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Re pr od uç ão pe rm it id a de sd e qu e ci ta do o D N E R co mo fo nt e MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Defensas Metálicas Norma Rodoviária Especificação de Serviço DNER-ES 144/85 p. 01/24 RESUMO Esta Norma dispõe sobre especificações de serviço destinados à instalação de defensas metálicas às margens dasrodovias. Fazreferência a normas complementares e ao equipamento mínimo necessário à execução dos serviços. Enumera o posicionamento das defensas e especifica disposições construtivas, inclusive com desenhostécnicos, para cada situação considerada. Instrui quanto ao orçamento dos serviços deinstalação, sua medição e forma de pagamento. SUMÁRIO O Introdução 1 Objetivo 2 Referências 3 Execução 4 Orçamento, medição e pagamento 5 Anexo 0 INTRODUÇÃO A elaboração desta Norma advém da necessidade do posicionamento correto e seguro na instalação das defensas metálicas, com o objetivo de se obter um dispositivo eficaz na absorção da energia cinética e o redirecionamento de veículos desgovernados. 1 OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo a instalação de defensas metálicas, segundo condições gerais e disposições específicas de alocação einstalação, mediante o uso de equipamento adequado, e a discriminação de serviços de instalação para fins de orçamento, medição e pagamento. 2 REFERÊNCIAS 2.1 Normas complementares a) Defensas Metálicas - DNER-EM 145/85. Palavras-chave : Defensas Metálicas( ), Instalação(3840) Aprovada pelo Conselho de Administração em 23/01/85 | Autor: DNER/DrDTc (IPR) em 04/84 Resolução nº / |, Sessãonº CA/ / Revisão da Norma DNER-ES-OC 41/70. Processo nº 20100022122/81 Re pr od uç ão pe rm it id a de sd e qu e ci ta do o D N E R co mo fo nt e DNER-ES 144/85 p. 02/24 2.2 Referências bibliográficas a) NB-285; b) Especificações para barreiras, defensas, antiofuscantes e separadores de trânsito - DNER/1977, Resolução n. 1516/76; c) Manual de pontes estreitas - IPR. 3 EXECUÇÃO Na execução das obras de instalação de defensas metálicas devem ser obedecidos os requisitos, nesta Norma definidos, quanto ao equipamento mínimo, projetos-tipo e condições gerais de instalação. 3.1 Equipamento mínimo À 3.1.1 Compressor de ar com descarga livre mínima de 3,5mº/min. 3.1.2 Bate-estacas dotado de guincho etorre regulável permitindo cravação vertical do poste e equipamento pneumático de cravação, com capacidade mínima de trabalho de 170 J e 660 impactos por minuto. 3.1.3 Chave pneumática. 3.1.4 Caminhão de transporte. 3.2 Projetos-tipo Esta seção determina a disposição das defensas nos seguintes locais: a) Acessos sobre as obras-de-arte; b) Bordas de aterro; c) Canteiros centrais ou canteiros separadores das pistas principais com ruas laterais; d) Aberturas para passagens de pedestres; e) Margem de obstáculos de reconhecida periculosidade para o trânsito próximo ou adjacente; f) Cortes em rocha. 3.2.1 Obras-de-arte 3.2.1.1 Ainstalação de defensas nos acessos às obras-de-arte deve ser executada segundo as disposições das figuras 1 e 2. 3.2.1.2 Sobre as obras-de-arte sem acostamento, as defensas devem ser instaladas segundo as disposições das figuras 3 e 4, prolongando-se os segmentos sobre os acessos, sem interrupção ou mudanças bruscas de alinhamento. Re pr od uç ão pe rm it id a de sd e qu e ci ta do o D N E R co mo fo nt e DNER-ES 144/85 p. 03/24 3.2.2 Bordas de aterro A instalação de defensas em bordas de aterro deve ser executada segundo desenho da figura 5. 