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AMERICAN American ASSOCIATION Heart of CRITICAL-CARE NURSES SAVP Sinais vitais em crianças As três tabelas abaixo são reproduções ou modificações de Hazinski MF. Children are different. In: Nursing Care of the Critically III Child. 3rd ed. Mosby; 2013:1-18, copyright Elsevier. Frequências Cardíacas Normais* Idade Frequência em vigília Frequência durante sono (batimentos/min) (batimentos/min) Neonatos 100-205 90-160 Bebê 100-180 90-160 infância 98-140 80-120 Idade pré-escolar 80-120 65-100 Idade escolar 75-118 58-90 Adolescente 60-100 50-90 *Sempre considere a faixa e o estado clínico normais do paciente. A frequência cardíaca normalmente aumenta com febre ou estresse. Frequências respiratórias normais* Idade Frequência (respirações/min) Bebê 30-53 infância 22-37 Idade pré-escolar 20-28 Idade escolar 18-25 Adolescente 12-20 *Considere a faixa normal do paciente. A frequência respiratória da criança pode aumentar na presença de febre ou estresse. Dados de Fleming S et al. Lancet. 2011;377(9770):1011-1018 Pressões arteriais normais Pressão sistólica Pressão diastólica Pressão arterial média Idade (mmHg)* (mmHg)* (mmHg)+ Nascimento (12 h,Algoritmo da abordagem sistemática de SAVP 1 Avaliação inicial (aparência, esforço respiratório, circulação [cor]) 2 Não A criança está inconsciente ou é necessária intervenção imediata? Sim 3 Grite por ajuda para alguém próximo. Acione sistema médico de emergência (se apropriado para a situação). Sem respiração normal e sem 10 A criança tem pulso 4 Sim comprometimento grave A criança respira e tem pulso? das vias aéreas, respiração ou perfusão? Sem respiração normal, com pulso Não Sim 5 Mantenha a via aérea patente. 11 Administre ventilação de resgate. Mantenha a Administre oxigênio. sequência ABC. Monitore pulso e a oximetria. Administre oxigênio conforme necessário. 6 Sim pulso está abaixo de 60/min Não Monitore com perfusão deficiente, apesar da o pulso e a oxigenação e ventilação? oximetria. 7 Se, a qualquer momento, 12 Comece a RCP identificar PCR Avaliar (compressão-vias Avaliação inicial Avaliação primária aéreas-ventilação). Avaliação secundária 8 Vá para Algoritmo de PCR em Intervir Pediatria para SBV. 9 Identificar Se houver RCE, vá para a lista de verificação de Cuidados pós-PCR. Inicie a sequência avaliar/ identificar/intervir. © 2020 American Heart Association Algoritmo da abordagem sistemática de SAVPAlgoritmo de choque séptico em pediatria 1 Identifique sinais de choque séptico Estado mental alterado (irritabilidade ou redução do nível de consciência) Frequência cardíaca alterada (taquicardia ou, menos comum, bradicardia) Temperatura alterada (febre ou hipotermia) Perfusão alterada (preenchimento capilar prolongado ou "rápido"; extremidades frias ou muito aparência pletórica, cor moteada ou possível equimose ou púrpura; diminuição do débito urinário) Hipotensão: Pode ou não estar presente Imediato (10 a 15 min) 2 Estabilização inicial Mantenha a sequência ABC. Monitoramento da frequência cardíaca, pressão arterial e oximetria de pulso. Estabelecer acesso IV/IO. Bolus de fluido: Administrar 10-20 mL/kg de bolus cristaloides isotônicos (10 mL/kg para neonatos e aqueles com comprometimento cardiovascular preexistente). Avaliar cuidadosamente após cada bolus. 3 Primeira hora Na primeira hora Coleta de sangue para cultura e estudos laboratoriais adicionais, incluindo glicemia e cálcio; não atrasar antibióticos ou fluidoterapia Antibióticos: Dar antibióticos de amplo espectro. Avaliar cuidadosamente após cada bolus. Repetir bolus de fluido, conforme necessário, para tratar choque. Parar se houver desenvolvimento de crepitações, desconforto respiratório ou hepatomegalia. Administrar antipiréticos, se necessário Metas de terapia: Melhoria no estado mental, normalização da frequência cardíaca e temperatura, pressão arterial diastólica e sistólica adequada, melhoria na perfusão (consulte 1) Não 4 Os sinais de choque persistem após a Sim administração de 40-60 mL/kg de fluidos totais ou evidências de sobrecarga volêmica? 