Prévia do material em texto
Morfofisiologia Respiratória Pulmão e Pressões Pulmonares Profa. Camila R. Basso camila.basso@unifil.br 1. Brônquio principal; 2. Brônquio lobar caudal direito; 3. Brônquios segmentares; 4. Brônquio traqueal; 5; Brônquio lobar cranial esquerdo; 6; Brônquio lobar caudal esquerdo; 7. Brônquio lobar acessório. Vista Dorsal das Árvores Brônquicas dos Animais Domésticos Ruminantes e suínos apresentam um brônquio acessório mais cranial, chamado brônquio traqueal que vai para o pulmão direito, sendo ausente no pulmão esquerdo Pulmão Organizado em lobos em todas as espécies Pulmão Lobos apresentam lóbulos completos em suínos, bovinos, caprinos e ovinos – septos de Tec. Conjuntivo Em equinos os septos são parciais e em caninos e felinos ausentes Os septos impedem a ventilação colateral – movimento do ar entre lóbulos adjacentes Fornece ar aos alvéolos quando ocorre obstrução em brônquios – o que torna casos de obstrução bronquial mais graves nessas espécies Inicialmente infecções pulmonares são mais localizadas e menos difusas, mas podem evoluir e se agravar Macroscopia do pulmão de suíno. Lobo e lóbulos pulmonares. Septos bem evidenciados. Fonte: Basso, K. M. Macroscopia do pulmão de cão Fonte: Carvalho, T. C. H ilo o u R ai z Pu lm o n ar O hilo de cada pulmão está localizado na face medial de cada pulmão, próximo à região do mediastino. No hilo do pulmão direito (B), a raiz do pulmão é circundada por uma bainha pleural que desce inferiormente à raiz como o ligamento pulmonar. As veias pulmonares são as mais anteriores e inferiores na raiz, com os brônquios em posição central e posterior. Fonte: Moore – Anatomia Orientada para a Clínica, 2018. Pleura Membrana serosa que reveste a cavidade torácica e os pulmões e compõe uma camada dupla que permite o movimento suave dos pulmões durante a respiração Membrana composta por 2 camadas: Pleura Parietal – reveste a parede torácica Pleura Visceral - reveste os pulmões Entre as 2 existe a cavidade pleural - líquido pleural Complacência Pulmonar É a capacidade dos pulmões de se expandir em resposta a uma mudança de pressão, ou seja, é o quão bem os pulmões conseguem se encher de ar durante o ciclo respiratório Pode ser influenciada por diversos fatores, incluindo a elasticidade do tecido pulmonar, a presença de surfactante e a resistência das vias aéreas ao fluxo de ar Doenças pulmonares que levam a fibrose por exemplo, podem alterar a complacência dos pulmões Ex: Pneumonia grave recorrente Vascularização Pulmonar Circulação Pulmonar ou Vascularização Pulmonar é dividida em duas: Funcional - Para a Hematose Proveniente da circulação pulmonar Chegada de sangue não oxigenado – ventrículo direito do coração Forma-se uma densa rede de capilares ao redor de cada alvéolo – cerca de 10 alças capilares e o retorno ocorre pelas veias pulmonares – átrio esquerdo do coração O sangue chega aos pulmões pela artéria pulmonar e seus ramos seguem a árvore brônquica e se ramifica até alcançar os alvéolos Vascularização Pulmonar Nutridora – Para manutenção dos tecidos pulmonares Proveniente da circulação sistêmica Artérias bronquiais carregadas de sangue oxigenado A origem dos vasos nesta circulação é a artéria broncoesofágica continua com as artérias brônquicas que se ramificam na árvore brônquica para nutrir os tecidos O retorno ocorre pelas veias brônquicas Vascularização Funcional: Responsável pelas trocas gasosas – Artéria pulmonar com sangue pobre em O2 (2) e veia pulmonar com sangue rico em O2 (1) Vascularização Nutridora: Responsável pela oxigenação dos tecidos. Artéria brônquica (3) e veia brônquica (4) Vascularização Pulmonar Alvéolos Pulmonares Unidades Fisiológicas (Funcionais) do Pulmão Membrana Alveolar – região de luz 0,2 mm diâmetro A diferença das pressões dos gases é o que permite a hematoseRepresentação esquemática de um saco e um