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10:51 VOLTAR Já está em vigor a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que altera a faixa de iodação do sal no Brasil. De acordo com a nova regra, a adição do iodo no sal de cozinha deverá ficar entre 15 e 45 miligramas por quilo de sal; atualmente, a adição pode variar entre 20 a 60 miligramas por quilo. sal com menos iodo deve começar a ser produzido no Brasil em até 90 dias. A nova faixa foi resultado da avaliação realizada pela Comissão Interinstitucional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por Deficiência de lodo, coordenada pelo Ministério da Saúde, seguida de Consulta Pública realizada pela Anvisa. cálculo levou em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), dados de monitoramento do teor do nutriente no sal e padrão de consumo do brasileiro. A recomendação de consumo máximo diário pela (OMS) é de menos de cinco gramas por pessoa. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela, no entanto, que consumo do brasileiro está em 12 gramas diários valor que ultrapassa dobro do recomendado. A adição do iodo no sal foi adotada na década de 1950 para prevenir e contro deficiências do nutriente, que pode provocar bócio, bem comprometer de forma permanente desenvolvimento físico e intelectual de crianças. No entanto, a faixa de adição do nutriente tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros, pois excesso desse nutriente também traz danos à saúde. Com relação à adição de iodo no sal de cozinha, assinale a alternativa CORRETA: FONTE: 2013. Acesso em: 4 maio 2018. iodo é uma vitamina utilizada pelas adrenais para A produção de hormônios. A falta dessa vitamina pode reduzir a glândula, causando bócio. iodo é um mineral utilizado pela glândula tireoide