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Crânio: Vista Anterior 1 2 3 10 4 5 6 7 9 8 Cabeça e Pescoço 1-1Crânio: Vista Anterior 1. Osso frontal 2. Incisura (forame) supraorbital 3. Osso nasal 4. Osso lacrimal 5. Osso zigomático 6. Forame infraorbital 7. Maxila 8. Forame mentual 9. Mandíbula 10. Osso temporal Comentário: Os ossos do crânio estão fundidos entre si formando articulações fibrosas imóveis, como, por exemplo, as suturas. crânio é composto por 2 categorias gerais de do crânio (8 ossos), que contêm 0 encéfalo, e OS da face (14 ossos). Os 8 do crânio são frontal, occipital, etmoide e esfenoide, 1 par de temporais e 1 par de parietais. Os OSSOS associados do crânio incluem ossículos da audição (3 na cavidade da orelha média de cada lado) e hioide, único. crânio e OS associados constituem 29 diferentes (os 32 dentes do adulto são parte da maxila e da mandíbula e não são contados separadamente). Correlação clínica: Fraturas da porção média da face segundo a classificação de Le Fort: Le Fort I: fratura horizontal que separa a maxila ao longo do assoalho da cavidade nasal Le Fort II: fratura piramidal que engloba as maxilas, os nasais, as margens infraorbitais e os assoalhos da órbita de ambos lados Le Fort III: engloba a fratura Le Fort e ossos zigomáticos de ambos os lados Cabeça e Pescoço Prancha 4 do AtlasCrânio: Vista Lateral 1 3 2 9 4 8 7 5 6 Cabeça e Pescoço 1-2Crânio: Vista Lateral 1. Osso parietal 2. Sutura coronal 3. Osso esfenoide 4. Osso lacrimal 5. Maxila (Processo frontal; Processo alveolar) 6. Osso zigomático 7. Osso occipital (Protuberância occipital externa) 8. Sutura lambdóidea 9. Osso temporal (Parte escamosa; Processo zigomático; Meato Acústico Externo; Processo Mastoide) Comentário: Esta vista lateral mostra muitos do crânio e algumas suturas. A sutura coronal está entre frontal e OS parietais. A sutura lambdóidea está entre OSSOS parietais e 0 occipital. Ptério é local onde OS frontal, parietal, esfenoide e temporal se unem. É perigoso levar um golpe ou mesmo sofrer uma fratura de crânio nessa região porque dessa área é fino, e a artéria meníngea média, que supre a dura-máter que reveste encéfalo, está exatamente embaixo desse local. Correlação clínica: As fraturas de crânio podem ser classificadas em: Linear: apresenta uma linha de fratura nítida Cominutiva: há vários fragmentos ósseos (é chamada de deprimida quando está voltada para dentro, que pode romper a dura-máter) Diástase: fratura que ocorre ao longo de uma linha de sutura Basilar: fratura da base do crânio Cabeça e Pescoço Prancha 6 do AtlasCrânio: Corte Sagital Mediano 9 1 8 2 7 3 6 5 4 Cabeça e Pescoço 1-3Crânio: Corte Sagital Mediano 1. Osso esfenoide (Asa maior; Asa Menor; Sela turca; Seio esfenoidal) 2. Osso frontal (Seio frontal) 3. Osso etmoide (Lâmina perpendicular) 4. Maxila (Canal incisivo; Processo palatino) 5. Vômer 6. Osso palatino 7. Osso occipital 8. Osso temporal (Parte escamosa; Parte petrosa) 9. Osso parietal Comentário: Observe interior do crânio e septo nasal. Os 8 do crânio que contêm 0 encéfalo incluem frontal, occipital, etmoide e esfenoide, par de ossos temporais e par de ossos parietais. Os 14 ossos da face compreendem OS lacrimal, nasal, palatino, concha nasal inferior (não mostrada), maxilar e zigomático (não mostrado) de ambos lados, além do vômer e da mandíbula (não mostrada). septo nasal é formado pela lâmina perpendicular do etmoide, pelo