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ESTUDO INTEGRADO EM TUTORIA, MEDICINA LABORATORIAL E MORFOFUNCIONAL – CADERNO 9 SP 2.5 – Rosa Rosa ficou viúva aos 42 anos, após 15 anos de casada com o mesmo marido. Como não tem filhos e para aplacar sua solidão e tristeza, resolveu se mudar para São Paulo, para a casa da irmã mais nova, que trabalha como diarista em vários lugares, e que lhe indicou para ser contratada numa empresa de limpeza. Após 1 ano, conheceu Antônio e começaram um relacionamento. Tudo ia bem em sua vida, até o dia em que passou mal no meio de um churrasco, demorou um pouco para ir ao hospital, pois achou que era uma indigestão. Como o mal- estar só aumentou, Rosa foi levada às pressas ao Pronto Atendimento, onde descobriram que estava grávida de 13 semanas! Rosa também apresentava um quadro infeccioso inespecífico. Após melhora do quadro clínico com o uso de medicamentos, foi encaminhada para a USF de seu bairro. A médica da USF decidiu encaminhá-la para o pré-natal de alto risco. Enquanto aguardava a consulta e o agendamento para o ultrassom, Rosa foi levada às pressas para o hospital com dores abdominais intensas, onde foi internada, e finalmente fez sua primeira ultrassonografia obstétrica. Durante o exame, não gostou nada da reação do médico que realizou o exame, e perguntou se “havia alguma coisa errada com o bebê”. De forma lacônica, o radiologista respondeu que o médico obstetra iria lhe dar todas as explicações necessárias. Após uma espera interminável, pois era troca de plantão, apareceu o Dr. Gonçalves, que informou que um dos índices medidos pelo US é a “transluscência nucal” do concepto, e que no caso do bebê, estava acima do padrão de normalidade, o que poderia significar a presença de uma síndrome genética, entre outras doenças. Entretanto, havia presença de osso nasal, o que era um bom sinal. Em sua opinião, porém, estava indicando exames subsidiários para uma melhor investigação. Rosa ficou ansiosa para fazer logo os próximos exames.... Referências bibliográficas • SADLER, T W. Langman Embriologia Médica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737289/. • MOORE, Keith M.; PERSAUDE, T. V N. Embriologia Clínica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2020. E-book. ISBN 9788595157811. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595157811/. • Zugaib, Marcelo. Zugaib obstetrícia. Disponível em: Minha Biblioteca, (5th edição). Editora Manole, 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555769340/epub cfi/6/168%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter69%5D!/4/2/10/1:71%5Bona%2Cl%2 0s%5D. • Ministério da Saúde. (2012). Manual Técnico Pré-Natal de Alto Risco. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gestacao_alto_risco.pdf. • Schaefer, G., B. e James Thompson. Genética médica. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo A, 2015. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580554762/pagei d/145. • Jorde, Lynn B. Genética Médica. Disponível em: Minha Biblioteca, (5th edição). Grupo GEN, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151659/epub cfi/6/34%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-5.xhtml%5D!/4/322/5:16%5B- 67%2C2.%5D. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737289/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595157811/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555769340/epubcfi/6/168%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter69%5D!/4/2/10/1:71%5Bona%2Cl%20s%5D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555769340/epubcfi/6/168%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter69%5D!/4/2/10/1:71%5Bona%2Cl%20s%5D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555769340/epubcfi/6/168%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter69%5D!/4/2/10/1:71%5Bona%2Cl%20s%5D https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gestacao_alto_risco.pdf https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580554762/pageid/145 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580554762/pageid/145 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151659/epubcfi/6/34%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-5.xhtml%5D!/4/322/5:16%5B-67%2C2.%5D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151659/epubcfi/6/34%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-5.xhtml%5D!/4/322/5:16%5B-67%2C2.%5D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151659/epubcfi/6/34%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-5.xhtml%5D!/4/322/5:16%5B-67%2C2.