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14/05/2021
1
BIOQUÍMICA 
SÉRICA
Detecta e/ou mensura substâncias presentes no 
sangue.
Podem ser:
- Metabólitos
- Íons
- Hormônios
- Fármacos
- Toxinas
- Nutrientes
- Proteínas
- Outras substâncias
Qual frasco utilizar?
Cor da tampa Anticoagulante Uso
Vermelha
E amarela
Não contem 
anticoagulante
• Análises bioquímicas comuns, como aquelas incluídas na
elaboração de um perfil bioquímico.
Roxa EDTA • A amostra pode ser utilizada para a realização do hemograma,
fibrinogênio e contagem de plaquetas.
Verde Heparina
• Algumas análises bioquímicas.
• Como interfere na coloração do esfregaço sanguíneo, não é
recomendado para hemograma.
• Hemogasometria
Azul Citrato de sódio • Provas de coagulação
Cinza Fluoreto de sódio • determinação da glicose.
ARMAZENAMENTO DA AMOSTRA
• IDENTIFICAÇÃO CORRETA
•O soro obtido deve ser analisado 
rapidamente, caso contrário, poderá ser 
mantido refrigerado durante 24 a 48h. 
•Armazenamento além de 48h: o soro deve 
ser congelado, e se o congelamento for por 
tempo indeterminado, deve permanecer 
em temperatura -70˚ C. 
Para maior confiabilidade, a atividade sérica das enzimas deve ser 
determinada até 24 h após a coleta.
SORO
COMO OBTER O SORO:
•Colocar o sangue em repouso – 15 a 30 min
•Centrifugar
•Separar a parte líquida (SORO)
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INFLUÊNCIA DO JEJUM
• ALIMENTAÇÃO LIPEMIA
LIPEMIA = GRANDE QUANTIDADE DE LIPÍDEOS NO SANGUE, DANDO 
UM ASPECTO LEITOSO (TURVAÇÃO) AO SORO OU PLASMA
PODE INTERFERIR NO RESULTADO DE ALGUMAS PROVAS BIOQUÍMICAS
INFLUÊNCIA DE JEJUM
Interferência moderada
(recomenda-se jejum de 3 
horas)
• HEMOGRAMA
• COAGULOGRAMA
• AST
• ALT
• URÉIA
• CREATININA
• GGT
• BILIRRUBINAS
• ÍONS
Grande interferência
(recomenda-se jejum de 8 horas)
• GLICOSE
• COLESTEROL E FRAÇÕES
• TRIGLICERÍDEOS
INFLUÊNCIA DA HEMÓLISE
• Altera:
• ALT
• AST
• GGT
• CK
• GLICOSE
• TRIGLICERÍDEO
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL 
DO SISTEMA 
URINÁRIO
Provas de função renal
• Os testes bioquímicos de função renal são realizados 
para o diagnóstico de doença renal e para a 
monitorização do tratamento.
• Os testes devem ser realizados após um criterioso 
exame clínico e analisado juntamente com a 
URINÁLISE. 
• A amostra deve ser obtida sem anticoagulante, 
porém, eventualmente algumas técnicas permitem o 
uso de plasma heparinizado ou com EDTA. 
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URÉIA E CREATININA
A principal função do sistema urinário é a de excretar o 
nitrogênio ureico (UN) e a creatinina.
PERDA DE 75% DA FUNÇÃO RENAL
↑ URÉIA E CREATININA AZOTEMIA
Bexiga 
RIM
CIRCULAÇÃO 
SISTÊMICA
(SANGUE)
Uréia
Creatinina
Uréia
Creatinina
Creatinina
Uréia
Uréia
Uréia
Creatinina
Creatinina
FUNÇÃO RENAL NORMAL
Uréia
Creatinina
Bexiga 
RIM
CIRCULAÇÃO 
SISTÊMICA
(SANGUE)
Uréia
Creatinina
Uréia
Creatinina
Creatinina
Uréia
Uréia
Creatinina
FUNÇÃO RENAL ANORMAL
BAIXA EXCREÇÃO
ACÚMULO SÉRICO DE URÉIA E 
CREATININA
- AZOTEMIA -
AZOTEMIA
Aumento das concentrações séricas de uréia, creatinina 
e outros compostos nitrogenados não-proteicos no 
sangue, no plasma ou no soro. 
