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Epidemiologia e Saúde 
Pública
PROF. DR. THIAGO ALBUQUERQUE VIRAÇÃO
thiago.viracao@docente.unip.br
Conceitos de Saúde e de doença
Saúde
OMS - “Saúde é um completo estado de bem estar físico, mental e social, e não meramente
ausência de doença” (1948)
Saúde
Resultante das condições de:
Saúde
Habitação
Cultura, 
esporte e lazer
Transporte
Saneamento e 
meio ambiente
Acesso a 
serviços de saúde
Educação
Trabalho e
renda
Alimentação
Previdência e
assistência social
VIII Conferência Nacional de Saúde em 1986
 “Ausência de doença”
ou inversamente conceituada como 
 “Falta ou perturbação da saúde”
 Informação sobre a falta da saúde é mais frequentemente utilizada
(coeficientes de morbidade ou mortalidade)
Saúde
 Ao invés de considerar saúde e doença como
presença/ausência devemos entender que:
Trata-se de um processo no qual o ser humano 
passa por múltiplas situações, que exigem de seu 
meio interno um trabalho de sucessivas 
compensações e adaptações.
Saúde e doença
História Natural 
da Doença
Conjunto de processos interativos
compreendendo as inter-relações do
agente, do suscetível (ou hospedeiro) e do
meio ambiente que afetam o processo
global e seu desenvolvimento, desde as
primeiras forças que criam o estímulo
patológico no meio ambiente, ou em
qualquer outro lugar, passando pela
resposta do homem ao estímulo, até as
alterações que levam a um defeito,
invalidez, recuperação ou morte.
História Natural da Doença
Determinantes:
Físico-químicos (temperatura, 
umidade)
Biológicos (acidentes, infecções)
Sociais/Econômicos 
(comportamento, organização 
social, renda)
Biológicos (microrganismos)
Químicos (mercúrio, álcool, 
medicamentos)
Físicos (mecânicos, térmicos 
radiação)
Nutricionais (carência, 
excessos)
Idade, sexo/gênero, estado 
civil, ocupação, escolaridade, 
características genéticas, 
história patológica pregressa, 
estado imunológico, estado 
emocional
Fatores 
hospedeiro
Agentes
Fatores 
ambientais
Sexo (M>F)  LDL-Col
 Acesso a 
comidas não 
saudáveis
Idade  HDL-Col Tabaco 
Sedentarismo Tabagismo
Disponibilidade 
de cigarros
Obesidade HAS
Determinantes da doença 
coronariana
 O curso da doença no organismo é uniforme?
 As doenças progridem segundo alguns padrões (cinco categorias)
Padrões de progressão da doença
 Duas óticas principais:
 Demanda espontânea do paciente que procura um serviço
de saúde
 Observação de um número suficiente de pacientes produzir
detalhes que permitam expressar a evolução do processo
 Descrever o curso clínico
 Pesquisa da doença na comunidade (por rastreamento)
 Busca ativa de pacientes na comunidade por meio de inquéritos
populacionais
 Permite detectar o período pré-patológico
Como é descrita a história natural das 
doenças
História natural dos processos mórbidos no homem
Adaptado de Leavell e Clark (1976)
PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO PERÍODO PATOGÊNICO
Curso da doença no organismo humano
Interação de agentes
mórbidos, o hospedeiro
humano e os fatores ambientais
Antes de o indivíduo
adoecer
---------------------
Doença
precoce
discernível
Doença
avançada
Convalescença
Alterações 
precoces
Fase de 
suscetibilidade
Fase patológica
Pré-clínica
Fase clínica Fase 
residual
Morte
Invalidez
Cronicidade
Limiar clínico
Recuperação
1. Pré-patogênese: Quando as manifestações patológicas ainda não se
manifestaram (natureza física, química, biológica, nutricional ou genética).
2. Patogênese: Quando os processos patológicos já se encontram ativos.
Agentes físicos e químicos:
- Radiações ionizantes (efeitos carcinogênicos)
- Mutações genéticas e anomalias cromossômicas
- Má formações e disfunções mentais.
Biopatógenos:
- Bioagentes com ação direta sobre o meio interno do corpo humano, são em
grande número, difundindo-se por todo o planeta
Evolução dos processos patológicos 
em dois períodos
Adaptado de Leavell e Clark (1976)
PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO
PERÍODO PATOGÊNICO
Curso da doença no organismo humano
Interação de agentes
mórbidos, o hospedeiro
humano e os fatores ambientais
Antes de o indivíduo
adoecer
---------------------
Doença
precoce
discernível
Doença
avançada
Convalescença
Alterações 
precoces
Fase de 
suscetibilidade
Fase patológica
Pré-clínica
Fase clínica Fase 
residual
Morte
Invalidez
Cronicidade
Limiar clínico
Recuperação
História natural em gestação: 
Ainda não há a doença 
propriamente dita, mas, já 
existem condições que 
favorecem seu aparecimento.