alvéolo pulmonar Surfactante Lipídio predominante Dipalmitoil fosfatidilcolina Impede colabamento dos alvéolos Respirações profundas como o suspiro aumentam sua secreção pelos pneumócitos II Alvéolos colapsados – Atelectasia Captação de surfactante por macrófago alveolar Célula epitelial alveolar tipo I ou Pneumócito Diagrama de um alvéolo em que está ocorrendo a síntese, liberação, destruição e captação de surfactante. Fluido aquoso A drenagem linfática evita o acúmulo excessivo de líquido (edema), que poderia prejudicar a troca gasosa, pois o pulmão é altamente vascularizado, ocorrendo troca constante de líquidos entre os capilares sanguíneos e o espaço intersticial Atua como uma via de defesa, pois realizam a neutralização de partículas inaladas, bactérias, vírus e células mortas ao serem drenadas para os linfonodos, ainda a drenagem dessas células evita quadros de inflamação crônica que poderia gerar uma fibrose pulmonar Participa de resposta imune adaptativa transportando células imunes dos pulmões até os linfonodos em casos de doenças respiratórias, como a pneumonia Sistema Linfático e Drenagem Linfática Drenagem linfática Vasos linfáticos numerosos e dispostos em duas séries - Superficial – distribuídos na pleura e abaixo dela - Profunda – acompanha os brônquios e vasos pulmonares Vasos convergem para a raiz do pulmão e penetra nos linfonodos traqueobronquiais – direito, esquerdo e médio A linfa, então, é drenada pelos linfonodos mediastinais até o ducto torácico Pulmão de Bovino Ruminantes e suínos com o brônquio traqueal apresentam os linfonodos traqueobronquiais craniais Drenagem linfática Pulmão de Cão Inervação Pulmonar Inervado pelo plexo pulmonar que é uma rede de nervos compostos pela união de fibras autônomas e viscerais. Localizado no mediastino Fibras simpáticas Fibras parassimpáticas Fibras provenientes do nervo vago Inervação motora para o músculo liso da árvore brônquica - broncoconstrição, dilatação em vasos pulmonares e estímulo secretória em glândulas da árvore brônquica Fibras provenientes dos gânglios cervicais caudais e mediais e irradiam para o mediastino Inervação do músculo liso da árvore brônquica - broncodilatação, constrição em vasos pulmonares e inibição em pneumócitos tipo II Inervação Pulmonar Fibras Viscerais Inervação do diafragma ocorre pelo nervo frênico Reflexivas: conduzem sensações subconscientes ligadas à regulação e controle dos reflexos (paralelas as parassimpáticas) Nociceptivas: dor como resposta à lesão (acompanha f. simpáticas) Organizar um esquema indicando a chegada do sangue nos pulmões para as trocas gasosas, qual tipo de circulação, tipo de vascularização e pressão dos gases no vaso sanguíneo, indicar as pressões no alvéolo e a hematose em si, com a pressão dos gases após a hematose nos vasos sanguíneos e qual vaso sai do pulmão por meio de qual circulação. Trocas Gasosas Composição do Ar Composição do Ar Ambiente 21% oxigênio (O2) – Fração de oxigênio no ambiente é de 0,21 78 -79% nitrogênio (0,79 de N2) associado a outros gases, como o CO2 (0,004%) e vapor d´água PO2 em uma mistura de gases é determinada pela Patm e a fração de Oxigênio dessa mistura PO2= Patmx FO2 (resultado dado em mmHg) Pressões Parciais dos Gases na Atm, nos Pulmões, Sangue e Tecidos Ar atmosférico ao nível do mar tem Patm= 760 mmHg PO2= Patmx FO2 PO2= 760 x 0,21 = 160 mmHg ou 159 mmHg (considerando 20,93% O2) PCO2= 760 x 0,04= 0,304 mmHg PN2 = 760 x 0,79 = 600 mmHg Os valores para a pressão parcial desses gases nos tecidos, no sangue e nos alvéolos pulmonares de um organismo são diferentes do ar atmosférico Pressões Parciais dos Gases na Atm, nos Pulmões, Sangue e Tecidos A PO2 alveolar sempre será menor do que a externa, porque: - Há consumo constante pelo sangue, pela PH2O que dilui o O2 e pela liberação de CO2 que, também reage parcialmente com o O2 PO2= 160mmHg PC02= 