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DESCRIÇÃO BIOMA PERFIL: A A região de Santo Amaro, localizada no Recôncavo Baiano, insere-se predominantemente no bioma Mata Atlântica, com áreas de transição para formações de ecótono entre a Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e ecossistemas costeiros associados à Baía de Todos os Santos (BTS). Este bioma, originalmente contínuo ao longo do litoral atlântico brasileiro, apresenta elevada biodiversidade e complexa estrutura ecológica, mas atualmente encontra-se altamente fragmentado devido à ocupação humana histórica, especialmente ligada à atividade canavieira, industrial e urbana. A vegetação primária da região de Santo Amaro corresponde à floresta tropical subperenifólia, formação típica da Mata Atlântica no Recôncavo Baiano. Essa fitofisionomia é composta por árvores de grande porte e folhas largas, das quais uma parte perde a folhagem durante o período seco. A floresta apresenta alta diversidade florística e estratificação vertical bem definida, incluindo espécies como Cariniana legalis (jequitibá), Hymenaea courbaril (jatobá), Handroanthus spp. (ipês) e Pouteria spp. (guapevas). Nas áreas sob influência marinha e estuarina, predominam ecossistemas de manguezais, compostos principalmente por Rhizophora mangle, Avicennia schaueriana e Laguncularia racemosa, além de apicuns e formações costeiras herbáceas. Esses ambientes são fundamentais para a ciclagem biogeoquímica e retenção de metais pesados provenientes de fontes naturais e antrópicas. Atualmente, a vegetação encontra-se fortemente fragmentada, com substituição por pastagens, agricultura e áreas urbanas, restando remanescentes florestais em encostas, topos de morro e margens de cursos d’água, onde o relevo e a umidade do solo favorecem a regeneração natural. PERFIL B O município de Anguera, localizado no centro-norte do estado da Bahia, integra a microrregião de Feira de Santana e apresenta altitude média de aproximadamente 235 m (CIDADE-BRASIL, 2024). Sua posição geográfica insere-o em uma zona de transição entre os biomas Caatinga e Mata Atlântica, o que confere à paisagem características ecológicas mistas, tanto de florestas úmidas quanto de formações mais secas e abertas (BANCO DO NORDESTE, 2019). No contexto da classificação fisionômico-ecológica do IBGE (2012), a vegetação predominante pode ser descrita como uma combinação de Floresta Estacional Semidecidual, típica da Mata Atlântica interiorana, e Caatinga Arbórea Aberta. A Floresta Estacional Semidecidual caracteriza-se pela presença de espécies arbóreas de médio a grande porte, com parte das árvores perdendo as folhas durante a estação seca, adaptando-se à sazonalidade climática. Já a Caatinga Arbórea Aberta apresenta árvores espaçadas, de porte baixo á médio, com folhas pequenas ou caducas, galhos retorcidos e presença frequente de espécies suculentas e cactáceas, como Cereus jamacaru, Pilosocereus gounellei e mimosa tenuiflora (IBFLORESTAS, 2023). Essa mosaico de vegetação reflete as condições climáticas do município, que apresenta um regime tropical semiárido, com período seco bem definido e pluviosidade anual média entre 700 e 900 mm. A sazonalidade das chuvas influencia diretamente a dinâmica da vegetação, que perde parte de sua cobertura foliar nos meses mais secos, conferindo à paisagem aspecto esbranquiçado característico das áreas de Caatinga. Além da importância ecológica, a vegetação desempenha papel essencial na manutenção da qualidade dos solos e dos recursos hídricos, contribuindo para processos de ciclagem de nutrientes e controle da erosão. A supressão vegetal decorrente da expansão agropecuária e de atividades extrativas tem promovido degradação ambiental significativa, o que afeta a dinâmica geoquímica e o comportamento de