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TEMPLATE PADRÃO ÚNICO DO DESAFIO PROFISSIONAL 
 
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES ANTES DE COMEÇAR: 
 
Este é o template padrão único para a realização do seu Desafio Profissional. Para 
todas as disciplinas, o template será o mesmo. O que muda é a proposta do seu 
desafio. 
Portanto, para que você conheça o desafio proposto para a sua disciplina, é preciso: 
1) Acessar o seu AVA; 
2) Clicar na disciplina que será avaliada; 
3) Entrar em “Notas e Avaliações”; 
4) Clicar em “Responder Avaliação III”. 
 
Além disto, é fundamental que você faça a leitura atenta da questão na íntegra antes 
de iniciar o preenchimento deste template. 
 
Agora, vamos às etapas de realização do seu desafio profissional. 
 
ETAPA 1: Apresentação do Desafio Profissional 
Seu papel ativo nesta etapa é apenas ler tudo com atenção e entender qual solução 
(ou soluções) você apresentará ao final da atividade. Então, leia todas as orientações 
da Etapa 1 do seu Desafio Profissional. 
 
ETAPA 2: Materiais de referência (ambientação) do seu Desafio Profissional 
Nesta etapa, você deve analisar os materiais de referência e inteirar-se do conteúdo 
que o(a) professor(a) indicou para que você tenha mais segurança e conhecimento na 
hora de analisar o caso. Depois que você tiver feito a leitura e já estiver munido de 
mais informações, você deve eleger três aspectos do desafio proposto que sejam os 
mais relevantes, do seu ponto de vista, para a solução do desafio. Por exemplo: que 
estratégia inovadora foi usada? Que decisão polêmica ou uma atitude inesperada você 
localizou? Qual foi o erro do profissional que aplicou a fórmula? O que o profissional 
esqueceu de observar? Seu papel ativo nesta etapa é apontar esses três aspectos e 
justificar suas escolhas. 
 
 
Estudante, escreva aqui os três aspectos e justifique suas escolhas. Anote assim 
neste template: o que chamou atenção + por quê. 
1. Anemia hemolítica autoimune 
O que mais me chamou atenção foi o caso do paciente A, porque ele apresenta 
anemia, esferócitos, cansaço, icterícia e um aumento leve do baço. Escolhi esse ponto 
porque achei interessante entender que o sistema imunológico pode acabar atacando 
as próprias hemácias e causando a destruição delas. Isso ajuda a entender melhor por 
que o paciente apresenta esses sinais. 
2. Alteração no fator VIII 
Outra coisa que chamou minha atenção foi o caso do paciente B. Mesmo com o 
hemograma normal, ele apresenta o aPTT muito prolongado e o fator VIII muito baixo. 
Escolhi esse aspecto porque mostra que nem sempre um problema de sangramento 
vai aparecer no hemograma. Nesse caso, o problema está relacionado à coagulação e 
ajuda a explicar os hematomas e os sangramentos apresentados pelo paciente. 
3. Relacionar os exames com os sintomas 
Também achei importante observar os resultados dos exames junto com os sintomas 
de cada paciente. No paciente A, a anemia, os esferócitos, a fadiga e a icterícia 
ajudam a entender o quadro. Já no paciente B, os hematomas, os sangramentos, o 
aPTT prolongado e o fator VIII baixo estão relacionados. Escolhi esse ponto porque 
percebi que não é suficiente olhar apenas para um exame, sendo necessário analisar 
o conjunto das informações para entender melhor cada caso. 
 
 
 
 
ETAPA 3: Levantamento de conceitos teóricos 
Aqui, você deve aproximar a teoria da prática. Seu papel ativo nesta etapa é pesquisar 
conceitos, autores, teorias etc., que possibilitem a compreensão da solução do 
 
desafio. Você pode usar o seu livro da disciplina ou ainda o material apresentado na 
etapa 2. Para isto, faça uma lista comentada de conceitos-chave, cada um explicado 
em duas ou três linhas. Por exemplo: Nome do conceito → definição curta → como 
ajuda a entender o caso. Lembre-se de que é como montar uma “maleta de 
ferramentas teóricas” para usar na próxima etapa. 
 
 
1. Anemia hemolítica autoimune (AHAI) → É uma condição em que o sistema 
imunológico passa a reagir contra as próprias hemácias, levando à sua destruição. 
Esse conceito ajuda a entender o caso do paciente A, principalmente a anemia, os 
esferócitos e os sintomas apresentados. 
2. Hemólise → É a destruição das hemácias. Quando essa destruição acontece de 
forma aumentada, pode causar anemia e ajudar a explicar alguns sinais apresentados 
pelo paciente A, como a fadiga e a icterícia. 
3. Hemostasia e coagulação → São mecanismos importantes para controlar 
sangramentos e formar o coágulo. Esse conceito ajuda a entender o paciente B, pois 
ele apresenta sangramentos prolongados mesmo com as plaquetas dentro dos valores 
normais. 
4. Hemofilia A → Está relacionada à deficiência do fator VIII da coagulação. Esse 
conceito ajuda a explicar o caso do paciente B, pois ele apresenta fator VIII 
extremamente baixo, aPTT muito prolongado e hematomas após pequenos traumas. 
5. Esferócitos → São hemácias que apresentam alteração no seu formato e podem 
aparecer em situações relacionadas à destruição das hemácias. Esse conceito é 
importante para relacionar o resultado do hemograma do paciente A com a suspeita 
de anemia hemolítica autoimune. 
 
