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Roberto Prestes Sobrinho 
10/12/2025 
 
 
 
 
 
INSTRUÇÕES: 
 
❖ Esta Avaliação deverá ser respondida com os resultados obtidos nos Laboratórios; 
❖ Siga as orientações no campo de descrição dos Laboratórios para acessá -los; 
❖ Você deve preencher dos dados no Cabeçalho para sua identificação: 
o Nome / Data de entrega. 
❖ As respostas devem ser digitadas abaixo de cada pergunta; 
❖ Ao terminar grave o arquivo com o nome Avaliação de Laboratório; 
❖ Envio o arquivo pelo sistema no local indicado; 
❖ Em caso de dúvidas consulte o seu Tutor. 
 
 
 
 
 
 
Aluno (a): 
 
Data: / / 201_. 
Laboratório de Alvenaria - EDI 
Laboratório de Alvenaria - EDI 
NOTA: Avaliação de Resultados 
Laboratório 1: Preparação de Argamassas 
 
Roberto Prestes Sobrinho 
1. Preparação da Argamassa 
 
Segundo a norma vigente, deve-se usar 2,5 kg de argamassa anidra (seca) com aproximação de 1,0 grama. Duas 
proporções, utilizadas em aplicações diferentes, podem ser utilizadas para este experimento. Utilize as informações 
da tabela 1 para realização do experimento. 
 
 
1. Passo 1: Escolha uma das aplicações de argamassa contidas na tabela 1. Utilize a primeira opção da relação 
água/cimento para a aplicação escolhida. Adicione a quantidade calculada de cimento, areia e cal na cuba da 
argamassadeira mecânica; 
2. Passo 2: Posicione a cuba para mistura de material; 
3. Passo 3: Acione a argamassadeira na velocidade baixa e, nos 10 segundos iniciais, adicionar 75% da água 
calculada na cuba. Aguarde a conclusão dos 30 segundos desde o acionamento do misturador; 
4. Passo 4: Mude a argamassadeira para a velocidade alta e aguarde por mais 60 segundos; 
5. Passo 5: Desligue a argamassadeira, retire a cuba e a pá da argamassadeira. Utilize a espátula para raspar 
toda a superfície interna da cuba e da pá. Caso este passo seja concluído em um tempo inferior a 90 segundos, 
deixe a argamassa em repouso até completar o tempo; 
6. Passo 6: Posicione a pá e a cuba na argamassadeira, acione a argamassadeira na velocidade baixa e, nos 10 
segundos iniciais, adicionar 25% da água calculada na cuba. Espere até completar 60 segundos de funciona-
mento e desligue o equipamento; 
 
 
 
 Laboratório de Alvenaria - EDI 
 
7. Passo 7: Verifique a mensagem exibida no laboratório virtual que indica o resultado da argamassa obtida. 
Caso seja necessário, repita o experimento para obter um resultado satisfatório. 
2. Ensaio de consistência: 
 
1. Passo 1: Retire a cuba da argamassadeira. Adicione argamassa no molde tronco cônico utilizando a espátula. 
A quantidade adicionada corresponde a um terço da altura total do molde; 
2. Passo 2: Utilize o soquete metálico para golpear 15 vezes a argamassa contida no molde. Adicione uma nova 
camada de argamassa no molde utilizando a espátula; 
3. Passo 3: Utilize o soquete metálico para golpear 10 vezes a argamassa contida no molde. Adicione uma nova 
camada de argamassa no molde utilizando a espátula; 
4. Passo 4: Utilize o soquete metálico para golpear 5 vezes a argamassa contida no molde. Retire a pá da arga-
massadeira. Utilize a espátula para limpar o cone, raspando a parte superior do molde; 
5. Passo 5: Remova a molde tronco cônico e utilize a mesa de consistência para que ela suba e caia 30 vezes em 
30 segundos de maneira uniforme; 
6. Passo 6: Imediatamente após a última queda da mesa, utilize o paquímetro para medir o espalhamento da 
argamassa. O índice de consistência corresponde à média das três medidas de diâmetro (espalhamento da 
argamassa); 
7. Passo 7: Repita os procedimentos de preparação da amostra de argamassa e ensaio de consistência para os 
outros valores de proporção água/cimento exibidos na tabela 1, coletando os dados obtidos para análise. 
Responda as questões do item 3 deste roteiro. 
 
