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Direito Empresarial
Prof. Cadu Carrilho
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Direito Empresarial
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Cadu Carrilho
Direito Empresarial
Reta Final TJ SP
Oficial de Justiça
Direito Civil
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t.me/professorcadu
APRESENTAÇÃO CURSO
TJ-SP
OFICIAL DE JUSTIÇA
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@profcaducarrilhoEdital TJ SP
Oficial de Justiça
Qualquer nível superior.
Prova dia 15/12/2024.
Banca VUNESP
Prova de Conhecimentos Específicos – Bloco II
58 questões juntamente com Penal, Processo Penal, Administrativo,
Constitucional, Legislação Especial e Civil.
Pelo menos 7 a 8 questões de Civil.
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ATENÇÃO!!!
DIREITO CIVIL:
Código Civil - Decreto-Lei n.º 4.657 de 04/09/1942.
Parte Geral - artigos 1º a 25; 40 a 45; 49 a 50; 53; 62; 70 a 103; 115 a 120; 138 a
159; 166 a 201; 212 a 215;
Parte Especial – 653 a 666; 1.169 a 1.173; 1.196 a 1.203; 1.431 a 1.432; 1.442;
1.444 a 1.447; 1.451; 1.461; 1.467 a 1.472; 1.728; 1.767; 1.775 a 1.778; 1.997;
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@profcaducarrilhoAula 00 – LINDB (Decreto-Lei n.º 4.657 de 04/09/1942.)
Aula 01 – Pessoas Naturais; Personalidade e Capacidade; Direitos da Personalidade e
Curadoria dos Bens do Ausente. (Art. 1º a 25)
Aula 02 – Pessoas Jurídicas – Disposições Gerais; Desconsideração da Personalidade Jurídica;
Associações; Fundações; (apenas parte dos artigos 40 a 45; 49 a 50; 53 e 62.) e Domicílio (art.
70 a 78).
Aula 03 – Dos Bens (art. 79 a 103). Representação. (Art. 115 a 120); Atos Jurídicos Lícitos e
Ilícitos (Art. 185 a 188).
Aula 04 – Defeitos dos Negócios Jurídicos (Art. 138 a 159); Invalidade dos Negócios Jurídicos
(Art. 166 a 184);
Aula 05 – Prescrição (Art. 189 a 201). Provas (Art. 212 a 215).
Aula 06 – Mandato – Disposições Gerais (Art. 653 a 666); Preposto (Art. 1.169 a 1.173); Posse
e Classificação (Art. 1.196 a 1.203);
Aula 07 - Constituição do Penhor (Art. 1.431 e 1.432); Penhor Agrícola, Pecuário, Industrial e
Mercantil, De Direitos, de Veículos e Legal (Art. 1.442; 1.444 a 1.447; 1.451; 1.461; 1.467 a
1.472); Tutela – Dos Tutores (Art. 1.728); Curatela - Interditos (Art. 1.767; 1.775 a 1.778);
Pagamento das Dívidas (art. 1.997).
PROVAS – ART. 212 A 215
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@profcaducarrilhoProva - comprovação da ocorrência do um fato jurídico,
Crítica da Doutrina.
A regra geral - negócio jurídico pode ser celebrado exigindo-se uma maneira de
prova específica ou especial, nos casos em que não há essa previsão expressa, os
fatos jurídicos podem ser provados pelos meios elencados aqui no Código.
Art. 212. Salvo o negócio a que se impõe forma especial, o fato jurídico pode ser
provado mediante:
I - confissão;
II - documento;
III - testemunha;
IV - presunção;
V - perícia.
 
Fato Jurídico pode ser provado mediante: 
Confissão Documento Testemunha Presunção Perícia 
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@profcaducarrilhoConfissão - Não há hierarquia. Regras específicas.
A confissão - declaração expressa ou tácita em forma de uma atitude praticada
pela parte, admitindo determinada situação como verdade e que é contrário ao
seu interesse ou então favorável a outra parte. Pode ser judicial ou extrajudicial.
A confissão - considerada ineficaz quando praticada por alguém que não tinha a
disposição de um direito por falta da capacidade de confessar os fatos.
Alguém que está representando outra pessoa, mas também deve respeitar a
regra de que somente será eficaz se feita nos limites em que se vincula o
representado.
Art. 213. Não tem eficácia a confissão se provém de quem não é capaz de dispor
do direito a que se referem os fatos confessados.