5 6 Considere consulta Obtenha consulta para cuidados de terapia para cuidados de intensiva. terapia intensiva. Inicie e titule epinefrina ou noradrenalina. Estabilização inicial 7 Estabeleça monitoramento da pressão venosa central e intra-arterial. Continue a terapia de (conforme acima) e bolus de fluidos, conforme necessário para tratar choque. Verifique via aérea, oxigenação e ventilação adequadas. Considere hidrocortisona em dose de stress se a hemodinâmica permanecer inadequada apesar da ressuscitação adequada com fluidos e tratamento com fármacos vasoativos. Brierley J. Carcillo Choong K. et al. Clinical practice parameters for hemodynamic support of pediatric and neonatal septic shock: 2007 update from the American College of Critical Care Crit Care Med. Kissoon N. Orr RA, Carcillo JA. Updated American College of Critical Care Medicine-pediatric advanced life support guidelines for management of pediatric and neonatal septic shock: relevance to the emergency care clinician. Pediatr Emerg © 2020 American Heart Association Algoritmo de choque séptico em pediatriaMedicamento Indicações/dosagens Adenosina TSV 0,1 mg/kg IV/IO em aplicação rápida (máx. 6 mg), segunda dose 0,2 mg/kg IV/IO em aplicação rápida (máx. 12 mg) Albuterol Asma, anafilaxia (broncoespasmo), hipercalemia IDM: 4 a 8 aspirações via inalação a cada 20 minutos, quando necessário, com espaçador (ou ET, se intubado) Nebulizador: 2,5 mg/dose (peso 20 kg) via inalação a cada 20 minutos, quando necessário Nebulizador contínuo: 0,5 mg/kg por hora via inalação (máx. 20 mg/h) Amiodarona TSV, TV (com pulso) 5 mg/kg IV/IO em dose de ataque por 20 a 60 minutos (máx. 300 mg), repetir até a dose máxima diária de 15 mg/kg (2,2 g em adolescentes) Parada sem pulso (isto é, FV/TV sem pulso) 5 mg/kg IV/IO por bolus (máx. 300 mg), repetir até a dose máxima diária de 15 mg/kg (2,2 g em adolescentes) Bicarbonato de Acidose metabólica (grave), hipercalemia sódio 1 mEq/kg IV/IO em bolus lento Overdose de bloqueadores de canais de sódio (p.ex., antidepressivos tricíclicos) Bolus de 1 a 2 mEq/kg IV/IO até que o pH sérico seja >7,45 (7,50 a 7,55 para envenenamento grave), seguido de infusão IV/IO de 150 mEq de solução NaHCO3/L titulada para manter a alcalose Brometo de Asma ipratrópio 250 a 500 mcg via inalação a cada 20 minutos, quando necessário, 3 doses Cloreto de cálcio a Hipocalcemia, hipercalemia, hipermagnesemia, overdose de bloqueadores dos canais 10% de cálcio 20 mg/kg (0,2 mL/kg) por bolus IV/IO lento durante a PCR, repetir quando necessário Dexametasona Laringite aguda (crupe) 0,6 mg/kg VO/IM/IV (máx. 16 mg) Asma 0,6 mg/kg VO/IM/IV a cada 24 horas (máx. 16 mg) Dextrose (glicose) Hipoglicemia 0,5 a 1 g/kg IV/IO (D25W 2 a 4 mL/kg; D10W 5 a 10 mL/kg) Epinefrina Parada sem pulso, bradicardia (sintomática) 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração 0,1 mg/mL) IV/IO a cada 3 a 5 minutos (dose única máx. 1 mg) 0,1 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração 1 mg/mL) ET a cada 3 a 5 minutos Choque hipotensivo Infusão de 0,1 a 1 mcg/kg por minuto IV/IO (considere doses mais altas, se necessário) Anafilaxia Autoinjetor IM 0,3 mg (para pacientes com peso ≥30 kg) ou autoinjetor IM júnior 0,15 mg (para pacientes de 10 a 30 kg) 0,01 mg/kg (0,01 mL/kg na concentração de 1 mg/mL) IM a cada 15 minutos, quando necessário (dose