corpo podem ser secundários a lesões traumáticas, inflamações e doenças. É quase sempre uma questão que deve ser abordada após a cirurgia. Algumas pessoas têm sintomas de dor bizarros que parecem não estar relacionados com o local da lesão original, mas se você encontrar um fisioterapeuta que trate as restrições miofasciais, é possível identificar e usar a liberação miofascial para tratar a maioria dos pacientes que atravessam a porta. Esta técnica pode ser aplicada de duas formas distintas, sendo elas: · Liberação miofascial manual envolve o uso de técnicas como fricção, deslizamento, compressão, alongamento, percussão e vibração, · Liberação miofascial com instrumentos pode ser feita com vários instrumentos, como rolo, espátula raspadora, pistola massageadora entre outras, com o objetivo de diminuir o desgaste a Mao do terapeuta, assim como alcançar camadas mais profundas. Muitas pessoas acreditam que existe uma mentalidade "Sem dor, sem ganho" com terapia manual em sessões de fisioterapia, entretanto a liberação miofascial é geralmente uma forma extremamente leve e suave de alongamento que tem um profundo efeito sobre os tecidos do corpo. Podemos citar como principais benefícios da liberação miofascial: Liberar as tensões e dores musculares crônicas; · Liberar o movimento das articulações e melhora a flexibilidade; · Modificar a distribuição da massa muscular; · Promover e melhorar o desempenho da circulação e da respiração; · Promover mudanças progressivas nos níveis físico e emocional; · Aumentar a consciência corporal; · Promover maior mobilidade e maior amplitude de movimento; · Reduzir a rigidez arterial e melhorar a função endotelial vascular. Porem, como todas as técnicas que tem seus benefícios, também temos as contraindicações, podendo citar as mais comuns: · Feridas abertas · Infecções · Hematomas · Deficiência circulatória aguda · Tratamento anticoagulante · Hipersensibilidade da pele · Diabetes descontrolada · Problemas circulatórios ou inchaço · Lesões musculares ou ósseas diagnosticadas · Gravidez · Distúrbios sanguíneos · Condições médicas graves, como câncer ou insuficiência cardíaca A liberação miofascial foi uma das técnicas bastante utilizadas por nos estagiários para alcançarmos melhores resultados ao longo desse semestre, como podemos citar na paciente M.S.F, que apresentava quadros álgicos na região de , onde foi realizado as liberações associadas a outros exercícios com intuito de diminuir o quadro álgico, como também se obter ganho de ADM, conseguindo assim, evoluir no quadro de melhora da paciente. A liberação miofascial é uma intervenção amplamente utilizada na fisioterapia, com bons resultados clínicos em diferentes condições musculoesqueléticas. Apesar disso, sua eficácia pode variar conforme o profissional aplicador, a técnica utilizada e as características individuais do paciente. O uso responsável e baseado em evidências científicas é essencial para garantir segurança e efetividade. Relatório 2- Testes Ortopédicos de Membros Superiores. Neste roteiro de numero 39, estudado na aula 58 desse semestre, vimos a respeito dos Testes Ortopédicos Membros Superiores, sendo eles exames físicos para avaliar a função, mobilidade e integridade das articulações e estruturas do membro superior, tendo como principais objetivos, avaliar a função do membro superior, tão como diagnosticar lesões ou condições que possam afetar a movimentação do mesmo, e permitir, que seja preparado um plano de tratamento adequado cara cada caso. Após essa introdução do que se trata e qual a importância, tivemos acesso na teoria e pratica a alguns dos testes mais importantes realizados, em ombro, cotovelo, punho e mão sendo eles: · Testes de apreenssão de ombro: São testes nos quais irá se avaliar o grau de instabilidade na articulação glenoumeral atraves de movimentos específicos para cada região da articulação, como por exemplo o: · Teste de liberação anterior: Partindo da posição do teste recolocação, a força posterior aplicada na cabeça do úmero deverá ser retirada subitamente. O resultado é positivo na presença de apreensão, sendo perceptível visualmente e através da palpação também. · Teste de Speed: é um exame ortopédico que avalia a integridade do tendão da cabeça longa do bíceps braquial, uma estrutura que se origina na escápula e se insere no rádio, passando pelo sulco bicipital do úmero. O teste de Speed é indicado para diagnosticar a tendinite bicipital, uma inflamação do tendão do bíceps que causa dor e limitação funcional no ombro. A tendinite bicipital pode ser causada por diversos fatores, como trauma, sobrecarga, movimentos repetitivos, alterações degenerativas, lesões do manguito rotador ou do lábio glenoidal. Para realizar o teste de Speed, o paciente deve estar sentado ou em pé, com o ombro relaxado e o cotovelo estendido. O examinador deve colocar o dedo indicador sobre o sulco bicipital do paciente, para palpar o tendão do bíceps, e a outra mão sobre o punho do paciente, para aplicar resistência. O examinador deve pedir ao paciente que eleve o braço em flexão, com o antebraço supinado, até cerca de 60 