metais nos solos locais, aspecto relevante para estudos de contaminação e definição de valores de referência geoquímica na região. Dessa forma, a cobertura vegetal de Anguera pode ser descrita como um ecótono entre a Floresta Estacional Semidecidual (Mata Atlântica) e a Caatinga Arbórea Aberta, refletindo a transição natural entre ambientes úmidos e semiáridos que caracteriza grande parte do Centro-Norte Baiano. PERFIL C O município de Ipirá, situado na região centro-norte do estado da Bahia, apresenta clima tropical semiárido, caracterizado por períodos de estiagem prolongados e precipitação média anual entre 700 e 900 mm (CIDADE-BRASIL, 2024). Essas condições climáticas influenciam diretamente a vegetação, que é adaptada à escassez hídrica e à alta variabilidade pluviométrica. A vegetação predominante no município pertence ao bioma Caatinga, destacando-se as formações de Caatinga Arbórea Aberta e Densa. Nessas fitofisionomias, as árvores possuem porte baixo á médio, folhas pequenas ou caducas, galhos retorcidos e, frequentemente, estruturas suculentas que auxiliam na conservação de água. Também ocorrem palmeiras e cactos, típicos da vegetação xerófila (IBGE, 2012; RIGEO, 2019). A Caatinga Arbórea Aberta apresenta árvores mais espaçadas, permitindo maior penetração de luz, enquanto a Caatinga Densa possui maior cobertura vegetal, demonstrando variação estrutural conforme as condições do solo e disponibilidade hídrica. Além disso, existem fragmentos de Floresta Estacional Decidual, geralmente localizados em vales ou encostas com melhor disponibilidade hídrica e solos mais férteis. Nessas áreas, parte das árvores perde as folhas durante a estação seca, como estratégia de adaptação à escassez de água (IBGE, 2012). A coexistência dessas formações com a Caatinga caracteriza zonas de ecótono, onde espécies de ambos os ecossistemas se misturam, criando um mosaico ecológico que aumenta a diversidade estrutural e florística do município. A heterogeneidade da vegetação em Ipirá tem relevância ecológica e ambiental, influenciando processos como ciclagem de nutrientes, proteção do solo, regulação microclimática e retenção de metais nos solos, aspectos essenciais em estudos de contaminação ambiental (RIGEO, 2019; ABES, 2024). Em síntese, o município de Ipirá apresenta uma vegetação composta por Caatinga Arbórea Aberta e Densa, intercalada com fragmentos de Floresta Estacional Decidual, formando ecótonos que refletem a transição entre ambientes semiáridos e áreas com maior disponibilidade hídrica, caracterizando um mosaico de formações naturais típico do interior da Bahia. PERFIL D O município de Filadélfia, localizado no Território de Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru, no norte da Bahia, está inserido integralmente no bioma Caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro. Esse domínio morfoclimático é caracterizado por um clima semiárido quente, com precipitação anual média inferior a 700 mm, temperaturas elevadas ao longo do ano e uma marcada sazonalidade climática, com longos períodos de estiagem (IBGE, 2019). Essas condições determinam uma vegetação xerófila, fortemente adaptada à escassez hídrica e aos solos rasos e pedregosos típicos da região (BRASIL, 2025; MAPBIOMAS, 2024). A vegetação predominante de Filadélfia é composta por Caatinga Arbórea Aberta, Caatinga Arbustiva Aberta e, em menor proporção, por formações de contato com Floresta Estacional Decidual, que ocorrem em áreas de transição ambiental ou em solos mais profundos e férteis (BRASIL, 2025). A Caatinga Arbórea Aberta é formada por árvores esparsas, de copas irregulares e altura variando entre 4 e 8 m, frequentemente caducifólias ou seja, perdem as folhas durante a estação seca para reduzir a perda de água. Já a Caatinga Arbustiva Aberta é