 
 
ETAPA 4: Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional 
 
Neste momento, você deve começar a construção da sua análise. É aqui que você vai 
usar sua “maleta de ferramentas” para solucionar o desafio. Seu papel ativo nesta 
etapa é aplicar cada conceito que julgue importante e conectá-lo com algo que 
acontece na situação analisada. Você fará isso por meio de uma lista de tópicos, 
respondendo: 
● Como o conceito X explica o que aconteceu na situação Y? 
● O que a teoria X nos ajuda a entender sobre o problema central? 
● Que soluções possíveis a teoria aponta (e por que elas fazem sentido)? 
 
 
No primeiro caso, o paciente A apresenta anemia, fadiga, icterícia, esferócitos e uma 
leve esplenomegalia. Juntando essas informações, é possível entender melhor a 
suspeita de anemia hemolítica autoimune. Nesse tipo de situação, o sistema 
imunológico passa a atacar as próprias hemácias, fazendo com que elas sejam 
destruídas. O livro relaciona a anemia hemolítica autoimune justamente com a ação de 
anticorpos contra as hemácias e com a hemólise. 
Os esferócitos também chamam atenção nesse caso. Eles mostram que existe uma 
alteração na forma das hemácias e aparecem relacionados às anemias hemolíticas 
autoimunes no material estudado. Por isso, esse resultado faz mais sentido quando 
analisado junto com a anemia e os outros sinais apresentados pelo paciente, e não 
como um resultado isolado. 
Já no paciente B, a situação é diferente. As plaquetas estão normais, mas o aPTT está 
muito prolongado e o fator VIII está muito baixo. Isso mostra que o problema não está 
na quantidade de plaquetas, mas em um dos fatores envolvidos na coagulação. O livro 
explica que a hemofilia A está relacionada justamente à deficiência do fator VIII. 
Isso também ajuda a entender os hematomas e os sangramentos que aparecem no 
paciente B. Como a coagulação não acontece de maneira adequada, pequenos 
traumas podem resultar em sangramentos maiores ou mais demorados. O próprio 
material apresenta hematomas e sangramentos prolongados entre as manifestações 
da hemofilia. 
 
Depois de analisar os dois casos, percebi que os exames precisam ser avaliados junto 
com os sintomas. No paciente A, os resultados apontam para um problema 
relacionado à destruição das hemácias. No paciente B, os resultados mostram uma 
alteração relacionada à coagulação. Assim, os conceitos estudados ajudam a 
interpretar cada caso de uma forma diferente e a entender melhor o motivo dos sinais 
apresentados pelos pacientes. 
 
A ETAPA 5 É A MAIS IMPORTANTE DE TODO O PROCESSO, POIS É A ETAPA 
QUE SERÁ AVALIADA! ENTÃO, PRESTE MUITA ATENÇÃO! 
 
ETAPA 5 – AVALIATIVA: Redação do produto - Memorial Analítico. 
Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, 
bem estruturado e objetivo.Seu papel ativo nesta etapa é desenvolver um Memorial 
Analítico. Este será o produto final do Desafio Profissional, que será avaliado com nota 
de zero a dez e terá peso três na média final desta disciplina. 
 
Vamos reforçar o que é um memorial analítico? É basicamente você mostrando o 
caminho que percorreu: o que leu, como interpretou, que teorias usou, que conclusões 
tirou e o que aprendeu com tudo isso. 
Para ajudar você, segue o passo a passo do que não pode faltar no Memorial Analítico 
(ordem recomendada, pois cada item fará parte da composição da sua nota): 
 
● Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) – vale 1 ponto 
● Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? – 
vale 0,5 ponto 
● Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como 
eles explicam a situação. Dê exemplos diretos e contextualizados – vale 2 
pontos 
● Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? 
Qual teoria apoia sua ideia? – vale 3 pontos 
● Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa 
experiência? – vale 2 pontos 
 
● Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 
ponto 
● Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo 
de estudo? – vale 1 ponto 
 
Checklist rápido antes de entregar: 
● Meu texto não passou de 6000 caracteres. 
● Meus conceitos fazem sentido, e não estão só “porque sim”. 
● Conectei teoria + situação. 
● Apresentei soluções plausíveis. 
● Incluí referências. 
● Mostrei que aprendi algo. 
● Tenho orgulho do que escrevi. 
Lembre-se de que este trecho deve ser copiado e colado no campo de resposta da 
questão, dentro de Notas e Avaliações. 
Lembre-se também de salvar este documento em PDF e colocá-lo como anexo à sua 
resposta. 
 
