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DIÁRIO DE CAMPO Nº 18.
SES-I- ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL-
RECONHECIMENTO DO ESPAÇO PROFISSIONAL.
Semestre-Ano: 5º-2026/1
Campo de Estágio- Secretaria Municipal de Saúde-SMS- Bagé.
Professor Regente: Luís Paulo Arena Alves. 
Supervisor Acadêmico: Joci Mara Rodrigues Colombo. 
CRESS: 14.799	REGIÃO: 10.
Supervisor de Campo: Claudete Jardim Rodrigues. 
CRESS: 12.719	REGIÃO: 10.
Estagiária: Laurinha Werkhauser.
Matrícula: 17.048.165
Atividade: Encontro com profissionais do Centro de Autismo para coletar informações para realizarmos visitas domiciliares em uma residência de usuário com deficiência do Espectro Autista. É uma visita domiciliar para acompanhamento de saúde/assistência. 
Trata-se de uma busca ativa para localizar o novo endereço do usuário João Pedro (nome fictício) que se mudou para a rua Gal Osório nº 102, no centro.
Como a família não estava em casa no momento da visita, a atividade também envolveu uma articulação comunitária (conversa com o vizinho) e uma posterior entrevista de acolhimento com a mãe sra. Élida (nome fictício). 
Para avaliar o estado comportamental da criança e a eficácia dos seus medicamentos. 
Data:18/06/2026.
Carga Horária: 5h:38min.
1- ATIVIDADES REALIZADAS:
COMO FOI FEITO- Foi realizada uma tentativa de visita residencial no novo endereço da família de João Pedro. Ao chegar ao local a equipe não encontrou a família na nova casa. No entanto um vizinho nos atendeu e nos informou que os pais haviam levado o menino João Pedro para uma consulta médica. O vizinho também esclareceu que naquele momento, eles se encontravam no Centro de Autismo. Posteriormente, em contato com a mãe do menino usuário a sra. Élida, foi possível coletar os relatos necessários para o acompanhamento do caso e entender a situação atual da criança. 
COMO FEZ- A atividade foi conduzida por meio de busca ativa territorial e entrevista posterior com a responsável. Diante da ausência da família em casa, utilizou-se a articulação comunitária (escuta do vizinho) para identificar o paradeiro e garantir que o usuário estava em atendimento especializado. Logo, após, foi realizado o diálogo com a mãe para entender o comportamento de João Pedro e os desafios no cuidado diário. 
RESULTADOS- Como resultado da ação, conseguimos atualizar o endereço residencial da família nos registros oficiais. Além disso, a conversa com a mãe trouxe dados importantes sobre o estado de saúde do menino, a sra. Élida relatou que seu filho está apresentando um comportamento muito agressivo e que demonstra muita dificuldade em lidar com limites, não aceitando a palavra ‘’NÃO’’.
Também foi informado que João Pedro faz uso de medicamentos contínuos desde os 6 anos de idade, mas a mãe acredita que os remédios atuais não estão fazendo o efeito esperado. Por fim, o resultado prático do acompanhamento foi o agendamento de uma consulta com um neuropediatra para a realização de exames complementares e reavaliação do caso. 
O QUE PENSA DO REFERIDO CASO- A partir das informações coletadas, percebe-se que a situação de João Pedro exige uma intervenção rápida e multiprofissional. O comportamento agressivo e a aparente falta de efeito nas medicações geram um desgaste muito grande para a família, em especial para a mãe que atua como cuidadora principal. A ida ao Centro de Autismo mostra que a família busca apoio, mas a queixa sobre a falta de eficácia do tratamento medicamentoso acende um alerta sobre a necessidade de revisão urgente da conduta terapêutica. 
2- ANÁLISE CRÍTICA DA ATIVIDADE- A visita domiciliar é uma ferramenta essencial para entender a realidade onde o usuário vive, mas o fato de uma família não estar em casa mostra um desafio comum no dia-a-dia profissional. A falta de agendamento prévio ou a falta de sincronia de horários. Apesar disso, a rede de apoio vizinha funcionou bem e permitiu saber que a criança estava em assistência médica, o que é ponto positivo. 
A análise do relato da mãe revela que o suporte à saúde mental da criança precisa ser revisto. Se o medicamento é usado desde os 6 anos e hoje não funciona, o organismo da criança mudou e a dosagem ou o tipo de remédio pode ser inadequado. 
O acolhimento a sra. Élida é fundamental, pois cuidar de uma criança com TEA (Transtorno do Espectro Autista) em crise de agressividade causa sobrecarga emocional na cuidadora. 
QUAL JUSTIFICATIVA DA AÇÃO- A ação justifica-se pela necessidade de monitoramento contínuo de crianças com demandas complexas de saúde, como o autismo, garantindo que o vínculo entre o serviço e a família não seja perdido após a mudança de endereço. Ir até a comunidade permite confirmar as condições de moradia e reinserir o usuário na rede de cuidados local. 
Além disso, a justificativa se dá pela urgência em acolher as queixas de agressividade e falha na medicação, evitando agravamento do quadro clínico do usuário e protegendo o bem-estar familiar. 
OBSERVAÇÃO FINAL DA SUPERVISORA DE CAMPO:
NOME: Claudete Jardim Rodrigues.
CRESS: 12.719	REGIÃO: 10.
Comentário: ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
OBSERVAÇÃO FINAL DA SUPERVISORA ACADÊMICA:
NOME: Joci Mara Rodrigues Colombo.
CRESS: 14.799	REGIÃO: 10.
Comentário: ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS-
· BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
· MINAYO, Maria Cecilia de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14.ed. São Paulo:Hucitec,2014.
 