composta por indivíduos de porte reduzido, geralmente entre 1 e 3 m, com dossel descontínuo e significativa presença de cactáceas, bromeliáceas e espécies arbustivas espinhosas, adaptadas ao déficit hídrico e à alta radiação solar (SILVA et al., 2017; ARAÚJO; FERRAZ; SANTOS, 2018). Nos setores de relevo suave ondulado, associados às margens dos cursos d’água que drenam para o rio Itapicuru, ocorre uma vegetação relativamente mais densa, com matas ciliares e formações ripárias que contrastam com a paisagemseca circundante. Essas áreas apresentam maior disponibilidade de umidade no solo e, consequentemente, espécies de maior porte, algumas delas típicas de formações de transição com florestas estacionais (BRASIL, 2025). Sua Flora apresenta grande diversidade de espécies lenhosas decíduas e suculentas, com adaptações morfológicas e fisiológicas específicas para sobrevivência em ambientes áridos. São comuns espécies como mimosa tenuiflora (jurema-preta), Croton blanchetianus (marmeleiro), Aspidosperma pyrifolium (pereiro), Poincianella pyramidalis (catingueira), Commiphora leptophloeos (imburana-de-cheiro), Cereus jamacaru (mandacaru), Bromelia laciniosa (macambira) e Anadenanthera colubrina (angico) (SILVA et al., 2017; ARAÚJO; FERRAZ; SANTOS, 2018; IBGE, 2019). Essas espécies desempenham funções ecológicas importantes, como fixação biológica de nitrogênio, proteção do solo contra erosão e manutenção da biodiversidade faunística. A cobertura vegetal de Filadélfia reflete o histórico de uso intenso da terra, com pecuária extensiva e agricultura de subsistência, resultando na substituição parcial da vegetação nativa por pastagens e solo exposto. Atualmente, grande parte do município apresenta vegetação secundária em regeneração, intercalada com trechos de Caatinga nativa conservada, especialmente em áreas afastadas dos núcleos urbanos ou em relevo acidentado, onde o solo e a topografia dificultam a ocupação humana (MAPBIOMAS, 2024). PERFIL E O município de Juazeiro, localizado no norte do estado da Bahia, encontra-se inserido integralmente no bioma Caatinga, que representa o principal domínio morfoclimático do semiárido nordestino (IBGE, 2019). O clima da região é semiárido quente, com precipitação média anual inferior a 600 mm e temperaturas médias elevadas (26–28 °C), o que condiciona o desenvolvimento de uma vegetação xerófila, ou seja, adaptada à escassez hídrica (SILVA et al., 2017; ARAÚJO; FERRAZ; SANTOS, 2018). A vegetação natural de Juazeiro é dominada por Caatinga Arbórea Aberta e Caatinga Arbustiva Aberta, formações típicas do semiárido que se diferenciam principalmente pela estrutura e porte dos indivíduos. A Caatinga Arbórea Aberta apresenta árvores esparsas de 4 a 8 metros de altura, geralmente decíduas durante a estação seca, enquanto a Caatinga Arbustiva Aberta é composta por arbustos de até 3 metros e elevada cobertura de cactáceas e bromeliáceas (IBGE, 2019; ANDRADE et al., 2019). Nos ambientes próximos ao rio São Francisco e aos seus afluentes temporários, observam-se matas ciliares e formações ripárias com maior porte e diversidade florística, devido à disponibilidade hídrica ao longo do ano (CODEVASF, 2022). Essas faixas de vegetação desempenham importante papel ecológico, contribuindo para a proteção dos solos, regulação hídrica e manutenção da biodiversidade local (SILVA et al., 2017). A flora da Caatinga juazeirense é composta por espécies lenhosas e suculentas adaptadas ao estresse hídrico e à alta incidência solar. As espécies apresentam mecanismos de resistência à seca, como folhas reduzidas, presença de espinhos, suculência caulinar e perda foliar durante o período seco (ARAÚJO; FERRAZ; SANTOS, 2018). A Caatinga de Juazeiro constitui um ecossistema singular e de elevada importância ecológica, sendo reconhecida