Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

ENGENHARIA CIVIL
MIQUEIAS DOS SANTOS SANTANA
RA:36304168
Polo:3152
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 
ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO II
Irecêba
2026
INTRODUÇÃO	3
DESENVOLVIMENTO	4
PRÁTICA 1	
PRÁTICA 2	
PRÁTICA 3	
PRÁTICA 4	
CONCLUSÃO
Introdução
As sapatas isoladas são elementos de fundação utilizados na construção civil para transmitir as cargas dos pilares ao solo de maneira segura. Por isso, é importante conhecer os procedimentos necessários para o seu dimensionamento, garantindo que a estrutura tenha estabilidade e apresente um bom desempenho.
Durante a aula prática, foram realizados cálculos para determinar as dimensões da base e a altura da sapata, além dos momentos fletores, seguindo os critérios apresentados pela norma CEB-70. Para isso, foram considerados os dados fornecidos na atividade, as cargas aplicadas e as condições necessárias para o dimensionamento da fundação.
A elaboração da memória de cálculo permitiu colocar em prática os conhecimentos teóricos estudados, utilizando fórmulas específicas e analisando os resultados obtidos. Essa etapa foi importante para compreender melhor como as dimensões da sapata são definidas e como os esforços atuam nesse elemento estrutural.
Também foi utilizado o software AutoCAD para representar graficamente a solução encontrada. Com isso, foi possível relacionar os cálculos realizados com o desenho técnico, desenvolvendo habilidades importantes para a elaboração e interpretação de projetos de Engenharia Civil.
Dessa forma, a atividade contribuiu para ampliar os conhecimentos sobre fundações rasas e demonstrou a importância de realizar os cálculos com atenção, respeitar os critérios técnicos e apresentar os resultados de maneira organizada, buscando garantir a segurança e a eficiência das construções.
2 FORÇA CORTANTE EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO
2.1 DETALHAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL EM VIGAS
Objetivo
O objetivo desta atividade foi calcular a armadura transversal de uma viga de concreto armado submetida a esforços cortantes, considerando os critérios estabelecidos pela ABNT NBR 6118:2023. A partir dos dados fornecidos, foram realizados os cálculos necessários para definir a armadura adequada. Em seguida, foi elaborado o detalhamento da solução no software AutoCAD, permitindo representar graficamente a disposição dos estribos na viga e relacionar os conhecimentos teóricos com a prática da Engenharia Civil.
Dados do exercício
Seção da viga: 19 x 60 cm
Vão livre: 700 cm
Carga total: 25 kN/m
fck: 25 MPa
Aço: CA-50
Cobrimento: 3,0 cm
Bitola da armadura longitudinal: = 12,5 mm ϕ
Esforço cortante no apoio P1: Vsk = 72,8 kN
Esforço na face do pilar: Vsk = 70,43 kN
Coeficientes: γc = 1,4; γs = 1,15; γf = 1,4
Cálculos realizados
Verificação da compressão na biela
VSd = γf ⋅Vsk = 1,4 ⋅ 70,43 = 98,60kN
αv2 = 1 fck / 250 = 0,9
fcd = fck / γc = 25 / 1,4 = 17,86MPa
d = 57 − ϕ / 2 = 57 − 0,625 = 56,375 cm
VRd2 = 0,27 ⋅ 0,9 ⋅ 17,86 ⋅ 19 ⋅ 56,375 = 464,79kN ⇒ VSd lbmín = 11,88cm
Armadura no apoio com gancho
Ascalc = RS / fyd = 125,43 / 43,478 = 2,89cm2
Asnec = 0,7 ⋅ lb / Ibdisp ⋅ Ascalc = 0,7 ⋅ 47,18 / 16 ⋅ 2,89 = 4,9cm2 ⇒
4barrasde 12 ϕ ,5mm
Detalhamento gráfico em autocad
Dimensões desenhadas:
-Pilar: 19 cm
-Vão da viga: 700 cm
-Altura da seção: 60 cm
-Armadura de apoio com 4 barras de 12,5 mm ϕ
-Comprimento total das barras: 135 cm
-Posicionamento das armaduras:
-3,0 cm (cobrimento) + 1,25 cm (diâmetro do estribo) + 0,625 cm (metade do
ϕ da armadura)
-Deslocamento: 4,25 cm à direita e para baixo
									 Desenvolvimento	2.1																																																								 -iniciei a atividade pelo ambiente virtual ALGETEC, 
-posicionei a sapata no local adequado no simulador.
