Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

dizem respeito a 
afecções dos músculos, tendões, tecidos conjuntivos e 
ligamentos, incluindo os nervos correspondentes.
• LESÕES PROVOCADAS POR MOVIMENTO REPETITIVO
Os movimentos repetitivos podem causar uma série de 
perturbações, sobretudo nas mãos, pulsos, braços, ombros e 
pescoço. Em termos médicos fala-se, por exemplo, de 
síndrome do túnel carpal, paratendinite, afecção cérvico-
braquial, peritendinite, epicondilite. Estas afecções são 
designadas geralmente por “LER”.
 Todas as perturbações causadas por LER dizem respeito a 
afecções dos músculos, tendões, tecidos conjuntivos e 
ligamentos, incluindo os nervos correspondentes.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
24
25
Síndrome do túnel carpal
Síndrome do túnel carpal (também conhecida como síndrome do túnel 
cárpico, síndrome do túnel do carpo ou síndrome do canal cárpico) é o 
nome pelo qual se refere uma doença que ocorre quando o nervo 
mediano, que passa pela região do punho chamada túnel do carpo fica 
submetido a uma compressão.
É uma doença de ocorrência muito comum entre mulheres na faixa de 35 a 
60 anos, ocorrendo raramente em homens ou em mulheres mais jovens.
Sinais e sintomas
Apresenta dormência e formigamento nas mãos, principalmente nos dedos 
indicador, anelar e médio, predominantemente no período noturno. Afeta 
as duas mãos em 60% dos casos. Eventualmente ocorre dor em todo 
membro superior (mão, antebraço e braço) e choques.
26
Causas
As causas mais comuns deste tipo de lesão são a exigência de flexão do 
punho, a extensão do punho e a tenossinovite a nível do tendão dos 
flexores. Neste caso, os tendões inflamados levam a uma compressão 
crônica e intermitente do nervo mediano que é a estrutura mais sensível 
do conjunto que compõe o túnel do carpo.
27
Síndrome do túnel carpal
Diagnóstico
Faz-se dois testes em que os nervos sao testados: o teste de Phalen e o teste 
de Tinel. O primeiro consiste em dobrar o punho e mantê-lo fletido durante 
um minuto. Como essa posição aumenta a pressão intracarpeana, se houver 
compressão do nervo, os sintomas pioram. O teste de Tinel consiste em 
percutir o nervo mediano. Se ele estiver comprometido, a sensação será de 
choque e formigamento. Pode ser diagnosticado pelo exame 
eletroneuromiografia.
Tratamento
Em casos mais leves, usa-se imobilização. A fisioterapia é recomendada e o 
profissional deve orientar o paciente a realizar alongamento de flexores de 
dedos e punho. Fazer o uso do ultra-som para alívio de dor e diminuição do 
processo inflamatório, diminuindo assim o edema. Remédios são apenas 
paliativos. Em casos mais graves os pacientes devem ser submetidos à 
cirurgia, para abrir o canal comprimido. Costuma ser eficaz. Após muito 
tempo de compressão, pode haver atrofia do nervo.
28
Síndrome do túnel carpal
29
Síndrome do túnel carpal
Epicondilite
Epicondilite ou epicondilite lateral é uma inflamação dos 
tendões do cotovelo, que atinge principalmente os músculos 
extensores do punho e dos dedos. Também conhecida como 
cotovelo do tenista.
Causas
A epicondilite é causada por atividades que exigem uso 
excessivo ou incomum dos músculos extensores do punho ou 
dos pronadores do antebraço, como ocorre em alguns 
desportos, especialmente o tênis, ou por tensões repetitivas 
na articulação do cotovelo.
30
Evolução e Sintomas
A epicondilite começa como uma ligeira impressão dolorosa, 
geralmente localizada na face externa do cotovelo e que se 
estende pelo terço proximal da face externa do antebraço. Se 
o esforço repetitivo for continuado, principalmente na região 
do antebraço em sobrecarga, a área atingida torna-se 
dolorosa ao toque e a dor pode irradiar para baixo até ao 
punho. Levantar quaisquer objetos, especialmente com o 
antebraço estendido, torna-se muito doloroso e quase 
impossível, mesmo que tenham pouco peso. Gestos de 
rotação do membro, como o de abrir a maçaneta de uma 
porta, tornam-se impossíveis. Comun também aparecer em 
dentistas por esforço repetitivo do dia-a-dia.
31
Epicondilite
Tratamento
O tratamento da epicondilite geralmente é conservador, sendo 
cirúrgico apenas se não houver remissão (total ou parcial 
progressiva) com o tratamento medicamentoso e 
fisioterápico em um período de 3 meses. A primeira medida 
sempre será procurar retirar ou minimizar a causa da afecção: 
o esforço repetitivo ou a sobrecarga local. Em conjunto 
emprega-se tratamento medicamentoso com antiinflamatório 