Qualquer condição que diminua o fluxo sanguíneo 
renal pode resultar em azotemia
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CLASSIFICAÇÃO DA AZOTEMIA
PRÉ-RENAL
Por ↓ do fluxo 
sanguíneo renal
• Hipotensão
• Hipovolemia (desidratação)
RENAL
Por lesão renal
• Inflamação
• Necrose
• Neoplasia
• Amiloidose
PÓS-RENAL
Por impedimento da 
eliminação da urina
• Obstrução do fluxo 
urinário
• Ruptura de bexiga
URÉIA
• A concentração de uréia é afetada por fatores 
extra-renais, ou seja, fatores não relacionados 
com sistema urinário
• Uréia não é um bom indicador do 
funcionamento renal quando analisada 
unicamente.
CICLO DA URÉIA
Proteína 
degradada
Amônia 
A Amônia é uma substância tóxica que deve ser eliminada rapidamente pelo 
organismo!!!
Fígado
Amônia 
degradada
URÉIA 
Fígado
TRANSPORTADA
Excretada 
pelo RIM
A amônia pode ser 
proveniente das proteínas 
da dieta e das proteínas 
endógenas!
URÉIA
↓URÉIA pode indicar:
• Insuficiência hepática
• Cirrose hepática
• Shunt porto-sistêmico 
• Redução da proteína 
dietética
• Hipoproteinemia.
↑URÉIA pode indicar:
• Azotemia (renal, pré-
renal ou pós renal)
• Aumento extra-renal
• Dieta rica em proteínas
• Catabolismo proteico
• Ingestão de proteína recente
• Inflamação intestinal
CREATININA
• A creatinina não é afetada pela dieta nem pelo 
catabolismo protéico e aumenta pouco em casos de 
desidratação ou falha cardíaca, a não ser em casos 
severos. 
• Entretanto, aumenta de forma significativa e rápida na 
insuficiência renal. 
Portanto: 
↑crea nina deficiência na funcionalidade renal
ALBUMINA
A albumina é a proteína mais 
abundante no plasma, é 
sintetizada no fígado e contribui 
em 80% para osmolaridade do 
plasma sanguíneo, sendo 
também uma importante 
reserva protéica. 
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ALBUMINA X FILTRAÇÃO 
GLOMERULAR
A Filtração Glomerular 
ocorre no glomérulo.
Normalmente, a 
albumina não passa 
pelo glomérulo.
CONCLUSÃO: a urina não possui albumina na sua 
composição, porque a albumina fica retida no glomérulo
ALBUMINA E OUTRAS PROTEÍNAS 
X REABSORÇÃO TUBULAR
Muitas proteínas que possuem 
tamanho compatível, passam pelo 
glomérulo.
Porém no túbulo contorcido 
proximal são reabsorvidas
CONCLUSÃO: a urina não possui proteínas porque as proteínas 
que chegam ao ultrafiltrado glomerular são reabsorvidas.
ALBUMINA X LESÃO RENAL
LESÃO GLOMERULAR ou LESÃO TUBULAR 
PROTEINÚRIA PROTEINÚRIA = PRESENÇA 
DE PROTEÍNAS NA URINA
↓NÍVEL SÉRICO DE ALBUMINA
(HIPOALBUMINEMIA)
SÓDIO
• Normalmente o sódio é filtrado e reabsorvido, 
dependendo da quantidade na dieta. 
DOENÇA RENAL CRÔNICA
OU GENERALIZADA 
↓SÉRICA DE SÓDIO
(HIPONATREMIA)
Isso ocorre por causa da POLIÚRIA (aumento no volume urinário) 
O sódio acompanha a água na depleção hídrica para manter a 
isotonicidade
POTÁSSIO
• O potássio fisiologicamente é filtrado nos glomérulos, 
reabsorvido nos túbulos contorcidos proximais e 
excretado pelos túbulos distais. 
• A concentração sérica de potássio varia com a dieta. 