3.2.3 Canteiros centrais As defensas duplas nos canteiros centrais devem ser dispostas segundo desenhos constantes da figura 6. A defensa dupla é desdobrada em duaslinhas de defensas simples quando se verifica uma ou mais, das seguintes condições: a) Relação l:n> 1: 6; b) Existência de meios-fios; c) Posição incompatível dos drenos; d) “Existência de vegetação antiofuscante ou possibilidade de plantio. 3.2.4 Canteiros separadores de pistas principais com ruas laterais. As instalações devem ser projetadas segundo os modelos constantes das figuras 7, 8 e 9. 3.2.5 Aberturas para passagem de pedestres Estas instalações serão projetadas segundo o desenho da figura 10. Dispensam-se travessas ou separadores quando suas dimensões não se comportarem no espaçamento (d; ) entre as lâminas. 3.2.6 Obstáculos às margens das correntes de trânsito Nestes locais, as instalações devem ser projetadas segundo desenho da figura 11. 3.2.7 Cortes em rocha Nestes locais, as instalações devem ser projetadas segundo desenho da figura 12. 3.3 Condições gerais de instalação 3.3.1 Aancoragem será obtida pela descida da guia de deslizamento, na extensão de 16,00 m até uma cota de 0,20 m abaixo do nível do solo, medida da borda superior da lâmina. Ver figuras 13, 14, 15, 16 e 17. 3.3.2 Asuperposição das extremidades das lâminas far-se-á detal forma que, arestas ou cantosvivos fiquem sempre voltados para o sentido contrário ao sentido do trânsito. 3.3.3 A guia de deslizamento deve ser instalada a uma distância mínima de 0,50 m da borda da pista, respeitadas as larguras projetadas ou existentes das faixas de segurança e acostamentos. 3.3.4 Aparte superior da guia de deslizamento deve ser instalada em bordas de vias com volume de tráfego de caminhões acima de 30 % do total, ficará situada na altura (h) de 750 mm, medida nas condições dos desenhos das figuras 5 e 6. Para vias com volume de tráfego de caminhões inferior a 30 % do total, a referida altura será de 650 mm, medida nas mesmas condições. Re pr od uç ão pe rm it id a de sd e qu e ci ta do o D N E R co mo fo nt e DNER-ES 144/85 p. 04/24 3.3.5 A variação da altura da guia de deslizamento em relação ao greide da rodovia ficará compreendida entre + 40 mm. 3.3.6 Em relação ao eixo da pista, o desvio lateral ficará compreendido entre + 30 mm. 3.3.7 Odesvio angular máximo, em relação ao eixo da pista, por imposições do projeto, variações de largura do canteiro central, diferenças entre as larguras dos acessos e as larguras das obras-de-arte, ou fato equivalente, será de 2º20', o que corresponde a uma relação de 1 : 25 aproximadamente 3.3.8 Os postes devem ser cravados por equipamento definido no item 3.1.2, sendo a extensão cravada, pelo menos, igual a 1.100 mm. Nota: Postes de madeira devem ser assentados em terreno firme, sendo o solo compactado por camadas -de 15 cm em seu redor. A extensão cravada deve ser, pelo menos, igual a 1.100 mm. 3.3.9 Sobre obras-de-arte em terrenos rochosos que não permitam a cravação prescrita no item anterior, o poste será dotado de base e fixado por chumbadores, como detalhado nas figuras 3, 4 e 12. ! 3.3.10 Em pequenas extensões e em substituições de manutenção os postes poderão ser instalados com a abertura prévia do buraco. 3.3.11 A previsão de instalação de defensas será orientada pelos gráficos das figuras 18 e 19. 