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CARD 1 MAPA MENTAL - VISÃO GERAL CARD 2 SISTEMA CLÁSSICO CARD 3 SISTEMA NEOCLÁSSICO CARD 4 SISTEMA FINALISTA CARD 5 SISTEMA FUNCIONALISTA (final do séc. XIX) (1907) (1931) (1970) SISTEMA SISTEMA Do Autores: Franz von Liszt Autores: Reinhard Frank CLÁSSICO e Edmund Mezger. Do Autor: Hans Welzel. e Ernest Beling. Autor: Claus Roxin. (final XIX) (1907) Base filosófica: Base filosófica: Base filosófica: Causalismo Causalismo Positivismo cientifico. Doutrinas Base filosófica: Política Criminal. Teorias: Positivismo Neokantismo Teorias: a) Teoria causal ou naturalista da ação. Teorias: Dolo na culpabilidade Dolo na culpabilidade a) Teoria causal ou naturalista Culpabilidade: dolo culpa Culpabilidade: da ação: ação inervação b) Teoria psicológico-normativa da a) Teoria final da ação: ação é conduta Teorias: EVOLUÇÃO dolo/cuipa muscular, movida por impulsos culpabilidade: dolo e culpa ainda são humana, consciente e DO CONCEITO espécies de culpabilidade, mas a esta dirigida a uma finalidade. que causa a) Teoria da imputação objetiva. DE CRIME modificações no mundo exterior. incorporada a noção de reprovabilidade do ato. A culpabilidade b) Teoria normativa pura da culpabilidade: dolo é retirado da culpabilidade, b) Teoria funcionalista da culpabilidade: b) Teoria psicologica da passa a ser composta por tres elementos: SISTEMA SISTEMA culpabilidade: dolo e culpa fazendo com que ela passe a apresentar a culpabilidade passa a ser tomada imputabilidade, dolo/culpa e exigibilidade FINALISTA FUNCIONALISTA espécies de elementos exclusivamente pela ideia de responsabilidade. de conduta (1931) (1970) ESTRUTURA DO CRIME ESTRUTURA DO CRIME ESTRUTURA DO CRIME ESTRUTURA DO CRIME Finalismo Imputação objetiva Crime: aspecto objetivo (fato tipico e antijuridico) Crime: injusto (fato e antijuridicidade) Crime: injusto (fato tipico e antijuridicidade) Crime: injusto (fato e antijuridicidade) Politico-criminal aspecto subjetivo (culpabilidade) culpabilidade culpabilidade responsabilidade Dolo no fato tipico Dolo no fato tipico Culpabilidade: Responsabilidade: culpabilidade Fato conduta tipicidade. Fato conduta Nos crimes Fato conduta (dolosa ou culposa) Fato conduta (dolosa ou culposa) potencial conhecimento da ilicitude necessidades preventivas Nos crimes somam-se resultado somam-se resultado e nexo tipicidade. Nos crimes materiais, somam-se tipicidade imputação objetiva. exigibilidade e nexo A tipicidade representa indicio da resultado e nexo A tipicidade Responsabilidade: Culpabilidade representa indicio da ilicitude Antijuridicidade: consequência inerente (imputabilidade, potencial conhecimento Evolução: CAUSA REPROVAÇÃO FINALIDADE FUNÇÃO tipicidade. Culpabilidade: imputabilidade, dolo/culpa e Culpabilidade: imputabilidade, potencial da e exigibilidade de conduta exigibilidade de conduta conhecimento da ilicitude e exigibilidade diversa) satisfação de necessidades Culpabilidade: dolo e culpa. de conduta diversa. preventivas. CARD 6 QUADRO COMPARATIVO 1 VISÃO GERAL CARD 7 QUADRO COMPARATIVO 2 FILOSOFIA E TEORIAS CARD 8 QUADRO COMPARATIVO 3 EVOLUÇÃO DA CULPABILIDADE CLÁSSICO NEOCLÁSSICO FINALISTA FUNCIONALISTA ELEMENTO SISTEMA BASE FILOSÓFICA TEORIA DA AÇÃO TEORIA DA CULPABILIDADE (fim séc. XIX) (1907) (1931) (1970) SISTEMA COMPOSIÇÃO DA CULPABILIDADE Finalismo Positivismo Causal ou Psicológica: Causalismo AÇÃO CONDUTA Causalismo objetiva cientifico naturalista dolo culpa são Clássico (movimento corporal) (conduta XIX) Dolo