%5D Abertura da Sessão SP 2.5 1 2 3 4 5 ROSA Na Situação Problema dessa semana, vimos que Rosa, viúva aos 42 anos após um casamento de 15 anos, mudou-se para São Paulo para morar com sua irmã mais nova, onde conheceu Antônio e iniciaram um relacionamento. Sua vida parecia estável até que ela passou mal durante um churrasco e foi ao hospital, onde descobriu que estava grávida de 13 semanas. Rosa também apresentava um quadro infeccioso e foi encaminhada para cuidados pré-natais de alto risco na USF local. Enquanto aguardava consulta e ultrassom, Rosa foi internada às pressas no hospital devido a fortes dores abdominais. Durante sua primeira ultrassonografia obstétrica, o médico radiologista mencionou preocupações com a translucência nucal elevada do feto, indicando possíveis síndromes genéticas. O Dr. Gonçalves explicou sobre a importância dos próximos exames para investigar mais detalhadamente, apesar de sinais positivos como a presença de osso nasal. Rosa agora aguarda ansiosamente pelos próximos passos diagnósticos para entender melhor a saúde do bebê em gestação. Você, como um (a) estudante de medicina, precisa compreender a má-formação fetal e suas possíveis causas, incluindo os agentes teratogênicos. Agentes teratogênicos são substâncias ou condições que podem causar defeitos congênitos no desenvolvimento fetal, como medicamentos, toxinas ambientais, infecções maternas, entre outros. No caso de Rosa, a preocupação com a translucência nucal elevada indica a possibilidade de síndromes genéticas ou cromossômicas, o que justifica a necessidade de exames complementares como a cariotipagem fetal. Esse exame analisa o número e a estrutura dos cromossomos no feto, permitindo diagnosticar anomalias como a Síndrome de Down, Síndrome de Edwards, Síndrome de Patau, entre outras. Essas síndromes podem afetar gravemente o desenvolvimento fetal e têm implicações significativas para o prognóstico da gestação. O diagnóstico precoce dessas condições permite aos médicos e aos pais tomarem decisões informadas sobre cuidados pré-natais, planejamento familiar e intervenções médicas adequadas. Baseado na Situação Problema dessa semana, responda às atividades do roteiro para uma melhor compreensão dos temas discutidos no caso acima! Anexos embrionários, placenta, mutação gênica e má-formação fetal MATERIAIS PARA AULA: ✓ Tablets, computador e smartphones ✓ Livros de embriologia OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ✓ Conhecer a formação e função dos anexos embrionários no desenvolvimento inicial ✓ Diferenciar os anexos fetais quanto a sua função e desenvolvimento; ✓ Sintetizar em sequência cronológica os eventos embriológicos e fetais da placentação ✓ Identificar e compreender as malformações fetais associadas a agentes biológicos 1- Abertura da sessão 2- Desenvolvimento da sessão Atividade 1: Preencha os espaços em branco. 1. Cordão umbilical • Apresenta de 1 a 2 cm de diâmetro e __________________ cm de comprimento. • Cordão muito longo pode causar:________________________________________ • Cordão muito curto pode causar:________________________________________ • É composto por veia (sangue arterial para feto) e artérias (sangue venoso do feto). • Um tecido conjuntivo_____________________________ envolve a artéria e a veia.Figura 1: Fotomicrografia do cordão umbilical. Fonte: Acervo pessoal da autora. 2. Âmnio e líquido amniótico • Membrana que forma o saco amniótico ao redor do feto. • Contém fluido, o líquido . • de tamanho durante a gestação e une-se à cavidade coriônica, formando a membrana âmniocoriônica que se rompe durante o parto. • Origem do líquido amniótico: inicialmente células amnióticas, líquido tecidual materno, espaço interviloso da placenta, antes da queratinização da pele há passagem de água e soluto do feto para a cavidade amniótica (secretado do trato gastrointestinal e respiratório). • Deglutido pelo feto (cerca de 400 ml/ dia no final da gestação) e pelo trato respiratório. • Vai para corrente sanguínea fetal e produtos de excreção nele contido cruzam a membrana placentária e entram no sangue materno no espaço interviloso. • Composição:_________ % água, 0,5% proteínas, 0,5% carboidratos/ gorduras/ enzimas/hormônios. Também contém mecônio e________. • Funções: permite o simétrico; age como uma barreira contra_____________________, permite o normal do pulmão, protege contra choques mecânicos, ajuda no controle da temperatura, permite movimentos fetais e manutenção da homeostasia. • Volume: 10 semanas: ml; 20 semanas: ml; 37 semanas: a ml. Renovado a cada 3 horas. Aminiocentese: estudo das células do líquido amniótico. Aspecto normal: cristalino ou levemente opaco com pequenos grumos. • Hidrâmnio ou poli-hidrâmnio: volume maior de ; é causado pela incapacidade do feto em engolir ou absorver normalmente o ________________________ • Oligo-hidrâmnio: volume menor de ml; resulta, na maioria dos casos, de insuficiência placentária com fluxo sanguíneo placentário diminuído. Pode causar_____________________ pulmonar. 