como o único bioma exclusivamente brasileiro (IBGE, 2019). Sua conservação é vital para o equilíbrio ambiental da região, especialmente por atuar na recarga de aquíferos, regulação microclimática e sequestro de carbono em ecossistemas semiáridos (ARAÚJO; FERRAZ; SANTOS, 2018). Iniciativas recentes da CODEVASF (2022) têm promovido ações de reflorestamento com espécies nativas da Caatinga e recuperação de áreas degradadas nos perímetros irrigados de Juazeiro, visando mitigar os impactos da expansão agrícola e conservar os recursos naturais do semiárido baiano. CONTRASTES CLIMÁTICOS E HÍDRICOS ENTRE A MATA ATLÂNTICA E A CAATINGA Os biomas Mata Atlântica e Caatinga representam dois extremos do gradiente climático brasileiro, evidenciando contrastes marcantes quanto à disponibilidade hídrica, regime térmico e sazonalidade das chuvas. Esses contrastes são bem expressos pelas classificações climáticas de Köppen e pelo Índice de Aridez de Thornthwaite, amplamente utilizados em estudos climatológicos e ambientais no Brasil (Alvares et al., 2013; Pereira et al., 2002). De acordo com a tipologia climática de Köppen, a Mata Atlântica está associada principalmente aos tipos Af (tropical úmido sem estação seca), Am (tropical monçônico) e Cfa/Cfb (temperado úmido com verões quentes ou amenos), em função da influência oceânica, das elevadas altitudes em certas áreas e da latitude (Köppen, 1936; Alvares et al., 2013). Essas classificações refletem chuvas abundantes e bem distribuídas ao longo do ano, alta umidade relativa (70–90%) e temperaturas médias anuais entre 20 °C e 26 °C (Ribeiro et al., 2009). Tais condições propiciam um balanço hídrico positivo e favorecem a manutenção de florestas densas e perenifólias, típicas de ambientes úmidos (Oliveira-Filho & Fontes, 2000). Em contraste, a Caatinga enquadra-se, segundo Köppen, principalmente no tipo BSh (semiárido quente), caracterizado por precipitação média anual entre 300 e 800 mm, alta evapotranspiração potencial e temperaturas médias de 25 °C a 28 °C (Ab’Sáber, 2003; Alvares et al., 2013). O regime de chuvas é fortemente sazonal, concentrando-se em poucos meses do ano, o que impõe longos períodos de déficit hídrico. Esse padrão climático condiciona a vegetação xeromórfica, caducifólia e adaptada à escassez de água, que constitui a fisionomia típica do bioma (Sampaio, 2010; Silva et al., 2017). Pelo Índice de Aridez de Thornthwaite (1948), as diferenças entre os biomas tornam-se ainda mais evidentes. A Mata Atlântica apresenta-se predominantemente nas categorias úmidas (A) e subúmidas úmidas (B1), com razão entre precipitação e evapotranspiração potencial (P/ETP) geralmente superior a 1,0, indicando excedentes hídricos e baixa deficiência de umidade (Thornthwaite & Mather, 1955). Já a Caatinga situa-se nas classes semiárida (D) e árida (E), com valores de P/ETP inferiores a 0,5, refletindo forte déficit hídrico e balanço negativo de água durante a maior parte do ano (Pereira et al., 2002). Essas distinções climáticas exercem influência direta sobre os processos pedogenéticos e ecológicos de cada bioma. Enquanto a Mata Atlântica favorece a intensa lixiviação e formação de solos profundos e ácidos, ricos em matéria orgânica na superfície, a Caatinga, sob clima semiárido, apresenta baixa intemperização, acúmulo de sais e presença de horizontes endurecidos ou rasos, resultantes da escassez de umidade e da evapotranspiração intensa (Lima, 2023; Sampaio, 2010). Dessa forma, as classificações de Köppen e Thornthwaite não apenas delineiam os regimes climáticos dominantes, mas também ajudam a compreender os contrastes ambientais e ecológicos entre os dois biomas. Enquanto a Mata Atlântica representa o domínio climático úmido tropical, sustentado por altos índices pluviométricos e estabilidade