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etiologia e etiopatogenia-aula 3

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ETIOLOGIA E ETIOPATOGENIA 
AULA 3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Andrei Felipe Poplade 
 
 
 
 
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CONVERSA INICIAL 
Nesta etapa, vamos falar sobre Fogo e suas características. O elemento 
fogo promove a circulação do sangue, quando realizado podemos observar que 
a nossa energia QI é distribuída pelo sangue. Por ser um fator de produção 
interna, todos os seus fatores patogênicos serão de observação interna. 
Vale ressaltar que por ser interna, pode ser muito pouco relacionado com 
fatores clínicos externos. 
Falaremos também sobre os fatores emocionais, que são características 
importantes nos fatores etiológicos e patologias no MTC. 
TEMA 1 – FOGO 
 O fogo e o calor são produzidos por excesso de Yang, por isso, as 
manifestações são semelhantes, mas também apresentam diferenças entre 
elas. O calor como fator patogênico geralmente tem origem exógena, tais como 
o vento-calor, calor de verão, umidade-calor. Entretanto, o fogo é produzido no 
corpo inteiro, por exemplo, o fogo do coração, o fogo do fígado em excesso, 
invasão do fogo da vesícula biliar. 
Na Medicina Tradicional Chinesa, o elemento Fogo é um dos Cinco 
Elementos fundamentais, juntamente com Madeira, Metal, Água e Terra. 
O Fogo é associado ao verão, ao calor, à luz, à expansão, à atividade e à 
expressão. Ele representa o pico do crescimento e da energia no ciclo sazonal 
e na vida humana. O Fogo é considerado uma força dinâmica que traz calor, luz 
e transformação. 
Na Medicina Tradicional Chinesa, o Fogo está relacionado principalmente 
ao coração e ao intestino delgado. O coração é considerado o "imperador" do 
corpo, governando o sangue e a mente, enquanto o intestino delgado é 
responsável pela separação do puro do impuro, tanto física quanto 
metaforicamente. 
 O Fogo é responsável por uma série de funções vitais no corpo humano. 
Ele controla a circulação do sangue e dos vasos sanguíneos, regula a mente e 
as emoções, governa o sono e os sonhos e influencia a clareza mental, a alegria, 
a comunicação e o amor. 
Desarmonias no elemento Fogo podem resultar em uma variedade de 
sintomas físicos, emocionais e mentais. No corpo físico, isso pode incluir 
 
 
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palpitações cardíacas, insônia, sudorese excessiva, rosto vermelho, problemas 
de circulação e distúrbios digestivos. Em níveis emocionais e mentais, podem 
ocorrer ansiedade, agitação, hiperatividade mental, desequilíbrios emocionais e 
dificuldade em se conectar com os outros. 
Para restaurar o equilíbrio do elemento Fogo, a Medicina Tradicional 
Chinesa utiliza uma variedade de abordagens terapêuticas. Isso pode incluir 
acupuntura, fitoterapia, dieta e nutrição, exercícios de Qi Gong e Tai Chi Chuan, 
técnicas de meditação e práticas de autocuidado que promovam a calma, a 
clareza mental e a harmonia emocional. 
Em suma, o elemento Fogo na Medicina Tradicional Chinesa é uma 
representação simbólica da energia dinâmica, calor e transformação. Ele 
desempenha um papel crucial na manutenção da saúde e do bem-estar, e seu 
equilíbrio adequado é essencial para uma vida vibrante e harmoniosa. 
 
Créditos: Kittikunmongkol Narudon/ Shutterstock. 
 O fogo, além disso, constituiu um dos fatores de resistência. Quando está 
armazenado dentro dos órgãos internos, denominado de Yang Qi, tem a função 
de aquecer e transformar esse, chamado de shaohuo (um fogo normal que tem 
vitalidade). 
 Quando o Yang está em excesso, converte-se em fogo patogênico e 
passa a consumir os fatores de resistência. O livro Su Wen diz “Zhuanguo 
consome energia [...] E o Shuanhuo produz energia”. Nesta concepção reside a 
distinção maior entre o fogo e o calor: o segundo é um fator patogênico, e o 
primeiro é um fator de resistência na normalidade que, também, pode ser um 
fator patogênico quando está em excesso. 
https://www.shutterstock.com/g/KITTIKUNMONGKOL+NARUDON
 
 
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TEMA 2 – FOGO PATOGÊNICO 
 O fogo (calor) patogênico pode ser de origem interna e externa. O calor 
patogênico exógeno pode causar síndromes quando o corpo é acometido por 
essa energia perversa. Fogo patogênico endógeno é provocado pelas 
anormalidades das condições de Yin e de Yang, da energia e de sangue. Por 
deficiência de Yin produz-se o fogo interno, pelo excesso de Yang produz-se o 
calor exógeno e ao excesso como Vento-Frio, Calor de verão, Umidade, Secura, 
as emoções reprimidas produzem o Fogo patogênico endógeno, ou seja, os 
cinco fatores patogênicos convertem-se em Fogo e as cinco emoções 
convertem-se em Fogo. 
2.1 Características e as síndromes do Fogo 
a) O fogo/calor é um fator patogênico Yang que se caracteriza pela 
ascensão, pois o Yang tende a subir e o Fogo caracteriza-se por queimar 
para cima. Este fator patogênico quando agride o corpo produz febre alta, 
sensação de muito calor, angústia, sede, sudorese, pulso cheio e rápido. 
 