única máx. 0,3 mg) 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração padrão 0,1 mg/mL) IV/IO a cada 3 a 5 minutos (dose única máx. 1 mg) se hipotenso 0,1 a 1 mcg/kg por minuto IV/IO por infusão se a hipotensão persistir, apesar dos fluidos e injeção IM Asma 0,01 mg/kg (0,01 mL/kg da concentração 1 mg/mL) por via subcutânea a cada 15 minutos (máx. 0,3 mg ou 0,3 mL) Laringite aguda (crupe) 0,25 a 0,5 mL de solução racêmica (2,25%) misturada em 3 mL de SF via inalação 3 mg (3 mL da concentração de 1 mg/mL) de epinefrina misturada com 3 mL de SF (que rende 0,25 mL de solução de epinefrina racêmica) via inalação Etomidato ISR 0,2 a 0,4 mg/kg IV/IO infundidos durante 30 a 60 segundos (máx. 20 mg) produzirão sedação rápida por pelo menos 10 a 15 minutosGluconato de cálcio Hipocalcemia, hipercalemia, hipermagnesemia, overdose de bloqueadores dos canais de cálcio 60 mg/kg (0,6 mL/kg) por bolus IV/IO lento durante a PCR, repetir quando necessário Hidrocortisona Insuficiência suprarrenal 2 mg/kg IV por bolus (máx. 100 mg) Lidocaína FV/TV sem pulso, taquicardia de complexo largo (com pulso) 1 mg/kg IV/IO por bolus Manutenção: infusão IV/IO de 20 a 50 mcg/kg por minuto (repita a dose de bolus se a infusão for iniciada mais de 15 minutos após o tratamento com bolus inicial) 2 a 3 mg/kg ET Metilprednisolona Asma (estado de mal asmático), choque anafilático Ataque: 2 mg/kg IV/IO/IM (máx. 60 mg); use apenas sal acetato IM Manutenção: 0,5 mg/kg IV/IO a cada 6 horas (máx. 120 mg/d) Milrinona Disfunção miocárdica e RVS/RVP aumentada Dose de ataque: 50 mcg/kg IV/IO durante 10 a 60 minutos seguida por 0,25 a 0,75 mcg/kg por minuto por infusão IV/IO Naloxona Reversão narcótica (opiácea) Reversão total necessária (para toxicidade narcótica decorrente de overdose): 0,1 mg/kg bolus IV/IO/IM/SC a cada 2 minutos, quando necessário (máx. 2 mg) Reversão total não necessária (por exemplo, para depressão respiratória associada ao uso narcótico terapêutico): 1 a 5 mcg/kg IV/IO/IM/SC; titular para o efeito desejado Manter reversão: 0,002 a 0,16 mg/kg por hora via infusão IV/IO Nitroglicerina Insuficiência cardíaca, choque cardiogênico Inicie a infusão IV/IO em 0,25 a 0,5 mcg/kg por minuto; titule em 1 mcg/kg por minuto a cada 15 a 20 minutos, conforme tolerado. A faixa de dosagem típica é 1 a 5 mcg/kg por minuto (máx. 10 mcg/kg por minuto) Em adolescentes, comece com 5 a 10 mcg por minuto (não por quilograma por minuto) e aumente até o máx. de 200 mcg por minuto Nitroprussiato Choque cardiogênico (isto é, associado à alta RVS), hipertensão grave Dose inicial de 0,3 a 1 mcg/kg por minuto; em seguida, titule até 8 mcg/kg por minuto, quando necessário Noradrenalina Choque hipotensivo (geralmente distributivo) (isto é, baixa RVS e refratário a fluidos) 0,05 a 2 mcg/kg por minuto em infusão IV/IO; titular até o efeito desejado Prostaglandina Doença cardíaca congênita dependente do canal arterial (todas as formas) (PGE1) 0,05 a 0,1 mcg/kg por minuto em infusão IV/IO inicialmente, em seguida, 0,01 a 0,05 mcg/kg por minuto IV/IO Sulfato de atropina Bradicardia (sintomática) 0,02 mg/kg IV/IO (dose máxima única de 0,5 mg), é possível repetir a dose uma vez a cada 3 a 5 minutos, dose total máx. de 1 mg para crianças e de 3 mg para adolescentes 0,04 a 0,06 mg/kg ET Sulfato de Asma (estado de mal asmático), torsades de pointes, hipomagnesemia magnésio 25 a 50 mg/kg IV/IO por bolus (máx. (TV sem pulso) ou durante 10 a 20 minutos (TV com pulso) ou infusão lenta durante 15 a 30 minutos (estado de mal asmático) Vasopressina Hipotensão resistente a catecolaminas Infusão contínua de 0,0002 a 0,002 unidade/kg por minuto (0,2 a 2 miliunidades/kg por minuto)Fita de ressuscitação pediátrica codificada