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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINTER POLO SÃO JOAQUIM DA BARRA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES PRÁTICAS - TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO GABRIEL LUPI DE OLIVEIRA - RU: 5153588 PROFESSOR: FRANCISCO JABLINSKI CASTELHANO SÃO JOAQUIM DA BARRA - SP 2026 1. Levantamento de Curvas de Nível Objetivo: Traçar as curvas de nível de um terreno a partir do método da quadriculação, desenvolvendo a habilidade de interpretação visual do relevo e a compreensão da variação altimétrica do terreno a partir de cotas obtidas em pontos de uma malha regular. Desenvolvimento: Foi utilizada uma malha de quadriculação com 6 linhas (A a F) e 7 colunas (1 a 7), espaçadas a cada 5 metros, totalizando 42 pontos cotados, com valores variando de 98,061 m a 100,033 m. A partir dessas cotas, foram traçadas as curvas de nível por interpolação entre os pontos adjacentes, obtendo-se ao final 5 linhas de cotas distintas: 99,54 m (duas ocorrências, nas porções superior e à direita do terreno), 99,05 m, 98,55 m, evidenciando um terreno com relevo suave e declividade predominante no sentido das linhas A para F. Figura 1 – Curvas de nível traçadas por quadriculação (malha A–F / 1–7). 2. Método de Levantamento GNSS (PPP – Ponto Preciso) Objetivo: Compreender e aplicar a técnica de levantamento por GNSS em modo estático, utilizando o método PPP (Posicionamento por Ponto Preciso), desde a instalação do receptor em campo até o processamento dos dados coletados e a obtenção das coordenadas finais do ponto. Desenvolvimento: O receptor GNSS foi instalado sobre o marco, com a antena regulada para uma altura de 1,71 m, conforme leitura na régua/trena do laboratório virtual. Em seguida, o equipamento foi conectado ao computador para o início da coleta de dados, que foi realizada durante 1 hora no modo estático. Após a coleta, o arquivo RINEX (eco_248o.zip) foi processado no modo estático, mantendo a altura de antena de 1,71 m, resultando no Sumário do Processamento do marco ALX1 (observação código & fase, frequência L3, ângulo de elevação de 10°) e nas coordenadas finais SIRGAS do ponto, com latitude -27° 10' 37,2723", longitude -48° 31' 58,9737", altitude geométrica de 5,83 m e altitude ortométrica de 5,75 m. Figura 2 – Aferição da altura da antena do receptor GNSS (1,71 m). Figura 3 – Conexão do receptor GNSS ao computador. Figura 4 – Confirmação do tempo de coleta de dados (1 hora). Figura 5 – Processamento do arquivo RINEX (eco_248o.zip), modo estático – RU 5153588. Figura 6 – Sumário do processamento do marco ALX1. Figura 7 – Coordenadas SIRGAS finais do ponto levantado. 3. Instalação de Teodolito Eletrônico Objetivo: Demonstrar o processo de instalação correta do teodolito eletrônico e a coleta de dados topográficos com precisão, seguindo as etapas de montagem do tripé, nivelamento, centragem e regulagem final do equipamento. Desenvolvimento: A instalação seguiu cinco etapas principais: (1) colocação da sapata do tripé sobre o ponto de estação; (2) posicionamento do tripé e regulagem de sua altura, com abertura das pernas de forma equilibrada; (3) posicionamento da régua e do nível para verificação do prumo e da horizontalidade; (4) centragem do receptor/teodolito exatamente sobre o ponto marcado, utilizando o prumo ótico/laser; e (5) regulagem final do equipamento, ajustando os parafusos niveladores até a centralização completa da bolha no nível circular, garantindo a correta orientação e nivelamento do instrumento para a coleta dos dados. Figura 8 – Etapa 1: Colocação da sapata do tripé. Figura 9 – Etapa 2: Posicionamento do tripé e regulagem da altura. Figura 10 – Etapa 3: Posicionamento da régua e do nível. Figura 11 – Etapa 4: Centragem do receptor sobre o ponto – RU 5153588. Figura 12 – Etapa 5: Regulagem final do equipamento – RU 5153588.