Parágrafo único. Se feita a confissão por um representante, somente é eficaz nos
limites em que este pode vincular o representado.
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Regra - prova irrevogável. Exceção - anulação da confissão
Art. 214. A confissão é irrevogável, mas pode ser anulada se decorreu de erro de
fato ou de coação.
Documental
Escritura pública é aquele documento considerado público, pois feito em um
cartório por um agente notarial e com formalidades específicas.
Art. 215. A escritura pública, lavrada em notas de tabelião, é documento dotado
de fé pública, fazendo prova plena.
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@profcaducarrilhoRequisitos mínimos.
A escritura deve conter a data e a hora - qualificação das partes - quem está sendo citado -
vontade a ser manifesta - exigências legais estão sendo cumpridas - ato foi lido perante todos
ou leram; assinatura de todos.
§ 1º Salvo quando exigidos por lei outros requisitos, a escritura pública deve conter: I - data e
local de sua realização;
II - reconhecimento da identidade e capacidade das partes e de quantos hajam comparecido
ao ato, por si, como representantes, intervenientes ou testemunhas;
III - nome, nacionalidade, estado civil, profissão, domicílio e residência das partes e demais
comparecentes, com a indicação, quando necessário, do regime de bens do casamento, nome
do outro cônjuge e filiação;
IV - manifestação clara da vontade das partes e dos intervenientes;
V - referência ao cumprimento das exigências legais e fiscais inerentes à legitimidade do ato;
VI - declaração de ter sido lida na presença das partes e demais comparecentes, ou de que
todos a leram;
VII - assinatura das partes e dos demais comparecentes, bem como a do tabelião ou seu
substituto legal, encerrando o ato.
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Escritura pública - não compareceu ou não sabe escrever.
§ 2º Se algum comparecente não puder ou não souber escrever, outra pessoa
capaz assinará por ele, a seu rogo.
Escritura pública deve ser escrita na língua portuguesa que é a língua nacional.
§ 3º A escritura será redigida na língua nacional.
Pessoa que não entenda a língua portuguesa - tradutor público
§ 4º Se qualquer dos comparecentes não souber a língua nacional e o tabelião não
entender o idioma em que se expressa, deverá comparecer tradutor público para
servir de intérprete, ou, não o havendo na localidade, outra pessoa capaz que, a
juízo do tabelião, tenha idoneidade e conhecimento bastantes.
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Apresentando-se diante do tabelião uma pessoa que ele não conhece, é preciso
mostrar algum documento que comprove a identificação dessa pessoa, ou
duas testemunhas que conhecem essa pessoa confirmem e afirmem que
realmente é quem diz ser e essas testemunhas participação do ato de lavratura da
escritura.
§ 5º Se algum dos comparecentes não for conhecido do tabelião, nem puder
identificar-se por documento, deverão participar do ato pelo menos duas
testemunhas que o conheçam e atestem sua identidade.
MANDATO – ART. 653 A 666
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@profcaducarrilhoDisposições Gerais.
O mandato - pessoa recebe de outra pessoa poderes para praticar atos em nome
da pessoa ou poderes para administrar os interesses da pessoa.
Procuração que é o documento.
Regras da representação,
Exemplo: passo uma procuração para meu primo vender o carro de minha
propriedade e assinar o documento de compra e venda, pois não poderei
comparecer nesse dia e meu primo vai me representar.
Art. 653. Opera-se o mandato quando alguém recebe de outrem poderes para, em
seu nome, praticar atos ou administrar interesses. A procuração é o instrumento
do mandato.
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@profcaducarrilhoPessoas e Forma
Documento - público ou particular.
Pessoas plenamente capazes.
Outorgante e outorgado.
Mandante e mandatário.
Instrumento particular - outorgante tem que assinar esse documento.
Art. 654. Todas as pessoas capazes são aptas para dar procuração mediante
instrumento particular, que valerá desde que tenha a assinatura do outorgante.
Local - qualificação - pessoa outorgante e da outorgada - datado contrato -
definição poderes - o objetivo da outorga com a designação e o alcance.
§ 1º O instrumento particular deve conter a indicação do lugar onde foi passado, a
qualificação do outorgante e do outorgado, a data e o objetivo da outorga com a
designação e a extensão dos poderes conferidos.
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@profcaducarrilhoTerceiro que vai negociar –
pode exigir que a procuração tenha o reconhecimento de firma.