por cor e baseada no comprimento Zona 3 kg 4 kg 5 kg Rosa Vermelho Roxo Amarelo Branco Azul Laranja Verde sem cuff 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 N/A N/A (mm) com cuff 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 (mm) Ponta do lábio 9-9,5 9,5-10 10-10,5 10-10,5 10,5-11 11-12 12,5-13,5 14-15 15,5-16,5 17-18 18,5-19,5 (cm) Aspiração (F) 8 8 8 8 8 8 10 10 10 10 12 Lâmina de 1 reta 1 reta 1 reta 1 reta 1 reta 1 a 1,5 reta 2 reta ou 2 reta ou 2 reta ou 2 3 reta amplitude L curva curva curva ou curva ou curva Estilete 6F 6F 6F 6F 6F 6F 10 F VAO (mm) 50 50 50 50 50 60 60 60 70 80 80 VAN (F) 14 14 14 14 14 18 20 22 24 26 26 Dispositivo 450 450 450 450 450 450 450 450-750 750-1000 750-1000 1000 bolsa-válvula- máscara (mínimo em mL) Detector de Ped Ped Ped Ped Ped Ped Ped Adulto Adulto Adulto Adulto LMA 1 1 1 1,5 1,5 2 2 2 2-2,5 2,5 3 Volume corrente 20-30 24-40 30-50 40-65 50-85 65-105 80-130 100-165 125-210 160-265 200-330 (mL) Frequência 20 a 20 a 20 15 a 15 a 15 a 12 a 12 a 12 a 25/min 25/min 25/min 25/min 25/min 25/min 25/min 25/min 20/min 20/min 20/min Abreviações: F, Francês; LMA, via aérea de máscara laríngea; Ped, pediátrico; TET, tubo endotraqueal; VAN, via aérea nasofaríngea; VAO, via aérea orofaríngea. Adaptado de Pediatric Emergency Tape. Distribuído por Armstrong Medical Industries, Lincolnshire, IL. Copyright 2019 Vital Signs Inc. Cortesia © Becton, Dickinson and Company. Reimpresso com permissão.Algoritmo de PCR pediátrica 1 Inicie a RCP Qualidade da RCP Inicie a ventilação com bolsa-máscara e forneça oxigênio Comprima com força (≥ do Coloque diâmetro torácico anteroposterior) e rapidez (de 100 a 120/min) e aguarde o retorno total do tórax Minimize as interrupções nas Sim Não compressões Ritmo Alterne responsáveis pelas chocável? compressões a cada 2 minutos ou antes, em caso de cansaço 2 9 Se estiver sem via aérea FV/TVSP Assistolia/AESP avançada, relação compressão- ventilação de 15:2 Se houver via aérea avançada: administre compressões contínuas e ventilação a cada 2-3 3 Choque Epinefrina segundos imediatamente Carga do choque para 4 10 desfibrilação RCP 2 min RCP 2 min Primeiro choque 2 J/kg Acesso IV/IO Acesso IV/IO Segundo choque 4 J/kg Epinefrina a cada 3 a 5 min Choques posteriores ≥ 4 J/kg, Considere via aérea máximo de 10 J/kg ou dose para avançada e capnografia adulto Não Ritmo Tratamento medicamentoso chocável? Dose IV/IO de epinefrina: Sim 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da Sim Ritmo concentração de 0,1 mg/mL). chocável? Dose máxima de 1 mg. 5 Choque Repita a cada 3 a 5 minutos. Se não tiver acesso IV/IO, pode-se Não administrar dose endotraqueal: 6 0,1 mg/kg (0,1 mL/kg da RCP 2 min concentração 1 mg/mL). Dose IV/IO de amiodarona: Epinefrina a cada 3 a 5 min Considere via aérea avançada 11 bolus de 5 mg/kg durante PCR. RCP 2 min Pode ser repetida em um total de até 3 doses para FV/TV sem pulso Trate causas reversíveis refratária ou Ritmo Não Lidocaína, dose IV/IO: chocável? inicial: dose de ataque de 1 mg/kg Não Sim Ritmo Sim Via aérea avançada chocável? Intubação endotraqueal ou via 7 Choque aérea supraglótica avançada Capnografia com forma de onda ou capnometria para confirmar e 8 monitorar o posicionamento do RCP 2 min tubo ET Amiodarona ou lidocaína Causas reversíveis Trate causas reversíveis Hipovolemia Hipóxia Hidrogênio íon (acidemia) 12 Hipoglicemia Se não houver sinal de retorno da Vá para 7. Hipo/hipercalemia circulação espontânea (RCE), vá para 10 Hipotermia Se houver RCE, vá para a lista de Pneumo'T'órax hipertensivo Tamponamento, cardíaco verificação de cuidados pós-PCR Toxinas Trombose, pulmonar Trombose, coronária © 2020 American Heart Association Algoritmo de PCR