0,3 mmHg Pressões Parciais Os gases se movemse houver diferença de pressão Ocorre a difusão dos gases da área de alta pressão para a de baixa pressão Então, quanto maior for a [O2] no volume inspirado, maior será a pressão de O2 no sangue? NÃO! Porque o O2 é pouco solúvel e sua concentração no plasma sanguíneo não é 100% absorvida pelas hemoglobinas (saturam quando a pressão é 100mmHg) Pressões Parciais Importante O O2 é pouco solúvel no sangue e as hemoglobinas saturam em 100mmHg Difusão do oxigênio alveolar para os capilares pulmonares. PO2 = pressão parcial de oxigênio Capilar pulmonar Pressões Parciais dos Gases nas Trocas Gasosas Alvéolo Pulmonar Hematose Veia Pulmonar Coração lado esquerdo Artéria sistêmica Veias sistêmicas Lado direito do coração Artéria Pulmonar Capilares alveolares Capilares dos tecidos Composição do gás alveolar é determinado pela ventilação alveolar (velocidade com que o ar alveolar é renovado a cada minuto pelo ar atm) Procedência do Gás Carbônico no Sangue Metabolismo aeróbico das células – Consumo de O2 e liberação de CO2 Respiração celular Ciclo de Krebs nas mitocôndrias – liberação de CO2 Circulação sanguínea Pulmões Expiração pelas vias aéreas – liberado para o ambiente Na inspiração a PCO2 é reduzida ou desprezível, devido a baixa disponibilidade presente na composição do ar atmosférico Lembrando Fatores que Afetam a Difusão dos Gases nos Alvéolos Enfisema é um dano nos alvéolos (seja colapso, destruição, estreitamento ou distensão) Fatores que Afetam a Difusão dos Gases nos Alvéolos d) Edema: acúmulo de líquido nos alvéolos e interstícios pulmonares e) Asma: Condição em que as vias aéreas ficam inflamadas, estreitas e inchadas, com aumento de muco, o que dificulta a respiração Fatores que Afetam a Difusão dos Gases nos Alvéolos O coeficiente de difusão para o CO2 por meio da membrana respiratória é cerca de 22x maior que o do O2 Em casos de edema pulmonar, por exemplo, aumenta a distância entre o O2 alveolar e o sangue Redução da taxa de difusão e a consequência é o animal entrar em hipoxemia Menor concentração de O2 disponível no sangue, Hb não saturam de O2 e com isso ocorre redução da chegada de O2 aos tecidos Qual resposta respiratória o animal começa a apresentar? Maior esforço ventilatório Mecânica da Respiração O ar entra e sai dos pulmões em resposta as diferenças de pressão criadas por um aumento ou redução do volume torácico, respectivamente. Pressões Respiratórias Pressão intrapulmonar, intra-alveolar ou alveolar Pressão que o ar exerce dentro do pulmão nos alvéolos pulmonares Na inspiração a P.I. fica menor que a Patm Na expiração a P.I. fica maior que a Patm, expulsando o ar dos pulmões Pressões Respiratórias Pressão intra-pleural ou intratorácica Pressão dentro da caixa torácica, nos espaços entre as pleuras e no mediastino Essa pressão sempre deve ser MENOR que a pressão intrapulmonar, caso contrário, não seria possível inflar os pulmões E sempre negativa (menor) em relação a pressão atmosférica Fatores que Desregulam as Pressões Respiratórias Pneumotórax Quando a caixa torácica é perfurada, pressão negativa se torna positiva pela entrada de ar atmosférico Como o mediastino é completo, apenas o pulmão do lado afetado sofre colabamento e não infla mais - Porém sempre é uma situação de emergência, onde a falta de assistência leva a morte por asfixia Ventilação Pulmonar e Transporte de Gases É a substituição do ar alveolar pelo ar atmosférico Volume de ar que entra e sai das vias respiratórias em determinado tempo - Normoventilação – mantém a PaCO2 em 40mmHg - Hiperventilação: reduz PaCO2, pois acelera a FR e libera mais CO2 Leva a alcalose respiratória - CO₂ forma ácido carbônico, que é um ácido fraco no sangue, sua redução gera aumento do pH, ao respirar rapidamente, ocorre eliminação de CO2 do sangue, mais rápido do que sua produção nos tecidos