e fisioterapia local. Estes tratamentos variam de caso a caso.
32
Epicondilite
Paratendinite
33
Tendinite é um termo genérico que pode descrever 
muitas afecções patológicas de um tendão. Isto é, 
qualquer resposta inflamatória no interior do tendão, 
sem inflamação do paratendão. O termo 
paratendinite é a inflamação que ocorre apenas na 
camada externa do tendão e, geralmente, surge 
quando o tendão se atrita com alguma proeminência 
óssea
Essa inflamação pode ter duas causas que são:
1) Mecânica – esforços prolongados e repetitivos, além de 
sobrecarga.
2) Química – a desidratação, quando os músculos e tendões 
não estão suficientemente drenados, a alimentação incorreta 
e toxinas no organismo podem conduzir a uma tendinite.
34
Paratendinite
• LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS (LER)
Engloba todas as doenças secundárias relacionadas a 
atividades profissionais que envolvem movimentos ou 
esforços repetidos.
As profissões mais afetadas são os operários das indústria 
montadoras (os operários das linhas de montagem, de 
aparelhos eletrônicos, automóveis); os empregados de 
terminais de computadores; os bancários; os 
escriturários entre outros.
Estas lesões são mais frequentes no sexo feminino, com 
uma incidência máxima entre os 25 e os 45 anos de 
idade.
• LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS (LER)
Engloba todas as doenças secundárias relacionadas a 
atividades profissionais que envolvem movimentos ou 
esforços repetidos.
As profissões mais afetadas são os operários das indústria 
montadoras (os operários das linhas de montagem, de 
aparelhos eletrônicos, automóveis); os empregados de 
terminais de computadores; os bancários; os 
escriturários entre outros.
Estas lesões são mais frequentes no sexo feminino, com 
uma incidência máxima entre os 25 e os 45 anos de 
idade.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
35
36
As LER são doenças progressivas e, em muitos 
casos, irreversíveis. Muitas vezes voltar à 
mesma função nas mesmas condições torna-
se impossível.
As LER são doenças progressivas e, em muitos 
casos, irreversíveis. Muitas vezes voltar à 
mesma função nas mesmas condições torna-
se impossível.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
37
• DOENÇAS QUE PODEM SER DESENCADEADAS OU AGRAVADAS 
POR ESFORÇO REPETITIVO
 Tenossinovites (inflamação do tecido que reveste os tendões);
 Tendinite ( inflamação dos tendões);
 Miosites (inflamação dos músculos);
 Epicondilite (inflamação das estruturas do cotovelo);
 Bursite (inflamação dos bursos);
 Síndrome Túnel do Carpo ( compressão do nervo mediano ao nível 
do punho);
 Síndrome do Canal Guyon;
 Síndrome do Desfiladeiro Torácico;
 Síndrome do Pronador Redondo.
• DOENÇAS QUE PODEM SER DESENCADEADAS OU AGRAVADAS 
POR ESFORÇO REPETITIVO
 Tenossinovites (inflamação do tecido que reveste os tendões);
 Tendinite ( inflamação dos tendões);
 Miosites (inflamação dos músculos);
 Epicondilite (inflamação das estruturas do cotovelo);
 Bursite (inflamação dos bursos);
 Síndrome Túnel do Carpo ( compressão do nervo mediano ao nível 
do punho);
 Síndrome do Canal Guyon;
 Síndrome do Desfiladeiro Torácico;
 Síndrome do Pronador Redondo.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
38
39
Síndrome do Canal Guyon
40
 Síndrome do Desfiladeiro Torácico
41
Síndrome do Pronador Redondo
• CLASSIFICAÇÃO DAS LER
As classificações mais usuais são feitas conforme a 
evolução e o prognóstico, classificando a "LER" 
baseando-seapenas em sinais e sintomas. 
Classificações:
• Fase 1 - Apenas queixas mal definidas e subjetivas, 
melhorando com repouso.
• Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando 
poucos sinais objetivos.
• Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não 
desaparecendo com repouso.
• Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade 
funcional (não necessariamente permanente).
• CLASSIFICAÇÃO DAS LER
As classificações mais usuais são feitas conforme a 
evolução e o prognóstico, classificando a "LER" 
baseando-se apenas em sinais e sintomas. 
Classificações:
• Fase 1 - Apenas queixas mal definidas e subjetivas, 
melhorando com repouso.
• Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando 
poucos sinais objetivos.
• Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não 
desaparecendo com repouso.
• Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade 
funcional (não necessariamente permanente).
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
42
• Algumas dicas para prevenir as LER:
 