DOENÇA URINÁRIA 
OLIGÚRICA OU ANÚRICA
↑SÉRICO DE POTÁSSIO
(HIPERCALEMIA)
Há a perda da função excretora renal e retenção de 
potássio
• IRA
• OBSTRUÇÃO DO FLUXO URINÁRIO
FÓSFORO
Redução na velocidade da filtração e perda 
na capacidade de excreção de fósforo
DOENÇA RENAL CRÔNICA 
OU GENERALIZADA
↑SÉRICO DE FÓSFORO
(HIPERFOSFATEMIA)
25 26
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PARATORMÔNIO (PTH)
Existe um equilíbrio CÁLCIO: FÓSFORO
↑ FÓSFORO
Para manter 
equilíbrio, é 
necessário 
aumentar a 
concentração 
sérica de Cálcio 
↑ PTH
DOENÇA RENAL 
CRÔNICA ↑ Ca : 
remoção de Ca 
dos ossos, ↑ 
reabsorção 
renal de cálcio, 
↓ reabsorção 
de fósforo e 
estimula 
vitamina D 
CÁLCIO
Perda da capacidade de reabsorção
DOENÇA RENAL CRÔNICA 
OU GENERALIZADA
↓SÉRICA DE CÁLCIO
(HIPOCALCEMIA)
Os rins filtram uma grande quantidade de cálcio por dia, porém tem a 
capacidade de reabsorver cerca de 98 a 99% do que é filtrado, sendo 
que diversos fatores podem influenciar a habilidade dos rins em excretar 
ou reabsorver cálcio. 
CÁLCIO
o rim é o órgão fundamental na 
excreção de cálcio
DOENÇA RENAL EM 
EQUINOS ALIMENTADOS 
COM DIETA RICA EM 
CÁLCIO
↑SÉRICA DE CÁLCIO
(HIPERCALCEMIA)
SDMA (cães e gatos)
DIMETILARGININA SIMÉTRICA (SDMA)
A dosagem de SDMA já tem sido posta em prática como 
biomarcador precoce de lesão renal e monitoramento de 
pacientes nefropatas, principalmente aqueles em que a 
creatinina e ureia encontram-se dentro do intervalo para a 
espécie (DOENÇA RENAL CRÔNICA EM FASE INICIAL)
↑ SDMA: 40% DE LESÃO 
RENAL
↑ URÉIA E CREATININA: 
75% DE LESÃO RENAL
URINÁLISE E DOENÇAS DO 
TRATO URINÁRIO
• PROTEINÚRIA – por lesão glomerular e tubular
• GLICOSÚRIA – por lesão tubular
• ISOSTENÚRIA e HIPOSTENÚRIA) – falha renal primária 
(lesão tubular)
• CILINDROS – pielonefrite (inflamação de túbulos, interstício 
e pelve renal)
• Cilindros granulosos – degeneraçãoe necrose de células 
tubulares
• Cilindros céreos – lesão tubular crônica
URINÁLISE E DOENÇAS DO 
TRATO URINÁRIO
• CÉLULAS EPITELIAIS DE DESCAMAÇÃO 
• RENAL – inflamação, degeneração, intoxicação ou 
isquemia renal
• DE PELVE – pielite, pielonefrite
• URETRAIS – uretrite
• VESICAIS – cistite
31 32
33 34
35 36
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URINÁLISE E DOENÇAS DO 
TRATO URINÁRIO
• HEMATÚRIA – urólitos, inflamação no trato urinário 
superior ou inferior, trauma, neoplasia, parasita
• LEUCOCITÚRIA – inflamação no trato urinário superior 
ou inferior
• PIÚRIA (leucócitos degenerados – pus) – infecção no 
trato urinário superior ou inferior
• PROTEINÚRIA – lesão glomerular, lesão tubular, 
inflamação no trato urinário superior ou inferior
BIOQUÍMICA DA URINA
• RELAÇÃO PROTEÍNA/CREATININA URINÁRIA (RPC)
• Indicador precoce de lesão renal 
• Dosar proteína da urina
• Dosa creatinina da urina
• Dividir valor de proteína pelo valor de creatinina
• Valor de referência: 0,4 
↑RPCLESÃO GLOMERULAR 
OU TUBULAR
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL 
DO SISTEMA 
HEPATOBILIAR
PROVAS 
BIOQUÍMICAS
• PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
• PROVAS DE 
FUNÇÃO 
HEPÁTICA
• PROVAS 
COLESTÁTICAS
PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
HEPATÓCITO
(UNIDADE FUNCIONAL 
DO FÍGADO)
Hepatócito Hepatócito
HepatócitoHepatócito
HepatócitoHepatócito Hepatócito
Avaliam a integridade do hepatócito
PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
ALT – alaninoamino transferase (TGP)
• Presente no citoplasma do hepatócito e células 
musculares
• Mais hepatoespecífica que a AST
AST – aspartatoamino transferase (TGP)
• Presente no citoplasma e na mitocôncria do 
hepatócito e das células musculares
37 38
39 40
41 42
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Vaso 
sanguíneo
PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
Hepatócito
ALT
ALT
LESÃO
HEPATÓCITO NORMAL
ALT
AST
ALT
ALT
ALT
AST
AST
Hepatócito
HEPATÓCITO LESIONADO
ALT
ALT
ALT
AST
AST
AST
AST
PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
↑ALT
↑AST
Lesão aguda 
(morte ou 
necrose) de 
hepatócitos
Lesão aguda 
(morte ou 
necrose) de 
células musculares
• Hepatite aguda
• Lipidose hepática aguda
• Hepatopatia tóxica
• Hepatite infecciosa
• Neoplasia hepática
• Fármacos (glicocorticóides, 
fenobarbital)
• Intoxicações
• Congestão hepática
• Convulsão
• Rabdomiólise
• Choque elétrico
• Acidentes ofídicos
• Hipercalcemia
PROVAS DE LESÃO 
HEPATOCELULAR
A elevação de ALT e AST – indica magnitude do dano
• 2 a 3 x acima do VR – lesões discretas
• 5 a 10 x – lesão moderadamente grave
• Acima de 10x - dano acentuado
Em doença crônica pode NÃO haver aumento de ALT e AST
• Cirrose hepática
• Fibrose hepática
Em equinos e 
ruminantes: ALT é 
mais corriqueira 
para a detecção de 
lesões hepáticas.
PROVAS COLESTÁTICAS
O QUE É COLESTASE?????
É o comprometimento 
(retardamento ou 
impedimento) do 
fluxo biliar
PROVAS COLESTÁTICAS
QUAL A IMPORTÂNCIA DA COLESTASE?????
A estase (parada) da bile 
promove extravasamento 
da bile para interstício Bile tem a função de 
digerir gordura
Destruição de 
membranas 
celulares
Membrana celular é 
lipídica
PROVAS COLESTÁTICAS
FOSFATASE ALCALINA - FA
• Enzima presente nas membranas celulares
• pode ser encontrada em vários tecidos, principalmente 
tecido ósseo, sistema hepato-biliar e mucosa 
gastrointestinal; em menor grau nos rins, placenta e baço
• Não indica colestase em GATOS!!!!
• Em gatos, seu aumento indica LIPIDOSE HEPÁTICA
GAMA GLUTAMILTRANSFERASE - GGT
• Enzima presente nas membranas celulares dos hepatócitos e 
túbulos biliares
• Única prova para colestase em GATOS
43 44
45 46
47 48
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PROVAS COLESTÁTICAS
Membrana celular do 
hepatócito
SEM COLESTASE
FA
GGT
FA
FA
FA
GGT
GGT GGT
DUCTO BILIAR
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
Vaso sanguíneo Vaso sanguíneo
Membrana celular do 
hepatócito
COM COLESTASE
FA
GGT
FA
GGT
GGT
LESÃODUCTO BILIAR
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
colestase
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
BILIRR
UBINA
PROVAS COLESTÁTICAS
FA
FA
GGT
PROVAS DE COLESTASE
↑FA
COLESTASE EM CÃES CAUSAS DE COLESTASE
• Doença hepática 
• Obstrução de ducto biliar externo 
LIPIDOSE HEPÁTICA EM 
GATOS
INDUZIDA POR 
FÁRMACOS
• Atividade osteoblásticaANIMAIS EM 
CRESCIMENTO
• Corticóides e anticonvulsivantes
COLESTASE EM 
BOVINOS E EQUINOS Realizar em associação com GGT e 
bilirrubinas pela grande variação
PROVAS DE COLESTASE
COLESTASE EM CÃES, 
GATOS, BOVINOS, 
EQUINOS E PEQUENOS 
RUMINANTES
CAUSAS DE COLESTASE
• Doença hepática 
• Obstrução de ducto biliar externo 
↑GGT
FILHOTES EM FASE DE 
AMAMENTAÇÃO
• GGT no colostro
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
• Afinal, qual a função do fígado?