§ 2º O terceiro com quem o mandatário tratar poderá exigir que a procuração
traga a firma reconhecida.
Instrumento público - escritura pública.
Nova transmissão de poderes - subestabelecimento.
Procuração original for passada por meio de instrumento público, - o
subestabelecimento de poderes por meio de instrumento particular.
Art. 655. Ainda quando se outorgue mandato por instrumento público, pode
substabelecer-se mediante instrumento particular.
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Relativamente incapaz, - menor entre 16 e 18 anos, que ainda não esteja
emancipado, possa ser mandatário.
Art. 666. O maior de dezesseis e menor de dezoito anos não emancipado pode ser
mandatário, mas o mandante não tem ação contra ele senão de conformidade
com as regras gerais, aplicáveis às obrigações contraídas por menores.
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Modalidades
Expressa ou tácita.
Verbal ou por escrito.
Art. 656. O mandato pode ser expresso ou tácito, verbal ou escrito.
Ato lei exige - só pode ser feita por escrito - o mandato seja feito por escrito.
Art. 657. A outorga do mandato está sujeita à forma exigida por lei para o ato a
ser praticado. Não se admite mandato verbal quando o ato deva ser celebrado por
escrito.
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@profcaducarrilhoGratuito ou Oneroso
Forma Gratuita ou onerosa.
A gratuita - poderes são passados, mas não há retribuição de valor.
O contrato de mandato se presume gratuito
Exceto - posição de ofício ou está lá por ser uma profissão lucrativa.
Art. 658. O mandato presume-se gratuito quando não houver sido estipulada retribuição,
exceto se o seu objeto corresponder ao daqueles que o mandatário trata por ofício ou
profissão lucrativa.
Oneroso - o mandante pague ao mandatário uma retribuição
Proveniente de lei ou em contrato entre eles.
Valores praticados pelos usos do lugar ou arbitramento.
Parágrafo único. Se o mandato for oneroso, caberá ao mandatário a retribuição prevista
em lei ou no contrato. Sendo estes omissos, será ela determinada pelos usos do lugar, ou,
na falta destes, por arbitramento.
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@profcaducarrilhoEspecial ou Geral
Especial ou geral - abrangência dos poderes delegados.
Todos os negócios dele - mandato geral.
Mais específica - delimitando os negócios e determinando especificamente quais
os poderes e para que negócios atuar - mandato especial.
Art. 660. O mandato pode ser especial a um ou mais negócios determinadamente,
ou geral a todos os do mandante.
Poderes gerais - referem-se aos poderes de administração.
Art. 661. O mandato em termos gerais só confere poderes de administração.
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Lista exemplificativas - poderes especiais ou expressos – para
alienar, hipotecar, transigir ou quaisquer outros atos.
§ 1º Para alienar, hipotecar, transigir, ou praticar outros quaisquer atos que
exorbitem da administração ordinária, depende a procuração de poderes especiais
e expressos.
Transigir - transação, negociação com fins de encerrar uma disputa por meio de
concessões mútuas, definição essa retirada do próprio Código Civil (art. 840).
§ 2º O poder de transigir não importa o de firmar compromisso.
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@profcaducarrilhoPoderes e Responsabilidade
Efeitos de um ato praticado por uma pessoa, aparentemente mandatária, mas
que não tinha poderes nenhum ou tinha menos poderes.
Atos ineficazes em relação a pessoa - supostamente representada.
Atos não serão aplicáveis contra a pessoa que foi erradamente representada.
Pode gerar eficácia se confirmar e ratificar os atos praticados pelo mandatário.
Art. 662. Os atos praticados por quem não tenha mandato, ou o tenha sem
poderes suficientes, são ineficazes em relação àquele em cujo nome foram
praticados, salvo se este os ratificar.
Parágrafo único. A ratificação há de ser expressa, ou resultar de ato inequívoco, e
retroagirá à data do ato.
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Mandatário agiu - recai sobre o mandante a responsabilidade,
sendo esse o único responsável, mandatário não reponde pelo negócio celebrado.
Mandatário - responde de maneira pessoal - agir em nome próprio, mesmo que
para um negócio de conta do mandante.
Art. 663. Sempre que o mandatário estipular negócios expressamente em nome do
mandante, será este o único responsável; ficará, porém, o mandatário
pessoalmente obrigado, se agir no seu próprio nome, ainda que o negócio seja de
conta do mandante.