vômer, pelos ossos palatinos e pelas cartilagens do septo. A parte petrosa do OSSO temporal contém as cavidades da orelha média e interna e sistema vestibular. Correlação clínica: Uma fratura causada por um golpe no crânio pode romper a camada periosteal subjacente da dura-máter, o que pode provocar um hematoma epidural (extradural) e/ou o vazamento de líquido cerebrospinal. É comum haver um leve desvio do septo nasal. Contudo, se desvio for grande ou resultar de traumatismo, poderá ser corrigido cirurgicamente para que não interfira na respiração. Cabeça e Pescoço Prancha 8 do AtlasParede Lateral da Cavidade Nasal 9 8 1 2 3 7 4 5 6 Cabeça e Pescoço 1-4Parede Lateral da Cavidade Nasal 1. Osso frontal (seio) 2. Osso nasal 3. Cartilagem alar maior 4. Maxila (Processo frontal; Canal incisivo; Processo palatino; Processo alveolar) 5. Concha nasal inferior 6. Osso palatino (Lâmina perpendicular; Lâmina horizontal) 7. Osso esfenoide (Seio esfenoidal; Lâminas medial e lateral do processo pterigoide; Hâmulo pterigóideo) 8. Osso etmoide (Concha nasal média; Lâmina cribriforme; Concha nasal superior) 9. Osso lacrimal Comentário: A parede lateral da cavidade nasal exibe de modo mais evidente as conchas superior e média do OSSO etmoide e também a concha inferior. Partes de outros que incluem os ossos nasal, lacrimal, palatino e esfenoide, além da maxila, contribuem para formar a parede lateral. Os processos palatinos das maxilas e as lâminas horizontais dos palatinos compõem palato duro. Correlação clínica: A hipófise está na fossa hipofisial, uma depressão vista logo acima do seio esfenoidal do esfenoide. Essa glândula pode ser abordada cirurgicamente pela cavidade nasal, passando-se através do seio esfenoidal e seguindo diretamente até a fossa hipofisial (ressecção transesfenoidal). Cabeça e Pescoço Prancha 37 do Atlas Ver também Prancha 8Base do Crânio: Vista Inferior 1 2 3 8 4 7 5 6 Cabeça e Pescoço 1-5Base do Crânio: Vista Inferior 1. Maxila (Fossa incisiva; Processo palatino; Processo zigomático) 2. Osso zigomático 3. Osso esfenoide (Lâmina medial; Lâmina lateral; Asa maior) 4. Osso temporal (Processo zigomático; Fossa mandibular; Processo estiloide; Meato acústico externo; Processo mastoide) 5. Osso parietal 6. Osso occipital (Côndilo occipital; Parte basilar; Forame magno; Protuberância occipital externa) 7. Vômer 8. Osso palatino (Lâmina horizontal) Comentário: Os do crânio e da face contribuem para a formação da base do crânio. Os principais processos e forames associados a esses podem ser observados nesta vista inferior. maior forame do crânio é 0 forame magno, 0 local onde tronco encefálico forma uma continuidade com a medula espinal. Correlação clínica: As fraturas basilares (fraturas da base do crânio) podem danificar estruturas neurovasculares importantes que entram no crânio ou saem dele através dos forames (aberturas). A artéria carótida interna pode ser rompida, OS nervos cranianos podem ser lesados e a dura-máter pode ser rasgada, que provoca vazamento de líquido cerebrospinal. Cabeça e Pescoço Prancha 10 do AtlasForames da Base do Crânio: Vista Superior 1 2 3 4 5 6 10 7 8 11 9 12 Cabeça e Pescoço 1-6Forames da Base do Crânio: Vista Superior 1. Forames da lâmina cribriforme (Feixes do nervo olfatório) 2. Canal óptico (Nervo óptico [NC II]; Artéria oftálmica) 3. Fissura orbital superior (Nervo oculomotor [NC III]; Nervo troclear [NC IV]; Nervos