Créditos: Lea Rae-/ Shutterstock. 
Se atingir a mente, manifesta-se pela angústia, insônia, irritabilidade, 
desmaio e delírio. O fogo tende a subir, por isso as manifestações 
ocorrem na maioria dos casos na cabeça. Por exemplo, o fogo do coração 
provoca úlceras bucais; o fogo do estômago provoca edema e dor na 
gengiva; o fogo do fígado pode causar cefaleia, dor e inflamação dos 
olhos; 
https://www.shutterstock.com/g/Lea+Rae
 
 
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b) O fogo/calor patogênico é o que mais consome líquidos orgânicos, 
expulsando ou queimando por isso, além das manifestações clínicas de 
febre, apresenta também a sede, desejo de beber água, secura na 
garganta e na língua, constipação, urina escassa e vermelha. 
O fogo/calor produz vento e faz acelerar o sangue: quando o fogo/calor 
invade o corpo lesa em primeiro lugar o canal do fígado e consome o Yinye 
(líquido orgânico Yin). Isso faz com que os tendões percam nutrição e ao vento 
endógeno do fígado, dominado de “o vento produzido pelo calor excessivo”, 
manifesta-se com a febre alta, desmaio, delírio, convulsões, olho repulsos, 
rigidez do pescoço, opistótonos. Além disso, o fogo/calor pode acelerar a 
circulação do sangue e o de hemorragia, tais com o hematêmese, epistaxe, 
hematúria, hematomas, hemorragias uterinas. Se o fogo/calor perverso invade o 
sistema sanguíneo, além de causar hemorragias, pode provocar a estagnação 
de sangue provocando lesões nos músculos e na circulação de sangue 
produzindo os abscessos subcutâneos. 
2.2 Síndromes Fogo/Calor mais frequentes 
a) Síndromes Fogo/Calor exógenos: manifestam-se incialmente pela 
febre, pouco temor ao vento e ao frio, dor de cabeça, dor e edema na 
garganta, sede e posteriormente febre e sem temor ao frio, muita sede e 
desejos de beber água. Quando o calor penetra o sangue nutritivo ocorre 
angústia, insônia, convulsão, e, em casos mais graves, hemorragia; 
 
Créditos: Red Stock/ Shutterstock. 
b) Síndromes Fogo/Calor endógenos: são decorrentes da deficiência do 
Yin e de excesso de Yang ou vice-versa. O fogo ocasionado pelo excesso 
https://www.shutterstock.com/g/FerdaKD
 
 
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de Yang e só Fogo de tipo Shi (excesso) e se observa nas manifestações 
do fogo do coração, do fígado, do pulmão, do estômago, tais como a 
úlcera bucal, conjuntivite, sabor amargo na boca, angústia e irritabilidade, 
secura e dor da garganta, catarro amarelo com sangue e pus, dor e 
edema nas gengivas, sede e desejos de tomar bebidas frias, 
constipações, urina escassa e vermelha. O fogo por deficiência de Yin e 
do tipo Xudeve-se geralmente às afeções do pulmão, rins, coração do 
fígado, manifestando-se em sudorese noturna, secura na garganta, olhos 
secos, enjoo, tinidos. 
TEMA 3 – YILI 
O "Yili" na Medicina Tradicional Chinesa refere-se ao conceito de "razão" 
ou "lógica" por trás dos princípios teóricos e práticos dessa antiga disciplina 
médica. Yili é um fator nocivo epidêmico que causa enfermidades contagiosas. 
As enfermidades causadas por Yili caracterizam-se por acesso súbito, grave e 
com sintomas semelhantes.A epidemia propaga-se pelo ar em contato com os 
doentes. O fator penetra no corpo pela boca e nariz. Tanto em idoso como em 
crianças, os saudáveis e os debilitados, quando atacados, podem ficar doentes. 
O Yili aborda a compreensão dos princípios teóricos que fundamentam a 
MTC, incluindo conceitos como Yin e Yang, os Cinco Elementos, Qi (energia 
vital), meridianos, acupontos e outros aspectos fundamentais. Ele busca explicar 
a lógica por trás desses conceitos e como eles se relacionam entre si para 
influenciar a saúde e a doença. 
 Também se refere à aplicação prática desses princípios teóricos na 
prática clínica da MTC. Isso inclui a interpretação dos sinais e sintomas do 
paciente à luz dos conceitos fundamentais da MTC, bem como a formulação de 
diagnósticos diferenciais e planos de tratamento personalizados. 
Influencia os padrões de diagnóstico utilizados na medicina tradicional 
chinesa, incluindo o diagnóstico baseado nos Cinco Elementos, padrões de 
desequilíbrio Yin-Yang e diagnóstico diferencial baseado em síndromes 
específicas, como Qi deficiente, Yang deficiente, Estagnação de Qi, entre outros. 
Além disso, o Yili orienta a seleção de métodos terapêuticos na MTC, 
incluindo acupuntura, fitoterapia, dietoterapia, massagem (Tui Na), exercícios 
terapêuticos (Qi Gong e Tai Chi Chuan) e outras modalidades. A compreensão 
da lógica por trás desses métodos terapêuticos permite aos praticantes 
 