pediátrica Tamanho estimado do tubo endotraqueal A fórmula para estimar tamanho adequado do tubo endotraqueal (diâmetro interno [d.i.]) para crianças de 2 a 10 anos de idade, com base na idade da criança: Tamanho do tubo endotraqueal sem cuff (d.i. em mm) = (idade em anos/4)+4 A fórmula para a estimativa do tamanho de um tubo endotraqueal com cuff é a seguinte: Tamanho do tubo endotraqueal com cuff (d.i. em mm) = (idade em anos/4)+3,5 A pressão habitual de insuflação do cuff deve serAlgoritmo de bradicardia pediátrica com pulso 1 Paciente com bradicardia Comprometimento 2 cardiopulmonar? Não Estado mental agudamente alterado Sinais de choque Hipotensão Sim 9 3 Mantenha a Avaliação e suporte sequência ABC Mantenha as vias aéreas patentes Considere oxigênio Ajude na respiração com ventilação Observe com pressão positiva e oxigênio, ECG de 12 eletrodos conforme necessário Identifique e trate as Monitor cardíaco para identificar causas subjacentes ritmo; monitore pulso, a pressão arterial e a oximetria 4 Inicie a RCP, se FC1 Avaliação e suporte iniciais Doses/detalhes Mantenha as vias aéreas patentes e auxilie Cardioversão a respiração, conforme necessário sincronizada Administre oxigênio Comece com 0,5 a 1 J/ Monitor cardíaco para identificar ritmo; monitore se ineficaz, aumente pulso, a pressão arterial e a oximetria para 2 J/kg. Aplique Acesso IV/IO sedação, se necessário, ECG de 12 eletrodos, se disponível mas não atrase a cardioversão. 3 Provável taquicardia 2 Tratamento sinusal se medicamentoso Ondas P presentes/normais Avalie ritmo com ECG Intervalo RR variável de 12 eletrodos ou monitor. Dose IV/IO de adenosina Bebês: frequência Primeira dose: bolus geralmente 0,09 s) 0,09 s) (> 0,09 s) Avalie a duração Avalie a duração do QRS. do QRS. 7 9 12 15 Provável taquicardia Possível taquicardia Provável taquicardia Possível taquicardia supraventricular ventricular supraventricular ventricular Ondas P ausentes/anormais Ondas P ausentes/anormais Intervalo RR não variável Intervalo RR não variável Bebês: frequência Bebês: frequência geralmente ≥ 220/min 10 geralmente ≥ 220/min 16 Crianças: frequência Cardioversão Crianças: frequência Se ritmo for regular geralmente ≥ 180/min sincronizada geralmente ≥ 180/min e QRS monomórfico, Histórico de alterações É recomendável Histórico de alterações considere adenosina. abruptas na frequência consultar um abruptas na frequência especialista, antes de realizar 8 tratamento 13 17 Se houver acesso IV/IO, medicamentoso Considere Recomenda- administre adenosina adicional. manobras vagais. se consultar um ou especialista. Se acesso IV/IO não estiver disponível, ou se a adenosina for ineficaz, 14 execute a cardioversão Se houver acesso sincronizada IV/IO, administre adenosina. © 2020 American Heart Association Algoritmo de taquicardia pediátrica com pulsoAlgoritmo de SAVP para tratamento do choque após RCE 1 Otimizar ventilação e oxigenação Titule FIO₂ para manter a saturação de oxi-hemoglobina em 94%-99% (ou de acordo com estado do paciente); se possível, descontinue se a saturação for 100%. Considere colocação de via aérea avançada e capnografia com forma de onda. Se possível, busque um PCO₂ apropriado ao estado do paciente e restrinja a exposição à hipercapnia ou hipocapnia intensa. 