Direito de retenção do que é objeto da operação - até o valor que é devido a ele.
Art. 664. O mandatário tem o direito de reter, do objeto da operação que lhe foi
cometida, quanto baste para pagamento de tudo que lhe for devido em
conseqüência do mandato.
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@profcaducarrilhoO mandatário ao agir com excesso de poder, ou contrário aos poderes
considerado mero gestor de negócios.
Exceto – mandante ratificar os atos que foram praticados pelo mandatário.
Art. 665. O mandatário que exceder os poderes do mandato, ou proceder contra
eles, será considerado mero gestor de negócios, enquanto o mandante lhe não
ratificar os atos.
Aceitação
É preciso que o outorgado manifeste-se aceitando que recebe os poderes.
Por escrito ou aceitação tácita - mandatário começa a executar os poderes
Art. 659. A aceitação do mandato pode ser tácita, e resulta do começo de
execução.
POSSE – ART. 1.196 A 1.203
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@profcaducarrilhoPossuidor
Posse - poder de uma pessoa sobre uma coisa - poder de fato
Exercer sobre coisa alguns dos poderes - direito de propriedade.
Rol dos tipos de direitos reais - posse não consta no rol dos direitos reais.
Esse exercício de fato pleno ou não.
A posse, como exteriorização da propriedade.
Art. 1.196. Considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exercício, pleno
ou não, de algum dos poderes inerentes à propriedade.
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@profcaducarrilhoDetentor
Pessoa que está na guarda, ou seja, na posse de um bem,
Essa posse não se dá em seu próprio nome e sim em nome de outra pessoa.
Relação de dependência - cumprindo as ordens ou instruções do possuidor. Exemplo
de detentor: caseiro de um sítio; motorista de ônibus de linha em relação ao ônibus.
Art. 1.198. Considera-se detentor aquele que, achando-se em relação de dependência
para com outro, conserva a posse em nome deste e em cumprimento de ordens ou
instruções suas.
Presunção relativa de detenção.
Parágrafo único. Aquele que começou a comportar-se do modo como prescreve este
artigo, em relação ao bem e à outra pessoa, presume-se detentor, até que prove o
contrário.
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@profcaducarrilhoPosse Direito e Indireta
A posse direta - está com uma coisa, ainda que temporariamente.
A posse indireta - continua sendo o dono ou possuidor principal da coisa, mas o
entregou para que outra pessoa a use temporariamente.
Ambos - têm direitos sobre a posse.
Quem tem posse direta pode defender essa posse até mesmo contra a pessoa que
tem a posse indireta - abuso ou tentativa de interferência indevida.
Art. 1.197. A posse direta, de pessoa que tem a coisa em seu poder, temporariamente,
em virtude de direito pessoal, ou real, não anula a indireta, de quem aquela foi
havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
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@profcaducarrilhoComposse
Duas ou mais pessoas compartilham a possede uma coisa.
Coisa que não se possa dividir.
Todos os compossuidores de uma coisa indivisível possuem direitos iguais de
maneira que um não pode agir de forma a excluir os demais.
Posse pacífica e equilibrada entre os interessados.
Art. 1.199. Se duas ou mais pessoas possuírem coisa indivisa, poderá cada uma
exercer sobre ela atos possessórios, contanto que não excluam os dos outros
compossuidores.
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@profcaducarrilhoPosse Justa ou Injusta
Vícios objetivos da posse a violência, a clandestinidade e a precariedade.
Considerada injusta - não se vale da proteção dos direitos possessórias.
Violência - emprego de força física ou de grave ameaça.
Clandestina - ausente a pessoa - o legítimo possuidor - vai lá e toma posse
Precária - restituir o bem emprestado em confiança, e ele não devolve.
Justa - não estiverem presentes nenhum desses três elementos da injustiça.
Observação: não confunda posse justa e injusta com posse de boa-fé e de má-fé.
Art. 1.200. É justa a posse que não for violenta, clandestina ou precária.
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@profcaducarrilhoPosse de Boa-fé ou de Má-fé
Boa-fé - pensa e acredita - é devida, legítima, pois não sabe que está na posse
viciada e que essa possa ter algum vício ou impedimento de adquirir a coisa.
Má-fé - pela posse indevida ou viciada e que o possuidor sabe disso.
Art. 1.201. É de boa-fé a posse, se o possuidor ignora o vício, ou o obstáculo que
impede a aquisição da coisa.