-posicionei o tripé no ponto pedido, ajustei a altura e abrir as pernas para dar estabilidade.
-realizei o nivelamento no centro no tripé, ajustei a bolha de nível até está alinhado.
-fixei o teodolito no tripé, realizei os ajustes iniciais para o alinhamento.
-Utilizei as setas e as regulagens do simulador, fiz ajustes até está alinhado corretamente
-girei o teodolito em 90° para ver se estava móvel e estável.
-ajustei a luneta para ter imagem nítida
-testei o equipamento 
-conclui a atividade e fiz os registros 										
A atividade foi concluída com sucesso, seguindo o manual proposto, e foi feita etapa por etapa desde a montagem do teodolito, ajuste do tripé, ajuste da bolha																																																		
																																															 1. Qual a função da mira topográfica? A mira topográfica serve para medir diferenças de nível (altitudes) durante levantamentos topográficos, sendo um instrumento essencial para a precisão em medições de altura. Ela é utilizada em conjunto com instrumentos como níveis de luneta ou teodolitos para determinar a altura de pontos no terreno. 2. Por que é necessário ajustar o nível do teodolito? Para garantir a maior precisão na determinação de áreas e perímetros de poligonais por meio de levantamentos planimétricos, é essencial realizar o nivelamento apropriado do teodolito reside na garantia da precisão das medições angulares e de distância. Um teodolito nivelado corretamente assegura que a linha de visada da luneta está perfeitamente horizontal, o que é crucial para obter ângulos e distâncias confiáveis em levantamentos topográficos. 				
2.2
O processo no simulador demonstra que o nivelamento altimétrico exige rigor geométrico desde a escolha do local para o nível ótico até a sequência de visadas. Para mitigar erros de leitura, o nível deve ficar em uma posição estratégica (geralmente fora ou no centro da área) que viabilize a leitura da mira estadimétrica em todos os vértices da quadrícula sem a necessidade de mudar de estação. A coleta de dados deve seguir uma ordem lógica (iniciando pelos pontos mais adequados ou vértices de referência) para gerar com precisão o modelo de curvas de nível do terreno
Fui guiado por instruções interativas para explorar o terreno, selecionei materiais e equipamentos
-Iniciei a atividade acessando o simulador 
-Utilizei o mouse para explorar o terreno virtual e visualizar as áreas de medição.
-Escolhi os instrumentos necessários para a medição.
-Ajustei o nível óptico e posicionei a mira topográfica, garantindo a correta visualização dos pontos de medição.
-Respondi perguntas sobre a quadrícula imaginária e o posicionamento do nível óptico
-Executei a medição dos pontos indicados, registrando os valores obtidos.
-Baixei o arquivo de dados gerado pelo simulador para avaliar as medições coletadas.
-Finalizei a atividade registrando as informações coletadas e analisando a precisão dos resultados.
1. Os materiais foram corretamente utilizados?
Sim
2. Todas as etapas propostas foram identificadas?Sim, foi atendido cada passo da atividade.
3. Os dados para a execução da atividade foram corretamente e previamente preparados?
Sim.
4. O material de laboratório a ser utilizado está separado?
Sim.
5. As rotinas previstas nas orientações da atividade estão entendidas?
Sim, realizado 
6. As etapas foram corretamente seguidas?
Sim, foi seguido todas as etapas e concluído a atividade conforme
2.3
A correta montagem do tripé, o nivelamento do equipamento e a centralização da base sobre o marco de referência são as etapas mais críticas de qualquer levantamento topográfico ou geodésico. O tripé funciona como a base de sustentação mecânica; se não estiver firmemente fincado no solo, qualquer oscilação destrói a precisão da coleta. Por sua vez, a calagem milimétrica (centralização da bolha nos calantes) e o ajuste posicional da base garantem que o eixo vertical do aparelho coincida exatamente com a linha de prumo do ponto geodésico no terreno. Negligenciar esses ajustes introduz erros sistemáticos acumulativos que se propagam por todo o projeto, resultando em coordenadas geográficas falsas, distorções em plantas e prejuízos estruturais graves na engenharia.
-Cliquei com o botão direito do mouse sobre o tripé e selecione "posicionar para medição".
-Acessei o menu e selecione as opções "Perna 1", "Perna 2" e "Perna 3", soltando as borboletas e ajustando a altura.
-Cliquei sobre cada perna do tripé e selecione "fixar no solo", garantindo estabilidade.
-Selecionei a opção "Alinhar com plaqueta" para garantir o correto posicionamento do equipamento.
-Selecionei a opção "Assentar no tripé" e fixe a base nivelante.
 -Cliquei no parafuso central e selecione "Fixar base nivelante".
-Abri os compartimentos A e B e insira as baterias adequadas.
-Selecionei "Conectar à base nivelante".
-Cliquei sobre o receptor GNSS e selecione "Conectar ao bastão".
-Utilizei o controle calante para ajustar a bolha de nível até centralizá-la corretamente.
-Ajustei a posição da base nivelante, fixando-a com o parafuso central
1. Quais são os principais componentes do equipamento de geoprocessamento utilizado no experimento?
 TRIPÉ – permite o posicionamento estável mesmo sobre Irregulares. BASE NIVELANTE garante a estabilidade e precisão No posicionamento adequado do receptor GNSS.
RECEPTOR GNSS – utilizado para realizar levantamentos Topográficos e/ou geodésicos através da comunicação com um Sistema de satélites.
 MALETA – armazenar as baterias.
 BASTÃO - para conectar a base nivelante e o receptor GNSS.
PARAFUSO CENTRAL - para fixar a posição da base nivelante Sobre o tripé.
2. Qual deve ser o parâmetro para determinar a altura da mesa do tripé?
O parâmetro para determinar a altura da mesa do tripé geralmente é
Definido com base na altura média do operador ou do usuário do equipamento.
A altura da mesa do tripé deve ser ajustada de forma que o operador possa
Trabalhar confortavelmente e sem se curvar excessivamente durante o uso do
Equipamento. Portanto, a altura da mesa do tripé deve ser ajustada de acordo
Com a altura ergonômica do operador para garantir um a postura de trabalho
Adequada e minimizar o desconforto durante o uso prolongado do equipamento.
2.4
-Abri o link do experimento e visualizei a mesa com os equipamentos
-Usei a trena para medir a altura do receptor 
-Guardei a trena após a medição.
-Selecionei a opção “Ligar receptor” e definir o tempo de coleta de dados (1, 2, 4 ou 8 horas).
-O processo leva entre 1 a 2 minutos no simulador.
-Após a coleta, desliguei o equipamento corretamente.
-Conectei o receptor ao computador via cabo USB.
-Acessei a pasta do computador e selecionar o arquivo gerado. zip.
 -Utilizei a opção “Converter para Rinex” e salvar os dados.
-Selecionei os três arquivos “eco_248º” e compactá-los em um único arquivo
-Transferi o arquivo para análise.
-Conferi se a medida está correta
-Selecionei o arquivo compactado e iniciar o processamento.
-Conferi as coordenadas obtidas e compará-las com o referencial geodésico.
-Revisei as informações de latitude e longitude processadas.
-Confirmei a execução correta de todas as etapas.
Referencias 
ALGETEC. Demonstração laboratórios Virtuais. 2025. Online.
image4.jpeg
image5.jpeg
image6.jpeg
image7.jpeg
image8.jpeg
image9.jpeg
image10.jpeg
image11.jpeg
image12.jpeg
image13.jpeg
image14.jpeg
image15.jpeg
image16.png
image17.png
image1.jpeg
image2.jpeg
image3.jpeg

Mais conteúdos dessa disciplina