culpa. dirigida) do risco espécies de (fim séc. XIX) criado ao bem juridico) No fato No fato tipico Neokantismo Causal ou incorpora reprovabilidade Neoclássico DOLO Na culpabilidade Na culpabilidade (como elemento subjetivo (como elemento subjetivo (1907) naturalista do ato Imputabilidade dolo/culpa exigibilidade de conduta diversa. (1907) do tipo) do tipo) dolo/culpa Imputabilidade Imputabilidade (Culpabilidade) Finalista Final da ação Normativa pura: Finalista Imputabilidade potencial conhecimento da ilicitude Imputabilidade Fenomenológico- (conduta dirigida exclusivamente normativa Dolo culpa CULPABILIDADE dolo/culpa potencial conhecimento (1931) ontológica (1931) exigibilidade de conduta diversa. da ilicitude potencial conhecimento a uma finalidade) potencial da ilicitude exigibilidade Funcionalista exigibilidade (Culpabilidade) (imputabilidade + potencial conhecimento Funcionalista Politica Criminal exigibilidade Imputação (função do culpabilidade responsabilidade (1970) da ilicitude + exigibilidade de conduta diversa) NATUREZA DA Consequência inerente (1970) objetiva satisfação de necessidades Indicio da ilicitude Indicio da ilicitude ANTIJURIDICIDADE a tipicidade necessidades Direito Penal) satisfação de necessidades preventivas. preventivas. CARD MNEMÔNICO 1 LINHA DO TEMPO CARD 10 MNEMÔNICO 2 DOLO CARD 11 MNEMÔNICO 3 CULPABILIDADE - "CAUSA REPROVA FINALIDADE FUNÇÃO" D/E E P E P E " (I-P-E) N CCFF" F F CLÁSSICO NEOCLÁSSICO FINALISTA FUNCIONALISTA CLÁSSICO NEOCLÁSSICO FINALISTA FUNCIONALISTA E) + N Dolo na Dolo na Dolo no Dolo no Imputabilidade Imputabilidade Imputabilidade CLÁSSICO NEOCLÁSSICO FINALISTA FUNCIONALISTA (dolo ou culpa) culpabilidade. Dolo/culpa Potencial conhecimento Potencial conhecimento fato tipico. fato tipico. (fim séc. XIX) (1907) (1931) (1970) Exigibilidade da ilicitude da Exigibilidade Exigibillidade Foco na CAUSA Foco na REPROVAÇÃO Foco na FINALIDADE Foco na FUNÇÃO do + (nexo causal). do ato. da conduta. Direito Penal (proteção Necessidades preventivas Resumo: CAUSAL e NEOCLÁSSICO CULPABILIDADE de bens juridicos). FINALISTA e FUNCIONALISTA FATO TÍPICO Imputabilidade D Dolo Culpa P Potencial conhecimento da ilicitude E Exigibilidade N Necessidades preventivas CARD 12 APLICAÇÃO PRÁTICA SISTEMA CLÁSSICO CARD 13 APLICAÇÃO PRÁTICA SISTEMA NEOCLÁSSICO CARD 14 APLICAÇÃO PRÁTICA SISTEMA FINALISTA CARD 15 APLICAÇÃO PRÁTICA SISTEMA FUNCIONALISTA Exemplo: Pedro empurra Paulo da escada e ele cai, Exemplo: Pedro empurra Paulo da escada. Exemplo: Pedro empurra Paulo da escada. Exemplo: Pedro dirige em alta velocidade, em via urbana, fraturando a perna. Análise: Verifica-se se Pedro agiu com finalidade de e atropela Paulo. Além do nexo causal, avalia-se a reprovabilidade Análise: O foco é nexo causal entre a ação (empurrar) do ato: Pedro podia agir de modo diverso? Era exigivel produzir O dolo está no fato tipico (agir com Verifica-se se Pedro criou um risco não permitido e resultado (fratura). Se houve causa, crime. conduta diferente? Aplica-se a culpabilidade tripartida: e vontade). A culpabilidade é analisada de ao bem (imputação objetiva). Depois, analisa-se é consequência da tipicidade. imputabilidade, dolo/culpa e exigibilidade. forma normativa (imputabilidade, conhecimento potencial sua responsabilidade: culpabilidade satisfação de Dolo/culpa analisados como elementos psicológicos. da ilicitude e exigibilidade). necessidades preventivas (prevenção geral e especial).

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