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Grazi Lee

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Pensando a Educação de Adultos, mesmo dentro da problemática do ensino elementar, nota-se que a partir dos anos de 1920 ela começa a ter uma importância maior.
Sobre isso, analise as afirmativas:
I. No início do governo Getúlio Vargas teremos a primeira manifestação em direção da separação da Educação dos Adultos da Educação Elementar Comum.
II. O Censo de 1940 apresentou altos índices de analfabetismo e mais uma vez a problemática do analfabetismo concentra atenções.
III. O tema passa a ter maior relevância e destacar-se como uma temática distinta daquela relacionada à difusão do ensino elementar das crianças em idade escolar.
IV. Neste período os baixos índices de analfabetismo fizeram com que a Educação de Jovens e Adultos fosse pensada para níveis superiores de instrução, elevando os investimentos como nunca visto.
I, II, III e IV.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.

Em uma sociedade predominantemente grafocêntrica, onde o código escrito ocupa posição privilegiada, um problema a ser enfrentado é o não acesso igualitário ao domínio da leitura e da escrita. As raízes da negação a esse direito são de ordem histórico-social, na medida em que, no Brasil, o caráter subalterno atribuído pelas elites dirigentes à educação escolar de negros escravizados, índios reduzidos, caboclos migrantes e trabalhadores braçais, entre outros, impediu-os da plena cidadania, de modo que os descendentes desses grupos ainda hoje sofrem as consequências dessa realidade histórica. Assim, de acordo com a maturação das estratégias do EJA como um processo de cidadania, podemos afirmar que o EJA tem uma função:
Reparadora, pela qual reconhece a dívida social histórica e se posiciona como mecanismo não só de entrada dos sujeitos no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado (o direito a uma escola de qualidade), mas também como reconhecimento daquela igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano.
Equalizadora, dado o seu papel de transformar os educandos dessa modalidade em sujeitos que possam retornar ao ensino regular em condições de igualdade de aprendizagem com os demais sujeitos.
Qualificadora pela qual possibilita ao sujeito o aprendizado e a apropriação do código escrito: ferramenta que o qualifica como trabalhador produtivo e inserido na sociedade.
Social, que possibilita a inserção das pessoas a quem foram negados os direitos elementares de acesso à educação básica.
Econômica, para permitir uma melhoria da qualidade de vida e buscar empregos melhores.

Paulo Freire trouxe para a educação brasileira alguns conceitos que se tornaram referência para o Brasil e para outros países.
Dentre os pontos fundamentais apresentados em suas obras, podemos apontar:
I. Leitura de mundo.
II. Conscientização.
III. Feedback.
IV. Libertação.
V. Autonomia.
I, II e III.
II, III e IV.
II, III, IV e V.
III, IV e V.
I, II, IV e V.

"Mudar a cara da escola pública implica também ouvir meninos e meninas, sociedades de bairro, pais, mães. Diretoras, delegados de ensino, professoras, supervisoras, comunidade científica, zeladores, merendeiras (...). É claro que não é fácil! Há obstáculos de toda ordem retardando a ação transformadora. O amontoado de papéis tomando o nosso tempo, os mecanismos administrativos emperrando a marcha dos projetos, os prazos para isto, para aquilo, um deus-nos-acuda" (...). (FREIRE, Paulo. A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1991 p.35).



Assinale a alternativa que corresponde, corretamente, ao pensamento defendido por Freire para transformar a educação.


As práticas reflexivas e emancipatórias precisam ser adotadas numa perspectiva dialética de organização educativa e cultural.


É necessário garantir a dominação das elites e a utilização da racionalidade técnico-burocrática sejam mais atuantes.


Devem ser determinados objetivos consensuais, mensuráveis e comparáveis presentes na administração pública que busquem, essencialmente, resultados.


Deve ser estimulada uma participação fictícia e heterônoma, atrelada à Educação Bancária.


A organização burocrática e a defesa de uma racionalidade técnico-instrumental devem ser mais eficientes.

O reconhecimento do direito de jovens e adultos à educação básica, de um lado, e a sua negação pelas políticas públicas concretas, de outro, marcaram a história da EJA durante o período da redemocratização.
Um dos autores relevantes para esse processo foi:
Darcy Ribeiro
Moacyr Gadotti
Paulo Freire
Nita Freire
Anísio Teixeira

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Questões resolvidas

Pensando a Educação de Adultos, mesmo dentro da problemática do ensino elementar, nota-se que a partir dos anos de 1920 ela começa a ter uma importância maior.
Sobre isso, analise as afirmativas:
I. No início do governo Getúlio Vargas teremos a primeira manifestação em direção da separação da Educação dos Adultos da Educação Elementar Comum.
II. O Censo de 1940 apresentou altos índices de analfabetismo e mais uma vez a problemática do analfabetismo concentra atenções.
III. O tema passa a ter maior relevância e destacar-se como uma temática distinta daquela relacionada à difusão do ensino elementar das crianças em idade escolar.
IV. Neste período os baixos índices de analfabetismo fizeram com que a Educação de Jovens e Adultos fosse pensada para níveis superiores de instrução, elevando os investimentos como nunca visto.
I, II, III e IV.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.