hídrica, a Caatinga simboliza o domínio semiárido, marcado pela irregularidade das chuvas, pela alta evapotranspiração e pela sazonalidade extrema, fatores que moldam de maneira decisiva a paisagem e os ecossistemas associados. GLOSSARIO GERAL · Caatinga Arbórea Aberta: Formação típica do bioma Caatinga, caracterizada por árvores de porte baixo à médio, espaçadas e adaptadas à seca, muitas vezes com folhas pequenas ou caducas e galhos retorcidos. · Caatinga Arbustiva aberta: fitofisionomia típica do bioma Caatinga, caracterizada pela predominância de espécies lenhosas de pequeno porte, como arbustos e subarbustos, distribuídos de forma esparsa sobre o terreno, com baixa cobertura de dossel e presença frequente de áreas de solo exposto. · Ciclagem biogeoquímica: Movimento e transformação de elementos químicos essenciais, como carbono (C), nitrogênio (N), fósforo (P), enxofre (S) e água, entre os componentes bióticos (seres vivos) e abióticos(solo, água, atmosfera) do ecossistema. · Dossel relativamente fechado: Cobertura formada pelas copas das árvores, que é contínua ou quase contínua, limitando a entrada de luz para o sub-bosque. Um dossel fechado ajuda a manter umidade e temperatura mais estáveis no interior da floresta, favorecendo a biodiversidade. · Ecossistemas de manguezais: Ecossistemas costeiros tropicais e subtropicais, localizados na zona de transição entre ambientes terrestres e marinhos, onde ocorre a influência das marés. · Ecótono: área de transição entre dois ou mais ecossistemas ou biomas, onde se observam características de ambos os ambientes. · Epífitas: Plantas que crescem sobre outras plantas, especialmente árvores, sem parasitá-las. Elas usam o suporte para alcançar a luz solar, aproveitando a umidade do ambiente, como orquídeas, bromélias e samambaias. · Floresta estacional semidecidual: Formação vegetal típica de regiões tropicais com estação seca bem definida. É caracterizada por árvores que perdem parcialmente suas folhas durante o período seco, enquanto outras permanecem verdes, o que confere à floresta uma aparência parcialmente decídua. · Floresta ombrófila densa: Floresta tropical sempre-verde, caracterizada por alta densidade de árvores, dossel contínuo e grande biodiversidade. Ocorre em regiões com chuvas abundantes durante todo o ano, o que mantém a vegetação perenifólia e favorece um ecossistema complexo e equilibrado. · Floresta tropical subperenifólia: Formação vegetal densa e alta de regiões tropicais úmidas com curta estação seca. Caracteriza-se por ter espécies que mantêm as folhas o ano todo e outras que as perdem parcialmente no período seco, sendo uma transição entre florestas ombrófilas e estacionais. · Mata Atlântica interiorana: Formação florestal da Mata Atlântica que ocorre no interior do país, fora da faixa litorânea. Ocorre em áreas de transição com o Cerrado ou a Caatinga, em regiões de clima mais seco. · Mata atlântica: Bioma brasileiro caracterizado por florestas tropicais densas, úmidas e altamente biodiversas, originalmente distribuídas ao longo do litoral do país e em áreas adjacentes do interior. · Vegetação primária: Cobertura vegetal nativa que se desenvolveu de forma espontânea, refletindo as condições originais de clima, solo, relevo e biodiversidade de uma região. REFERÊNCIAS LIMA, Ana Karla Moura de; SOMBRA, Daniel. AB’SÁBER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. InterEspaço: Revista de Geografia e Interdisciplinaridade, v. 4, n. 13, p. 269–274, 2023. Doi: https://doi.org/10.18764/2446-6549.v4n13p269-274 ABES – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL. Análise ambiental do município de Ipirá (BA). Anais eletrônicos, 2024. ALVARES, C. A. et al. Köppen’s climate classification map for Brazil. 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