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Química Geral QUI016 Base das Teorias Atômicas Profa. Ju Fedoce Química Geral QUI016 Teorias Atômicas: Pré-Aula https://docs.google.com/forms/d/1WSumUT6iFA4Ysd22LLizhNovIdzYhyiIf8S 3cdSweoQ/viewanalytics 2 Química Geral QUI016 Teorias Atômicas: Histórico Anacronismo: Significa usar os conceitos e ideias de uma época para analisar os fatos e resultados de outra. Significa tentar usar os conceitos e ideias de dos pensadores da época na qual os fatos e resultados ocorreram ou foram desenvolvidos. Diacronismo: 3 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Todo tipo de matéria fosse formado por minúsculas partes sem divisão. Sem divisão (em grego) : Átomo Hipóteses de Demócrito: ✓ Os átomos são Indivisíveis; ✓ Os átomos encontram-se em constante movimento; ✓ Universo é constituído por um número infinito de átomos, e eternos; Não foram comprovadas por Demócrito e seus contemporâneos. Átomo: Primeiros Conceitos ~400 aC. Democritus 4 https://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3crito Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=638487 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Hipóteses de Aristóteles: ✓ A matéria pode ser dividida infinitamente; ✓ E todos os elementos eram restritos à: Ar, Terra, Fogo e água; ✓ Também não foi comprovada. (384 a.C. 322 a.C.) 5 Átomo: Primeiros Conceitos Até o Fim da Idade Média modelos intuitivos persistiram. https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles Imagem: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=5459574 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 6 Filosofia x Observações e Experimentos ✓ Gay-Lussac propõe a Lei das combinações volumétricas; ✓ Louis Proust propõe a Lei das proporções fixas. As leis foram propostas a partir de experimentos e apresentadas. Mas não explicavam o porquê desses acontecimentos. Átomo: A Evolução do modelo Imagem: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=773055 Lavoisier ~ 1780 No século XVIII... ✓ Antoine Lavoisier reconhece e nomeia os elementos H e O e propõe a Lei da conservação das massas; Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos Atômicos: Dalton John Dalton (1766 -1844 ) 7 Estudou do comportamento físico dos gases, Em 1803 publicou os princípios da teoria atômica. Forneceu bases científicas à teoria atômica de Demócrito. Postulados de Dalton: 1 - A Matéria é composta de partículas fundamentais: os átomos. 2 - Os átomos são permanentes e indivisíveis, eles não podem ser criados nem destruídos. 3 - Todos os átomos de um dado elemento são idênticos 4 - As transformações químicas consistem em combinações ou rearranjo de átomos. 5 - Compostos químicos são formados de átomos de dois ou mais elementos em uma razão fixa. Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 8 Explicou: A Conservação das massas nas reações químicas A Lei das composições definidas. Modelos Atômicos: Dalton “ Os átomos são permanentes e indivisíveis, eles não podem ser criados nem destruídos.” e “Todos os átomos de um dado elemento são idênticos “ “As transformações químicas consistem em combinações ou rearranjo de átomos” e “Compostos químicos são formados de átomos de dois ou mais elementos em uma razão fixa” Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Em 1833: Faraday - Mesma quantidade de corrente elétrica: quantidades diferentes de massa depositadas de metais diferentes; Em 1886, o físico alemão E. Goldstein usou um tubo Crookes modificado para produzir um novo tipo de raio que era produzido no cátodo => Raios catódicos Modelos Atômicos: Experimentos Posteriores 9 + - Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l J. J. Thomson (1856 - 1940) Nobel: 1907 10 Modelos Atômicos: Experimentos Posteriores 1897, Experimentos de raios catódicos Os raios catódicos são desviados pela ação de um campo elétromagnético. os resultados obtidos independiam da natureza do gás ou material utilizado na confecção do tubo. Hipótese: os raios catódicos são cargas de eletricidade negativa transportadas por partículas de matéria. Q u ím ic a G e ra l Experimentos Posteriores: Thomson, 1897 O