Ventilação Pulmonar e Transporte de Gases O CO₂ se combina com água no sangue e forma ácido carbônico (H₂CO₃). Quando o nível de CO₂ cai, a formação de ácido carbônico diminui. Menos ácido, menos íons H⁺ no sangue, já que o ácido carbônico se dissocia em H⁺ e bicarbonato Menor n. de íons H⁺ faz com que o pH suba, resultando em alcalose Portanto, redução de H⁺ na alcalose resp. é consequência da redução do CO₂ no sangue pela hiperventilação O sistema de tampão bicarbonato no sangue, que ajuda a manter o pH equilibrado, também participa desse processo Ventilação Pulmonar e Transporte de Gases - Hipoventilação: aumenta PaCO2 Leva a acidose respiratória Respiração inadequada resulta em redução da liberação de CO₂ e seu acumulo no sangue, o que leva à formação de ácido carbônico (H₂CO₃) em maior quantidade O ácido carbônico se dissocia em íons H⁺ e bicarbonato (HCO₃⁻), aumentando a acidez do sangue Ventilação Pulmonar e Transporte de Gases Ventilação do esp. morto fisiol. é parte do processo de ventilação dos alvéolos Auxilia no controle e na umidificação do ar inalado No resfriamento do corpo em situações onde o animal está ofegante Durante o ofego, a FR aumenta e o volume corrente diminui, de modo que, a ventilação alveolar permanece quase constante No caso de animais entubados, o espaço morto aumenta e com isso, ocorre a compensação com o aumento da FR e do volume corrente Volume corrente (vt) = volume espaço morto (vd) + volume alveolar (va) Razão de Ventilação e Perfusão (VA/Q) É a relação entre a ventilação pulmonar (substituição do ar alveolar pelo atm) e a perfusão sanguínea nos alvéolos É necessário boa ventilação e fluxo sanguíneo adequado nos alvéolos, sendo a razão normal = 1 Ventilação alveolar (V̇ ou VA) ≈ 4 litros/minuto Perfusão sanguínea (Q̇) ≈ 5 litros/minuto V/Q - 4/5 = 0,8 ou 1 Os desequilíbrios na ventilação ou na perfusão, alteram as pressões de O2 e CO2 que interferem na taxa de difusão tecidual Desequilíbrios entre ventilação e fluxo sanguíneo podem ser a causa mais comum de: - Hipoxemia: Menor concentração de O2 no sangue - Hipóxia: Baixa oxigenação dos tecidos - Hipoxemia geralmente leva a hipóxia Razão de Ventilação e Perfusão (VA/Q) Uma razão ventilação/perfusão com valor alto (V/Q alta – > 1) mostra que a ventilação está excedendo a perfusão Um valor abaixo do normal (V/Q baixa –ventral (GRV): parte ventrolateral do bulbo – desencadeia inspiração e expiração 3.Centro pneumotáxico (CP): porção dorso-rostral da ponte - controla a FR e o padrão da respiração 4.Centro apnêustico: parte caudal da ponte (pouco compreendido) Centro Respiratório • Grupo respiratório dorsal (GRD) • Grupo respiratório ventral (GRV) • Centro pneumotáxico (cp) • Centro Apnêustico Ponte Bulbo Mesencéfalo Tr o n co en ce fá lic o Grupo Respiratório Dorsal O GRD se estende por toda a região dorsal do bulbo Local não é bem delimitado, composto por milhares de neurônios com funções respiratórias semelhantes Região de terminação sensitiva do nervo vago, por exemplo Eles transmitem os sinais sensitivos que captaram das áreas periféricas (pulmão) por meio de quimiorreceptores (receptores de subst. químicas) e barorreceptores (receptores de pressão) Por isso ajudam a controlar a respiração Desencadeia a Inspiração Grupo Respiratório Dorsal Sinal inspiratório em rampa Envolve o sinal nervoso emitido aos músculos inspiratórios - Acontece de forma gradativa (“rampa”) – começa fraco e aumenta durante cerca de 2 segundos - Cessa abruptamente durante os próximos 3 segundos para começar um novo ciclo A vantagem é o aumento uniforme e contínuo do volume pulmonar durante a inspiração e evita os espasmos pulmonares O centro pneumotáxico controla o ponto de interrupção da rampa inspiratória e por isso, a frequência respiratória como efeito secundário Sinal forte –inspiração curta e FR aumentada Sinal fraco –inspiração longa