Documento - título justo - há a presunção - uma possuidora de boa-fé.
Parágrafo único. O possuidor com justo título tem por si a presunção de boa-fé,
salvo prova em contrário, ou quando a lei expressamente não admite esta
presunção.
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Dificuldade de se comprovar que o possuidor sabia ou não dos vícios ou
impedimentos de sua posse.
Formas de se apontar a má-fé - a perda da boa-fé - circunstâncias da situação.
Art. 1.202. A posse de boa-fé só perde este caráter no caso e desde o momento em
que as circunstâncias façam presumir que o possuidor não ignora que possui
indevidamente.
Tendência pela manutenção do caráter em que a posse é adquirida.
Art. 1.203. Salvo prova em contrário, entende-se manter a posse o mesmo caráter
com que foi adquirida.
PENHOR
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@profcaducarrilhoConstituição do Penhor
O penhor - direito real de garantia - sobre bens móveis - dívida contraída.
Uma palavra que aparece recorrentemente a respeito do penhor é a palavra
Pignoratício. devedor pignoratício / credor pignoratício.
Código Civil - modalidades de penhor: comum; legal; rural; industrial e mercantil;
direitos e títulos de crédito; e de veículos.
Não transfere a propriedade - apenas a posse.
Art. 1.431. Constitui-se o penhor pela transferência efetiva da posse que, em
garantia do débito ao credor ou a quem o represente, faz o devedor, ou alguém
por ele, de uma coisa móvel, suscetível de alienação.
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Regra geral - entrega da coisa é uma das características -
Exceções - continuam nas mãos do devedor - devedor guarda e conserva
Seguintes tipos de penhor: rural, industrial, mercantil e de veículos.
Parágrafo único. No penhor rural, industrial, mercantil e de veículos, as coisas
empenhadas continuam em poder do devedor, que as deve guardar e conservar.
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@profcaducarrilhoContrato que pode ser público ou particular e
deve conter as informações relevantes sobre a operação,
Requisitos de validade e de eficácia do negócio.
Instrumento do penhor deve ser devidamente registrado - pessoas envolvidas
Penhor comum - o Cartório de Títulos e Documentos.
Penhor rural / Penhores industrial e mercantil - cartório de registro de imóveis.
Penhor de veículos - Cartório de Títulos e Documentos do domicílio do devedor, e
anotado no certificado de propriedade.
Art. 1.432. O instrumento do penhor deverá ser levado a registro, por qualquer dos
contratantes; o do penhor comum será registrado no Cartório de Títulos e
Documentos.
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@profcaducarrilhoPenhor Agrícola
Tipo de penhor rural.
Podem ser objeto de penhor agrícola as máquinas e instrumentos utilizados na
atividade agrícola; as colheitas que ainda estão pendentes ou em formação; os
frutos já recolhidos e acondicionados ou armazenados; a lenha e o carvão; bem
como os animais utilizados nos serviços agrícolas de forma ordinária.
Art. 1.442. Podem ser objeto de penhor:
I - máquinas e instrumentos de agricultura;
II - colheitas pendentes, ou em via de formação;
III - frutos acondicionados ou armazenados;
IV - lenha cortada e carvão vegetal;
V - animais do serviço ordinário de estabelecimento agrícola.
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Determinada colheita ainda pendente ou em formação possa ser frustrada ou ser
insuficiente para cobrir o valor dado em garantia.
Penhor deverá recair sobre a colheita imediatamente seguinte a essa que não
deu certo ou foi pouca.
Art. 1.443. O penhor agrícola que recai sobre colheita pendente, ou em via de
formação, abrange a imediatamente seguinte, no caso de frustrar-se ou ser
insuficiente a que se deu em garantia.
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@profcaducarrilhoPenhor Pecuário
O outro tipo de penhor rural - atividade rural com animais.
Animais utilizados na atividade pastoril, na agrícola ou na de laticínios.
Permanecem na posse do devedor.
registrado no Cartório de Registro de Imóveis.
Art. 1.444. Podem ser objeto de penhor os animais que integram a atividade
pastoril, agrícola ou de lacticínios.
Se quiser vender - requerer a autorização do credor,
Art. 1.445. O devedor não poderá alienar os animais empenhados sem prévio
consentimento, por escrito, do credor.
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@profcaducarrilhoDuas hipóteses - colocar em risco o credor do penhor pelo devedor.