reconhecimento do elétron* 1 Ainda em 1897, determinou a relação carga/massa de um elétron : 1,76 ×108C/g A quantidade de desvio dos raios catódicos depende do campo aplicado; Por sua vez, a quantidade do desvio também depende da proporção carga-massa do elétron. Mas qual seria a carga do elétron? Teoria atômica *A literatura indica que o nome foi dado por G. J. Stoney em 1874 como unidade básica de eletricidade. https://en.wikipedia.org/wiki/George_Johnstone_Stoney Q u ím ic a G e ra l Com a descoberta dos das cargas positivas e dos elétrons, Thomson propôs que eles estariam uniformemente distribuídos, garantindo o equilíbrio elétrico entre as cargas positiva dos prótons e negativa dos elétrons. Modelos Atômicos: Thomson, 1904 Postulados de Thomson 1 - No átomo, os elétrons com carga negativa localizam-se no interior de uma distribuição contínua de carga positiva. 2- Devido à repulsão mútua os elétrons estariam uniformemente distribuídos na esfera de carga positiva. 3- O átomo em seu menor nível de energia possível apresenta os elétrons fixos em suas posições de equilíbrio. Em átomos excitados, os elétrons vibrariam em torno de suas posições de equilíbrio. 2 Teoria atômica https://en.wikipedia.org/wiki/Plum_pudding_model Imagem: Giovanna Barbosa https://en.wikipedia.org/wiki/Plum_pudding_model Q u ím ic a G e ra l Grande Massa Positiva Elétrons Modelos Atômicos: Thomson, 1904 3 Teoria atômica https://en.wikipedia.org/wiki/Plum_pudding_model Imagem: Giovanna Barbosa https://en.wikipedia.org/wiki/Plum_pudding_model Q u ím ic a G e ra l Experimentos Posteriores: Millikan 1909 Experimento da gota de óleo: Demonstração de que a eletricidade é composta por partículas. Todas as cargas elétricas são múltiplos de uma unidade elementar definida: 1,60 x 10ˉ¹9 C. 4 Robert A. Millikan (1868 – 1953) Nobel: 1923 Teoria atômica qe = 1,60 x 10ˉ¹9 C. Relação carga/massa de um elétron: 1,76 ×108C/g (Thomson) Assim, a massa do elétron: me = 9,1 x 10ˉ31 kg Por KIWANGA, Christopher Amelye - http://pt.scribd.com/doc/48312717/Fisica-Atomica, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=27803999 Q u ím ic a G e ra l Experimentos Posteriores: Millikan, 1909 Carga e Massa do elétron 5 Dúvida: Se o elétron é tão leve, e o átomo é neutro, onde estão as cargas positivas? Teoria atômica 27/02/2014 S. Sturm et al, nature, 506, 467, 2014 *me=9,106426491 x 10ˉ31 kg Massa do elétron atualizada Q u ím ic a G e ra l Experimentos Contemporâneos: 1896 – 1902 Raios X Em 1896, Wilhelm Röntgen descobre os raios-x Em 1896 a 1902, Henri Becquerel, Marie Curie e Pierre Curie, descobrem a radiação emitida por átomo de urânio. Radioatividade 6 Marie Curie (1867 - 1934) Nobel 1903 Nobel 1911 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Em 1896 Ernest Rutherford começa a trabalhar também com estas radiações, e em 1902 ele consegue caracterizá-las. Ernest Rutherford (1871 - 1937) Nobel : 1908. 7 Radiação β: Alto desvio no sentido da chapa positiva Radiação com carga negativa e massa baixa Radiação γ: Nenhum desvio corresponde a uma radiação neutra. Radiação α: Pequeno desvio no sentido da chapa negativa. Radiação com carga positiva e de massa alta. Elétrons Nêutrons Prótons Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos Atômicos: Conclusões de Rutherford X Modelo de Thomson 8 ✓ Radiação com carga negativa e massa baixa; ✓ Radiação neutra; ✓ Radiação com carga positiva e de massa alta. Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 9 Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Estudo da Radiação α (radiação de carga positiva) : Teoria atômica O resultado de Rutherford contesta o modelo de Thomson! Q u ím ic a G e ra l Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Postulados de Rutherford 10 1- átomo é esférico, com a carga positiva localizada no centro e com uma carga negativa difusaem torno dele. Definição do centro do átomo : Núcleo. 2- O átomo consiste de entidades neutras, positivas e negativas 3- As entidades positivas e neutras estão no núcleo do átomo, que é pequeno. A maior parte da massa do átomo se deve ao núcleo. 4 -Os elétrons estão localizados fora do núcleo. Grande parte do volume do átomo se deve aos elétrons. 