Em uma sociedade predominantemente grafocêntrica, onde o código escrito ocupa posição privilegiada, um problema a ser enfrentado é o não acesso igualitário ao domínio da leitura e da escrita. As raízes da negação a esse direito são de ordem histórico-social, na medida em que, no Brasil, o caráter subalterno atribuído pelas elites dirigentes à educação escolar de negros escravizados, índios reduzidos, caboclos migrantes e trabalhadores braçais, entre outros, impediu-os da plena cidadania, de modo que os descendentes desses grupos ainda hoje sofrem as consequências dessa realidade histórica. Assim, de acordo com a maturação das estratégias do EJA como um processo de cidadania, podemos afirmar que o EJA tem uma função:
Reparadora, pela qual reconhece a dívida social histórica e se posiciona como mecanismo não só de entrada dos sujeitos no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado (o direito a uma escola de qualidade), mas também como reconhecimento daquela igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano.
Equalizadora, dado o seu papel de transformar os educandos dessa modalidade em sujeitos que possam retornar ao ensino regular em condições de igualdade de aprendizagem com os demais sujeitos.
Qualificadora pela qual possibilita ao sujeito o aprendizado e a apropriação do código escrito: ferramenta que o qualifica como trabalhador produtivo e inserido na sociedade.
Social, que possibilita a inserção das pessoas a quem foram negados os direitos elementares de acesso à educação básica.
Econômica, para permitir uma melhoria da qualidade de vida e buscar empregos melhores.

Paulo Freire trouxe para a educação brasileira alguns conceitos que se tornaram referência para o Brasil e para outros países.
Dentre os pontos fundamentais apresentados em suas obras, podemos apontar:
I. Leitura de mundo.
II. Conscientização.
III. Feedback.
IV. Libertação.
V. Autonomia.
I, II e III.
II, III e IV.
II, III, IV e V.
III, IV e V.
I, II, IV e V.

"Mudar a cara da escola pública implica também ouvir meninos e meninas, sociedades de bairro, pais, mães. Diretoras, delegados de ensino, professoras, supervisoras, comunidade científica, zeladores, merendeiras (...). É claro que não é fácil! Há obstáculos de toda ordem retardando a ação transformadora. O amontoado de papéis tomando o nosso tempo, os mecanismos administrativos emperrando a marcha dos projetos, os prazos para isto, para aquilo, um deus-nos-acuda" (...). (FREIRE, Paulo. A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1991 p.35).



Assinale a alternativa que corresponde, corretamente, ao pensamento defendido por Freire para transformar a educação.


As práticas reflexivas e emancipatórias precisam ser adotadas numa perspectiva dialética de organização educativa e cultural.


É necessário garantir a dominação das elites e a utilização da racionalidade técnico-burocrática sejam mais atuantes.


Devem ser determinados objetivos consensuais, mensuráveis e comparáveis presentes na administração pública que busquem, essencialmente, resultados.


Deve ser estimulada uma participação fictícia e heterônoma, atrelada à Educação Bancária.


A organização burocrática e a defesa de uma racionalidade técnico-instrumental devem ser mais eficientes.

O reconhecimento do direito de jovens e adultos à educação básica, de um lado, e a sua negação pelas políticas públicas concretas, de outro, marcaram a história da EJA durante o período da redemocratização.
Um dos autores relevantes para esse processo foi:
Darcy Ribeiro
Moacyr Gadotti
Paulo Freire
Nita Freire
Anísio Teixeira