lacrimal, frontal e nasociliar do nervo oftálmico [NC V₁]; Nervo abducente [NC VI]; Veia oftálmica superior) 4. Forame redondo (Nervo maxilar [NC V₂]) 5. Forame oval (Nervo mandibular [NC V₃]; Artéria meníngea acessória; Nervo petroso menor [ocasionalmente]) 6. Forame espinhoso (Artéria e veia meníngeas médias; Ramo meníngeo do nervo mandibular) 7. Forame lacerado 8. Canal carótico (Artéria carótida interna; Plexo do nervo carótico interno) 9. Meato acústico interno (Nervo facial [NC VII]; Nervo vestibulococlear [NC VIII]; Artéria do labirinto) 10. Forame jugular (Seio petroso inferior; Nervo glossofaríngeo [NC IX]; Nervo vago [NC X]; Nervo acessório [NC XI]; Seio sigmóideo; Artéria meníngea posterior) 11. Canal do nervo hipoglosso (Nervo hipoglosso [NC XII]) 12. Forame magno (Bulbo; Meninges; Artérias vertebrais; Ramos meníngeos das artérias vertebrais; Raízes espinais dos nervos acessórios) Comentário: As principais estruturas que passam através de cada forame estão indicadas entre parênteses. Correlação clínica: Fraturas ou traumatismos que envolvem qualquer um desses forames podem provocar sinais e sintomas clínicos associados aos elementos neurovasculares que passam pelo forame. Por essa razão, é importante conhecer essas estruturas e suas relações com a base do crânio. Cabeça e Pescoço Prancha 13 do AtlasMandíbula: Vista Anterolateral Superior 1 2 3 4 8 5 6 7 Cabeça e Pescoço 1-7Mandíbula: Vista Superolateral 1. Processo condilar (cabeça e pescoço) 2. Processo coronoide 3. Fóvea submandibular 4. Linha milo-hióidea 5. Forame mentual 6. Protuberância mentual 7. Corpo 8. Ramo Comentário: A mandíbula contém dentes mandibulares e forame da mandíbula. feixe neurovascular alveolar inferior passa através do forame da mandíbula; ele inerva OS dentes inferiores e supre com sangue. nervo termina como um ramo cutâneo que sai pelo forame mentual (nervo mentual). processo condilar da mandíbula articula-se com OSSO temporal, formando assim a articulação temporomandibular. Por causa de sua localização vulnerável, a mandíbula é segundo OSSO da face mais fraturado (o primeiro é 0 nasal). Os locais de fratura mais comuns são a área do dente canino e a do terceiro molar. Correlação clínica: As fraturas da mandíbula são bastante comuns. A forma em U desse torna-o suscetível a fraturas múltiplas, que ocorre em mais de 50% dos casos. Os locais mais comuns de fratura são a área da cúspide (dente canino) e a área imediatamente anterior ao dente molar (dente do siso). Quando fraturada, sangue que vaza da mandíbula pode se acumular nos tecidos frouxos do assoalho da cavidade oral, sobre músculo milo-hióideo. Cabeça e Pescoço Prancha 17 do AtlasMandíbula: Vista Posterior Esquerda 1 2 3 4 5 6 7 Cabeça e Pescoço 1-8Mandíbula: Vista Posterior Esquerda 1. Processo condilar 2. Língula 3. Forame da mandíbula 4. Sulco milo-hióideo 5. Fóvea submandibular 6. Fóvea sublingual 7. Espinhas genianas Comentário: feixe neurovascular alveolar inferior entra pelo forame da mandíbula e passa através do OSSO para suprir OS dentes e a gengiva inferiores. As depressões, ou fóveas, situadas na região medial da mandíbula marcam locais das glândulas salivares submandibulares e sublinguais. Correlação clínica: Dos da face, a mandíbula é maior e 0 mais forte, e seus pontos de referência são utilizados na aplicação de injeções intraorais de anestésicos odontológicos. Quando realizada corretamente, a infiltração