• ALBUMINA
• FATORES DE 
COAGULAÇÃO
METABOLIZAR (TRANSFORMAR 
EM METABÓLITOS PARA 
EXCREÇÃO)
SINTETIZAR 
(PRODUZIR)
• AMÔNIA
• BILIRRUBINA
• AMINOÁCIDOS E GLICEROL
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
A insuficiência hepática leva a redução da função hepática
URÉIA
↓ da função 
hepática
↓ síntese 
(produção)
GLICOSE
ALBUMINA
COLESTEROL
FATORES DE COAGULAÇÃO
OCORRE REDUÇÃO DE 
NÍVEIS SÉRICOS
TP, TTPa
49 50
51 52
53 54
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10
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
URÉIA
• Produto da metabolização da amônia pelo fígado
↓ da função 
hepática
↓ metabolização 
da amônia
↓ níveis 
séricos de 
URÉIA
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
Proteína 
degradada
Amônia 
A Amônia é uma substância tóxica que deve ser eliminada rapidamente pelo 
organismo!!!
Fígado
Amônia 
degradada
URÉIA 
Fígado
TRANSPORTADA
Excretada 
pelo RIM
A amônia pode ser 
proveniente das proteínas 
da dieta e das proteínas 
endógenas!
CICLO DA URÉIA
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
AMÔNIA
• É metabolizada pelo fígado
↓ da função 
hepática
↓ metabolização 
da amônia
↑ níveis séricos 
de AMÔNIA
(Hiperamonemia)
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
GLICOSE
• Glicólise →formação de glicose
↓ da função 
hepática ↓ glicólise
↓ níveis 
séricos de 
GLICOSE 
(hipoglicemia)
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
COLESTEROL
• metabolização da acetil-CoA →Colesterol 
↓ da função 
hepática
↓ metabolização 
da acetil-CoA
↓ níveis séricos 
de COLESTEROL 
(hipocolesterole
mia)
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
COLESTEROL
• Excreção via biliar
Obstrução de 
ducto biliar 
externo
↓ excreção 
biliar do 
colesterol
↑ níveis séricos 
de COLESTEROL 
(hipercolesterol
emia)
55 56
57 58
59 60
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PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
ALBUMINA
• Sintetizada pelo fígado
↓da função 
hepática
↓ síntese da 
albumina
↓ níveis séricos 
de ALBUMINA 
(hipoalbumine
mia)
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
FATORES DE COAGULAÇÃO (TO, TTPa)
• Sintetizados pelo fígado
↓da função 
hepática
↓ síntese de 
fatores de 
coagulação
↑ TTPa
↑ TP
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
ALBUMINA CAUSAS DE 
HIPOALBUMINEMIA
↓ síntese da 
albumina
↑ eliminação ↓ ingestão/absorção 
de aminoácidos
falência 
hepática
• Proteinúria
• Diarréias inflamatórias
• Parasitismo intestinal
• Hemorragias
• Insuficiência 
pancreática
• Alimentação pobre em 
proteína
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
BILIRRUBINAS
• Fígado é o local de conjugação das bilirrubinas
• Vesícula biliar é responsável pelo armazenamento e 
excreção das bilirrubinas
↓ da função 
hepática 
Obstrução de 
ducto biliar 
externo
Extravasamento 
de bilirrubina
↑ níveis séricos de 
BILIRRUBINA
(hiperbilirrubinemia)
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
BILIRRUBINA TOTAL:
• BILIRRUBINA CONJUGADA 
(DIRETA)
• BILIRRUBINA NÃO 
CONJUGADA (INDIRETA OU 
LIVRE)
FÍGADO
CICLO DA BILIRRUBINA
ALBUMINA
BILIRRUBINA
BILIRRUBINA LIVRE
FÍGADO
ALBUMINABILIRRUBINA
ÁCIDO 
GLICURÔNICO
VESÍCULA BILIAR
BILIRRUBINA LIVRE
INTESTINO
BILIRRUBINA CONJUGADA
BILIRRUBINA CONJUGADA
CORRENTE SANGUINEA
ESTERCOBILINOGENIO E 
UROBILINOGENIO
61 62
63 64
65 66
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12
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
• BILIRRUBINA
↑ DE BILIRRUBINA SÉRICA 
(HIPERBILIRRUBINEMIA)
Icterícia 
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
• BILIRRUBINA
HIPERBILIRRUBINEMIA
Pós-hepáticaPré-hepática Hepática
↑produção de 
bilirrubina
HEMÓLISE
Lesão de 
hepatócito e 
extravasamento
Doença 
Hepática
↓excreção de bilirrubinae 
extravasamento (colestase)
Obstrução de ducto 
biliar externo
PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA
• BILIRRUBINA
HIPERBILIRRUBINEMIA
Pós-hepáticaPré-hepática Hepática
• ↑ ↑ ↑ bilirrubina 
não conjugada
• ↑ bilirrubina 
conjugada
• Anemia 
regenerativa
• hipoalbuminemia
• ↑ ↑ bilirrubina 
não conjugada
• ↑ ↑bilirrubina 
conjugada
• ↑ ALT, AST, FA, 
GGT...