3. Saco vitelino • Também chamado de _________________________ umbilical. • _______________________ durante a gestação. Com 20 semanas mede cerca de 5 mm e continua a _____________________________ • Funções: transferência de nutrientes no início da gestação, formação de _______________ no início da gestação, formação das células germinativas primordiais; incorpora-se ao embrião para formar o intestino __________________________ 4. Alantoide: Formação de sangue no início da gestação. • Formação dos vasos _______________________. • Formação do __________________________ (ligamento umbilical mediano). • Participa da difusão do líquido amniótico da cavidade amniótica para a veia umbilical. 5. Identifique os anexos fetais e preencha os espaços em branco. Atividade 2: Paciente Joana do Amaral, 32 anos, gestante há 35 semanas do seu primeiro filho, procura atendimento médico queixando-se cefaleia persistente e visão turva e dor na região de hipocôndrio direito, associada com edemas das mãos e dos pés. No exame físico, constata-se pressão arterial de 160/100 mmHg. No exame laboratorial, constata-se proteinúria. Com base nesse e em outros achados, constata-se que Joana apresenta pré-eclâmpsia. Sabe-se que a pré- eclâmpsia parece ser decorrente de um distúrbio trofoblástico. A partir dessas informações, opine: - Qual o papel do trofoblasto para o desenvolvimento gestacional? - Dê uma explicação para os sintomas de Joana - Quais possíveis repercussões da pré-eclâmpsia junto ao feto e por quê? REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Langman Embriologia Médica: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737289. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527737289/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527737289/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527737289/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527737289/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527737289/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527737289/ Atividade 3: Rosa, 42 anos, grávida de 13 semanas, foi diagnosticada com aumento da translucência nucal do feto, sugerindo a possibilidade de síndrome genética ou outras doenças. Analise o caso e responda: - Quais são as características da translucência nucal aumentada no ultrassom e como ela pode ser utilizada para identificar malformações fetais? - Explique como a toxoplasmose congênita pode levar a malformações fetais. Quais são as principais consequências dessa infecção no desenvolvimento do feto? - Além da toxoplasmose, quais são outros exemplos de agentes biológicos teratogênicos e suas respectivas consequências no desenvolvimento fetal? -Quais são as etapas críticas do desenvolvimento fetal que são mais vulneráveis aos agentes teratogênicos e por quê? - Como a identificação precoce de malformações fetais pode influenciar a conduta clínica e o manejo da gestação? REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595157811/epubcfi/6/66[%3Bvnd.vst.idr ef%3Dchapter20]!/4/296/3:136[uln%2Ca.]. Acesso em: 23 dez. 2022. 3- Fechamento da sessão Checar e corrigir as atividades Imagem sobre toxoplasmose congênita. Disponível em:https://www.pequenosneuronios.com.br/post/t oxoplasmose-congenita 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 262 Mutação gênica e cariotipagem LOCAL Sala de aula. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Descrever as principais mutações gênicas, relacionando-as com os mecanismos de ação dos principais teratógenos. Caracterizar as principais mutações gênicas causadas pelos agentes teratogênicos em gestantes. Aplicar a técnica de cariotipagem no diagnóstico de síndromes cromossômicas. Classificar as principais cromossomopatias humanas. Diferenciar as principais síndromes cromossômicas em relação às suas alterações clínico-laboratoriais. ESTAÇÃO 1: TIPOS DE MUTAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO - MUTAÇÕES GÊNICAS 1. Leia o texto a seguir e realize as atividades propostas. A herança genética é baseada na transmissão dos genes de uma geração a outra por meio da reprodução. A informação contida em cada gene é dada por uma sequência de nucleotídeos da