de um agente anestésico no espaço pterigomandibular, próximo do forame da mandíbula, anestesia nervo alveolar inferior e nervo lingual ipsilateralmente (do mesmo lado da injeção). procedimento anestesiará dentes mandibulares (nervo alveolar inferior), o epitélio dos dois terços anteriores da língua (nervo lingual), a mucosa e a gengiva linguais (nervo lingual), a mucosa e a gengiva bucais desde os pré-molares até a linha média (nervo mentual/ramo terminal do nervo alveolar inferior) e a pele do lábio inferior (também via nervo mentual) ipsilateralmente. Cabeça e Pescoço Prancha 17 do AtlasArticulação Temporomandibular Vista lateral 1 2 3 4 5 6 7 8 Maxila e mandíbula em contato Maxila e mandíbula bem afastadas (movimento em dobradiça e movimento de deslizamento combinados) Cabeça e Pescoço 1-9Articulação Temporomandibular 1. Cápsula articular 2. Ligamento lateral 3. Ligamento esfenomandibular (por transparência) 4. Ligamento estilomandibular 5. Fossa mandibular 6. Disco articular 7. Tubérculo articular 8. Cápsula articular Comentário: A articulação temporomandibular é a articulação sinovial entre a fossa mandibular e tubérculo articular do temporal e a cabeça da mandíbula. As 2 cavidades sinoviais da articulação estão separadas por um disco articular. Esta articulação singular combina uma articulação superior, do tipo uniaxial e deslizante, que permite movimentos de deslizamento para a frente (protrusão) e para trás (retração) e ligeiro movimento laterolateral com uma articulação em dobradiça, inferior, do tipo uniaxial, situada embaixo do disco articular, que permite fechamento (elevação) e a abertura (depressão) da mandíbula. A articulação temporomandibular contém uma cápsula articular e é reforçada pelos ligamentos lateral e esfenomandibular. Correlação clínica: A articulação temporomandibular (ATM) tem dupla ação: de dobradiça e deslizamento. Os distúrbios da ATM afetam cerca de 25% da população e podem resultar de traumatismo, artrite, infecção, apertamento dentário (bruxismo), ou de deslocamento do disco articular. Os distúrbios da ATM são mais comuns em mulheres que em homens. Cabeça e Pescoço Prancha 18 do AtlasDentes 1 2 3 4 Dentes permanentes superiores 5 6 7 8 9 10 11 12 Dentes permanentes inferiores Cabeça e Pescoço 1-10Dentes 1. Fossa incisiva 2. Processo palatino da maxila 3. Lâmina horizontal do OSSO palatino 4. Forames palatinos maior e menor 5. Incisivo central 6. Incisivo lateral 7. Canino 8. pré-molar 9. pré-molar 10. molar 11. molar 12. molar Comentário: Os humanos têm 2 conjuntos de dentes: OS dentes decíduos, que totalizam 20, e dentes permanentes (mostrados nesta ilustração), que totalizam 32 (16 dentes maxilares e 16 dentes mandibulares). Os dentes permanentes de cada quadrante da boca (maxila e mandíbula) incluem 2 incisivos, 1 canino, 2 pré-molares e 3 molares. Os terceiros molares são com frequência chamados de dentes de siso. Os dentes maxilares são inervados pelos ramos alveolares superiores do nervo maxilar. Os dentes mandibulares são inervados pelo ramo alveolar inferior do nervo mandibular. Correlação clínica: Por causa de sua localização vulnerável, a mandíbula é o segundo OSSO da face mais fraturado (o primeiro é o OSSO nasal). Os locais mais comuns de fratura são a área do dente incisivo e a região logo à frente da área do terceiro molar. Cabeça e Pescoço Prancha 56 do Atlas

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