 
 
DIÁRIO DE CAMPO Nº 
18
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SES
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I
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ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL
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RECONHECIMENTO DO ESPAÇO PROFISSIONAL
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Semestre
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Ano: 5º
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2026/1
 
Campo de Estágio
-
 
Secretaria 
Municipal de Saúde
-
SMS
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Bagé.
 
Professor Regente: Luís Paulo Arena Alves. 
 
Supervisor Acadêmico: J
o
ci Mara Rodrigues Colombo. 
 
CRESS: 14.799
 
REGIÃO: 
10
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Supervisor de Campo: Claudete Jardim Rodrigues. 
 
CRESS: 12.719
 
REGIÃO: 
10
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Estagiária: Laurinha Werkhauser.
 
Matrícula: 17.048.165
 
Ativ
idade:
 
Encont
ro
 
com 
profissionais
 
do Centro
 
de Autismo para 
coletar informações para 
reali
zarmos visitas domiciliares em 
uma
 
residência
 
de 
usuário
 
c
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deficiência
 
do Espectro 
Autista. 
 
É uma visita domiciliar para acompanhamento de saúde/assistência. 
 
Trata
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se de uma 
busca ativa
 
para localizar o novo endereço do usuário João Pedro 
(nome 
fictício) que se mudou para a rua Gal Osório nº 102, no centro.
 
Como a família não estava em ca
sa no momento da visita, a atividade também envolveu uma 
articulação comunitária
 
(conversa com o vizinho) e uma posterior 
entrevista de acolhimento 
com a mãe
 
sra. Élida (nome fictício). 
 
Para avaliar o estado comportamental da criança e a eficácia dos seus
 
medicamentos. 
 
Data:
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8
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Carga Horária: 
5
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:38
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ATIVIDADES REALIZADAS:
 
COMO FOI FEITO
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Foi
 
realizada uma tentativa
 
de visita residencial no novo endereço da 
família de João Pedro. Ao chegar ao local a equipe não encontrou a família na nova casa. 
N
o entanto um vizinho nos atendeu e nos informou que os pais haviam levado o menino 
João Pedro para uma consulta médica
. O vizinho também esclareceu que naquele 
momento, eles se encontravam no Centro de Autismo. Posteriormente,em contato com 
a mãe do menin
o usuário a sra. Élida, foi possível coletar
 
os relatos necessários para o 
acompanhamento do caso e entender a situação atual da criança. 
 
COMO FEZ
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A atividade foi conduzida por meio de busca ativa territorial e entrevista 
posterior com a responsável. Dia
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da ausência da família em casa, 
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articulação comunitária (escuta do vizinho) para identificar o paradeiro e garantir que o 
usuário estava
 
em atendimento especializado. Logo, após, foi realizado o diálogo com a 
mãe para entender o comportam
ento de João Pedro e os desafios no cuidado diário. 
 
RESULTADOS
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Como resultado da ação, conseguimos atualizar o endereço residencial 
da família nos registros oficiais. Além disso, a conversa com a mãe trouxe dados 
 DIÁRIO DE CAMPO Nº 18. 
SES-I- ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL- 
RECONHECIMENTO DO ESPAÇO PROFISSIONAL. 
Semestre-Ano: 5º-2026/1 
Campo de Estágio- Secretaria Municipal de Saúde-SMS- Bagé. 
Professor Regente: Luís Paulo Arena Alves. 
Supervisor Acadêmico: Joci Mara Rodrigues Colombo. 
CRESS: 14.799 REGIÃO: 10. 
Supervisor de Campo: Claudete Jardim Rodrigues. 
CRESS: 12.719 REGIÃO: 10. 
Estagiária: Laurinha Werkhauser. 
Matrícula: 17.048.165 
Atividade: Encontro com profissionais do Centro de Autismo para coletar informações para 
realizarmos visitas domiciliares em uma residência de usuário com deficiência do Espectro 
Autista. É uma visita domiciliar para acompanhamento de saúde/assistência. 
Trata-se de uma busca ativa para localizar o novo endereço do usuário João Pedro (nome 
fictício) que se mudou para a rua Gal Osório nº 102, no centro. 
Como a família não estava em casa no momento da visita, a atividade também envolveu uma 
articulação comunitária (conversa com o vizinho) e uma posterior entrevista de acolhimento 
com a mãe sra. Élida (nome fictício). 
Para avaliar o estado comportamental da criança e a eficácia dos seus medicamentos. 
Data:18/06/2026. 
Carga Horária: 5h:38min. 
1- ATIVIDADES REALIZADAS: 
COMO FOI FEITO- Foi realizada uma tentativa de visita residencial no novo endereço da 
família de João Pedro. Ao chegar ao local a equipe não encontrou a família na nova casa. 
No entanto um vizinho nos atendeu e nos informou que os pais haviam levado o menino 
João Pedro para uma consulta médica. O vizinho também esclareceu que naquele 
momento, eles se encontravam no Centro de Autismo. Posteriormente, em contato com 
a mãe do menino usuário a sra. Élida, foi possível coletar os relatos necessários para o 
acompanhamento do caso e entender a situação atual da criança. 
COMO FEZ- A atividade foi conduzida por meio de busca ativa territorial e entrevista 
posterior com a responsável. Diante da ausência da família em casa, utilizou-se a 
articulação comunitária (escuta do vizinho) para identificar o paradeiro e garantir que o 
usuário estava em atendimento especializado. Logo, após, foi realizado o diálogo com a 
mãe para entender o comportamento de João Pedro e os desafios no cuidado diário. 
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da família nos registros oficiais. Além disso, a conversa com a mãe trouxe dados

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