graus, enquanto o examinador oferece resistência na direção oposta. O teste é considerado positivo se o paciente referir dor no sulco bicipital ou se o examinador perceber fraqueza ou movimento brusco do braço. O teste de Speed é um teste ortopédico que tem como principal implicação clínica o diagnóstico da tendinite bicipital, uma condição que afeta o tendão da cabeça longa do bíceps e que causa dor e limitação funcional no ombro. · Teste de flexão de cotovelo: O teste de flexão do cotovelo é um exame físico utilizado para avaliar a função e a integridade do cotovelo, tendo como principal objetivo, avaliar a flexão do cotovelo e detectar possíveis lesões ou condições que afetam a articulação. O teste consiste em realizar a flexão do cotovelo do paciente relaxado de 140º a 150º, caso tenha a presença de dor ou desconforto, pode estar relacionado a condições como tendinite, bursite ou ate mesmo artrite, condição que pode ser confirmada com exames de imagens especificar, na qual disponibilizará, a formação de um tratamento cada vez mais especifico e adequado para cada condição. · Teste de Adson: Esse teste ajuda a diagnosticar a síndrome do desfiladeiro torácico que é associada a uma compressão do feixe braquial. Para efetuar o teste de Adson, colocar o paciente na posição vertical sentada, com os braços apoiados no laboratório. De seguida, o doente roda e estende o pescoço para o lado testado. Segue-se uma respiração inspiratória profunda que é mantida durante 30 segundos, enquanto o examinadorapalpa para detetar quaisquer alterações no pulso radial. É descrita uma modificação com o ombro em 15 graus de abdução e a cabeça mantida na posição de teste durante 1 minuto, enquanto o sujeito respira normalmente. Este teste é positivo, caso o pulso radial esteja abolido ou se os sintomas familiares do paciente forem reproduzidos. Tais aprendizados, auxiliaram em vários diagnósticos de ombro em pacientes realizados durante a pratica clinica do estagio, nos auxiliando no enriquecimento de experiência em MMSS, nas quais utilizaremos ao longo de toda vida clinica. Relatorio 3- Testes Ortopédicos de membros Inferiores. Neste roteiro de numero 40, realizado nas aulas 59 e 60, tivemos acesso ao conhecimento na teoria e pratica com intuito de nos capacitar, a realização de testes no MMII, com intuito de detectarmos e traçarmos o melhor plano de tratamento para cada caso, tão como diagnosticar lesões ou condições que possam afetar a movimentação do mesmo, e permitir, que seja preparado um plano de tratamento adequado cara cada caso. Após essa introdução do que se trata e qual a importância, tivemos acesso na teoria e pratica a alguns dos testes mais importantes realizado no MMII, sendo eles: · Teste do Piriforme: Esse teste serve para avaliar se o paciente tem a síndrome do piriforme, condição está associada a uma compressão do nervo ciático pelo músculo Piriforme e, por isso, costuma ser uma alteração bastante dolorosa e incômoda. Como resultado ela pode causar dor, dormência, ou formigamento nas nádegas e na perna. Este teste é realizado com o paciente deitado de bruços com o joelho da perna afetada flexionada a 90 graus. Primeiramente o fisioterapeuta agarra o tornozelo do paciente e gira internamente e externamente. Se houver danos de cartilagem no quadril, a dor será sentida quando o tornozelo for girado internamente, o teste e positivo se houver dor na realização do teste. Posteriormente, após constatar que o paciente possui essa condição, ele irá orientar o melhor tipo de tratamento. Este concentra-se no alívio da dor e no restabelecimento da função muscular piriforme normal que pode ser feito com a fisioterapia conservadora, massagem, alongamento e exercícios. · Teste de Trendelenburg: avalia a integridade da função dos músculos abdutores do quadril, em especial o glúteo médio. Cada membro inferior sustenta metade do peso do corpo, quando um membro inferior é levantado, o outro suporta todo o peso. O teste é positivo quando ocorre a queda da pelve para o lado não apoiado, o que significa que a fraqueza está presente no lado da perna em contato com o chão. O corpo não é capaz de manter a perna estável, causando uma inclinação ou queda da pelve em comparação com o lado contralateral. Tais técnicas aprendidas nesse roteiro, somaram ao longo da atuação clinica durante o estagio, nos auxiliando a identificar a patologia dos pacientes com mais clareza, mas também a preparar o melhor roteiro de tratamento possível para cada caso, obtendo assim melhores resultados aos tratamentos. Conclusão Após todo estudo visto e conhecimento adquirido durante todo o estagio 2, temos a certeza de um grande enriquecimento de conhecimento,tão quanto de experiência, tanto na parte inicial que se tratava mais da parte teórica de como ocorre o funcionamento da atenção básica e todos ensinamentos necessários que tivemos nessa parte, tanto quanto mais pro final, onde já se tratava de mais aprendizado em pratica, onde pudemos por em pratica todos os ensinamentos obtidos durante o período, ensinamentos esses que seguirão conosco durante toda carreira fisioterapeutica.