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Questões
Finalizar prova
A
B
C
D
E
1 Marcar para revisão
No Parecer 11/2000, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação de Jovens e Adultos, lê-se que: "Não se pode considerar a EJA e o
novo conceito que a orienta apenas como um processo inicial de alfabetização.
A EJA busca formar e incentivar o leitor de livros e das múltiplas linguagens
visuais juntamente com as dimensões do trabalho e da cidadania. Ora, isto
requer algo mais desta modalidade que tem diante de si pessoas maduras e
talhadas por experiências mais longas de vida e de trabalho". Com base nessa
afirmação, é correto afirmar:
A EJA não se resume à alfabetização, mas se apresenta como
modalidade que atravessa toda a educação básica.
A EJA deve priorizar os sujeitos excluídos da escola para serem
alfabetizados e se prepararem para a inserção no mercado de
trabalho.
O novo conceito da EJA em vigor na educação brasileira a considera
como modalidade voltada apenas à alfabetização de jovens e adultos,
para que cada um, após alfabetizado, possa se inserir em curso de
capacitação de mão de obra.
A alfabetização de jovens e adultos não é tarefa da escola, e sim de
projetos que possibilitem a essas pessoas se matricularem no ensino
fundamental e trilharem seu percurso formativo escolar.
A função do EJA é preparar para que os adultos estejam aptos para
retornar ao ensino regular.
2 Marcar para revisão
Pensando a Educação de Adultos, mesmo dentro da problemática do ensino
elementar, nota-se que a partir dos anos de 1920 ela começa a ter uma
importância maior. Sobre isso, analise as afirmativas:
A
B
C
D
E
I. No início do governo Getúlio Vargas teremos a primeira manifestação em
direção da separação da Educação dos Adultos da Educação Elementar
Comum.
II. O Censo de 1940 apresentou altos índices de analfabetismo e mais uma vez
a problemática do analfabetismo concentra atenções.
III. O tema passa a ter maior relevância e destacar-se como uma temática
distinta daquela relacionada à difusão do ensino elementar das crianças em
idade escolar.
IV. Neste período os baixos índices de analfabetismo fizeram com que a
Educação de Jovens e Adultos fosse pensada para níveis superiores de
instrução, elevando os investimentos como nunca visto.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
3 Marcar para revisão
Antes da Constituição de 1988, alunos com dificuldade eram separados para
outras formas de ensino e alunos com problemas de indisciplina ou eram
punidos ou eram enviados para centros. Podemos indicar como exemplo de um
desses centros
A
B
C
D
E
A
B
FUNABEM
MOBRAL
EJA
FUNDAÇÃO CASA
PROJOVEM
4 Marcar para revisão
Em uma sociedade predominantemente grafocêntrica, onde o código escrito
ocupa posição privilegiada, um problema a ser enfrentado é o não acesso
igualitário ao domínio da leitura e da escrita. As raízes da negação a esse
direito são de ordem histórico-social, na medida em que, no Brasil, o caráter
subalterno atribuído pelas elites dirigentes à educação escolar de negros
escravizados, índios reduzidos, caboclos migrantes e trabalhadores braçais,
entre outros, impediu-os da plena cidadania, de modo que os descendentes
desses grupos ainda hoje sofrem as consequências dessa realidade histórica.
Assim, de acordo com a maturação das estratégias do EJA como um processo
de cidadania, podemos afirmar que o EJA tem uma função:
Reparadora, pela qual reconhece a dívida social histórica e se
posiciona como mecanismo não só de entrada dos sujeitos no circuito
dos direitos civis pela restauração de um direito negado (o direito a
uma escola de qualidade), mas também como reconhecimento
daquela igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano.
Equalizadora, dado o seu papel de transformar os educandos dessa
modalidade em sujeitos que possam retornar ao ensino regular em
condições de igualdade de aprendizagem com os demais sujeitos.
Qualificadora pela qual possibilita ao sujeito o aprendizado e a
C
D
E
A
B
C
D
E
Qualificadora, pela qual possibilita ao sujeito o aprendizado e a
apropriação do código escrito: ferramenta que o qualifica como
trabalhador produtivo e inserido na sociedade.
Social, que possibilita a inserção das pessoas a quem foram negados
os direitos elementares de acesso à educação básica.
Econômica, para permitir uma melhoria da qualidade de vida e buscar
empregos melhores.
5 Marcar para revisão
Paulo Freire trouxe para a educação brasileira alguns conceitos que se
tornaram referência para o Brasil e para outros países. Dentre os pontos
fundamentais apresentados em suas obras, podemos apontar:
I. Leitura de mundo.
II. Conscientização.
III. Feedback.
IV. Libertação.
V. Autonomia.
Estão corretos apenas os itens:
I, II e III.
II, III e IV.
