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w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | A o n d e v o c ê q u e r c h e g a r ? Vai com a w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Avaliação Físico-funcional e Imaginologia Aula 1: Para quê, quando, como e o que avaliar: avaliações da coluna Profa. Dra. Corina Fernandes Pós-Doutorado pela UNICAMP w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Corina Aparecida Fernandes • Graduação em Fisioterapia - PUC-MG • Pós-doutorado - UNICAMP • Doutorado em Ciências - Programa Ciências da Reabilitação da Faculdade de Medicina da USP • Mestrado em Ciências - USP • Aperfeiçoamento de Fisioterapia Pediátrica em Unidade de Cuidados Intensivos e Semi-Intensivos - UNIFESP • Neuromodulação Não-Invasiva - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Metas de aprendizagem • Aprender sobre modelo de ficha de avaliação. • Conhecer instrumentos de avaliação no formato de escalas clínicas. • Aprender sobre avaliação física e funcional. • Conhecer e aprender sobre aplicabilidade do Índice de Barthel e o Índice de Katz de Atividades de Vida Diária. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | O que é Anamnese? • O termo significa "recordação" em grego. • Anamnese é o processo sistemático de entrevista clínica para coletar informações sobre o paciente e seu contexto biopsicossocial. • Envolve escuta ativa, empatia e comunicação clara, sendo base para o diagnóstico. • Primeira etapa da sua avaliação. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Objetivos da Anamnese • Identificar sinais e sintomas • Entender o contexto do paciente • Estabelecer confiança para cuidado eficaz • Permite reconhecer a subjetividade do paciente, fortalecendo o vínculo e melhorando adesão e resultados clínicos w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Importância da anamnese no cuidado em saúde Orientação do Processo Clínico: orienta a avaliação e decisão clínica, facilitando diagnósticos precisos e reduzindo exames desnecessários. Humanização do Atendimento: compreender o paciente integralmente promove cuidado humanizado, essencial nos sistemas modernos de saúde. Identificação de Fatores de Risco: identifica hábitos, histórico e condições psicossociais que influenciam a saúde do paciente. Segurança e Formação Profissional: previne erros clínicos e desenvolve habilidades essenciais no ensino em saúde. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Etapas da anamnese • Identificação do paciente e dados demográficos • História clínica e antecedentes w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Identificação do paciente e dados demográficos Importância dos Dados Demográficos Segurança do Paciente Observação de Aspectos Comunicativos Ambiente Acolhedor e Respeitoso w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | História clínica • Queixa principal (QP) e história da doença atual (HDA) • História patológica pregressa • História familiar • História social • História medicamentosa • Antecedentes: hábitos de vida diária e doenças associadas • Histórico de exames complementares. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Queixa Principal Registro Claro e Objetivo Registrar a queixa fielmente é essencial para continuidade do cuidado e comunicação eficaz entre profissionais. Importância da Escuta Atenta Ajuda a entender sintomas físicos e preocupações emocionais do paciente. Definição da Queixa Principal Motivo principal que leva o paciente a buscar atendimento, registrado em suas próprias palavras. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | • Relato detalhado da evolução do problema que motivou a consulta, explorando sintomas e tratamentos. • A história deve ser conduzida de forma lógica e cronológica para reconstruir a trajetória da doença. • Ajuda a diferenciar doenças agudas e crônicas, identificar causas e avaliar a gravidade do quadro clínico. História da Doença Atual (HDA) w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Antecedentes • Antecedentes Pessoais: doenças prévias, cirurgias, alergias e uso contínuo de medicamentos, essenciais para avaliar o estado geral de saúde. • Antecedentes Familiares: doenças hereditárias e prevalentes na família, fundamentais para avaliação de riscos. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Hábitos de vida e aspectos psicossociais Hábitos de Vida: alimentação, atividade física, sono e uso de substâncias para prevenir doenças crônicas. Aspectos Psicossociais: emoções, estresse, ansiedade, depressão e dificuldades socioeconômicas, relações familiares, trabalho e rede de apoio social do paciente. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Etapas do exame físico • Sinais vitais • Inspeção • Palpação • Testes específicos • Exames complementares w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Red flags • Sinais ou sintomas que sugerem a presença de alterações em um ou mais sistemas do corpo. • Objetivo de excluir patologias específicas e visualizar se há presença de fatores de riscos associados. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Avaliação da dor Classificação em relação: • Duração: curta duração ou crônica • Tipo: dor nociceptiva (visceral ou somática) e não nociceptiva (neuropática e simpática) w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Escala Visual Analógica da Dor (EVA) Figura 1: Escala Visual Analógica da Dor (EVA). FONTE: Tagliolatto e Mitsuushi (2018, p. 54- corrigido). w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Questionário de dor McGill Grupos de A a T: • Grupo A: sugere distúrbios vasculares; Grupos B a H: sugerem distúrbios neurogênicos • Grupo I: sugere distúrbios musculoesqueléticos • Grupos J a T: sugerem transtornos emocionais w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Questionário de dor McGill Pontuação é a soma dos sintomas que o paciente preenche: • 4 a 8 = normal • 8 a 10 = foco excessivo na dor • 10 a 16 = um psicólogo pode ajudar • 16 = provavelmente não tem condições de responder aos procedimentos terapêuticos. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Avaliação cinético- funcional • Goniometria • Teste de força muscular manual (TMM) ou dinamometria • Avaliação postural w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Graus Critérios 5 Amplitude de movimento possível completa, contra a gravidade, forte resistência manual. 4 Amplitude de movimento completa, contra gravidade, resistência manual moderada. 3 Amplitude de movimento completa, contra gravidade, sem resistência. 2 Amplitude de movimento possível completa, gravidade minimizada, sem resistência. 1 Sem movimento observável, contração muscular palpável, sem resistência. 0 Sem contração muscular observável ou palpável. Graduação de força muscular. Fonte: Adaptado de O´SullivanSchmitz, 2004. Teste de força muscular manual (TMM) w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Goniometria da coluna cervical • O paciente deverá estar sentado ou em pé, de costas para você. • Braço fixo do goniômetro: no nível do acrômio e paralelo ao solo, no mesmo plano transversal do processo espinhoso da sétima vértebra cervical. • Braço móvel: ao final do movimento de flexão da coluna cervical, colocá-lo dirigido para o lóbulo da orelha. Colocação do goniômetro para medir a flexão cervical. Fonte: MARQUES, A. P., 2014, p.64. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Avaliação postural Na figura observa-se: (A) a postura com alinhamento ideal, em (B) alteração postural denominada postura cifótica-lordótica, (C) alteração postural denominada dorso plano e (D) alteração postural com deslocamento posterior do dorso. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Instrumentos de avaliação da independência funcional Índice de Barthel (ou Escala de Barthel) Índice de Katz w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Índice de Barthel • Instrumento padronizado, que avalia a função e resume informações detalhadassobre uma área funcional complexa usando um índice geral de pontuação. • O principal objetivo dessa escala é informar o grau de independência do indivíduo nas atividades de vida diária. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Índice de Barthel • A pontuação é de no máximo 100 pontos e quanto maior a pontuação, mais independente é o paciente. • Caso o(a) paciente não consiga responder a escala, outra pessoa pode auxiliá-lo. • É muito utilizado em avaliações com idosos. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Índice de Katz • Avalia as atividades de vida diária hierarquicamente relacionadas, utilizado para mensurar a capacidade funcional no desempenho de seis funções: tomar banho, vestir-se, ir ao banheiro, transferir-se, ter continência e alimentar-se. • É possível observar se um idoso está chegando próximo da dependência e realizar procedimentos para evitar essa condição. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Índice de Katz w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Exames complementares • Radiografia Simples (RX) • Ressonância Magnética (RM) • Tomografia Computadorizada (TC) • Ultrassonografia (US) • Densitometria Óssea (DMO) w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Raio-x A imagem ao lado descreve em 1 corresponde ao aumento da cifose torácica. O número 2 corresponde a costela; número 3 corresponde ao pedículo; número 4 corresponde ao processo transverso da vértebra. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r Bons estudos! Siga em frente com a Slide 1 Slide 2: Avaliação Físico-funcional e Imaginologia Aula 1: Para quê, quando, como e o que avaliar: avaliações da coluna Slide 3: Corina Aparecida Fernandes Slide 4: Metas de aprendizagem Slide 5: O que é Anamnese? Slide 6: Objetivos da Anamnese Slide 7: Importância da anamnese no cuidado em saúde Slide 8: Etapas da anamnese Slide 9: Identificação do paciente e dados demográficos Slide 10: História clínica Slide 11: Queixa Principal Slide 12: História da Doença Atual (HDA) Slide 13: Antecedentes Slide 14: Hábitos de vida e aspectos psicossociais Slide 15: Etapas do exame físico Slide 16: Red flags Slide 17: Avaliação da dor Slide 18: Escala Visual Analógica da Dor (EVA) Slide 19: Questionário de dor McGill Slide 20: Questionário de dor McGill Slide 21: Avaliação cinético-funcional Slide 22 Slide 23: Goniometria da coluna cervical Slide 24: Avaliação postural Slide 25: Instrumentos de avaliação da independência funcional Slide 26: Índice de Barthel Slide 27: Índice de Barthel Slide 28: Índice de Katz Slide 29: Índice de Katz Slide 30: Exames complementares Slide 31: Raio-x Slide 32