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Controle de Hemorragia Prevenção da Hipotermia Identificação e controle Reconhecer que a hipotermia imediato de sangramentos agrava sangramento e O choque externos graves Manter paciente aquecido para Prevenção da exsanguinação por preservar a coagulação sanguínea compressão direta ou torniquete Evitar exposição prolongada do Importância do controle rápido paciente para prevenir perda de para evitar choque hipovolêmico calor Monitoramento contínuo da Utilizar cobertores e ambientes frequência e qualidade da aquecidos durante atendimento hemorragia Controle Avaliação Inicial Controle da Ventilação Exame das vias aéreas para garantir passagem adequada Hemorrágico Avaliar frequência respiratória para garantir ventilação de ar adequada Avaliação neurológica com Observar qualidade da escala de Glasgow para respiração para identificar estado de consciência insuficiência respiratória Verificação das pupilas Manter vias aéreas para identificar lesões desobstruídas para otimizar neurológicas graves oxigenação tecidual Uso do colar cervical para Intervir rapidamente em casos estabilização em trauma de comprometimento respiratório cervical suspeito Protocolo grave X: Controle de hemorragias exsanguinantes como prioridade inicial Circulação e Perfusão A: Avaliação e manutenção Trauma Cervical das vias aéreas com proteção Avaliar pulso para determinar a cervical Realizar avaliação sumária eficácia da circulação B: Verificação da respiração para identificar lesões na sanguínea e ventilação eficazes coluna cervical Observar cor da pele para C: Avaliação da circulação e Imobilizar adequadamente identificar sinais de má controle de sangramentos para evitar agravamento de perfusão periférica internos e externos lesões neurológicas Verificar temperatura corporal Monitorar sinais para detectar hipotermia neurológicos para detectar associada deterioração precoce Monitorar sinais vitais para Garantir proteção da avaliar resposta ao controle medula espinhal durante hemorrágico transporte do paciente