5- Pode haver um número variável de entidades neutras para o mesmo número de entidades positivas. Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Conclusões de Rutherford 11 4 –”Os elétrons estão localizados fora do núcleo. Grande parte do volume do átomo se deve aos elétrons.” Evolução e Mudança do Modelo atômico Teoria atômica Atenção figura não está em escala! Q u ím ic a G e ra l 5- “Pode haver um número variável de entidades neutras para o mesmo número de entidades positivas” Para cada carga negativa haverá uma carga positiva Rutherford, 1919 Definição de entidade de carga positiva: próton Determinação de massa do próton: m= 1,673 x 10 -27 kg Então, assim como o elétron, o próton é uma partícula. Chadwick, 1932 Definição de entidade de carga neutra: nêutron Determinação de massa do nêutron: m= 1,675 x 10 -27 kg 12 Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Conclusões de Rutherford e Consequências do Modelo Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Propriedades das partículas subatômicas 13 Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Conclusões de Rutherford e Consequências do Modelo Partícula Símbolo Carga/ C Massa/ Kg Elétron e− −1,602 x 10 -19 9,109 x 10 -31 Próton p +1,602 x 10 -19 1,673 x 10 -27 Nêutron n 0 1,673 x 10 -27 Unidade de carga: −1,602 x 10 -19 C, Convenção qe = − 1 qp = +1 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Número atômico (Z) = número de prótons no núcleo. Número de massa (A) = número total de partículas no núcleo Moseley: Determinação do número atômico Raios catódicos Raios X emitidos apresentavam propriedades diferentes para elementos diferentes. Convenção: 5- “Pode haver um número variável de entidades neutras para o mesmo número de entidades positivas.” 14 Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Conclusões de Rutherford e Consequências do Modelo Números atômicos, números de massa e Isótopos YA Z Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Isótopos Isótopos têm o mesmo número atômico (Z), Porém o número de massa (A) é diferente. Modelos atômicos: Rutherford, 1911 Conclusões de Rutherford e Consequências do Modelo Números atômicos, números de massa e Isótopos 15 Elemento Símbolo Número atômico (Z) Número de Massa (A) Abundância hidrogênio 1H 1 1 99,985% deutério 2H ou D 1 2 0,015% trítio 3H ou T 1 3 hv) 2- Elétrons são ejetados imediatamente, por mais baixa que seja a intensidade de radiação. (cada fóton tem energia suficiente e necessária para a ejeção ) 3- A energia cinética dos elétrons ejetados varia linearmente com a frequência de radiação incidente. (Ecinética = hv – E0 , E0 é a energia mínima para remover o elétron. Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Evolução do modelo pela Teoria Quântica Niels Bohr 1885- 1962 Nobel: 1922 8 Problema 1: Pela Física Clássica, haveria colisão do elétron com o núcleo. Átomo seria instável de acordo com a teoria de Rutherford. Teoria atômica hE elétron O Elétron colidiria com o núcleo! Q u ím ic a G e ra l Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Evolução do modelo pela Teoria Quântica Niels Bohr 1885- 1962 Nobel: 1922 9 Problema 2: Explicar o espectro do átomo de Hidrogênio Era formado por linhas e não bandas. Bohr observou o espectro de linhas de determinados elementos e admitiu que os elétrons estavam confinados em estados específicos de energia. Esses estados foram denominados órbitas. Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 2- Fornecendo energia a um átomo, um ou mais elétrons a absorvem e saltam para níveis mais afastados do núcleo. Ao voltarem as suas órbitas originais, devolvem a energia recebida em forma de luz. 3- Essa energia é absorvida e emitida na forma de um fóton: 10 1- Os elétrons descrevem órbitas circulares estacionárias ao redor do núcleo, sem emitirem nem absorverem energia. Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Teoria sobre o movimento dos elétrons, fundamentado na Teoria Quântica da Radiação. Postulados de Bohr hE Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 1- Os elétrons descrevem órbitas circulares estacionárias ao redor do núcleo, sem emitir nem absorver energia. Consequências do Modelo atômico de Bohr Números Quânticos H Li Na n= 1 n=2 n=3 11 onde n é o número quântico principal (n = 1, 2, 3, ....) Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Explicações do fenômenos Já que os estados de energia são quantizados, a luz emitida por átomos excitados deve ser quantizada e aparecer como espectro de linhas. Após muita matemática, Bohr mostrou que: n é o número quântico principal 2 18 1 1018,2 n JE A primeira órbitatem n = 1, é a mais próxima do núcleo e convencionou-se que ela tem energia negativa. A órbita mais distante do núcleo tem n próximo ao infinito e corresponde à energia zero. 12 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l As linhas (cores) nos espectros surgem devido ao movimento dos elétrons entre os estados de energia no átomo. Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Explicações do fenômenos 13 2- “Fornecendo energia a um átomo, um ou mais elétrons a absorvem e saltam para níveis mais afastados do núcleo. Ao voltarem as suas órbitas originais, devolvem a energia recebida em forma de luz.” Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 22 18 11 J 1018.2 if nn hc hE Quando ni > nf, a energia é emitida. Quando nf > ni, a energia é absorvida. Modelos Atômicos: Bohr, 1913 Explicações do fenômenos Para emissões e absorções de energia: 14 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Problema: O espectro de linhas dos outros átomos era descrito de forma rudimentar. Resumo do Modelo de Rutherford-Bohr, 1913 Méritos: - Explicar apenas o espectro de linhas do átomo de hidrogênio. - Definir os níveis de energia quantizada para os elétrons. 15 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Em 1923, Louis Broglie mostrou, através de uma equação matemática, que "qualquer partícula em movimento estaria associado a um fenômeno ondulatório". Experimentos Posteriores: De Broglie, 1925 Dualidade onda-partícula da matéria 16 Louis Broglie (1892 – 1987) Nobel 1929 Núcleo Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Princípio da dualidade da matéria de Louis de Broglie: o elétron apresenta característica DUAL, ou seja, comporta-se como matéria e energia sendo uma partícula-onda. Confirmação experimental: Difração de elétrons (1925) Experimentos Posteriores: De Broglie, 1925 Dualidade onda-partícula da matéria Utilizando as equações de Einstein E= mv2 e de Planck E= hv De Broglie mostrou mv h 17 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Experimentos Posteriores: Pauli, 1925 O Princípio da Exclusão Dúvida: Se todos os átomos tem a mesma composição no nível subatômico, porque os elementos se apresentam tão diferentes? Ideia de Pauli: Cada nível quântico pode acomodar um número fixo de elétrons. Se este nível está “cheio” um novo nível (órbita) deveria ser criado. Não houve comprovação experimental contemporânea do princípio, mas experimentos e teorias posteriores mostrariam que ele estava correto. 18 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l Equação que contém os termos onda e partícula. Função de onda: ψ Descreve o movimento do elétron ou de qualquer partícula que tenha comportamento ondulatório em função de suas coordenadas espaciais e do tempo. Densidade de probabilidade: ψ2 Define a probabilidade de se encontrar o elétron em uma determinada região do espaço. 1 Descrevendo o movimento dos elétrons Schrödinger, 1926 Ψ Ψ 2 Ψ 2 2 V xm E Erwin Schrödinger (1887 – 1961) Nobel 1933 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l O princípio da incerteza de Heisenberg: na escala de massa de partículas atômicas, não podemos determinar exatamente a posição, a direção do movimento e a velocidade simultaneamente. Experimentos Posteriores: Heisenberg, 1927 O Princípio da Incerteza 4 h mvx · 2 Para os elétrons*: não podemos determinar seu momento e sua posição simultaneamente. Se Δx é a incerteza da posição e Δmv é a incerteza do momento, então: Werner K. Heisenberg (1901 – 1976) Nobel 1932 h=6,626 X 10-34 J s Teoria atômica * E outras partículas subatômicas Q u ím ic a G e ra l Schrödinger, 1926 Propõe uma forma mais física de entender o problema. Usando a expressão para a energia cinética clássica e a relação de De Broglie: 3 Ψ Ψ 2 Ψ 2 2 V xm E 2 2 2 2 e 2 1 λ λ m h E mv h mvE k k Teoria atômica A energia é proporcional a múltiplos do comprimento de onda () Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 4 2 22 2 2 8 ,.... 