4 ORÇAMENTO, MEDIÇÃO E PAGAMENTO 4.1 Asobrasdevem serorçadas, licitadas e medidas por metro, obtendo-se preço global pela composição das parcelas correspondentes ao fornecimento por metro e à instalação por metro. 4.1.1 Para fins de orçamento, licitação e cálculo das medições, consideram-se as seguintes espécies de serviço: 4.1.1.1 Preço de instalação por metro de corpo. 4.1.1.2 Preço de instalação por metro de ancoragem. 4.1.1.3 Preço de base soldada no poste, por unidade, abatido o preço da cravação do poste. 4.1.1.4 Preço de chumbador (19 mm. X 150 mm ) com porca e arruela, instalado em rocha ou obra-de- arte. 4.1.2 Opreço defornecimento de defensas, por metro, deve ser igual para os serviços previstos nos sub-itens 4.1.1.1 e 4.1.1.2. Re pr od uç ão pe rm it id a de sd e qu e ci ta do o D N E R co mo fo nt e DNER-ES 144/85 p. 05/24 4.2 Nasobras derestauração,para fins deorçamento, licitação e cálculos das medições, o preço global será obtido mediante somatório dos produtos dos preços unitários do fornecimento com instalação das diferentes peças dereposição pelas quantidades previstas ou implantadas, e quando couber, acrescido do valor a critério descrito no item 4.1. 4.2.1 Os preços de fornecimento, com instalação, de peças de reposição devem ser, no que couber, solicitados como segue: 4.2.1.1 Preço de lâmina com os elementos de fixação, com instalação. 4.2.1.2 Preço de calço e espaçador com os elementos de fixação, com instalação. 4.2.1.3 Preço detravessa e garra com os elementos de fixação, com instalação. 4.2. 14 Preço de cinta com os elementos de fixação, com instalação. 4.2.1.5 Preço do poste especificado, com cravação. 4.2.1.6 Preço para remoção do material danificado, por metro. 4.2.1.7 Ocorrendo necessidade, serão solicitados, para obras de restauração, os preços do sub-item 4.1.1. (*) Substitui o capítulo II das Especificações para Barreiras, Defensas, Antiofuscantes e Separadores de Trânsito - DNER/1977, aprovadas pelo CA em 09/08/76, pela resolução 1516, em tudo que se refere à execução de obras de defensas metálicas. Substitui a Norma DNER-ES-0C-41/70 / Anexo 4000 , + — + — . ancoragem FIGURA-I ACESSOS A OBRAS D'ARTE PISTA SIMPLES UNIDADE. mm 4000 Y A “ —+ I7O 4 - T | 180 ? 4 2 porofusos d IGmm c/porca e erruelo s z Si D N E R - E S 144/85 Pág. 06/24 red cr e r m [ TO dam b 5 8m c ancoragem FIGURA-2 ACESSOS A OBRAS PISTA DUPLA UNIDADE: mm v 4000 : ——+— p—sto00 | el 170 SO 180 ++ = + E no E E D'ARTE 2 parafusos gs IGmm c/porca e arruele 982 €L D N E R - E S 144/85 Pág. 07/24 Unidade; mm CALÇO CISO cado 2000 > 800 Em d p s ce . — E H- (009 no 004) FIGURA — 3 DEFENSAS EM CALÇADAS .. DE OBRAS D'ARTE +40) Detalhe do furo Escelo: 1:i H- (009 nº GOL) D N E R - — E S 144/85 Pág. 08/24 SOLDA Pág. 09/24 DNER-—ES 144/85 CHANFRO 5 q up di 1 — — = — Om - É mA , 4-— —+ ! | 4 A L Mo - + ade RA Unidade : mm ' T «cet o bi m e m e a d u FIGURA - 4 SUBSTITUICÃO DE GUARDA-CORPO POR DEFENSA = na DNER-ES 144/85 Pág. 11/24 . 200 | | | h |= E sm pime pi TS duo av SER E RT | | FAIXA -DE | | FAIXA DE 4 PISTA SEGURANÇA CANTEIRO SEGURANÇA | PISTA 1 300 | e1Q | | h [> 1] 3 500 Ê | 3 s00 | ds FIGURA- 6 DEFENSAS EM UNIDADE: mm CANTEIRO CENTRAL El DES REA NZ a ES F k ANA entes a ZA S / a ACOSTAMENTO x CANTEIRO SEPARADOR = 4,00 a 8,00 . + VIA LATERAL AA .. 