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Geografia das indústrias – Licenciatura em Geografia / 8º semestre Máquinas de fazer coisas – Ailton Krenak, A vida não é útil QUESTÕES REFLEXIVAS Sobre essa máquina de fazer coisas, quem controla os territórios onde estão os recursos necessários para manter essa “máquina” funcionando? 1 – Relacionar esse ponto do texto com a sociedade fossilista discutida por Carlos Walter Porto- Gonçalves e a Queda do Céu, de Davi Kopenawa. Porque nos transformamos em máquina de fazer coisas? 2 - Fazer trajetória da produção do espaço, a natureza tomada como mercadoria, e o conflito de cosmovisões Comunitarista Selvagem e Civilizatória Colonial-Capitalista quanto a geograficiade. Refletindo as questões abaixo: a) Estamos vivendo para produzir ou produzindo para viver? b) Por que precisamos produzir cada vez mais coisas? c) Por que precisamos consumir continuamente? d) Quem se beneficia dessa produção incessante? e) A Terra existe para servir às necessidades humanas? f) Num âmbito geográfico, o que acontece quando o ser humano se transforma em “máquina de fazer coisas”? g) Diante dessas questões que o texto enseja, na perspectiva produtivista e do desenvolvimento apresentada pelo pensamento crítico-social da geografia das indústrias, estamos diante de uma ruptura paradigmática nesse início de segundo quarto do século XXI, com as profundas transformações geográficas? Ou seja, precisamos de uma nova cosmovisão e teoria geográfica para explicar esse mundo? Qual seria? Como seria?