Fatores potencialmente 
causadores da doença
História natural dos processos mórbidos no homem
 NEM TODOS APRESENTAM O MESMO RISCO DE ADOECER
 Do ponto de vista epidemiológico:
 As pessoas não nascem iguais e nem vivem iguais
 Hábitos diferentes que facilitam ou dificultam a ocorrência de danos à saúde
FATORES DE RISCO OU DE PROTEÇÃO
Fase Inicial (ou de susceptibilidade):
História Natural da Doença
É importante o conhecimento dos fatores causais dos agravos à saúde, 
tais como detalhes sobre os agentes causadores, fatores de risco, 
intensidade das exposições, suscetibilidade do organismo frente 
às agressões e as condições do ambiente onde estas situações 
ocorrem.
Ex.: conhecimento do “barbeiro” na etiologia da doença de Chagas
Adaptado de Leavell e Clark (1976)
PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO PERÍODO PATOGÊNICO
Curso da doença no organismo humano
Interação de agentes
mórbidos, o hospedeiro
humano e os fatores ambientais
Antes de o indivíduo
adoecer
---------------------
Doença
precoce
discernível
Doença
avançada
Convalescença
Alterações 
precoces
Fase de 
suscetibilidade
Fase patológica
Pré-clínica
Fase clínica Fase 
residual
Morte
Invalidez
Cronicidade
Limiar clínico
Recuperação
Ainda está no estágio de 
ausência de 
sintomatologia, embora o 
organismo já apresente 
alterações patológicas 
(screening);
História natural dos processos mórbidos no homem
 Desde o início do processo patológico até o aparecimento de sintomas e
sinais da doença;
 Pode ter curso subclínico e evoluir para a cura ou progredir para a fase
seguinte.
 Ex.: Hipertensão arterial sistêmica – HAS
Fase patológica Pré-clínica
 Predispõem o organismo à ação subsequente
de outros agentes patógenos.
 Má nutrição → Ação patogênica do bacilo da
tuberculose
 ↑Colesterol → Doença coronariana
 Fatores genéticos → Diminuição das defesas
orgânicas
Interação agente e suscetível
Adaptado de Leavell e Clark (1976)
PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO PERÍODO PATOGÊNICO
Curso da doença no organismo humano
Interação de agentes
mórbidos, o hospedeiro
humano e os fatores ambientais
Antes de o indivíduo
adoecer
---------------------
Doença
precoce
discernível
Doença
avançada
Convalescença
Alterações 
precoces
Fase de 
suscetibilidade
Fase patológica
Pré-clínica
Fase clínica Fase 
residual
Morte
Invalidez
Cronicidade
Limiar clínico
Recuperação
Ao 
manifestar-se 
clinicamente, 
a doença já se 
encontra em 
estágio 
avançado
História natural dos processos mórbidos no homem
 Os graus de acometimento diferem podendo ser:
 Leve;
 Mediano;
 Grave (de evolução agudo ou crônico)
 A percepção do limiar clínico varia:
 natureza da doença;
 características do paciente;
 condições de observação e capacidade do observador;
 tecnologia empregada e como é utilizada
Fase patológica Clínica
Conhecer a doença
Adotar critérios diagnósticos
Tratamentos condizentes
Detectar e interromper o processo já instalado no organismo, e se possível, 
fazê-lo regredir
Fase patológica Clínica
Adaptado de Leavell e Clark (1976)
PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO PERÍODO PATOGÊNICO
Curso da doença no organismo humano
Interação de agentes
Mórbidos, o hospedeiro
Humano e os fatores ambientais
Antes de o indivíduo
adoecer
---------------------
Doença
precoce
discernível
Doença
avançada
Convalescença
Alterações 
precoces
Fase de 
suscetibilidade
Fase patológica
Pré-clínica
Fase clínica Fase 
residual
Morte
InvalidezCronicidade
Limiar clínico
Recuperação
História natural dos processos mórbidos no homem
 Doença não evoluiu para a morte nem foi curada, ocorrem as sequelas
da mesma.
 Paciente fumante
 desenvolveu um quadro de DPOC,
 evoluiu para a insuficiência respiratória
 passa a apresentar severa limitação funcional (fase de incapacidade residual)
Fase residual
 Determinar quão doente está a minha população
 Estabelecer em qual fase da doença os indivíduos se encontram
 Diferentes formas de prevenir
A representação de doença assim caracterizada é usada para 
realçar que quando a doença se manifesta clinicamente, não 
deve ser tomada como um fato brusco nem isolado. 
Qual a importância do estudo da 
HND?
 Infarto Agudo do Miocárdio – IAM
 Processo que teve seu início muito antes ao evento, e que pode estar
relacionado a vários fatores:
 Hereditariedade
 Comportamentais
 Ambientais diversos
Qual a importância do estudo da 
HND?
 Doenças endêmicas
 Evolução de forma indeterminada da doença de Chagas.
 Em São Felipe (BA), foi realizada pesquisa sobre o prognóstico de 400
chagásicos, detectados na forma indeterminada da doença.
 Após 10 anos do exame inicial:
 Maioria permanecia assintomática;
 96 indivíduos - evolução para clínica da doença;
Qual a importância do estudo da 
HND?
 medidas preventivas utilizadas para evitar as doenças ou suas
consequências
 Inespecíficas
 “gerais” ou “amplas” têm o objetivo de promover o bem estar das pessoas
(estratégia de massa)
 Específicas
 “restritas” incluem as técnicas próprias para lidar com cada dano à saúde em
particular (estratégia para grupo específico
Prevenção
 Meados do século XX – proposta da separação das medidas
 Prevenção Primária, Secundária e Terciária
Prevenção
 Primária: aplicadas em fase anterior ao início biológico da doença
(período pré-patogênico);
 Visa desenvolver atividades para a manutenção da saúde, isto é
prevenção da ocorrência e redução da incidência de doenças. Tem o
objetivo de evitar novos casos de agravo à saúde.
 Ex: educação para saúde, saneamento ambiental, imunizações
Prevenção
 Secundária: direcionada ao período
patogênico:
 Objetivo: controlar a ocorrência da
doença, reduzir consequências mais graves
da doença através de diagnóstico
precoce
 Ex: Prescrição de antibióticos para doenças
infecciosas ou rastreamento de câncer de
cólon de útero
Prevenção
 Terciária: medidas relacionadas com a fase residual,
com o intuito de prevenir deterioração ainda maior no
estado clínico (reabilitação).
 Objetivo: amenizar o processo de incapacitação e
promover adaptação do paciente à sociedade
(desenvolver a capacidade residual do indivíduo).
Prevenção
PRIMÁRIA (promoção 
de saúde -
inespecífica)
Objetivo: aproximar o grau de saúde do
homem próximo ao ótimo ideal.
Prevenção de doenças ou de um grupo de
doenças → PROMOÇÃO DE SAÚDE
PRIMÁRIA
Proteção 
específica
Ligado ao impedimento do aparecimento
de uma determinada afecção.
SECUNDÁRIA
(Diagnóstico e 
Tratamento 
Precoce)
Identificar o processo patológico, ainda em 
seu início, antes mesmo do aparecimento de 
sintomas. Ex: Pesquisa do bacilo da 
tuberculose no escarro. Iniciar tratamento 
caso se identifique problema.
SECUNDÁRIA
(Limitação do 
dano)
Identificar a doença, limitar sua extensão e retardar
o aparecimento de novas complicações.
Nível semelhante com o anterior, porém, neste caso,
a doença já apresenta sinais e sintomas que indicam
a sua presença.
TERCIÁRIA 
(Reabilitação)
A finalidade é estimular o potencial residual do
organismo após ter sido afetado por uma
doença.
Objetivo: desenvolver condições para que o
indivíduo consiga levar uma vida útil e
produtiva (suporte físico, mental e social que
ajude na reintegração deste indivíduo à
sociedade).
Ex: Fase crônica
PERÍODO PRÉ-PATOLÓGICO PERÍODO PATOLÓGICO
Interação de fatores Alterações Primeiros Doença Convalescença
precoces sintomas avançada 
Promoção Proteção Diagnóstico e
da saúde específica tratamento limitação Reabilitação
precoces do dano
PREVENÇÃO PREVENÇÃO PREVENÇÃO
PRIMÁRIA SECUNDÁRIA TERCIÁRIA
MEDIDAS PREVENTIVAS
Leavell e Clak (1976)
Quadro 3. Níveis de aplicação das medidas preventivas
Período pré patogênico Período patogênico
Precoce Avançada Defeito
• Educação
• Nutrição e 
adequação
• Habitação, 
vestuário
• Trabalho e 
lazer
• Desenvolvim
ento da 
personalida
de
• Educação 
sexual
• Imunização
• Profilaxia 
medicamento
sa
• Saneamento 
ambiental
• Proteção 
contra riscos 
ocupacionais 
e 
carcinógenos
• Não 
exposição a 
alergênicos e 
agentes 
tóxicos.
• Exames 
periódicos
• Levantament
os ocasionais
• Métodos 
educativos 
para 
diagnóstico 
precoce e sua 
viabilização
• Tratamento 
adequado
• Busca de 
casos
• Recursos 
hospitalares
• Educação do 
público e 
empregadores 
para utilização 
dos reabilitados
• Laborterapia
• Educação e 
conscientizaçã
o quanto a 
preconceitos 
relativos a 
certas doenças
1o nível
Promoção da 
saúde
2o nível
Proteção 
específica
3o nível 
Diagnóstico e 
tratamento 
precoces
4o nível
Limitação da 
incapacidade
5o nível
Reabilitação
Fase de prevenção primária Fase de prevenção secundária Fase de 
prevenção 
terciária
SUB NÍVEIS DE ATENÇÃO À SAÚDE
As três fases de prevenção – primária, secundária e terciária, desdobram-se em cinco níveis, como
esquematizado no quadro 3.
Para cada nível existem muitas formas de atuação, como exemplificado no quadro abaixo.
Quadro 4. Relação de medidas ou ações de saúde distribuídas em cinco níveis de
prevenção.
1. PROMOÇÃO DA 
SAÚDE
• Educação sanitária
• Alimentação e 
nutrição 
adequadas
• Habitação 
adequada
• Emprego e 
salários 
adequados
• Condições para 
satisfação das 
necessidades 
básicas do 
indivíduo
2. PROTEÇÃO
ESPECÍFICA
• Vacinação
•Exame pré natal
• Quimioprofilaxia
•Fluoretação da água
•Eliminação de 
exposição a agentes 
carcinogênicos
3. DIAGNÓSTICO E 
TRATAMENTO
PRECOCE
• Rastreamento
• Exame periódico de 
saúde
• procura de casos 
entre contatos
• auto exame
• intervenções 
médicas ou cirúrgicas 
precoces
4. LIMITAÇÃO DO 
DANO
• Acesso facilitado a 
serviços de saúde
• tratamento médico 
ou cirúrgico 
adequados
• hospitalização em 
função das 
necessidades
5. REABILITAÇÃO
• Terapia ocupacional
• treinamento do 
deficiente
• melhores condições 
de trabalho para o 
deficiente
•Educação do público
para aceitação do 
deficiente
• próteses e órteses
Situação Fase e nível da prevenção
1. Autoexame mensal dos seios na tentativa
de detectar a iniciação de tumor maligno.
1. Fisioterapia aplicada na recuparação da
capacidade de pessoas que sofreram
acidente automobilístico.
1. Distribuição gratuita de seringas
descartáveis no combate à AIDS
1. Fisioterapia para pacientes que sofreram
AVC
1. Uso de cinto de segurança
1. Orientação dietoterápica para pessoas com
diabetes mellitus
1. Aplicação de suplementos de vitamina A
em campanhas de vacinação infantil.
1. Aplicação de suplementação de Ferro após
diagnóstico de anemia
1. Realização de exame citologia cervical
(Papanicolau)
1. Educação para inserção social de
deficientes visuais
1. Uso de preservativos
	Slide 1: Epidemiologia e Saúde Pública
	Slide 2: Conceitos de Saúde e de doença
	Slide 3: Saúde
	Slide 4: Saúde
	Slide 5: Saúde
	Slide 6: Saúde e doença
	Slide 7: História Natural da Doença
	Slide 8: História Natural da Doença
	Slide 9
	Slide 10: Determinantes da doença coronariana
	Slide11: Padrões de progressão da doença
	Slide 12: Como é descrita a história natural das doenças
	Slide 13
	Slide 14: Evolução dos processos patológicos em dois períodos
	Slide 15
	Slide 16: Fase Inicial (ou de susceptibilidade):
	Slide 17: História Natural da Doença
	Slide 18
	Slide 19: Fase patológica Pré-clínica
	Slide 20: Interação agente e suscetível
	Slide 21
	Slide 22: Fase patológica Clínica
	Slide 23: Fase patológica Clínica
	Slide 24
	Slide 25: Fase residual
	Slide 26: Qual a importância do estudo da HND?
	Slide 27: Qual a importância do estudo da HND?
	Slide 28: Qual a importância do estudo da HND?
	Slide 29: Prevenção
	Slide 30: Prevenção
	Slide 31: Prevenção
	Slide 32: Prevenção
	Slide 33: Prevenção
	Slide 34
	Slide 35: PRIMÁRIA (promoção de saúde - inespecífica) 
	Slide 36: PRIMÁRIA Proteção específica 
	Slide 37: SECUNDÁRIA (Diagnóstico e Tratamento Precoce)
	Slide 38: SECUNDÁRIA (Limitação do dano)
	Slide 39: TERCIÁRIA (Reabilitação)
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42: SUB NÍVEIS DE ATENÇÃO À SAÚDE
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