1 Varigvel | [Lj Faixa de segurança EN aci 7 7 Obstáculo (pitor, poste 7 EVA mm . G | RS ER | a | a >» | N ASA ZA Ê w Faixos de rolamento mms A NA 2N E 4 « UNIDADE: mm S/A Ia Lo m a no H tod uy = = " 2 Lo e d i c i a FIGURA-7 DEFENSA EM CANTEIRO SEPARADOR PISTA PRINCIPAL COM RUA LATERAL. LARGURA DE 4,00 A 8,00. CA, OBSTÁCULOS. D N E R - — E S 144/85 Pág. 12/24 AMAÁ CANTEIRO SEPARADOR = 4,00 a 8,00 VIA LATERAL A Defensa dupia Faixa de segurança sm Foixas de rolamento N ! | ' PREV a o Nada da ZA ZA l Ep L > UU, : o, A No Po, . ASA EDP ppa para » 1.6 ev rAA ÁS TRa a . SAS SAS E 7 NS SANA y PASTA ; ZA ; Oro % Dr ZA UNIDADE. mm -FIGURA- 8 DEFENSA EM CANTEIRO SEPARADOR PISTA PRINCIPAL COM RUA LATERAL. LARGURA DE 400 A 8.00m.S/ OBSTÁCULOS DNER-ES 144/85 Pág. 13/24 , An ACOSTAMENTO A CANTEIRO SEPARADOR : 8,00 e 12,00 VIA LATERAL A a — 4 — 4,00 4,00 a 8,00 - * Faixa de segurança A Foinos de rolamento e.” “q E N PREMRES PSGç» O MA NIGAS VAN N SIZA AR A 1 ba . y [a S 3 I 1 1 t 1 1 ! h t E! 3 24 Za VADIA e cita e sei 5%, ? ie Ss ISS , SB a 774 VY AS pra UNIDADE: mm PAES D N E R - — E S 144/85 Pág. 14/24 |— FIGURA- 9 DEFENSA EM CANTEIRO SEPARADOR PISTA PRINCIPAL COM RUA LATERAL. LARGURA DE 800 A 12,00m > FAIXA DE SEGURANÇA. . Z 4000 4090 m m m f hmm — + — — — — 4 — — + — o uam = POSIÇÃO DA GUIA EM RELAÇÃO AO MELO-FIO Na QUANDO EXISTENTE - FIGURA-IO PASSAGEM DE PEDESTRE CANTEIRO CENTRAL UNIDADE: mm Pág. 15/24 D N E R - — E S 144/85 mad FIGURA-II 4 x OBSTACULOS AS UNIDADE: mm ANCORAGEM MARGENS DA RODOVIA D N E R - E S 144/85 Pág. 16/24 CISO cada 4000 CaLço , ESPAÇADOR ! a : - ” | Iso 150 817 009 no 004 Eno que c a frio et o e q e rimas rm $i9 FI ' Detalhe do furo Escale : 1:14 ASS NO A APTE RIR A ielopio? E PRA NS ERRORS Lit Ra ben tl ar eião E Sa é e . a“ : / REGULARIZAÇÃO FIGURA — |2 CORTES EM ROCHA PROTEÇÃO DE SARVJETAS DNER-—ES 144/85 Pág. 17/24 Unidade : mm o 4000 4000 4000 4000 FIGURA-I3 ANCORAGEM . DEFENSA SIMPLES SEMI RÍGIDA UNIDADE; mem =— 2 D N E R - — E S 144/85 Pág. 18/24 | 4000 4000 | 4000 h 4000 , m t — FIGURA-|4 ANCORAGEM DEFENSA SIMPLES SEMI-MALEÁVEL UNIDADE: mm D N E R - — E S 144/85 Pág. 19/24 Lo | 5 AM aa - CDE UE aj aval “go ea “ j 4000 4000. 4000 4 4000 p m O r a m o e m m FIGURA-IS ANCORAGEM DEFENSA DUPLA SEMI-MALEAVEL UNIDADE: mm D N E R - — E S 144/85 Pág. 20/24 2000 “ Mo fada me e M e o E p é [5; “ : 4 4 f 4 À uma eo mi s m m — — — o s m m ç t e a — + FIGURA-|6 ANCORAGEM DEFENSA SIMPLES MALEÁVEL UNIDADE: mm NZ 14 D N E R - E S 144/85 Pág. 21/24 4000 4000 4000 4000 u s a m o d . | FIGURA-IT ANCORAGEM DEFENSA DUPLA MALEAVEL B A . — UNIDADE: mm . o D N E R - — E S 144/85 Pág. 22/24 h v tt/2 A T E R R O 1:2-1/2 -F AL UD E DO “ DNER-ES 144/85 Pág. 23/24 Css sa siso cecuesea ecc ce uvcos se. COSTS. ecevecesa coco soa eccovod ereeresjeser eres NÃO NECESSARIG — FIGURA-IB NECESSIDADE DE DEFENSAS . ATERROS FONTE=— HRB Is 18 2! 24 ALTURA DO ATERRO fm) = o. DNER-ES 144/85 Pág. 24/24 FIGURA-I9stvoo cc PSC Alo e CO CC Teor SUSUa cenenesevospo e cs co so us copo vovo cers escute sapos [e “ oe e o é -— . o o . o 2 ê Usei CETUSSSUS . ; eo : COCO OCR bceosece o, =. e DEFENSA OU SEPARADOR e ce coersess o: ê NECESSARI sz e... > CCO ntAsCo ot tas seo.e ..é senenseso escopo concooan ecebo R . CC COPOS sc TUAS. esp e“ .. na ese segu LO cce cesta . .. oC CUCA CEIA O qe oa dO |- ! .. qreocdocas. ee eevaeuço 140. e... 10 .. ». peso "7 cone cs ses DOs ve. “ese acosasciatos peco ecosces o ses vcs veia O OPCIONAL NÃO NECESSÁRIO > 3 6 9 2 IS m LARGURA DO CANTEIRO + FAIXA DE SEGURANÇA NECESSIDADE DE CANTEIROS CENTRAIS FONTE= HRB Te DEFENSAS