Devedor pretende alienar o gado/pratica atos que coloquem em risco os animais
Parágrafo único. Quando o devedor pretende alienar o gado empenhado ou, por
negligência, ameace prejudicar o credor, poderá este requerer se depositem os
animais sob a guarda de terceiro, ou exigir que se lhe pague a dívida de imediato.
Comprados novos animais da mesma espécie, admite-se a presunção automática
dessa substituição de penhor - validade perante terceiros, essa substituição
também deve ser averbada no cartório onde está registrado o penhor.
Art. 1.446. Os animais da mesma espécie, comprados para substituir os mortos,
ficam sub-rogados no penhor.
Parágrafo único. Presume-se a substituição prevista neste artigo, mas não terá
eficácia contra terceiros, se não constar de menção adicional ao respectivo
contrato, a qual deverá ser averbada.
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@profcaducarrilhoPenhor Industrial e Mercantil
Rol de bens que podem ser objeto - atividades industriais e mercantis.
São bens objeto de penhor industrial e mercantil objetos relacionados à atividade:
maquinas, aparelhos, materiais, instrumento, sejam esses bens instalados e em
funcionamento, inclusive com acessórios ou sem eles.
Além desses: animais usados na indústria; sal e bens destinados à exploração de
salinas; produtos derivados da suinocultura e animais destinados à industrialização
de carnes e derivados.
Por fim, matérias-primas e produtos industrializados.
Continuam na posse do devedor em penhor.
Art. 1.447. Podem ser objeto de penhor máquinas, aparelhos, materiais,
instrumentos, instalados e em funcionamento, com os acessórios ou sem eles;
animais, utilizados na indústria; sal e bens destinados à exploração das salinas;
produtos de suinocultura, animais destinados à industrialização de carnes e
derivados; matérias-primas e produtos industrializados.
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Armazém geral - cobrando valores para guardar e depositar determinados bens.
O penhor de mercadoriasdepositadas em armazéns gerais é regulado pelas
regras aplicáveis a esse tipo de atividade.
Parágrafo único. Regula-se pelas disposições relativas aos armazéns gerais o
penhor das mercadorias neles depositadas.
Documento público ou particular - Cartório de Registro de Imóveis.
Art. 1.448. Constitui-se o penhor industrial, ou o mercantil, mediante instrumento
público ou particular, registrado no Cartório de Registro de Imóveis da
circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas.
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Pode o devedor emitir uma cédula que é um título de crédito de promessa de
pagamento nos termos da lei específica que trata desse título. Essa é uma
maneira de reforçar a operação de crédito feita entre credor e devedor, já vai
haver a garantia e terá também em mãos o credor um documento que se
configura como um título que pode ser executado em caso de não pagamento.
Parágrafo único. Prometendo pagar em dinheiro a dívida, que garante com
penhor industrial ou mercantil, o devedor poderá emitir, em favor do credor,
cédula do respectivo crédito, na forma e para os fins que a lei especial determinar.
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Penhor de Direitos e Títulos de Crédito
Direitos sobre coisa móveis – que podem cedidos são também objeto de penhor.
Exemplos mais clássicos sobre essas possibilidades, ações negociadas em bolsa
podem ser penhoras e títulos de crédito em geral também podem.
São tipos de direitos que, por poderem ser cedidos, são considerados
patrimoniais e sua natureza jurídica é de serem considerados bens móveis, por
isso suscetíveis de penhor.
Art. 1.451. Podem ser objeto de penhor direitos, suscetíveis de cessão, sobre coisas
móveis.
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@profcaducarrilhoPenhor de Veículos
O penhor sobre veículos não é tão comum de acontecer na prática, já que
existem outras opções mais consolidadas no mercado como forma de garantia na
aquisição de veículos, como a alienação fiduciária e o leasing.
Veículo empregado em qualquer forma de transporte ou condução possa ser
objeto de penhor.
Art. 1.461. Podem ser objeto de penhor os veículos empregados em qualquer
espécie de transporte ou condução.
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@profcaducarrilhoPenhor Legal
Não decorre da vontade das partes - necessidade de proteger duas situações
específicas - manifesta-se o a garantia por meio do meio penhor.
- hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento
sobre as bagagens, ou sobre os móveis, podendo ser também sobre as joias e
sobre o dinheiro que os hospedes, cliente ou consumidores, ou fregueses tiverem
carregando com eles nos locais de hospedagem pelas despesas ou consumo que
tiverem feito, sejam esses locais casas ou estabelecimentos.