a) Minimizar a quantidade de movimentos repetitivos
 
- Evitar tanto os períodos prolongados de inatividade estática 
como os de elevada frequência de movimentos; 
 
- Diversificação da atividade: a integração de mais tarefas na 
atividade diminui a repetitividade e aumenta a variedade 
dos movimentos executados, o que pode até aumentar a 
flexibilidade.
• Algumas dicas para prevenir as LER:
 
a) Minimizar a quantidade de movimentos repetitivos
 
- Evitar tanto os períodos prolongados de inatividade estática 
como os de elevada frequência de movimentos; 
 
- Diversificação da atividade: a integração de mais tarefas na 
atividade diminui a repetitividade e aumenta a variedade 
dos movimentos executados, o que pode até aumentar a 
flexibilidade.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
43
b) Mecanizar
 
Os meios mecânicos de auxílio substituem o esforço muscular 
humano e podem baixar a repetitividade (atenção aos 
novos riscos: solicitação estática, segurança,etc.).
 
c) Automatizar
 
Principalmente quando haja atividades extremamente 
repetitivas.
 
 AUTOMATIZAÇÃO é processo pela qual a MECANIZAÇÃO (uso de máquinas para 
substituir o trabalho humano) auto realize seu próprio funcionamento sem a 
intervenção humana.
b) Mecanizar
 
Os meios mecânicos de auxílio substituem o esforço muscular 
humano e podem baixar a repetitividade (atenção aos 
novos riscos: solicitação estática, segurança,etc.).
 
c) Automatizar
 
Principalmente quando haja atividades extremamente 
repetitivas.
 
 AUTOMATIZAÇÃO é processo pela qual a MECANIZAÇÃO (uso de máquinas para 
substituir o trabalho humano) auto realize seu próprio funcionamento sem a 
intervenção humana.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
44
d) Organização do trabalho
 
- Rotatividade: permitir a rotatividade dos 
trabalhadores, por diversas tarefas, aumenta as 
alternativas e diminui a repetitividade e a 
monotonia e, consequentemente, também a 
probabilidade de patologias devidas a esforço 
excessivo; esta alternância pode trazer para 
alguns uma melhor disposição psicológica 
perante o trabalho em causa.
d) Organização do trabalho
 
- Rotatividade: permitir a rotatividade dos 
trabalhadores, por diversas tarefas, aumenta as 
alternativas e diminui a repetitividade e a 
monotonia e, consequentemente, também a 
probabilidade de patologias devidas a esforço 
excessivo; esta alternância pode trazer para 
alguns uma melhor disposição psicológica 
perante o trabalho em causa.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
45
d) Organização do trabalho
2. A rotatividade enfrenta frequentes resistências:
- Os trabalhadores de outras divisões não querem passar para 
a divisão de «risco»;
- O acréscimo do número de tarefas pode aumentar a pressão 
psicológica; a rotina dá a alguns trabalhadores uma 
sensação de segurança;
- Os responsáveis têm de aceitar uma quebra inicial na 
produção.
 
- Intervalos: para limitar o esforço físico e mental, é mais 
eficaz fazer pausas curtas e frequentes do que um ou dois 
grandes intervalos.
d) Organização do trabalho
2. A rotatividade enfrenta frequentes resistências:
- Os trabalhadores de outras divisões não querem passar para 
a divisão de «risco»;
- O acréscimo do número de tarefas pode aumentar a pressão 
psicológica; a rotina dá a alguns trabalhadores uma 
sensação de segurança;
- Os responsáveis têm de aceitar uma quebra inicial na 
produção.
 