3. Avaliando os resultados 
 
a) Por qual motivo existem traços diferentes para o preparo da argamassa? 
R: Segundo a norma, deve se dosar o traço de acordo com a finidade da argamassa. Para revestimento externo 
por exemplo, tende a usar mais cimento, pois precisa de mais resistência e suportar às intempéries. Já no uso 
interno a quantidade de cimento é menor. Argamassa para contrapiso e chapisco, também terá outro tipo de traço 
e para assentamento também usa outro dosagem. 
 
b) Qual foi a proporção de água/cimento para a argamassa escolhida que apresentou um índice de consistência, 
segundo a NBR 13276 (ABNT, 2016)? 
R: Uma proporção de agua/cimento 
 
c) Qual foi o resultado obtido no índice de consistência ao aumentar a proporção água/cimento? Justifique. 
R: O excesso de água em misturas de concreto e argamassa pode resultar em um material com alto índice de 
vazios e que, ao en durecer , encolhe e forma fissuras. A falta de procedimentos de proteção (cura) e a exposição 
ao sol ou calor também contribuem para esse problema. 
Por outro lado, a falta de água dificulta a aplicação e o adensamento da mistura, podendo causar falhas na obra. 
Isso não apenas aumenta os custos de reparo, mas também compromete a segurança da estrutura. 
Para evitar esses problemas, a quantidade de água deve ser controlada em todas as etapas, desde a preparação 
até a aplicação. O processo de produção deve garantir qu e a quantidade de água seja exatamente a especificada 
 
 
Laboratório 2: Ensaio de Blocos e Tijolos 
 
1. Procedimentos 
 
 
 
 Laboratório de Alvenaria - EDI 
 
 
1. Passo 1: Selecione a amostra 1 do tijolo furado e, com o auxílio do paquímetro, meça o comprimento, a altura 
e a largura do tijolo. 
2. Passo 2: Retorne a amostra 1 do tijolo furado para posição inicial e repita o procedimento para as demais 
amostras do tijolo furado e para todos os outros tipos de tijolos. 
3. Passo 3: Selecione novamente a amostra 1 do tijolo furado e, com o auxílio da balança, meça a massa seca 
dessa amostra. 
4. Passo 4: Mergulhe a amostra em análise no tanque com água. Ela deve permanecer submersa por 24 horas. 
5. Passo 5: Após passado o tempo de espera, retire a amostra do tanque e, com o auxílio da balança, determine 
a massa úmida da amostra. 
6. Passo 6: Utilize a estufa para secar a amostra 1 do tijolo furado. 
7. Passo 7: Retorne a amostra 1 do tijolo furado para a posição inicial e repita o procedimento até a amostra de 
número 6. Proceda da mesma forma com os outros tipos de tijolos. 
8. Passo 8: Selecione a amostra 1 do tijolo furado e faça o capeamento com a pasta de cimento. 
9. Passo 9: Mergulhe a amostra em análise no tanque com água. Ela deve permanecer submersa por 6 horas. 
10. Passo 10: Após passado o tempo de espera, retire a amostra do tanque e, com o auxílio da prensa, determine 
a compressão suportada pela amostra. 
11. Passo 11: Após isso, descarte a amostra 1 do tijolo furado e repita o procedimento para as demais amostras 
do tijolo furado. Proceda da mesma forma com os outros tipos de tijolos. 
12. Passo 12: Utilizando os valores encontrados no experimento, determine o índice de absorção de água e re-
sistência à compressão de cada lote analisado. 
 
2. Avaliando os resultados 
 
a) Considerando que o fornecedor te informou que o tijolo furado tem dimensões (12x19x29) cm e o tijolo maciço e 
o tijolo laminado tem dimensões (11,5x5,3x19,5) cm. Os três lotes estariam dentro da tolerância definida pela 
ABNT NBR 15270? Justifique. 
 
R: Com base nas análises, todos os lotes estão dentro dos limites de tolerância, u ma vez que a variação individual 
se manteve dentro de ±5,00 mm e a média dos lotes não ultrapassou ±3,00 mm. 
 
 
 
 
b) Considerando que o fornecedor te informou que o tijolo furado é da classe VED15, o tijolo maciço é da classe 
EST140 e o tijolo laminado é da classe EST60. Os três lotes estariam dentro do definido pela ABNT NBR 15270? 
Justifique. 
 
R: Os lotes analisados atendem aos requisitos da ABNT NBR 15270. Em geral, sua resistência à compressão é 
maior que o valor mínimo aceitável, o que comprova a sua conformidadeLaboratório 3: Ensaio de Aderência 
 
1. Procedimentos 
 
Siga o procedimento do ensaio e preencha a construa e preenche a tabela 1 com os resultados obtidos. 
1. Passo 1: Utilize a furadeira com serra copo de 50 mm para perfurar os corpos de prova 1, 2 e 3. 
2. Passo 2: Utilize a escova de aço para limpar as regiões onde foram feitos os furos dos corpos de prova. 
3. Passo 3: Prepare a mistura epóxi. 
 
 
 
 Laboratório de Alvenaria - EDI 
 
4. Passo 4: Aplique a mistura epóxi na pastilha 1 e fixe-a no corpo de prova 1. Repita a ação deste passo para 
as pastilhas 2 e 3, fixando-as em seus respectivos corpos de prova. Aguarde 24 horas para realizar o pró-
ximo passo. 
5. Passo 5: Posicione e fixe o aparelho de arrancamento no corpo de prova 1. Zere o contador de voltas e ligue 
o medidor de tração. 
6. Passo 6: Utilize a manivela do aparelho de arrancamento para aplicar a tração no corpo de prova até que o 
ocorra o rompimento. Verifique e anote o valor máximo de tração (exibido em kgf) aplicado no corpo de 
prova. Desligue o aparelho. 
7. Passo 7: Remova o aparelho de arrancamento. Verifique o corpo de prova rompido e defina a forma de rup-
tura observada 
8. Passo 8: Repita os procedimentos apresentados nos passos de 4 a 7 para os corpos de prova 2 e 3. 
9. Passo 9: Verifique e anote os resultados do experimento obtidos nos corpos de prova de 4 a 12. Analise os 
resultados obtidos durante o procedimento e responda as questões do item 3 deste roteiro. 
 
 
 
2. Avaliando os resultados 
 
a) Qual o objetivo do ensaio de aderência à tração? 
R: O objetivo do ensaio de aderência à tração é identificar a máxima tensão que um revestimento (corpo de 
prova) consegue suportar. Essa análise é feita em uma área específica, na interface do material, quando ele é 
submetido a um esforço de tração 
 
 
b) Quais corpos de prova tiveram um resultado do ensaio de resistência de aderência à tração que atendem o limite 
mínimo estipulado pela NBR 13749 (ABNT, 2013) para uma parede externa? 
R: De acordo com a NBR 13247 (Adesão de argamassas e concreto), o limite mínimo de resistência à aderência de 
uma parede externa é 0,30 MPa. Os seguintes corp os de prova superaram esse limite e, portanto, atendem à norma: 
CP1: 0,36 MPa 
CP3: 0,31 MPa 
CP5: 0,43 MPa 
CP7: 0,31 MPa 
 
 
 
 Laboratório de Alvenaria - EDI 
 
CP8: 0,35 MPa 
CP9: 0,46 MPa 
CP10: 0,32 MPa 
CP11: 0,32 MPa 
CP12: 0,39 MPa 
 
 
c) Quais foram as formas de ruptura encontradas durante a realização do ensaio? Quais conclusões podem ser tira-
das ao obter resultados com cada uma dessas formas? 
R: Durante o ensaio, as formas de ruptura observadas nos corpos de prova foram: 
A (Ruptura no substrato) 
B (Ruptura na interface substrato/chapisco) 
C (Ruptura no chapisco) 
A con clusão geral é que a argamassa usada nos corpos de prova demonstrou uma resistência relativamente alta. 
Em nenhum d os casos de ruptura, a argamassa se rompeu. Isso indica que a força de tração foi maior d o que a 
resistência dos materiais de base (substrato e chapisco), e não da própria argamassa.

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