 
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adaptarem os tratamentos de forma eficaz às necessidades individuais dos 
pacientes. 
O Yili também desempenha um papel importante no desenvolvimento e 
na evolução da MTC ao longo do tempo. À medida que novas informações são 
descobertas, o Yili ajuda a integrar esses conhecimentos de forma coesa dentro 
do contexto dos princípios fundamentais da MTC, garantindo a continuidade e a 
integridade da prática. 
Na Medicina Tradicional Chinesa é um conceito amplo que abrange a 
compreensão teórica, aplicação clínica, padrões de diagnóstico, abordagens 
terapêuticas e desenvolvimento da prática. 
 
Créditos: DimaBerlin/ Shutterstock. 
TEMA 4 – AS ENFERMIDADES PELA YILI 
As enfermidades causadas pela Yili podem ocorrer de modo isolado ou 
de maneira epidêmica, tais como: disenterias epidêmicas, difteria, úlceras na 
garganta, sarampo, varíola. O Yili, na realidade, engloba as várias enfermidades 
contagiosas graves conhecidas da atualidade. Uma delas é a covid-19. 
Na Medicina tradicional chinesa, as enfermidades são frequentemente 
atribuídas a desequilíbrios nos fluxos de energia do corpo, conhecidos como Qi, 
Yin e Yang. Esses podem ser causados por fatores internos, como emoções 
desequilibradas, estilo de vida inadequado ou disfunções orgânicas, bem como 
por fatores externos, como clima, ambiente e dieta. 
O diagnóstico na Medicina tradicional chinesa envolve a análise de uma 
variedade de sinais e sintomas, bem como a avaliação dos padrões energéticos 
subjacentes. Os profissionais de MTC usam métodos como observação, 
https://www.shutterstock.com/g/DimaBerlin
 
 
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ausculta, palpação, análise da língua e do pulso, além de entrevistas detalhadas 
com os pacientes para identificar a natureza das enfermidades e determinar o 
tratamento adequado. 
Os tratamentos na Medicina tradicional chinesa visam não apenas aliviar 
os sintomas, mas também abordar as causas subjacentes das enfermidades, 
buscando restaurar o equilíbrio e a harmonia do corpo. Isso pode envolver uma 
variedade de abordagens terapêuticas, como acupuntura, fitoterapia, 
dietoterapia, massagem, exercícios terapêuticos e práticas de autocuidado. 
Em suma, as enfermidades na Medicina Tradicional Chinesa são 
compreendidas dentro de um contexto holístico, considerando uma ampla gama 
de fatores físicos, emocionais, mentais, espirituais e ambientais. O diagnóstico 
e tratamento são orientados pela compreensão dos padrões energéticos 
subjacentes e pelo objetivo de restaurar o equilíbrio e a saúde do paciente em 
todos os níveis. 
 
Créditos: Aleksandr Finch/ Shutterstock. 
4.1 YILI e as pandemias 
 No entanto, é importante notar que a MTC tem sido objeto de estudo e 
discussão no contexto da pandemia de COVID-19. 
Alguns praticantes e pesquisadores têm explorado possíveis abordagens 
da MTC para apoiar o tratamento e a prevenção da COVID-19, muitas vezes em 
combinação com métodos convencionais. 
Por exemplo, há pesquisas em andamento sobre o uso de fitoterapia 
chinesa, acupuntura e outros tratamentos tradicionais como complementos ao 
tratamento convencional da COVID-19. Além disso, a MTC também enfatiza a 
https://www.shutterstock.com/g/Aleksandr+Finch
 