• ↑ ↑ ↑ bilirrubina 
conjugada
• Hipercolesterolemia
• ↑FA e GGT
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL DO 
PÂNCREAS 
ENDÓCRINO
GLICOSE
• Através da insulina, produzida pelo pâncreas, a glicose 
entra nas células.
• As alterações do nível sérico de glicose são:
• HIPOGLICEMIA
• HIPERGLICEMIA
Necessário :
Jejum de 12 horas
GLICOSE
HIPOGLICEMIA
SEPSE
INANIÇÃO OU 
MÁ ABSORÇÃO
MEDICAMENTOS
• Superdosagem 
de insulina
FALÊNCIA 
HEPÁTICA
67 68
69 70
71 72
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13
GLICOSE
HIPERGLICEMIA
DIABETES MELITO
• Tipo I – ausência de 
insulina
• Tipo II – resistência 
à insulina
PÓS-PRANDIAL
Após a alimentação
MEDICAMENTOS
• Glicocorticóides
• Progestágenos
• Xilazina
• Etc
ESTRESSE AGUDO 
OU CRÔNICO
Excitação, dor, 
esforço extenuante
O QUE É DIABETES MELITO?
Doença endócrina crônica caracterizada por 
hiperglicemia persistente. Pode ocorrer por falta de 
insulina ou por resistência insulínica.
Esta hiperglicemia resulta em repercussões graves, 
que podem levar o paciente desde redução de 
qualidade de vida (cegueira por catarata ou 
glaucoma, ferimentos que não cicatrizam, 
emagrecimento, polifagia, poliúria, polidipsia até a 
morte (cetoacidose diabética).
Para refletir
Se estresse da coleta pode provocar HIPERGLICEMIA, e 
o paciente estressa toda vez que for fazer a coleta, 
independentemente do tipo de manejo.... 
A DOSAGEM SÉRICA 
NESTE PACIENTE É UM 
EXAME CONFIÁVEL 
PARA DIAGNÓSTICO DE 
DIABETES?
Não!!
Então, que exame 
solicitar?
FRUTOSAMINA
FRUTOSAMINA
• A concentração de frutosamina sérica é um indicador 
da concentração da glicose nas 2 a 3 semanas 
anteriores.
• A frutosamina também é útil na distinção entre a 
hiperglicemia causada por excitação pela coleta, da 
hiperglicemia diabética em gatos. 
↑ DE FRUTOSAMINA
Hiperglicemia 
prolongada
DIABETES 
MELITO
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL 
DO PÂNCREAS 
EXÓCRINO
TESTES PÂNCREAS EXÓCRINO
VISA DIAGNOSTICAR:
PANCREATITE
INSUFICIÊNCIA 
PANCREÁTICA EXÓCRINA
(IPE)
Inflamação do pâncreas
Doença aguda, emergencial
Perda da função do pâncreas
↓enzimas pancreá cas
Doença crônica, sem risco à 
vida
73 74
75 76
77 78
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LIPASE e AMILASE
• TRIAGEM para PANCREATITE (aumento de 3 a 5X)
• Não é sensível nem específica para pancreatite.