e FR reduzida Grupo Respiratório Ventral (GRV) São os neurônios encontrados no núcleo na região ventrolateral do bulbo – cerca de 5mm do GRD O grupo ventral difere do dorsal em vários aspectos: A. Permanecem quase inativos na respiração tranquila normal, que é mantida pelos sinais repetitivos do GRD Mas o GRD não controla apenas a INSPIRAÇÃO? Os sinais repetitivos do GRD são emitidos basicamente para o diafragma e a expiração acaba sendo consequência do retorno elástico dele após a contração, assim como do tecido pulmonar também Grupo Respiratório Ventral B. Não há evidências de que o GRV atue na oscilação rítmica básica da respiração C. Quando o impulso para o aumento da ventilação pulmonar emitido para o GRD é maior que o normal, esses sinais se espalham para o GRV e ela vai contribuir para a inspiração também D. O GRV tem neurônios distintos que recebem sinais pedindo inspiração e expiração Esses neurônios expiratórios são importantes para emitir sinais aos músculos expiratórios para atuarem durante a necessidade de uma ventilação pulmonar aumentada Reflexo de Hering-Breuer Ocorre em situações de alta demanda respiratória Caracterizado por receptores de estiramento, presente no músculo liso da parede alveolar - Na inspiração o pulmão se distende e para ter limite tal distensão, os receptores do M.L. ativam o nervo vago a “desligar” o estímulo do GRD - Feedback para desativar a rampa inspiratória - Entendido como um mecanismo protetor para a distensão excessiva dos alvéolos e não como um mecanismo responsável por controlar a inspiração Controle da Atividade Global do Centro Respiratório Mecanismos básicos indutores da inspiração e da expiração. Como os sinais de controle respiratório podem aumentar ou diminuir para atender às necessidades ventilatórias do organismo? Durante atividade física intensa, por exemplo, como adequar a ventilação? Pelo controle químico da respiração! Controle Químico da Respiração São substâncias presentes no sangue com efeito sobre a respiração H +, O2 e CO2 desempenham esse papel O excesso de CO2 ou íons H + no sangue atua de forma direta no centro respiratório - Gera grande aumento da intensidade dos sinais motores inspiratórios e expiratórios para os músculos respiratórios Controle Químico da Respiração O O2 não atua diretamente sobre o centro respiratório - Atua nos quimiorreceptores periféricos situados nos corpos carotídeos (localizado na bifurcação das artérias carótidas) e aórticos (no arco aórtico) - Transmitem sinais neurais adequados ao centro respiratório, para o controle da respiração Corpos carotídeos: quimiorreceptores com função de percepção de pH e [CO2 e O2] no sangue Corpos Aórticos: percebem o pH e as [CO2 e O2] no SANGUE e participam no controle da respiração Controle Químico da Respiração Aumento da PCO2 provoca aumento da ventilação alveolar, enquanto diminuição da PCO2 causa redução da ventilação alveolar Aumento na concentração de H+ provoca aumento da ventilação pulmonar, enquanto diminuição na concentração de H+ causa redução da ventilação alveolar Diminuição da PO2 provoca aumento da ventilação alveolar, enquanto aumento da PO2 causa redução da ventilação alveolar Slide 1: Morfofisiologia Respiratória Pulmão e Pressões Pulmonares Slide 2 Slide 3: Pulmão Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7: Complacência Pulmonar Slide 8: Vascularização Pulmonar Slide 9: Vascularização Pulmonar Slide 10 Slide 11 Slide 12: Surfactante Slide 13 Slide 14: Drenagem linfática Slide 15: Drenagem linfática Slide 16: Inervação Pulmonar Slide 17: Inervação Pulmonar Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27: Procedência do Gás Carbônico no Sangue Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42: Ventilação Pulmonar Slide 43: Regulação da Respiração Slide 44: Centro Respiratório Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53