molécula de 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 263 DNA. Assim cada par de bases da dupla fita de DNA precisa ser copiada corretamente, para que a próxima geração continue expressando adequadamente todos os genes que compõem o seu genoma. Cada gene determinará uma proteína específica na célula. Sendo assim, para formar essa proteína o DNA deverá ser transcrito em RNA mensageiro e associado ao RNA ribossômico e ao RNA transportador será realizada a tradução, ou seja, síntese proteica. Cada RNA mensageiro carrega uma sequência de códons que determinará a sequência correta de aminoácidos, originando uma proteína específica. Os Anticódons presentes no RNA transportador se associam ao RNA mensageiro, e a síntese proteica dependerá da presença do RNA ribossômico. Durante o ciclo celular, existem mecanismos que garantem a manutenção e a transmissão fiel da informação genética de geração em geração. Contudo, podem ocorrer falhas nesse sistema de transmissão, originando modificações no material genético, denominadas de mutações gênicas. Essas mutações podem alterar o número ou a sequência de nucleotídeos do DNA (por substituição, adição ou remoção de bases) e podem induzir à modificação da molécula de RNAm, resultando em algumas situações de alteração da proteína produzida, o que geralmente causa efeitos no fenótipo. Em resumo, as mutaçõesgênicas podem ser: • Sem sentido (nonsense): após a mutação ocorre a formação de uma proteína mais curta ou mais longa devido à nova posição do códon STOP. • Mudança de sentido: após a mutação, ocorre a substituição do aminoácido e, portanto, a proteína final. • Silenciosa: substituição de uma base do DNA por outra que codifica o mesmo aminoácido sem alterar a proteína final. • Mudança na matriz de leitura (adição/deleção): por adição ou remoção de uma base nitrogenada. A. Dadas as sequências de DNA abaixo, faça a sequência de RNAm (transcrição) e determine a sequência de aminoácidos que formará a proteína (para isso, utilize a tabela do código genético): 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 264 • TAC TTT CTC TCC AGG CGA ATT • CCG TAC TTG AAA GCT CTT ACT • TAC TTC GAG CCG CAA GGG ATC CCT TCC B. Logo abaixo, seguem sequências de DNA que sofreram alterações da sequência de nucleotídeos (mutações). Proceda à transcrição da sequência de DNA normal, faça a tradução e, posteriormente, compare os efeitos das sequências mutadas para identificar o tipo de mutação: DNA normal: TAC GGC TTG ACC CTA CGT ATT CCC RNAm normal: Sequência mutada 1: TAC GGC TTC ACC CTA CGT ATT CCC • RNAm mutado: • Tipo de mutação: Sequência mutada 2: TAC GGA TTG ACC CTA CGT ATT CCC • RNAm mutado: • Tipo de mutação: Sequência mutada 3: TAC GGA TTG ACT CTA CGT ATT CCC • RNAm mutado: • Tipo de mutação: Sequência mutada 4: TAC GGA TTG ACC TA CGT ATT CCC • RNAm mutado: • Tipo de mutação: 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 265 1ª 2ª POSIÇÃO POSIÇÃO 3ª POSIÇÃO CÓDON START AUG CÓDON STOP UAA UAG UGA U C A G U Fenilalanina Serina Tirosina Cisteína U Fenilalanina Serina Tirosina Cisteína C Leucina Serina Terminação Terminação A Leucina Serina Terminação Triptofano G C Leucina Prolina Histidina Arginina U Leucina Prolina Histidina Arginina C Leucina Prolina Glutamina Arginina A Leucina Prolina Glutamina Arginina G A Isoleucina Treonina Asparagina Serina U Isoleucina Treonina Asparagina Serina C Isoleucina Treonina Lisina Arginina A Metionina Treonina Lisina Arginina G G Valina Alanina Ácido aspártico Glicina U Valina Alanina Ácido aspártico Glicina C Valina Alanina Ácido glutâmico Glicina A Valina Alanina Ácido glutâmico Glicina G MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou computador com acesso à internet. 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 266 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714232. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714232/. Acesso em: 11 dez. 2022. JUNQUEIRA, Luiz C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular, 9ª edição: Grupo GEN, 2012. E-book. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 11 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714232/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714232/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714232/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 267 ESTAÇÃO 2: TÉCNICA DE CARIOTIPAGEM E SUA INTERPRETAÇÃO ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Leia o texto a seguir e realize a atividade proposta: A identificação dos cromossomos humanos é de grande importância para o diagnóstico e para a prevenção de muitas doenças hereditárias. A análise cromossômica pode ser decisiva no aconselhamento genético, ajudando a evitar o nascimento de crianças portadoras de doenças hereditárias. Nossas células são formadas por 23 pares de cromossomos (portanto, 46 cromossomos), sendo descrito: 46, XX nas mulheres e 46, XY nos homens, sendo o conjunto cromossômico denominado de cariótipo. O exame chamado de cariótipo visa analisar a quantidade e a estrutura dos cromossomos em uma célula. Com uma amostra de células (sangue, da pele, da medula óssea e em uma mulher grávida pode ser obtida da placenta, do líquido amniótico, por exemplo) pode ser realizada uma cultura celular. Posteriormente, os cromossomos são corados deixando regiões escuras e outras claras, formando as chamadas “bandas”; que permitem o estudo da estrutura dos cromossomos tanto na sua quantidade como formação estrutural. 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 268 A. Identifique os componentes de um idiograma humano normal; B. Recorte os cromossomos, separando-os em pares; C. Analise os cromossomos (tamanho, posição do centrômero e perfil de bandeamento) e realize a montagem do cariótipo; D. Depois de confeccionado o cariótipo, dê o diagnóstico da síndrome e suas características clínicas. ATIVIDADE 2: IDENTIFICANDO OS CROMOSSOMOS E MONTANDO O IDIOGRAMA 1. Localize os três pares cromossômicos de maior tamanho, que constituem o grupo A. Os cromossomos dos pares 1 e 3 são do tipo metacêntrico (centrômero em posição aproximadamente central), e os do par 2 são submetacêntricos (centrômero um pouco deslocado do centro). Oriente os cromossomos 1 e 3 com os braços que têm a faixa cinzenta para baixo da linha tracejada. 2. Dos cromossomos restantes, identifique os dois pares de maior tamanho, que constituem o grupo B. São grandes, pouco menores que o cromossomo 3, e submetacêntricos. O que tem uma faixa cinzenta na região do centrômero é o cromossomo 4. 3. Localize agora os pares de cromossomos 21 e 22, que constituem o grupo G. São os menores do conjunto e do tipo acrocêntrico (centrômero localizado perto da extremidade). O braço menor desses cromossomos possui uma pequena esfera terminal chamada satélite. O cromossomo que apresenta faixa negra mais larga é o 21. 4. Procure os pares de cromossomos 19 e 20, que constituem o grupo F. Eles são um pouco maiores que os do grupo G e quase metacêntricos. O cromossomo 19 apresenta uma faixa negra em torno do centrômero. O cromossomo 20 tem uma faixa negra larga no braço ligeiramente menor (superior), e outra mais estreita no braço ligeiramente maior. 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 269 5. Localize os pares cromossômicos 13, 14 e 15, que constituem o grupo D. Eles são do tipo acrocêntrico, com satélites no braço menor. O que apresenta faixas negras mais largas é o cromossomo 13; o que tem faixas um pouco mais estreitas é o 14, e o 15 apresentam faixas ainda mais estreitas. 6. Identifique os pares de cromossomos 6 e 7, os primeiros do grupo C. Eles são os maiores entre os cromossomos que restaram, e são do tipo submetacêntrico. O maior dos dois, com faixas negras mais estreitas no braço menor, é o cromossomo 6. 7. Dos cromossomos restantes, descubra agora os três pares de menor tamanho, de tipo submetacêntrico. São os cromossomos 16, 17 e 18, que constituem o grupo E. O cromossomo 18 é facilmente identificável por não apresentar nenhuma faixa escura no braço menor. O cromossomo 16 possui, no braço menor, uma faixa negra mais larga que a apresentada pelo 17. 8. Selecione o menor dos cromossomos restantes. Trata-se do cromossomo sexual Y. Além de não apresentar homólogo, ele é do tipo acrocêntrico (centrômero localizado próximo à extremidade), e tem uma faixa cinzenta larga no braço maior. 9. Dos onze cromossomos restantes, identifique o cromossomo sexual X. Ele apresenta uma faixa negra estreita no braço menor, e é o único que não apresenta homólogo, pois trata-se de um cariótipo masculino. 10. Selecione,dos cromossomos restantes, o par que possui três faixas negras largas no braço curto: é o cromossomo 9. Procure agora o par que apresenta apenas uma faixa negra larga no braço menor: trata-se do cromossomo 12. 