2 3 Avalie se há choque persistente Possíveis fatores e trate-o causais Identifique e trate fatores causais. Hipovolemia Considere bolus de 20 mL/kg EV/IO Hipóxia de cristaloide isotônico. Considere de hidrogênio bolus menores (p.ex., 10 mL/kg), se (acidose) houver suspeita de função cardíaca Hipoglicemia comprometida. Hipo/hipercalemia Considere a necessidade de suporte Hipotermia inotrópico e/ou vasopressor para Pneumotórax choque refratário a fluido. hipertensivo Tamponamento, cardíaco Toxinas Trombose, pulmonar Trombose, coronária Trauma 4 5 Choque Choque hipotensivo normotensivo Epinefrina Epinefrina Noradrenalina Milrinona* 6 Monitore e trate agitação e convulsões. Monitore e trate hipoglicemia. Avalie a gasometria, os eletrólitos séricos e cálcio no sangue. Se paciente permanecer comatoso após a ressuscitação de uma PCR, mantenha controle direcionado da temperatura, incluindo tratamento agressivo da febre. Considere consultar um centro de tratamento terciário e transportar paciente para esse local. *A milrinona pode causar hipotensão. Portanto, seu uso e início geralmente devem ser reservados a pessoas com experiência em seu uso, início e efeitos colaterais (p.ex., equipe de UTI). © 2020 American Heart Association Algoritmo de SAVP para tratamento do choque após RCE Estimativa das Necessidades de Fluido de Manutenção Bebês 20 kg: 60 mL/kg por hora + 1 mL/kg por hora para cada kg acima de 20 kg Exemplo: Para uma criança de 28 kg, velocidade de infusão de fluido estimada de manutenção 60 mL por hora + (1 mL/kg por hora 8 kg) = 68 mL por hora Após a estabilização inicial, ajuste a taxa e a composição dos fluidos intravenosos segundo estado clínico e estado de hidratação do paciente. Em geral, forneça uma infusão contínua de solução contendo dextrose para bebês. Evite soluções hipotônicas em crianças criticamente enfermas; para a maioria dos pacientes, use fluido isotônico, como solução salina normal (0,9% NaCI) ou solução de Ringer- Lactato com ou sem dextrose, segundo 0 estado clínico da criança.Componentes dos cuidados pós-PCR Componentes dos cuidados pós-PCR Verificar Oxigenação e ventilação Meça a oxigenação e tenha como meta a normoxemia entre 94% e 99% (ou a saturação de oxigênio normal/adequada da criança). Meça e tenha como meta uma Paco, adequada para o quadro subjacente do paciente e limite a exposição à hipocapnia ou hipercapnia grave. Monitorização hemodinâmica Defina metas hemodinâmicas específicas durante os cuidados pós-PCR e revise diariamente. Monitore com telemetria cardíaca. Monitore a pressão arterial. Monitore o lactato sérico, o débito urinário e a saturação de oxigênio venoso central para ajudar a orientar os tratamentos. Use bolus de fluidos parenterais com ou sem inotrópicos ou vasopressores para manter a pressão arterial sistólica maior que o quinto percentil para idade e sexo. Controle direcionado da temperatura Meça e monitore continuamente a temperatura central. Evite e trate a febre imediatamente depois da PCR e durante o reaquecimento. Se o paciente estiver comatoso, aplique o controle direcionado de temperatura (32°C a 34° C) seguido por (36° c a ou apenas controle direcionado de temperatura a 37,5° C). Evite os calafrios. Monitore a pressão arterial e trate a hipotensão durante o reaquecimento. Neuromonitoramento Se o paciente tiver encefalopatia e os recursos estiverem disponíveis, monitore com eletroencefalograma contínuo. Trate as convulsões. Considere exames de imagens do cérebro logo no início para diagnosticar as causas tratáveis da PCR. Eletrólitos e glicose Meça a glicemia e evite a hipoglicemia. Mantenha os eletrólitos nas faixas normais para evitar possíveis arritmias potencialmente fatais. Sedação Trate com sedativos e ansiolíticos. Prognóstico Sempre considere várias modalidades (clínicas e outras) em vez de um único fator preditivo. Lembre-se de que as avaliações podem ser modificadas por controle direcionado de temperatura ou por hipotermia induzida. Considere eletroencefalograma em conjunto com outros fatores no período de 7 dias depois da PCR. Considere exames de imagens neurológicas, como ressonância magnética, durante os primeiros 7 dias.