 
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importância da prevenção, incluindo práticas de fortalecimento da imunidade, 
manutenção do equilíbrio emocional e adoção de hábitos saudáveis de vida. 
Embora a MTC possa oferecer insights valiosos e potencialmente 
complementar os cuidados médicos convencionais, é importante abordar essas 
questões com cuidado e buscar informações de fontes confiáveis e baseadas 
em evidências científicas. A pandemia de COVID-19 é um desafio complexo e 
multifacetado, e a abordagem mais eficaz para enfrentá-la é uma combinação 
de ciência, medicina baseada em evidências e estratégias de saúde pública. 
TEMA 5 – EVOLUÇÃO DA YILI 
 A evolução e a propagação das enfermidades epidêmicas estão 
vinculadas e favorecidas com as mudanças anormais do clima, por exemplo, a 
seca prolongada, o calor sufocante, a umidade da região, contaminação do meio 
ambiente, contaminação dos alimentos, tudo isso se dá pelas características 
climáticas, sendo assim, as boas associações diagnósticas determinam o que é 
Yili ou sinais endógenos e exógenos. 
Na Medicina Tradicional Chinesa, as enfermidades são compreendidas 
dentro de um contexto holístico, em que são consideradas manifestações de 
desequilíbrios nos fluxos de energia do corpo, bem como em outros aspectos 
físicos, emocionais e mentais. Aqui está uma visão ampla das enfermidades na 
MTC: 
Na Medicina Tradicional Chinesa, as enfermidades são frequentemente 
atribuídas a desequilíbrios nos fluxos de energia vital do corpo, conhecidos como 
Qi. Esses desequilíbrios podem resultar de fatores internos, como emoções 
desequilibradas, estilo de vida inadequado ou disfunções orgânicas, bem como 
de fatores externos, como clima, ambiente e dieta. 
As enfermidades na Medicina Tradicional Chinesa são frequentemente 
classificadas em síndromes ou padrões, com base em uma série de sintomas 
específicos e sinais físicos. 
Por exemplo, uma pessoa pode ser diagnosticada com "Deficiência de Qi 
do Baço" ou "Estagnação de Qi no Fígado", cada uma indicando um conjunto 
particular de desequilíbrios energéticos e manifestações clínicas. 
A MTC reconhece a influência do ambiente externo na saúde humana. 
Fatores como clima, umidade, vento, frio, calor e poluição são considerados 
 
 
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capazes de desencadear ou agravar certas enfermidades, especialmente se 
houver uma predisposição subjacente. 
 
Créditos: Summit Art Creations/ Shutterstock. 
NA PRÁTICA 
 Na prática podemos entender que o fogo é um subproduto de todos os 
fatores que contornam o MTC. Sendo assim, todas as manifestações podem 
evoluir com o fogo. 
 Se temos um paciente em evolução clínica com lesões na boca, dores de 
cabeça e com clima predominante sendo Frio, podemos afirmar que o Calor 
Interno está sendo predominante. 
 Temos a identificação de que o clima Frio está sendo o ponto inicial de 
uma exploração de um calor interno. Por deficiência de Yin produz-se o fogo 
interno, pelo excesso de Yang produz-se o calor exógeno e ao excesso como 
Vento-Frio, Calor de verão, Umidade, Secura, as emoções reprimidas. 
 Observar e entender que o fator Yin e Yang é algo a ser analisado, mesmo 
com condições climáticas desfavoráveis às condições clínicas. 
FINALIZANDO 
Nesta etapa, vimos que os principais sintomas associados à invasão de 
calor são: febre,leve aversão ao frio e ao vento, cefaleia, inchaço e dor na 
garganta, boca seca, sede e agitação. Deve-se lembrar que apesar de o calor 
ter uma relação direta com o fogo, o fogo é um fator patogênico exclusivamente 
de origem interna. 
https://www.shutterstock.com/g/BiancoBlue85
 
 
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Entendemos também que a epidemias são observações feitas no MTC, 
cada condição clínica pode trazer a sua epidemia. Associar estes fatores podem 
aprimorar a sua avaliação. 
Não existe invasão por fogo. Quando os fatores patogênicos de natureza 
variada agem sobre algumas partes do corpo, as doenças e os desequilíbrios 
funcionais que ocorrem serão de natureza distintas e os sintomas e sinais 
clínicos que aparecerão também serão diferentes, ou seja, de acordo com cada 
um dos seis fatores. 
A diferenciação cuidadosa dos sinais e sintomas permite a identificação, 
a observação dos fatores patogênicos, e qual o fator predominante. 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
AUTEROCHE, B.; NAVAILH, P. O diagnóstico na Medicina Chinesa. São 
Paulo: Andrei, 1992. 
MACIOCIA, G. Os fundamentos da Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1996. 
WEMBU, X. Tratado de Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1993.

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