Poder de autotutela
- donos de prédios rústicos ou urbanos.
bens móveis que o rendeiro ou o inquilino tiver guarnecendo o mesmo
prédio, em relação aos valores devidos de aluguel ou de rendas.
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Art. 1.467. São credores pignoratícios, independentemente de convenção:
I - os hospedeiros, ou fornecedores de pousada ou alimento, sobre as bagagens,
móveis, jóias ou dinheiro que os seus consumidores ou fregueses tiverem consigo
nas respectivas casas ou estabelecimentos, pelas despesas ou consumo que aí
tiverem feito;
II - o dono do prédio rústico ou urbano, sobre os bens móveis que o rendeiro ou
inquilino tiver guarnecendo o mesmo prédio, pelos aluguéis ou rendas.
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@profcaducarrilhoO penhor legal na hospedagem - respeitando-se a condição
Tabela impressa e prévia e exposta de maneira ostensiva de qual o preço
praticado da hospedagem, da pensão e dos alimentos fornecidos.
Art. 1.468. A conta das dívidas enumeradas no inciso I do artigo antecedente será
extraída conforme a tabela impressa, prévia e ostensivamente exposta na casa,
dos preços de hospedagem, da pensão ou dos gêneros fornecidos, sob pena de
nulidade do penhor.
Permite a lei que o credor desses casos de penhor legal possa se valer de tantos
bens quantos forem necessários ao atingimento do valor total da dívida.
Art. 1.469. Em cada um dos casos do art. 1.467, o credor poderá tomar em
garantia um ou mais objetos até o valor da dívida.
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Tornar efetivo o penhor, se houver perigo na demora dessa satisfação.
Art. 1.470. Os credores, compreendidos no art. 1.467, podem fazer efetivo o
penhor, antes de recorrerem à autoridade judiciária, sempre que haja perigo na
demora, dando aos devedores comprovantes dos bens de que se apossarem.
Procurar a tutela jurisdicional.
Art. 1.471. Tomado o penhor, requererá o credor, ato contínuo, a sua
homologação judicial.
Devedor de locação - evitar a aplicação do penhor legal sobre seus bens,
Fazer uma caução idônea
Art. 1.472. Pode o locatário impedir a constituição do penhor mediante caução
idônea.
TUTELA E CURATELA
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Dentro do Livro do Código Civil que aborda o assunto Direito de Família, encontram-
se as regras sobre Tutela, Curatela e Tomada de Decisão Apoiada.
Esses institutos visam assegurar o que se denomina de direitos assistenciais para
defesa dos interesses dos incapazes e de maneira que possam praticar atos civis no
interesse desses vulneráveis.
A tutela, conforme define a doutrina, consiste em assegurar e resguardar os direitos
e os interesses de um menor que não seja emancipado e que não estejam sujeitos a
um poder familiar para que por meio de tutores esses menores estejam protegidos.
A curatela é também um tipo de direito assistencial que consiste na proteção do
curador a ser feita para pessoas maiores, mas que se enquadram no conceito de
incapazes e que sejam devidamente interditados.
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@profcaducarrilhoTutores
Proteção de menores incapazes - tutor.
Filhos menores - tuteladas - pais falecerem ou se forem considerados ausentes.
A morte dos pais é motivo que ocasiona a extinção do poder familiar.
Ou os pais são retirados do poder familiar sobre filhos menores
Nomeia-se o tutor que será o cuidador, e o tutelado que é o menor - pupilo.
Art. 1.728. Os filhos menores são postos em tutela:
I - com o falecimento dos pais, ou sendo estes julgados ausentes;
II - em caso de os pais decaírem do poder familiar.
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@profcaducarrilhoCuratela
Direito assistencial promovido pela lei e aplicável pelo curador
Proteger e defender os interesses de uma pessoa considera incapaz, -
maior de idade - judicialmente interditado.
Curador e do curatelado. Estão sujeitos à curatela, os denominados interditos.
Art. 1.767. Estão sujeitos a curatela:
I - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua
vontade;
III - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;
V - os pródigos.
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Interdição - pessoas que não possam exprimir sua vontade
devem receber todo apoio necessário
manter convívio com a família e com a comunidade,
evitando-se o recolhimento a estabelecimento especial que afaste a pessoa desse
importante convício com seus parentes e amigos.