11. Faltam apenas três pares de cromossomos para identificar. O que apresenta faixas negras mais largas no braço maior é o cromossomo 8. Dos dois pares restantes, o que tem o centrômero mais deslocado para a extremidade é o cromossomo. Idiograma normal: 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 270 Base para montagem do cariótipo: 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 271 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 272 Cariótipo sindrômico: 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 273 ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO A Situação Problema (SP 2.5) fala de Rosa, uma mulher de 42 anos, que engravidou e enfrenta um diagnóstico pré-natal complicado que levanta preocupações sobre a saúde do bebê. Por outro lado, Isabel, sobrinha do atual marido de Rosa, enfrenta desafios médicos relacionados à sua condição genética. Ambas as histórias destacam a importância da medicina genética e do cuidado pré-natal especializado para lidar com condições genéticas e garantir o melhor suporte médico possível. 1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões. Isabel foi o primeiro bebê de Irene e Fábio, que eram bastante altos. A menina apresentou pés edemaciados (++/++++) durante os primeiros meses, e era muito pequena, embora fosse um bebezinho sadio, em geral. Desenvolveu-se normalmente na infância, mas sempre era a menor de sua sala de aula. Aos 10 anos, a taxa de crescimento de seus colegas aumentara, e algumas de suas amigas até já haviam iniciado a puberdade. Embora Irene e Fábio não estivessem realmente preocupados, a enfermeira da escola sugeriu que Isabel fosse encaminhada a um pediatra, visto que sua baixa estatura parecia incomum em relação à estatura de seus pais. Ao exame clínico foi observado: baixa estatura, pescoço alado, linha posterior de implantação dos cabelos baixa, tórax alargado com aumento da distância entre os mamilos. Foi solicitada análise cromossômica por cariotipagem. Os resultados revelaram: 45X/46XX. Irene e Fábio não sabiam como eles não haviam percebido antes. Indagaram o geneticista quanto ao tratamento, o qual respondeu que o tratamento basicamente estava centrado nas manifestações clínicas associadas. Entre as estratégias adotadas, incluíram-se tratamento cirúrgico das malformações associadas (principalmente cardíacas), terapia de reposição com estrógenos (devido à disgenesia gonadal) e aconselhamento genético. A. Qual a síndrome manifestada por Isabel? Justifique sua resposta baseada nos achados clínicos/laboratoriais. B. Há riscos de recorrência neste tipo de síndrome? Justifique sua resposta correlacionando com a etiologia da síndrome. 1 2 3 4 5 SP 2.5 Roteiro de Medicina Laboratorial 274 C. Qual o tipo de alteração cromossômica ocorreu neste caso clínico? D. Explique como foi realizada a análise cromossômica. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou computador com acesso à internet. Tesoura, cola bastão, cariótipo normal (previamente organizado) e sindrômico (a ser construído pelo grupo – sugestão: Síndrome de Down); base para montagem do cariótipo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA JUNQUEIRA, Luiz C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 14 nov. 2022. Biologia Molecular da Célula. 6° Edição. 2017. Disponível em: http://tga.blv.ifmt. edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/ alberts_- _biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf. Universidade de São Paulo. Instituto de Biociências. Montagem de Cariótipos. Disponível em: https://www.ib.usp.br/biologia/bio230/Atividade_6_ MontagemCromossomos.pdf. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ http://tga.blv.ifmt.edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/alberts_-_biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf http://tga.blv.ifmt.edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/alberts_-_biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf http://tga.blv.ifmt.edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/alberts_-_biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf http://tga.blv.ifmt.edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/alberts_-_biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf http://tga.blv.ifmt.edu.br/media/filer_public/57/cc/57cc20c0-9ebd-48b4-b539-4b7e85100837/alberts_-_biologia_molecular_da_celula_-_6ed_-_2017.pdf https://www.ib.usp.br/biologia/bio230/Atividade_6_MontagemCromossomos.pdf https://www.ib.usp.br/biologia/bio230/Atividade_6_MontagemCromossomos.pdf https://www.ib.usp.br/biologia/bio230/Atividade_6_MontagemCromossomos.pdf fdb35650a900515b3d27af32f2f600f6457c9d2dc915b90b1d7fe23a7ce8f7c0.pdf 1ecb1c8afaa812d97a6fbe6847222393ba132e4e08a8569b0b4516ded3e78e7b.pdf 0d1556cee78da135a38e24481abaf083a03d6e4baa59ec3b41fb9507a90343a4.pdf fdb35650a900515b3d27af32f2f600f6457c9d2dc915b90b1d7fe23a7ce8f7c0.pdf 1ecb1c8afaa812d97a6fbe6847222393ba132e4e08a8569b0b4516ded3e78e7b.pdf