• Não é útil em GATOS
↑ LIPASE
↑ AMILASE
↑ 3 A 5X 
• SUGERE PANCREATITE
• ENTERITE AGUDA
Redução da TFG, dministração de corticosteroides , neoplasias 
envolvendo pâncreas , trato gastrintestinal e coração; doença 
hepática;
Imunorreatividade da lipase 
pancreática (cPLI e fPLI)
• Mede concentrações de lipase originadas especificamente 
no pâncreas. 
• Em gatos, a sensibilidade da fPLI para detecção de 
pancreatite é de 54 a 100%, dependendo da gravidade da 
doença, e a especificidade é de 91%.
• Tais ensaios são mais confiáveis para a detecção de 
pancreatite de moderada a grave e, até o momento, são os 
testes laboratoriais mais úteis ao diagnóstico da 
pancreatite em cães e gatos.
Imunorreatividade semelhante à 
tripsina sérica (TLI)
A sensibilidade do aumento da concentração sérica de 
TLI para o diagnóstico da pancreatite em cães e gatos é 
de 33 a 36% e a especificidade está entre 65 e 90%, 
ambas inferiores às obtidas pelo PLI. 
↑ TLI
Pancreatite Doenças que 
provocam ↓TFG 
↓ TLI
IPE 
TRIPSINA FECAL
• Análise fecal qualitativa. 
• Animais com insuficiência pancreática exócrina (IPE) 
a tripsina fecal está ausente ou em pequena 
quantidade.
TRIPSINA FECAL
• Prova do filme de raio-x
• O teste baseia-se em avaliar a digestão de um 
fragmento de filme radiográfico usado, imerso em 
uma solução contendo 2 g de fezes, 9 mL de água 
destilada e 1 mL de solução de bicarbonato PA. 
Realiza-se o teste em três amostras: 
TRIPSINA FECAL
Prova do filme de raio x
• no tubo A - apenas água, bicarbonato e o filme radiográfico (tubo de controle negativo)
• tubo B - água, bicarbonato, filme e as fezes do animal a ser testado (tubo com as fezes-
teste);
• tubo C - água, bicarbonato, filme e fezes frescas de um animal saudável (tubo de 
controle positivo). 
• Em todas as amostras, utilizar o mesmo filme radiográfico e a mesma solução de 
bicarbonato PA. 
• Encaminhar à estufa na temperatura de 37º Celsius, por 2 horas.
• A Tripsina está sempre presente nas fezes com qualquer regime alimentar, em situação 
normal e pode aumentar nas fezes diarreicas e após o uso de laxantes. 
• Uma reação negativa: IPE
• Na reação positiva, há a digestão do filme de raio-x
79 80
81 82
83 84
14/05/2021
15
Não digeriu o filme
=
Ausência de tripsina
Não digeriu o filme
=
Ausência de tripsina
Digeriu o filme
=
Presença de tripsina
Solução sem fezes Solução com fezes 
do animal suspeito 
Solução com fezes 
de um animal normal
Controle Animal com IPE Animal sem IPE
TRIPSINA FECAL
• Prova da gelatina
• 2 partes de gelatina : 1 parte de solução de fezes 
em bicarbonato
• 1 hora a 37°C e depois geladeira
• Ausência de digestão da gelatina - IPE
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL 
DE LESÃO 
MUSCULAR
CREATINOQUINASE (CK)
• A CK é a enzima mais sensível para indicar lesão 
muscular
↑ CK
• injeção intramuscular
• decúbito prolongado 
• convulsões
• esforço prolongado 
• outras lesões musculares
• Rabdomiólise
• Choque elétrico
• Acidentes ofídicos
• Hipercalcemia
CREATINOQUINASE (CK)
• A CK é a enzima mais sensível para indicar lesão 
muscular
↑ CK
• injeção intramuscular
• decúbito prolongado 
• convulsões
• esforço prolongado 
• outras lesões 
musculares
LACTATO DESIDROGENASE (LDH)
• É uma enzima presente em vários tecidos, em particular no 
músculo esquelético, músculo cardíaco, fígado e 
eritrócitos, mas também nos rins, ossos e pulmões.
↑ LDH
• Hemólise
• Lesão muscular
• Deficiência de vitamina 
E e selênio
85 86
87 88
89 90

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