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54% Doença Crônica Forma Hepática (fibrose periportal sem hipertensão portal) Mecanismo Ovos chegam aos capilares periportais granulomas repetidos fibrose de Symmers. Morfologia macroscópica Espessamento linear e esbranquiçado devido a deposição de colágeno. Pode conferir ao fígado um padrão nodular grosseiro, mas não corresponde a cirrose. Características Fígado palpável e endurecido. Sem sinais de hipertensão portal. USG: fibrose periportal, espessamento de parede vesicular. Não há varizes esofágicas nem ascite. Caso 8: FLA S Doença Crônica Forma Hepatoesplênica (com hipertensão portal) (Forma mais grave e clássica da doença avançada) Base fisiopatológica Fibrose periportal extensa obstrução dos ramos intra-hepáticos hipertensão portal pré- sinusoidal. Consequências Esplenomegalia importante. Desenvolvimento de circulação colateral (varizes esofágicas). Ascite em fases descompensadas. Mantém função hepatocelular relativamente preservada nas fases compensadas, 0 que diferencia de hepatopatias cirróticas. Caso 8: FLA S Doença Crônica Forma Hepatoesplênica (com hipertensão portal) Exame físico Baço aumentado (peso no hipocôndrio esquerdo). Fígado palpável 2-6 cm abaixo do rebordo costal, podendo apresentar superfície irregular e hipertrofia do lobo esquerdo. Exames 26 de USG: padrão típico da fibrose de Symmers (espessamento periportal com bandas ecogênicas). Endoscopia: varizes de esôfago.