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Como escrever uma redação Antes de tudo, leia os textos de apoio e pense sobre o assunto. Faça uma análise do que você sabe sobre o tema que irá abordar e anote tudo que vier à sua cabeça, e não precisa ser tudo organizado, se você for do tipo que só funciona jogando tudo ao vento para organizar depois. Faça do seu jeito. Feito isso, organize essas ideias montando a sua redação, seguindo, é claro, a estrutura. 1. Introdução Para introduzir, você deve colocar em evidência o problema do qual você irá falar, indicar que você tem uma solução e que ela será revelada ao longo do texto. Na introdução, você já deve saber que rumo vai seguir, não pode simplesmente escrever, escrever e escrever, esperando pra ver aonde isso vai dar. Quando começar, já tenha em mente onde você está se metendo e para onde vai levar seu leitor. Seja objetivo! Nem pense em fazer uma introdução gigantesca e cheia de enrolação, isso será errado em muitos níveis, principalmente porque o leitor vai dar umas boas reviradas de olhos e talvez até deixe de ler. Não corra esse risco, quem confia em corretor do Enem é o cão, não eu. Seja breve, mas instigue. Tema ➡ Tese “Qual é o tema?” “Qual é o problema?” “Por que é um problema?” 2. Desenvolvimento 01 Agora que você já contou o problema, já apresentou seu ponto de vista e já fez com que o leitor continue lendo sua bela redação, você precisa provar que está certo. Mas é claro que você não vai fazer isso se baseando em sua imaginação, certo? Mostre fatos, prove ao leitor que isso é realmente um problema, esfrega na cara do corretor que você sabe do que do está falando e apresente dados, estatísticas, use alusões e citações, justifique seu ponto de vista da forma que você bem entender, mas isso não significa que você deve mentir/inventar/criar um conto de fadas para manipular quem está lendo. Conte situações reais, algo que se o monstro/corretor decida pesquisar, ele encontre e se arrependa por duvidar de você. Lembre-se: não seja exagerado, evite excessos. Não se arrisque em enrolar e prorrogar uma informação por medo da quantidade de linhas em que aquilo vai resultar ou por medo de ser vago. Não seja superficial, mas seja objetivo e informe o que for relevante. “Quais as causas disso?” “Como posso provar?” 3. Desenvolvimento 02 Como você já apresentou o problema e provou seu ponto de vista, agora você vai convencer a criatura de uma vez por todas! É hora de manter a argumentação nos trilhos e tirar a dúvida da cabeça do corretor, “De que forma acontece?” “Quais as consequências disso?” 4. Conclusão “Okay, okay, você me convenceu! Mas o que você espera que eu faça? Quais medidas eu posso tomar?” — Questionou o leitor, revirando os olhos. Você não pode simplesmente jogar o problema na cara das pessoas e deixar que qualquer um tome as devidas providências, afirmativo? Portanto, você deve voltar lá no início, lá onde o problema foi dito e revelar aquela solução que você fez o leitor pensar que você tem. Essa é a hora de você mostrar que sabe mesmo do que está falando, e resolver a palhaçada, e pra isso, você deve apresentar um agente, a ação que o agente vai fazer, a forma que essa ação será realidade e a finalidade com que ela será imposta. “Quem?” (Agente) “Vai fazer o quê?” (Ação) “Por meio de quê?” (Forma) “Com que intenção?” (Finalidade) Modelo de redação Saúde. Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, todo indivíduo adquire direitos inalienáveis ao nascimento, sendo o direito à saúde o principal deles. Nesse esteira, nota-se que é o status atual do sistema público de saúde brasileiro não satisfaz a esse pressuposto. Devido não só à inobservância estatal, mas também à nossa raiz cultural. O filósofo inglês Thomas More em sua obra intitulada "Utopia" criou um reino- ilha imaginário cuja sociedade era justa e perfeita. É indiscutível que é impossível existência de sociedades sem nenhuma desigualdade na realidade, porém é inaceitável o descaso com o sistema público de saúde brasileiro, com uma infraestrutura combalida e materiais faltando nos hospitais. Segundo dados da pesquisa Datafolha de 2015,55% dos brasileiros avaliam a saúde como ruim ou péssima, fruto dos recorrentes desvios de dinheiro. Ademais, a cultura do sedentarismo atrapalha muito grande parte da população. Logo a máxima de Albert Einstein de que a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade, se faz necessária para que a população tome ciência da importância dos cuidados com o bem-estar, como a prática de exercícios e dieta balanceada. Nesse contexto torna-se evidente que medidas precisam ser tomadas para deixarmos o estado caótico atual. Infere-se, portanto, para que os direitos humanos sejam cumpridos à risca precisamos mudar o patamar atual. Desta forma o (Agente Social)deve (modo)através de (meio).Nessa ótica(detalhamento),a fim de que (efeito ). _________________ Bejo bejo bejo Gabby