III, IV e V.
I, II, IV e V.
II, III, IV e V.
A
B
C
D
E
6 Marcar para revisão
"Mudar a cara da escola pública implica também ouvir meninos e meninas,
sociedades de bairro, pais, mães. Diretoras, delegados de ensino, professoras,
supervisoras, comunidade científica, zeladores, merendeiras (...). É claro que
não é fácil! Há obstáculos de toda ordem retardando a ação transformadora. O
amontoado de papéis tomando o nosso tempo, os mecanismos administrativos
emperrando a marcha dos projetos, os prazos para isto, para aquilo, um deus-
nos-acuda" (...). (FREIRE, Paulo. A educação na cidade. São Paulo: Cortez,
1991 p.35).
Assinale a alternativa que corresponde, corretamente, ao pensamento
defendido por Freire para transformar a educação.
A organização burocrática e a defesa de uma racionalidade técnico-
instrumental devem ser mais eficientes.
Deve ser estimulada uma participação fictícia e heterônoma, atrelada
à Educação Bancária.
É necessário garantir a dominação das elites e a utilização da
racionalidade técnico-burocrática sejam mais atuantes.
As práticas reflexivas e emancipatórias precisam ser adotadas numa
perspectiva dialética de organização educativa e cultural.
Devem ser determinados objetivos consensuais, mensuráveis e
comparáveis presentes na administração pública que busquem,
essencialmente, resultados.
7 Marcar para revisão
(IFRS  / 2016 - Adaptada) Considerando a trajetória histórica da EJA em nosso
país, assinale a alternativa que tem maior relação entre o texto e o contexto da
proposta de Paulo Freire.
SM1
Fund. Da Educ. De Jovens e Adultos e Educ. Popular
A
B
C
D
E
A
p p
Com a LDB nº 9.394/96, a nomenclatura Ensino Supletivo passa para
a EJA, e reduziu-se a idade para a realização dos exames em relação
à Lei nº 5.692/71.
A EJA foi reconhecida e recebeu um tratamento particular, pela
primeira vez, com o PNE, previsto pela Constituição Federal de 1988.
Projetos como o de Paulo Freire mudam a metodologia do ensino de
adultos, valorizando a autonomia e o conhecimento dessas
populações.
Durante o período militar foram realizadas grandes campanhas
nacionais, e com a Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967, foi
criado o MOBRAL, a primeira campanha da história para alfabetizar
adultos.
A Constituição Federal de 1988 ampliou o direito de acesso à
educação fundamental para todos os cidadãos, independentemente
da idade.
8 Marcar para revisão
(SEDUC - AM / 2018) "Você, eu, um sem-número de educadores sabemos
todos que a educação não é a chave das transformações do mundo, mas
sabemos também que as mudanças do mundo são um quefazer educativo em
si mesmas. Sabemos que a educação não pode tudo, mas pode alguma coisa.
Sua força reside exatamente na sua fraqueza. Cabe a nós pôr sua força a
serviço de nossos sonhos" (FREIRE, Paulo. A educação na cidade. São Paulo:
Cortez, 1991).
Assinale a alternativa a seguir que contenha um exemplo que demonstre o
compromisso do professor em formar alunos conscientes do seu papel social.
Condicionar os alunos a atuarem segregando os colegas que possuem
algum tipo de deficiência.
B
C
D
E
A
B
CD
E
Mobilizar os alunos em pesquisar quais as condições de coleta e
tratamento do lixo em seu bairro.
Apresentar os direitos da criança e do adolescente de forma que os
alunos cobrem de seus pais um tratamento igualitário.
Estimular atividades físicas que incluam apenas alunos sem nenhum
tipo de deficiência para formação de times de competição.
Incitar os alunos a fazer manifestações reivindicando a merenda
escolar na porta da secretaria de educação.
9 Marcar para revisão
O reconhecimento do direito de jovens e adultos à educação básica, de um
lado, e a sua negação pelas políticas públicas concretas, de outro, marcaram a
história da EJA durante o período da redemocratização. Um dos autores
relevantes para esse processo foi:
Anísio Teixeira
Paulo Freire
Darcy Ribeiro
Moacyr Gadotti
Nita Freire
A
B
C
D
E
10 Marcar para revisão
Ao longo das décadas de 1950 e 1960, o Brasil vivenciou diversas campanhas
educacionais, como a CNER, a CNEA e o Sirena. Essas campanhas
representaram tentativas de combate ao analfabetismo, mas revelaram também
desafios para a institucionalização da EJA.
Com base nesse histórico, qual foi uma crítica recorrente às campanhas
nacionais de alfabetização promovidas no período citado?
A ausência total de ações voltadas à educação no meio rural.
A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de
uma política pública estável
A substituição das campanhas por políticas públicas permanentes de
imediato
A ênfase no ensino de ciências naturais, sem abordar conteúdos de
alfabetização
A eliminação do analfabetismo em regiões atendidas por essas
campanhas.

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