- Intervalos: para limitar o esforço físico e mental, é mais 
eficaz fazer pausas curtas e frequentes do que um ou dois 
grandes intervalos.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
46
e) Formação; informação
 
- Os trabalhadores devem ser informados sobre 
uma correta organização e técnica de trabalho. A 
responsabilidade compete à entidade 
empregadora.
- Os novos trabalhadores devem ser formados 
desde o início na técnica de trabalho correta.
 
f) Exercícios compensatórios
 
e) Formação; informação
 
- Os trabalhadores devem ser informados sobre 
uma correta organização e técnica de trabalho. A 
responsabilidade compete à entidade 
empregadora.
- Os novos trabalhadores devem ser formados 
desde o início na técnica de trabalho correta.
 
f) Exercícios compensatórios
 
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
47
• A GINÁSTICA LABORAL
É mais uma ferramenta disponível dentro da 
ergonomia, no sentido de prevenir doenças 
ocupacionais, contribuindo para melhorar a 
qualidade de vida dos trabalhadores. 
Como o próprio nome indica, ginástica laboral, 
caracteriza-se por uma atividade desenvolvida no 
local de trabalho, atuando de forma preventiva e 
terapêutica, através de exercícios que vão 
compensar as estruturas utilizadas durante a 
função e ativar outras que têm sido solicitadas. 
• A GINÁSTICA LABORAL
É mais uma ferramenta disponível dentro da 
ergonomia, no sentido de prevenir doenças 
ocupacionais, contribuindo para melhorar a 
qualidade de vida dos trabalhadores. 
Como o próprio nome indica, ginástica laboral, 
caracteriza-se por uma atividade desenvolvida no 
local de trabalho, atuando de forma preventiva e 
terapêutica, através de exercícios que vão 
compensar as estruturas utilizadas durante a 
função e ativar outras que têm sido solicitadas. 
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
48
49
50
51apenas em sinais e sintomas. 
Classificações:
• Fase 1 - Apenas queixas mal definidas e subjetivas, 
melhorando com repouso.
• Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando 
poucos sinais objetivos.
• Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não 
desaparecendo com repouso.
• Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade 
funcional (não necessariamente permanente).
• CLASSIFICAÇÃO DAS LER
As classificações mais usuais são feitas conforme a 
evolução e o prognóstico, classificando a "LER" 
baseando-se apenas em sinais e sintomas. 
Classificações:
• Fase 1 - Apenas queixas mal definidas e subjetivas, 
melhorando com repouso.
• Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando 
poucos sinais objetivos.
• Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não 
desaparecendo com repouso.
• Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade 
funcional (não necessariamente permanente).
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
42
• Algumas dicas para prevenir as LER:
 
a) Minimizar a quantidade de movimentos repetitivos
 
- Evitar tanto os períodos prolongados de inatividade estática 
como os de elevada frequência de movimentos; 
 
- Diversificação da atividade: a integração de mais tarefas na 
atividade diminui a repetitividade e aumenta a variedade 
dos movimentos executados, o que pode até aumentar a 
flexibilidade.
• Algumas dicas para prevenir as LER:
 
a) Minimizar a quantidade de movimentos repetitivos
 
- Evitar tanto os períodos prolongados de inatividade estática 
como os de elevada frequência de movimentos; 
 
- Diversificação da atividade: a integração de mais tarefas na 
atividade diminui a repetitividade e aumenta a variedade 
dos movimentos executados, o que pode até aumentar a 
flexibilidade.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
43
b) Mecanizar
 
Os meios mecânicos de auxílio substituem o esforço muscular 
humano e podem baixar a repetitividade (atenção aos 
novos riscos: solicitação estática, segurança,etc.).
 
c) Automatizar
 
Principalmente quando haja atividades extremamente 
repetitivas.
 
