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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE IESTÉTICA DO PROJETO D99E_13901_R_20262 CONTEÚDO Usuário FELIPE DA SILVA T FERREIRA Curso ESTÉTICA DO PROJETO Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE I Iniciado 20/10/26 20:18 Enviado 21/10/26 23:38 Status Completada Resultado da tentativa 5 em 5 pontos Tempo decorrido 27 horas, 19 minutos Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente Pergunta 1 Resposta Selecionada: b. Contrariando mais uma vez o idealismo moderno, os novos profissionais ligados à pós-modernidade cedem aos gostos e símbolos mais comuns e familiares, utilizando-se de uma linguagem arquitetônica e estilística menos sofisticada, mais primária e evidentemente voltada ao mercado. Não mais se pretende promover a igualdade ou combater as injustiças sociais, mas agora se aceita a arquitetura como portadora de um repertório de símbolos ligados ao status e uma paisagem urbana que não receia em mostrar as marcas da segregação social. A estética pós-moderna aponta para o domínio da cultura e do gosto que se estabelece a partir das distinções econômicas. Pode-se afirmar que: I. A estética pós-moderna recusa os processos fragmentários, do acaso e da dispersão e valoriza o planejamento racional. II. Uma tentativa de leitura parcial da cidade pós-industrial revela um verdadeiro catálogo de estilos e temáticas justapostas. III. A unidade da proposta pós-moderna explica a adoção do estilo internacional como referência para a cidade pós-industrial. Apenas a afirmação II está correta. Pergunta 2 Resposta Selecionada: e. A crítica e superação do projeto moderno se consolida na expressão “O mal-estar na civilização”, expressão que dá nome a uma das obras de Freud por volta de 1920. Na obra, o autor argumenta que, mesmo com todo progresso técnico e científico, o homem não se tornou mais feliz. Os resultados da racionalidade, da ciência e da tecnologia aplicadas à destruição e ao genocídio na Segunda Guerra Mundial vieram corroborar tal constatação. Assim, pode-se afirmar que: I. O projeto moderno abriu mão do reducionismo, das teorias totalizantes e propostas universais ligadas à noção de verdade absoluta. II. No projeto moderno, a inevitabilidade do progresso da humanidade foi uma das premissas fundamentais. III. O questionamento do projeto moderno se refletiu nas propostas dos CIAM ainda na década de 1950. Apenas as afirmações II e III estão corretas. CONTEÚDOS ACADÊMICOS BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNOUNIP 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos http://company.blackboard.com/ https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_471719_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_471719_1&content_id=_5242239_1&mode=reset https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_49_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout Pergunta 3 Resposta Selecionada: d. Ainda que Aristóteles não tenha pensado sobre as artes em geral, tal como as entendemos hoje, o que ele escreveu foi decisivo ao longo da história da estética ocidental, sobretudo após o Renascimento. Especialmente a partir do momento em que a obra de arte começou a revestir-se da aura de liberdade, criatividade e a produção do espírito com que é vista ainda hoje. A Poética de Aristóteles chegou a determinar os cânones de vários estilos, principalmente os classicismos e neoclassicismos diversos. E mesmo quando se queria contestar alguma tradição ou escola artística, a Poética serviu, quando não era o modelo a seguir, de modelo a contestar, como, por exemplo, ao se criticar o naturalismo, ou o figurativismo. Assim, é possível afirmar que I. a contribuição de Aristóteles é decisiva para o que entendemos hoje como arte. II. é por meio de seu valor cognitivo como prazer do sensível que Aristóteles atribui importância às artes. III. Aristóteles rejeitava a arte como caminho para o conhecimento, uma vez que ela é apenas uma representação humana da natureza, e portanto imperfeita. Apenas as afirmações I e II estão corretas. Pergunta 4 Resposta Selecionada: a. É característica do projeto da modernidade: o objetivo da emancipação humana por meio da razão e da ciência objetiva. Pergunta 5 Resposta Selecionada: d. Baumgartem coloca sua Aesthetica correspondendo ao mundo das sensações em oposição ao mundo do entendimento. Ele pretende fazer da estética, enquanto disciplina filosófica autônoma, uma ciência correspondente ao domínio da sensação, uma irmã mais nova da lógica, como ele mesmo diz, uma ciência do belo, cujo fim é definir o que é a beleza: “O fim visado pela Estética é a perfeição do conhecimento sensitivo como tal. Esta perfeição, todavia, é a beleza” (BAUMGARTEN, III, §14). Para ele a beleza é constituída de partes múltiplas. Ela reside em um acordo de pensamentos em um só elemento na percepção sensível à luz do fenômeno. É na redução a uma unidade que a multiplicidade se torna bela, um objeto de sensação, cuja função é dar prazer e despertar desejo. A partir disso, pode-se afirmar que: I. A passagem do múltiplo para o unitário é uma operação intelectual, lógica, o que coloca em dúvida a própria definição da estética como ciência autônoma. II. A solução da contradição do texto é fornecida por Kant, quando afirma que a beleza é produzida subjetivamente a partir de uma sensação de prazer, que pode ser universal, na medida em que os homens compartilhem de um mesmo juízo de gosto. III. Não existe qualquer contradição, pois a estética de Baumgartem inaugura um ramo da ciência subordinado à lógica. Apenas as afirmações I e II estão corretas. 