Art. 1.777. As pessoas referidas no inciso I do art. 1.767 receberão todo o apoio
necessário para ter preservado o direito à convivência familiar e comunitária,
sendo evitado o seu recolhimento em estabelecimento que os afaste desse
convívio.
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Na sequência prevista no Código Civil - artigos 1.768 a 1.773 foram revogados.
As regras sobre tutela estão tratadas no Código Civil dos artigos 1.728 até o 1.766,
Art. 1.774. Aplicam-se à curatela as disposições concernentes à tutela, com as
modificações dos artigos seguintes.
Ordem de pessoas incumbidas de exercer a curatela - respeitar essa ordem como
uma regra de preferência atribuída pela lei.Art. 1.775. O cônjuge ou companheiro, não separado judicialmente ou de fato, é,
de direito, curador do outro, quando interdito.
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@profcaducarrilhoNão havendo cônjuge - o pai ou a mãe da pessoa. –
depois descendente que esteja apto a cumprir essa tarefa.
Mais próximo e só depois os demais,
Não havendo ninguém - caberá ao juiz a definição e escolha
§1º Na falta do cônjuge ou companheiro, é curador legítimo o pai ou a mãe; na
falta destes, o descendente que se demonstrar mais apto.
§ 2º Entre os descendentes, os mais próximos precedem aos mais remotos.
§ 3º Na falta das pessoas mencionadas neste artigo, compete ao juiz a escolha do
curador.
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@profcaducarrilhoPessoa com deficiência – ser relativamente incapaz
curatela quando declarada interditada pela justiça.
O juiz pode determinar que a tutela de uma pessoa com deficiência seja atribuída a
mais de uma pessoa que exercerão essa curatela de maneira compartilhada.
Art. 1.775-A. Na nomeação de curador para a pessoa com deficiência, o juiz poderá
estabelecer curatela compartilhada a mais de uma pessoa.
Art. 1.778. A autoridade do curador estende-se à pessoa e aos bens dos filhos do
curatelado, observado o art. 5º.
Exemplo: Jorge tem 30 anos e sofreu um acidente e está em coma, Jorge tem dois filhos,
um de 12 e outro de 15 anos, ele não é casado, ele é interditado por não poder exprimir
sua vontade e seu pai é nomeado seu curador, esse pai e que é avô das crianças passa a
ser também autoridade de curador sobre esses filhos e os bens desses filhos.
PAGAMENTO DE DÍVIDA
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@profcaducarrilhoPatrimoniais, obrigações e responsabilidade - morre.
Herança dessa pessoa - mais dívidas do que bens
Inventário,
Em muitos casos, pagam-se as dívidas e sobra ainda algum valor, esses serão
partilhados entre os herdeiros.
Cada herdeiro recebendo sua parte na herança - fiquem dívidas do falecido, -
herdeiros podem sim responder por essas dívidas
Respondem pela dívida - na proporção do que lhe coube na partilha da herança.
Art. 1.997. A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido; mas, feita
a partilha, só respondem os herdeiros, cada qual em proporção da parte que na
herança lhe coube.
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Enquanto estiver ocorrendo o inventário,
credores podem apresentar seus créditos - receber do espólio o valor devido.
Apresentando - documentos e formalidades - provam a existência da obrigação.
Não é devida - impugnação. - deve ser feita também com robusta comprovação
de que a dívida não é devida. Não pode ser alegada tendo como fundamento o
pagamento da dívida. Ora, caberá ao juiz analisar se é devido ou não essa dívida.
Juiz mandará reservar bens que sejam suficientes para a solução do débito
§ 1º Quando, antes da partilha, for requerido no inventário o pagamento de
dívidas constantes de documentos, revestidos de formalidades legais, constituindo
prova bastante da obrigação, e houver impugnação, que não se funde na alegação
de pagamento, acompanhada de prova valiosa, o juiz mandará reservar, em poder
do inventariante, bens suficientes para solução do débito, sobre os quais venha a
recair oportunamente a execução.
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Feita a reserva pelo juiz, cabe ao credor propor ação de cobrança no prazo de 30
dias, sob pena de, em se mantendo inerte nesse prazo, a providência tratada
acima perder seus efeitos.
§ 2º No caso previsto no parágrafo antecedente, o credor será obrigado a iniciar a
ação de cobrança no prazo de trinta dias, sob pena de se tornar de nenhum efeito
a providência indicada.
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OBRIGADO
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t.me/professorcadu
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