 AUTOMATIZAÇÃO é processo pela qual a MECANIZAÇÃO (uso de máquinas para 
substituir o trabalho humano) auto realize seu próprio funcionamento sem a 
intervenção humana.
b) Mecanizar
 
Os meios mecânicos de auxílio substituem o esforço muscular 
humano e podem baixar a repetitividade (atenção aos 
novos riscos: solicitação estática, segurança,etc.).
 
c) Automatizar
 
Principalmente quando haja atividades extremamente 
repetitivas.
 
 AUTOMATIZAÇÃO é processo pela qual a MECANIZAÇÃO (uso de máquinas para 
substituir o trabalho humano) auto realize seu próprio funcionamento sem a 
intervenção humana.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
44
d) Organização do trabalho
 
- Rotatividade: permitir a rotatividade dos 
trabalhadores, por diversas tarefas, aumenta as 
alternativas e diminui a repetitividade e a 
monotonia e, consequentemente, também a 
probabilidade de patologias devidas a esforço 
excessivo; esta alternância pode trazer para 
alguns uma melhor disposição psicológica 
perante o trabalho em causa.
d) Organização do trabalho
 
- Rotatividade: permitir a rotatividade dos 
trabalhadores, por diversas tarefas, aumenta as 
alternativas e diminui a repetitividade e a 
monotonia e, consequentemente, também a 
probabilidade de patologias devidas a esforço 
excessivo; esta alternância pode trazer para 
alguns uma melhor disposição psicológica 
perante o trabalho em causa.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
45
d) Organização do trabalho
2. A rotatividade enfrenta frequentes resistências:
- Os trabalhadores de outras divisões não querem passar para 
a divisão de «risco»;
- O acréscimo do número de tarefas pode aumentar a pressão 
psicológica; a rotina dá a alguns trabalhadores uma 
sensação de segurança;
- Os responsáveis têm de aceitar uma quebra inicial na 
produção.
 
- Intervalos: para limitar o esforço físico e mental, é mais 
eficaz fazer pausas curtas e frequentes do que um ou dois 
grandes intervalos.
d) Organização do trabalho
2. A rotatividade enfrenta frequentes resistências:
- Os trabalhadores de outras divisões não querem passar para 
a divisão de «risco»;
- O acréscimo do número de tarefas pode aumentar a pressão 
psicológica; a rotina dá a alguns trabalhadores uma 
sensação de segurança;
- Os responsáveis têm de aceitar uma quebra inicial na 
produção.
 
- Intervalos: para limitar o esforço físico e mental, é mais 
eficaz fazer pausas curtas e frequentes do que um ou dois 
grandes intervalos.
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
46
e) Formação; informação
 
- Os trabalhadores devem ser informados sobre 
uma correta organização e técnica de trabalho. A 
responsabilidade compete à entidade 
empregadora.
- Os novos trabalhadores devem ser formados 
desde o início na técnica de trabalho correta.
 
f) Exercícios compensatórios
 
e) Formação; informação
 
- Os trabalhadores devem ser informados sobre 
uma correta organização e técnica de trabalho. A 
responsabilidade compete à entidade 
empregadora.
- Os novos trabalhadores devem ser formados 
desde o início na técnica de trabalho correta.
 
f) Exercícios compensatórios
 
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
47
• A GINÁSTICA LABORAL
É mais uma ferramenta disponível dentro da 
ergonomia, no sentido de prevenir doenças 
ocupacionais, contribuindo para melhorar a 
qualidade de vida dos trabalhadores. 
Como o próprio nome indica, ginástica laboral, 
caracteriza-se por uma atividade desenvolvida no 
local de trabalho, atuando de forma preventiva e 
terapêutica, através de exercícios que vão 
compensar as estruturas utilizadas durante a 
função e ativar outras que têm sido solicitadas. 
• A GINÁSTICA LABORAL
É mais uma ferramenta disponível dentro da 
ergonomia, no sentido de prevenir doenças 
ocupacionais, contribuindo para melhorar a 
qualidade de vida dos trabalhadores. 
Como o próprio nome indica, ginástica laboral, 
caracteriza-se por uma atividade desenvolvida no 
local de trabalho, atuando de forma preventiva e 
terapêutica, através de exercícios que vão 
compensar as estruturas utilizadas durante a 
função e ativar outras que têm sido solicitadas. 
Trabalho Monótono e RepetitivoTrabalho Monótono e Repetitivo
48
49
50
51

Mais conteúdos dessa disciplina