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos Pergunta 6 Resposta Selecionada: b. Pode-se afirmar que a arquitetura moderna era idealista devido: à convicção de que era possível resolver os antagonismos da grande metrópole pela reordenação do espaço habitado. Pergunta 7 Resposta Selecionada: d. O debate sobre a questão urbana a partir dos anos 1960 passa a incorporar o ambientalismo e o conceito de sustentabilidade inserindo a cidade numa perspectiva ecológica e numa lógica sistêmica do fluxo de matérias- primas, energia e dejetos. Posteriormente, em função do novo panorama econômico global, surge a proposta da gestão estratégica das cidades, fundamentada numa discutível analogia entre o espaço urbano e os modos de administração das grandes corporações. Essas transformações, que agregam uma dimensão técnico- científica fundamental nos modos de produção e nas relações de trabalho, têm os seus efeitos culturais. Para François Ascher, a globalização está inserida em um macroprocesso de sentido único, ao qual chamou de modernização, assim: I. Ascher afirma que a modernização é caracterizada por três dinâmicas socioantropológicas, em interação contínua e constante: a individualização, a racionalização e a diferenciação social. II. O marketing urbano passa a ser uma ferramenta que corrobora as estreitas ligações entre a gestão estratégica e gestão urbana. III. A modernização, conforme proposta por Ascher, fundamenta-se na retomada das propostas referenciadas no fordismo e nos princípios tayloristas. Apenas as afirmações I e II estão corretas. Pergunta 8 Resposta Selecionada: a. A contraposição ao projeto moderno refletiu-se de forma ampla a partir da pluralidade de críticas e posições. As discussões incorporavam a questão sobre responsabilidade social do arquiteto e variavam entre atitudes de indiferença, resignação, reformismo e crítica radical, resultando no pluralismo de soluções estéticas. A questão do corpo estava presente na problemática da perda da escala humana nos projetos arquitetônicos e urbanos. O lugar, conceito fundamental para a geografia humana, era incorporado a partir das relações entreo corpo, a situação e a constituição das identidades na cidade, agora admitida enquanto artefato cultural. A partir disso pode-se afirmar que: I. Enquanto os modernistas propunham uma ruptura radical com a história, os seus sucessores passam a admitir o retorno a ela, seja copiando, citando ou reinterpretando suas referências. II. Se trata, portanto, de uma continuidade de propostas, pois tanto modernos quanto pós-modernos mantinham sua crença no progresso científico como solução dos problemas humanos. III. A ideia de uma arquitetura como síntese das propostas de solução dos problemas sociais continuou na agenda dos arquitetos da pós-modernidade a partir da renúncia ao historicismo. Apenas a afirmação I está correta. 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026 23h38min07s GMT-03:00 Pergunta 9 Resposta Selecionada: e. Sócrates, na República de Platão, define a poesia como imitação. Sócrates o faz explicitamente para denegrir a poesia, para torná-la de mesmo valor que a pintura ou escultura, coisa de artesãos, profissão de artífices manuais, socialmente inferiores na hierarquia da cidade antiga. A perplexidade com que os cidadãos comuns recebem esta teoria, a ponto de acolherem as acusações de impiedade contra Sócrates por este ter intentado contra a sacralidade da poesia tradicional e seus deuses, demonstra o quanto, para os gregos em geral, o valor da arte poética era divinizado e diferenciado do valor das artes plásticas em geral, as quais sequer eram distintas das demais atividades produtivas, de modo que não havia o pintor em abstrato, mas o oleiro que pinta seus vasos, não havia o escultor, mas uma equipe de mestres, pedreiros e carpinteiros que edifica o templo, e assim por diante. E o poeta é uma classe totalmente distinta, próxima à dos inspirados e possuídos, profetas e sacerdotes, os sábios tradicionais. Desta forma: I. Tanto Sócrates quanto Platão admitem a arte como caminho para o conhecimento. II. Para Sócrates, todo artista não passaria de um artesão de segunda categoria, cujo trabalho não contribuiria em nada com a busca da verdade. III. Sócrates alinha a poesia ao conceito de mímesis, presente também na obra de Platão. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. Pergunta 10 Resposta Selecionada: a. Charles Jencks identifica a proposta da pós-modernidade como “fragmentos autossuficientes de um discurso esquizofrênico por necessidade”. Mesmo assim, na diversidade de soluções propostas pelos arquitetos pós- modernos, persiste um tema que, ao mesmo tempo que contraria o movimento moderno, abre espaço para uma acomodação bastante viável das expectativas do mercado e da memória do público geral, logo: I. trata-se da recuperação de um repertório de formas e soluções extraídas dos manuais de história da arquitetura, devidamente reinterpretadas com a intenção de recriar os velhos símbolos e valores clássicos. II. Jencks afirma a evidência da busca pela ordem perdida ao final do movimento moderno por meio de uma releitura dos princípios da Carta de Atenas. III. A proposta dessa nova arquitetura busca soluções e formas inéditas, resultado direto das pesquisas com novos materiais empregados pela indústria aeronáutica e de telecomunicações. Apenas a afirmação I está correta. ← OK 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos