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PRIMEIROS SOCORROS Profa Dra Sandra A G Pinto Cap QOBM Romero Nunes da Silva Filho Setor Operacional - DDChttps://www.nre.seed.pr.gov.br/arquivos/File/cascavel/brigada_escolar/palestra_socorros.pdf A omissão de socorro é prevista pelo código penal, no artigo 135, e consiste em não prestar assistência, à qualquer pessoa ou criança, seja inválida ou ferida em situação de perigo, sem caracterizar risco ao socorrista. Contudo se a pessoa que irá prestar socorro não se sentir segura do procedimento, e chamar ajuda especializada, descaracteriza a omissão de socorro. Ações de primeiros socorros TRAUMA h tt p s: // w w w .n re .s ee d .p r. go v. b r/ ar q u iv o s/ Fi le /c as ca ve l/ b ri ga d a_ es co la r/ p al es tr a_ so co rr o s. p d f Atendimento Inicial à vitima de Trauma Fazer a diferença! Ajuda socorrista! Ações Práticas Abordagem Primária; Desobstrução de Vias Aéreas; RCP (Reanimação Cardiopulmonar); Ferimentos e Hemorragias; Fraturas; Queimaduras; Síncope (desmaio); AVC (Acidente Vascular Cerebral); Convulsão; IMPORTANTE!!!!!! Controle da Cena SEGURANÇA Segurança pessoal ◆Não seja você a segunda vítima: GARANTIR CONDIÇÕES DE SEGURANÇA - NÃO SE EXPOR A RISCO; SEGURANÇA DA EQUIPE, VÍTIMA E DEMAIS PRESENTES; ACIONAR OUTROS SERVIÇOS: COPEL, PM, DEFESA CIVIL. Controle da Cena MECANISMO DE TRAUMA “observar e estudar o acidente” Abordagem Primaria Identificar e manejar de imediato, situações que ameaçam a vida Abordagem Primaria Prioridades no Atendimento Abordagem Primaria Só movimente a vítima quando... Desabamento Explosão Choque ElétricoIncêndio Novos acidentes Temperaturas Extremas Abordagem Primaria Etapas Aproximar-se; Imobilizar a Cabeça; Chamar/Perguntar; Qual o seu nome? O que está sentindo? Tem alguém para contato? Abordagem Primaria “A” (vias aéreas com controle cervical) GARANTIR PERMEABILIDADE DE VIAS AÉREAS Responde = VA abertas Não responde Abordagem Primaria “A” (vias aéreas com controle cervical) Não responde – inconsciente = DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS Abordagem Primaria “B” (Respiração) RESPIRA? - VER - OUVIR - SENTIR Abordagem Primaria “C” circulação Verificar o Pulso Consciente Inconsciente RCP Ressuscitação Cardiopulmonar CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS UTILIZADOS NA VÍTIMA DE PARADA CARDIORRESPIRATÓRI A NA TENTATIVA DE RESTABELECER A VENTILAÇÃO PULMONAR E A CIRCULAÇÃO SANGÜÍNEA. Causas: DISTÚRBIO DO RITMO: FIBRILAÇÃO OU ASSISTOLIA (IAM); Obstrução de vias aéreas: inconsciência, infecções; Afogamento; Overdose de drogas; Choque elétrico; Trauma direto no coração; Grandes Hemorragias; Clínicas. *IAM - Infarto Agudo do Miocárdio 20 CORRENTE DA SOBREVIVÊNCIA RCP PRECOCE DESFIBRILAÇÃO PRECOCE SUPORTE AVANÇADO PRECOCE CHAMAR POR AJUDA RCP - Ressuscitação Cardiopulmonar A desfibrilação é o uso terapêutico da eletricidade não sincronizada para despolarizar o miocárdio, de modo que podem ocorrer contrações coordenadas. RCP – Ressuscitação Cardiopulmonar DEVEMOS RESTABELECER A OXIGENAÇÃO NO CÉREBRO MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL. A CADA MINUTO QUE A PESSOA PERMANECE EM PCR - TERÁ 10% DE CHANCE A MENOS DE SOBREVIVER. Atenção!!!! Sinais que Determinam a Parada Cardiopulmonar • Inconsciência sem resposta a qualquer estímulo; • Ausência de movimentos respiratórios; • Ausência de pulso, RCP - Procedimentos • A VIASAÉREAS - assegurar permeabilidade das vias aéreas; • B VENTILAÇÃO - manter ventilação e oxigenação pulmonar; • C CIRCULAÇÃO - massagem cardíaca externa; • D DESFIBRILAÇÃO - se ritmo de fibrilação ventricular sem pulso PULSO - CAROTÍDEO C - CIRCULAÇÃO C – CIRCULAÇÃO COMPRESSÃO TORÁCICA AJOELHAR-SE – COTOVELOS ESTICADOS; PALMA DA MÃO ENTRE OS MAMILOS - MEIO DO OSSO ESTERNO; SEGUNDA MÃO SOBRE A PRIMEIRA; 30 COMPRESSÕES X 2 RESPIRAÇÕES; C – CIRCULAÇÃO COMPRESSÃO TORÁCICA ◆Compressão do esterno 100/minuto; ◆Manter relação 30 compressões /2 ventilações ◆REAVALIAÇÃO - 5 CICLOS - 2 MIN. OSSO CORAÇÃO PULMÃOO COMPRIMIR FORTE E RÁPIDO – 4 A 5 CM ESTERNO A – VIAS AÉREAS Manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo. Manobras de desobstrução de vias aéreas A – VIAS AÉREAS INSPEÇÃO •OBSTRUÇÃO POR LÍQUIDO (SANGUE, VÔMITOS): ROLAMENTO 90 OU ASPIRAÇÃO; •OBSTRUÇÃO POR SÓLIDO (CORPO ESTRANHO, VÔMITO): REMOÇÃO DIGITAL SE FACILMENTE ACESSÍVEL. B – RESPIRAÇÃO VENTILAÇÃO EFETIVA=EXPANSÃO DO TÓRAX; DUAS VENTILAÇÕES INICIAIS COM DURAÇÃO DE UM 1 SEG. CADA; D – DESFIBRILADOR RCP QUANDO INTERROMPER? A decisão de interromper a RCP por irreversibilidade do quadro é de competência exclusiva do médico. 32 Tem alguma coisa estranha? FERIMENTOS E HEMORRAGIA FERIMENTOS: Qualquer lesão da pele ou outro tecido produzida por agente físico ou químico - TRAUMATISMO Hematoma Transfixiante Perfurante Contusa Equimose Incisiva/Cortante Hemorragia Extravasamento de sangue através da ruptura da parede do vaso sangüíneo. Externa InternaTipos: ◆Arterial ◆Venosa ◆Capilar Hemorragia CONTROLE EXTERNA ◆Pressão direta EXTERNA ◆Elevação da área traumatizada CONTROLE - Hemorragia INTERNA ◆ABCD ◆Não oferecer líquidos ou alimentos ◆Aquecer a vitima ◆Solicitar serviço pré- hospitalar ou encaminhar ao hospital FRATURAS Conceito: Interrupção da continuidade do osso Sinais e Sintomas: ◆Dor ◆Impotência funcional ◆Deformidade ◆Aumento de volume ◆Crepitação FRATURAS Classificação Fraturas fechadas Fraturas abertas FRATURAS COMPLICAÇÕES Exposição Lesão Vascular Lesão Nervosa FRATURAS Atendimento Acionar serviço pré-hospitalar Imobilizar Articulações - Imobilizar na posição que se encontra Fraturas abertas - Controlar sangramento e curativo FRATURAS ESPECIAIS Crânio ◆ABCD ◆Manter vítima deitada ◆Proteger ferida ◆Acionar serviço Pré- hospitalar FRATURAS ESPECIAIS Coluna ◆ABCD ◆Não manipular ◆Imobilização ◆Acionar serviço Pré-hospitalar ◆Remoção adequada FRATURAS ESPECIAIS Fêmur Pelve (bacia) QUEIMADURAS Quanto a profundidade ◆Primeiro grau - Superficial - Epiderme ◆Segundo grau - Epiderme e derme ◆Terceiro grau - Até subcutâneo Síncope (desmaio) Síncope (desmaio) Desmaio ◆Perda de consciência de curta duração, com recuperação espontânea Atendimento ◆Manter vítima deitada com membros inferiores elevados ◆Não dar nada para beber ou comer ◆Levar para local ventilado Falta de Ar Falta de ar ◆Aumento de freqüência e profundidade de respiração ◆Coloração azulada de extremidades ◆Esforço respiratório ◆Pode evoluir para parada respiratória Atendimento ◆História clínica ◆Levar ao hospital ou solicitar apoio médico ◆Transporte sentada Crise Convulsiva Convulsão ◆Desordem temporária do cérebro → estímulos desordenados → “ATAQUE” ◆Sintoma comum - 50casos/ 1000 habitantes ◆Múltiplas causas ◆EPILEPSIA - crises convulsivas ao longo da vida ◆Não é contagiosa Crise Convulsiva Sinais e Sintomas ◆Pode ou não dar um sinal de início de crise ◆Perda súbita de consciência ◆Queda ◆Rigidez generalizada ◆Tremor de alguma parte do corpo e/ou generalizado ◆Salivação, eliminação de urina ou fezes ◆Demora 3 a 5 minutos ◆Recobra a consciência aos poucos ◆Confusão mental, dor de cabeça, vômitos A convulsão, na grande maioria das vezes, é autolimitada, com começo, meio e fim. Crise Convulsiva Atendimento ◆Manter-se calmo e acalmar os outros ◆Proteger a vítima ◆Girar a cabeça para o lado ◆Não tentar abrir a boca ◆Não conter a vítima ◆Não introduzir nada pela boca ◆Não tentar fazer a vítima voltar a si lançando água ◆Ficar ao seu lado até que a respiração volte ao normal 50 CRISE CONVULSIVA •Crises prolongadas ou seguidas, sem recuperar consciência •Gestante •Diabetes ou outra doença •Ferimentos •Ambulância •Hospital Agradecimento: Cap QOBM Romero Nunes da Silva FilhoSetor Operacional - DDC Slide 1: PRIMEIROS SOCORROS Slide 2: Ações de primeiros socorros Slide 3: Atendimento Inicial à vitima de Trauma Slide 4: Fazer a diferença! Slide 5: Ajuda socorrista! Slide 6: Ações Práticas Slide 7: IMPORTANTE!!!!!! Slide 8: Controle da Cena Slide 9: Controle da Cena Slide 10: Abordagem Primaria Slide 11: Abordagem Primaria Prioridades no Atendimento Slide 12: Abordagem Primaria Só movimente a vítima quando... Slide 13: Abordagem Primaria Etapas Slide 14: Abordagem Primaria “A” (vias aéreas com controle cervical) Slide 15: Abordagem Primaria “A” (vias aéreas com controle cervical) Slide 16: Abordagem Primaria “B” (Respiração) Slide 17: Abordagem Primaria “C” circulação Slide 18: RCP Ressuscitação Cardiopulmonar Slide 19 Slide 20: CORRENTE DA SOBREVIVÊNCIA Slide 21: RCP – Ressuscitação Cardiopulmonar Slide 22: Sinais que Determinam a Parada Cardiopulmonar Slide 23: RCP - Procedimentos Slide 24: C - CIRCULAÇÃO Slide 25: C – CIRCULAÇÃO COMPRESSÃO TORÁCICA Slide 26: C – CIRCULAÇÃO COMPRESSÃO TORÁCICA Slide 27: A – VIAS AÉREAS Slide 28: A – VIAS AÉREAS Slide 29: B – RESPIRAÇÃO Slide 30: D – DESFIBRILADOR Slide 31 Slide 32: Tem alguma coisa estranha? Slide 33: FERIMENTOS E HEMORRAGIA Slide 34: Hemorragia Slide 35: Hemorragia CONTROLE Slide 36: CONTROLE - Hemorragia Slide 37: FRATURAS Slide 38: FRATURAS Slide 39: FRATURAS COMPLICAÇÕES Slide 40: FRATURAS Slide 41: FRATURAS ESPECIAIS Slide 42: FRATURAS ESPECIAIS Slide 43: FRATURAS ESPECIAIS Slide 44: QUEIMADURAS Slide 45: Síncope (desmaio) Slide 46: Síncope (desmaio) Slide 47: Falta de Ar Slide 48: Crise Convulsiva Slide 49: Crise Convulsiva Slide 50: Crise Convulsiva Slide 51: CRISE CONVULSIVA Slide 52