 
Ao realizar essa atividade, consegui entender melhor a relação entre a hematologia e 
a imunologia. O que mais me chamou atenção foi perceber que alterações diferentes 
podem causar problemas no sangue e que os exames precisam ser analisados junto 
com os sinais apresentados pelo paciente. No desafio, o paciente A apresenta um 
quadro que levanta a suspeita de anemia hemolítica autoimune, enquanto o paciente 
B apresenta resultados relacionados a uma alteração na coagulação. 
O desafio apresenta dois pacientes com situações diferentes. O paciente A apresenta 
anemia, esferócitos, fadiga, icterícia e aumento discreto do baço. Já o paciente B 
apresenta sangramentos e hematomas, com plaquetas normais, aPTT muito 
prolongado e fator VIII extremamente baixo. A partir dessas informações, procurei 
 
relacionar os resultados dos exames com os conteúdos estudados no livro e também 
com materiais complementares sobre as duas doenças. 
No primeiro caso, o conceito de anemia hemolítica autoimune foi o que mais ajudou na 
interpretação. O livro explica que, nessa condição, o sistema imunológico pode 
produzir anticorpos contra as próprias hemácias, levando à sua destruição. A literatura 
também mostra que a AHAI é caracterizada pela destruição das hemácias causada 
por autoanticorpos e que a investigação deve considerar os sinais de hemólise e 
exames específicos, como o teste de antiglobulina direta. 
Os esferócitos encontrados no paciente A também são importantes para a análise. O 
material da disciplina relaciona esse tipo de alteração das hemácias com anemias 
hemolíticas autoimunes. Por isso, quando considero os esferócitos junto com a 
anemia, a fadiga e a icterícia, consigo compreender melhor por que existe a suspeita 
de um processo de destruição das hemácias. 
No paciente B, o conceito que mais ajudou foi o de coagulação e hemofilia A. Mesmo 
com as plaquetas normais, o paciente apresenta aPTT muito prolongado e fator VIII 
extremamente baixo. O livro relaciona a hemofilia A à deficiência do fator VIII e mostra 
que o TTPA é uma importante prova de investigação. As diretrizes da World 
Federation of Hemophilia também destacam a importância do diagnóstico laboratorial 
e do acompanhamento adequado das pessoas com hemofilia. 
Como proposta para o paciente A, considero importante continuar a investigação para 
confirmar a causa da anemia e verificar se realmente existe um processo hemolítico 
de origem autoimune. A literatura mostra que a avaliação deve juntar os dados clínicos 
com os exames laboratoriais, principalmente aqueles que demonstram hemólise e o 
teste de antiglobulina direta. Dessa forma, não seria correto concluir a causa apenas 
observando um único resultado. 
No caso do paciente B, os resultados apresentados justificam uma investigação 
específica da coagulação, principalmente por causa do fator VIII muito baixo e do 
aPTT prolongado. O livro mostra que a identificação do fator deficiente é importante 
para diferenciar as hemofilias e definir a gravidade da doença. A literatura também 
reforça a importância do acompanhamento especializado e da reposição do fator 
quando indicada. 
 
Depois de estudar os dois casos, percebi que não é suficiente olhar para os exames 
de forma separada. É preciso juntar os resultados com os sintomas e com o conteúdo 
estudado para chegar a uma interpretação mais completa. No paciente A, os 
resultados apontam para uma possível destruição das hemácias. No paciente B, os 
resultados mostram uma dificuldade relacionada à coagulação. 
A atividade também me ajudou a perceber que a teoria fica mais fácil de entender 
quando consigo relacioná-la com uma situação real. Antes de fazer a análise, alguns 
termos pareciam apenas conteúdos para memorizar. Quando comecei a comparar os 
resultados dos pacientes com o que estava no livro, consegui entender melhor a 
função dos exames e a relação entre as doenças e suas manifestações. Durante essa 
atividade, percebi que aprendo melhor quando consigo relacionar o conteúdo com um 
caso. Tive um pouco de dificuldade no começo para interpretar alguns resultados, 
principalmente porque precisava entender o que cada alteração significava dentro do 
conjunto. Depois de voltar ao livro e pesquisar algumas referências, consegui 
organizar melhor as informações. Também percebi que ainda preciso praticar mais a 
interpretação dos exames, mas considero que essa atividade me ajudou a entender o 
conteúdo de uma maneira mais prática. 
Referências 
FRAPORTI, Liziara Silva. Hematologia e imunologia básica. Indaial: UNIASSELVI, 
2020. 
FERREIRA, Fábio Castro et al. Diagnóstico e Tratamento da Anemia Hemolítica 
Autoimune: Uma Minirrevisão. Revista Médica de Minas Gerais, v. 30, 2020. 
SHECKEL, Caleb J.; GO, Ronald S. Autoimmune Hemolytic Anemia: Diagnosis and 
Differential Diagnosis. Hematology/Oncology Clinics of North America, 2022. 
SRIVASTAVA, Alok et al. Guidelines for the Management of Hemophilia. World 
Federation of Hemophilia, 3. ed., 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
	Referências

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