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VUNESP, 2012 – TJ/SP – ASSISTENTE SOCIAL. Para analisar a profissão como parte das transformações históricas da sociedade presente, é necessário transpor o universo estrito do Serviço Social, para apreendê-lo na história da sociedade da qual ele é parte e expressão. O atual quadro sócio-histórico atravessa e conforma o cotidiano do exercício profissional do assistente social, afetando as suas condições de trabalho, as relações presentes no exercício profissional, assim como a vida da população usuária dos serviços sociais. A análise crítica desse quadro requer um Serviço Social que afirme a centralidade do trabalho na conformação da questão social e dos direitos sociais a) que assegurem o crescimento econômico-social. b) fundamentados em bases mecanicistas. c) responsáveis por garantir o status quo. d) inscritos em uma ordem social centralizada. e) consubstanciados em políticas sociais universais. COPEVE/UFAL, 2011 – UFAL – ASSISTENTE SOCIAL. O Serviço Social se institucionaliza como profissão a) enquanto instrumento da caridade particular das classes dominantes, no seio da igreja católica. b) em um contexto de crescimento das respostas assistenciais exclusivas do setor privado à questão social emergente. c) inserindo-se, de modo imediato, no processo de produção de produtos e de valor, ou seja, no processo de valorização do capital. d) dentro da divisão capitalista do trabalho, como partícipe da implementação de políticas sociais específicas. e) quando há um declínio das entidades assistenciais estatais, paralelo a ampliação do mercado de trabalho dos assistentes sociais. FGV, 2015 – TJ/SC – ASSISTENTE SOCIAL. A história da inserção do Serviço Social no judiciário coincide com seu processo de profissionalização e inserção na esfera pública, na medida em que uma das primeiras instituições que recrutaram assistentes sociais foi o Juizado de Menores, particularmente no Rio de janeiro, então capital da República. Fazer essa genealogia, considerando o contexto sociopolítico da época, implica reconhecer que a prática dos assistentes sociais junto às famílias tinha por fundamento: a) uma concepção funcionalista da sociedade, em cuja estratégia da ação profissional estava a adaptação e o ajustamento dos comportamentos disfuncionais; b) uma ideologia segundo a qual as classes populares eram incapazes de cuidar e criar seus filhos, o que requeria uma intervenção de caráter pedagógico; c) uma visão higienista que pressupunha em sua dimensão prática a seleção dos mais capazes, dentre aqueles que compunham seu público-alvo; d) a razão prática, fundada no Positivismo, segundo a qual a ordem e o controle social se sobrepõem aos direitos civis e políticos; e) a concepção das crianças e dos adolescentes, sobretudo pobres, como sujeitos de direito que demandavam proteção integral por parte do Estado e da sociedade. FUNRIO, 2014 – IF/BA – ASSISTENTE SOCIAL. Ao longo da história os iniciadores das ciências humanas e sociais não perderam de vista a necessidade do saber. Todavia, apesar da busca por uma unidade, determinada metodologia impunha a fragmentação desse saber, o que de certo modo é o maior obstáculo à interdisciplinaridade. Essa metodologia seria a(o): a) Epistemologia. b) Dialética. c) Filosofia. d) Positivismo. e) Marxismo. Sucesso em seus estudos e em todos os seus projetos! Prof. Douglas Gomes