2 mL hn E n L m h E n k 2L λ :Assim .... 3, 2, 1,n com λ 2 1 n 2 3 λ, λ, 2 1 Energia En, Determina novavemente a quantização da energia Q u ím ic a G e ra l Evolução das teorias 5 Thomson (1904) Dalton (1803) Rutherford (1911) Bohr (1911) Schorödinger (1911) Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 6 07 de Março de 2012, CERN Padrão de difração de elétrons para N2 Duração: 5 10 −15s Louis DiMauro, da Universidade de Ohio. N2 Teoria atômica Q u ím ic a G e ra l 7 Vídeos complementares Teoria atômica https://www.youtube.com/watch?v=MTuyEn-ngIQ http://topdocumentaryfilms.com/atom-tim/ Natureza ondulatória do elétron (matéria) Documentários da BBC, aúdio em inglês legendas em espanhol Química Geral QUI016 Orbitais e Átomos Polieletrônicos Q u ím ic a G e ra l Números quânticos 9 Nome Símbolo Valores Determina Indica Principal n 1,2,3…. Camada tamanho Momento angular orbital l 0,1,…n −1 Subcamada forma Magnético ml l, l −1, …, −1 Orbitais da subcamada Orientação spin s Estado de spin Direção do spin 2 1 - , 2 1 Átomos polieletrônicos Orbitais Q u ím ic a G e ra l Orbitais e números quânticos Número quântico principal, n. 10 L L Q u ím ic a G e ra l 11 Orbitais Orbitais e números quânticos Orbitais atômicos Ψ: Funções de onda: Orbitais atômicos ψ(r,θ,φ) = R(r) Y(θ,φ) Para o estado fundamental do Hidrogênio: Ψ Ψ 2 Ψ 2 2 V xm E Parte Radial Parte Angular ψ(r,θ,φ) 2123 0 0 2 12 // π x a e a r 2 0 0 4 em a e πε Raio de Bohr, a0 =0,539 x 10 -10 m Q u ím ic a G e ra l 12 Orbitais Orbitais e números quânticos Número quântico de momento angular do orbital (azimutal), l. Esse número quântico depende do valor de n. l =0, 1, 2, 3, ..., n -1 e define as subcamadas s, p, d e f para l = 0, 1, 2, e 3. orbitais s, p, d e f. Número quântico magnético, ml. Esse número quântico depende de l. ml = -l , 0, +l. Fornece a orientação do orbital no espaço. Q u ím ic a G e ra l 13 Orbitais 0 21 3 0 1 Ψ ar e a / / π 02 0 21 3 0 2 2 1 4 1 Ψ ar e a r a / / π 1s 2s 2p 3s 3p Orbitais e suas funções de ondas 02 21 5 02 1 4 1 Ψ ar re a / / π cosθ (2pz) sen θ cosθ (2px) senθsenφ (2py) 03 3 00 21 3 0 9 22 3 3 1 9 1 Ψ ar e a r a r a / / π 03 0 21 5 0 3 2 2 1 27 2 Ψ ar re a r a / / π cosθ (3pz) sen θ cosθ (3px) senθsenφ (3py) Q u ím ic a G e ra l 14 Orbitais 3 3 32 32 6 1 81 1 Ψ 032 21 7 0 ar er a / / π senθcosθ cosφ (3dxz) senθcosθsenφ (3dyz) sen2θcos2φ (3dx2−y2 ) Orbitais e suas funções de ondas 3d (3cos2θ −1 ) (3dz2) sen2θsen2φ (3dxy) Parte Radial Parte Angular ml Número quântico magnético n Número quântico principal l Número quântico Momento angular Orbitais Q u ím ic a G e ra l Orbitais e suas energias 15 Camadas Subcamadas Orbitais Q u ím ic a G e ra l Orbitais s À medida que n aumenta, os orbitais s ficam maiores. À medida que n aumenta, aumenta o número de nós. 16 Orbitais Q u ím ic a G e ra l 17 Orbitais Orbitais p Q u ím ic a G e ra l 18 Orbitais Orbitais d Q u ím ic a G e ra l 19 Orbitais Orbitais f Q u ím ic a G e ra l 20 Átomos polieletrônicos Spin Evidência: Espectro apresentava cada “linha“ : par de linhas minimamente espaçado. Experimento de Stern e Gerlach Placa coletora Feixe de átomos Magneto Q u ím ic a G e ra l Spin eletrônico 21 Átomos polieletrônicos spin é quantizado: ms = + ½, - ½. Q u ím ic a G e ra l 22 O princípio da exclusão de Pauli Dois elétrons não podem ter a mesma série de 4 números quânticos. Portanto, dois elétrons no mesmoorbital devem ter spins opostos. “Cada nível quântico pode acomodar um número fixo de elétrons. Se este nível está “cheio” um novo nível (órbita) deveria ser criado.” Átomos polieletrônicos Q u ím ic a G e ra l 23 Átomos polieletrônicos Distribuição eletrônica Q u ím ic a G e ra l 24 Átomos polieletrônicos Tabela Periódica Q u ím ic a G e ra l 25 Átomos polieletrônicos Tabela Periódica Não ocupados por elétrons n=1 n=2 n=3 n=4 n=5 n=6 n=7 n=8 … 2 8 18 32 32 18 2 2 8 18 32 50